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Tag: Água


17:01 · 01.03.2017 / atualizado às 17:01 · 01.03.2017 por


“Como bem sabemos, a importância da Campanha da Fraternidade (CF) tem crescido a cada ano, repercutindo não apenas no interior das comunidades católicas, mas também nos diversos ambientes da sociedade, especialmente pela sua natureza e pela iminência dos assuntos abordados”. Foi com estas palavras que o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, abriu oficialmente a Campanha da Fraternidade 2017.

A cerimônia ocorreu na sede da entidade, nesta quarta-feira (1º), em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”, neste ano, a Campanha busca alertar para o cuidado com os biomas brasileiros: Cerrado, Mata
Atlântica, Caatinga, Pampa, Pantanal e Amazônia. Além disso, enfatiza o respeito à vida e à cultura dos povos que neles habitam. O lema escolhido para iluminar as reflexões é “Cultivar e guardar a criação (Gn 2, 15)”.

Para dom Sergio, a temática é de extrema urgência. “Cada Campanha da Fraternidade quer nos ajudar a vivenciar a fraternidade em um campo específico da vida ou da realidade social brasileira que tem necessitado de maior atenção e empenho, e, neste
ano, o tema escolhido é de grande notoriedade”, enfatizou.

Ainda de acordo com ele, é preciso que as pessoas conheçam os biomas a fundo para poderem “contemplar a beleza e a diversidade que estão estampados no próprio cartaz da Campanha da  Fraternidade.

Dom Sergio disse, ainda, que não basta conhecer os biomas, é preciso também refletir sobre a presença e sobre a ação humana nesses ambientes. Ele também ressaltou a valorização dos povos originários, que, de acordo com ele, são “verdadeiros guardiões dos biomas”.

“Nós precisamos valorizar, defender a vida e a cultura desses povos, mas também somos motivados a refletir sobre as causas dos problemas que afetam os biomas como, por exemplo, o desmatamento, a poluição da natureza e das nascentes. Necessitamos também refletir sobre a ação de cada um de nós e nossas posturas nos biomas onde estamos inseridos”, disse.

Por último, o bispo destacou que pode haver um certo estranhamento por parte das pessoas em relação à Igreja ter escolhido este assunto para a Campanha, mas segundo ele, ninguém pode assistir passivamente à destruição de um bioma ou de sua própria
casa, da casa comum.

“O assunto, de fato, não pode ser descuidado, não pode ser deixado para depois, ele necessita da atenção e dos esforços de todos. O tema tem sim muito a ver com a fé em Cristo, com a fé no Criador, com a palavra de Deus, e admirar os biomas é contemplar a obra do criador”, finalizou.

Importância

O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado federal Alessandro Molon, compôs a mesa da cerimônia e, em sua fala, agradeceu pela escolha do tema por parte da Igreja no Brasil, considerando a iniciativa um serviço de extrema
importância para o País e para a proteção do meio ambiente.

O parlamentar lembrou e agradeceu ainda pelo pontificado do papa Francisco, “grande liderança mundial, que, dentre outras iniciativas importantes, escreveu a encíclica Laudato Si e tem dedicado uma parte especial do seu ministério ao convite de
uma ecologia humana e integral, lançando luz sobre a relação entre degradação do ambiente, injustiça social e pobreza”.

Molon indicou que, dos oito objetivos específicos da CF, quatro serão de grande importância para a Frente Parlamentar em 2017: o aprofundamento do conhecimento de cada bioma, o comprometimento com as populações originárias, o reforço do
compromisso com a biodiversidade e a contribuição para a construção de um novo paradigma ecológico. No fim, apresentou dez desafios da Frente Parlamentar para os quais pediu apoio da CNBB e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Ações convergentes

“Sentimo-nos, portanto, amparados e revigorados na busca dos nossos objetivos”, afirmou o secretário de articulação institucional e cidadania do MMA, Edson Gonçalves Duarte, ao comentar a escolha da temática da CF 2017.

O representante do  ministro Sarney Filho lembrou da atuação do bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, na defesa do Rio São Francisco e ressaltou que o cuidado com os biomas permeia todos os campos de atuação do Ministério: florestas, biodiversidade, água, extrativismo, clima, desenvolvimento sustentável e cidadania ambiental.

O secretário lamentou o profundo desconhecimento de parte da sociedade brasileira “que muitas vezes até compreende a importância da Amazônia, mas não percebe que o equilíbrio ecológico dos biomas é necessário para a manutenção, não apenas da fauna e da flora, mas também da vida humana”.

Duarte considerou que muitas das ações propostas pela Campanha da Fraternidade convergem com as prioridades determinas pelo MMA, como o combate ao desmatamento, o aprimoramento do monitoramento dos biomas, proteção de nascentes e matas ciliares, apoio aos povos tradicionais e a educação ambiental.

“A incorporação de toda essa temática na perspectiva de trabalho da CNBB
fortalece sobremaneira a defesa dos biomas brasileiros, pois, além de um arcabouço científico muito bem estruturado, a Campanha da Fraternidade reveste suas ações de uma riqueza espiritual capaz de tocar as consciências de uma forma profunda”,
salientou.

Publicação original: CNBB

08:00 · 26.08.2015 / atualizado às 20:53 · 22.08.2015 por
Abertas as Inscrições para o O² 2015
 

Já estão abertas as inscrições para o Encontro Intercontinental Sobre a Natureza 2015 – O². O evento será realizado no Centro de Eventos do Ceará entre os dias 21 e 26 de novembro. O tema desta edição será: Sustentabilidade: Práticas de segurança hídrica, alimentar, sócio ambiental e econômica no semi-árido.

Com uma rica programação, o evento contará com o Encontro de Jornalistas Ambientais, novidade desta atual edição, o Fórum de Líderes Intercontinentais, com a presença de lideranças de países como Chile, EUA, Austrália, Canadá, África do Sul e Colômbia, com a apresentação de casos êxitos na área da sustentabilidade e a Feira de Tecnologia e Produção Limpa – PROECO, além de cursos, oficinas, palestras e mesas redondas.

Maiores informações e inscrições: site: www.ihab.org.br/02015

Telefone: (85) 3253-1641

08:00 · 23.08.2015 / atualizado às 20:47 · 22.08.2015 por

A Articulação do Semiárido (ASA) lançou uma carta em defesa da região. O documento é endossado pelo Fórum Cearense pela Vida no Semiárido e por centenas de outras entidades.  Destaca os avanços dos últimos anos mas faz críticas à postura governamental.

 

CARTA ABERTA

Por um Semiárido vivo com direito à água e Soberania Alimentar

Exma. Presidenta da República Federativa do Brasil

Sra. Dilma Rousseff

“A luta contra a miséria e a fome tem dupla dimensão: a emergencial e a estrutural. A articulação entre as duas dimensões é complexa e cheia de astúcias. Atuar no emergencial sem considerar o estrutural é contribuir para perpetuar a miséria. Propor o estrutural sem atuar no emergencial é praticar o cinismo de curto prazo em nome da filantropia de longo prazo”. (Betinho)

Nós, cidadãos e cidadãs, brasileiros e brasileiras, intelectuais, artistas, parlamentares e integrantes de movimentos sociais populares, do campo e da cidade, somos testemunhas dos muitos avanços vividos no Brasil nos últimos anos, que resultaram na redução de desigualdades sociais e econômicas.

A situação apontada pelo sociólogo Betinho em relação à seca de 1979 a 1983, onde quase um milhão de pessoas morreram de sede e de fome, em decorrência da falta de ação do Estado, é uma realidade distante. O Semiárido de hoje é reconhecido por sua beleza, resiliência, alta capacidade de inovação e produção de conhecimento e alimentos. Tudo isso graças à força do povo que vive nessa região, que com acesso a uma série de políticas públicas integradas, deu novo rumo à sua história.

Políticas como o Bolsa Família, o Crédito, o PAA, o PNAE, o Seguro Safra, o Bolsa Estiagem e o Água para Todos propiciaram nova condição de vida ao povo do Semiárido. O acesso à água contribuiu diretamente com a desconstrução da imagem de um Semiárido sem vida e sem capacidade produtiva. Atualmente, quase um milhão famílias têm água de qualidade para beber ao lado de casa, através das cisternas de placas; cerca de 120 mil famílias podem produzir de forma agroecológica, através das diversas

tecnologias de armazenamento de água para esse fim, a exemplo das cisternas-calçadão, barragens subterrâneas, barreiros-trincheiras, entre outras. Foi com a contribuição do Água para Todos que 40 milhões de pessoas saíram da miséria e da indigência.

E apesar de todas as conquistas, ainda há muito o que fazer. O Semiárido vive uma das maiores secas dos últimos 60 anos. Por essa razão, neste momento de crise nacional e internacional, ao fazermos escolhas Sra. Presidenta, é fundamental reconhecer a existência de grupos sociais historicamente penalizados, e assim, os necessários ajustes não devem recair sobre eles.

Queremos continuar assistindo à histórica redução das desigualdades que marcam o País. Não podemos parar, tampouco diminuir o ritmo dessas políticas, especialmente às responsáveis por garantir soberania alimentar.

Reforçamos nosso apelo à Vossa Excelência para que não deixe o ajuste fiscal paralisar ações que vêm mudando radicalmente a paisagem e as faces do Semiárido para melhor e que garantem vida digna ao seu povo.

Tenha certeza, Senhora Presidenta, estamos juntos nesta batalha de justiça e dignidade e não aceitaremos nada menos que a ampliação das políticas que transformam para sempre a vida das pessoas.

Fome e miséria nunca mais!!!

15 de agosto de 2015.

10:33 · 22.05.2015 / atualizado às 10:33 · 22.05.2015 por
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A peça audiovisual faz parte de uma campanha mundial para apoiar a transição dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio  (ODM) para o novo conjunto de metas da agenda de desenvolvimento pós-2015, que deverá ser adotado pelos países em setembro
“Somos a primeira geração que tem os recursos e tecnologias para eliminar a pobreza, mas somos provavelmente a última geração que pode impedir que a mudança global do clima destrua tudo o que temos,” afirmou o conselheiro sênior de Políticas Públicas do Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), Paul Ladd. A declaração resume a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável e inclusivo, em um ano em que líderes mundiais têm a oportunidade histórica de dar prosseguimento a importantes transformações nas áreas econômica, ambiental e social.
Em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, os países membros da Organização chegarão a um acordo final sobre a nova agenda global de desenvolvimento, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nesse contexto, a Secretaria Geral da ONU, lançou, em janeiro, a ampla campanha de incidência e mobilização “2015: Momento de Ação Global” que preparará o terreno para a implementação dos ODS mundialmente.
O Pnud alinhou sua estratégia de comunicação a essa campanha e desenvolverá, ao longo do ano, ações, produtos e atividades com o objetivo de mobilizar apoio global – de cidadãos em geral, da sociedade civil organizada, da imprensa, dos tomadores de decisão, do setor privado, da academia, dentre outros atores – para questões que afetam a vida das pessoas, incluindo:

O aceleramento para o cumprimento dos ODM

A definição da nova e audaciosa agenda de desenvolvimento

O estabelecimento de novos fluxos de financiamento para a sustentabilidade

O alcance de um acordo global sobre o clima

A primeira ação da campanha no Pnud é o vídeo acima, que reflete sobre o histórico e o contexto da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015: “Temos uma responsabilidade compartilhada para entregar uma agenda que reflita as esperanças e as aspirações dos povos do mundo. É necessária uma ação concertada para enfrentar grandes desafios atuais e futuros. Parcerias amplas serão necessárias para o alcance do desenvolvimento sustentável”, disse a administradora do Pnud, Helen Clark.
O Pnud está colaborando com diversos países para o êxito no cumprimento dos ODM desde 2000, quando teve início a primeira agenda de desenvolvimento global. A partir de setembro deste ano, o Programa dará início a ações de apoio a governos, empresas e sociedade civil organizada na transição entre as agendas de desenvolvimento.
“Esse é um processo natural, uma vez que o planejamento estratégico do Pnud já está completamente alinhado aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável atualmente em discussão, em especial os objetivos relacionados à pobreza, governança, e mudança global do clima, particularmente relacionados ao trabalho atual do Pnud e aos planos de longo prazo,” afirma o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek.
Construção da nova agenda
Os ODS propostos, baseados inclusive em consultas públicas em todo o mundo, têm como ponto de partida os ODM e vêm ampliá-los e aprofundá-los, além de responder a novos desafios. Os ODS constituem um conjunto integrado e indivisível de prioridades globais para o desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.
Em relatório lançado no início deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirma que nunca houve consulta tão ampla e profunda sobre desenvolvimento. A Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 começou a ser elaborada a partir da Rio+20 e contou com apoio e colaboração de governos, empresários, especialistas, todo o Sistema ONU e milhares de pessoas ao redor do mundo, por meio de consultas presenciais e online, com a utilização da plataforma MY World (MEU Mundo).
O relatório do secretário-geral afirma que o sucesso da nova agenda dependerá do poder de inspirar e mobilizar agentes essenciais, novos parceiros, governantes e cidadãos de todo o mundo. Para isso, ela deverá ser baseada nas experiências e nas necessidades das pessoas e deverá assegurar que a transição dos ODM para objetivos mais amplos de desenvolvimento sustentável seja efetiva e internalizada nas políticas e programas de cada país.

Fonte: ONU Brasil

13:11 · 25.03.2015 / atualizado às 13:16 · 25.03.2015 por

 

tecnologiasociallogo

Até 31 de maio estão abertas as inscrições para o 8ª Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que nesta edição tem a Petrobras, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como parceiros.

O Prêmio tem o objetivo de certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas e ainda em atividade, em âmbito local, regional ou nacional, que se constituam em efetivas soluções para questões relativas à água, alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente e saúde.

Podem se inscrever as instituições sem fins lucrativos legalmente constituídas no País, de direito público ou privado, como cooperativas, organizações não governamentais (ONGs), prefeituras, associações, fundações, institutos de pesquisa, universidades, de acordo com o regulamento e o manual, que podem ser acessados pelo site www.fbb.org.br/tecnologiasocial.

Nesta edição, serão aceitas inscrições para seis categorias. A novidade será a premiação para Tecnologias Sociais para o Meio Urbano. As outras cinco categorias serão: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; e Universidades e Instituições de Ensino e Pesquisa.

Esta 8ª edição do Prêmio FBB de Tecnologia Social distribuirá R$ 600 mil no total, sendo R$ 50 mil para as iniciativas vencedoras em cada uma das seis categorias e mais R$ 25 mil para cada uma das outras duas finalistas de cada categoria.

Os projetos inscritos passam por um processo de triagem que inclui as fases de certificação, seleção das finalistas, julgamento das vencedoras e premiação, observados os critérios e parâmetros estabelecidos no Regulamento do Prêmio. Em sete edições realizadas, de 2001 a 2013, foram concedidos mais de R$ 3 milhões ao aprimoramento das tecnologias sociais vencedoras, por meio de projetos apresentados à Fundação Banco do Brasil.

Banco de Tecnologias Sociais

Todas as iniciativas certificadas vão compor o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB. O BTS é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras e atualmente conta com 696 tecnologias sociais cadastradas.

No BTS, as Tecnologias Sociais desenvolvidas por instituições de todo o País podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, UF ou demais parâmetros de pesquisa.

As informações sobre as tecnologias sociais abrangem o problema solucionado, a solução adotada, a forma de envolvimento da comunidade, os municípios atendidos, os recursos necessários para implementação de uma Tecnologia Social, entre outros detalhamentos.

São disponibilizadas, também, os contatos dos responsáveis pela Tecnologia Social, possibilitando que instituições interessadas em reaplicar ou conhecer detalhes sobre o processo possam entrar em contato direto com as instituições que desenvolveram as tecnologias sociais.

Fonte: Fundação BB

 

16:12 · 19.12.2014 / atualizado às 16:14 · 19.12.2014 por

GESTÃO AMBIENTAL_10 ANOS

A primeira página de Gestão Ambiental foi publicada no dia 19 de dezembro de 2004, na contracapa do caderno de Negócios do Diário do Nordeste, com o objetivo de dar visibilidade ao que se faz ou o que se pode fazer, no setor produtivo, no sentido de promover uma convivência menos impactante no equilíbrio ambiental do nosso Planeta. Neste dez anos, empresas, iniciativas e ideias foram lançadas neste espaço.

No dia 28 de fevereiro de 2011 foi feita a primeira postagem no Blog Gestão Ambiental, um espaço mais dinâmico, com conexão direta com rede sociais como o Facebook, Twitter e Google +.

Nestes dez anos, temas como uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade e muitos outros têm estado presentes semanalmente na pauta do Diário do Nordeste.

Para marcar a data, desde o Dia Mundial do Meio Ambiente deste 2014 publicamos reportagens especiais. Abordamos a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), uso racional da água, Caatinga, Consumo Consciente e Gestão Ambiental de uma forma mais ampla, partindo da norma ISO 14000Sistema de Gestão Ambiental (SGA).

A página e o blog de Gestão Ambiental continuam espaços abertos para mostrar as boas iniciativas em prol de um estilo de vida que busque o Desenvolvimento Sustentável.

13:15 · 22.07.2014 / atualizado às 13:15 · 22.07.2014 por
O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas que promovam melhores práticas na gestão, participação, comunicação, sensibilização e educação relacionados à água Foto: Cid Barbosa / Agência Diário
O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas que promovam melhores práticas na gestão, participação, comunicação, sensibilização e educação relacionados à água Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

Como parte da comemoração do fim da década “Água, fonte de vida” (2005-2015), as Nações Unidas lançaram a quinta edição do prêmio organizado por sua agência ONU-Água, para promover melhores práticas na gestão desse recurso natural e no âmbito da participação, comunicação, sensibilização e educação.

O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas e não o trabalho individual. Aqueles que queiram concorrer sozinhos devem encontrar o aval e apresentar-se com o apoio de uma organização. O prazo de inscrição termina no dia 15 de setembro de 2014.

Com o tema “Água e Desenvolvimento Sustentável”, esta quinta edição do prêmio oferece ainda uma oportunidade para refletir sobre os compromissos internacionais nesse campo e sobre os esforços realizados para alcançar a meta dos Objetivos de Desenvolvimento de reduzir pela metade a proporção de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento para 2015, bem como deter a exploração insustentável dos recursos hídricos.

O prêmio será entregue no dia 22 de março, durante uma cerimônia, em Nova York, por ocasião do Dia Mundial da Água. Essa é uma iniciativa organizada e coordenada pelo Escritório das Nações Unidas de Apoio à Década Internacional para a Ação “Água – Fonte de Vida” 2005-2015, que implementa o Programa ONU-Água para a Promoção e Comunicação e o Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP).

Para mais informação, clique aqui.

Fonte: ONU Brasil

10:23 · 18.04.2014 / atualizado às 10:28 · 18.04.2014 por
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O Projeto “Encontros Socioambientais com Lenine – Música e Sustentabilidade numa só nota”, patrocinado pela Petrobras, tem como objetivo ampliar a conscientização sobre cidadania e o conhecimento de práticas e tecnologias sustentáveis, além de promover a troca de experiências e informações entre os projetos visitados. Em continuidade à ação, que conta com a visita de Lenine a projetos apoiados pela companhia em 12 Estados, o cantor e compositor estará em Chaval (CE), hoje (18); e em Jericoacoara (CE), amanhã (19).

Hoje pela manhã, o músico conhece o trabalho realizado pelo Projeto Pesca Solidária, criado em 2010 para a conservação do estuário dos rios Timonha e Ubatuba, na divisa do litoral do Piauí e Ceará. A visita acontece no projeto, localizado em Porto do Mosquito, em Chaval, com café da manhã com a presença da comunidade pesqueira das cidades de Cajueiro da Praia, Chaval e Barroquinha, onde atua o projeto.

Em seguida haverá um passeio pelo estuário dos rios Timonha e Ubatuba para acompanhar uma pesca artesanal e uma despesca dos currais de peixes. À noite, o artista fará uma apresentação gratuita e aberta ao público, na praça central de Jericoacoara.

Lenine é colaborador de instituições no Brasil e no exterior que defendem causas sociais e ambientais. A afinidade do músico com o tema marca presença em diversas composições de sua autoria. Até junho, o músico percorrerá projetos ambientais, sociais e esportivos educacionais distribuídos por 12 Estados das cinco regiões geográficas do País. A estimativa é de que mais de 24 mil pessoas diretamente, e 640 mil indiretamente, sejam alcançadas, estimulando as comunidades a participar dos projetos existentes e a construir novos projetos com potencial de promover transformações sociais e ambientais.

O patrocínio ao projeto “Encontros Socioambientais com Lenine” está alinhado ao eixo estratégico Mobilização para Temas e Causas do Programa Petrobras Socioambiental: http://sites.petrobras.com.br/socioambiental/. Por meio do programa, a companhia investirá R$ 1,5 bilhão até 2018, em projetos com foco nas linhas de atuação: Produção Inclusiva e Sustentável, Biodiversidade  e Sociodiversidade, Direitos da Criança e do Adolescente, Florestas e Clima, Educação, Água e Esporte.

O objetivo do programa é potencializar a contribuição da Petrobras para o desenvolvimento sustentável e a promoção de direitos, com investimentos em práticas em todo país voltadas para um ambiente ecologicamente equilibrado.

Patrocínio da Petrobras no Ceará

A Petrobras patrocina seis projetos ambientais, sociais e de esportes educacionais no Estado. Os projetos incluídos na agenda desta semana são:

Pesca Solidária – Criado em 2010 para a conservação do estuário dos rios Timonha e Ubatuba na divisa do litoral do Piauí e Ceará.

Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia – Projeto de esporte e educação, realizado pelo Instituto de Capacitação e Integração da Família, com patrocínio da Petrobras, na cidade de Paracuru (CE).

De Olho na Água – Projeto que possui três diretrizes: planejamento e gestão ambiental, desenvolvimento econômico sustentável e mudança de atitude. Já beneficiou diretamente, 1.500 moradores de comunidades de Ponta Grossa, Requenguela, Barrinha, Retiro Grande e Córrego do Sal. Indiretamente, 18 mil pessoas da região participaram de suas atividades.

Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia – Democratizar o acesso da população jovem ao esporte e ao mundo digital, no município de Paracuru (CE) é o objetivo principal do projeto Esporte e educação: essa é a nossa praia. Os jovens participantes aprenderão a praticar surf, sandboard, vôlei de praia e futebol de areia. Além das aulas de esporte, serão ministradas aulas de comunicação digital.

Projeto Cacto – Iniciativa da Organização Não Governamental Fábrica de Imagens, oferece cursos voltados para jovens que tenham entre 16 e 29 anos e estejam cursando a partir do 9º ano do Ensino Fundamental ou tenham concluído o Ensino Médio na rede pública de ensino.

Jogos de Aprender – O projeto Jogos de Aprender, iniciativa da Associação Recreativa e Esportiva para Crianças e Adolescentes (Arca) que pretende desenvolver relação de atividades esportivas com conteúdos abordados nas disciplinas de matemática e português, para crianças e jovens matriculados no sistema público de ensino

No Clima da Caatinga – É um dos projetos da Associação Caatinga para conservação do bioma. O objetivo principal do Projeto No Clima da Caatinga é impactar positivamente na diminuição dos efeitos do aquecimento global através da conservação da Caatinga, no sertão de Crateús (CE).

Fonte: Petrobras

15:25 · 08.11.2013 / atualizado às 15:25 · 08.11.2013 por

O2

Com o objetivo de discutir às questões ambientais e pensar alternativas em prol da sustentabilidade da natureza será realizada,em Fortaleza, a sexta edição do Encontro Intercontinental sobre a Natureza (O2), de 12 a 14 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, uma promoção do Instituto Hidroambiental Águas do Brasil (Ihab).
De acordo com o presidente do Ihab, o geólogo Clodionor Araújo, essa temática é vital para todos os setores sociais e econômicos:  “Segurança hídrica significa garantir que ecossistemas de água doce, costeira e outros relacionados sejam protegidos e melhorados; que o desenvolvimento sustentável e a estabilidade política sejam promovidos; que cada pessoa tenha acesso à água potável suficiente a um custo acessível para levar uma vida saudável e produtiva; e que a população vulnerável seja protegida contra os riscos relacionados à água”.
O crescimento urbano desordenado, outro fenômeno intercontinental, também será discutido no evento. Atualmente, o Brasil possui cerca de 192 milhões de habitantes e as cidades não estão preparadas, nem estruturadas e cada vez mais apresentam problemas relacionados ao uso do solo, deslizamentos, produção de lixo e saneamento básico, entre outros.
A sexta edição do O2 vai promover outros debates sobre as diversas questões ambientais e traz a Fortaleza pesquisadores internacionais, como Ricardo Sandoval Minero (do México), Bimo Nkhata (África), Eimar Karar (África) e Christopher Scott (Arizona). Além de destaques nacionais, como Vicente Andreu Guillo, da Agência Nacional de Águas (ANA); Thales de Queiroz Sampaio, do Serviço Geológico do Brasil; Lazaro Valentim Zuquette, do Departamento de Geotecnia da USP/São Carlos.
O público terá oportunidade, ainda, de conhecer estudos, experiências e ações de manejo ecológico, participar de palestras, cursos, e visitar a Feira Proeco, que apresentará negócios sustentáveis de sucesso. Uma exposição fotográfica com as mais interessantes ações de reciclagem também será uma atração do evento.
As inscrições podem ser realizadas na sede do Ihab, na Rua Ildefonso Albano, 820, Meireles ou pela Internet: www.ihab.org.br
Mais informações
Encontro Intercontinental sobre a Natureza (O2)
Data: 12 a 14 de novembro de 2013
Local: Centro de Eventos – Av. Washington Soares, 1141
Inscrições: IHAB – Rua Ildefonso Albano, 820, Meireles / (85) 3262.1559 / www.ihab.org.br

08:01 · 17.06.2013 / atualizado às 11:13 · 17.06.2013 por

WDCD2013

O Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação é celebrado anualmente no dia 17 de junho, desde 1995, o ano em que o dia foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Neste dia pretende-se promover a sensibilização pública relativa à cooperação internacional no combate à desertificação e os efeitos da seca. O tema escolhido para o ano de 2013 é a seca e a escassez de água.

De toda a água na Terra, apenas 2,5% é doce. E, de tudo isto, o fornecimento total utilizável para os ecossistemas, incluindo o ser humano, é inferior a 1%. E, matematicamente falando, quando a demanda por água excede a oferta disponível, resulta em escassez.

As terras secas são particularmente vulneráveis à escassez de água e a intensificação projetada de escassez de água doce irá causar maiores tensões em zonas áridas. Embora cada pessoa precise de pelo menos 2.000 metros cúbicos de água para o desenvolvimento do bem-estar humano e sustentável a cada ano, em média, as pessoas nas terras áridas têm acesso a apenas 1.300 metros cúbicos.

Mapa da escassez de água

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O objetivo do Dia Mundial de Combate à Desertificação de 2013 é criar consciência sobre os riscos de seca e escassez de água no sertão e, além, chamar a atenção para a importância de manter os solos saudáveis, como parte da agenda pós-Rio +20, bem como a agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) pós-2015.

O slogan deste ano, “Não deixe que o nosso futuro secar” apela para que todos possam tomar medidas para promover a preparação e a resiliência à escassez de água, desertificação e seca. O slogan encarna a mensagem de que todos nós somos responsáveis pela água e conservação do solo e uso sustentável, e que existem soluções para estes graves problemas de recursos naturais. A degradação da terra ameaça o nosso futuro.

Dentro da campanha, a hashtag #WDCD2013 foi proposta para todas as postagens relacionadas ao tema. Ela chama todos a compartilhar fotos e notícias de eventos na sua página no Facebook.

Em Fortaleza

Em comemoração ao Dia Mundial de Combate à Desertificação, o Conselho de Políticas e Gestão do Meio ambiente (Conpam) realiza hoje, a partir das 14h, evento na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O objetivo é difundir as ações do Estado relacionadas à desertificação.

Estão previstas palestras sobre os temas “Experiências do Projeto Mata Branca na Convivência com o Semiárido”, ministrada pela assessora de projetos especiais do Conpam, Tereza Farias; “A Funceme no contexto da desertificação”, chefe do Núcleo de Meteorologia, Meiry Sayuiri Sakamoto; e “Ações Ambientais do Projeto São José”, assessor ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), Hermínio José Moreira Lima. Também será lançado o livro “Levantamento de reconhecimento de média intensidade dos solos – Mesorregião do Sul Cearense”.

No Ceará, as áreas mais fortemente atingidas, conforme o professor Marcos Nogueira, da Universidade Estadual do Ceará (Uece), apresentam uso desordenado dos recursos naturais com práticas agrícolas primitivas, queimadas indiscriminadas e inadequação dos sistemas produtivos. O processo pode ser verificado nos municípios de Irauçuba, Jaguaribe e Inhamuns, o que corresponde a um espaço territorial de quase 30 mil km², cerca de 23% da área do Estado.

Fontes: UNCCD e Conpam