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Categoria: Sustentabilidade


16:47 · 22.07.2016 / atualizado às 16:47 · 22.07.2016 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abriu novas turmas para seis cursos gratuitos realizados na modalidade de Educação a Distância (EaD), sem tutoria. Sustentabilidade é o eixo principal da maioria deles. Os cursos fazem parte da iniciativa de ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA. Para esta edição, a expectativa é formar 13,5 mil pessoas.

As inscrições estão abertas e os interessados podem se inscrever na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A página contém um resumo de cada curso. As capacitações serão realizadas entre julho e agosto e os participantes terão direito a um certificado de formação no tema, emitido pelo MMA.

A procura tem sido grande. Segundo a diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, a crescente demanda reforça a importância da promoção da Educação Ambiental como potencializadora da implementação das políticas públicas ambientais. “A EaD, para além da disponibilização de conteúdos e troca de saberes, pode contribuir com o fortalecimento de redes, ampliando o diálogo entre o MMA e a sociedade”, destacou.

Modalidades

As inscrições para o curso Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável encerram-se nesta segunda-feira (25). São 2 mil vagas com o objetivo de capacitar os gestores públicos de todas as áreas sobre a problemática da desigualdade de gênero e a importância da transversalização dos temas “gênero” e “desenvolvimento sustentável”. O curso é destinado a gestores públicos de todas as áreas, federais, estaduais e/ou municipais.

O curso de Estilos de Vida Sustentável pretende incentivar a reflexão, discussão e ação interativas com informações e conceitos sobre mudança em favor de estilos de vida sustentáveis. As inscrições também vão até o dia 25 de julho. O curso tem 2 mil vagas e aborda temas como o uso da água e energia, resíduos sólidos domésticos e os impactos dos resíduos, habitações sustentáveis, alimentação, saúde, mobilidade urbana e lazer.

O curso Criança e o Consumo Sustentável também oferece 2 mil vagas. Serão abordados o contexto histórico do consumo, fundamentos e conceitos da sustentabilidade e do consumo sustentável. Além disso, serão apresentadas estratégias de como proteger as crianças dos apelos consumistas e formas de como incentivar a prática de brincadeiras, hábitos e atitudes sustentáveis. Inscrições também até o dia 25 de julho.

As inscrições para Produção e Consumo Sustentável vão até 5 de agosto. O objetivo do curso é a divulgação de informações pertinentes à área ambiental, com conhecimentos específicos em produção e consumo sustentáveis, desenvolvendo ações e acompanhamento do sistema de gestão ambiental e economia verde. As aulas acontecerão durante o mês de agosto. São ofertadas 1,5 mil vagas.

O curso Sustentabilidade na Administração Pública, com 2 mil vagas e vai oferecer subsídios e apoio técnico para a implementação da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) nos órgãos e entidades da administração pública de todas as esferas e poderes. A curso é destinado a servidores públicos que desejam implementar a A3P nos órgãos e entidades da administração pública de todas as esferas e poderes, com inscrições até dia 25 de julho. O período de realização vai de de 25 de julho a 5 de agosto.

Profissionais que desejam aprender ou aprimorar técnicas de produção de conteúdos para a Educação à Distância (EaD) têm até o dia 25 de julho para se inscrever no curso Guia para a Produção de Conteúdos EAD. A capacitação tem como objetivo desenvolver conhecimento, habilidades e atitudes que possibilitem aos profissionais por ele formados utilizarem de maneira teórica e prática um guia para a produção de conteúdos para a EaD, contribuindo para o fomento da Educação Ambiental e a difusão de políticas públicas de meio ambiente.

Fonte: MMA

18:04 · 12.03.2014 / atualizado às 10:25 · 17.03.2014 por

 

O jardim filtrante é uma das inovações da planta Foto: Divulgação /Natura
O jardim filtrante é uma das inovações da planta Foto: Divulgação /Natura

Benevides (PA). A Natura, maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza, inaugurou neste 12 de março, um complexo industrial em Benevides, município de 50 mil habitantes localizado a 35 km de Belém (PA). Chamado de “Ecoparque”, o empreendimento vai concentrar a produção de sabonetes e de óleos fixos da Natura, além de gerar cerca de 250 empregos diretos e indiretos, até dezembro de 2014.

O Ecoparque está construído às margens da rodovia PA 391, em uma área de 172 hectares, anteriormente ocupada por uma propriedade particular. O projeto tem espaço para sediar outras empresas interessadas em compor o polo industrial, já que a Natura ocupa menos de 10% da área total.

Planejado para ser um empreendimento ecologicamente correto, o “Ecoparque” apresenta forma inovadora de atuação. O projeto é inspirado no conceito de simbiose industrial ao conectar empresas de diferentes segmentos de mercado, desde que tenham interesses comuns e necessidades complementares.

A ideia é criar uma operação verdadeiramente compartilhada, uma rede de cooperação, em que as indústrias instaladas em um mesmo espaço possam trocar recursos e articular alternativas conjuntas para fomentar a geração de negócios sustentáveis na região. Além de alavancar a demanda por insumos da sociobiodiversidade e o empreendedorismo local”, explicou Alessandro Carlucci, diretor-presidente da Natura.

A nova unidade fabril da Natura na Amazônia inicia atividades com capacidade de produção de mais de 200 milhões de barras de sabonetes e cerca de 400 toneladas de óleos fixos. Além desses produtos, o Ecoparque também absorverá a produção de “noodle”, base para fabricação de sabonetes, que anteriormente era fabricada na antiga unidade da empresa, localizada também na cidade de Benevides (PA).

O Ecoparque vai nos permitir abastecer o mercado brasileiro e internacional com produtos 100% fabricados na Amazônia”, ressaltou Josie Perissinoto Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura.

O conceito de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente também está presente nas instalações e estruturas do empreendimento. A Natura utilizou a tecnologia de jardins filtrantes, um tratamento inovador de efluentes a partir de raízes de plantas. Em um processo de fitorrestauração, livre de produtos químicos, bactérias alojadas nas raízes de plantas aquáticas realizam a decomposição dos poluentes.

Outra forma de poupar recursos ambientais foi a implantação de sistemas de geotermia, nos quais equipamentos captam o ar externo e promovem troca térmica no subsolo para diminuir a temperatura no interior dos edifícios. “Também reutilizamos água da chuva e fazemos aproveitamento da ventilação e iluminação natural das instalações. Incentivamos o uso de bicicletas e disponibilizamos carros elétricos para facilitamos a mobilidade dos colaboradores e visitantes dentro do Ecoparque”, comenta João Paulo Ferreira, vice-presidente Comercial e de Sustentabilidade da Natura.

Investimento estratégico

O Ecoparque é parte integrante da estratégia de atuação da Natura na Amazônia. Em 2000, a Natura passou a incorporar ativos da biodiversidade brasileira na formulação de seus produtos, unindo ciência e conhecimento tradicional à geração de oportunidades de trabalho e renda para centenas de famílias.

A riqueza da biodiversidade amazônica estimulou a Natura a desenvolver conceitos inovadores e impulsionou forte estratégia de pesquisa e desenvolvimento na região, resultando em grande número de tecnologias de insumos e produtos.

Em 2011, a Natura lançou o Programa Amazônia que tem como objetivo aumentar, de forma sustentável, de 11% para 30% a utilização de matérias-primas cosméticas com origem na região, movimentar R$ 1 bilhão em recursos próprios e beneficiar mais de 10 mil famílias de comunidades fornecedoras.

Hoje, são 25 cooperativas envolvendo 2.571 famílias. E, mais do que uma relação de compra e venda de insumos, a Natura tem como objetivo estruturar, aprimorar e expandir cadeias produtivas sustentáveis da sociobiodiversidade na Amazônia. Desta forma, contribui para que estas comunidades se desenvolvam e ganhem competitividade e relevância econômica, ao mesmo tempo em que geram riquezas e promovem o desenvolvimento social.

Diante dessas iniciativas, a Natura reforça suas crenças e valores no que se refere à importância do desenvolvimento sustentável e da inovação em rede. A inauguração do Ecoparque, junto às outras ações que implementamos na região, agrega valor aos nossos produtos, gera benefícios sociais, ambientais e econômicos para a população local, além de valorizar as riquezas da biodiversidade amazônica,” finalizou Alessandro Carlucci, diretor-presidente da Natura.

A empresa

Fundada em 1969, a Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta no Brasil, com receita líquida anual de R$ 7 bilhões. Conta com sete mil colaboradores, que atuam nas operações do Brasil, Argentina, Chile, México, Peru, Colômbia e França. O apreço pelas relações fez a companhia manter a venda direta como modelo de negócios e atualmente reúne mais de 1,6 milhão de consultoras, que disseminam a proposta de valor da empresa aos consumidores.

A Natura acredita na inovação como um dos pilares para o alcance de um modelo de desenvolvimento sustentável. Em 2013, destinou R$ 181 milhões à inovação e lançou 179 itens. Esse investimento fez com que a empresa atingisse um índice de inovação, percentual da receita proveniente de produtos lançados, de 63,4%.

Programa Amazônia

O desafio da Natura com o Programa Amazônia é contribuir para o desenvolvimento sustentável da região por meio de ciência, tecnologia e inovação e adensamento das cadeias produtivas. Uma inovação que integra os diversos públicos e conhecimentos em uma grande rede de trocas para que juntos possam buscar soluções a partir dos produtos e serviços da sociobiodiversidade e revelar o grande potencial de negócios existente na Amazônia.

Principais frentes de atuação

  • Ciência, Tecnologia e Inovação: objetivo de gerar e difundir conhecimento “na”, “sobre” e “para” a região, ativando e coordenando redes de conhecimento locais, nacionais e internacionais a partir do Núcleo de Inovação Natura na Amazônia, NINA, instalado em Manaus /AM em agosto de 2012.
  • Cadeias Produtivas Sustentáveis: desenvolve as organizações e lideranças locais, garante a rastreabilidade e implementação de planos de boas práticas produtivas; oferece capacitações técnicas e de gestão; investe em ganhos de produtividade e qualidade, e promove assim a agregação de valor local às comunidades. Além disso, com o Ecoparque, esta frente impulsionará a geração de negócios sustentáveis a partir da sociobiodiversidade amazônica, além de fomentar o empreendedorismo local.
  • Fortalecimento Institucional: com foco em Educação, atua em prol da melhoria da qualidade do Ensino Fundamental na região pela Rede de Apoio à Educação Amazônia, em parceria com o Instituto Natura e as secretarias municipais de educação de 30 municípios do nordeste Paraense e Rio Juruá no Amazonas.

Fonte: Natura

14:22 · 19.12.2013 / atualizado às 15:07 · 19.12.2013 por
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Uma atitude sustentável simples, que merece ser conhecida e até copiada. Neste fim de ano, o Grupo Aço Cearense optou por não enviar cartões impressos de Natal para clientes e parceiros e reverter o valor que seria destinado à confecção e distribuição dos cartões para instituições beneficiadas pelo Instituto WMA. A divulgação da campanha acontece por meio das redes sociais do Grupo e dos apoiadores da causa, além de e-mail marketing. Para assistir ao vídeo, acesse: http://www.youtube.com/embed/lImigMv9QxQ

20:56 · 01.12.2013 / atualizado às 20:56 · 01.12.2013 por

O titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp; o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho; e o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Glauco Arbix, lançaram nesta sexta-feira (29), o Plano Inova Sustentabilidade, em reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realizada em São Paulo.

O objetivo do Inova Sustentabilidade é incentivar a realização de investimentos na área ambiental, com a promoção de soluções inovadoras capazes de mitigar impactos das atividades produtivas sobre o meio ambiente.

Com dotação orçamentária de R$ 2 bilhões, divididos igualmente entre BNDES e Finep, o Inova Sustentabilidade terá quatro principais linhas temáticas: produção sustentável, recuperação de biomas e atividades produtivas sustentáveis de base florestal, saneamento ambiental, e monitoramento de desastres ambientais. As operações poderão ser contratadas entre 2014 e 2016.

A atuação conjunta dos órgãos governamentais proporcionará maior coordenação das ações do governo no fomento à inovação e uma melhor integração de instrumentos de apoio à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação disponíveis para o setor.

Os projetos (Planos de Negócios) das empresas brasileiras candidatas a financiamentos no âmbito do Inova Sustentabilidade serão submetidos ao processo de seleção pública conjunta.

As propostas poderão ser apoiadas pela combinação de linhas do BNDES e da Finep, que incluem Fundo Clima, Programa de Sustentação do Investimento (PSI), subvenção econômica para empresas e financiamento não-reembolsável para pesquisas realizadas em Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), dentre outros instrumentos de apoio. Instrumentos de renda variável também poderão ser utilizados.

A fim de possibilitar o desenvolvimento de soluções completas no âmbito das linhas temáticas do Inova Sustentabilidade, será estimulada a formação de parcerias entre empresas e entre empresas e ICTs.

Tais parcerias deverão contar com uma empresa-líder, que necessariamente deverá ser uma companhia independente ou pertencente a grupo econômico que possua receita operacional bruta igual ou superior a R$ 16 milhões e patrimônio líquido igual ou superior a R$ 4 milhões no último exercício.

O Inova Sustentabilidade poderá financiar Planos de Negócios acima de R$ 5 milhões, com prazo de execução de até 60 meses. A participação será de até 90%.

Linhas temáticas

Produção sustentável – apoio ao desenvolvimento tecnológico de produtos e processos que promovam a eficiência energética do setor industrial, a produção sustentável por meio da redução do consumo de recursos naturais, e a prevenção e controle de poluentes; a mitigação de emissão de gases de efeito estufa; e desenvolvimento de técnicas de tratamento e reaproveitamento de resíduos industrias, minerais, agropecuários e domésticos.

Recuperação de florestas – apoio a empresas e instituições que promovam soluções integradas de restauração de biomas brasileiros e o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva da madeira tropical.

Saneamento ambiental – apoio ao desenvolvimento de tecnologias de atendimento dos serviços de saneamento ambiental no país, com foco no tratamento e abastecimento de água, drenagem urbana e tratamento e aproveitamento de resíduos sólidos.

Monitoramento ambiental e prevenção de desastres naturais – apoio ao desenvolvimento de tecnologias visando ao aperfeiçoamento de sistemas de alerta e de redução de exposição a risco de desastres naturais.

Fonte: BNDES

10:12 · 06.11.2013 / atualizado às 10:14 · 06.11.2013 por
Desta vez são 18 produtos inovando em ações de sustentabilidade
Desta vez são 18 produtos inovando em ações de sustentabilidade

Maristela Crispim*

São Paulo. O Walmart Brasil lançou ontem, em São Paulo, a terceira edição do Programa de Sustentabilidade de Ponta a Ponta, que incluiu mais 18 marcas de grandes fornecedores, com o apoio do Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) do Governo de São Paulo. O programa tem como objetivos reduzir impactos ambientais, fomentar projetos sociais e de educação e estimular a melhoria contínua de produtos.

O primeiro passo foi detalhar as etapas do ciclo de vida dos produtos  para identificar oportunidades de melhorias que levassem à redução de indicadores de consumo de recursos naturais, de energia e de água; assim como as emissões de gases e geração de resíduos sólidos e efluentes. Após a implantação das ações, os efeitos foram quantificados tomando-se como referência o mesmo produto antes de junho de 2012.

Em sua terceira edição, o Sustentabilidade de Ponta a Ponta, após quatro anos, da primeira edição, totaliza 29 empresas e 41 produtos. Só em termos de redução de consumo, segundo o Walmart, são 19.883 Gwz de energia elétrica; 745 mil metros cúbicos de água; 140 toneladas de embalagens; e 290 mil litros de óleo diesel e/ou combustível. O cálculo de redução de gases de efeito estufa é de 4.291 toneladas de CO2 equivalente; e o de lixo, de 1.340 toneladas.

* A Jornalista viajou a São Paulo a convite do Walmart Brasil

13:31 · 08.10.2013 / atualizado às 13:45 · 08.10.2013 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realizou, nesta segunda-feira (7), a primeira reunião do Grupo de Trabalho Intersetorial sobre Produção e Consumo Sustentáveis. Com o objetivo de debater medidas que estimulem a Economia Verde, o encontro ocorreu, em Brasília, com participantes do governo federal e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e entidades vinculadas.

O comitê é resultado das atividades da Semana do Meio Ambiente, realizada pelo MMA em junho deste ano, no Rio de Janeiro. A ideia é promover a troca de informações entre os envolvidos no processo industrial do País. “Não tem como avançarmos nas políticas ambientais sem discutir as dificuldades e as formas de mobilização e capacitação do setor”, afirmou a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Mariana Meirelles.

Compras sustentáveis

A pauta do primeiro encontro foi a adoção de iniciativas de compras sustentáveis na administração pública. De acordo com Mariana, a intenção do grupo é incluir companhias de porte menor em uma lógica de Desenvolvimento Sustentável. “É preciso discutir formas de engajar pequenas e médias empresas”, explicou. “O diálogo aberto entre indústria e governo é necessário para mudar os padrões de produção e consumo no país.”

A indústria defendeu que as particularidades de cada área sejam levadas em consideração. “Esse é um tema que precisa do amadurecimento do setor. É importante ponderar o que cada setor pode contribuir, disse Sérgio Monforte, representante da CNI. Também participaram da reunião integrantes dos ministérios do Planejamento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Consumo consciente

Para relembrar os compromissos assumidos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o MMA articulou com a sociedade civil uma série de eventos no início de junho deste ano, no Rio de Janeiro, em comemoração à Semana do Meio Ambiente.

Tema do evento, o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) fomenta políticas, programas e ações que promovam a produção e o consumo sustentáveis no País. A iniciativa está de acordo com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, sobretudo com as diretrizes do Processo de Marrakesh, que foi criado para dar aplicabilidade ao conceito de Produção e Consumo Sustentáveis e promover mudanças verificáveis nos padrões de produção e consumo no mundo.

O PPCS está focado em seis áreas principais: Educação para o Consumo Sustentável; Varejo e Consumo Sustentável; Aumento da Reciclagem; Compras Públicas Sustentáveis; Construções Sustentáveis e Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).

Fonte: MMA

11:10 · 25.09.2013 / atualizado às 21:51 · 25.09.2013 por
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer Foto: Divulgação / Sustentável 2013
Marina Grossi, presidente do CEBDS, enfatizou o papel transformador que cada um pode exercer para uma grande mudança em nosso País Foto: Divulgação / Sustentável 2013

VI Congresso Internacional Sustentável 2013 com foco na agenda de ações até 2020 para um Brasil sustentável em 2050 (baseado no documento Visão Brasil 2050 – uma nova agenda de negócios para o País, promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), reuniu ontem (24 de setembro), no Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico, Rio de Janeiro), empresários, executivos, governo, sociedade civil e diversos outros atores para discutir a agenda da sustentabilidade para o nosso País nos próximos anos.

Antes mesmo da abertura, a atriz Clarice Niskier fez uma apresentação concluída pela frase “haverá maior solidão que a ausência de si?”. Logo em seguida, ao tomar a palavra, Marina Grossi, presidente executiva do CEBDS, agradeceu a Clarissa por lembrar que “cada um de nós tem um papel para a transformação subversiva que queremos. Para uma grande mudança social é preciso despertar o desejo individual que une todos nós que trabalhamos por um mundo mais sustentável”.

Rômulo Paes de Sousa, diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+), afirmou que o Brasil tem se apresentado de uma forma assertiva nesse debate, com um avanço político importante e capacidade de interferir na construção de ideias. Ele só acredita que devemos promover uma convergência maior, fazer isso de uma forma mais inteligente.

Philippe Joubert, que é senior advisor do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), num Português com vários sotaques, disse que essa agenda não progrediu com a velocidade desejada para 9 bilhões de habitantes viveram bem nos limites aceitáveis para o Planeta. “A natureza nos dá sinais cada vez mais claros de que estamos extrapolando o limite. Nós do ‘business’ sabemos que não podemos num mundo em chamas pagar pelos serviços da natureza com um cheque sem fundos”.

Por vídeo exibido no telão, Jeffrey Sachs, director of The Earth Institute at Columbia University, também deu sua mensagem na Sustentável 2013. Ele disse que a agenda do Desenvolvimento Sustentável está no centro da agenda do Aquecimento Global, da Biodiversidade, da Desertificação. Lembrou que, como resultado da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) ficou o compromisso de adotar um sistemas de Metas, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Ele destacou, no entanto, que “sem termos econômicos e sociais que promovam oportunidades, não será suficiente. É preciso transformar tecnologias, relações com clientes, pensar em como fazer nossas cidades resilientes, como proteger a Amazônia. Todas as cidades precisarão de sistemas de soluções para o Desenvolvimento Sustentável”, concluiu.

Maristela Crispim

Viajou a convite do CEBDS

18:49 · 31.08.2013 / atualizado às 18:51 · 31.08.2013 por

5PREMIOA3P

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebe, até o dia 15 de setembro, inscrições para a 5ª edição do concurso “Melhores Práticas de Sustentabilidade (Prêmio A3P). O objetivo é destacar as melhores iniciativas dos órgãos do setor público que promovem a sustentabilidade ambiental.

O prêmio também serve de estímulo para que mais órgãos possam implementar iniciativas inovadoras na gestão socioambiental. Busca, ainda, encorajar e recompensar as instituições que possuem compromisso com a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).

Atitudes como imprimir nos dois lados da folha, apagar a luz ao sair do ambiente, realizar compras públicas sustentáveis que priorizem critérios ambientais, dentre outras, exemplificam possíveis mudanças no ambiente de trabalho.

O prêmio é dividido em quatro categorias:

  • Gestão de Resíduos
  • Uso ou Manejo Sustentável de Recursos Naturais
  • Inovação na Gestão Pública
  • Destaque da Rede A3P

Podem participar órgãos e entidades públicas que possuam termo de adesão vigente da A3P ou que estão inseridas da Rede A3P, que promove o compartilhamento de experiências, ou mesmo sem o termo de adesão. Neste caso, os candidatos só podem concorrer na quarta categoria – Destaque da Rede A3P. As instituições devem apresentar resultados concretos qualitativos ou quantitativos de que executam as ações da categoria escolhida. Serão feitas vistorias para verificação.

É necessário preencher uma ficha de inscrição e um relatório da iniciativa no site da A3P. Receberão certificados e troféus os três primeiros colocados de cada categoria.

Mais informações no site da A3P

Fonte: MMA / A3P

09:38 · 12.07.2013 / atualizado às 10:31 · 12.07.2013 por
Segunda edição do evento será realizada no Maciço de Baturité com uma programação voltada para projetos de sustentabilidade, que contempla, ainda, música e gastronomia
Segunda edição do evento será realizada no Maciço de Baturité com uma programação voltada para projetos de sustentabilidade, que contempla, ainda, música e gastronomia

A cidade de Guaramiranga, no Maciço de Baturité, sedia mais uma vez o evento que mostra a sustentabilidade como uma forma de mudar a vida de comunidades. A segunda edição do Viva Guará une a beleza da paisagem e o clima aconchegante a um evento com oficinas, exposição, workshop voltados para o meio de vida sustentável, envolvendo temas como artesanato, reaproveitamento alimentar, biojóias, turismo sustentável, educação ambiental, entre outros assuntos, nos dias 26, 27 e 28 de julho.

O evento, que é uma realização do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Secretaria da Cultura (Secult), tem na programação, ainda, as Rodadas Negócios, atividade que promove o encontro entre empresas compradoras e fornecedoras, incentivando a criação de grandes parcerias no mercado de agricultura biológica e artesanato.

Neste ano, o evento vem com o objetivo de incentivar e valorizar os produtores culturais e a gente da terra que planta e cuida deste cinturão verde. A organização foi em busca de uma geração de profissionais conscientes de sua atuação na preservação do patrimônio histórico e ambiental, capaz de inovar em negócios sustentáveis, produtos e serviços.

Um séquito de profissionais de diversas áreas, educação, agricultura, energia, arquitetura e construção, design, cosmetologia, gastronomia e turismo, que fazem a diferença no mundo da sustentabilidade.

O Viva Guará tem em sua estrutura, montada no centro do município de Guaramiranga, 35 expositores, dos quais cinco fazem parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável e Eco-nomia Criativa.

Criado em 2013, o Programa trabalha junto às comunidades agro artesanais dos municípios de Guaramiranga, Capistrano, Itapiuna, Serra do Evaristo e Baturité com projetos que procuram garantir a recuperação e a conservação dos recursos naturais, o fortalecimento da identidade cultural e o fomento de modelos sustentáveis de produção e de uso de matéria-prima que promova uma melhoria da qualidade de vida em harmonia e equilíbrio ambiental.

Serão realizadas também onze oficinas com inscrições abertas e gratuitas para a população cearense. Entre os temas abordados estão Reaproveitamento Alimentar, Cosmetologia Orgânica, Biojóias, Moda com Ofícios Artesanais, Novos Materiais e Soluções de Construções Sustentáveis, Agricultura Natural, Brinquedos Educativos, Horta Caseira e Vida Saudável, Educação Ambiental e Certificação Produtos Orgânicos.

No primeiro dia do evento haverá, ainda, o 1º Workshop Regional de Turismo Sustentável. As inscrições podem ser feitas por meio do site www.vivaguara.com.br.

O Viva Guará II cede espaço também para atrações culturais com artistas regionais se apresentando nos dias 26 e 27 de julho. Na sexta (26), às 18h, o Reisado abre a programação, que conta ainda com a Orquestra Eleazar de Carvalho, Choro na Calçada, Fladiana Ruiz & Banda e Davi Duarte. No sábado (27), os shows começam às 20h com as bandas Rio de Cordas, Jazerra Trio e Banda Ritmus.

Rodadas de Negócios

As Rodadas de Negócios têm como objetivo facilitar a aproximação e o intercâmbio comercial entre empresas, possibilitar o acesso a novos mercados e aproximar ofertantes e demandantes de produtos e serviços.

Para participar da Rodada de Negócios, o empresário deve procurar o Sebrae ou a organização do evento e preencher um cadastro com informações sobre o perfil de sua empresa.

No Viva Guará 2013, a Rodada de Negócios conta com a participação de produtores diversos e matérias-primas como castanha de caju, farinha de mandioca, flores, doces, rapaduras, polpas de frutas e até mesmo carvão vegetal.

No mercado de artesanatos há cerca de 40 produtos com grande variedade de materiais: bambu, bananeira, fibra natural, madeira, bordados, cipó, tecido, pedras semi-preciosas, MDF e sabonete.

Fonte: Sebrae

15:38 · 23.04.2013 / atualizado às 15:38 · 23.04.2013 por

PPA2012

A Petrobras já anunciou os projetos sociais e ambientais contemplados nas seleções públicas dos Programas Petrobras Ambiental e Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, lançadas em setembro do ano passado. A Companhia destinará R$ 102 milhões a 46 projetos ambientais e R$ 145 milhões a 130 projetos sociais, de todas as regiões do País. Será o maior investimento de todas as edições dos programas. Nas duas seleções públicas foram inscritos 4.177 projetos.

Das 46 iniciativas ambientais selecionadas,17 são da região Sudeste, 12 são do Nordeste, seis do Centro-Oeste, seis do Norte e cinco do Sul. Das 130 iniciativas sociais contempladas, 41 são da região Sudeste, 50 são do Nordeste, oito do Centro-Oeste, 13 do Norte, 14 do Sul; e quatro têm atuação nacional.

Ceará

O Projeto Florestação, do Centro de Estudos de Trabalho e Assessoria ao Trabalhador (Cetra), foi o único entre os 20 inscritos selecionado no Estado do Ceará. Ele tem como objetivo o fortalecimento das capacidades de agricultores agroecológicos dos Vales do Curu e Aracatiaçu para ampliar a sustentabilidade ambiental de seus agroecossistemas e comunidades, promovendo a reconversão produtiva e recuperação de áreas degradadas e conservação de áreas de vegetação natural.

Resultados

Os resultados foram divulgados aos representantes de projetos finalistas e a jornalistas em três coletivas de imprensa simultâneas, que contaram com a presença de representantes da gerência de Responsabilidade Social da Companhia.

No Rio de Janeiro (RJ), o anúncio dos projetos contemplados nas regiões Sul e Sudeste foi realizado no Instituto Pequena Cruzada, parceiro do projeto social Mão na Massa. Os projetos finalistas da região Nordeste receberam a notícia na sede do Projeto Floresta Sustentável, em Mata de São João (BA). Em Brasília (DF), o anúncio dos projetos selecionados nas regiões Norte, Centro-Oeste e em Minas Gerais aconteceu nas instalações do Projeto Mãos de Esther, todos patrocinados pela Petrobras.

Seleção

A cada dois anos, a Petrobras realiza seleções públicas como forma de democratizar o acesso aos recursos e garantir a transparência do processo de patrocínio. A Companhia também promove as caravanas que são oficinas presenciais e online para capacitar as organizações proponentes na elaboração de projetos sociais e ambientais.

Para estas seleções, foram capacitadas mais de 4 mil pessoas em 37 cidades de norte a sul do país, e realizados mais de 2.500 atendimentos online. De janeiro a abril, foi realizado o processo de análise e escolha dos projetos, composto por quatro etapas para cada programa: Triagem Administrativa, Triagem Técnica, Comissão de Seleção e Conselho Deliberativo.

Programas

Os Programas contam com planejamento plurianual e seus resultados têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida das populações mais pobres e vulneráveis e a preservação do meio ambiente em todas as regiões do País.

O Programa Petrobras Ambiental (PPA) em seu ciclo de 2008/2012 investiu R$ 500 milhões em projetos voltados para preservação e recuperação do meio ambiente e da biodiversidade, tendo alcançado dezenas de bacias e ecossistemas em seis biomas brasileiros: Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pampa Sulino, Pantanal, além de ambiente marinho e costeiro.

Suas ações já envolveram diretamente mais de quatro milhões de pessoas, além de mais de 1.500 parcerias, cerca de duas mil publicações, nove mil cursos e palestras e o estudo de mais de oito mil espécies nativas. Atualmente o PPA tem cerca de 100 projetos em sua carteira.

O Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, em seu ciclo 2007/2012 investiu R$ 1,2 bilhão em projetos voltados para a promoção da garantia dos direitos da criança e do adolescente, para a geração de renda e oportunidade de trabalho e para qualificação profissional. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento local, regional e nacional, e gerar a inserção social de pessoas e grupos em vulnerabilidade social, suas ações já envolvem diretamente cerca de 18 milhões de pessoas. Atualmente o Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania tem 375 projetos em sua carteira.

Conheça os projetos selecionados para o PPA 2012 na região Nordeste

Alagoas

Renas-Ser – O projeto Renas-Ser, criado pela Organização de Preservação Ambiental, tem como objetivo contribuir para a recuperação da biodiversidade no Semiárido, por meio da conservação e recuperação das nascentes, associada a um amplo programa de educação ambiental. Sua linha de atuação no programa é a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos.

Bahia

Projeto CO2 Manguezal – O Projeto CO2 Manguezal foi criado pela Fundação Vovó do Mangue para a produção de mudas de mangue das três espécies mais encontradas na região da Baía de Todos os Santos. O objetivo é recuperar áreas degradadas, dentro da Área de Preservação Ambiental Baía de Todos os Santos, implementando, como ação complementar, atividades de educação ambiental, voltadas para a conservação de recursos naturais. Sua linha de atuação no programa é a fixação de carbono e emissões evitadas, com base na recuperação de áreas degradadas.

Águas do Jacuípe – O projeto Águas do Jacuípe, do Instituto de Permacultura da Bahia, irá recuperar áreas degradadas, através do reflorestamento de matas ciliares, utilizando-se de Sistemas Agroflorestais em dois afluentes do Rio Jacuípe: Riacho do Urubu e Rio Camizãozinho, assessorando famílias de agricultores locais. Sua linha de atuação no programa é a fixação de carbono e emissões evitadas, com base na recuperação de áreas degradadas.

Pescando Consciente – O Projeto Pescando Consciente, do Centro de Estudos Socioambientais, tem intuito de desenvolver ações integradas para a recuperação e conservação das espécies costeiras e marinhas utilizadas pelas comunidades tradicionais do município de Marau. Sua linha de atuação no programa é a recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce.

Ceará

Florestação – O Projeto Florestação, do Centro de Estudos de Trabalho e Assessoria ao Trabalhador (Cetra), tem como objetivo o fortalecimento das capacidades de agricultores agroecológicos dos Vales do Curu e Aracatiaçu, de forma a ampliar a sustentabilidade ambiental de seus agroecossistemas e comunidades, promovendo a reconversão produtiva e recuperação de áreas degradadas e conservação de áreas de vegetação natural. Sua linha de atuação no programa é a fixação de carbono e emissões evitadas, com base na conservação de florestas e áreas naturais; reconversão produtiva de áreas; e recuperação de áreas degradadas.

Paraíba

Sertão E.e Solidário – O Projeto Sertão E.e Solidário, do Centro de Educação Popular e Formação Social, tem objetivo de promover a melhoria da qualidade de vida de agricultores familiares, na microrregião da Serra de Teixeira, a partir dos potencias e limites da região, e de ações práticas e educativas, fortalecendo a agricultura familiar com práticas agroecológicas que possam incidir na redução dos impactos ambientais. Sua linha de atuação no programa é a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos, com base na reversão de processos de degradação dos recursos hídricos; e promoção e prática de uso racional dos recursos hídricos.

Pernambuco

Mulheres na Caatinga – O Projeto Mulheres na Caatinga, da Casa da Mulher do Nordeste, tem o intuito de promover a recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga no Território do Pajeú, ampliando os processos de fixação de carbono, evitando emissões e os impactos do aquecimento global. Sua linha de atuação no programa é a fixação de carbono e emissões evitadas, com base na recuperação de áreas degradadas.

Águas de areias – O Projeto Águas de Areias, da Associação Águas do Nordeste, foi criado para contribuir para a recuperação ambiental e gestão dos mananciais de águas de aluvião no Alto Rio Capibaribe, visando à sustentabilidade hídrica das populações rurais situadas nessa região do semiárido pernambucano. Sua linha de atuação no programa é a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos, com base na reversão de processos de degradação dos recursos hídricos; e promoção e prática de uso racional dos recursos hídricos.

Hippocampus – O Projeto Hippocampus, do Laboratório de Aquicultura Marinha, tem como objetivo principal realizar ações de conservação dos cavalos-marinhos, com base nos estudos de dinâmica populacional nas várias regiões do País e da estruturação genética das populações ao longo da costa brasileira. Em Pernambuco, no Ceará e Piauí, será desenvolvido um programa de educação ambiental, a fim de informar e orientar as comunidades envolvidas com o uso do recurso cavalo-marinho, tanto de turistas como de canoeiros/jangadeiros, direcionando-os para o uso sustentável das espécies. Será ampliada a área de atuação das atividades sociais com os projetos de geração de renda. Ao final do projeto será promovido um workshop para divulgação e integração dos resultados, consolidando o grupo formado como uma rede nacional de pesquisas em cavalos-marinhos. Sua linha de atuação no programa é a recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce.

Piauí Projeto Biomade – O Projeto Biomade, do Instituto Tartarugas do Delta, tem o intuito de registrar a fauna marinha ameaçada de extinção da Área de Proteção Ambiental do Delta do Parnaíba. Sua linha de atuação no programa é a recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce.

Rio Grande do Norte

Bioágua Familiar – O Projeto Bioágua Familiar, da Assessoria consultoria, e Capacitação Técnica Orientada Sustentável, visa a consolidar o Sistema Bioágua Familiar de reúso da água doméstica, como alternativa para a produção de alimentos e redução da contaminação ambiental, nos quintais das famílias agricultoras da região semiárida brasileira.

Sergipe

Águas do São Francisco – O Projeto Águas do São Francisco, da Instituição Sergipetec, tem como foco a recuperação de áreas degradas das bacias hidrográficas dos rios Jacaré-Curituba e Betume, na região do Baixo São Francisco, promovendo a educação ambiental e contribuindo para o uso sustentável dos recursos naturais. Sua linha de atuação no programa é a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos.