Busca

Tag: Água


09:00 · 30.06.2018 / atualizado às 18:38 · 29.06.2018 por
O objetivo é encontrar empreendedores e projetos para ajudar a resolver alguns dos maiores problemas ambientais do mundo Foto: Túlio Vidal

A Cervejaria Ambev quer encontrar ideias disruptivas que ajudem a resolver algumas das principais questões ambientais da atualidade. Para isso, lança sua aceleradora com foco em impulsionar propostas que contribuam para a construção de um mundo melhor em temas como emissão de carbono, agricultura sustentável, embalagem circular e água. A ideia é identificar soluções inovadoras de empreendedores, startups e acadêmicos.

A melhor proposta será pilotada junto à Cervejaria Ambev e competirá internacionalmente com propostas de outros países na aceleradora global do grupo AB Inbev. O vencedor terá a chance de fechar um contrato com a multinacional e apresentar sua ideia a fundos globais de investimento de alto impacto.

Além do vencedor, a Cervejaria Ambev também premiará outras propostas bem avaliadas com programas de treinamento e mentoria da liderança da companhia, para identificar e desenvolver o potencial das ideias e pessoas participantes, com possibilidade de futuras contratações.

Os interessados já podem fazer o cadastro em www.aceleradoraambev.com.br e aguardar os comunicados sobre as próximas etapas do programa.

“Nossa nova aceleradora cria oportunidades de identificar e apoiar projetos inovadores de pessoas e empresas também preocupadas em resolver os maiores problemas ambientais da atualidade. Isso está conectado ao nosso sonho de unir as pessoas por um mundo melhor”, comenta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

A aceleradora faz parte da Plataforma 100+, lançada recentemente pela companhia. A 100+ reúne ações de impacto positivo para além dos muros da cervejaria, que buscam construir um legado sustentável para a sociedade e o meio ambiente pelos próximos 100 anos e mais.

Recentemente, a Companhia lançou suas metas ambientais para serem atingidas até 2025, que estão alinhadas aos desafios das ideias propostas na plataforma:

  • Ações Climáticas: 100% da eletricidade comprada pela Cervejaria Ambev deve ser advinda de fontes renováveis. Além disso, a cervejaria vai reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo de sua cadeia de valor.
  • Gestão de Água: melhorar de forma mensurável a disponibilidade e a qualidade da água para 100% das comunidades em áreas de alto estresse hídrico com as quais a cervejaria se relaciona.
  • Agricultura Inteligente: 100% dos agricultores parceiros da cervejaria devem estar treinados, conectados e com estrutura financeira para desenvolver um plantio cada vez mais sustentável.
  • Embalagem Circular: 100% dos produtos da Cervejaria Ambev devem estar em embalagens retornáveis ou que sejam majoritariamente feitas de conteúdo reciclado.

Mais informações:

Endereço eletrônico: www.aceleradoraambev.com.br
Quem pode participar: pessoas empreendedoras com sugestões inovadoras para problemas ambientais
Prazo para cadastro: 31 de agosto
Premiação: aceleração de projeto com potencial de concorrer junto a outros países a um contrato global com AB Inbev, além de apresentação a grupo de investidores globais de alto impacto

10:00 · 27.03.2018 / atualizado às 16:28 · 26.03.2018 por
As inscrições podem ser feitas pelo site de hoje até 4 de maio Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

A Petrobras está com as inscrições abertas da edição 2018 da Seleção Pública de projetos sociais e ambientais do Programa Petrobras Socioambiental até o dia 4 de maio. O anúncio foi feito em Brasília, durante o Fórum Mundial da Água. O orçamento total, de até R$ 180 milhões, será destinado à implantação de projetos sociais e ambientais de todas as regiões do País, com valores que, individualmente, estejam orçados entre R$ 500 mil e R$ 6 milhões. 

“O programa contribui para a conservação ambiental e para melhoria das condições de vida das comunidades onde atuamos. Suas linhas de atuação abrangem temas ambientais relevantes para a indústria de óleo e gás e temas sociais importantes para a promoção do desenvolvimento local”, ressalta a gerente executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Beatriz Espinosa. 

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site www.petrobras.com.br/socioambiental. Serão aceitos projetos apresentados por entidades privadas sem fins lucrativos de todo o Brasil. O resultado da seleção está previsto para ser divulgado em novembro deste ano. 

Linhas de atuação do programa 

Os projetos inscritos no Programa Petrobras Socioambiental deverão contemplar uma das seguintes linhas de atuação: 

  1. Biodiversidade: promoção de ações para a proteção e recuperação de espécies e habitats, bem como os usos tradicionais associados, como forma de preservar e conservar a biodiversidade nos ecossistemas.
  2. Florestas e Clima: conservação, recuperação e uso sustentável de formações vegetais dos biomas, valorizando os conhecimentos tradicionais associados. Os projetos devem prever, entre suas ações, sempre que aplicável, a quantificação do carbono fixado, estocado e/ou das emissões evitadas, com metodologias reconhecidas.
  3. Água:  promoção do acesso e sustentabilidade do uso da água, fator crítico para a garantia da vida e para desenvolvimento humano, tanto no campo como nas cidades. Inclui ações ligadas à gestão de recursos hídricos e ao uso racional da água, no que tange à conservação e/ou melhoria da disponibilidade de água em termos de qualidade e quantidade, incluindo a proteção de nascentes e matas ciliares, além do uso sustentável deste recurso.
  4. Educação: promoção do desenvolvimento humano integral, seu preparo para o exercício da cidadania, respeito ao meio ambiente, promoção dos direitos humanos e qualificação para o acesso ao trabalho decente.
  5. Direitos da Criança e do Adolescente: promoção de ações para a garantia dos direitos da criança e do adolescente, na perspectiva da proteção integral e no reconhecimento da criança e do adolescente como sujeitos de direitos e de seu protagonismo.
  6. Esporte: garantia do acesso ao esporte, entendido como um direito social e como fator de formação da cidadania, contribuindo para o desenvolvimento humano integral, a melhoria da qualidade de vida e bem-estar, o fortalecimento da identidade cultural, a promoção da inclusão social e o combate a todas as formas de discriminação e intolerância.

Nesta seleção pública, em todas as linhas de atuação, serão valorizados projetos que contemplem os seguintes temas transversais: 

  1. Respeito aos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Equidade de Gênero, Igualdade Racial e Inclusão de Pessoas com Deficiência)
  2. Promoção da Ética, Integridade e Transparência
  3. Disseminação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
  4. Desenvolvimento e Difusão da Ciência e Tecnologia
  5. Promoção de Medidas Ecoeficientes. Os públicos prioritários foco desta seleção pública são mulheres, negros, pessoas com deficiência, povos e comunidades tradicionais, povos indígenas, crianças e adolescentes e juventude

Mais detalhes sobre a seleção pública 2018 em: www.petrobras.com.br/socioambiental

18:54 · 16.03.2018 / atualizado às 18:54 · 16.03.2018 por
Fundamental para a existência da vida, a água estará no centro das discussões de governantes, pesquisadores e ativistas do mundo inteiro, nos próximos dias, em Brasília Foto: Maristela Crispim

Soluções baseadas na natureza para segurança hídrica estão entre os temas debatidos durante os seis dias de evento

A partir deste domingo (18) Brasília será sede do 8º Fórum Mundial da Água (FMA), o mais importante evento do setor, organizado pelo Conselho Mundial da Água. Esta é a primeira vez que um país do Hemisfério Sul sedia o encontro, que espera receber 40 mil visitantes e sete mil congressistas de diversos países.

O evento tem como objetivo debater inúmeras agendas relacionadas à água, tendo como base os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial o objetivo 6, relacionado à água. Um dos assuntos que terá um recorte especial nesta edição, serão as Soluções baseadas na Natureza (SbN) para segurança hídrica.

O Brasil conta com 12% da água doce do Planeta e possui a maior bacia hidrográfica do mundo, além de um sistema de gerenciamento de recursos hídricos avançado, embora ainda com muitas lacunas para sua implementação. Segundo o presidente do Conselho Mundial da Água e responsável pelo Fórum, Benedito Braga, existe um acúmulo de conhecimento e instrumentos de gestão no País que fizeram com que o Brasil fosse escolhido para sediar o evento neste ano.

A água é um recurso estratégico que, além de ser elemento vital aos seres vivos, é também essencial ao desenvolvimento econômico. Neste sentido, assegurar tal recurso com qualidade e quantidade é de extrema importância, sobretudo em tempos de crise hídrica, cada vez mais agravada pela degradação ambiental e pelos impactos da mudança global do clima.

Participações

Entre os eventos paralelos que serão realizados no Fórum Mundial da Água, a Fundação Grupo Boticário organiza um debate no dia 21 de março. A partir das 17h, representantes da Fundação irão abordar o tema “A natureza como solução integradora” e farão uma apresentação de um framework com Soluções Baseadas na Natureza, e dos resultados de dois estudos de casos para investimentos em infraestrutura natural – um deles realizado em São Bento do Sul (SC), em parceria com a Prefeitura e o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE); e outro realizado no Sistema Cantareira, em parceria com o World Resources Institute (WRI), The Nature Conservancy (TNC), Instituto BioAtlântica (IBIO), União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e FEMSA Foundation.

A Associação Caatinga, que promoveu o tatu-bola como mascote da Copa do Mundo no Brasil, defenderá o bioma, único exclusivamente brasileiro e um dos mais ameaçados do País, no Fórum. Biólogos falarão sobre o projeto No Clima da Caatinga, que atua com tecnologias para o melhor uso da água e demais recursos naturais, especialmente os florestais. Desde 2011, 16 nascentes foram restauradas e protegidas, mais de 21 mil alunos alcançados por atividades de Educação Ambiental, 3.300 famílias envolvidas, 1.600 pessoas capacitadas no uso de tecnologias sustentáveis e 490 educadores certificados em 40 comunidades de Pernambuco e Piauí.

17:01 · 01.03.2017 / atualizado às 17:01 · 01.03.2017 por


“Como bem sabemos, a importância da Campanha da Fraternidade (CF) tem crescido a cada ano, repercutindo não apenas no interior das comunidades católicas, mas também nos diversos ambientes da sociedade, especialmente pela sua natureza e pela iminência dos assuntos abordados”. Foi com estas palavras que o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, abriu oficialmente a Campanha da Fraternidade 2017.

A cerimônia ocorreu na sede da entidade, nesta quarta-feira (1º), em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”, neste ano, a Campanha busca alertar para o cuidado com os biomas brasileiros: Cerrado, Mata
Atlântica, Caatinga, Pampa, Pantanal e Amazônia. Além disso, enfatiza o respeito à vida e à cultura dos povos que neles habitam. O lema escolhido para iluminar as reflexões é “Cultivar e guardar a criação (Gn 2, 15)”.

Para dom Sergio, a temática é de extrema urgência. “Cada Campanha da Fraternidade quer nos ajudar a vivenciar a fraternidade em um campo específico da vida ou da realidade social brasileira que tem necessitado de maior atenção e empenho, e, neste
ano, o tema escolhido é de grande notoriedade”, enfatizou.

Ainda de acordo com ele, é preciso que as pessoas conheçam os biomas a fundo para poderem “contemplar a beleza e a diversidade que estão estampados no próprio cartaz da Campanha da  Fraternidade.

Dom Sergio disse, ainda, que não basta conhecer os biomas, é preciso também refletir sobre a presença e sobre a ação humana nesses ambientes. Ele também ressaltou a valorização dos povos originários, que, de acordo com ele, são “verdadeiros guardiões dos biomas”.

“Nós precisamos valorizar, defender a vida e a cultura desses povos, mas também somos motivados a refletir sobre as causas dos problemas que afetam os biomas como, por exemplo, o desmatamento, a poluição da natureza e das nascentes. Necessitamos também refletir sobre a ação de cada um de nós e nossas posturas nos biomas onde estamos inseridos”, disse.

Por último, o bispo destacou que pode haver um certo estranhamento por parte das pessoas em relação à Igreja ter escolhido este assunto para a Campanha, mas segundo ele, ninguém pode assistir passivamente à destruição de um bioma ou de sua própria
casa, da casa comum.

“O assunto, de fato, não pode ser descuidado, não pode ser deixado para depois, ele necessita da atenção e dos esforços de todos. O tema tem sim muito a ver com a fé em Cristo, com a fé no Criador, com a palavra de Deus, e admirar os biomas é contemplar a obra do criador”, finalizou.

Importância

O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado federal Alessandro Molon, compôs a mesa da cerimônia e, em sua fala, agradeceu pela escolha do tema por parte da Igreja no Brasil, considerando a iniciativa um serviço de extrema
importância para o País e para a proteção do meio ambiente.

O parlamentar lembrou e agradeceu ainda pelo pontificado do papa Francisco, “grande liderança mundial, que, dentre outras iniciativas importantes, escreveu a encíclica Laudato Si e tem dedicado uma parte especial do seu ministério ao convite de
uma ecologia humana e integral, lançando luz sobre a relação entre degradação do ambiente, injustiça social e pobreza”.

Molon indicou que, dos oito objetivos específicos da CF, quatro serão de grande importância para a Frente Parlamentar em 2017: o aprofundamento do conhecimento de cada bioma, o comprometimento com as populações originárias, o reforço do
compromisso com a biodiversidade e a contribuição para a construção de um novo paradigma ecológico. No fim, apresentou dez desafios da Frente Parlamentar para os quais pediu apoio da CNBB e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Ações convergentes

“Sentimo-nos, portanto, amparados e revigorados na busca dos nossos objetivos”, afirmou o secretário de articulação institucional e cidadania do MMA, Edson Gonçalves Duarte, ao comentar a escolha da temática da CF 2017.

O representante do  ministro Sarney Filho lembrou da atuação do bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, na defesa do Rio São Francisco e ressaltou que o cuidado com os biomas permeia todos os campos de atuação do Ministério: florestas, biodiversidade, água, extrativismo, clima, desenvolvimento sustentável e cidadania ambiental.

O secretário lamentou o profundo desconhecimento de parte da sociedade brasileira “que muitas vezes até compreende a importância da Amazônia, mas não percebe que o equilíbrio ecológico dos biomas é necessário para a manutenção, não apenas da fauna e da flora, mas também da vida humana”.

Duarte considerou que muitas das ações propostas pela Campanha da Fraternidade convergem com as prioridades determinas pelo MMA, como o combate ao desmatamento, o aprimoramento do monitoramento dos biomas, proteção de nascentes e matas ciliares, apoio aos povos tradicionais e a educação ambiental.

“A incorporação de toda essa temática na perspectiva de trabalho da CNBB
fortalece sobremaneira a defesa dos biomas brasileiros, pois, além de um arcabouço científico muito bem estruturado, a Campanha da Fraternidade reveste suas ações de uma riqueza espiritual capaz de tocar as consciências de uma forma profunda”,
salientou.

Publicação original: CNBB

08:00 · 26.08.2015 / atualizado às 20:53 · 22.08.2015 por
Abertas as Inscrições para o O² 2015
 

Já estão abertas as inscrições para o Encontro Intercontinental Sobre a Natureza 2015 – O². O evento será realizado no Centro de Eventos do Ceará entre os dias 21 e 26 de novembro. O tema desta edição será: Sustentabilidade: Práticas de segurança hídrica, alimentar, sócio ambiental e econômica no semi-árido.

Com uma rica programação, o evento contará com o Encontro de Jornalistas Ambientais, novidade desta atual edição, o Fórum de Líderes Intercontinentais, com a presença de lideranças de países como Chile, EUA, Austrália, Canadá, África do Sul e Colômbia, com a apresentação de casos êxitos na área da sustentabilidade e a Feira de Tecnologia e Produção Limpa – PROECO, além de cursos, oficinas, palestras e mesas redondas.

Maiores informações e inscrições: site: www.ihab.org.br/02015

Telefone: (85) 3253-1641

08:00 · 23.08.2015 / atualizado às 20:47 · 22.08.2015 por

A Articulação do Semiárido (ASA) lançou uma carta em defesa da região. O documento é endossado pelo Fórum Cearense pela Vida no Semiárido e por centenas de outras entidades.  Destaca os avanços dos últimos anos mas faz críticas à postura governamental.

 

CARTA ABERTA

Por um Semiárido vivo com direito à água e Soberania Alimentar

Exma. Presidenta da República Federativa do Brasil

Sra. Dilma Rousseff

“A luta contra a miséria e a fome tem dupla dimensão: a emergencial e a estrutural. A articulação entre as duas dimensões é complexa e cheia de astúcias. Atuar no emergencial sem considerar o estrutural é contribuir para perpetuar a miséria. Propor o estrutural sem atuar no emergencial é praticar o cinismo de curto prazo em nome da filantropia de longo prazo”. (Betinho)

Nós, cidadãos e cidadãs, brasileiros e brasileiras, intelectuais, artistas, parlamentares e integrantes de movimentos sociais populares, do campo e da cidade, somos testemunhas dos muitos avanços vividos no Brasil nos últimos anos, que resultaram na redução de desigualdades sociais e econômicas.

A situação apontada pelo sociólogo Betinho em relação à seca de 1979 a 1983, onde quase um milhão de pessoas morreram de sede e de fome, em decorrência da falta de ação do Estado, é uma realidade distante. O Semiárido de hoje é reconhecido por sua beleza, resiliência, alta capacidade de inovação e produção de conhecimento e alimentos. Tudo isso graças à força do povo que vive nessa região, que com acesso a uma série de políticas públicas integradas, deu novo rumo à sua história.

Políticas como o Bolsa Família, o Crédito, o PAA, o PNAE, o Seguro Safra, o Bolsa Estiagem e o Água para Todos propiciaram nova condição de vida ao povo do Semiárido. O acesso à água contribuiu diretamente com a desconstrução da imagem de um Semiárido sem vida e sem capacidade produtiva. Atualmente, quase um milhão famílias têm água de qualidade para beber ao lado de casa, através das cisternas de placas; cerca de 120 mil famílias podem produzir de forma agroecológica, através das diversas

tecnologias de armazenamento de água para esse fim, a exemplo das cisternas-calçadão, barragens subterrâneas, barreiros-trincheiras, entre outras. Foi com a contribuição do Água para Todos que 40 milhões de pessoas saíram da miséria e da indigência.

E apesar de todas as conquistas, ainda há muito o que fazer. O Semiárido vive uma das maiores secas dos últimos 60 anos. Por essa razão, neste momento de crise nacional e internacional, ao fazermos escolhas Sra. Presidenta, é fundamental reconhecer a existência de grupos sociais historicamente penalizados, e assim, os necessários ajustes não devem recair sobre eles.

Queremos continuar assistindo à histórica redução das desigualdades que marcam o País. Não podemos parar, tampouco diminuir o ritmo dessas políticas, especialmente às responsáveis por garantir soberania alimentar.

Reforçamos nosso apelo à Vossa Excelência para que não deixe o ajuste fiscal paralisar ações que vêm mudando radicalmente a paisagem e as faces do Semiárido para melhor e que garantem vida digna ao seu povo.

Tenha certeza, Senhora Presidenta, estamos juntos nesta batalha de justiça e dignidade e não aceitaremos nada menos que a ampliação das políticas que transformam para sempre a vida das pessoas.

Fome e miséria nunca mais!!!

15 de agosto de 2015.

10:33 · 22.05.2015 / atualizado às 10:33 · 22.05.2015 por
YouTube Preview Image

 

 

A peça audiovisual faz parte de uma campanha mundial para apoiar a transição dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio  (ODM) para o novo conjunto de metas da agenda de desenvolvimento pós-2015, que deverá ser adotado pelos países em setembro
“Somos a primeira geração que tem os recursos e tecnologias para eliminar a pobreza, mas somos provavelmente a última geração que pode impedir que a mudança global do clima destrua tudo o que temos,” afirmou o conselheiro sênior de Políticas Públicas do Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), Paul Ladd. A declaração resume a importância deste momento para o desenvolvimento sustentável e inclusivo, em um ano em que líderes mundiais têm a oportunidade histórica de dar prosseguimento a importantes transformações nas áreas econômica, ambiental e social.
Em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, os países membros da Organização chegarão a um acordo final sobre a nova agenda global de desenvolvimento, que inclui os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Nesse contexto, a Secretaria Geral da ONU, lançou, em janeiro, a ampla campanha de incidência e mobilização “2015: Momento de Ação Global” que preparará o terreno para a implementação dos ODS mundialmente.
O Pnud alinhou sua estratégia de comunicação a essa campanha e desenvolverá, ao longo do ano, ações, produtos e atividades com o objetivo de mobilizar apoio global – de cidadãos em geral, da sociedade civil organizada, da imprensa, dos tomadores de decisão, do setor privado, da academia, dentre outros atores – para questões que afetam a vida das pessoas, incluindo:

O aceleramento para o cumprimento dos ODM

A definição da nova e audaciosa agenda de desenvolvimento

O estabelecimento de novos fluxos de financiamento para a sustentabilidade

O alcance de um acordo global sobre o clima

A primeira ação da campanha no Pnud é o vídeo acima, que reflete sobre o histórico e o contexto da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015: “Temos uma responsabilidade compartilhada para entregar uma agenda que reflita as esperanças e as aspirações dos povos do mundo. É necessária uma ação concertada para enfrentar grandes desafios atuais e futuros. Parcerias amplas serão necessárias para o alcance do desenvolvimento sustentável”, disse a administradora do Pnud, Helen Clark.
O Pnud está colaborando com diversos países para o êxito no cumprimento dos ODM desde 2000, quando teve início a primeira agenda de desenvolvimento global. A partir de setembro deste ano, o Programa dará início a ações de apoio a governos, empresas e sociedade civil organizada na transição entre as agendas de desenvolvimento.
“Esse é um processo natural, uma vez que o planejamento estratégico do Pnud já está completamente alinhado aos objetivos globais de desenvolvimento sustentável atualmente em discussão, em especial os objetivos relacionados à pobreza, governança, e mudança global do clima, particularmente relacionados ao trabalho atual do Pnud e aos planos de longo prazo,” afirma o representante residente do Pnud no Brasil, Jorge Chediek.
Construção da nova agenda
Os ODS propostos, baseados inclusive em consultas públicas em todo o mundo, têm como ponto de partida os ODM e vêm ampliá-los e aprofundá-los, além de responder a novos desafios. Os ODS constituem um conjunto integrado e indivisível de prioridades globais para o desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda de Desenvolvimento Pós-2015.
Em relatório lançado no início deste ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirma que nunca houve consulta tão ampla e profunda sobre desenvolvimento. A Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 começou a ser elaborada a partir da Rio+20 e contou com apoio e colaboração de governos, empresários, especialistas, todo o Sistema ONU e milhares de pessoas ao redor do mundo, por meio de consultas presenciais e online, com a utilização da plataforma MY World (MEU Mundo).
O relatório do secretário-geral afirma que o sucesso da nova agenda dependerá do poder de inspirar e mobilizar agentes essenciais, novos parceiros, governantes e cidadãos de todo o mundo. Para isso, ela deverá ser baseada nas experiências e nas necessidades das pessoas e deverá assegurar que a transição dos ODM para objetivos mais amplos de desenvolvimento sustentável seja efetiva e internalizada nas políticas e programas de cada país.

Fonte: ONU Brasil

13:11 · 25.03.2015 / atualizado às 13:16 · 25.03.2015 por

 

tecnologiasociallogo

Até 31 de maio estão abertas as inscrições para o 8ª Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que nesta edição tem a Petrobras, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como parceiros.

O Prêmio tem o objetivo de certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas e ainda em atividade, em âmbito local, regional ou nacional, que se constituam em efetivas soluções para questões relativas à água, alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente e saúde.

Podem se inscrever as instituições sem fins lucrativos legalmente constituídas no País, de direito público ou privado, como cooperativas, organizações não governamentais (ONGs), prefeituras, associações, fundações, institutos de pesquisa, universidades, de acordo com o regulamento e o manual, que podem ser acessados pelo site www.fbb.org.br/tecnologiasocial.

Nesta edição, serão aceitas inscrições para seis categorias. A novidade será a premiação para Tecnologias Sociais para o Meio Urbano. As outras cinco categorias serão: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; e Universidades e Instituições de Ensino e Pesquisa.

Esta 8ª edição do Prêmio FBB de Tecnologia Social distribuirá R$ 600 mil no total, sendo R$ 50 mil para as iniciativas vencedoras em cada uma das seis categorias e mais R$ 25 mil para cada uma das outras duas finalistas de cada categoria.

Os projetos inscritos passam por um processo de triagem que inclui as fases de certificação, seleção das finalistas, julgamento das vencedoras e premiação, observados os critérios e parâmetros estabelecidos no Regulamento do Prêmio. Em sete edições realizadas, de 2001 a 2013, foram concedidos mais de R$ 3 milhões ao aprimoramento das tecnologias sociais vencedoras, por meio de projetos apresentados à Fundação Banco do Brasil.

Banco de Tecnologias Sociais

Todas as iniciativas certificadas vão compor o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB. O BTS é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras e atualmente conta com 696 tecnologias sociais cadastradas.

No BTS, as Tecnologias Sociais desenvolvidas por instituições de todo o País podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, UF ou demais parâmetros de pesquisa.

As informações sobre as tecnologias sociais abrangem o problema solucionado, a solução adotada, a forma de envolvimento da comunidade, os municípios atendidos, os recursos necessários para implementação de uma Tecnologia Social, entre outros detalhamentos.

São disponibilizadas, também, os contatos dos responsáveis pela Tecnologia Social, possibilitando que instituições interessadas em reaplicar ou conhecer detalhes sobre o processo possam entrar em contato direto com as instituições que desenvolveram as tecnologias sociais.

Fonte: Fundação BB

 

16:12 · 19.12.2014 / atualizado às 16:14 · 19.12.2014 por

GESTÃO AMBIENTAL_10 ANOS

A primeira página de Gestão Ambiental foi publicada no dia 19 de dezembro de 2004, na contracapa do caderno de Negócios do Diário do Nordeste, com o objetivo de dar visibilidade ao que se faz ou o que se pode fazer, no setor produtivo, no sentido de promover uma convivência menos impactante no equilíbrio ambiental do nosso Planeta. Neste dez anos, empresas, iniciativas e ideias foram lançadas neste espaço.

No dia 28 de fevereiro de 2011 foi feita a primeira postagem no Blog Gestão Ambiental, um espaço mais dinâmico, com conexão direta com rede sociais como o Facebook, Twitter e Google +.

Nestes dez anos, temas como uso racional dos recursos naturais, conservação da biodiversidade e muitos outros têm estado presentes semanalmente na pauta do Diário do Nordeste.

Para marcar a data, desde o Dia Mundial do Meio Ambiente deste 2014 publicamos reportagens especiais. Abordamos a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), uso racional da água, Caatinga, Consumo Consciente e Gestão Ambiental de uma forma mais ampla, partindo da norma ISO 14000Sistema de Gestão Ambiental (SGA).

A página e o blog de Gestão Ambiental continuam espaços abertos para mostrar as boas iniciativas em prol de um estilo de vida que busque o Desenvolvimento Sustentável.

13:15 · 22.07.2014 / atualizado às 13:15 · 22.07.2014 por
O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas que promovam melhores práticas na gestão, participação, comunicação, sensibilização e educação relacionados à água Foto: Cid Barbosa / Agência Diário
O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas que promovam melhores práticas na gestão, participação, comunicação, sensibilização e educação relacionados à água Foto: Cid Barbosa / Agência Diário

Como parte da comemoração do fim da década “Água, fonte de vida” (2005-2015), as Nações Unidas lançaram a quinta edição do prêmio organizado por sua agência ONU-Água, para promover melhores práticas na gestão desse recurso natural e no âmbito da participação, comunicação, sensibilização e educação.

O prêmio foi concebido para reconhecer projetos, iniciativas e programas e não o trabalho individual. Aqueles que queiram concorrer sozinhos devem encontrar o aval e apresentar-se com o apoio de uma organização. O prazo de inscrição termina no dia 15 de setembro de 2014.

Com o tema “Água e Desenvolvimento Sustentável”, esta quinta edição do prêmio oferece ainda uma oportunidade para refletir sobre os compromissos internacionais nesse campo e sobre os esforços realizados para alcançar a meta dos Objetivos de Desenvolvimento de reduzir pela metade a proporção de pessoas sem acesso à água potável e ao saneamento para 2015, bem como deter a exploração insustentável dos recursos hídricos.

O prêmio será entregue no dia 22 de março, durante uma cerimônia, em Nova York, por ocasião do Dia Mundial da Água. Essa é uma iniciativa organizada e coordenada pelo Escritório das Nações Unidas de Apoio à Década Internacional para a Ação “Água – Fonte de Vida” 2005-2015, que implementa o Programa ONU-Água para a Promoção e Comunicação e o Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP).

Para mais informação, clique aqui.

Fonte: ONU Brasil