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Tag: Conservação da Natureza


19:11 · 24.07.2017 / atualizado às 19:41 · 24.07.2017 por
O cantor pernambucano se junta à ONG para dar visibilidade ao Desafio Ambiental para estimular negócios sustentáveis, reconhecer inovações, iniciativas sociais e ferramentas que fomentem a sustentabilidade e que apoiem a restauração florestal em harmonia com questões sociais Foto: WWF-Brasil

Em uma iniciativa para trazer melhorias ao meio ambiente, o WWF-Brasil lançou, em junho, o Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal, com o intuito de apoiar o País a atingir suas metas de restauração e, ao mesmo tempo, dar visibilidade a iniciativas pioneiras. E, para chamar atenção à causa, o cantor Lenine se uniu ao WWF-Brasil.

Engajado em causas ecológicas, Lenine aceitou de pronto participar desta ação, que tem suas inscrições abertas até o dia 9 de agosto. Para o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, “há bastante sinergia entre os valores do Lenine e os da organização, devido ao posicionamento ecológico dele e o seu envolvimento com a ‘causa verde’”.

E continua: “Queremos encontrar e promover o empreendedorismo e a inovação no setor privado para que a restauração florestal ganhe escala e se multiplique nas propriedades rurais brasileiras. Ao mesmo tempo, queremos popularizar o tema de restauração, que é de interesse público, e essa conexão com o público ganha força com a presença do Lenine”.

Lenine iniciou em 2015 o projeto Carbono, inspirado no elemento químico conhecido como a “base da vida”. Nesse álbum, o cantor destaca os impactos ambientais gerados pelo homem e a importância de freá-los.

Desafio Ambiental

Trata-se de um concurso para mapear, conectar, impulsionar e premiar iniciativas que restauram biomas brasileiros por meio de modelos inovadores e sustentáveis. A ação combina os universos da restauração florestal e do empreendedorismo de impacto e inovação, visando não só premiar financeiramente as ideias selecionadas, mas criar uma rede de colaboração entre as diversas iniciativas que acontecem no Brasil hoje, impulsionando o ecossistema de restauração.

Dentro da prática de restauração florestal, o concurso busca reconhecer:

  • Projetos de campo
  • Modelos de negócios que viabilizem a recuperação de áreas degradadas
  • Metodologias ou modelos inovadores
  • Iniciativas sociais que promovam a restauração florestal e sua cadeia
  • Tecnologias
  • Startups

As propostas serão selecionadas por júri técnico e júri popular. O primeiro corpo de jurados será composto por um representante de cada um dos parceiros do desafio, enquanto que o júri popular está aberto a qualquer pessoa física, sendo um voto para cada CPF.

Na primeira fase do concurso, serão selecionadas até oito propostas para a realização de uma imersão com o Impact HUB, a fim de impulsionar seu projeto. Em homenagem ao Dia da Árvore (Centro-Oeste, Sudeste e Sul), a premiação vai ocorrer no dia 21 de setembro e os prêmios serão distribuídos da seguinte forma:

1º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 5.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

2º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 3.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

3º ao 8º lugar: participação da imersão e mentoria

1º lugar – júri popular – R$ 2.000,00 em dinheiro

Por que restaurar?

A restauração florestal é uma prática importante para a manutenção dos ecossistemas. Essa técnica recupera áreas degradadas visando restabelecer sua estrutura e função ecológica, com melhoria da qualidade e quantidade dos recursos hídricos, fixação de carbono, regulação climática e conservação da biodiversidade, entre outras.

Surge como ferramenta de contraponto a preocupação com as questões ambientais, e, em particular, com o aquecimento global e com a possibilidade de ocorrerem mudanças do clima nos próximos anos.

O Brasil se configura entre os principais países produtores e exportadores de produtos agropecuários, com mais de 300 de milhões hectares destinados à agropecuária, segundo o IBGE. Contudo, esse setor também responde por grande parte das emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE), que são responsáveis diretamente pelo aquecimento global.

“Nosso país se comprometeu em implantar ações e medidas que promovam o cumprimento de nossas metas no Acordo de Paris. Dentre elas, há o compromisso de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e reflorestar 12 milhões de hectares. Todavia, a estrutura hoje disponível para esse fim não conseguirá atender essa demanda se não houver ingredientes extras, com inovação e empreendedorismo”, comenta Mauricio Voivodic.

Imersão e planejamento colaborativo

Existem no Brasil inúmeras iniciativas que atuam em prol das florestas. São projetos de restauração e reflorestamento, agroflorestas, pequenos ou médios agricultores, startups de impacto, rede de sementes, povos e comunidades tradicionais e muitas outras iniciativas, que geram renda, restauram ecossistemas e contribuem para reverter o já conhecido quadro de desmatamento e degradação.

O impacto em larga escala e verdadeiramente transformacional não pode ocorrer isoladamente, requer ação coletiva. A ideia é impulsionar os projetos envolvidos e, além disso, estimular a criação de caminhos de colaboração setorial e interssetorial.

WWF-Brasil

Trata-se de uma organização não governamental (ONG) brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Mais informações:
Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal
Inscrições: até 9 de agosto de 2017
Realização: WWF-Brasil
Execução: Impact HUB
Apoio:
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e Parque Nacional da Tijuca
Site: www.desafioambiental.org

21:00 · 10.02.2017 / atualizado às 21:01 · 10.02.2017 por
O periquito cara-suja (Pyrrhura griseipectus), o mais ameaçado de extinção das Américas, teve projeto de conservação, no Maciço de Baturité, aprovado em uma das edições anteriores Foto: Fábio Nunes / Aquasis

O Programa de Apoio a Ações de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que já apoiou 1.493 iniciativas, visa potencializar a geração de conhecimento com pesquisas e estudos sobre a biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental do País.

As inscrições para a primeira chamada anual de 2017 do Edital de Apoio a Projetos estão abertas até 31 de março, no site www.fundacaogrupoboticario.org.br, na seção Editais da página inicial. Serão selecionadas iniciativas em todas as regiões brasileiras.

O edital é dividido em três linhas temáticas. Uma delas busca a criação ou ampliação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), além de executar ações prioritárias indicadas em seus planos de manejo.

Outra linha prioriza iniciativas para proteger as espécies brasileiras ameaçadas de extinção. Esses projetos devem ter como objetivo colocar em prática as ações previstas nos Planos de Ação Nacional (PANs), buscando melhorar os seus status de conservação. Também são previstas ações emergenciais para aquelas que ainda não possuam PANs ou que enquadrem uma espécie em listas oficiais de ameaças.

O terceiro foco do edital é voltado para iniciativas que visem minimizar as ameaças à biodiversidade dos ecossistemas costeiros e marinhos, que estão longe da meta de proteção da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) – que indica a necessidade de conservar 10% desses ambientes, sendo que o Brasil protege atualmente apenas 1,5% por meio de Unidades de Conservação (UCs).

“A partir de cada projeto selecionado, reforçamos nossa razão de existir: promover e realizar ações de conservação da natureza brasileira. Cada edital representa várias oportunidades de participarmos dos mais diversos estudos e ações práticas de conservação, que são pragmáticos e cumprirão este objetivo”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

Para concorrer ao apoio é preciso que a iniciativa seja realizada por instituições privadas sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais. Em caso de dúvidas, os interessados podem contatar a equipe de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário, pelo endereço edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou mais de 1.493 projetos de 493 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Mais informações:
www.fundacaogrupoboticario.org.br

www.twitter.com/fund_boticario

www.facebook.com/fundacaogrupoboticario

08:00 · 03.02.2016 / atualizado às 11:59 · 03.02.2016 por
O Ecossistema Costeiro-Marinho foi a área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015 Foto: Helosa Araújo / Agência Diário
O Ecossistema Costeiro-Marinho foi a área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015 Foto: Helosa Araújo / Agência Diário

As inscrições para a primeira chamada anual de 2016 do Edital de Apoio a Projetos, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, estão abertas desde o dia 31 de janeiro e podem ser realizadas até 31 de março, no site www.fundacaogrupoboticario.org.br, na seção “Editais”.

Serão selecionadas iniciativas em todas as regiões brasileiras. As inscrições para o Edital Biodiversidade Paraná serão abertas no segundo semestre. Em caso de dúvidas, os interessados podem contatar a equipe de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário, pelo endereço picn@fundacaogrupoboticario.org.br.

20 iniciativas receberão R$1,5 mi

Em janeiro, a Fundação divulgou a lista das novas iniciativas de conservação da natureza que serão apoiadas a partir do primeiro semestre de 2016. No total, serão doados cerca de R$ 1,5 milhão a 20 novas iniciativas, no Ecossistema Costeiro-Marinho e na Mata Atlântica. As pesquisas foram selecionadas por meio de dois editais, um nacional e outro com foco no Paraná.

No edital nacional, os Estados beneficiados foram São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Paraíba, Amapá, Pará, Maranhão, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que abrigam importantes áreas do ecossistema costeiro-marinho, área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015.

Já o Edital Biodiversidade do Paraná, seleciona apenas pesquisas e projetos a serem realizados por instituições desse Estado, com foco especial para a Floresta com Araucárias – ecossistema reduzido a 1% da sua cobertura original – e para a Floresta Densa do Lagamar (Litoral e Serra do mar).

Nesta chamada, sete iniciativas foram aprovadas, com um valor total de R$ 600 mil. Esse edital, que é anual, é realizado em parceria com a Fundação Araucária, instituição sem fins lucrativos que atua no fomento à pesquisa no Paraná.

Entre os projetos selecionados, destaca-se o trabalho que será desenvolvido para a conservação das tartarugas marinhas na região da Foz do Rio Doce (ES). Realizada pelo Projeto Tamar, essa iniciativa ganha, ainda, mais relevância após o desastre com as barragens de rejeitos de mineração, ocorrido em novembro do ano passado, em Mariana (MG), e que chegou ao mar na altura do Espírito Santo.

“Os estudos dessa pesquisa podem vir a trazer informações valiosas para entender melhor o impacto que esse incidente causou na biodiversidade local”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

Em 25 anos de atuação, a Fundação Grupo Boticário já se firmou como uma das maiores apoiadoras, ligadas à iniciativa privada, de iniciativas de conservação da natureza brasileira. Ao todo, 1.457 iniciativas já foram apoiadas em todos os estados brasileiros.

Para conferir a lista completa das 20 novas iniciativas selecionadas nos dois editais, bem como os respectivos técnicos e instituições responsáveis por cada uma delas, acesse o site www.fundacaogrupoboticario.org.br, e clique na seção “O que fazemos” > “Editais”.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.457 projetos de 487 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

12:17 · 03.07.2015 / atualizado às 12:17 · 03.07.2015 por
Salto
Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

O Evento acontece em Curitiba (PR) entre 21 e 25 de setembro

As inscrições para o VIII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) e para o IV Simpósio Internacional de Conservação da Natureza já estão disponíveis no site www.fundacaogrupoboticario.org.br/cbuc.

Os eventos são simultâneos e acontecem de 21 a 25 de setembro, em Curitiba (PR). O CBUC é considerado um dos maiores eventos sobre o tema na América Latina e neste ano contará com nomes como o cineasta Fernando Meirelles, a ambientalista Marina Silva e o jornalista Alexandre Mansur.

Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

Preço promocional até 27 de julho

Aqueles que fizerem a inscrição até 27 de julho conseguirão preços promocionais: R$ 350 – proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), estudantes, profissionais públicos de órgãos ambientais e de Organizações Não Governamentais (ONGs) – e R$550 para os demais participantes.

A segunda chamada será de 28 de julho a 11 de setembro, quando os valores variam de R$ 450 a R$ 700. Já durante o evento, as inscrições custarão entre R$ 600 e R$ 1.000. No pacote, estão incluídas todas as palestras dos cinco dias, além dos almoços.

O evento será realizado na capital do Paraná, em comemoração aos 25 anos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição paranaense que promove o CBUC.

Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

Ampliar a discussão e compartilhar conhecimento

O objetivo é “ampliar a discussão e compartilhar conhecimento entre os diversos setores da sociedade, por isso, queremos ampla participação do público em geral para que façam parte dos diálogos, sintam-se parte do meio ambiente e atuem em benefício da conservação da natureza”, destaca a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.

A programação do VIII CBUC será abrangente, incluindo diferentes áreas do conhecimento, para criar o ambiente colaborativo e de novas ideias em busca de estratégias para o fortalecimento do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), uma de nossas principais leis ambientais.

Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

Histórias transformadoras serão apresentadas

O congresso apresentará histórias transformadoras de quem fez a diferença pela conservação, além de plataformas colaborativas com potencial para unir pessoas em prol dessa causa. “É um evento para quem já trabalha na área se especializar, mas também para quem não conhece a fundo o tema saber como ele impacta em sua vida e qual o seu papel para ajudar”, resume Malu Nunes.

Cerca de mil participantes são esperados para o evento, entre gestores de unidades de conservação, cientistas e técnicos ligados à administração pública, instituições de ensino e pesquisa e comunidade em geral.

Palestrantes confirmados

Mais de 15 palestrantes de todo o mundo já estão confirmados no VIII CBUC. Entre eles destacam-se:

Fernando Meirelles – Cineasta e produtor brasileiro, dirigiu filmes como “Cidade de Deus”, “O Jardineiro Fiel” e “Ensaios sobre a Cegueira”. Foi o produtor do filme “A Lei da Água” e tem se dedicado à temática ambiental.

George Schaller – Biólogo alemão, possui 16 livros publicados e é vice-presidente da organização Panthera, além de conservacionista sênior da Wildlife Conservation Society, em Nova York (EUA).

Paula Saldanha – Jornalista e escritora, foi responsável pelo Globinho Repórter, primeiro programa de meio ambiente da TV brasileira. Possui milhares de reportagens, centenas de documentários e 42 livros publicados.

Ryan Hreljac – Canadense, com apenas seis anos começou a arrecadar recursos para construir poços com o intuito de disponibilizar água limpa na África. A Ryan’s Well Foundation já beneficiou quase 825 mil africanos.

Marina Silva – Conservacionista brasileira de expressão internacional que já foi vereadora, deputada estadual, senadora e ministra do Meio Ambiente.

Alexandre Mansur – Jornalista, é editor executivo da revista “Época” e também do Blog “Planeta”. É membro do conselho de diversas ONGs ambientalistas brasileiras.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação promove periodicamente o CBUC, desde 1997. Em sete edições, realizadas em cinco diferentes cidades brasileiras, mais de oito mil participantes de todo o mundo participaram.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza.

Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, já apoiou 1.436 projetos de 482 instituições em todo o Brasil.

A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Mais informações:

Site: www.fundacaogrupoboticario.org.br

Twitter: www.twitter.com/fund_boticario

Facebook: www.facebook.com/fundacaogrupoboticario

18:29 · 29.03.2014 / atualizado às 18:33 · 29.03.2014 por

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A sexta edição brasileira da Hora do Planeta, que acontece hoje, 29 de março, entre 20h30 e 21h30, está confirmada para ocorrer pelo menos em 115 cidades brasileiras. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e a Igreja São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), em Belo Horizonte, são alguns dos mais de 300 monumentos que serão apagados do Norte ao Sul do País. Para celebrar a data, o WWF-Brasil promove um evento oficial da Hora do Planeta na Praça Victor Civita, em São Paulo, de onde simbolicamente todas as cidades brasileiras participantes serão apagadas.

“Queremos que as pessoas usem esses sessenta minutos para se lembrar que as coisas não estão indo exatamente por um caminho que nos vá ajudar no futuro. Temos uma hora para pensar: ‘Eu posso fazer diferente’. Seja apagar as luzes durante a Hora do Planeta, seja tomar um banho mais curto”, afirma a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, o movimento aposta no poder de cada um para a mudança, seja o cidadão brasileiro ou o Homem-Aranha, primeiro embaixador global do movimento. No Brasil, a Hora do Planeta conta com os atores Tainá Müller e Reynaldo Gianecchini como seus embaixadores oficiais. A campanha também apresenta o homem do farol, personagem criado pela agência Grey Brasil que como morador e administrador de um farol faz de tudo para engajar os brasileiros na Hora do Planeta, será o responsável pelo acionamento do interruptor gigante.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, não parou de crescer. O que começou como um evento isolado em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 5 mil cidades de 152 países. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo a cidade de Las Vegas (EUA) já ficaram no escuro durante sessenta minutos.

WWF-Brasil

O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do Planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Monumentos Brasileiros na Hora do Planeta 2013

Aracaju

1. Mirante 13 de Julho

2. Prefeitura Municipal de Aracaju – Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos

Belo Horizonte

1. Sede da Prefeitura

2. Praça da Bandeira

3. Igrejinha da Pampulha

4. Estádio Mineirão

Brasília

1. Palácio do Buriti

2. Complexo Cultural da República – Biblioteca e Museu Nacional

3. Torre de TV

4. Catedral Metropolitana de Brasília

5. Esplanada dos Ministérios

6. Praça dos Três Poderes

7. Congresso Nacional

Campo Grande

1. Paço Municipal;

2. Central de Atendimento ao Cidadão

3. Morada dos Baís

4. Obelisco

Cuiabá

1. Praças Municipais

Curitiba

1. Jardim Botânico

2. Praça Japão

Fortaleza

1. Estátua de Iracema – Praia de Iracema

2. Estátua de Iracema – Lagoa de Messejana

3. Fachada do Mercado Central – Centro

4. Relógio Praça do Ferreira (Coluna da Hora) – Centro

5. Seminário da Prainha

6. Prédio do Palácio do Bispo

7. Prédio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma)

8. Catedral Metropolitana de Fortaleza

9. Igreja de Fátima

Goiânia

1. Monumento Viaduto

2. Praça Latif Sebra

3. Monumento Viaduto AV T63

João Pessoa

1. Estação Ciência, Cultura e Artes

2. Prédio do Paço Municipal

3. Centro Administrativo Municipal

Macapá

1. Fortaleza de São José de Macapá

2. Monumento Marco Zero do Equador

3. Teatro das Bacabeiras

Manaus

1. Parque Municipal Lago do Japiim

Natal

1. Parque da Cidade

2. Prédio da Prefeitura

3. Secretarias Municipais

Palmas

1. Espaço Cultural José Gomes Sobrinho

Rio Branco

1. Praça da revolução (dois monumentos)

2. Prefeitura e Secretarias Municipais

Rio de Janeiro

1. Cristo Redentor

2. Igreja da Penha

Recife

1. Prefeitura de Recife

2. Parque das Esculturas – Marco Zero

Vitória

1. Palácio Jerônimo Monteiro

A lista completa com todas as cidades participantes está disponível em:

http://www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/cidades/

SERVIÇO

Hora do Planeta 2014

Data: 29 de março (sábado)

Horário: das 20h30 às 21h30

Site: www.horadoplaneta.org.br

18:54 · 29.07.2013 / atualizado às 18:57 · 29.07.2013 por
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A atriz Maitê Proença e a organização não-governamental (ONG) Conservação Internacional (CI-Brasil) lançaram hoje (29 de julho) a campanha #EuMeComprometo, que vai mobilizar as pessoas por meio de vídeos nas redes sociais para a importância de se comprometer com a conservação da natureza e dos recursos naturais.

O primeiro vídeo da série mostra Maitê pedindo a todos que se comprometam com Abrolhos, a região de maior biodiversidade do Atlântico Sul, responsável pela manutenção de estoques pesqueiros, a principal fonte de proteína de uma grande parcela da população do Brasil.

“Resolvi aderir porque acredito que a natureza não é simplesmente um lugar deslumbrante onde podemos desfrutar nossas férias. Os complexos sistemas naturais do Planeta são o fundamento básico de toda a vida na Terra, inclusive a nossa, e se eles forem destruídos colocamos em risco a sobrevivência de tudo que é belo, harmônico e necessário, destruiremos nossa própria civilização”, afirmou a atriz Maitê Proença, explicando os motivos por que decidiu aderir à campanha.

O objetivo da campanha lançada pela Conservação Internacional, apresentada pela atriz Maitê Proença, é lembrar que dependemos da natureza e da conservação dos ecossistemas e habitats para continuarmos a receber os serviços ambientais que ela nos proporciona – como a água que bebemos e os alimentos que consumimos.

Sem áreas naturais intactas, as cidades deixariam de existir. As florestas são necessárias para manter a regulação climática do Planeta, ao absorver o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. Os oceanos são vitais para manter a vida marinha e os estoques pesqueiros, que alimentam milhões de pessoas em todo o Planeta. É importante também manter a vegetação nativa em áreas de nascentes. Sem essa vegetação, o suprimento de água para bilhões de pessoas ficaria comprometido.

Esses são apenas alguns exemplos de como a natureza é essencial para manter a boa qualidade de vida de todos nós, inclusive habitantes de grandes metrópoles. Por meio da campanha #EuMeComprometo, as pessoas conscientes podem mostrar a todos os seus amigos e conhecidos de redes sociais que realmente se importam com o futuro do planeta, compartilhando a hashtag da campanha.

A atriz Maitê Proença explica por que é importante participar dessa mobilização: “A natureza traz equilíbrio, inspiração e paz mesmo para os que não se dão conta. Sem o bom funcionamento dos complexos sistemas naturais do Planeta – como os ecossistemas, as florestas, os oceanos e o clima, a vida torna-se insustentável, inclusive para os seres humanos. Em consonância com o grande equilíbrio que vem se quebrando, eu faço parte da campanha e me comprometo com a natureza”.

Além do vídeo de Abrolhos, a campanha produzirá uma série de outros vídeos, que serão lançados ao longo deste ano, pedindo a atenção e o comprometimento de todos para outras regiões naturais importantes e a conservação geral do capital natural do Planeta.

A nova campanha da CI-Brasil pede a todos que participem, por meio do site, no link http://www.conservacao.org/eumecomprometo/abrolhos/, clicando e preenchendo os dados, ou compartilhando seus posts no Facebook ou no twitter, pela hashtag #EuMeComprometo.

Fonte: CI-Brasil

08:12 · 19.07.2013 / atualizado às 08:12 · 19.07.2013 por
Recifes no litoral nordestino: conectividade entre recifes de corais e estuários será investigada por projeto apoiado por Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, na Paraíba Foto: Haroldo Palo Jr
Recifes no litoral nordestino: conectividade entre recifes de corais e estuários será investigada por projeto apoiado por Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, na Paraíba Foto: Haroldo Palo Jr

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza divulgou a lista das novas iniciativas de conservação da natureza que serão apoiadas a partir do segundo semestre deste ano. No total, serão doados R$ 1.388.638,19 em 19 novos projetos e programas, nos seis biomas brasileiros. Desse total, R$ 738.259,16 irão para dez iniciativas nos nove Estados do Nordeste do País.

Boa parte das iniciativas está relacionada ao ecossistema marinho da região, que terá quatro pesquisas apoiadas. Entre elas, está o projeto “Conectividade entre recifes de corais e estuários no Nordeste brasileiro: reconstruindo a vida dos peixes”, que será realizado pelo Instituto Harpia – Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, na Paraíba.

O objetivo é fazer uma análise da situação atual dos recifes na região, contribuindo para o entendimento da dinâmica das espécies que neles habitam, bem como propor estratégias de conservação para proteger os ecossistemas estudados. Desse modo, o projeto pretende contribuir para a implementação de ações mais efetivas de manejo para o ecossistema marinho.

Especificamente no Estado do Ceará, foi contemplado o projeto “Filogeografia, estrutura genética e conservação do facheiro-da-praia (Pilosocereus catingicola)” , da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

Outro estudo apoiado no Nordeste acontecerá em sete Estados da região, aplicado pelo Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan). Ele terá como foco estudar a distribuição geográfica e a conservação da lontra-neotropical (Lontra longicaudis) no Nordeste brasileiro.

A lontra-neotropical é um mamífero aquático que consta na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) como “Deficiente de Dados”, desde 2000, sendo que foi considerada como “vulnerável” à extinção, por quase duas décadas.

Atualmente, são reconhecidas diversas ameaças à espécie, como desmatamento, contaminação e poluição dos ambientes aquáticos, além da caça. Apesar dos dados ineficientes sobre as populações dessa espécie, suspeita-se que ela já esteja ameaçada de extinção, o que potencializa ainda mais a importância dessa pesquisa.

Soluções a longo prazo

Além de projetos como o da lontra-neotropical, desenvolvidos em até dois anos, a Fundação Grupo Boticário também financia iniciativas de maior duração (até quatro anos). Chamadas de programas, elas visam a apoiar instituições para que empreendam ações de médio a longo prazos, resultando em medidas efetivas e práticas de conservação da natureza.

Nessa linha de financiamento serão apoiados dois programas, a partir do segundo semestre. Um deles será focado na Mata Atlântica e na Caatinga e será realizado pela Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save Brasil), com foco na avifauna desses biomas. Com ação em quatro Estados (São Paulo, Paraná, Bahia e Rio de Janeiro), essa iniciativa pretende registrar e monitorar aves brasileiras como ferramenta para avaliar a importância das unidades de conservação.

O outro programa selecionado será realizado em diversas regiões brasileiras, inclusive em áreas da Caatinga nordestina, pela Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), de Goiás, e pretende incentivar a adoção de novas políticas públicas para criação e gestão de Unidades de Conservação (UCs). Para isso, será avaliado como diferentes estratégias de proteção do meio ambiente no país consideram os impactos das mudanças climáticas em suas propostas de ações.

Resultados

Em 23 anos de atuação, a Fundação Grupo Boticário já se firmou como uma grande financiadora, ligada à iniciativa privada, de iniciativas de conservação da natureza brasileira. Ao todo, 1.353 iniciativas já foram apoiadas em todos os estados brasileiros.

Para conferir a lista completa das 17 novas iniciativas selecionadas no Edital de Apoio a Projetos, bem como os respectivos técnicos e instituições responsáveis por cada uma delas, acesse o site www.fundacaogrupoboticario.org.br, no caminho O que fazemos > Editais > Projetos aprovados.

Inscrições abertas

O apoio a iniciativas de conservação da natureza feito pela Fundação Grupo Boticário é estruturado em três linhas de financiamento: dois editais de chamada pública (para projetos de até dois anos) e o Apoio a Programas, que contempla iniciativas de até quatro anos e com maiores valores de financiamento, em torno de R$400 mil.

As inscrições para os editais podem ser realizadas até 31 de agosto, no site www.fundacaogrupoboticario.org.br, por meio do link O que fazemos > Editais > Como inscrever.

Para o mais tradicional deles, o Edital de Apoio a Projetos, são aceitos projetos que contribuam para a conservação da natureza em todo o Brasil e que sejam realizados por instituições sem fins lucrativos, como organizações não governamentais ou fundações ligadas a universidades.

Já para o edital conjunto Fundação Grupo Boticário & Fundação Araucária, podem ser inscritos projetos de instituições paranaenses que contribuam para a conservação da natureza no Paraná, com prioridade para a região da Floresta Ombrófila Mista (Floresta com Araucárias) e para a região litorânea do Estado.

Para a linha de financiamento de Apoio a Programas, criada em 2010, é necessário enviar, até 10 de setembro, uma carta-consulta para o e-mail picn@fundacaogrupoboticario.org.br, com informações gerais sobre a iniciativa a ser proposta.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.353 projetos de 465 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Projeto Oásis.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

15:34 · 06.06.2013 / atualizado às 15:37 · 06.06.2013 por

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Todas as fotos são do acervo da equipe

Por Maristela Crispim

“A humanidade, em toda a sua existência, sempre foi dependente dos recursos naturais, mas o modo de vida capitalista busca a expansão de seus bens, muitas vezes acelerando o processo de degradação ambiental, resultando em problemas irreversíveis. As cidades se expandem em direção às áreas de preservação e conservação, como lagoas e margens de rios, de forma desordenada. A especulação imobiliária fez com que a regiões naturais, principalmente de praia, fossem radicalmente modificadas”.

Essa foi a introdução do trabalho de um grupo de sete alunos, do Colégio Militar do Corpo de Bombeiros (CMCB), entre 16 e 18 anos, apresentado na Jornada Cientifica do Colégio, no dia 28 de maio passado, com destaque para os temas “Especulação Imobiliária em Áreas de Preservação Permanente (APPs)” e “Importância do Parque do Cocó”.

“Com esse projeto queremos alcançar o máximo de pessoas possível a respeito do assunto para que todos tenham cada vez mais conhecimento do que acontece nessas áreas e do quão importante é para o nosso dia-a-dia, pois muitas pessoas têm a consciência de que preservar, cuidar é o certo a fazer, mas não têm o conhecimento do que realmente acontece e quais são as consequências das ações humanas sobre essas áreas, cuidando, assim, do nosso presente e do nosso futuro”, escreveu Thays Kerolen.

A poucos dias do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado ontem, recebi por meio da Fan Page do Blog Gestão Ambiental, no Facebook, a mensagem dessa jovem estudante preocupada em propagar a mensagem sobre a importância de conhecer e valorizar o nosso meio natural. Esse tipo de atitude, espontânea e voluntária, deve ser valorizada, estimulada e divulgada. Se cada um mostrar que se preocupa, se desfiliar do movimento “Que Se Dane”, como propôs, no fim de maio, a Fundação SOS Mata Atlântica, é claro que faremos diferença, no sentido de buscar um futuro digno para os nossos descendentes. É isso aí, Thays e colegas! É esse o caminho a ser trilhado! Eu acredito nisso!

08:27 · 22.04.2013 / atualizado às 09:21 · 22.04.2013 por
O Dia da Terra foi criado para estimular uma consciência a respeito da preservação do equilíbrio do nosso Planeta Imagem: SXC.HU
O Dia da Terra foi criado para estimular uma consciência a respeito da preservação do equilíbrio do nosso Planeta Imagem: SXC.HU

Hoje – Dia da Terra – o blog Gestão Ambiental inaugura seu novo visual e também a sua fan page no Facebook. Este será mais um espaço, ao lado da página de Gestão Ambiental e da coluna Mercado Verde,  do Diário do Nordeste, para informar sobre o mercado da sustentabilidade, tando do ponto de vista do setor produtivo quanto do ponto de vista do consumidor.

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970, para estimular a formação de uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações para proteger o nosso Planeta Azul.

Da primeira manifestação, participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Environmental Protection Agency ( EPA) – Agencia de Proteção Ambiental – e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

Depois, em 1972, se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.

O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas. Refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à Educação Ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

No Dia da Terra, todos são convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso Planeta, em nível global, regional ou local. Iniciado como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em importante acontecimento educativo e informativo, utilizado para avaliar os problemas do meio ambiente do Planeta, como a contaminação do ar, água e solos; a destruição de ecossistemas, extinção de espécies da flora e da fauna; e o esgotamento de recursos não-renováveis.

Neste dia também se insiste insiste em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas, incluindo a reciclagem de materiais manufaturados; a preservação de recursos naturais, como o petróleo e a energia; a proibição de utilizar produtos químicos danosos; e o fim da destruição de habitats fundamentais, como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas.

08:07 · 19.04.2013 / atualizado às 08:07 · 19.04.2013 por
Os relatórios foram publicados pelas revistas científicas Science e Ecology Letters Foto: SXC.HU

Arlington, EUA. As abelhas e outras espécies de insetos silvestres são cruciais no processo de polinização de diversos produtos agrícolas, vitais para a alimentação dos seres humanos, apontam os estudos apresentados na última quarta-feira por uma equipe de 50 cientistas de todo o mundo. A pesquisa de uma dessas publicações foi liderada pela Dra. Christina M. Kennedy, cientista da organização ambiental The Nature Conservancy (TNC).

Os resultados dos estudos científicos sinalizam que a intensificação da agricultura industrial e seus processos, incluindo o uso de pesticidas, de produtos químicos sintéticos, extensas lavouras, a baixa diversidade de cultivos e, sobretudo, a perda do habitat natural ao redor dos campos produtivos impactam negativamente às populações de abelhas silvestres. Isso se deve principalmente pelo fato de as abelhas silvestres conseguirem polinizar muito mais efetivamente cultivos importantes como café, maçãs, tomates, melancias, abobrinhas, amêndoas e avelãs do que outros métodos, como abelhas de mel domesticadas.

“As abelhas de mel domésticas, geralmente utilizadas pelos agricultores para polinizar, transportam mais pólen entre as plantas, contudo nossos estudos mostram que as abelhas silvestres são mais efetivas em polinizar os cultivos de forma exitosa”, afirmou Kennedy. “A polinização com abelhas silvestres aumentou em quase o dobro a proporção de flores que se desenvolveram em frutas maduras ou sementes, em comparação com as abelhas de mel domesticadas”, adicionou.

As implicações, segundo Kennedy, são importantes para os agricultores de todo o mundo, já que alterações simples no campo como incorporar espaços naturais ao redor das lavouras e reduzir o uso de químicos tóxicos para as abelhas poderiam beneficiar esta e outras espécies de polinizadores silvestres e, com isso, contribuir para uma melhor produção de vários alimentos. Ao mesmo tempo, se requer conservar e melhorar os habitats naturais e seminaturais dos campos agrícolas.

Ao combinar boas práticas de agricultura e conservação do meio ambiente se promove um rendimento mais estável e saudável das culturas. Isso é importante especialmente agora, que se está incrementando enormemente a demanda global por alimentos.

Os cientistas examinaram as tendências dos insetos polinizadores, em particular as abelhas e seus processos polinizadores, em pelo menos 40 sistemas de cultivo, em 600 lavouras ou pastagens de 20 países em todo o mundo, incluindo Brasil, Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Costa Rica, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Israel, Japão, Quênia, México, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, África do Sul, Suécia, Suíça e Uganda. Ambos os relatórios ilustram o impacto que têm as práticas de campo e desenho de paisagem na saúde das abelhas silvestres.

“Na medida que a população mundial se aproxima dos nove bilhões – como se prevê para as próximas décadas – se urge identificar e implementar métodos para aumentar a produção de alimentos com a mesma quantidade de terras cultiváveis atualmente, pois do contrário estaremos ameaçando ecossistemas importantíssimos que facilitam a própria produção de alimentos”, mencionou Kennedy. “Qualquer estudo que possa ajudar aos produtores a obter esse ‘incremento sustentável’, será a melhor das ferramentas para poder alimentar o mundo e proteger a vida.”

Os relatórios foram publicados pelas revistas científicas Science e Ecology Letters, e esta última está disponível de maneira gratuita no link http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/ele.12082/full

TNC

A TNC é a maior organização de conservação ambiental do mundo. Está em mais de 35 países, adotando diferentes estratégias com a missão de conservar as terras e águas das quais a vida depende. No Brasil, onde atua há 25 anos, a TNC promove iniciativas nos principais biomas brasileiros – Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal –, com o objetivo de compatibilizar o desenvolvimento econômico e social dessas regiões com a conservação dos ecossistemas naturais.

Por meio de seu programa de Conservação da Mata Atlântica e Savanas Centrais, a TNC estabelece parcerias com os diversos setores da sociedade a fim de proteger e restaurar áreas prioritárias dentro desses biomas. No programa da Amazônia, a organização vem trabalhando para facilitar e promover a conservação de terras indígenas há mais de dez anos, além de desenvolver ações para a regularização ambiental de municípios estratégicos e para minimizar as causas e efeitos das mudanças climáticas.

Atualmente, a organização e seus mais de um milhão de membros ajudam a proteger 130 milhões de hectares em todo o mundo. Saiba mais sobre a TNC em http://portugues.tnc.org.

Fonte: TNC