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Tag: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)


21:13 · 11.09.2017 / atualizado às 21:24 · 11.09.2017 por
O Parque Nacional de Ubajara, na Serra da Ibiapaba, é umas das Unidades de Conservação contempladas Foto: Marcelino Júnior / Agência Diário

Estão abertas até 6 de outubro, no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as inscrições para a chamada pública de apoio a projetos de pesquisa em 19 Unidades de Conservação (UCs) federais nos biomas Caatinga e Mata Atlântica.

A iniciativa é do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em parceria com o CNPq e as fundações estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs). Para isso, o ICMBio está disponibilizando R$ 4 milhões.

Os recursos foram viabilizados pela compensação ambiental de duas grandes obras (Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional e Gasoduto Cacimba-Catue) e ainda poderá receber complementação das FAPs. O valor destinado a cada proposta poderá ser de até R$ 200 mil.

O apoio consistirá de itens de custeio e bolsas. A duração máxima dos projetos será de 36 meses. O intuito é beneficiar pesquisadores, estudantes, educadores, técnicos, comunidades locais, gestores de unidades de conservação e formuladores de políticas públicas, entre outros.

Manejo

Segundo a coordenadora-geral de Pesquisa e Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio, Katia Torres Ribeiro, os projetos vão contribuir para a implementação das estratégias de manejo, uso sustentável e conservação, além de fortalecer as capacidades de pesquisa interdisciplinar, a inclusão social e a inserção das UCs no desenvolvimento regional sustentável.

“A execução desses projetos proporcionará o envolvimento de comunitários e gestores, e a geração de conhecimentos-chave para alavancar ainda mais a gestão das unidades de conservação federais”, afirma Katia.

A coordenadora ressalta que a parceria do ICmBio com o CNPq e com as FAPs “é estratégica, pois possibilita a seleção de instituições de excelência e o apoio a projetos por meio de mecanismos que o ICMBio não dispõe”.

Parcerias

Já o professor Marcelo Morales, diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do CNPq, diz que a instituição tem buscando parcerias para o fomento à pesquisa na área de biodiversidade. “O ICMBio é parceiro importante, pois reconhece, de forma clara, a importância da ciência e dos cientistas brasileiros na ajuda de tomada de decisões para preservação ambiental”.

As propostas deverão observar um conjunto de oito diretrizes e aderir a pelo menos um dos temas elegíveis previstos na chamada. As orientações buscam garantir a participação comunitária, a comunicação à sociedade e a aplicabilidade dos resultados das pesquisas à conservação da biodiversidade.

Os temas, que abrangem várias áreas do conhecimento, foram definidos com a participação dos gestores das unidades de conservação e atendem a prioridades de pesquisa do ICMBio.

Conheça as unidades de conservação contempladas pelos projetos de pesquisas:

Caatinga

Esec de Aiuaba (CE), Resec Raso da Catarina (BA), Esec do Seridó (RN), Parna do Catimbau (PE), Parna da Chapada Diamantina (BA), Parna da Serra da Capivara (PI), Parna Serra das Confusões (PI), Parna de Sete Cidades (PI) e Parna de Ubajara (CE).

Mata Atlântica

Flona de Rio Preto (ES), Parna dos Campos Gerais (PR), Parna de Caparão (ES/MG), Parna do Itatiaia (RJ/MG), Parna Do Monte Pascoal (BA), Parna da Serra da Bocaina (RJ/SP), Parna da Serra dos Orgãos (RJ), Rebio de Pedra Talhada (AL/PE ), Resex Marinha da Baia de Iguapé (BA), Revis dos Campos de Palmas (PR).

Mais informações:

As propostas deverão ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via internet

Fonte: ICMBio

11:27 · 02.09.2012 / atualizado às 11:28 · 02.09.2012 por

Por Karina Toledo*

Para que o desenvolvimento global seja possível, a ciência e os cientistas precisam atingir um grau maior de influência em todo o mundo, afirmou Michael Clegg, presidente da Rede Interamericana das Academias de Ciência (Ianas, na sigla em inglês), durante a abertura do 1º Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, realizado na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) entre 29 e 31 de agosto.

A humanidade, afirmou Clegg, enfrentará grandes desafios no século 21, como mudanças climáticas, doenças emergentes, crescimento populacional e as consequentes dificuldades no abastecimento de alimentos, água e energia.

“É crucial ouvir a voz da ciência ao tratar de problemas mundiais, pois esse é o meio mais bem-sucedido de criação do conhecimento e lida exclusivamente com argumentos baseados em evidências”, disse.

Embora muitos problemas sejam globais, de acordo com Clegg, a adoção de soluções deve ocorrer no âmbito nacional e, portanto, as academias de ciência locais cumprem um papel importante.

“São instituições livres de interferência política, com credibilidade para informar o público e os tomadores de decisão sobre problemas iminentes e potenciais soluções”, avaliou.

Clegg propôs a adoção de uma agenda comum para as academias de ciência, que inclui itens como fornecer conselhos sobre ciência e tecnologia para os governantes, encorajar novos centros de excelência nas áreas de interesse das nações e promover a evolução dos programas educacionais.

Também estiveram presentes na cerimônia de abertura do encontro Marco Antonio Raupp, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), e Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A FAPESP foi representada por Celso Lafer, presidente, José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo, e Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico.

O Fórum Mundial da Ciência 2013 ocorrerá no Rio de Janeiro, com organização da Academia de Ciências da Hungria, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o International Council for Science (ICSU), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS), a European Academies Science Advisory Council (EASAC), a American Association for the Advancement of Science (AAAS) e a ABC. O Fórum tem a missão de promover o debate entre comunidade científica e sociedade.

“A realização do Fórum Mundial da Ciência no Brasil em 2013 dará grande visibilidade à ciência brasileira. É um indício de que conquistamos legitimidade e uma forte presença internacional”, disse Palis.

Nader destacou o trabalho de todas as academias de ciência da América Latina para que o fórum seja realizado fora da Hungria pela primeira vez. “Como esse evento é voltado a uma plateia mais restrita, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação resolveu organizar encontros preparatórios para fazer a discussão sobre a ciência reverberar pelo país”, disse.

Além de São Paulo, serão realizados ao longo do ano encontros em Belo Horizonte, Salvador, Recife, Manaus, Porto Alegre e Brasília. Ao fim do debate nacional, as proposições e principais conclusões sobre o papel da ciência no desenvolvimento global serão consolidadas em um documento que será divulgado antes da reunião internacional no Rio de Janeiro em novembro de 2013.

Evolução da ciência brasileira

Brito Cruz ressaltou a satisfação da Fapesp em dar início às discussões sobre o Fórum Mundial da Ciência no Brasil. “A escolha do país vem em reconhecimento de nossa evolução no que diz respeito à ciência e tecnologia, notável nos últimos anos. Uma das mudanças importantes tem sido o aumento do papel das empresas na atividade científica”, ressaltou.

O crescimento da produção brasileira no setor também foi destacado pelo ministro Raupp. Segundo ele, os gastos do país com pesquisa e desenvolvimento cresceram 85% nos últimos dez anos, embora ainda estejam aquém do ideal.

O número de grupos de pesquisa registrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), disse o ministro, saltou de 12 mil em 2000 para mais de 27 mil em 2012 – aumento de 134%. O número de artigos publicados em revistas internacionais passou de 3,5 mil em 1990 (0,63% da produção científica mundial) para 32,1 mil em 2009 (2,69% da produção mundial).

De acordo com Raupp, a expectativa é que o Fórum Mundial contribua para acelerar a corrida do país em direção ao desenvolvimento sustentado. “O Brasil está rumando para a nova economia, cujos pré-requisitos são competitividade e sustentabilidade, que só se alcança com o uso intensivo do conhecimento científico e tecnológico.”

* Agência Fapesp

07:22 · 21.06.2012 / atualizado às 07:22 · 21.06.2012 por
Um milhão de euros são mobilizados por instituições francesas, brasileiras e africanas para a luta contra a desertificação

Rio de Janeiro. Uma parceria inédita, que marca mais uma iniciativa na luta de combate à Desertificação, foi lançada nesta quarta-feira, 20 de junho, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Em solenidade realizada no Pavilhão Brasil, no Parque dos Atletas, a Agência Inter-organismos de Pesquisa para o Desenvolvimento (AIRD), da França, a Agência Panafricana da Grande Muralha Verde (APGMV), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), do Brasil, lançaram um Edital de seleção de projetos de pesquisa sobre o combate à desertificação na África, no valor de um milhão, que será financiado conjuntamente.

Recursos para cooperação científica

O edital para esse programa de pesquisa está aberto e até o dia 20 de outubro de 2012 e objetiva estruturar uma comunidade científica tricontinental de apoio à luta contra a desertificação na África, reforçar as capacidades científicas deste continente e consolidar o laço entre ciência e sociedade de modo à contribuir à uma gestão sustentável das zonas áridas e semiáridas.

Ele é destinado aos pesquisadores, aos professores-pesquisadores de instituições de ensino e de pesquisa franceses, brasileiros e africanos.

A luta contra a desertificação na África também faz parte do programa que também destaca o melhoramento da segurança alimentar e da redução da pobreza nas zonas áridas e semiáridas.

As temáticas científicas apontadas são variadas e focam na agricultura e alimentação, na gestão dos recursos naturais (água, solo, biodiversidade, entre outros), na adaptação às mudanças climáticas, no desenvolvimento sustentável e humano, na governança, na tecnologia e na inovação.

Os projetos combinam ações transversais multitemáticas com o âmbito de produzir novos conhecimentos, valorizando-os socioeconomicamente.

Autoridades prestigiaram evento

O evento contou com as presenças da ministra Miriam Belchior, do Planejamento e dos ministros da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp e da Integração Nacional, Fernando Bezerra. O governador do Estado de Pernambuco, Eduardo Campos, também prestigiou o evento.

Dentre as autoridades internacionais, Idriss Deby Itno, presidente do Chade, compareceu ao lançamento. Já a ministra francesa de Ensino Superior e Pesquisa, Geneviève Fioraso, enviou uma mensagem que foi lida pelo presidente do IRD, Michael Laurent.

O presidente do CGEE, Mariano Laplane e do CNPq, Glaucius Oliveira,além do Secretário-executivo da APGMV, Abdoulaye Diae Michel Jarraud, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial. Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, leu uma mensagem especial do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, ressaltando a importância da parceria com a África.

Todas as informações sobre o projeto tripartite estão disponíveis no site : www.aird.fr

Fonte: CGEE (Brasil)

09:15 · 27.02.2012 / atualizado às 09:15 · 27.02.2012 por
Dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação mostram que, entre 2000 e 2009, 17 patentes com copaíba foram depositadas pelos Estados Unidos e nenhuma pelo Brasil. No entanto, neste período, pesquisadores brasileiros publicaram 76 artigos científicos sobre a planta

Brasília. Três projetos de lei que alteram as regras de acesso à biodiversidade para a pesquisa básica, de caráter acadêmico, e para a pesquisa com finalidade comercial tramitam no Congresso Nacional. Anteprojeto com teor semelhante está na Casa Civil da Presidência da República. Mas especialistas ouvidos pela Agência Brasil consideram as regras atuais, descritas na Medida Provisória (MP) 2186-16/2001, um empecilho para a realização de estudos e criação de produtos que tenham origem ou patrimônio genético.

Para Célio Cabral, gerente de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), vinculado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a legislação acabou sendo “danosa” para a segurança genética no Brasil. Cabral reclama que a autorização para pesquisar e desenvolver produtos é “complicadíssima”, “demorada”, além de “muito burocrática”.

Segundo ele, isso faz com que empresas estrangeiras, que não respeitam as regras nacionais, consigam patentear produtos criados a partir de substâncias encontradas na flora brasileira. “Se uma indústria internacional vem aqui, pega [ilegalmente] uma substância, sai do Brasil e desenvolve essa pesquisa lá fora, consegue requerer a proteção dentro do seu país.”

Esse é o caso, por exemplo, da copaíba, cujo óleo é extraído de uma árvore existente na Floresta Amazônica e usado para mais de 50 finalidades medicinais e fitoterápicas. Dados apresentados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) mostram que, entre 2000 e 2009, 17 patentes com copaíba foram depositadas pelos Estados Unidos e nenhuma pelo Brasil. No entanto, neste período, pesquisadores brasileiros publicaram 76 artigos científicos sobre a copaíba.

“Nós temos a biodiversidade, mas quem vai produzir o medicamento em cima dos elementos biológicos e genéticos serão os países que têm velocidade de pesquisa e financiamento suficiente para fazer isso”, lamenta o presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Mario Neto Borges.

Cabral defende uma revisão “urgente” do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen), responsável pela liberação das pesquisas. O diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Paulo Sergio Lacerda Beirão, diz que o Cgen funciona como um plenário e “não tem agilidade”, o que agrava os defeitos da legislação. “A lei [MP 2186-16/2001] é confusa e não está muito claro para o pesquisador quais são os procedimentos para pedir autorização para realizar estudos”, ressalta.

As críticas à legislação fizeram com que avançasse no governo a elaboração de uma proposta de lei para substituir a MP. A proposta, discutida entre cinco ministérios, está na Casa Civil e deverá dar segurança jurídica a cientistas e empresas que façam pesquisa básica e pesquisa comercial com patrimônio genético, destaca o secretário interino de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus Medeiros.

Segundo ele, “o novo marco legal vai facilitar o planejamento das pesquisas”, estabelecendo prazos menores de tramitação para projetos de pesquisadores e de empresas e dando garantias de benefício às populações tradicionais que detenham algum conhecimento associado ao recurso genético em investigação.

João de Deus espera que a proposta seja enviada neste semestre ao Congresso, embora ainda não saiba se será em forma de projeto de lei ou de medida provisória. No Senado, já tramitam os projetos de lei 583/2007, que cria a a Fundação Instituto de Pesquisa da Biodiversidade Brasileira (Biobras), para desenvolver pesquisas de bioprospecção; e 440/2011, que cria a Empresa para Gestão e Licenciamento de Pesquisa no Bioma Brasileiro (Emgebio), para gerir o licenciamento de pesquisas nos biomas brasileiros e controlar patentes.

Além desses projetos, tramita simultaneamente na Câmara e no Senado projeto que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Pela proposta, formulada por 17 instituições ligadas à pesquisa, o acesso a amostras do patrimônio genético e de conhecimento tradicional não precisará de autorização prévia, como ocorre hoje. A exploração comercial, no entanto, dependerá de permissão do Cgen.

Fonte: Agência Brasil

18:00 · 08.11.2011 / atualizado às 13:11 · 08.11.2011 por

Com recorde de inscrições e o tema “Cidades Sustentáveis”, iniciativa ofereceu R$ 600 mil em prêmios, incluindo as bolsas concedidas pelo CNPq

Estudantes do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba, Minas Gerais, Tocantins e Distrito Federal estão entre os contemplados da XXV edição do Prêmio Jovem Cientista, que comemora em 2011 seus 30 anos de existência. O anúncio dos vencedores foi feito hoje em Brasília, na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Com o tema “Cidades Sustentáveis”, as linhas de pesquisa este ano abordaram questões ligadas à sustentabilidade nas metrópoles, como planejamento urbano e qualidade de vida, gestão de águas e resíduos, políticas de mobilidade, agricultura urbana e impactos de mudanças climáticas.

A XXV edição bateu um novo recorde de inscrições – 2.321 trabalhos, um crescimento de 7% em relação ao ano passado, quando já havia superado os números dos anos anteriores – e ofereceu R$ 600 mil em prêmios, incluindo as bolsas de pesquisas concedidas pelo CNPq.

Além disso, contou com uma novidade: o kit pedagógico do prêmio, voltado para professores do ensino médio e criado para estimular o diálogo sobre o tema desta edição em sala de aula, foi apresentado e discutido em 11 oficinas ministradas por educadores formados especialmente para essa função, em dez estados brasileiros.

Os vencedores receberão o prêmio das mãos da presidente Dilma Rousseff, em cerimônia que será realizada no dia 6 de dezembro, no Palácio do Planalto, em Brasília.

CONHEÇA OS VENCEDORES DA XXV EDIÇÃO DO PJC

Categoria Graduado

1º lugar

Uende Aparecida Figueiredo Gomes – Minas Gerais

Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

Orientador: Leo Heller

Título da pesquisa: “Intervenções de saneamento básico em áreas de vilas e favelas: Um estudo comparativo de duas experiências na Região Metropolitana de Belo Horizonte”

2º lugar

Karin Regina de Casas Castro Marins – São Paulo

Universidade de São Paulo – USP

Orientador: Marcelo de Andrade Romero

Título da pesquisa: “Ferramenta computacional para planejamento de cidades limpas e energeticamente eficientes”

3º lugar

Alejandra Maria Gomez Jimenez – Distrito Federal

Universidade de Brasília – UnB

Orientador: Marcio Muniz de Farias

Título da pesquisa: “Estudo experimental de um agregado reciclado de resíduo de construção e demolição (RCD) para utilização em pavimentação”

Categoria Estudante do Ensino Superior

1º lugar

Kaiodê Leonardo Biague – Minas Gerais

Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix

Orientador: Rogério Mori de Sena

Título da pesquisa: “Mini usinas solares fotovoltaicas em sistemas de transporte rápido por ônibus – BRT (BUS RAPID TRANSIT)”

2º lugar

Cibele Rosa Oliveira – São Paulo

Universidade de São Paulo (USP)

Orientador: Adilson Roberto Gonçalves

Título da pesquisa: “Diminuição do impacto ambiental dos resíduos sólidos municipais: Caracterização e quantificação de filmes plásticos rejeitados na reciclagem comercial e sua utilização em biocompósitos”

3º lugar

Sâmara Íris de Lima Santos – Paraíba

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Orientador: Xisto Serafim de Santana de Souza Júnior

Título da pesquisa: “Mapeamento da violência urbana em Campina Grande: Tendências e desafios em busca da cidade sustentável”

Categoria Estudante do Ensino Médio

1º lugar

Ana Gabriela Person Ramos – São Paulo

Escola Técnica Estadual Conselheiro Antônio Prado – ETECAP Campinas

Orientador: Érica Gayego Bello Figueredo Bortolotti

Título da pesquisa: “Embalagens ecológicas para mudas”

2º lugar

Beatriz Ferroli Cavalcante – Tocantins

Centro Educacional de Palmas

Orientador: Roberto Souza Oliveira

Título da pesquisa: “Cortina verde sustentável nas escolas públicas de Palmas”

3º lugar

Marina Jardim Faria de Araújo – Rio de Janeiro

Colégio Anglo-Americano de Volta Redonda

Orientador: Robson Paulino da Silva

Título da pesquisa: “Desenvolvimento de uma composteira em ambiente aeróbio/anaeróbio”

Categoria Mérito Institucional

Ensino Médio

Instituição: Colégio Stella Maris – Rio Grande do Sul

Diretor: Zóile Cecília Herrmann

Ensino Superior

Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Minas Gerais

Reitor: Clélio Campolina Diniz

Categoria Menção Honrosa

Dr. Lázaro Valentin Zuquette

Instituição: Universidade de São Paulo (USP) – São Paulo

Premiação

Na categoria Graduado, os vencedores são agraciados com R$ 30 mil (1º lugar); R$ 20 mil (2º lugar) e R$ 15 mil (3º lugar). Para Estudantes do Ensino Superior, os valores são de R$ 15 mil para o 1º lugar, R$ 12 mil para o 2º lugar e R$ 10 mil para o 3º lugar. Estudantes do Ensino Médio classificados em 1º, 2º e 3º lugares recebem um laptop de última geração cada.

No Mérito Institucional, serão pagos R$ 35 mil para cada uma das duas instituições – uma de ensino médio e outra de ensino superior – que tiveram o maior número de trabalhos com mérito científico inscritos. O pesquisador que for indicado para a Menção Honrosa ganhará R$ 20 mil.

Além da premiação relacionada, todos os contemplados recebem bolsas de estudo do CNPq, caso atendam aos critérios normativos do órgão, descritos no site www.cnpq.br/bolsas. Os pesquisadores classificados em primeiro lugar em cada uma das categorias (Graduado, Estudante do Ensino Superior e Estudante do Ensino Médio) também participarão de Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2012.

Histórico Prêmio Jovem Cientista

Criado em 1981, o Prêmio Jovem Cientista tem o objetivo de incentivar a pesquisa no país e é considerado, pela comunidade acadêmica, um dos mais importantes reconhecimentos aos cientistas brasileiros.

A entrega da premiação é feita pelo presidente da República e reúne na cerimônia autoridades governamentais da área da Ciência e Tecnologia, além de respeitados nomes da ciência brasileira.

A XXV edição do Prêmio, que trata do tema “Cidades Sustentáveis”, é fruto de uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Fundação Roberto Marinho, a Gerdau e a GE.

Os temas escolhidos são sempre de interesse da população e buscam soluções para problemas nacionais.

Alguns dos assuntos abordados em anos anteriores foram: “Qualidade dos alimentos e saúde do homem”, “Reciclagem de rejeitos industriais”, “Saúde da população e controle de endemias”, “Oceanos: fonte de alimentos”, “Saúde da População – controle da infecção hospitalar” e “Educação”.

Números do PJC de 1981 a 2010

17.000 trabalhos inscritos

167 pesquisas premiadas

Mais de 150 bolsas de estudos concedidas

Cerca de 3.300 instituições de ensino e pesquisa mobilizadas na divulgação

Cerca 26.000 escolas de ensino médio mobilizadas na divulgação

Mais informações:

Site: www.jovemcientista.cnpq.br

Twitter: @jovemcientista