Gestão Ambiental

Busca


Amazônia brasileira tem Índice de Progresso Social inferior à média nacional

Publicado em 28/08/2014 - 15:44 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

Estudo inédito com 772 municípios

 

  • Relatório “IPS Amazônia 2014” resultou da avaliação de 43 indicadores sociais e ambientais
  • Gerado a partir da colaboração proporcionada pela rede #Progresso Social Brasil, o estudo foi realizado pelo Imazon, em parceria com a Social Progress Imperative (SPI) e Fundación Avina

 

      A Amazônia brasileira, conhecida internacionalmente por seus recursos naturais e sua importância ambiental para o Brasil e o mundo, é uma região em que 24 milhões de pessoas convivem em meio a desafios sociais e falta de oportunidades para a maioria de sua população. Esse foi o cenário abordado pelo estudo inédito “Índice de Progresso Social (IPS) na Amazônia Brasileira – IPS Amazônia 2014”, gerado a partir da colaboração propiciada pela rede #Progresso Social Brasil, com realização do instituto de pesquisa Imazon, em parceria com a instituição global sem fins lucrativos Social Progress Imperative (SPI) e a Fundación Avina.

O relatório IPS Amazônia 2014 mostra que a região tem um IPS geral de 57,31, inferior à média nacional, que é de 67,73, considerando uma variação que vai de 0 (pior nível de progresso social) a 100 (melhor). Na avaliação de cada um dos 772 municípios da região, 98,5% apresentaram um IPS menor do que o da média do Brasil, que está na 46ª posição em um ranking mundial de 132 países, conforme a última edição do estudo IPS global, lançado em abril, no qual os líderes Nova Zelândia, Suíça e Islândia obtiveram média superior a 88.

As dimensões avaliadas pelo IPS Amazônia refletem, de modo geral, o método estatístico do Índice de Progresso Social, criado pela Social Progress Imperative para ajudar a orientar mundialmente decisões de investimento e políticas de governos que tenham impacto positivo na vida das pessoas, a partir do emprego de 54 indicadores exclusivamente das áreas social e ambiental. Idealizado com o apoio de especialistas em políticas públicas de todo o mundo, o IPS parte do entendimento de que medidas de desenvolvimento baseadas apenas ou prioritariamente em variáveis econômicas são insuficientes para mensurar o progresso social.

Amazônia avaliada em três dimensões

Para calcular o IPS Amazônia, foram utilizados 43 indicadores recentes e de fontes públicas e confiáveis, alguns dos quais escolhidos para refletir melhor as peculiaridades da realidade local – como a incidência da malária e o desmatamento –, mas preservando as condições de comparabilidade com o restante do Brasil. Esse projeto representou a primeira iniciativa efetiva de aplicação do IPS global em um contexto eminentemente local.

Seguindo a metodologia do IPS, três dimensões foram consideradas no levantamento sobre os 772 municípios dos 9 Estados da Amazônia: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos para o Bem-Estar e Oportunidades. O melhor resultado obtido foi na dimensão Fundamentos para o Bem-Estar, com índice médio de 64,84, e o pior na de Oportunidades, com 48,33. Essa dimensão também apresenta a maior disparidade entre a região e o restante do País (21%), evidenciando que faltam oportunidades para a população amazônica (veja, a seguir, os resultados completos para as três dimensões avaliadas na região).

 

Resultados do “IPS Amazônia 2014”

Confira os resultados obtidos pela região em cada dimensão avaliada, ao lado do desempenho do Brasil no Índice de Progresso Social (IPS).

  Amazônia Brasil
Índice de Progresso Social (IPS) 57,31 67,73
Dimensão – Necessidades Humanas Básicas 58,75 71,60
Nutrição e cuidados médicos 72,46 80,01
Água e saneamento 35,35 74,87
Moradia digna 72,48 92,03
Segurança pessoal 54,72 39,49
Dimensão – Fundamentos para o Bem-Estar 64,84 70,42
Acesso ao conhecimento básico 60,61 67,13
Acesso à informação e aos meios de comunicação 53,36 63,44
Saúde e bem-estar 70,57 68,35
Sustentabilidade dos ecossistemas 74,85 82,76
Dimensão – Oportunidades 48,33 61,18
Direitos individuais 45,22 65,39
Liberdade e escolha 64,41 81,99
Igualdade e inclusão 64,58 63,59
Acesso à educação superior 19,10 33,76

 

“Medir a situação social da Amazônia é ainda um grande desafio. A frequência de atualização dos dados é baixa, há limitações na abrangência geográfica de alguns indicadores e, até recentemente, o desempenho social era avaliado somente por índices que sofrem forte influência da economia”, avalia Adalberto Veríssimo, do Imazon, um dos responsáveis pelo levantamento inédito. Com a criação do IPS, em 2013, tornou-se possível, conforme Veríssimo, avaliar o progresso social da região considerando apenas indicadores sociais e ambientais que são realmente importantes para a qualidade de vida das pessoas. “O progresso social da forma como é medido pelo IPS revela que a região está abaixo da média brasileira, o que é incompatível com a sua importância ambiental”, destaca.

Esse conjunto de informações está acessível pela internet (veja os endereços, ao final deste texto, em “Informações gerais”), em uma plataforma que permite desagregar e analisar os dados do estudo. “Dessa forma, viabiliza-se o uso estratégico dessas informações por tomadores de decisão dos setores público e privado, no sentido da busca de soluções para a superação dos indicadores socioambientais na Amazônia brasileira. Com essa expectativa, a Rede de Progresso Social no Brasil dá destaque a esta agenda em sua interlocução com os governos, empresas e organizações sociais”, afirma Glaucia Barros, diretora programática da Fundación Avina.

Na visão do sócio-líder da Deloitte para o atendimento ao Setor Público no Brasil, Eduardo de Oliveira, experiências como a do IPS Amazônia são importantes para tornar mais efetivas ações conjuntas entre governo e iniciativa privada. “Projetos de estudo como este são essenciais para que líderes do setor público e agentes empresariais entendam mais profundamente os desafios de tantas regiões que, a exemplo da Amazônia, representam ainda grandes fronteiras de desenvolvimento sócio-econômico e também de novas oportunidades de negócios. Vivemos hoje uma era na qual não existe mais qualquer contradição entre o progresso social e a prospecção de negócios – estas são, na verdade, facetas de uma mesma realidade, a de um mundo mais integrado e que precisa de informações de qualidade para avançarmos em todas as dimensões”, analisa Eduardo de Oliveira.

 

Resultados por grupos de municípios

Para mostrar o comportamento do progresso social em uma região como a Amazônia, responsável por um terço das florestas tropicais do mundo e banhada pela maior bacia hidrográfica do planeta, cinco grupos foram criados para reunir os municípios com faixas similares no IPS Amazônico:

  • Grupo 1 (IPS médio – 65,79): 87 municípios com os melhores resultados da região, somando 390 mil km2 e 9,4 milhões de habitantes (8% do território da região e 39% da população). Responde por mais da metade do PIB da Amazônia e inclui todas as capitais dos Estados, exceto Porto Velho (RO).
  • Grupo 2 (IPS médio – 61,13): 200 municípios que somam uma área de 1 milhão de km2 e população de 4,8 milhões de habitantes (21% do território e 20% da população). Conta com Porto Velho e com o município com a maior renda per capita da Amazônia, Campos de Júlio (MT).
  • Grupo 3 (IPS médio – 59,10): 194 municípios com acentuada diferença no nível de desenvolvimento econômico, com rendas per capita que vão de R$ 1,8 mil anuais em Barreirinha (AM) a R$ 9,7 mil em Ipiranga do Norte (MT), reforçando que o bom desempenho econômico não garante necessariamente o progresso social.
  • Grupo 4 (IPS médio – 53,59): 204 municípios que somam 29% do território e 20% da população da região e respondem por apenas 9% do PIB amazônico.
  • Grupo 5 (IPS médio – 49,00): 87 municípios que registram os níveis mais baixos de progresso social na Amazônia, com 1,7 milhão de habitantes (7% do total da região), e responsáveis por 3% do PIB amazônico.

De modo geral, os resultados do IPS Amazônia refletem, segundo Adalberto Veríssimo, “um modelo de desenvolvimento fortemente marcado pelo desmatamento, uso extensivo dos recursos naturais e conflitos sociais. A extensão continental da região e a precariedade da infraestrutura local impõem desafios adicionais ao seu progresso social e econômico.”

 

Tags:

Bernardinho fala sofre desafio de viver de maneira mais sustentável

Publicado em 27/08/2014 - 16:52 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

 

Unilever desafiou 13 famílias a mudarem seus hábitos em casa e a viverem de maneira mais sustentável;

 

Embaixadoras da campanha, as famílias do técnico de vôlei Bernardinho e da blogueira Mariana Belém compartilham dicas e aprendizados.

 

“Foi surpreendente o que a gente conseguiu aprender e mudar em nossas atitudes”, afirmou o técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho, ao participar do Desafio Sunlight, programa da Unilever que está desafiando famílias brasileiras a viverem de modo mais sustentável, ao mesmo tempo em que se divertem. Ao lado da esposa Fernanda Venturini, e das filhas Júlia e Vitória, Bernardo faz parte de um time de pais e crianças de outras 13 famílias de todo o Brasil que está sendo incentivado a fazer uma série de atividades divertidas e criativas focadas em temas de sustentabilidade como higiene, desperdício e reciclagem.

 

Lançado em maio, o Desafio Sunlight faz parte do projeto global da companhia – o Project Sunlight, que tem como objetivo inspirar famílias a mudarem seus hábitos e colaborar para um futuro melhor para todas as gerações. “A Unilever acredita que as crianças são a chave para inspirar famílias a aprenderem, no dia a dia, que é possível viver em um mundo mais saudável e sustentável”, descreve Bruno Carramenha, gerente de marketing corporativo da Unilever.

 

A experiência do Desafio Sunlight se torna mais enriquecedora quando compartilhada – e é o que a família do treinador fez com o primeiro desafio, a reciclagem. “Queremos dividir com o Brasil tudo o que aprendemos nessa atividade e trabalhar a reciclagem foi o primeiro “saque” para uma grande mudança aqui em casa”, afirma Bernardinho. O vídeo pode ser visto no link: http://youtu.be/rkiLdB_lDW8.

 

Segundo Bernardinho, a família ficou muito contente em receber o convite. “Quando soubemos que o objetivo é inspirar famílias a viverem de modo mais sustentável, ao mesmo tempo em que criam um futuro melhor para os filhos, imediatamente nos identificamos”, contou o técnico.

 

Os primeiros resultados

 

Na reta final do Desafio, que encerra no dia 28 de setembro, as famílias já mostram fortes sinais de mudanças nos seus hábitos. Pequenas atitudes, como reaproveitar os alimentos que seriam descartados, trabalhar o aspecto nutricional nas receitas, aprender a separar os materiais que são recicláveis ou reforçar a limpeza em casa, já fazem parte do dia a dia.

 

Os desafios mais “populares” entre elas são os que envolvem alimentação e atividades lúdicas. “Além do aprendizado, eles resgatam o ‘momento família’ e criam diversas oportunidades de convivência entre pais, filhos e irmãos – e que muitas vezes são perdidos por causa do ritmo de vida atual, o uso excessivo da tecnologia, entre outros”, afirma a blogueira Mariana Belém, mãe da Laura, de quatro anos, e esposa de Cristiano Saab. “No 4º desafio sobre refeição sem desperdício, em que escolhemos a laranja para ser nosso ingrediente especial, foi a Laura quem escolheu a receita. Eu e o Cristiano cozinhamos e no fim todos nós devoramos os bolinhos juntos”, conta.

 

Outra atividade que ganhou interesse das famílias foi a “caça aos germes”, quando tiveram de abusar da criatividade para tornar visível uma ameaça invisível. “O desafio foi muito importante para entendermos que a saúde começa dentro de casa e queprecisamos ser mais eficientes na limpeza. Isso não significa limpar muito, mas limpar sempre da forma correta.A família Belém também entendeu bem o recado. “Limpar a casa pode ser uma tarefa chata, mas saber que é possível deixá-la livre de germes com atitudes práticas e mais sustentáveis, como o uso de cloro gel, que rende três vezes mais do que a água sanitária comum, para a limpeza dos ralos e do vaso sanitário, pode facilitar muito o dia a dia”, ressalta Mariana Belém.

 

Uma das grandes conquistas observadas até o momento foi o entendimento das famílias sobre o que é viver de maneira sustentável. “Definiríamos, atualmente, o conceito de “nova sustentabilidade” como algo além de questões naturais (ambientais e ecológicas), mas também considerando o âmbito social, empresarial, ou seja, é um estilo de vida, que busca equilíbrio e qualidade, em que o benefício do todo também entrega uma melhor condição de viver”, completa a família Hoy, de Porto Alegre.

 

Como participar do Desafio Sunlight

 

O Desafio Sunlight é aberto a todos. Aqueles que desejarem participar podem fazê-lo seguindo três passos simples:

 

1.    Acessar www.projectsunlight.com.br e assistir ” O olhar das crianças sobre as coisas ” e ler a respeito das diferentes atividades que estão disponíveis como parte do Desafio Sunlight;

2.    Escolher uma ou mais atividades para completar. Os desafios propostos são pequenas atitudes positivas para um estilo de vida sustentável em sua casa;

3.    Compartilhar suas histórias pessoais e dicas nos canais online do Project Sunlight (www.projectsunlight.com.br), Facebook, YouTube e Twitter, usando a hashtag  #futuromelhor.

 

Sobre o Project Sunlight

O Project Sunlight é uma iniciativa de longo prazo da Unilever para motivar milhões de pessoas a viverem de modo mais sustentável, inspirando-as a construírem um futuro melhor para as crianças. O projeto busca criar uma comunidade crescente de pessoas que acreditam ser possível construir um mundo onde todos vivam bem e de maneira sustentável, sem comprometer as necessidades das gerações futuras. Em 2013, o Project Sunlight ajudou a criar um futuro melhor para dois milhões de crianças nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Índia e Indonésia e inspirou mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo a viverem de modo mais sustentável. Elas acessaram www.projectsunlight.com.br e se comprometeram com a mudança.

 

 

Tags:

Secretaria de Portos e o IVIG/Coppe/UFRJ lançam manuais de boas práticas portuárias

Publicado em 27/08/2014 - 9:00 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

Levantamento mostra que material reciclável gerado nos portos pode dar lucro

 

Levantamento realizado por pesquisadores do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG/COPPE/UFRJ), e uma rede formada por 17 Instituições, estima que no ano passado os 22 portos que participam do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Efluentes geraram, aproximadamente, 5,3 mil toneladas de material reciclável (contando somente metal, papel e plástico). Este volume de resíduos se fosse comercializado, daria um retorno financeiro para os portos de cerca de R$ 2 milhões. “Este é apenas um exemplo do potencial econômico dos resíduos gerados na área portuária que pode ser transformado em receita”, comentou o coordenador executivo do IVIG/COPPE/UFRJ, Marcos Freitas.

Esses resultados fazem parte do Guia de Boas Práticas Portuárias e dos 22 Manuais de Boas Práticas Portuárias. As recomendações e sugestões de adequação contidas nos manuais garantem condições ambientais seguras e em conformidade com a legislação e até possibilidades de geração de receita. O Programa, proposto e coordenado pelo Departamento de Revitalização e Modernização Portuária, da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR), inclui as áreas de resíduos, efluentes líquidos e fauna sinantrópica nociva (ratos, pombos, insetos e outros animais). E já está em andamento a 2ª fase do Programa, quando serão implementadas as recomendações e executados os Projetos Básicos das alternativas propostas em cada um dos portos.

Resíduos sólidos – O Programa também constatou que apenas dois portos – Itajaí e Recife – não precisam construir ou adequar uma área para destinação de resíduos porque já a possuem. Mas no geral, os portos estão praticamente no mesmo nível em relação ao gerenciamento de seus resíduos. Não há uma uniformidade nos procedimentos operacionais, desde a origem até a destinação dos resíduos sólidos. Nos Manuais elaborados para cada um dos 22 Portos estão previstas ações para que promovam ajustes.

Efluentes Sanitários – O diagnóstico também mostrou um cenário para os efluentes sanitários: 17 dos 22 portos estudados necessitam buscar soluções nesta temática. Segundo o professor, já estão sendo desenvolvidos projetos básicos para resolver esta questão, que envolvem a implantação de redes de coleta de esgoto e tratamento, que se dará por meio da construção de estações de tratamento como nos Portos de Belém, Itaqui (MA) e São Francisco do Sul (SC). Ele também comentou que algumas soluções possíveis incluem a criação de uma conexão com a rede de esgotamento sanitário da cidade, como no caso dos portos de Recife, Salvador e Rio de Janeiro. 

Medidas de controle para animais - A fauna sinantrópica nociva – pombos, roedores, baratas, mosquitos, moscas – também foi catalogada. Nos terminais que possuem movimentação e armazenagem de grãos perecíveis, por exemplo, insetos, roedores e pombos são os mais comuns. Dos 22 portos do programa, 18 movimentam grãos e 13 têm grande presença de pombos e moscas. Os quatro que não realizam movimentação de cargas de granel – Vila do Conde (PA), Aratu-Candeias (BA), Itaguaí (RJ) e Itajaí (SC) – registraram índices de infestação muito baixos ou iguais a zero. “As medidas de controle gerais recomendadas pelos manuais podem impedir a entrada, o alojamento e a propagação desses animais, evitando problemas para a economia portuária, a saúde dos trabalhadores e ao ambiente como um todo”, explicou Marcos Freitas.

“Um novo paradigma na gestão ambiental portuária se estabelece, com o suporte da parceria entre portos e universidades locais, e outras instituições de ensino e pesquisa, berço de ideias inovadoras, promotores e difusores do conhecimento, na busca do desenvolvimento sustentável portuário em ambiente de mercado competitivo e no melhor nível de relação porto-cidade, virtudes complementares do bom investimento do dinheiro público”, conclui Antonio Mauricio Ferreira Netto, Diretor do Departamento de Revitalização e Modernização Portuária da SEP/PR.

O Programa

A execução do Programa é coordenada pelo IVIG e desenvolvida pelo Programa de Planejamento Energético (PPE) da COPPE/UFRJ em parceria com uma rede de competências, formada por 17 Instituições de 14 estados. Com quase 300 pesquisadores, entre professores, doutores, mestres, graduados e estagiários, a Rede desenvolveu ainda trabalhos e linhas de pesquisa em temas de interesse estratégicos, como: legislação e regulação ambiental, gestão de resíduos, gestão ambiental, logística, energia, tecnologias verdes e gestão ambiental portuária. Após o lançamento dos Manuais de Boas Práticas, a equipe de pesquisadores do IVIG e parceiros iniciam a 2ª fase do Programa, quando serão implementadas as recomendações e elaborados os Projetos Básicos em cada um dos portos.

Portos integrantes do programa: Rio de Janeiro e Itaguaí (RJ), Fortaleza, Natal, Recife, Suape, Cabedelo (PB), Maceió; Vila do Conde e Belém/PA; Itaqui/MA; Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus/BA; Vitória/ES; São Sebastião e Santos/SP; São Francisco do Sul, Itajaí e Imbituba/SC; Paranaguá/PR e Rio Grande/RS.

O Guia e os manuais estão disponíveis no site www.cirps.coppe.ufrj.br .

 

 

Tags:

Ecolece inaugura ponto de coleta de lixo reciclável dentro do Engenhoca Parque Ecoeducativo

Publicado em 27/08/2014 - 7:00 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

 

Além de contribuir com o meio ambiente e possibilitar o bônus na conta de energia, o ponto de auto-atendimento também irá gerar moeda solidária para crianças carentes em parceria com o Engenhoca

 

A partir das 9 horas de hoje, o programa Ecoelce irá inaugurar mais um ponto de coleta de lixo reciclável. O posto de auto-atendimento ficará localizado dentro do Engenhoca Parque Ecoeducativo e chega com novidades para aqueles que gostam de ajudar o próximo.

 

Promover a destinação correta do lixo reciclável e, em troca disto, ainda conceder bônus na conta de energia já é uma ideia maravilhosa. Agora, além de contribuir com o meio ambiente e oferecer estes descontos, o Ecoelce possibilitará a geração de uma moeda solidária que levará crianças carentes para brincar no Engenhoca Parque Ecoeducativo.

 

Funcionará da seguinte forma: ao levar seu lixo pré-separado para o auto-atendimento, a máquina irá pesar o volume. Na tela, o cliente poderá escolher se o bônus na conta de energia vai para ele ou para alguma instituição. Ao selecionar o projeto Engenhoca Solidário, o valor que será descontado se transforma na Moeda Solidária. Dessa forma, uma vez por mês, 50 crianças poderão aproveitar o parque no Dia Solidário Engenhoca.

 

O objetivo da nova ação é incentivar os clientes a participarem mais do programa Ecoelce no município de Aquiraz, fazer com que as crianças se envolvam mais em contribuir com o meio ambiente e se sensibilizarem com o espírito solidário.

 

Ecoelce

 

O Ecoelce, programa da Coelce que propõe a troca de material reciclável por bônus na fatura de energia, funciona há sete anos, demonstrando responsabilidade socioambiental e trazendo  benefícios para a população e para o meio ambiente. Em atuação desde janeiro de 2007, o programa já atendeu 427.204 clientes cadastrados, contabilizou cerca de 17 mil toneladas de resíduos e concedeu R$ 2.204,664,99 em bônus na conta de luz. O projeto conta atualmente com 97 postos, entre capital e interior do Ceará.

 

Tags:

Geração de energia a partir do lixo

Publicado em 26/08/2014 - 16:09 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

CONGRESSO MUNDIAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS TERÁ SESSÃO
SOBRE GERAÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DO LIXO

 

Durante o evento, que acontece pela primeira vez no Brasil, especialistas internacionais apresentarão estudos sobre o potencial de geração do Brasil e da América Latina 

 

Um dos temas de destaque do Congresso Mundial de Resíduos Sólidos ISWA 2014, que acontece no Sheraton World Trade Center, em São Paulo, de 8 a 11 de setembro, será a Geração de Energia a Partir do Lixo. Em sessão exclusivamente dedicada ao assunto, na manhã do dia 9 de setembro, os mais renomados especialistas mundiais debaterão as tecnologias disponíveis para o reaproveitamento energético dos resíduos, bem como o potencial de waste-to-energy (WTE) no Brasil e em outros países da América Latina.

 

Esta sessão será aberta com a apresentação de um estudo conduzido pela ISWA – International Solid Waste Association, entidade internacional que, juntamente com a ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, promove o Congresso Mundial de Resíduos Sólidos no Brasil.

 

As palestras seguintes abordarão tópicos como as lições aprendidas no decorrer das últimas três décadas, as soluções mais adequadas para os países emergentes e como as plantas de geração de energia a partir do lixo estão inseridas no contexto da gestão integrada de resíduos sólidos.

 

Além dos estudos de caso, haverá apresentações sobre o potencial brasileiro de geração de energia a partir do biogás dos aterros sanitários e os prós e contras de implantação das tecnologias existentes.

 

Principal evento técnico em âmbito global para discutir práticas, tendências, soluções e desafios do setor de gestão de resíduos sólidos, o Congresso ISWA, que acontece no Brasil pela primeira vez, deverá reunir mais de 800 participantes de 70 países.

 

Na edição de 2013, realizada na cidade de Viena, na Áustria, o Congresso concluiu pela necessidade de um “Plano Marshall” para obtenção de recursos e resolução de problemas na gestão de resíduos em âmbito global. As ações iniciadas e os avanços para desenvolver esse plano serão apresentados durante o ISWA 2014.

 

Além das sessões técnicas, que vão abranger cerca de 200 apresentações, o evento propiciará aos participantes a chance de visitar algumas das principais plantas de gestão de resíduos do País, como a recém-inaugurada Central de Separação Automática de resíduos da cidade de São Paulo, unidades de tratamento de resíduos perigosos e um dos maiores aterros sanitários do mundo.

 

Como parte da programação do Congresso ISWA 2014, será realizado o Fórum Global da IPLA – Programa das Nações Unidas para Gestão de Resíduos junto a Autoridades Locais, encontro realizado pela UNCRD – Comissão das Nações Unidas para Desenvolvimento Regional. Lançada em 2009, a IPLA tem como missão promover o aperfeiçoamento da gestão de resíduos junto aos municípios.

 

O Fórum Global acontecerá como uma Sessão Especial do Congresso ISWA 2014 e buscará discutir os temas mais atuais e promissores para o estabelecimento de uma gestão integrada e sustentável de resíduos sólidos nas cidades.

 

 

ISWA 2014
Congresso Mundial de Resíduos Sólidos

 

Onde: Sheraton World Trade Center

Avenida das Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo (Próximo ao Shopping D&D)

Quando: 8 a 11 de setembro (segunda a quinta-feira)

Horário: 8 a 10 de setembro (segunda a quarta-feira), das 9h às 18h

     11 de setembro (quinta-feira) – programação especial de visitas técnicas

 

Tags:

Logística reversa no campo

Publicado em 26/08/2014 - 16:05 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

Cidades cearenses destinam mais de 5 toneldas de embalagens vazias de defensivos agrícolas por meio de recebimento itinerante. Cerca de 200 agricultores da região participaram da ação

 

A primeira fase do recebimento itinerante de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Ceará, que aconteceu durante o mês de agosto, atendeu 230 produtores rurais dos municípios de Guaraciaba do Norte, São Benedito, Ibiapina, Tianguá e Viçosa do Ceará. Até outubro deste ano, serão realizados 24 recebimentos. A ação consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo ao Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).

 

O recebimento viabilizou a devolução de cinco toneladas de embalagens. Todo material foi levado para a central de recebimento de Teresina (PI), gerenciada pela Associação do Comércio Agropecuário do Piauí (Acapi), e posteriormente será encaminhado para a destinação final, reciclagem ou incineração, pelo inpEV – instituto que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos.

 

A ação, que tem a parceria do inpEV, é uma realização da Associação do Comércio Agropecuário da Ibiapaba (Acai) e da Associação do Comércio Agropecuário do Semiárido (Acasa). Tem o apoio da Adagri e Prefeituras Municipais. Realização: Associações de revendedores – ACAI – Associação do Comércio Agropecuário da Ibiapaba e ACASA – Associação do Comércio Agropecuário do Semiárido. Para mais informações, o agricultor pode ligar no ou enviar um e-mail para 

 

inpEV

O inpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, é uma entidade sem fins lucrativos criada pela indústria fabricante de agrotóxicos para realizar a gestão pós-consumo das embalagens vazias de seus produtos de acordo com a Lei Federal nº 9.974/2000 e o Decreto Federal nº 4.074/2002. A legislação atribui a cada elo da cadeia (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) responsabilidades compartilhadas que possibilitam o funcionamento do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos). O instituto foi fundado em 14 de dezembro de 2001 e entrou em funcionamento em março de 2002. Atualmente, possui mais de 90 empresas e nove entidades em seu quadro associativo.

Tags:

Insa promove seminário internacional sobre Educação do Campo e Agroecologia

Publicado em 26/08/2014 - 11:25 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

  A abertura do evento ocorreu na manhã desta terça-feira (26/08), no auditório do Insa, em Campina Grande (PB).

Nos dias 26 e 27 de agosto acontece na sede do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI), em Campina Grande (PB), o Seminário Internacional sobre Educação do Campo e Agroecologia.

O objetivo do evento é promover reflexões e intercâmbios entre as experiências da área, bem como construir iniciativas e ações conjuntas para contribuir nas diretrizes político-pedagógico para os cursos formais em Agroecologia, a partir da ótica das organizações e movimentos sociais do campo.

O evento é uma realização do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI), em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA PB), a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e a Associação Brasileira de Agroecologia e a Articulação Nacional de Agroecologia.

O evento será estruturado em três painéis de discussão: 1) Que Educação do Campo e em Agroecologia temos e queremos? 2) As Experiências brasileiras de Ensino em Agroecologia, e 3) Experiências Latino-americanas em agroecologia.

Confira a programação completa:

http://www.insa.gov.br/~webdir/Assessoria/agroecologia.pdf

 

Tags:

Evento debate educação ambiental como ferramenta para o gerenciamento de resíduos sólidos

Publicado em 26/08/2014 - 8:00 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

 

Fundação Espaço ECO® participa de encontro e mostra como a conscientização traz benefícios para projetos de coleta seletiva

Entre os dias 28 e 29 de agosto, acontece em São Paulo, o 7º Encontro Técnico de Alto Nível: Compostagem. Promovido pela Associação Brasileira de Polímeros Biodegradáveis e Compostáveis (ABICOM), o evento tem como objetivo debater com representantes da cadeia de compostagem como esta prática pode ser uma opção no tratamento de resíduos orgânicos urbanos, visando a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Na ocasião, Taísa Caires, coordenadora de Educação Socioambiental da Fundação Espaço ECO®, apresentará um exemplo prático de como a educação ambiental promoveu a conscientização de moradores envolvidos em um projeto de gerenciamento de resíduos sólidos realizado em Mogi Mirim (SP). Trata-se do Projeto de Compostagem da BASF, que consiste na coleta seletiva de resíduos sólidos orgânicos domésticos em sacos produzidos com o ecovio® da BASF e destinados para a compostagem.

“A conscientização foi fundamental para o sucesso do projeto. Realizar a coleta seletiva domiciliar e a compostagem envolve uma série de aspectos, não só técnicos, mas de sensibilização para o tema”, afirma Taísa Caires.

Para conscientizar os moradores no projeto, a BASF, a FEE® e a consultoria Inambi – responsável pelo monitoramento e elaboração do relatório final do projeto – desenvolveram um programa de treinamento sobre todo o processo de coleta seletiva de resíduos orgânicos para compostagem. Pioneiro na América do Sul o projeto coletou 30 toneladas de resíduos orgânicos domésticos, gerando 24 toneladas de adubo orgânico rico em nutrientes. Participaram do projeto moradores de 700 residências da região norte de Mogi Mirim.

“Cada vez mais, percebemos que a compostagem ganha evidência e importância no país. Acredito que esse encontro técnico vem ao encontro das discussões para abordar o tema de forma ampla, incluindo a contribuição dos polímeros compostáveis, como o ecovio® da BASF”, destaca Karina Daruich, gerente de Polímeros Biodegradáveis da BASF para América do Sul.

7º ENCONTRO TÉCNICO DE ALTO NÍVEL: COMPOSTAGEM

Quando: 28 e 29 de agosto de 2014, das 8h30 às 17h30

Onde: Auditório Augusto Ruschi – CETESB / Av. Prof. Frederico Hermann Junior, 345 – São Paulo/SP

Tags:

Associação Peter Pan convoca público cearense para a campanha McDia Feliz

Publicado em 25/08/2014 - 15:49 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

 Neste sábado, a população cearense está sendo convidada a prestar solidariedade às crianças portadora de câncer

Fazer o bem faz bem. Com esse lema, a campanha McDia Feliz tem ajudado a Associação Peter Pan nos últimos 16 anos a manter os projetos sociais e os sorrisos das crianças. Em Fortaleza, a campanha deste ano tem a dupla Ítalo e Renno como padrinhos. Os tickets do sanduíche BigMac  já estão à venda na Associação e com os voluntários. A ação é coordenada pelo Instituto Ronald McDonald e visa ajudar na obra de expansão do Hospital Peter Pan (HPP) – Centro Pediátrico do Câncer (CPC). O McDia Feliz acontecerá no próximo sábado, dia 30, em todas as lojas do McDonalds no Estado e todo o valor arrecadado com a venda do BigMac, exceto os impostos federais, será doado para a Associação Peter Pan. Produtos com a marca McDia Feliz também fazem parte da campanha.

 

O evento garante o dia de maior movimento em mais de 600 restaurantes McDonald’s no Brasil, contando com uma mobilização de mais de 30 mil voluntários em todo o país. Ao longo de 25 anos de realização da campanha, os recursos obtidos com o McDia Feliz contribuíram para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 15%, no final da década de 80, podendo chegar a 85% atualmente, quando o caso é diagnosticado nos estágios iniciais. Os padrinhos abraçaram a causa e contam com o apoio do cearense para quebrar o recorde de arrecadação neste ano. “Um projeto de encher os olhos e o coração. Há algum tempo já acompanhamos o trabalho incansável destes anjos do bem, que transformam a vida de tantas famílias e perdem seus sonos trabalhando pesado pra aliviar o sofrimento das crianças. Este ano, foi mágico receber o convite desta instituição pra apadrinharmos a campanha Mc Lanche Feliz. Saber que tantos sonhos de uma vida saudável dependem de um simples gesto de amor, nos comoveu profundamente e nos impulsionou ainda mais a trabalhar juntos com todos nesta causa nobre. Ao visitarmos o hospital, no dia do lançamento da campanha, mais surpresas: um hospital dos mais desenvolvidos, que por vezes, de tão aconchegante, nem parece um hospital. O sorriso nos rostos das crianças, que trocam suas enfermidades pelo amor que recebem das mãos e dos gestos de cada voluntário da Peter Pan. Queremos, assim como todos os cearenses, fazer parte mais ainda desse processo, com a nossa música, o nosso dom. Que Deus dê vida longa a essa HISTÓRIA, que na vida real parece filme, e que os finais sejam sempre felizes, diz Renno.

Entre 2010 e 2013, as campanhas do McDia Feliz arrecadaram para a Associação Peter Pan mais de R$ 1 milhão de reais, sendo todo o valor revertido para a expansão do HPP. Com a ampliação do hospital, serão criados mais 24 novos leitos de internação, 6 novos consultórios, um novo leito de Unidade de Tratamento Intensivo Especializada (UTI), 2 novas enfermarias para Cuidados Paliativos e um Centro Cirúrgico, este destinado à cirurgia de grande porte. Para a presidente da APP, Olga Freire, a campanha é um dos momentos de maior importância para a Associação. “Com o passar do tempo, a campanha tem crescido, cada vez mais pessoas querem ajudar e nós facilitamos o acesso com a venda de tickets antecipados e entregas nas filas dos drive thrus, por exemplo. É um belo exemplo de cidadania ver o envolvimento de todos em fazer o bem ao próximo”, relata Olga.

 

Ticket antecipado

A APP já disponibiliza a venda antecipada dos tickets, que deverão ser trocados pelo sanduíche Big Mac no dia 30 de agosto nos restaurantes da rede McDonald’s de Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral. Interessados poderão contatar diretamente a APP (Rua Alberto Montezuma, 350, Vila União) pelo telefone (85) 4008.4109.

 

 

Sobre a campanha

O McDia Feliz acontece no último sábado de agosto de cada ano e beneficia 73 projetos de 57 instituições nacionais que lutam pela cura do câncer infanto-juvenil. A APP ganha com a venda de tíckets antecipados e de produtos promocionais com a marca McDia Feliz nas lojas McDonald. Entre 2010 e 2013, as campanhas do McDia Feliz arrecadaram para a APP mais de R$ 1 milhão de reais, sendo todo o valor revertido para a expansão do HPP.

 

 

Sobre a Associação Peter Pan

Entidade sem fins lucrativos, sem caráter religioso ou partidário, a APP assiste hoje quase 2.200 crianças e adolescentes com câncer, bem como suas famílias. Há 18 anos na luta contra o câncer infantojuvenil no Estado, a ONG administra, em parceira com o Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), o Hospital Peter Pan (HPP) – Centro Pediátrico do Câncer (CPC), referência no tratamento oncológico no Ceará.

 

 

 

Tags:

Pacto Global da ONU realiza consulta pública

Publicado em 24/08/2014 - 8:00 por | Comentar

Categorias: Sem categoria
  • Enviar para o Kindle

A Rede Brasileira do Pacto Global das Nações Unidas realiza em São Paulo, no dia 27 de agosto, a consulta pública Diálogo inclusivo – Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 das Nações Unidas e o Setor Privado.

O encontro com empresários brasileiros é organizado em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e a Internacional Finance Corporation (IFC), do Grupo Banco Mundial.

Por meio de painéis de especialistas e grupos de trabalho, representantes de empresas de diversos portes poderão opinar sobre quatro mecanismos para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): políticas públicas para a sustentabilidade corporativa; promoção de parcerias; práticas financeiras sustentáveis; e posicionamento das pequenas e médias empresas.

O relatório da consulta em São Paulo será enviado ao escritório do Pacto Global da ONU em Nova York, que lidera, com a ONUDI, o processo internacional de diálogo com o setor privado sobre a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015. O documento oficial com as informações de outros países e redes do Pacto Global será encaminhado ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

Participam da abertura Jorge Chediek, coordenador-residente da ONU e representante-residente do PNUD no Brasil; Jorge Soto, diretor de desenvolvimento sustentável da Braskem e presidente da Rede Brasileira do Pacto Global; Gustavo Aishemberg, representante da ONUDI no Brasil; e Hector Gomez Ang, gerente-geral da Internacional Finance Corporation no Brasil.

A consulta pública é realizada com o apoio do Instituto Ethos, do CEBDS, da Ideia Sustentável e da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP). Saiba todos os detalhes em http://bit.ly/1pUzg1l

Sobre o Pacto Global

Lançado em 2000, o Pacto Global das Nações Unidas é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa voluntária do mundo. Reúne 8 mil signatários corporativos em 161 países com o objetivo de alinhar as operações de negócios aos dez princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. O Brasil é a 5ª maior rede local, com 630 signatários – entre empresas e outras organizações. Desde 2011, o PNUD Brasil exerce a função de Secretariado Executivo, responsável pela coordenação e promoção do Pacto Global no País.

Tags:

Page 4 of 73« First...23456...102030...Last »

Facebook

Editora Verdes Mares Ltda.

Praça da Imprensa, S/N. Bairro: Dionísio Torres

Fone: (85) 3266.9999