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Encontro debate mudanças climáticas

Publicado em 03/02/2015 - 7:31 por | Comentar

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A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) realiza o 2º Encontro do Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima) para contribuir com a elaboração do Plano de Baixo Carbono da Cidade. Os  grupos de trabalho temáticos incluem: energia, transporte, resíduos e construção civil. O encontro será realizado na próxima sexta feira (6), a partir das 9 horas, no auditório da Seuma.

Mais informações:

Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima)

Data/horário: 06/02/2015 – 9h

Local: Auditório da Seuma – Avenida Deputado Paulino Rocha, 1343

Fonte: Seuma

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Hoje é o Dia Mundial das Áreas Úmidas

Publicado em 02/02/2015 - 8:09 por | Comentar

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Em 1997, o Comitê Permanente da Convenção de Ramsar instituiu 2 de fevereiro como Dia Mundial das Áreas Úmidas (World Wetlands Day), para estimular governos, organizações da sociedade civil e grupos de cidadãos à realização de ações que chamem a atenção da sociedade para a importância das áreas úmidas, sua proteção e para os benefícios que o cumprimento dos objetivos da Convenção pode proporcionar.

A cada ano, o secretariado da Convenção sugere um tema para as ações desenvolvidas pelos países membros da Convenção de Ramsar. Neste ano, o tema é “Áreas Úmidas para o nosso futuro: Juventude”, pelo interesse e engajamento do público jovem com o tema, do qual é grande difusor nas mais diversas plataformas de comunicação.

Em 2 de fevereiro de 2015, a Convenção de Ramsar lançará o Concurso de Fotos para Juventude sobre as Áreas Úmidas. Para participar, informe-se aqui.

Áreas Úmidas (AUs), na definição elaborada por peritos brasileiros de todo o País, são ecossistemas que interagem em ambientes terrestres e aquáticos, continentais ou costeiros, naturais ou artificiais, permanente ou periodicamente inundados ou com solos encharcados.

As águas podem ser doces, salobras ou salgadas, com comunidades de plantas e animais adaptados à sua dinâmica hídrica.

A história de nossa civilização está diretamente ligada às áreas úmidas, com impactos distintos conforme as regiões do Planeta.

Lista e Sítios Ramsar no Brasil

Desde 1975, anualmente, na cidade de Ramsar, no Irã, é realizada a Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Convenção de Ramsar, um tratado intergovernamental que estabelece marcos para ações fundamentadas no reconhecimento, pelos países signatários, da importância ecológica e do valor social, econômico, cultural, científico e recreativo de tais áreas.

Até janeiro de 2010, a Convenção contabilizava 159 adesões. Para aderir ao tratado, cada país deve apresentar um instrumento de adesão junto à Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (Unesco), que opera como depositária da Convenção, e designar ao menos uma área úmida de seu território para ser reconhecida como Sítio Ramsar a ser incluído na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Lista de Ramsar, principal instrumento adotado pela Convenção para implementar seus objetivos.

O Brasil assinou o tratado em setembro de 1993, passando a ter acesso a benefícios como cooperação técnica e apoio financeiro para promover a utilização dos recursos naturais das áreas úmidas de forma sustentável, favorecendo a implantação de um modelo de desenvolvimento que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

No Brasil, há dois tipos de áreas úmidas:

Costeiras – manguezais, campos alagáveis e praias

Interiores – veredas, várzeas amazônicas, igapós, campinarana e pantanal

Desde sua adesão à Convenção, o Brasil promoveu a inclusão de doze zonas úmidas à Lista de Ramsar, tendo como diretriz para a indicação que tais áreas correspondam a unidades de conservação, favorecendo a adoção das medidas necessárias à implementação dos compromissos assumidos pelo País perante a Convenção.

São Sítios Ramsar brasileiros:

Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM)

Parque Nacional do Cabo Orange (AP)

Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA)

Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA)

Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA)

Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luiz (MA)

Parque Estadual do Rio Doce (MG)

Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Rio Negro (MS)

Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (MT)

Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal (MT)

Parque Nacional do Araguaia – Ilha do Bananal (TO)

Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS)

Dia Mundial das Áreas Úmidas

Fonte: MMA

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Tauá gera mais de 1500 MWh em 2014

Publicado em 29/01/2015 - 16:34 por | Comentar

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A usina solar Tauá, da Eneva, fechou 2014 com uma produção de 1514,54 MWh de energia. Esse montante é suficiente para abastecer, durante um ano, uma cidade como Guaramiranga com suas cerca de 1.100 residências, considerando o consumo médio de 150 kWh/mês. Desde o início de sua operação, em julho de 2011, já foram gerados cerca de 5.500 MWh. Localizada em município homônimo no Ceará, Tauá foi a primeira usina solar em escala comercial do País a integrar o Sistema Interligado Nacional (SIN).

Fonte: Eneva

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Semiárido recebe financiamento para projetos

Publicado em 20/01/2015 - 17:53 por | Comentar

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O Fundo Clima apoia capacitação e educação para a sustentabilidade na Caatinga Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

O Fundo Clima apoia capacitação e educação para a sustentabilidade na Caatinga Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) e a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (Fundação PaqTcPB) assinaram, nesta segunda-feira (19), Projeto de Cooperação Técnica Internacional com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

As três entidades já vêm construindo uma parceria desde 2014 para desenvolver projetos de sustentabilidade e convivência com o Semiárido, além de capacitação técnica local.

Todas as atividades são acompanhadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), no âmbito da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) e financiadas pelo Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima (Fundo Clima).

Técnicos e agricultores

O diretor presidente do IABS, Tadeu Assad, destaca o caráter formativo do Centro Xingó de Desenvolvimento do Semiárido, localizado na fronteira entre Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Bahia, como uma das principais atividades do Instituto. Em 2014, foram capacitadas mais de 100 pessoas em tecnologias sociais, entre técnicos e agricultores. O IABS vai receber R$ 680 mil do Fundo Clima.

Já com o Prêmio Mandacaru, o IABS reconhece projetos de tecnologia social simples que ajudam a melhorar a qualidade de vida de pessoas que vivem no Semiárido brasileiro. “Premiamos uma ação de purificação da água da chuva para uso doméstico e outra de dessalinização da água por meio de sementes, por exemplo”, conta Tadeu.

A coordenadora do Centro de Produção Industrial Sustentável da Fundação PaqTcPB, Aluzilda Oliveira, ressalta o caráter transformador do trabalho junto ao polo cerâmico contemplado com o financiamento do Fundo Clima. “São 25 fábricas de cerâmica vermelha, produtoras de telhas e tijolos, que receberam mais de 300 horas de capacitação em boas práticas de eficiência energética”, explica.

Consumo de lenha

O objetivo é melhorar o processo produtivo para reduzir o consumo de lenha, uma fonte renovável de energia quando extraída de forma legal em áreas de manejo. A Fundação receberá R$ 450 mil do Fundo Clima. O montante é liberado à medida que resultados vão sendo apresentados.

Segundo o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do MMA, Francisco Campello, as agências implementadoras como IABS e Fundação PaqTcPB representam uma nova forma de execução de políticas públicas. “Essas parceiras aumentam o sucesso das políticas”, diz. “Com a descentralização, alcançamos uma maximização dos conhecimentos de cada um e como colocá-los em prática com os beneficiários”.

Para o representante do IICA no Brasil, Manoel Otero, a parceria com o MMA é fundamental. “Todo nosso esforço é para implementar projetos que transformem a realidade”, afirmou.

Histórico

Em junho de 2014, o MMA, em parceria com o IICA, lançou o Edital Nº 078/2014 para selecionar instituições sem fins lucrativos que fizessem a execução descentralizada de ações previstas no Projeto de Cooperação Técnica PCT BRA/IICA/14/001 intitulado “Implementação de estratégias e ações de prevenção, controle e combate à desertificação face aos cenários de mudanças climáticas e à Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD)”.

Fonte: MMA

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FAO declara 2015 Ano Internacional dos Solos

Publicado em 10/01/2015 - 11:11 por | Comentar

Categorias: Desertificação, Solos
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Imagem de Amostra do You Tube

O solo é um recurso natural não renovável. Nós necessitamos dele para produzir alimentos, roupas, abrigo e energia. O solo também armazena e filtra a água, recicla os nutrientes, é um amortecedor contra as inundações, recicla nutrientes, absorve o carbono ajudando na luta e no controle da mudança climática e abriga um quarto da biodiversidade do nosso Planeta.

Mas os nossos solos estão em perigo. Dois hectares são destruídos pelo crescimento urbano a cada minuto em todo o mundo. Desmatamento, más práticas agrícolas, poluição e o uso excessivo da pastagem deixam o solo desprotegido, contaminado e degradado.

Os nossos solos estão desaparecendo rápido. E são necessários milênios para formar poucos centímetros. Necessitamos deles saudáveis. Devemos protegê-los agora. O solo é necessário para um planeta saudável e para o bem-estar humano.

A América Latina e o Caribe têm as maiores reservas de terras cultiváveis do mundo, por isso o cuidado e a preservação dos solos são fundamentais para que a região alcance sua meta de erradicar a fome; os solos são de enorme importância para a produção mundial de alimentos, mas não prestamos suficiente atenção neste “aliado silencioso”, disse o Diretor Geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva durante o lançamento do Ano Internacional dos Solos 2015 (AIS).

A FAO é a responsável pela implementação do AIS 2015 no âmbito da Aliança Mundial pelo Solo e em colaboração com os governos e a Secretaria da Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação (UNCCD).

Fonte: ONU Brasil

 

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Mestrado em Energias Renováveis inscreve até esta terça (23)

Publicado em 22/12/2014 - 9:41 por | Comentar

Categorias: Energias Renováveis
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São 12 vagas, distribuídas em três linhas de pesquisa: Controle e Processamento de Energia (5 vagas); Mecânica Aplicada à Conservação do Meio Ambiente (3 vagas) e Bioquímica e Meio Ambiente (4 vagas) Foto: Kiko Silva

A Coordenação do Programa de Pós-graduação em Energias Renováveis (PPGER), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE),  prorrogou, até esta terça-feira, 23, as inscrições no processo seletivo do mestrado em Energias Renováveis referente ao semestre de 2015.1. Para se inscrever, é preciso acessar o site do programa.

O mestrado oferece 12 vagas distribuídas em três linhas de pesquisa: Controle e Processamento de Energia (5 vagas); Mecânica Aplicada à Conservação do Meio Ambiente (3 vagas) e Bioquímica e Meio Ambiente (4 vagas).

No formulário eletrônico de inscrição, o candidato deve informar a linha de pesquisa de interesse, entre as apresentadas no item 1.2 do edital, como também indicar um tema de preferência entre os propostos no anexo I do edital de inscrição.
Para concorrer, é necessário possuir diploma de nível superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), nas áreas de engenharias ou ciências exatas.

A seleção será realizada por meio de 4 etapas: análise do currículo lattes, avaliação do histórico escolar de graduação, apreciação do projeto de pesquisa e das cartas de recomendações apresentadas.

O edital da seleção também pode ser consultado no portal do IFCE. O mestrado em Energias Renováveis é uma parceria entre os campi de Maracanaú, Fortaleza e Caucaia.

Mais informações:
Mestrado em Energias Renováveis – campus de Maracanaú
Inscrições até 23 de dezembro
Onde: http://ppger.ifce.edu.br/

Fonte: IFCE

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Página de Gestão Ambiental do Diário do Nordeste comemora dez anos hoje

Publicado em 19/12/2014 - 16:12 por | Comentar

Categorias: Gestão Ambiental
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GESTÃO AMBIENTAL_10 ANOS

A primeira página de Gestão Ambiental foi publicada no dia 19 de dezembro de 2004, na contracapa do caderno de Negócios do Diário do Nordeste, com o objetivo de dar visibilidade ao que se faz ou o que se pode fazer, no setor produtivo, no sentido de promover uma convivência menos impactante no equilíbrio ambiental do nosso Planeta. Neste dez anos, empresas, iniciativas e ideias foram lançadas neste espaço.

No dia 28 de fevereiro de 2011 foi feita a primeira postagem no Blog Gestão Ambiental, um espaço mais dinâmico, com conexão direta com rede sociais como o Facebook, Twitter e Google +.

Nestes dez anos, temas como uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade e muitos outros têm estado presentes semanalmente na pauta do Diário do Nordeste.

Para marcar a data, desde o Dia Mundial do Meio Ambiente deste 2014 publicamos reportagens especiais. Abordamos a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), uso racional da água, Caatinga, Consumo Consciente e Gestão Ambiental de uma forma mais ampla, partindo da norma ISO 14000Sistema de Gestão Ambiental (SGA).

A página e o blog de Gestão Ambiental continuam espaços abertos para mostrar as boas iniciativas em prol de um estilo de vida que busque o Desenvolvimento Sustentável.

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Dez anos de Gestão Ambiental

Publicado em 30/11/2014 - 21:04 por | Comentar

Categorias: Gestão Ambiental
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A primeira página de Gestão Ambiental foi publicada no dia 19 de dezembro de 2004, na contracapa do caderno de Negócios do Diário do Nordeste, com o objetivo de dar visibilidade ao que se faz ou o que se pode fazer, no setor produtivo, no sentido de promover uma convivência menos impactante no equilíbrio ambiental do nosso Planeta.

De lá para cá muitas empresas, iniciativas e ideias foram lançadas neste espaço. No dia 28 de fevereiro de 2011 foi feita a primeira postagem no Blog Gestão Ambiental, um espaço mais dinâmico, com conexão direta com rede sociais como o Facebook, Twitter e Google +.

Nestes dez anos, temas como uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade e muitos outros estiveram presentes semanalmente na pauta do Diário do Nordeste de forma expressiva e, para marcar a passagem deste importante momento, desde o Dia Mundial do Meio Ambiente deste 2014, estamos publicando reportagens especiais.

Começamos por abordar um assunto mais que relevante neste ano: A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), já que o mês de agosto último marcou os quatro anos da promulgação desta Lei e o fim do prazo de extinção dos lixões no País, o que, infelizmente, ainda é realidade na maior parte do território nacional. Mas continuamos de olho.

Em agosto, abordamos questões relacionadas ao uso racional da água nas suas mais diversas possibilidades. Desde a adoção de tecnologias que evitam o desperdício, chegando até o aproveitamento da água da chuva e o reúso, prática que já vem fazendo a diferença em muitas empresas, algumas que dependem quase que exclusivamente desse recurso.

No mês seguinte, setembro, tratamos de vegetação e, como vivemos em uma região dominada pelo clima semiárido, o nosso bioma, a Caatinga, esteve no centro da discussão, tendo em vista as suas riquezas, peculiaridades e também vulnerabilidades e ameças, já que, com o aquecimento global, as regiões semiáridas tendem a ser mais afetadas com o prolongamento e intensificação das estiagens, como já estamos vivenciando nestes últimos três anos.

Outubro foi o mês de tratar de um tema que diz respeito ao dia a dia de todos nós: Consumo Consciente. Se cada um parar para pensar no impacto dos seus atos sobre a saúde do Planeta, certamente chegará à conclusão que pode mudar muita coisa e fazer a diferença no conjunto. Desde o hábito de usar sacolas retornáveis até o de buscar alternativas ao transporte individual, há muito que fazer.

Neste último especial, publicado no dia 26 de novembro, tratamos de mais alguns temas importantes para avançarmos na direção de um setor produtivo mais sintonizado com a natureza que nos cerca, protege e fornece tudo o que precismos para viver como indivíduos em coletividade.

O primeiro é a certificação de produtos e empresas, atestados dessa tentativa de buscar um balanço mais ambientalmente saudável das atividades produtivas. Certificação de orgânico, FSC, Leed, Aqua e mesmo a nossa norma ISO da série 14000 – Sistema de Gestão Ambiental (SGA) não garantem tudo, mas mostram caminhos a se seguir.

Em segundo lugar, falamos de carreiras na área ambiental, desde as formações clássicas na área, como Biologia e Geografia, passando por cursos de pós-graduação lato sensu, em Gestão Ambiental, por exemplo; e stricto sensu, Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema), para citar um; aos cursos mais novos e específicos, onde reina a Engenharia Ambiental e temos o recém-lançado Economia Ecológica. São muitas as opções para quem deseja atuar na área e o mercado de trabalho já tem demanda certa para esses profissionais.

A página e o blog de Gestão Ambiental continuam espaços abertos para mostrar as boas iniciativas em prol de um estilo de vida que busque o desenvolvimento sustentável.

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Seminário internacional, no Cariri, discute desertificação

Publicado em 19/11/2014 - 15:13 por | Comentar

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A discussão sobre regiões em processo de desertificação é importante como reflexão sobre o nosso modelo de desenvolvimento e para se traçar estratégias de convivência com as adversidades climáticas Foto: Kid Júnior / Agência Diário

A discussão sobre regiões em processo de desertificação é importante como reflexão sobre o nosso modelo de desenvolvimento e para se traçar estratégias de convivência com as adversidades climáticas Foto: Kid Júnior / Agência Diário

Por Roberto Crispim

Colaborador

Juazeiro do Norte. Com a realização de palestra magna sobre o papel da universidade na construção de uma cultura de convivência com o Semiárido, proferida pelo vice-reitor da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Ricardo Ness, no campus da instituição, em Juazeiro do Norte, será aberto logo mais, às 20 horas, o Seminário Internacional “Convivência com o Semiárido: desafios e possibilidades no âmbito das ações para o combate à desertificação”. O evento integra o I Encontro de Intercâmbio Técnico dos Países de Língua Portuguesa no âmbito das Nações Unidas para o combate à desertificação, que reúne cerca de dez países de Língua Portuguesa, ligados à Convenção das Nações Unidas para o Combate a Desertificação e a Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD).

As discussões, que vão até a próxima sexta-feira (21), contam com a participação de delegações de países da África, Europa e América do Sul. Representantes da Agência Alemã de Cooperação e Desenvolvimento, do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e da Rede Espanhola de Cooperação Internacional, dentre outros órgãos e entidades.

Para o vice-diretor do Instituto de Estudo do Semiárido, localizado em Icó, no Centro-Sul do Ceará, Ives Tavares, a ação promove resultados importantes nas comunidades que ainda sofrem com os problemas originários da estiagem e que, até então, não possuem nenhum plano de ação estratégico para diminuir os impactos observados nas regiões semiáridas.

“Este é um evento importante para a região do Cariri e para o Centro-Sul, não apenas pela presença de representantes dos países de Língua Portuguesa, mas, sobretudo, pela oportunidade de discutirmos questões importantes sobre o Semiárido e sobre a desertificação no Semiárido. Além da oportunidade de demonstração das experiências exitosas que foram criadas para combater os efeitos das mudanças climáticas e da desertificação, especificamente nas duas regiões. A missão é de propor soluções e tentar entender quais são as formas e tecnologias que possuímos e que podem ser utilizadas em outros locais para combater os efeitos que a desertificação ocasiona às populações”, explicou Ives Tavares.

Amanhã (20), as palestras acontecerão no campus da UFCA, em Barbalha, onde a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), institutos e agências dos países de Língua Portuguesa debaterão sobre cooperações técnicas. No último dia (21), as universidades brasileiras protagonizam a programação, quando discutirão sobre o alcance das instituições no ensino e na pesquisa para convivência com o Semiárido.

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Programa Água Doce vai beneficiar 10 mil famílias no Ceará

Publicado em 11/11/2014 - 17:05 por | Comentar

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Equipe do Programa Água Doce, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), chega ao Ceará hoje (11) para acompanhar a oficina de capacitação das três empresas licitadas na metodologia do programa para as obras no Estado.

O convênio, de R$ 36,3 milhões, prevê a implantação de 222 sistemas de dessalinização em 48 municípios. Mais de 10 mil famílias serão beneficiadas com água potável de forma continuada.

Na primeira fase do programa 666 comunidades rurais difusas do semiárido cearense foram diagnosticadas. “São diagnósticos importantes, pois são verdadeiros raios-X da região e podem auxiliar na implantação ou acompanhamento de diversas políticas públicas”, explicou a consultora do Água Doce do MMA, Solange Amarílis.

A oficina segue até sexta-feira (14) quando será feita uma vista de campo na comunidade de Bolas de Cima, município de Ocara, Ceará. Com cerca de 360 habitantes, a principal fonte de renda da comunidade é agricultura de subsistência com o plantio de culturas de milho e feijão e no período de cerqueiro, caju e castanha.

Os moradores também contam com o auxílio do governo federal com os benefícios Bolsa Família, Bolsa Estiagem e Seguro Safra. Os participantes da oficina terão a oportunidade de observar a demonstração da metodologia do Programa Água Doce na comunidade.

O programa prioriza as regiões em situações mais críticas. Lugares com os menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), altos percentuais de mortalidade infantil, baixos índices pluviométricos e com dificuldades de acesso aos recursos hídricos serão os primeiros a serem contemplados. Assim como o Índice de Condição de Acesso à Água do Semiarido (ICAA), desenvolvido a partir do cruzamento dos mesmos indicadores.

Água Doce

Coordenado pelo MMA, o programa é uma ação do governo federal com o objetivo de estabelecer uma política pública permanente de acesso à água de boa qualidade para o consumo humano.

Lançado em 2004, passou a integrar o plano Brasil sem Miséria há dois anos e consiste na implantação e recuperação de aparelhos de dessalinização em áreas rurais de baixa renda do semiárido. Abrange os nove Estados do Nordeste e Minas Gerais e já beneficiou, até agora, mais de 100 mil pessoas.

Fonte: MMA

 

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