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Tag: Educação Ambiental


16:53 · 16.05.2018 / atualizado às 16:53 · 16.05.2018 por
A avaliação da PNRS, os rumos para o setor público atingir os objetivos estabelecidos, a geração de energia a partir do lixo e como fazer a gestão integrada dessas políticas são alguns dos temas do 5º Seminário Nacional de Resíduos Sólidos Foto: Alex Pimentel

A avaliação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os rumos para o setor público atingir os objetivos estabelecidos, a geração de energia a partir do lixo e como fazer a gestão integrada dessas políticas são alguns dos temas que serão debatidos no 5º Seminário Nacional de Resíduos Sólidos, que será realizado em Fortaleza, nos dias 21 e 22 de maio, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Com credenciamento a partir das 8h do dia 21, o evento terá na sua abertura palestra magna de Ricardo Plácido Ribeiro, coordenador-geral de Auditoria das Áreas de Integração Nacional e Meio Ambiente do Ministério de Transparência e Controladoria-Geral da União, Secretaria Federal de Controle Interno e Diretoria de Auditoria de Políticas de Infraestrutura.

A primeira mesa redonda será após a palestra magna e terá por tema “Rumos para o setor público atingir os objetivos da Polícia Nacional de Resíduos Sólidos”. O Mediador será Alceu de Castro Galvão Júnior, analista de regulação da Coordenadoria de Saneamento Básico da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Ceará (Arce).

Na segunda mesa redonda, à tarde, entra em debate a Geração de Energia a partir dos Resíduos Sólidos, tendo como mediador o professor do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade Federal do Ceará (UFC), Suetônio Mota. A terceira mesa redonda do dia enfoca “Como fazer a gestão integrada dos Resíduos Sólidos” com Luís Eduardo
Salvatore, do Instituto Brasil Solidário. Para o seminário as inscrições são gratuitas.

O dia seguinte (22), será todo reservado para os minicursos de Educação Ambiental, com Luís Eduardo Salvatore;  Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, com Alceu Galvão de Castro Júnior; e Consórcios de Resíduos Sólidos, com o professor Alissom Melo. O seminário é uma realização da Arce, promoção do jornal Diário do Nordeste, A Fundação de Cultura e Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Funcepe) e Instituto Future, com apoio institucional da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) e organização da Decora Eventos.

Mais informações:
Data: 21 e 22 de maio de 2018 (segunda e terça-feira)
Local: CDL Fortaleza – Auditório Gervásio Pegado
Site: www.prasticaeventos.com/residuos2018

 

PROGRAMAÇÃO

21 de maio de 2018

8h – Credenciamento

9h às 11h – Solenidade de Abertura

Palestra Magna: CGU Avaliação da Política Nacional de Resíduos Sólidos
Palestrante: Ricardo Plácido Ribeiro – coordenador-geral de Auditoria das Áreas de Integração Nacional e Meio Ambiente do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União / Secretaria Federal de Controle Interno (SFC) – Diretoria de Auditoria de Políticas de Infraestrutura

11h às 13h
Mesa redonda 1 – Rumos para o setor público atingir os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos
Mediador:
Alceu de Castro Galvão Junior – analista de regulação da Coordenadoria de Saneamento Básico da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Estado do Ceará (Arce)
Debatedores:
Luís Fernando Cabral Barreto Júnior – presidente da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa)
Manoel Renato Machado Filho – diretor do Departamento de Infraestrutura Social e Urbana do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão
Fernando Alfredo Rabello Franco – presidente da Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar) e conselheiro da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Estado do
Ceará (Arce)
Águeda Muniz – secretária de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza
José Maria Lucena – prefeito do Município de Limoeiro do Norte

13h às 14h – Intervalo para almoço

14h às 16h
Mesa redonda 2 – Geração de Energia a partir dos Resíduos Sólidos
Mediador:
Suetônio Mota – professor titular do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Palestrantes:
ENEL
Marquise Incorporações
C. Rolim Engenharia
Cimento Apodi
Hotel Brasil Tropical Residence
Cidade Limpa

16h às 18h
Mesa redonda 3 – Como fazer a gestão integrada dos Resíduos Sólidos
Mediador: Luís Eduardo Salvatore – Instituto Brasil Solidário
Debatedores:
Artur Bruno – secretário de Meio Ambiente do Estado do Ceará
Secretaria das Cidades do Estado do Ceará
Prefeitura Municipal de Jijoca de Jericoacoara
AMBEV
Coca-cola
Indaiá
Ministério do Meio Ambiente
Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR)

22 de maio de 2018

Minicursos
Horário: 8h às 17h

Minicurso 1 – Educação Ambiental
Professor: Luís Eduardo Salvatore – Instituto Brasil Solidário

Minicurso 2 – Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Professor: Alceu Galvão de Castro Júnior – analista de regulação da Coordenadoria de Saneamento Básico da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Estado do Ceará (Arce)

Minicurso 3 – Consórcios de Resíduos Sólidos
Professor: Alissom Melo – analista de Regulação da Coordenadoria de Saneamento Básico da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Estado do Ceará (Arce)

* Programação preliminar sujeita a alterações

18:54 · 16.03.2018 / atualizado às 18:54 · 16.03.2018 por
Fundamental para a existência da vida, a água estará no centro das discussões de governantes, pesquisadores e ativistas do mundo inteiro, nos próximos dias, em Brasília Foto: Maristela Crispim

Soluções baseadas na natureza para segurança hídrica estão entre os temas debatidos durante os seis dias de evento

A partir deste domingo (18) Brasília será sede do 8º Fórum Mundial da Água (FMA), o mais importante evento do setor, organizado pelo Conselho Mundial da Água. Esta é a primeira vez que um país do Hemisfério Sul sedia o encontro, que espera receber 40 mil visitantes e sete mil congressistas de diversos países.

O evento tem como objetivo debater inúmeras agendas relacionadas à água, tendo como base os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial o objetivo 6, relacionado à água. Um dos assuntos que terá um recorte especial nesta edição, serão as Soluções baseadas na Natureza (SbN) para segurança hídrica.

O Brasil conta com 12% da água doce do Planeta e possui a maior bacia hidrográfica do mundo, além de um sistema de gerenciamento de recursos hídricos avançado, embora ainda com muitas lacunas para sua implementação. Segundo o presidente do Conselho Mundial da Água e responsável pelo Fórum, Benedito Braga, existe um acúmulo de conhecimento e instrumentos de gestão no País que fizeram com que o Brasil fosse escolhido para sediar o evento neste ano.

A água é um recurso estratégico que, além de ser elemento vital aos seres vivos, é também essencial ao desenvolvimento econômico. Neste sentido, assegurar tal recurso com qualidade e quantidade é de extrema importância, sobretudo em tempos de crise hídrica, cada vez mais agravada pela degradação ambiental e pelos impactos da mudança global do clima.

Participações

Entre os eventos paralelos que serão realizados no Fórum Mundial da Água, a Fundação Grupo Boticário organiza um debate no dia 21 de março. A partir das 17h, representantes da Fundação irão abordar o tema “A natureza como solução integradora” e farão uma apresentação de um framework com Soluções Baseadas na Natureza, e dos resultados de dois estudos de casos para investimentos em infraestrutura natural – um deles realizado em São Bento do Sul (SC), em parceria com a Prefeitura e o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE); e outro realizado no Sistema Cantareira, em parceria com o World Resources Institute (WRI), The Nature Conservancy (TNC), Instituto BioAtlântica (IBIO), União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e FEMSA Foundation.

A Associação Caatinga, que promoveu o tatu-bola como mascote da Copa do Mundo no Brasil, defenderá o bioma, único exclusivamente brasileiro e um dos mais ameaçados do País, no Fórum. Biólogos falarão sobre o projeto No Clima da Caatinga, que atua com tecnologias para o melhor uso da água e demais recursos naturais, especialmente os florestais. Desde 2011, 16 nascentes foram restauradas e protegidas, mais de 21 mil alunos alcançados por atividades de Educação Ambiental, 3.300 famílias envolvidas, 1.600 pessoas capacitadas no uso de tecnologias sustentáveis e 490 educadores certificados em 40 comunidades de Pernambuco e Piauí.

10:30 · 07.02.2018 / atualizado às 21:05 · 06.02.2018 por
Inscrições seguem até dia 31 de março, no site da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza Foto: Canindé Soares

Estão abertas as inscrições para a chamada do primeiro semestre de 2018 do Edital de Apoio a Projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, uma das principais instituições da iniciativa privada a apoiar financeiramente ações e pesquisas científicas em conservação da biodiversidade brasileira. As inscrições podem ser feitas até 31 de março, no site da instituição, na seção “editais”.

Os projetos que almejam financiamento devem se encaixar em uma das seguintes linhas temáticas:

1) Unidades de Conservação de Proteção Integral (continentais e marinhas) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs): criação, ampliação e execução de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo.

2) Espécies Ameaçadas: execução de ações prioritárias dos Planos de Ação Nacional (PAN) para espécies e ecossistemas e definição de status de ameaça. Também são aceitas ações emergenciais para aquelas espécies que ainda não possuam PANs ou que visem enquadrar uma espécie em listas oficiais de ameaças.

3) Ambientes Marinhos: estudos, ações e ferramentas para proteção e redução da pressão sobre a biodiversidade marinha.

Podem se inscrever nas três linhas do Edital de Apoio a Projetos da Fundação Grupo Boticário instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades, organizações não governamentais (ONGs) e associações.

Prioridade às Unidades de Conservação

“Este primeiro Edital de Apoio a Projetos de 2018 segue com as mesmas linhas temáticas de anos anteriores, mantendo seu objetivo de contribuir para a conservação da natureza brasileira. O diferencial é que, nesta chamada, a Fundação Grupo Boticário está priorizando projetos voltados à implementação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares de Patrimônio Natural que venham a se tornar modelos de gestão”, afirma o coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, Emerson Oliveira.

Oliveira explica que a Fundação busca propostas que contribuam para que UCs continentais ou costeiro-marinhas cumpram com os objetivos para os quais foram criadas e, assim, proporcionem benefícios para as comunidades de seu entorno.

Por exemplo, espera-se que essas áreas de referência sejam efetivamente protegidas por ações de inteligência, fiscalização e controle, de modo a preservar a natureza; que possibilitem a realização de pesquisas científicas e atividades de Educação Ambiental; e, quando permitido, que seus atrativos naturais sejam abertos ao uso público e que haja infraestrutura adequada para atender os visitantes.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais.

Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

Dúvidas podem ser encaminhadas para: edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

17:01 · 01.03.2017 / atualizado às 17:01 · 01.03.2017 por


“Como bem sabemos, a importância da Campanha da Fraternidade (CF) tem crescido a cada ano, repercutindo não apenas no interior das comunidades católicas, mas também nos diversos ambientes da sociedade, especialmente pela sua natureza e pela iminência dos assuntos abordados”. Foi com estas palavras que o arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, abriu oficialmente a Campanha da Fraternidade 2017.

A cerimônia ocorreu na sede da entidade, nesta quarta-feira (1º), em Brasília (DF). Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”, neste ano, a Campanha busca alertar para o cuidado com os biomas brasileiros: Cerrado, Mata
Atlântica, Caatinga, Pampa, Pantanal e Amazônia. Além disso, enfatiza o respeito à vida e à cultura dos povos que neles habitam. O lema escolhido para iluminar as reflexões é “Cultivar e guardar a criação (Gn 2, 15)”.

Para dom Sergio, a temática é de extrema urgência. “Cada Campanha da Fraternidade quer nos ajudar a vivenciar a fraternidade em um campo específico da vida ou da realidade social brasileira que tem necessitado de maior atenção e empenho, e, neste
ano, o tema escolhido é de grande notoriedade”, enfatizou.

Ainda de acordo com ele, é preciso que as pessoas conheçam os biomas a fundo para poderem “contemplar a beleza e a diversidade que estão estampados no próprio cartaz da Campanha da  Fraternidade.

Dom Sergio disse, ainda, que não basta conhecer os biomas, é preciso também refletir sobre a presença e sobre a ação humana nesses ambientes. Ele também ressaltou a valorização dos povos originários, que, de acordo com ele, são “verdadeiros guardiões dos biomas”.

“Nós precisamos valorizar, defender a vida e a cultura desses povos, mas também somos motivados a refletir sobre as causas dos problemas que afetam os biomas como, por exemplo, o desmatamento, a poluição da natureza e das nascentes. Necessitamos também refletir sobre a ação de cada um de nós e nossas posturas nos biomas onde estamos inseridos”, disse.

Por último, o bispo destacou que pode haver um certo estranhamento por parte das pessoas em relação à Igreja ter escolhido este assunto para a Campanha, mas segundo ele, ninguém pode assistir passivamente à destruição de um bioma ou de sua própria
casa, da casa comum.

“O assunto, de fato, não pode ser descuidado, não pode ser deixado para depois, ele necessita da atenção e dos esforços de todos. O tema tem sim muito a ver com a fé em Cristo, com a fé no Criador, com a palavra de Deus, e admirar os biomas é contemplar a obra do criador”, finalizou.

Importância

O presidente da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado federal Alessandro Molon, compôs a mesa da cerimônia e, em sua fala, agradeceu pela escolha do tema por parte da Igreja no Brasil, considerando a iniciativa um serviço de extrema
importância para o País e para a proteção do meio ambiente.

O parlamentar lembrou e agradeceu ainda pelo pontificado do papa Francisco, “grande liderança mundial, que, dentre outras iniciativas importantes, escreveu a encíclica Laudato Si e tem dedicado uma parte especial do seu ministério ao convite de
uma ecologia humana e integral, lançando luz sobre a relação entre degradação do ambiente, injustiça social e pobreza”.

Molon indicou que, dos oito objetivos específicos da CF, quatro serão de grande importância para a Frente Parlamentar em 2017: o aprofundamento do conhecimento de cada bioma, o comprometimento com as populações originárias, o reforço do
compromisso com a biodiversidade e a contribuição para a construção de um novo paradigma ecológico. No fim, apresentou dez desafios da Frente Parlamentar para os quais pediu apoio da CNBB e do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Ações convergentes

“Sentimo-nos, portanto, amparados e revigorados na busca dos nossos objetivos”, afirmou o secretário de articulação institucional e cidadania do MMA, Edson Gonçalves Duarte, ao comentar a escolha da temática da CF 2017.

O representante do  ministro Sarney Filho lembrou da atuação do bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, na defesa do Rio São Francisco e ressaltou que o cuidado com os biomas permeia todos os campos de atuação do Ministério: florestas, biodiversidade, água, extrativismo, clima, desenvolvimento sustentável e cidadania ambiental.

O secretário lamentou o profundo desconhecimento de parte da sociedade brasileira “que muitas vezes até compreende a importância da Amazônia, mas não percebe que o equilíbrio ecológico dos biomas é necessário para a manutenção, não apenas da fauna e da flora, mas também da vida humana”.

Duarte considerou que muitas das ações propostas pela Campanha da Fraternidade convergem com as prioridades determinas pelo MMA, como o combate ao desmatamento, o aprimoramento do monitoramento dos biomas, proteção de nascentes e matas ciliares, apoio aos povos tradicionais e a educação ambiental.

“A incorporação de toda essa temática na perspectiva de trabalho da CNBB
fortalece sobremaneira a defesa dos biomas brasileiros, pois, além de um arcabouço científico muito bem estruturado, a Campanha da Fraternidade reveste suas ações de uma riqueza espiritual capaz de tocar as consciências de uma forma profunda”,
salientou.

Publicação original: CNBB

16:47 · 22.07.2016 / atualizado às 16:47 · 22.07.2016 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) abriu novas turmas para seis cursos gratuitos realizados na modalidade de Educação a Distância (EaD), sem tutoria. Sustentabilidade é o eixo principal da maioria deles. Os cursos fazem parte da iniciativa de ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA. Para esta edição, a expectativa é formar 13,5 mil pessoas.

As inscrições estão abertas e os interessados podem se inscrever na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A página contém um resumo de cada curso. As capacitações serão realizadas entre julho e agosto e os participantes terão direito a um certificado de formação no tema, emitido pelo MMA.

A procura tem sido grande. Segundo a diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, a crescente demanda reforça a importância da promoção da Educação Ambiental como potencializadora da implementação das políticas públicas ambientais. “A EaD, para além da disponibilização de conteúdos e troca de saberes, pode contribuir com o fortalecimento de redes, ampliando o diálogo entre o MMA e a sociedade”, destacou.

Modalidades

As inscrições para o curso Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável encerram-se nesta segunda-feira (25). São 2 mil vagas com o objetivo de capacitar os gestores públicos de todas as áreas sobre a problemática da desigualdade de gênero e a importância da transversalização dos temas “gênero” e “desenvolvimento sustentável”. O curso é destinado a gestores públicos de todas as áreas, federais, estaduais e/ou municipais.

O curso de Estilos de Vida Sustentável pretende incentivar a reflexão, discussão e ação interativas com informações e conceitos sobre mudança em favor de estilos de vida sustentáveis. As inscrições também vão até o dia 25 de julho. O curso tem 2 mil vagas e aborda temas como o uso da água e energia, resíduos sólidos domésticos e os impactos dos resíduos, habitações sustentáveis, alimentação, saúde, mobilidade urbana e lazer.

O curso Criança e o Consumo Sustentável também oferece 2 mil vagas. Serão abordados o contexto histórico do consumo, fundamentos e conceitos da sustentabilidade e do consumo sustentável. Além disso, serão apresentadas estratégias de como proteger as crianças dos apelos consumistas e formas de como incentivar a prática de brincadeiras, hábitos e atitudes sustentáveis. Inscrições também até o dia 25 de julho.

As inscrições para Produção e Consumo Sustentável vão até 5 de agosto. O objetivo do curso é a divulgação de informações pertinentes à área ambiental, com conhecimentos específicos em produção e consumo sustentáveis, desenvolvendo ações e acompanhamento do sistema de gestão ambiental e economia verde. As aulas acontecerão durante o mês de agosto. São ofertadas 1,5 mil vagas.

O curso Sustentabilidade na Administração Pública, com 2 mil vagas e vai oferecer subsídios e apoio técnico para a implementação da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) nos órgãos e entidades da administração pública de todas as esferas e poderes. A curso é destinado a servidores públicos que desejam implementar a A3P nos órgãos e entidades da administração pública de todas as esferas e poderes, com inscrições até dia 25 de julho. O período de realização vai de de 25 de julho a 5 de agosto.

Profissionais que desejam aprender ou aprimorar técnicas de produção de conteúdos para a Educação à Distância (EaD) têm até o dia 25 de julho para se inscrever no curso Guia para a Produção de Conteúdos EAD. A capacitação tem como objetivo desenvolver conhecimento, habilidades e atitudes que possibilitem aos profissionais por ele formados utilizarem de maneira teórica e prática um guia para a produção de conteúdos para a EaD, contribuindo para o fomento da Educação Ambiental e a difusão de políticas públicas de meio ambiente.

Fonte: MMA

09:03 · 19.09.2015 / atualizado às 11:56 · 19.09.2015 por
O Limpando o Mundo tem realizado ações há três no litoral do Estado do Ceará
O Limpando o Mundo tem realizado ações há três anos no litoral do Estado do Ceará

O Movimento Limpa Brasil – Let’s do it! (www.limpabrasil.net) chega novamente a Fortaleza e realiza diversas ações de limpeza e conscientização no mês de setembro. Em busca da criação da consciência e do hábito em toda a população, o Limpa Brasil realiza, junto ao projeto Limpando o Mundo, mais uma vez uma ação de limpeza de praia, atividades lúdicas e apresentação musical, hoje pela manhã (19), em Fortaleza, na barraca Cuca Legal, na Praia do Futuro.

A coleta de lixo na praia, entre materiais orgânicos e não orgânicos, deve seguir até a barraca Terra do Sol. Já amanhã (20), as praias de Aracati, Canoa Quebrada, Quixaba e Majorlândia receberão um mutirão promovido pelo Bom Vizinho Shopping, da Rede Pinheiro Supermercado, com a ONG Limpando o Mundo, a partir das 8 horas.
Praia do Futuro
Serão aproximadamente 2,5 Km de areias mais limpas com a ação, que tem um propósito não apenas ambiental, mas também educativo, uma vez que objetiva chamar atenção para a necessidade imediata de praias mais limpas e manutenção desses ecossistemas.

Qualquer pessoa interessada em colaborar com a causa pode participar da iniciativa. São disponibilizados sacos de lixo, luvas, protetor solar e álcool gel para o processo de coleta. Após a coleta na praia são realizadas atividades lúdicas e apresentação musical com as bandas Pukabanda e DanDan – O dom da pegada.
O projeto conta com a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Ministério da Educação (MEC), apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e das prefeituras municipais, e pretende incentivar a reflexão para a mudança de atitude do cidadão brasileiro em relação ao hábito de jogar lixo fora do lixo. Com várias ações programadas já para setembro, o projeto segue até dezembro repleto de atividades, shows e palestras.
Em Fortaleza, o projeto conta com o patrocínio local da Prefeitura Municipal de Fortaleza e da C. Rolim Engenharia, Nacional Gás, Esmaltec, Hipercor, Indaiá, Hotel Sonata de Iracema, Faculdade CDL, Sindigráfica, Beach Park, Universidade de Fortaleza (Unifor), e apoio do Roratact. Conta ainda com o apoio Nacional da Unesco, MMA, TV Globo, Awaken Love e União dos Escoteiros do Brasil.
Praias de Aracati
Para ampliar o grau de conscientização das pessoas sobre a importância de preservar as praias, o Bom Vizinho Shopping promove junto com o Projeto Limpando o Mundo, um mutirão de limpeza nas praias de Canoa Quebrada, Quixaba e Marjolândia, durante toda a manhã de amanhã (20). O encontro acontecerá a partir das 8 horas, com uma roda de diálogo de conscientização e, em seguida, distribuição de material simultaneamente nas três praias.

A ação marca ainda a inauguração do Bom Vizinho Shopping, primeiro empreendimento do tipo na região com um mix de 30 lojas de serviços, cinemas, área infantil, alimentação e quatro âncoras: Pinheiro Supermercado; loja Zenir, Cinema Bom Vizinho e parque infantil Mundo Pinheirinho, além de outras operações confirmadas, como TIM e Extrafarma.
Com parceria da Prefeitura Municipal de Aracati, e equipes de colaboradores, a ação contará com a participação de cerca de 250 pessoas ao todo, contando voluntários das ONGs Recicriança, Comunidade Ecológica Ciclística de Majorlândia (Cecim) e do Grupo Folclórico Filhos de Quixaba. O evento é promovido simultaneamente por diversas organizações internacionais por conta do Dia Mundial de Limpeza de Praias e Rios, celebrado no dia 21 de setembro.
Limpa Brasil – Let’s do it!
A proposta do Movimento Limpa Brasil – Let’s do it! é criar uma nova cultura com relação ao descarte correto do lixo, além de incentivar a sociedade a limpar e manter as cidades limpas. Por esse motivo, um dos pontos mais importantes do evento é o envolvimento das escolas municipais, com a realização de palestras e seminários, dinâmicas de grupo e gincanas, capacitação de professores e a estruturação dos pontos de coleta de materiais recicláveis durante a semana de mobilização.

Esse movimento gera um engajamento da comunidade local e incentiva a transformação de alunos, pais, parentes e profissionais envolvidos em agentes de mobilização, que alertam sobre os malefícios do descarte incorreto do lixo.

Realizado desde 2011, o programa, que atualmente funciona aliado a um ambicioso projeto de educação ambiental, já visitou 22 cidades brasileiras e envolveu mais de 180 mil voluntários. Recolheu cerca de 3 mil toneladas de material reciclável que foram doados às cooperativas de materiais recicláveis, gerando trabalho e renda para milhares de famílias.
Mais informações:
Limpeza da Praia do Futuro
Quando: dia 19 de setembro (sábado)
Horário: 7h30
Local: na barraca Cuca Legal
Limpeza das Praias de Canoa Quebrada, Quixaba e Marjolândia
Quando: dia 20 de setembro (domingo)
Horário: 8 horas
Local: principal acesso às Praias

13:58 · 11.06.2014 / atualizado às 14:00 · 11.06.2014 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai promover, neste ano, oito cursos a distância sobre cidadania e sustentabilidade socioambiental. A previsão é formar 10 mil pessoas até dezembro deste ano.

Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.

O diretor de Educação Ambiental, Nilo Diniz, destaca que o MMA e suas entidades vinculadas procuram, na atualidade, articular e potencializar a capacidade institucional de formação e capacitação, ampliando a base social da política ambiental no País.

“Este é o propósito desses cursos, que, por meio de uma nova plataforma virtual e de metodologias específicas, se somam a outras formações presenciais em andamento, bem como a processos participativos, como os conselhos e as conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto, quanto a versão infanto-juvenil”, enfatiza.

Em julho, serão realizados dois cursos. O primeiro aborda questões que visam qualificar e reduzir o consumo infantil. O curso “Criança e Consumo Sustentável” tem como público-alvo as mães e os pais. Serão 20 horas de curso para duas mil vagas.

O curso “Estilo de vida sustentável” enfatiza uma nova perspectiva de qualidade de vida com base em padrões sustentáveis. São duas mil vagas para qualquer pessoa interessada no tema. O curso tem carga de 20 horas.

Temas prioritários

De agosto a dezembro, será realizado o curso “Formação de agentes populares de Educação Ambiental na Agricultura Familiar”, com duas mil vagas. O objetivo é colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com Educação Ambiental e Agricultura Familiar.

O curso visa auxiliar no desenvolvimento de processos formativos e de mobilização nos territórios em favor da regularização ambiental, da adoção de práticas agroecológicas e sustentáveis e do enfrentamento de questões e conflitos socioambientais.

A iniciativa é destinada aos agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), lideranças de movimentos, sindicatos, associações, técnicos de Organizações Não Governamentais (ONGs), pastorais, prefeituras, órgãos públicos, empresas, professores, jovens, ambientalistas, animadores culturais. O curso compreende 120 horas de aula.

Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF) nos Territórios” é o tema da quarta capacitação, que busca refletir sobre questões relacionadas à temática socioambiental no campo.

Podem participar gestores públicos estaduais e municipais e representantes de instituições que atuam com educação ambiental e Agricultura Familiar. Será ministrado de setembro a novembro, com 60 horas de duração e 300 vagas disponíveis.

Ampliação de conhecimento

O curso que aborda a “Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)”, destinado aos gestores de órgãos governamentais, acontecerá de agosto a setembro. Serão disponibilizadas duas mil vagas e o curso durará 20 horas.

Igualdade de Gênero e Sustentabilidade” é o tema da sexta capacitação, aberta a todos os interessados. Ocorrerá de setembro a outubro, com mil vagas e 20 horas de duração.

Também será realizado um curso de formação de conteúdistas em Educação a Distância. A proposta é realizar a formação técnica sobre estratégias e metodologias de desenvolvimento de conteúdos na linguagem à distância.

O curso é destinado aos servidores do MMA e das unidades vinculadas, além de representantes de instituições que atuam com Ensino a Distância. Será ministrado de outubro a novembro, com 20 horas de duração e 500 vagas disponíveis.

O último curso tem o intuito de apresentar as etapas necessárias para elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos” para os gestores públicos municipais. Será realizado em novembro, com 200 vagas e 20 horas de duração.

Lista dos cursos até dezembro

1. Criança e Consumo Sustentável: julho – 20 horas – 2 mil vagas

2. Estilo de Vida Sustentável: julho – 20 horas – 2 mil vagas

3. Formação de agentes populares de Educação Ambiental na Agricultura Familiar: agosto a dezembro – 120 horas – 2 mil vagas

4. Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF) nos Territórios: setembro a novembro – 60 horas – 300 vagas

5. Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P): agosto a setembro – 20 horas – 2 mil vagas

6. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade: setembro a outubro – 20 horas – mil vagas

7. Formação de conteudistas em EaD: outubro a novembro – 20 horas – 500 vagas

8. Planos Municipais de Resíduos Sólidos: novembro – 20 horas – 200 vagas

Fonte: MMA

14:59 · 17.12.2013 / atualizado às 15:07 · 17.12.2013 por
Projetos apoiarão a criação e gestão de Unidades de Conservação. Hoje, apenas 1,57% da costa brasileira encontra-se protegida Foto: Kiko Silva
Projetos apoiarão a criação e gestão de Unidades de Conservação. Hoje, apenas 1,57% da costa brasileira encontra-se protegida Foto: Kiko Silva

A Fundação SOS Mata Atlântica divulga os contemplados do VI Edital do Programa Costa Atlântica. As seis organizações selecionadas receberão, ao todo, cerca de R$ 300 mil reais para projetos para a conservação da biodiversidade e a sustentabilidade das zonas costeira e marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica.

As instituições contempladas são: Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis), do Ceará; Associação Voz da Natureza, do Espírito Santo; Comissão Ilha Ativa, do Piauí; Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos, de Santa Catarina; Fundação Mamíferos Aquáticos, da Paraíba; e Sea & Limno Technology Consultoria Ambiental (Salt), de São Paulo.

“A maioria dos projetos aprovados nesse ano acompanha a linha 1 do edital, de “Fortalecimento de Unidades de Conservação Marinha”. Esse é um grande diferencial, pois corresponde à necessidade de criação de Unidades de Conservação (UCs) da Costa Atlântica. Além disso, os projetos são importantes para o desenvolvimento regional e o fortalecimento das comunidades locais”, afirma Camila Keiko Takahashi, do Programa Costa Atlântica.

A bióloga explica que o Brasil tem uma zona costeira e marinha de mais de 4 milhões de quilômetros quadrados, e que hoje apenas 1,57% encontra-se protegido sob alguma forma de Unidade de Conservação. “Os projetos selecionados irão contribuir com a manutenção das áreas marinhas protegidas e também com a preservação dessa biodiversidade já bastante ameaçada”, comenta.

Beneficiados do VI Edital do Programa Costa Atlântica

Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis) – Ceará

A proposta da Aquasis envolve a revisão e atualização da lei de criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Manguezal da Barra Grande, uma Unidade de conservação municipal criada em 1998, antes da lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), de 2000, com o objetivo de proteger o estuário da Barra Grande e o Banco dos Cajuais. Estes são ecossistemas que abrigam espécies migratórias, ameaçadas e também de grande valor comercial no extremo leste do Ceará.

“O Programa Costa Atlântica tem uma importância fundamental no desenvolvimento de projetos, pesquisas e políticas para a conservação de áreas e de biodiversidade marinhas no Brasil, assim como na proteção dessas regiões com subsídios para a consolidação de Unidades de Conservação. no Ceará, o Programa tem tido um papel relevante nos processos de conservação da biodiversidade e dos serviços ambientais da zona costeira e marinha conduzidos pela Aquasis”, explica Thaís Moura Campos Vila Nova, secretária-executiva e coordenadora do Programa de Áreas Protegidas.

Associação Voz da Natureza Espírito Santo

Em parceria com a Fundação Pro-Tamar e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) da Reserva Biológica de Comboios, envolvendo ativamente cinco comunidades da foz do Rio Doce (Regência, Comboios, Povoação, Degredo e Barra do Riacho), a Associação Ambiental Voz da Natureza iniciará o processo para a criação de uma Unidade de Conservação na foz do Rio Doce, local que demarca o limite sul do banco dos Abrolhos, onde encontra-se tartarugas marinhas, boto-cinza, toninhas, diversos peixes de importância comercial, tubarões e raias.

“Para nós o edital é essencial, pois está possibilitando que essa Unidade de Conservação surja com um pleito dos atores locais, que há dez anos solicitaram sua criação. O edital marca o início de uma série de atividades de desenvolvimento socioambiental que pretendemos levar para a região”, conta Eric Freitas Mazzei, membro da Associação Voz da Natureza.

Comissão Ilha Ativa – Piauí

Preocupados com o manejo sustentável e consciente dos recursos naturais locais, a Comissão Ilha Ativa buscará contribuir no processo de conservação e preservação ambiental dos bens naturais da Área de Proteção Ambiental (APA) Delta do Parnaíba. Promoverá também uma reflexão para a proteção da sociobiodiversidade local a partir de ações educativas, como campanha de limpeza e roda de memória.

“O Programa Costa Atlântica possibilitará o fomento das nossas atividades de Educação Ambiental dentro da Unidade de Conservação. Ele vem para fortalecer e ampliar cada vez mais a nossa metodologia de trabalho e os objetivos da APA”, destaca Francinalda Maria Rodrigues da Rocha, coordenadora da Comissão Ilha Ativa.

Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos – Santa Catarina

O Núcleo de Gestão Integrado de Santa Catarina (NGI – SC) é composto por cinco unidades de conservação: a APA da Baleia Franca, APA do Anhatomirim, Estação Ecológica (Esec) de Carijós, Reserva Biológica (Rebio) Marinha do Arvoredo e Reserva Extrativista (Resex) do Pirajubé. A Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos propõe a sistematização da abordagem territorial, baseando-se nos planos de desenvolvimento dos municípios do Estado de Santa Catarina e do governo federal na elaboração e revisão dos Planos de Manejo das Unidades de Conservação do NGI –SC.

“Para nós, o Programa Costa Atlântica é importante, pois preserva e defende a riqueza natural que temos, além de também de alguma forma contribuir para um diálogo entre diversos atores, buscando diminuir o impacto sobre a biodiversidade”, afirma Maurício Roque Serva de Oliveira, coordenador técnico da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos.

Fundação Mamíferos Aquáticos – Paraíba

O Projeto da Fundação Mamíferos Aquáticos, é focado na comunidade da Barra de Mamanguape, município de Rio Tinto, na Paraíba. A proposta visa atender os pescadores artesanais, em especial as mulheres marisqueiras da comunidade, por meio da promoção da valorização dessas mulheres, melhoria da qualidade de vida dos pescadores artesanais e ampliação das oportunidade de geração de renda.

“Para nós, o Edital é importante, pois, pela primeira vez, iremos realizar o plano e manejo da unidade que existe desde 1993”, observa João Carlos Gomes Borges, diretor-presidente da Fundação Mamíferos Aquáticos.

Sea & Limno Technology Consultoria Ambiental (Salt) – São Paulo

O projeto dará suporte à gestão, monitoramento, planejamento de atividades de pesquisa e gerenciamento administrativo da Esec Tupinambás, inserida no Arquipélago de Alcatrazes, litoral norte de São Paulo. Também serão realizadas reuniões para definição de demandas e interesses da Esec e o desenvolvimento de ferramentas de sistematização de dados para contribuir para a gestão e monitoramento da unidade de conservação, além de oferecer subsídios para a finalização e implantação do seu Plano de Manejo.

“O Programa Costa Atlântica é de grande importância, pois contribui com projetos como o nosso, que visam a criação de uma ferramenta para a gestão de unidades de conservação. Colabora também para a consolidação das Unidades de Conservação, ajudando a geri-las”, diz Vitor Massaki Izumi, sócio-diretor da Salt e coordenador técnico do projeto.

Programa Costa Atlântica

Criado em 2006, o Programa Costa Atlântica, da Fundação SOS Mata Atlântica, tem como objetivo incrementar os esforços de conservação das zonas costeira e marinha sob influência do Bioma Mata Atlântica. Uma das estratégias de ação é o Fundo Pró-unidades de Conservação Marinha. A iniciativa foi estabelecida como um fundo de perpetuidade para garantir a proteção, gestão e sustentabilidade das áreas marinhas protegidas existentes. Outra estratégia é o Fundo Costa Atlântica, que por meio de editais públicos apoia a criação e consolidação de unidades de conservação, negócios e uso dos recursos naturais marinhos e costeiros. Esse fundo já apoia uma área de 2.885.439,67 hectares distribuídos em oito Estados da costa brasileira.

Fundação SOS Mata Atlântica

Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma organização privada sem fins lucrativos, que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência. Assim, estimula ações para o desenvolvimento sustentável, promove a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobiliza, capacita e incentiva o exercício da cidadania socioambiental. A Fundação desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável, proteção e manejo de ecossistemas.

Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica

20:56 · 21.09.2013 / atualizado às 20:56 · 21.09.2013 por

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Hoje foi comemorado o Dia Mundial de Limpeza de Praias, dia de não apenas ajudar a limpar a sujeira que nós mesmos permitimos que fosse parar em nossas praias, mas de refletir sobre o nosso comportamento, o nosso consumo, enfim, de pensar que não estamos a sós no mundo e que nossos atos têm consequências.

No Ceará já existe uma turma bem bacana engajada em fazer a diferença pela manutenção da beleza das nossas praias, pela vida marinha, pela nossa saúde, pelo nosso alimento.

O Projeto Limpando o Mundo está visitando as comunidades dos municípios de Fortaleza e Caucaia, realizando cadastro de voluntários e instituições, organizando e formando os grupos de voluntários para as ações de monitoramento e remoção do lixo das praias, rios e mangues.

No fim será apresentado o “Diagnóstico do LIXO Marinho” com um banco de dados de imagens e estatística para ajudar nas estratégias e busca de soluções para um dos maiores problemas ambientais do Planeta que vem afetando e impactando todos os oceanos e as zonas costeiras.

No projeto inclui uma série de ações de Educação Ambiental com encontros, oficinas e rodas de diálogos com informações sobre a biodiversidade marinha, conservação e a importância da coleta seletiva nas grandes cidades, gerando uma rede de multiplicadores e atentos à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

O projeto também utiliza diversas linguagens das artes. Os primeiros resultados são duas canções compostas por jovens voluntários do projeto. Há também um movimento de cultura popular com percussão, capoeira, raps, artistas plásticos e outros.

O Dia Mundial de Limpeza de Praias é realizado ocorre todos os anos no terceiro sábado do mês de setembro desde 1989. Os primeiros esforços para realização dessa iniciativa aconteceram na Austrália e nos Estados Unidos, por meio da organização Ocean Conservancy. No Ceará, desde 1994, a Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis) vem mantendo também esta bandeira e trabalho.

Organizações governamentais e não-governamentais, juntamente com a sociedade civil organizada, se propõem a ações de limpezas de praias (remoção de resíduos sólidos nas faixas litorâneas) e ações educativas focadas nas consequências da poluição marinha nos ecossistemas e na vida humana e no destino correto dos resíduos sólidos.

O Projeto Limpando o Mundo atua com 27 grupos, em 25 localidades de sete municípios do Ceará (Trairi, Paracuru, Caucaia, Fortaleza, Aracati, Beberibe e Icapuí), com mais de 540 voluntários cadastrados na ação. Hoje, eles participaram de atividades de limpeza de praia pela manhã.

Os resíduos sólidos removidos serão destinados a centro de recicladores como a Sociedade Comunitária de Reciclagem de Lixo do Pirambu (Socrelp) e o Movimento Emaús, parceiros do projeto e com um grande papel na sociedade nos processos de reciclagem e coleta seletiva.

O Projeto Limpando o Mundo é coordenado pela Aquasis e o Instituto Povo do Mar (Ipom), com o apoio do Serviço Social do Comércio do Ceará (Sesc-CE) e Cuca Che Guevara, patrocinado pela Greenish.

08:27 · 22.04.2013 / atualizado às 09:21 · 22.04.2013 por
O Dia da Terra foi criado para estimular uma consciência a respeito da preservação do equilíbrio do nosso Planeta Imagem: SXC.HU
O Dia da Terra foi criado para estimular uma consciência a respeito da preservação do equilíbrio do nosso Planeta Imagem: SXC.HU

Hoje – Dia da Terra – o blog Gestão Ambiental inaugura seu novo visual e também a sua fan page no Facebook. Este será mais um espaço, ao lado da página de Gestão Ambiental e da coluna Mercado Verde,  do Diário do Nordeste, para informar sobre o mercado da sustentabilidade, tando do ponto de vista do setor produtivo quanto do ponto de vista do consumidor.

O Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970, para estimular a formação de uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações para proteger o nosso Planeta Azul.

Da primeira manifestação, participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Environmental Protection Agency ( EPA) – Agencia de Proteção Ambiental – e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

Depois, em 1972, se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.

O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas. Refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à Educação Ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.

No Dia da Terra, todos são convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso Planeta, em nível global, regional ou local. Iniciado como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em importante acontecimento educativo e informativo, utilizado para avaliar os problemas do meio ambiente do Planeta, como a contaminação do ar, água e solos; a destruição de ecossistemas, extinção de espécies da flora e da fauna; e o esgotamento de recursos não-renováveis.

Neste dia também se insiste insiste em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas, incluindo a reciclagem de materiais manufaturados; a preservação de recursos naturais, como o petróleo e a energia; a proibição de utilizar produtos químicos danosos; e o fim da destruição de habitats fundamentais, como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas.