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Agricultores e representantes de instituições discutem manejo florestal da Caatinga

Publicado em 04/03/2015 - 15:03 por | Comentar

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O manejo florestal sustentável é uma forma de exploração da floresta que garante sua recuperação, regeneração e recomposição Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

O manejo florestal sustentável é uma forma de exploração da floresta que garante sua recuperação, regeneração e recomposição Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa), em articulação com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e a Associação Plantas do Nordeste (APNE), encerra hoje, em Campina Grande (PB), o 1º Seminário sobre a inserção do Manejo Florestal Sustentável da Caatinga, que discute com agricultores familiares experiências de manejo florestal da Caatinga e a viabilidade e oportunidades econômicas que o manejo florestal oferece.

O evento também conta com o apoio do Projeto de Consolidação do Programa Nacional de Florestas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag) dos diversos Estados do Semiárido brasileiro.

O agricultor Sebastião Damasceno, da Cooperativa de Bancos Comunitários de Sementes Crioulas do Estado do Alagoas, que integra a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), participa do evento e já desenvolve algumas experiências em sua propriedade com sementes nativas.

Oportunidade

“A discussão do tema é excelente, pois estou necessitando, eu e alguns produtores que já vieram a mim, ter uma fiscalização, um cadastro, uma preparação, para que nossa propriedade fique em uma área licenciada e possamos conquistar alguns direitos que desejamos. Queremos realizar este sonho e a oportunidade é essa, de ter uma propriedade sustentável, diversificada, acompanhada com visita de técnicos, dentro da área da agroecologia”, destacou.

Renda

Newton Barcellos, coordenador da Unidade Regional do Nordeste, do SFB, realiza trabalho de assistência técnica para manejo florestal sustentável com agricultores assentados da Caatinga há cerca de 10 anos. Ele ressaltou a importância de também envolver os agricultores familiares para obter renda, participando, de forma digna e legalizada, deste mercado que movimenta 25 milhões de metros de lenha por ano.

“Os agricultores assentados estão participando deste mercado, porém de forma legalizada, gerando renda para conviver com os períodos de seca. Com base nessa experiência, estamos, a partir de agora, com o objetivo de envolver os agricultores familiares não assentados, que vivem em comunidades isoladas, que necessitam de informação, orientação, para que também usem os recursos da Caatinga para obter renda com a madeira”, destacou.

Uso racional

O titutar da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) do Estado do Piauí, Carlos Moura Fé, afirmou que é possível utilizar os recursos florestais da Caatinga de forma racional, com geração de renda e conservação da biodiversidade.

“A Caatinga tem grandes possibilidades de ser utilizada de forma sustentável e de forma que possa garantir renda para o homem do campo a partir de determinadas atividades. Uma delas é o manejo florestal, não só dos produtos madeireiros, mas também dos produtos não madeireiros. A partir do momento em que os órgãos ambientais tiverem essa consciência e contribuírem para que toda a demanda florestal madeireira possa ser obtida por meio de manejo florestal, certamente no mínimo que vamos conseguir manter é pelo menos 50% da Caatinga com cobertura nativa”, declarou.

Ele ainda destacou a necessidade de que os órgãos ambientais permitam a inserção do pequeno e médio agricultor no processo de realização de manejo da Caatinga, já que as normas atualmente vigentes apresentam muitas restrições para que o pequeno e médio agricultor utilize o recurso com base na utilização das técnicas de manejo.

Fortalecimento

Aldrin Perez, coordenador de pesquisa do Insa, ressaltou a necessidade de se fortalecer a prática do manejo com os agricultores familiares como estratégia de convivência com o Semiárido. “Se houver maior visibilidade e valorização dos conhecimentos que as famílias desenvolvem com manejo florestal sustentável, essas formas de uso da Caatinga não registradas e não legalizadas podem vir a se tornar políticas públicas, para que essas práticas sejam reconhecidas e aperfeiçoadas”, ressaltou.

Vantagens

Segundo o pesquisador Frans Pareyn, coordenador da APNE, o manejo florestal sustentável é uma forma de exploração da floresta que garante sua recuperação, regeneração e recomposição, visando à obtenção de benefícios econômicos e sociais, como geração de renda para os produtores, com a devida conservação da riqueza das espécies. É uma forma de utilizar os recursos florestais da Caatinga com planejamento e respeito aos limites e a capacidade de carga do bioma, retirando dele apenas o que pode oferecer.

Espera-se do evento serão a definição de algumas diretrizes no contexto da inserção do manejo florestal da Caatinga que servirão para subsidiar projetos e políticas públicas na área.

Fonte: Insa

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ONU e MDS lançam vídeos sobre convivência com a seca no Semiárido brasileiro

Publicado em 01/03/2015 - 10:26 por | Comentar

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O Centro de Excelência Contra a Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) lançaram três vídeos sobre os diversos programas brasileiros que ajudam a população do Semiárido a encontrar soluções para conviver com os longos períodos de seca, característicos da região.

Imagem de Amostra do You Tube

Os vídeos mostram o programa de construção de cisternas de captação de água da chuva para consumo humano e para a produção agropecuária e outros programas que garantem aos produtores familiares o acesso a mercados e melhoram suas condições de vida.

Imagem de Amostra do You Tube

Eles foram lançados em português em dezembro e, agora, estão disponíveis também com legendas em inglês, francês e espanhol. Os vídeos mostram como o Bolsa Família, as cisternas, a energia elétrica e a comercialização de alimentos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) transformaram a vida dos sertanejos.

Essa produção faz parte do material de referência utilizado pelo Centro de Excelência para mostrar a outros países em desenvolvimento como os programas sociais brasileiros são complementares e os impactos que têm nas vidas das pessoas.

Imagem de Amostra do You Tube

Os vídeos foram produzidos como parte do projeto Parceria para Iniciativas Nacionais de Desenvolvimento Social (PNSDI), desenvolvido pelo Centro de Excelência contra a Fome em parceria com o MDS e com o Ministério do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID).

Fonte: ONU Brasil

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Praia limpa? Depende de nós…

Publicado em 26/02/2015 - 15:58 por | 3 Comentários

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A última ação, realizada no dia 22 de fevereiro, por oito voluntários, na Praia de Iparana, em Caucaia, resultou na coleta de 90 quilos de lixo Foto: Aquasis

A última ação, realizada no dia 22 de fevereiro, por oito voluntários, na Praia de Iparana, em Caucaia, resultou na coleta de 90 quilos de lixo Foto: Aquasis

O descarte inadequado de resíduos gera diversos problemas ambientais. Quando começam as chuvas, alguns deles afloram, como o entupimento de galerias de drenagem e a sua chegada às praias, por diversos meios, que incluem rios e canais.

No mar, resíduos sólidos, principalmente plásticos, causam impactos ambientais, que vão desde a morte de animais marinhos aos riscos com a saúde pública, pois a ingestão pelos organismos aquáticos desse material pode voltar às nossas mesas.

É necessário que o poder público dos municípios costeiros redobrem esforços de limpeza pública, principalmente no período que antecede a quadra chuvosa. São imprescindíveis, ao mesmo tempo, campanhas de Educação Ambiental para informar e sensibilizar a sociedade.

Da mesma forma, comerciantes das praias (ambulantes ou fixos) precisam assumir uma postura de respeito e educativa com seus clientes.

Depois de um monitoramento de praia, realizado no dia 18 de fevereiro, uma equipe de quatro voluntários do programa Limpando o Mundo e mais quatro voluntários locais se uniram para limpar um trecho de 30 metros quadrados na Praia de Iparana (Caucaia). No dia 22 de fevereiro, domingo, um pequena ação foi realizada com o recolhimento aproximadamente 90 kg de resíduos sólidos.

Nesta sexta-feira (27), voluntários trabalharão em sensibilização e educação ambiental na Barra do Ceará, por meio do projeto Limpando o Mundo. Está programada uma atividade de limpeza de praia e atividades lúdicas de sensibilização para frequentadores ambulantes e donos de barraca.

O projeto conta com o apoio da Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis), Instituto Povos do Mar (Ipom), Greenich, Associação Brasileira de Lixo Marinho (ABLM), Cuca da Barra, Grupo Tartarugas (Gtar) / Verde Luz, Albertus Restaurante e Coordenadoria da Juventude de Fortaleza.

O Limpando o Mundo tem como missão mobilizar as comunidades de Fortaleza e Caucaia (CE) para a preservação e conservação de ecossistemas marinhos por meio da sensibilização e conscientização dos problemas que a poluição marinha traz ao nosso Planeta.

Em dois anos foram 50 campanhas de limpeza de praia e mais de 12 toneladas de resíduos sólidos removidos de áreas naturais (praias, manguezais, margens de rios e lagoas), cerca de 30.000 pessoas foram impactadas pelas atividades do projeto. Uma rede de 800 voluntários foi montada.

Mais informações:

Dia 27

Hora de concentração: 14h30

Local de Encontro: Barraca do Dedê

Atividades: Limpeza de praia, atividades lúdicas, sensibilização de frequentadores e donos de barracas

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A Hora do Planeta ressalta a relação da crise hídrica com as mudanças climáticas

Publicado em 25/02/2015 - 17:05 por | Comentar

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Imagem de Amostra do You Tube

 

 

No sábado, 28 de março, cidades, empresas e pessoas apagarão as suas luzes por 60 minutos em um grande ato simbólico mundial contra o aquecimento global – a Hora do Planeta – e Fortaleza foi a primeira capital do Nordeste a aderir. Serão apagadas as luzes da estátuas de Iracema (Praia e Lagoa de Messejana), fachada do Mercado Central, relógio da Praça do Ferreira, Seminário da Prainha, Palácio do Bispo, Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Catedral Metropolitana de Fortaleza e Igreja de Fátima.

Lançada hoje, a campanha já conta com a adesão de 40 cidades no Brasil, incluindo capitais nas cinco regiões do País, além de Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia e Manaus. A meta é superar o número de 144 cidades brasileiras (24 capitais) participantes em 2014, e garantir a adesão de todas as capitais. No ano passado, o movimento reuniu mais de 7.000 cidades, em cerca de 150 países.

No Brasil, a campanha reforça a importância da conservação da natureza e do combate às mudanças climáticas em meio à crise hídrica sem precedentes vivida pelo País.

Histórico

Pelo sétimo ano consecutivo, a organização ambientalista WWF-Brasil promove a Hora do Planeta no País. No dia 28 de março, as luzes serão apagadas entre 20h30 e 21h30, na maior mobilização mundial para que os líderes globais adotem medidas para deter as mudanças climáticas. A atual edição da iniciativa conta com o patrocínio da Ambev e Malwee.

“A conservação do meio ambiente deixou de ser focada no bem-estar das gerações futuras, para ser uma grande questão da geração atual. Neste ano, os efeitos da devastação, que já vêm nos atingindo há tempos, pode ser sentido de forma ainda mais contundente – e em vários pontos do mundo”, declarou, por meio de informe, a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecilia Wey de Brito.

No texto do WWF-Brasil, está destacado que a crise hídrica, além dos impactos diretos nas vidas de muitos brasileiros, também abala a produção de energia, muito concentrada em hidrelétricas. “As duas crises incidem sobre a economia, que sofre com queda da produção agrícola e industrial”, acrescenta.

“Diante desse quadro está evidente que precisamos tomar providências concretas – e urgentes – para que as atuais alterações climáticas globais possam ser amenizadas por meio de alternativas energéticas, limpas e renováveis, e de ações de políticas públicas e individuais eficazes na conservação das reservas naturais do planeta”, continua Maria Cecilia.

No contexto da Hora do Planeta, o WWF-Brasil vai lançar uma petição – que poderá ser assinada até agosto – para que o governo federal crie um plano nacional para proteção e recuperação de nascentes, rios, lagos, córregos e outros mananciais, o que ajudaria a aumentar a quantidade e a qualidade da água para consumo.

Adesão

Para aderir ao movimento, as cidades interessadas devem entrar em contato com o WWF-Brasil pelo e-mail cidades@wwf.org.br. As cidades recebem um Termo de Adesão, que deve ser assinado por alguma autoridade local indicando quais monumentos e prédios públicos as cidades irão apagar durante a Hora do Planeta.

Contexto global

2015 é um ano decisivo na busca de soluções para as mudanças climáticas. Em dezembro, será sediada em Paris (França) a 21ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCC). O encontro, que reunirá os maiores líderes globais, tem como principal objetivo pavimentar o caminho para a assinatura de um acordo global de clima, com medidas para mitigar o avanço do aquecimento global e aumentar as adaptações necessárias para o enfrentamento das mudanças climáticas.

A Hora do Planeta, presente em todos os continentes, é a grande oportunidade de unificar a comunidade global em torno de ações individuais que vão chamar a atenção dos dirigentes mundiais para a importância de se fechar um acordo global e eficaz para a conservação ambiental.

“A Hora do Planeta é um movimento das pessoas e também o mais duradouro do mundo, voltado para o clima. As luzes podem sair por uma hora, mas as ações realizadas por milhões de pessoas, ao longo do ano, irão inspirar as soluções necessárias para deter a mudança climática”, declarou, oficialmente, o CEO e co-fundador da Hora do Planeta, Andy Ridley.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não para de crescer. O que começou como evento isolado, em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 7 mil cidades de 162 países e territórios.

Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, entre elas, as pirâmides do Egito; a Torre Eiffel, em Paris; a Acrópole de Atenas e – até mesmo – a cidade de Las Vegas já ficaram no escuro durante 60 minutos. No Brasil, a Hora do Planeta acontece oficialmente desde 2009.

WWF-Brasil

É uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Criado em 1996 e sediado em Brasília, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Mais informações:

Site Brasil: www.wwf.org.br/horadoplaneta

Vídeo Oficial Hora do Planeta 2015: http://bit.ly/VideoOficialHoradoPlaneta2015

Site Global: www.earthhour.org

Fonte: WWF-Brasil

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Pré-Conferência das Nações Unidas para Combate à Desertificação começa amanhã, na cidade de Campina Grande

Publicado em 24/02/2015 - 16:07 por | Comentar

Categorias: Desertificação
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O evento preparatório para a 3ª Conferência Científica Internacional da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) será realizado na sede do Insa, nos dias 25 e 26 de fevereiro

O evento preparatório para a 3ª Conferência Científica Internacional da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) será realizado na sede do Insa, nos dias 25 e 26 de fevereiro

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, Campina Grande sediará o “Seminário Nacional Combate à Desertificação, Degradação das Terras e Convivência com a Semiaridez para Redução da Pobreza e um Desenvolvimento Sustentável”. O evento será realizado no auditório do Instituto do Semiárido (Insa), correspondente científico do Brasil na Conferência Científica Internacional da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD).

Será o evento preparatório para a participação de representantes do Brasil na 3ª UNCCD, a ser realizada em Cancún, México, de 9 a 12 de março deste ano.

O evento preparatório é uma realização do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), em parceria com o Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), a Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Pesquisadores que atuam em diversas áreas no Semiárido brasileiro estarão reunidos com o objetivo de discutir, à luz do conhecimento científico, tecnológico, popular e práticas tradicionais, vulnerabilidades e estratégias de adaptação dos ecossistemas da região semiárida brasileira (particularmente dos agroecossistemas) e das populações das regiões afetadas pelo processo de desertificação, incluindo aquelas que recentemente se tornaram susceptíveis às consequências das mudanças climáticas.

O evento contará com três painéis:

  • Diagnóstico da vulnerabilidade e capacidade de adaptação dos ecossistemas e populações das regiões afetadas pelas mudanças climáticas

  • Implementação de tecnologias a partir do conhecimento adquirido por meio das experiências bem sucedidas com uso do solo, segurança hídrica, agroecossistemas, manejo florestal sustentável, entre outros

  • Métodos de monitoramento e avaliação da desertificação

Os conhecimentos compartilhados e as diretrizes definidas durante o evento irão subsidiar o posicionamento da delegação brasileira que participará da 3ª Conferência Científica da UNCCD.

Conferência Científica da UNCCD

A UNCCD abrange 193 países e estabelece padrões de trabalho e metas internacionais para construção de soluções que atendam às demandas socioambientais nos espaços áridos, semiáridos e subúmidos secos, particularmente onde residem as populações mais pobres do Planeta.

A Conferência Científica Internacional da UNCCD tratará da luta contra a desertificação, a degradação das terras e a convivência com a seca para a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável, com foco na contribuição da ciência, da tecnologia, dos conhecimentos e práticas tradicionais.

O objetivo da Conferência que ocorrerá em Cancún é atrair uma gama mais ampla possível de conhecimentos científicos, locais e tradicionais que possam ser aproveitados para trabalhar a diminuição da pobreza e o desenvolvimento sustentável nas áreas suscetíveis à desertificação, à degradação dos solos e à seca.

Fonte: Insa

 

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VIII CBUC reunirá grandes nomes da conservação no Brasil

Publicado em 22/02/2015 - 20:17 por | Comentar

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Realizado periodicamente desde 1997, o Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) volta a Curitiba (PR), que será palco do evento pela quarta vez, entre 21 e 25 de setembro de 2015, mês em que sua organizadora – a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza – completa 25 anos.

Considerado o maior encontro internacional sobre áreas protegidas e conservação da natureza da América Latina, o CBUC foi incluindo ao longo de suas edições outros dois eventos que são realizados de modo simultâneo a ele.

Desse modo, paralelamente ao VIII CBUC serão realizados o IV Simpósio Internacional de Conservação da Natureza e a V Mostra de Conservação da Natureza.

As edições anteriores do CBUC trouxeram especialistas globalmente reconhecidos ao Brasil. Delas surgiram importantes diretrizes para a implementação de políticas públicas de conservação, criação e fortalecimento de áreas protegidas no Brasil. Em sete edições, realizadas em cinco diferentes cidades brasileiras, mais de oito mil participantes de todo o mundo passaram pelo CBUC.

A diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes, reforça o papel essencial do evento no panorama social, econômico e conservacionista do País. “Sua realização contribui para a profissionalização da gestão de áreas naturais protegidas no Brasil e para ampliação dos benefícios que essas geram para a população, na medida em que permite o compartilhamento das técnicas de gestão, de relações com a comunidade e proteção da biodiversidade”, esclarece.

A programação do VIII CBUC será abrangente, incluindo palestrantes de diferentes áreas do conhecimento, para criar o ambiente colaborativo e de novas ideias em busca de estratégias e ferramentas para o fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

Com subtemas (veja abaixo) para cada um dos quatro dias do evento, o VIII CBUC pretende ampliar o conhecimento das pessoas sobre a importância da proteção da natureza para seu bem-estar e qualidade de vida, garantindo a elas mais subsídios para a compreensão da dinâmica ambiental em suas realidades.

Subtemas do VIII CBUC

22/09: Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC): concepção, implementação e situação atual

23/09: Fazendo a diferença: histórias transformadoras

24/09: Inovando na conservação: plataformas colaborativas

25/09: Colocando em prática: o papel de cada um

Mais informações:

www.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc.

Fonte: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

 

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Pacto Global da ONU lança guia de sustentabilidade empresarial

Publicado em 15/02/2015 - 17:23 por | Comentar

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A publicação apresenta as cinco principais características que definem a sustentabilidade empresarial e mostra as contribuições práticas da maior iniciativa voluntária para a responsabilidade corporativa

O Pacto Global das Nações Unidas lançou recentemente, em Nova York, o Guia de Sustentabilidade Empresarial: Criando um Futuro Sustentável. A publicação apresenta as cinco principais características que definem a sustentabilidade empresarial e mostra as contribuições práticas da maior iniciativa voluntária para a responsabilidade corporativa.

Para ser sustentável, segundo o Guia, as empresas devem seguir cinco passos:

– Negócios baseados em princípios. Para qualquer empresa, a sustentabilidade começa com a integridade, com operações que respeitam as responsabilidades fundamentais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

– Fortalecimento da sociedade, com empresas que se preocupem também com fatores que vão além das suas dependências, como a pobreza, conflitos, força de trabalho sem instrução e escassez de recursos.

– Compromisso da liderança, delineando as ações em áreas-chave da companhia bem como a divulgação de esforços e resultados.

– Relatório de progresso, como medida de prestação de contas.

– Ação local, um diálogo entre os diferentes setores empresarias para criar uma visão em comum sobre a sustentabilidade em cada país.

Para saber mais, faça o download do Guia de Sustentabilidade Empresarial (em inglês).

Fonte: ONU Brasil

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Agência Francesa de Desenvolvimento pretende investir no Nordeste

Publicado em 11/02/2015 - 12:18 por | Comentar

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Por Maristela Crispim

O mundo enfrenta desafios comuns relacionados às mudanças climáticas. Espera-se da negociação marcada para 30 de novembro a 11 de dezembro, em Paris, a COP 21, a celebração de compromissos compartilhados visando a redução das emissões por meio da estruturação de políticas de desenvolvimento consistentes dos países.

Foi com este espírito que, em visita à cidade de Fortaleza, Laurent Duriez, diretor da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) concedeu entrevista exclusiva ao Diário do Nordeste, destacando o interesse em investir no Nordeste.

Estabelecimento público de cooperação, a AFD luta há 70 anos contra a pobreza e para promover o desenvolvimento em 70 países, por meio de doações, empréstimos, fundos de garantia, financia projetos, programas e estudos e apoia os seus parceiros no fortalecimento de suas capacidades.

A Agência atua no desenvolvimento da França, executa e implementa operação bilateral para o desenvolvimento mundial. Tem 70 anos e trabalha em 70 países, historicamente na África e, mais recentemente, na América Latina e no Brasil, onde está há sete anos, para atuar nos desafios do desenvolvimento sustentável, em especial, a questão climática, por meio de projetos concretos com a cooperação entre atores franceses e brasileiros.

Banco de desenvolvimento

Duriez enfatiza que a AFD é agência, mas também é banco de desenvolvimento. “Em 2014 contratamos 8 bilhões de euros em projetos. No Brasil contratamos 1,7 bilhão de euros. Nossa prioridade é tudo que está relacionado ao desenvolvimento verde. Trabalhamos com os governos e o setor público”. Essa atuação se dá, entre outras, em áreas como mobilidade urbana (Curitiba e Rio de Janeiro); desenvolvimento inclusivo (Minas Gerais); eficiência energética (Rio Grande do Sul); e saneamento (Santa Catarina).

“Estamos aqui hoje porque queremos trabalhar mais com o Nordeste. Nesta cooperação entre a França e o Brasil, a região é muito relevante. Sabemos que existem oportunidades de desenvolvimento e que é preciso sair do triângulo Rio, São Paulo, Brasília para conhecer as prioridades dos governos, mas também dos atores econômicos na questão do desenvolvimento”, enfatiza.

Caravana do Clima

Falando sobre a Cúpula do Clima, Duriez destaca que o importante para a AFD, como banco de desenvolvimento, é mostrar que existem soluções concretas, que podem ser desenvolvidas, implementadas por diversos atores econômicos, governos, empresas, pessoas.

“A questão do clima só será resolvida se todos atuarem no mesmo sentido. Precisamos mostrar, por meio dos projetos que apoiamos, dos parceiros, nos 70 países que eu mencionei onde atuamos, que ações estão sendo desenvolvidas e resultados já existem”, ressalta.

Para levar isso ao público, ele adiantou a iniciativa de produzir, junto com a Embaixada da França, a Caravana do Clima, com a exposição itinerante “60 Soluções para o Clima”, do fotógrafo Yann-Arthus Bertrand, da ONG Good Planet e oportunidades de diálogo com diversos públicos, por meio das Alianças Francesas de todo Brasil.

Nordeste

Sobre o início da atuação no Ceará, Duriez diz que já está em fase de conversas com instituições: “Já tivemos contato com o Banco do Nordeste, que se mostrou interessado em trabalhar na área de resíduos sólidos. Também conversamos com o governo do Estado, sobre os desafios da seca e o gerenciamento dos recursos hídricos existentes, prioridade da AFD em termos de redução das perdas, que pode ser conseguida melhorando as redes de abastecimento, mas também melhorando o gerenciamento, o desempenho das distribuidoras. Enfim, estamos abertos a parcerias no Nordeste”.

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Encontro debate mudanças climáticas

Publicado em 03/02/2015 - 7:31 por | Comentar

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A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) realiza o 2º Encontro do Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima) para contribuir com a elaboração do Plano de Baixo Carbono da Cidade. Os  grupos de trabalho temáticos incluem: energia, transporte, resíduos e construção civil. O encontro será realizado na próxima sexta feira (6), a partir das 9 horas, no auditório da Seuma.

Mais informações:

Fórum de Mudanças Climáticas de Fortaleza (Forclima)

Data/horário: 06/02/2015 – 9h

Local: Auditório da Seuma – Avenida Deputado Paulino Rocha, 1343

Fonte: Seuma

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Hoje é o Dia Mundial das Áreas Úmidas

Publicado em 02/02/2015 - 8:09 por | Comentar

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Em 1997, o Comitê Permanente da Convenção de Ramsar instituiu 2 de fevereiro como Dia Mundial das Áreas Úmidas (World Wetlands Day), para estimular governos, organizações da sociedade civil e grupos de cidadãos à realização de ações que chamem a atenção da sociedade para a importância das áreas úmidas, sua proteção e para os benefícios que o cumprimento dos objetivos da Convenção pode proporcionar.

A cada ano, o secretariado da Convenção sugere um tema para as ações desenvolvidas pelos países membros da Convenção de Ramsar. Neste ano, o tema é “Áreas Úmidas para o nosso futuro: Juventude”, pelo interesse e engajamento do público jovem com o tema, do qual é grande difusor nas mais diversas plataformas de comunicação.

Em 2 de fevereiro de 2015, a Convenção de Ramsar lançará o Concurso de Fotos para Juventude sobre as Áreas Úmidas. Para participar, informe-se aqui.

Áreas Úmidas (AUs), na definição elaborada por peritos brasileiros de todo o País, são ecossistemas que interagem em ambientes terrestres e aquáticos, continentais ou costeiros, naturais ou artificiais, permanente ou periodicamente inundados ou com solos encharcados.

As águas podem ser doces, salobras ou salgadas, com comunidades de plantas e animais adaptados à sua dinâmica hídrica.

A história de nossa civilização está diretamente ligada às áreas úmidas, com impactos distintos conforme as regiões do Planeta.

Lista e Sítios Ramsar no Brasil

Desde 1975, anualmente, na cidade de Ramsar, no Irã, é realizada a Convenção sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Convenção de Ramsar, um tratado intergovernamental que estabelece marcos para ações fundamentadas no reconhecimento, pelos países signatários, da importância ecológica e do valor social, econômico, cultural, científico e recreativo de tais áreas.

Até janeiro de 2010, a Convenção contabilizava 159 adesões. Para aderir ao tratado, cada país deve apresentar um instrumento de adesão junto à Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (Unesco), que opera como depositária da Convenção, e designar ao menos uma área úmida de seu território para ser reconhecida como Sítio Ramsar a ser incluído na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, mais conhecida como Lista de Ramsar, principal instrumento adotado pela Convenção para implementar seus objetivos.

O Brasil assinou o tratado em setembro de 1993, passando a ter acesso a benefícios como cooperação técnica e apoio financeiro para promover a utilização dos recursos naturais das áreas úmidas de forma sustentável, favorecendo a implantação de um modelo de desenvolvimento que proporcione qualidade de vida aos seus habitantes.

No Brasil, há dois tipos de áreas úmidas:

Costeiras – manguezais, campos alagáveis e praias

Interiores – veredas, várzeas amazônicas, igapós, campinarana e pantanal

Desde sua adesão à Convenção, o Brasil promoveu a inclusão de doze zonas úmidas à Lista de Ramsar, tendo como diretriz para a indicação que tais áreas correspondam a unidades de conservação, favorecendo a adoção das medidas necessárias à implementação dos compromissos assumidos pelo País perante a Convenção.

São Sítios Ramsar brasileiros:

Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM)

Parque Nacional do Cabo Orange (AP)

Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA)

Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA)

Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA)

Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luiz (MA)

Parque Estadual do Rio Doce (MG)

Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Rio Negro (MS)

Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (MT)

Reserva Particular do Patrimônio Natural Sesc Pantanal (MT)

Parque Nacional do Araguaia – Ilha do Bananal (TO)

Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS)

Dia Mundial das Áreas Úmidas

Fonte: MMA

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