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Fundação Banco do Brasil entrega mais 10 mil cisternas de placas

Publicado em 10/01/2014 - 9:46 por | Comentar

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Com as novas instalações, mais de 70 mil cisternas já estão em 122 municípios brasileiros de nove Estados Foto: Divulgação / Fundação Banco do Brasil

Com as novas instalações, mais de 70 mil cisternas já estão em 122 municípios brasileiros de nove Estados Foto: Divulgação / Fundação Banco do Brasil

Mais de 10 mil cisternas de placas foram instaladas no Semiárido brasileiro até o início de 2014. A marca alcançada pela Fundação Banco do Brasil (Fundação BB) equivale a mais de 50% de um novo compromisso assumido pela instituição. A meta é que até o fim do primeiro semestre deste ano, outras 10 mil unidades sejam construídas.

A iniciativa faz parte do Programa Água para Todos, uma das ações do Plano Brasil Sem Miséria, do governo federal e tem como objetivo a universalização do acesso à água potável para consumo humano.

Com as novas instalações, mais de 70 mil cisternas já estão em 122 municípios de nove Estados. A tecnologia social minimiza o impacto da seca para 350 mil pessoas que vivem no Semiárido brasileiro. Para implantação, cada unidade tem um custo unitário de R$ 2.579,00.

A cisterna de placas é uma da tecnologias de convivência com o problema da falta de água para regiões que sofrem com a seca. O modelo é um reservatório em forma cilíndrica, coberto e semienterrado, que com um encanamento simples, recolhe do telhado das casas a água da chuva.

Cada reservatório tem a capacidade de acumular 16 mil litros de água que, se usados com moderação, podem durar até oito meses para uma família de cinco pessoas, em atividades como cozinhar, beber e escovar os dentes.

O modelo de execução e gestão desenvolvido pela Fundação BB obteve sucesso por meio do esforço conjunto da rede de agências do Banco do Brasil, Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA), parceiros locais e entidades selecionadas em função de suas competências técnicas, gestão, mobilização e experiência na reaplicação da tecnologia social.

Fonte: Fundação Banco do Brasil

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Intensidade dos raios ultravioleta atinge níveis extremos no Brasil nesta semana

Publicado em 09/01/2014 - 11:20 por | Comentar

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O índice de radiação ultravioleta (IUV) atinge nível extremo em diversas localidades do País, a partir desta quinta-feira (9) até a terça-feira (14), segundo previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O IUV é uma medida da intensidade da radiação, relevante aos efeitos sobre a pele humana, incidente sobre a superfície da Terra. Representa o valor máximo diário da radiação ultravioleta, ou seja, no período referente ao meio-dia solar, o horário de máxima intensidade de radiação solar.

Como a cobertura de nuvens é algo muito dinâmico e variável, o IUV é sempre apresentado para uma condição de céu claro. Isto é, para ausência de nuvens que, na maioria dos casos, representa a máxima intensidade de radiação. A partir do nível 11 é considerado extremo. Para Fortaleza, a previsão é de nível de radiação 12 para toda a próxima semana.

Riscos

Os raios UV podem causar sérios danos à saúde, como o envelhecimento precoce, o câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico. Eles são responsáveis também pelas queimaduras.

Para nos protegermos dos efeitos nocivos dos raios UV devemos tomar alguns cuidados, como  evitar se expor ao sol entre dez da manhã e três da tarde. Além disso, ao praticar atividades ao ar livre ou ao passar o dia na praia, devemos nos proteger com chapéus, óculos de sol e aplicar o protetor solar.

O protetor solar atua como uma barreira química que absorve os raios UV, impedindo que eles agridam a pele. Protetores que formam uma camada sobre o corpo atuam também como uma barreira física, refletindo a luz solar.

Ozônio

O o gás Ozônio (O3) é o principal responsável pela absorção de radiação UV. A concentração de ozônio, medida em unidades Dobson (DU), integrada na coluna atmosférica é utilizada como parâmetro de entrada no modelo computacional utilizado para o cálculo do IUV.

Essa concentração de ozônio é distribuída verticalmente de acordo com perfis atmosféricos teóricos relativos a posição geográfica da localidade. A concentração máxima de ozônio localiza-se na estratosfera (entre 20 e 40km de altitude).

O Ozônio, em si, não é o responsável pela proteção contra os raios ultravioleta, mas o ciclo ozônio-oxigênio (O3-O2), onde há grande absorção da radiação solar, transformada em energia térmica na estratosfera. Os CFCs, conhecidos pelo efeito prejudicial à camada de ozono, por meio do cloro gasoso, paralisam o ciclo.

Horário

Cerca de 20 a 30% da quantidade de energia UV no verão chega à Terra em torno do meio-dia (entre 11h e 13h), e cerca de 70 a 80% entre as 9h e 15h. A presença de nuvens e aerossóis (partículas em suspensão na atmosfera) atenua a quantidade de radiação UV em superfície.

Porém, parte dessa radiação não é absorvida ou refletida por esses elementos e atinge a superfície terrestre. Deste modo, dias nublados também podem oferecer perigo, principalmente para as pessoas de pele sensível.

A areia pode refletir até 30% da radiação ultravioleta que incide numa superfície, enquanto na neve fresca essa reflexão pode chegar a mais de 80%. Superfícies urbanas apresentam reflexão média entre 3 a 5%.

Fonte: CPTEC/Inpe (Informações / Imagem)

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Gasolina reduz emissão de enxofre em 94%

Publicado em 08/01/2014 - 10:27 por | Comentar

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Desde 1º de janeiro de 2014, a gasolina automotiva deve ter, em todo o território nacional, no máximo 50 mg/kg de enxofre total, apresentando qualidade semelhante a que é comercializada nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Com a iniciativa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), haverá redução da emissão de enxofre na atmosfera em 94% e a emissão de poluentes, em até 59%, no médio e longo prazo, nos veículos mais modernos, contribuindo para a melhora da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias.

O teor de enxofre médio do combustível foi reduzido nos últimos anos. Era de 500 mg/kg em 2009 e baixou para 200 mg/kg em 2013. A gasolina também deve se se adaptará às novas tecnologias da indústria automobilística, como a injeção direta de combustível, além de viabilizar as metas de emissões da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Em função do processo de refino adotado, a nova gasolina poderá apresentar coloração mais clara e odor diferenciado. Essas características não influenciam o desempenho do combustível no motor. Não haverá problemas com relação à gasolina importada, que já atende às novas especificações da nova gasolina nacional.

Além do teor de enxofre, outros componentes que contribuem para as emissões veiculares terão seus limites reduzidos. São os hidrocarbonetos olefínicos, os hidrocarbonetos aromáticos e o benzeno (este último somente no caso da gasolina Premium, uma vez que o máximo permitido na gasolina comum já era de 1%).

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Outros tipos

A gasolina premium terá redução no teor de benzeno, ficando com o mesmo limite estabelecido para gasolina Comum. Assim, desde 1º de janeiro de 2014 a única diferença de especificação da gasolina Comum e Premium é o número de octano, medido pelas características Motor Octane Number (MON) e índice antidetonante (IAD). No que se refere às gasolinas Comum Aditivada e Premium Aditivada, elas continuam sendo oferecidas no mercado.

As mudanças na gasolina automotiva acompanham a evolução tecnológica da indústria automotiva mundial, alinhando alguns parâmetros da especificação do combustível aos requisitos internacionais e atendendo às necessidades ambientais de redução dos níveis de poluentes veiculares atmosféricos.

Aditivação obrigatória

A partir de 1º de julho de 2015, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e México, a gasolina comum receberá a adição de detergentes dispersantes, o que reduzirá a formação de depósitos nas válvulas de admissão dos motores.

Vantagens

A Petrobras realizou, na manhã de ontem (7) entrevista coletiva sobre o lançamento das novas gasolinas comum e premium de ultrabaixo teor de enxofre, já distribuídas desde 1º de janeiro de 2014, substituindo integralmente, em todo o território nacional, as gasolinas comum e premium anteriores.

O gerente de Soluções Comerciais e Desenvolvimento de Produtos do Abastecimento, Frederico Kremer, destacou que, além dos benefícios ambientais, outro atrativo das novas gasolinas é que elas protegem o motor dos veículos e proporcionam um custo menor de manutenção, uma vez que reduzem a formação de resíduos nas válvulas, bicos injetores e na câmara de combustão. O óleo lubrificante também dura mais, aumentando o tempo entre trocas.

Segundo o diretor da Rede de Postos de Serviço da Petrobras Distribuidora, Luis Alves de Lima Filho, a gasolina S-50 já está disponível em postos Petrobras de todo o Brasil. “O produto continuará sendo identificado da mesma forma nas bombas”, disse.

As gasolinas S-50 reduzirão as emissões de gases poluentes no escapamento de motores fabricados a partir de 2009 em até 60% de óxidos de nitrogênio (NOx), em até 45% de monóxido de carbono (CO) e em até 55% de hidrocarbonetos (HC). A Petrobras investe continuamente no aprimoramento de seus combustíveis e foi pioneira na remoção total do chumbo na gasolina, em 1989.

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Qualidade

Entre 2005 e 2013, a Petrobras investiu R$ 20,6 bilhões em 21 novas unidades que permitem a produção da gasolina S-50 em todas as refinarias da Petrobras. Esse lançamento consolida uma nova era em combustíveis com ultrabaixo teor de enxofre – um salto tecnológico com qualidade equivalente à dos mercados mais exigentes do mundo.

Fonte: ANP / Petrobras

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Banco Mundial analisa impactos do aquecimento global na seca no Nordeste brasileiro

Publicado em 07/01/2014 - 10:25 por | Comentar

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Agricultor Vitoriano Alves, de Cruzeta (RN) Foto: Banco Mundial/Mariana Ceratti

Agricultor Vitoriano Alves, de Cruzeta (RN) Foto: Banco Mundial/Mariana Ceratti

Um estudo do Banco Mundial aponta que a variabilidade das chuvas e a intensidade das secas no Nordeste continuarão aumentando até 2050, com graves efeitos para a população, caso os governos locais não invistam em infraestrutura e gestão hídrica.

Pela análise de duas regiões – a Bacia de Piranhas-Açu, no Rio Grande do Norte, e o Rio Jaguaribe, no Ceará – o relatório “Impactos da Mudança Climática na Gestão de Recursos Hídricos: Desafios e Oportunidades no Nordeste do Brasil” analisa os efeitos do aquecimento global combinados com fatores como o crescimento populacional e o aumento da demanda por água.

Em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e a Universidade Federal do Ceará (UFC), entre outras instituições, os pesquisadores avaliam que a bacia de Piranhas-Açu, por exemplo, deve sofrer uma maior perda de água no solo e nas plantas, um fenômeno que os especialistas chamam “evapotranspiração”.

Ainda segundo o estudo, porém, se forem realizados constantes investimentos na modernização da irrigação, a demanda pela água na agricultura pode diminuir 40%, o que atenuaria o problema de gerenciamento da água da região.

O relatório mostra que, embora futuras compensações sobre o uso da água vão existir e deverão ser negociadas e discutidas entre os usuários, estratégias de alocação mais flexíveis poderiam tornar o setor de água no Nordeste brasileiro menos vulnerável aos impactos da demanda e das mudanças climáticas.

Agência da ONU auxilia na implementação de mudanças

Um programa financiado pelo Banco Mundial já começa a implementar mudanças na região. Uma iniciativa que atenderá 23 pequenos agricultores – com lotes de cerca de cinco hectares cada – apoia os trabalhadores rurais na compra de equipamentos que economizam água, dá assistência técnica na gestão hídrica e auxilia a expansão da rede elétrica na área do projeto, reduzindo a necessidade de água para o cultivo.

O agricultor Jean Azevedo acredita que o novo projeto ajudará os produtores que continuam procurando oportunidades no campo. Ele vive em Cruzeta (RN), uma região onde caem, em média, menos de 800 mm de chuva por ano – um volume de precipitação similar ao de países da África Subsaariana – e onde praticamente não chove entre julho e dezembro.

Preservar esse recurso natural tão valioso é um dos principais objetivos de Vitoriano Alves dos Santos, colega do Azevedo na Associação de Produtores de Cruzeta. “Ainda tenho acesso a uma fonte de água, mas me aflige ver a quantidade gasta todos os dias com a irrigação”, afirma.

Fonte: Nações Unidas no Brasil

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“Operação Verão” coíbe crimes ambientais no litoral cearense

Publicado em 06/01/2014 - 9:16 por | Comentar

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A Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde é um dos pontos contemplados pela operação Foto: Agência Diário / Natinho Rodrigues

A Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde é um dos pontos contemplados pela operação Foto: Agência Diário / Natinho Rodrigues

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por meio das Reservas Extrativistas (Resex) do Batoque e da Prainha do Canto Verde (ambas sediadas no Ceará), estão em plena Operação Verão 2013/2014.

O objetivo desta ação conjunta, que começou no dia 18 de dezembro e segue até o dia 15 de março, é integrar e otimizar recursos humanos e materiais dos diversos órgãos públicos envolvidos para prevenção e repressão a crimes ambientais e garantia de segurança das comunidades ao longo do litoral cearense.

Além do ICMBio, participam da Operação Verão a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Base Aérea de Fortaleza, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a Casa Militar do Ceará, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e a Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza (Seuma).

Segundo a chefe em exercício das Resex do Batoque e da Prainha do Canto Verde, Mirele Almeida, as ações da operação contemplam tais unidades de conservação, principalmente na fiscalização marítima abrangendo suas áreas de pesca.

“O principal objetivo dessas ações é combater a pesca predatória, em especial a pesca da lagosta, cujo período de defeso é entre dezembro e maio”, explica a analista ambiental, acrescentando que a fiscalização tem apoio da Marinha, do Ibama, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental e da Polícia Federal. “Além disso, também serão realizadas operações em terra com esses parceiros”, completa Mirele.

Fonte: ICMBio

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Serviço Florestal capacita extensionistas que atuam na Caatinga

Publicado em 03/01/2014 - 10:05 por | Comentar

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Umbuzeiro é uma das espécies relevantes para o manejo florestal de produtos não madeireiros Foto: Embrapa

Umbuzeiro é uma das espécies relevantes para o manejo florestal de produtos não madeireiros Foto: Embrapa

Aproximadamente 150 extensionistas que atuam na Caatinga se tornarão multiplicadores do conhecimento sobre o uso sustentável desse bioma para comunidades rurais com o auxílio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), gerido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

Os técnicos, ligados a cinco entidades dos Estados da Bahia, Ceará e Pernambuco, vêm participando de um curso em módulos sobre o manejo florestal. Eles já tiveram os módulos sobre os recursos florestais, ecologia e uso múltiplo da Caatinga (como produção de mel, frutas nativas e fitoterápicos). Agora vão concluir a capacitação com o conteúdo sobre princípios técnicos e práticas do manejo.

As informações obtidas poderão ser aplicadas na assistência a pequenos produtores rurais, seja com aqueles que ainda não realizam manejo, mas desejam iniciá-lo, seja com agricultores familiares que já extraem produtos e precisam de apoio técnico.

Segundo o coordenador técnico da Associação Regional da Escola Família Agrícola do Sertão (Arefase), Nelson Lopes, os agricultores demandam assistência para manejar a Caatinga de maneira sustentável. “A gente é desafiado, como profissional, a mostrar como trabalhar de forma diferente, sustentável”, diz.

No norte da Bahia, onde a Arefase atua, uma característica marcante é o uso coletivo do fundo de pasto, áreas de até 3 mil hectares onde animais são criados soltos e a vegetação é preservada. Entre os principais interesses dos agricultores familiares está o manejo florestal dos produtos não madeireiros – como forragem para os animais, frutos e fibras – com o uso de técnicas aliadas ao conhecimento que possuem.

Com a capacitação realizada para extensionistas, o SFB busca fortalecer o manejo por meio de uma de suas principais pontas, que é o profissional atuante no campo. Ao mesmo tempo em que esse técnico leva uma alternativa de uso sustentável, contribui para geração de renda e conservação do bioma.

Calendário

As capacitações para os extensionistas começaram entre outubro e novembro e terminarão em fevereiro de 2014. A parte final da capacitação vai abordar temas como histórico da adoção do manejo, integração das práticas do manejo ao sistema produtivo tradicional, aumento da renda, mercados, além das técnicas em si do manejo madeireiro, como talhonamento e ciclo e intensidade de corte.

As instituições que recebem as capacitações são, além da Efase (escola mantida pela Arefase), o Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores e Instituições Não Governamentais Alternativas, de Pernambuco; o Centro de Habilitação e Apoio ao Pequeno Agricultor do Araripe, de Pernambuco; o Centro de Capacitação e Assessoria Técnica, do Ceará; e o Instituto de Integração e Desenvolvimento Ambiental e Social, também do Ceará.

Fonte: Serviço Florestal Brasileiro

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IBGE lança novo Manual Técnico de Uso da Terra

Publicado em 02/01/2014 - 9:23 por | Comentar

Categorias: Uso da Terra
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 Manual Técnico de Uso da Terra

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizou, no dia 27 de dezembro passado, em seu portal na internet, a terceira edição do “Manual Técnico de Uso da Terra”, uma obra de referência para mapeamento da cobertura e uso da terra e para análises da dinâmica da ocupação e uso do território do Brasil, em escala exploratória.

Esta nova edição oferece normas para a produção e armazenamento de informações em banco de dados, atendendo às necessidades de especificações técnicas exigidas pela Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) (www.inde.gov.br), entre outras inovações. Clique na imagem acima para acessá-lo em PDF. A publicação impressa com CD-ROM está sendo vendida na Loja Virtual do IBGE: loja.ibge.gov.br.

A terceira edição do “Manual Técnico de Uso da Terra” introduz inovações como a possibilidade de combinação em banco de dados de até três tipos dos usos até hoje identificados no País. O processamento destes dados gerou um sistema de classificação de uso da terra que permite que uma unidade de mapeamento seja descrita da mesma forma para qualquer ponto do Brasil. Este sistema permite selecionar a classe de interesse, segundo o nível de detalhamento de classe, subclasse ou unidade, seja para unidade da federação, região ou todo o País.

Outra inovação desta edição é a representação iconográfica das classes como forma de oferecer ao usuário retratos dos padrões de uso da terra. Também foram discriminados e detalhados todos os produtos relacionados a cada uma das tipologias de uso, em concordância com as terminologias utilizadas pelo IBGE para as áreas urbanas, para os produtos da extração vegetal, e na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

No que se refere aos produtos da mineração, foram utilizadas informações do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), e para os usos da água considerou-se a classificação da Agência Nacional de Águas (ANA) e aquelas estabelecidas pelas Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) 20/1986 e 357/2005.

A expectativa é que a concepção teórico-metodológica do manual e seus procedimentos operacionais contribuam para a produção de informações em âmbito nacional por qualquer usuário, permitindo identificar e normalizar seu mapeamento.

Fonte: IBGE

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CAR será obrigatório em todo País

Publicado em 27/12/2013 - 9:18 por | Comentar

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Prevista pelo Código Florestal, a ferramenta já contribui para melhoria do controle do desmatamento nas fronteiras agrícolas da Amazônia (clique na imagem para saber mais)

Prevista pelo Código Florestal, a ferramenta já contribui para melhoria do controle do desmatamento nas fronteiras agrícolas da Amazônia (clique na imagem para saber mais)

Uma ferramenta que tem contribuído para a redução do desmatamento em Estados como o Pará e o Mato Grosso, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), deve se tornar obrigatória em todo o País nos próximos dias.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a ministra Izabella Teixeira está prestes a assinar Instrução Normativa que oficializará o CAR como condição para que uma propriedade esteja de acordo com a legislação ambiental. A partir da assinatura do documento, passará a valer o prazo de dois anos previsto pelo Código Florestal para que todos os proprietários de terras e posseiros do Brasil regularizem sua propriedade.

O CAR é uma espécie de carteira de identidade ambiental das propriedades rurais. Ele é composto por um mapa da propriedade, construído a partir de imagens de satélite, e de dados sobre a situação da vegetação na propriedade. Ele mostra, entre outras informações, o tamanho da propriedade, a porcentagem de área preservada (Reserva Legal) e se as Áreas de Preservação Permanente (APPs) estão de acordo com as exigências da legislação. São consideradas APPs, por exemplo, os trechos às margens de rios e nascentes, além das encostas de morros.

Desde que o novo Código Florestal entrou em vigor, o CAR tornou-se obrigatório e passou a ser o primeiro passo para que uma propriedade se regularize ambientalmente. As informações contidas no CAR ajudam os governos e o próprio produtor rural a saber se uma propriedade precisa recuperar áreas de vegetação degradada e onde exatamente elas estão.

O CAR também é um mecanismo de identificação das responsabilidades individuais pela conservação da floresta. Como passa a haver um registro da ocupação dos territórios rurais, que pode ser cruzado com os dados de desmatamento, dá para saber quem está desmatando e quem está conservando a terra. Por fim, o CAR também permite o planejamento do uso do espaço por parte do produtor e, em uma escala mais ampla, por parte das prefeituras e dos governos estaduais.

Desmatamento caiu

Exemplo do impacto do CAR na redução do desmatamento são os municípios de São Félix do Xingu e Santana do Araguaia, ambos no sudeste do Pará. Desde que o CAR começou a ser implantado massivamente na região, em 2009, Santana do Araguaia saiu da lista dos municípios que mais desmatam a Amazônia, elaborada anualmente pelo MMA.

Em São Félix do Xingu, que já foi o campeão nacional em área desmatada e ainda hoje é o município com maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 2 milhões de cabeças de gado, o desmatamento caiu 68%, entre 2009 e 2012.

A expansão do cadastro na região norte de Mato Grosso também contribuiu diretamente para a saída de dois municípios da lista do MMA: Brasnorte e Feliz Natal. Além do CAR, diversas outras medidas de incentivo à produção sustentável contribuíram para a redução do desmatamento nesses municípios. Porém, a ampliação do CAR é uma das medidas mais importantes para aumentar a capacidade dos governos de monitorar a situação ambiental e para ajudar o produtor a aumentar sua produtividade, segundo o gerente de conservação do Programa Amazônia da organização ambiental The Nature Conservancy, Marcio Sztutman.

“O CAR contribuiu para melhorar a vida de muitos produtores e para facilitar a transição para uma produção mais responsável em municípios onde a situação do desmatamento era alarmante. Em nível nacional, é uma ferramenta fundamental para que o Código Florestal seja cumprido efetivamente”, afirma Sztutman.

A TNC foi uma das responsáveis pela expansão do CAR nos dois municípios e em pelo menos outras oito cidades paraenses. Em conjunto com prefeituras, governo estadual e sindicatos de produtores rurais, a organização cadastrou mais de 2 mil propriedades só em 2012, em um total de 554 mil hectares – área equivalente à das nove maiores capitais brasileiras somadas.

Fonte: The Nature Conservancy

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Natal sustentável

Publicado em 19/12/2013 - 14:22 por | Comentar

Categorias: Atitude, Sustentabilidade
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Imagem de Amostra do You Tube

Uma atitude sustentável simples, que merece ser conhecida e até copiada. Neste fim de ano, o Grupo Aço Cearense optou por não enviar cartões impressos de Natal para clientes e parceiros e reverter o valor que seria destinado à confecção e distribuição dos cartões para instituições beneficiadas pelo Instituto WMA. A divulgação da campanha acontece por meio das redes sociais do Grupo e dos apoiadores da causa, além de e-mail marketing. Para assistir ao vídeo, acesse: http://www.youtube.com/embed/lImigMv9QxQ

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Aquasis tem projeto no Litoral Leste do Ceará contemplado pelo Programa Costa Atlântica

Publicado em 17/12/2013 - 14:59 por | Comentar

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Projetos apoiarão a criação e gestão de Unidades de Conservação. Hoje, apenas 1,57% da costa brasileira encontra-se protegida Foto: Kiko Silva

Projetos apoiarão a criação e gestão de Unidades de Conservação. Hoje, apenas 1,57% da costa brasileira encontra-se protegida Foto: Kiko Silva

A Fundação SOS Mata Atlântica divulga os contemplados do VI Edital do Programa Costa Atlântica. As seis organizações selecionadas receberão, ao todo, cerca de R$ 300 mil reais para projetos para a conservação da biodiversidade e a sustentabilidade das zonas costeira e marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica.

As instituições contempladas são: Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis), do Ceará; Associação Voz da Natureza, do Espírito Santo; Comissão Ilha Ativa, do Piauí; Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos, de Santa Catarina; Fundação Mamíferos Aquáticos, da Paraíba; e Sea & Limno Technology Consultoria Ambiental (Salt), de São Paulo.

“A maioria dos projetos aprovados nesse ano acompanha a linha 1 do edital, de “Fortalecimento de Unidades de Conservação Marinha”. Esse é um grande diferencial, pois corresponde à necessidade de criação de Unidades de Conservação (UCs) da Costa Atlântica. Além disso, os projetos são importantes para o desenvolvimento regional e o fortalecimento das comunidades locais”, afirma Camila Keiko Takahashi, do Programa Costa Atlântica.

A bióloga explica que o Brasil tem uma zona costeira e marinha de mais de 4 milhões de quilômetros quadrados, e que hoje apenas 1,57% encontra-se protegido sob alguma forma de Unidade de Conservação. “Os projetos selecionados irão contribuir com a manutenção das áreas marinhas protegidas e também com a preservação dessa biodiversidade já bastante ameaçada”, comenta.

Beneficiados do VI Edital do Programa Costa Atlântica

Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis) – Ceará

A proposta da Aquasis envolve a revisão e atualização da lei de criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Manguezal da Barra Grande, uma Unidade de conservação municipal criada em 1998, antes da lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), de 2000, com o objetivo de proteger o estuário da Barra Grande e o Banco dos Cajuais. Estes são ecossistemas que abrigam espécies migratórias, ameaçadas e também de grande valor comercial no extremo leste do Ceará.

“O Programa Costa Atlântica tem uma importância fundamental no desenvolvimento de projetos, pesquisas e políticas para a conservação de áreas e de biodiversidade marinhas no Brasil, assim como na proteção dessas regiões com subsídios para a consolidação de Unidades de Conservação. no Ceará, o Programa tem tido um papel relevante nos processos de conservação da biodiversidade e dos serviços ambientais da zona costeira e marinha conduzidos pela Aquasis”, explica Thaís Moura Campos Vila Nova, secretária-executiva e coordenadora do Programa de Áreas Protegidas.

Associação Voz da Natureza - Espírito Santo

Em parceria com a Fundação Pro-Tamar e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) da Reserva Biológica de Comboios, envolvendo ativamente cinco comunidades da foz do Rio Doce (Regência, Comboios, Povoação, Degredo e Barra do Riacho), a Associação Ambiental Voz da Natureza iniciará o processo para a criação de uma Unidade de Conservação na foz do Rio Doce, local que demarca o limite sul do banco dos Abrolhos, onde encontra-se tartarugas marinhas, boto-cinza, toninhas, diversos peixes de importância comercial, tubarões e raias.

“Para nós o edital é essencial, pois está possibilitando que essa Unidade de Conservação surja com um pleito dos atores locais, que há dez anos solicitaram sua criação. O edital marca o início de uma série de atividades de desenvolvimento socioambiental que pretendemos levar para a região”, conta Eric Freitas Mazzei, membro da Associação Voz da Natureza.

Comissão Ilha Ativa – Piauí

Preocupados com o manejo sustentável e consciente dos recursos naturais locais, a Comissão Ilha Ativa buscará contribuir no processo de conservação e preservação ambiental dos bens naturais da Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba. Promoverá também uma reflexão para a proteção da sociobiodiversidade local a partir de ações educativas, como campanha de limpeza e roda de memória.

“O Programa Costa Atlântica possibilitará o fomento das nossas atividades de Educação Ambiental dentro da Unidade de Conservação. Ele vem para fortalecer e ampliar cada vez mais a nossa metodologia de trabalho e os objetivos da APA”, destaca Francinalda Maria Rodrigues da Rocha, coordenadora da Comissão Ilha Ativa.

Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos – Santa Catarina

O Núcleo de Gestão Integrado de Santa Catarina (NGI – SC) é composto por cinco unidades de conservação: a APA da Baleia Franca, APA do Anhatomirim, Estação Ecológica (Esec) de Carijós, Reserva Biológica (Rebio) Marinha do Arvoredo e Reserva Extrativista (Resex) do Pirajubé. A Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos propõe a sistematização da abordagem territorial, baseando-se nos planos de desenvolvimento dos municípios do Estado de Santa Catarina e do governo federal na elaboração e revisão dos Planos de Manejo das Unidades de Conservação do NGI –SC.

“Para nós, o Programa Costa Atlântica é importante, pois preserva e defende a riqueza natural que temos, além de também de alguma forma contribuir para um diálogo entre diversos atores, buscando diminuir o impacto sobre a biodiversidade”, afirma Maurício Roque Serva de Oliveira, coordenador técnico da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos.

Fundação Mamíferos Aquáticos – Paraíba

O Projeto da Fundação Mamíferos Aquáticos, é focado na comunidade da Barra de Mamanguape, município de Rio Tinto, na Paraíba. A proposta visa atender os pescadores artesanais, em especial as mulheres marisqueiras da comunidade, por meio da promoção da valorização dessas mulheres, melhoria da qualidade de vida dos pescadores artesanais e ampliação das oportunidade de geração de renda.

“Para nós, o Edital é importante, pois, pela primeira vez, iremos realizar o plano e manejo da unidade que existe desde 1993”, observa João Carlos Gomes Borges, diretor-presidente da Fundação Mamíferos Aquáticos.

Sea & Limno Technology Consultoria Ambiental (Salt) – São Paulo

O projeto dará suporte à gestão, monitoramento, planejamento de atividades de pesquisa e gerenciamento administrativo da Esec Tupinambás, inserida no Arquipélago de Alcatrazes, litoral norte de São Paulo. Também serão realizadas reuniões para definição de demandas e interesses da Esec e o desenvolvimento de ferramentas de sistematização de dados para contribuir para a gestão e monitoramento da unidade de conservação, além de oferecer subsídios para a finalização e implantação do seu Plano de Manejo.

“O Programa Costa Atlântica é de grande importância, pois contribui com projetos como o nosso, que visam a criação de uma ferramenta para a gestão de unidades de conservação. Colabora também para a consolidação das Unidades de Conservação, ajudando a geri-las”, diz Vitor Massaki Izumi, sócio-diretor da Salt e coordenador técnico do projeto.

Programa Costa Atlântica

Criado em 2006, o Programa Costa Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica, tem como objetivo incrementar os esforços de conservação das zonas costeira e marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica. Uma das estratégias de ação é o Fundo Pró-unidades de Conservação Marinha. A iniciativa foi estabelecida como um fundo de perpetuidade para garantir a proteção, gestão e sustentabilidade das áreas marinhas protegidas existentes. Outra estratégia é o Fundo Costa Atlântica, que por meio de editais públicos apoia a criação e consolidação de unidades de conservação, negócios e uso dos recursos naturais marinhos e costeiros. Esse fundo já apoia uma área de 2.885.439,67 hectares distribuídos em oito Estados da costa brasileira.

Fundação SOS Mata Atlântica

Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização privada sem fins lucrativos, que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência. Assim, estimula ações para o desenvolvimento sustentável, promove a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobiliza, capacita e incentiva o exercício da cidadania socioambiental. A Fundação desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável, proteção e manejo de ecossistemas.

Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica

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