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Categoria: Tecnologias Verdes


11:29 · 28.05.2012 / atualizado às 11:29 · 28.05.2012 por

Um novo prédio no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, vai abrigar o Instituto Global para Tecnologias Verdes e Emprego, além do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas e do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.

O Instituto é uma parceria do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe)/UFRJ com o governo do Estado do Rio, que tem o apoio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

O lançamento está previsto para o dia 4 de junho próximo, com a presença do diretor do Pnuma, Achim Steiner, e da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, entre outros. O diretor da Coppe e secretário executivo do Fórum, Luiz Pinguelli Rosa, disse que o instituto vai concentrar várias atividades e programas de pós-graduação, reunindo inicialmente cerca de 30 pesquisadores. Segundo ele, novos laboratórios deverão ser criados com a oportunidade de ampliação de parcerias com universidades estrangeiras.

A representante do Pnuma no Brasil, Denise Hamú, disse que o centro deve concretizar várias aspirações dos países-membros (da ONU), com experiências que serão desenvolvidas para tecnologias verdes. Segundo ela, a iniciativa terá todo o apoio institucional do Pnuma, mas não será oficialmente vinculada à ONU, pois não há compromisso de recursos.

Suzana Kahn, subsecretária de Economia Verde de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, é uma das idealizadoras do projeto, para quem o objetivo é tornar o Rio referência em pesquisa de novas tecnologias voltadas para a economia verde e o desenvolvimento sustentável.

08:34 · 19.04.2012 / atualizado às 08:34 · 19.04.2012 por

Rio de Janeiro. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) deu início ontem ao programa piloto Patentes Verdes, cujo objetivo é reduzir o tempo de espera do registro de patentes que apresentem tecnologias que diminuam os efeitos das mudanças climáticas globais.

A ideia é acelerar o exame desses pedidos de patentes, de modo a reduzir o tempo de espera dos atuais cinco anos e quatro meses para dois anos. São consideradas patentes verdes as tecnologias referentes a energias alternativas, transportes, conservação de energia, gerenciamento de resíduos e agricultura.

Nesse piloto, só participarão, inicialmente, depósitos de patentes nacionais, de residentes ou não residentes no país, cujos pedidos deram entrada no Inpi a partir do dia 2 de janeiro de 2011. Os requerentes já podem preencher o formulário, obtido na página do Inpi na Internet desde ontem, solicitando a participação no programa e publicação antecipada.

Segundo o gerente adjunto do Patentes Verdes, Douglas Santos, uma comissão integrada por técnicos do programa fará uma avaliação da documentação e verificará se o pedido atende aos critérios exigidos.

O programa piloto englobará os 500 primeiros pedidos validados pela comissão técnica do Inpi como patentes verdes. “Ele vai para o exame e segue o trâmite normal de avaliação de atividade inventiva, de novidade”, esclareceu Santos.

De acordo com ele, o mais importante é que a parte da tecnologia se enquadre dentro das chamadas tecnologias limpas. “Aí, sim, ele tem um assento na fila para o exame acelerado. O tempo de espera dele será mais curto”.

De acordo com o Inpi, o programa atende a dois objetivos: identificar as tecnologias verdes e estimular o seu licenciamento, de maneira a levar a inovação para quem precisa dessa ferramenta.

Fonte: Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil / Edição: Lana Cristina

09:36 · 21.03.2012 / atualizado às 09:36 · 21.03.2012 por

 

Por Alana Gandra / Agência Brasil

Rio de Janeiro. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, está recebendo inscrições, até o dia 5 de abril próximo, para o Venture Fórum Brasil Sustentável. O evento será promovido no dia 15 de junho, no prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O fórum objetiva apresentar projetos inovadoras em tecnologias verdes e em componentes sociais, econômicos e ambientais a potenciais investidores em empresas tecnológicas nascentes.

O analista da área de investimentos da Finep, Eduardo Lopes, coordenador do evento, disse à Agência Brasil que o trabalho de apoio ao empreendedorismo vem ocorrendo há cerca de dez anos, por meio de parceria da Finep com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O objetivo é “prospectar e selecionar empresas que sejam inovadoras e que, ao mesmo tempo, tenham potencial de rentabilidade extraordinária, porque esse tipo de empresa costuma interessar aos investidores do chamado venture capit (capital de risco)”, explicou.

Até 40 empresas serão aprovadas em uma primeira etapa para o fórum, mas apenas dez a 15 deverão ser selecionadas, disse Lopes. Durante um mês e meio, técnicos da Finep trabalharão, junto com essas empresas, os seus planos de negócios, propostas de valor, características de mercado, entre outras estratégias. “Ao fim desse período, reuniremos investidores da nossa rede de contatos e essas empresas se apresentarão, depois de terem trabalhado esse conteúdo com a Finep”.

Em relação à Rio+20, o analista revelou que a Finep percebeu que muitos dos projetos inovadores estão relacionados à questão da sustentabilidade, como o uso de recursos naturais. “A gente quer juntar, nesse evento, empresas com características de inovação, sustentabilidade e crescimento. Elas têm que ter ênfase em desenvolvimento de tecnologias verdes, ou ter esse destaque nos componentes da sustentabilidade, que são, além do econômico, o social e o ambiental”. Lopes Acrescentou que a meta da Finep é mostrar que sustentabilidade “pode dar dinheiro”.

“A gente quer passar a mensagem de que inovação e sustentabilidade são atividades que têm grande potencial de retorno, de lucro”, reiterou. Desde 2001, a Finep ofereceu orientação estratégica a mais de 340 empresas inovadoras, das quais 20% receberam investimentos.

Edição: Aécio Amado