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Categoria: Sacola Plástica


17:03 · 10.02.2014 / atualizado às 17:03 · 10.02.2014 por
Clique na imagem para baixar a cartilha
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Dando continuidade às ações para reforçar a diminuição do consumo de sacolas plásticas, o Bompreço disponibiliza para download em seu hotsite (www.semsacolasplasticas.com.br) a cartilha “Sacolinhas, e eu com isso?”.

Com um conteúdo rico sobre o tema, a publicação aborda diversos aspectos como as principais informações sobre as consequências para o Planeta deste consumo de forma inconsciente, as alternativas que podem dispensar sua utilização, o ciclo de vida deste item e todos seus possíveis destinos na hora do descarte.

“A cartilha fala diretamente com o consumidor, deixando claro que ele é o agente da mudança, e que cabe apenas a ele escolher alternativas mais sustentáveis, como por exemplo, a sacola retornável”, explica a diretora de Sustentabilidade do Walmart, que administra as lojas Bompreço e Hiper Bompreço, Camila Valverde.

No Portal, o cliente também tem acesso a notícias, diversas campanhas ativas da rede, dicas úteis para transporte das compras e até jogos com o intuito de educar a população. O Bompreço é parceiro do Ministério do Meio Ambiente (MMA) em pesquisas e campanha institucional sobre o tema.

Cliente consciente merece desconto”

De forma pioneira, a rede lançou no Brasil, em 2009, o programa “Cliente consciente merece desconto”, que dá descontos de R$ 0,03 (valor da sacola) a cada cinco produtos adquiridos para quem não usa as sacolinhas plásticas nas compras.

Desde o início, foram mais de R$ 2 milhões em descontos e 70 milhões de sacolas que deixaram de ser usadas por clientes nas lojas da rede no Nordeste. Em todo o Brasil, o número chega a 123 milhões de embalagens plásticas evitadas, o que equivale a um desconto de R$ 3,7 milhões.

O programa de redução do uso de sacolas plásticas inclui treinamento com os funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas no ato de empacotar as compras.

Fonte: Comunicação / Walmart Brasil

07:00 · 26.08.2011 / atualizado às 23:08 · 25.08.2011 por

Em Fortaleza, assim como São Paulo, Rio e Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba, já foi iniciada uma discussão sobre a redução no uso de sacolas plásticas, puxada pela Câmara Municipal de Fortaleza, por meio do vereador Guilherme Sampaio (PT). Enquanto isso, as redes varejistas dão a sua mãozinha.

Para impulsionar o uso de sacolas retornáveis, o Pão de Açúcar intensifica a ação de incentivo que beneficia com pontos os clientes do programa de relacionamento “Pão de Açúcar Mais” que compram ou levam as compras em embalagens retornáveis.

Para esta ação, os clientes que comprarem sacolas retornáveis ganham 100 pontos e os que adquirirem as opções de caixas dobráveis ou carrinhos de lona ganham 300 pontos.

Além disso, desde 2009, aqueles que levarem a sua embalagem retornável ganham cinco pontos por compra – apenas em 2010, mais de 9 milhões de pontos foram distribuídos, o que significa uma redução de 4,5 milhões de sacolas plásticas. A ação acontece até dia 30 de setembro em todo o Brasil.

Lançado em fevereiro de 2000, o Pão de Açúcar “Mais” é o primeiro programa de relacionamento do varejo brasileiro. Os clientes cadastrados ganham pontos que podem ser trocados por vale-compras, além de promoções exclusivas e descontos especiais, diariamente.

No site www.paodeacucar.com.br/mais os clientes têm acesso a pontuação e também podem resgatar os pontos convertendo em vale compras que são trocados nas lojas da rede. Hoje são mais de 2 milhões de clientes cadastrados no programa.

Saiba mais sobre as ações ambientais no Relatório de Sustentabilidade do Grupo Pão de Açúcar:

http://www.gpari.com.br/grupopaodeacucar/web/arquivos/GPA_RA_2010_PORT.pdf

12:30 · 02.06.2011 / atualizado às 10:44 · 03.06.2011 por

 

Sacos plásticos se acumulam à beira da estrada que dá acesso ao lixão de Quixadá, na região central do Ceará Foto: Kid Júnior

Eu diria que, no Brasil, o varejo partiu na frente do consumidor, no que diz respeito ao uso de sacolas plásticas, considerando que já há lojas que não fornecem; dão desconto para quem não as utiliza; dão alternativas, como caixas usadas; ou simplesmente vendem sacolas retornáveis.

O consumidor brasileiro, diferentemente de países mais desenvolvidos no que diz respeito à consciência ambiental, e acomodado com as “práticas” sacolas, que, além de transportar mercadorias, servem para depositar o lixo doméstico, ainda não sabe direito como agir.

Quem, como eu, já percorreu muitos aterros sanitários, lixões e áreas degradadas pela presença do lixo; ou simplesmente teve acesso a mensagens eletrônicas mostrando os danos que as aparentemente inocentes sacolas podem causar à fauna aquática, sabe que é preciso rever ações e valores e sair mesmo da zona de conforto.

Mas a discussão não é tão simples assim. Há que diga que os supermercadistas querem economizar no fornecimento de sacolas plásticas ou lucrar na venda das retornáveis. Há também quem já produza sacolas oxibiodegradáveis, que, conforme pesquisadores da área ambiental, podem causar mais danos ao meio ambiente, ao liberarem substâncias tóxicas no solo e na água.

Há, ainda, no mercado, sacos para lixo biodegradáveis naturais, feitos não a partir do petróleo, mas de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, que nos lembra monocultura e que, de qualquer forma, são caríssimos.

É para discutir esses e outros assuntos ligados ao tema que, no dia 7 de junho, às 14h30, haverá audiência pública, na Câmara Municipal de Fortaleza. Na pauta, Projeto de Lei (PL) do verdeador Guilherme Sampaio (PT), que propõe a substituição das sacolas nos supermercados por opções sustentáveis. Compareça, dê a sua opinião e contribua para o enriquecimento do debate, afinal, estamos todos neste barco.

Maristela Crispim

Editora de Reportagem