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Tag: Eficiência Energética


10:00 · 20.09.2017 / atualizado às 12:06 · 20.09.2017 por
Energia eólica está entre os projetos elegíveis de participação no edital Compromisso com o Clima desenvolvidos no Brasil Foto: Eduardo Queiroz

A Natura e o Itaú Unibanco, em parceria inédita, acabam de abrir o Edital Compromisso com o Clima, para captação de projetos de compensação das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE). A ação apresenta um formato diferenciado, participativo e que alavanca o apoio institucional a iniciativas inovadoras e sustentáveis.

Juntas, as duas empresas visam adquirir uma estimativa de 500 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) para compensar suas emissões dos últimos períodos. A inscrição é gratuita e pode ser feita até o dia 13 de outubro por meio da plataforma Ekos Social, http://ekos.social/pages/natura-itau, onde também está disponível o regulamento completo.

São elegíveis de participação no edital Compromisso com o Clima projetos desenvolvidos no Brasil relacionados a biomassa renovável, energia eólica, energia solar, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), metano para energia, eficiência energética, agricultura e agroflorestal, restauro florestal, Redução de emissões provenientes do desmatamento e degradação florestal (REDD+), purificadores de água, fogões eficientes, troca de combustível e tratamento de resíduos.

Dois tipos de projetos podem se inscrever:

1) Tradicionais: são aqueles que visam a redução de emissões de gases de efeito estufa verificadas por padrões de
certificação do mercado voluntário ou regulado de carbono.

2) Especiais: são aqueles que geram impacto positivo para o clima, com redução ou remoção de gases de efeito estufa na atmosfera, mas que não visam a certificação do projeto junto aos padrões dos mercados voluntário ou regulado de carbono.

Com a iniciativa conjunta, Natura e Itaú Unibanco buscam também estimular novos parceiros e fornecedores a neutralizarem suas emissões de GEE por meio de projetos em áreas como energia renovável, agricultura, floresta e tratamento de resíduos.

“A política de compensação de carbono reforça o compromisso que a Natura tem com a agenda para mitigar o efeito das mudanças climáticas estabelecida no Acordo de Paris. Para gerar maior impacto positivo ambiental e social, a parceria com o Itaú será muito importante. Estamos certos que não conseguiremos esse impacto se agirmos de forma isolada”, afirma Keyvan Macedo, gerente de Sustentabilidade da Natura.

“A compensação voluntária de emissões de Gases de Efeito Estufa é um componente importante para o combate às mudanças climáticas. Através dela, novos fluxos financeiros são gerados para projetos e iniciativas que promovem a transição para uma economia de baixo carbono”, afirma Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú Unibanco.

A executiva reforça a importância de outras instituições a aderirem a iniciativas como esta. “À luz da convergência de objetivos, quanto mais o setor empresarial se envolver conosco nesta jornada, melhor. Todos saem ganhando”, acrescenta.

O processo de seleção de projetos será conduzido pelo Instituto Ekos Brasil, parceiro da Natura e Itaú Unibanco nesta iniciativa. Os selecionados serão conhecidos em junho de 2018. Saiba mais assistindo ao vídeo aqui.

Programa Carbono Neutro

Com o lançamento do Programa Carbono Neutro, em 2007, a Natura deu o primeiro passo rumo à redução de GEE em sua cadeia de produção, ao assumir o compromisso de reduzir em um terço as emissões relativas de GEE na atmosfera até 2013.

A meta foi alcançada e, novamente, a empresa se comprometeu em diminuir em mais 33% as emissões até 2020, em relação ao ano base de 2012.

As emissões que não puderam ser evitadas são compensadas voluntariamente pela Natura, por meio da compra de créditos de carbono no mercado voluntário e apoio a projetos de pequena escala.

Ao longo dos dez anos do Programa Carbono Neutro, foram desenvolvidas iniciativas importantes, que aliam impactos positivos para o clima com benefícios socioambientais, como no caso da instalação de fogões eficientes no Recôncavo Baiano.

Ao reduzir o uso de lenha em fogões rudimentares, o projeto vai além do impacto nas emissões de GEE, com melhoria da saúde e das condições sanitárias em quase 8 mil residências beneficiadas. Desde 2007, o Programa Carbono Neutro realizou cinco editais, com 29 projetos no Brasil e mais seis na América Latina.

A principal diferença do compromisso de redução das emissões de GEE executado pela Natura está no escopo de aplicação. Enquanto algumas iniciativas realizam medidas apenas nas emissões próprias de suas instalações, a Natura se atenta e se preocupa em aplicar suas políticas em toda sua cadeia produtiva, desde operações internas – energia utilizada na produção – até nas operações que estão fora da empresa, como transportadoras e produção de matérias primas.

Programa de Emissões de GEE

O Itaú Unibanco reconhece que as Mudanças Climáticas representam um dos principais desafios das gerações atuais e futuras. Assim como todos os setores da sociedade, o Itaú, como instituição financeira, também tem um papel importante na mitigação desses riscos, principalmente por meio da facilitação da transição para uma economia de baixo carbono.

Como parte do compromisso com a mitigação das Mudanças Climáticas, refletindo a busca pela performance sustentável e a evolução da gestão estratégica do carbono, o banco deu início, em 2015, ao Programa de Compensação de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do Itaú Unibanco.

A gestão de carbono no Itaú Unibanco se dá, atualmente, em quatro fases: quantificação das emissões de GEE, verificação do inventário por terceira parte independente, publicação dos resultados e implementação de projetos internos de redução de emissões.

Neste sentido, a instituição entende que a etapa final para consolidar o ciclo de gestão do carbono é a Compensação das emissões de GEE oriundas de suas atividades, que não puderam ser reduzidas por meio de ações internas, por meio da compra de Créditos de Carbono que possuam cobenefícios socioambientais comprovados.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza. Líder no setor de venda direta no Brasil, registrou R$ 7,9 bilhões de receita líquida em 2016, possui mais de 7 mil colaboradores, 1,8 milhão de consultoras e operações nos EUA, França, Chile, México, Peru, Colômbia e Argentina.

Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico.

A estrutura da companhia é composta por fábricas em Cajamar (SP) e Benevides (PA), oito centros de distribuição no Brasil, um hub logístico em Itupeva (SP) e centros de Pesquisa e Tecnologia em São Paulo (SP) e Nova York (EUA).

Detém o controle da fabricante australiana de cosméticos Aesop, com lojas em países da Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. Produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras Natura, pela Rede Natura rede.natura.net, por meio do app Natura ou em lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paris e Nova York.

Sobre o Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco, com mais de 90 anos de história, é o maior banco privado da América Latina. Presente em 19 países nas Américas, Europa e Ásia, a instituição conta com mais de 90 mil colaboradores.

Com uma rede de atendimento ampliada, composta por mais de quatro mil agências e postos de atendimento e 46 mil caixas eletrônicos em todo o território nacional, atende clientes pessoa física e pessoa jurídica em todos os segmentos.

Além disso, tem o objetivo de se tornar uma instituição cada vez mais digital – 73% de suas transações já ocorrem em canais digitais, sendo 50% delas em celulares.

O Itaú tem como visão ser o banco líder em performance sustentável e em satisfação dos clientes. Sua marca tem como propósito promover mudanças positivas na vida das pessoas e na sociedade.

Orientado por suas causas, oferece produtos e serviços que atendem às necessidades dos clientes, refletindo o esforço contínuo em proporcionar a melhor experiência para todos aqueles que interagem no dia a dia.

O banco tem ações negociadas nas bolsas de São Paulo, Nova York e Buenos Aires, e faz parte do Dow Jones Sustainability World Index há 18 anos consecutivos.

Mais informações:
Edital Compromisso pelo Clima
Inscrições: até 13 de outubro de 2017
Quem pode fazer a inscrição: pessoas jurídicas, que desenvolvam projeto de redução e/ou remoção de GEE, no Brasil
Outras informações e regulamento completo:
ekos.social/pages/natura-itau
www.itau.com.br

20:30 · 22.02.2017 / atualizado às 20:53 · 22.02.2017 por
O programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de gases de efeito estufa, incluindo iniciativas relacionadas à eficiência energética, energia renovável, manejo de resíduos, florestas, agricultura sustentável e mobilidade, e projetos de redução de pegada hídrica, como construção de cisternas ou dessalinizadores em áreas críticas e tratamento de efluentes Foto: Eduardo Queiroz / Agência Diário

O Itaú Unibanco, em parceria com o Instituto Ekos Brasil, acaba de lançar o edital da edição 2017 do Programa Ecomudança. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 27 de março, pelo site http://itau.com.br/sustentabilidade/riscos-e-oportunidades-socioambientais/ecomudanca.

A iniciativa prevê a destinação de até R$ 100 mil por projeto selecionado. O valor do apoio financeiro vem dos fundos de renda fixa Ecomudança Itaú, que destina 30% das taxas de administração ao programa.

O objetivo do Ecomudança é transformar os investimentos dos clientes do Itaú Unibanco em benefícios para a sociedade. O programa estimula e fomenta projetos de redução de emissão de gases de efeito estufa, incluindo iniciativas relacionadas à eficiência energética, energia renovável, manejo de resíduos, florestas, agricultura sustentável e mobilidade, e projetos de redução de pegada hídrica, como construção de cisternas ou dessalinizadores em áreas críticas e tratamento de efluentes.

Podem participam do Ecomudança entidades sem fins lucrativos – organizações sociais, fundações, cooperativas e associações, inclusive as que atuam como movimentos sociais. Além disso,  projetos com potencial de gerar renda para se manterem financeiramente a longo prazo, e com alto potencial de replicabilidade.

O processo de seleção é dividido em quatro etapas: triagem das inscrições; seleção dos projetos semifinalistas; visita técnica às organizações; seleção final dos projetos que receberão investimentos. A comissão de análise técnica é composta por profissionais do Itaú Unibanco e do Instituto Ekos Brasil. Todo processo de inscrição é feito de forma online e gratuita. Os projetos selecionados serão divulgados em setembro deste ano.

“O Ecomudança tem papel fundamental na atuação do banco como agente de transformação da sociedade”, afirma Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú Unibanco. “Os resultados do programa são incrivelmente transformadores, com impactos importantes para o desenvolvimento das comunidades onde estão localizados”, completa.

Fique por dentro

Desde sua criação, em 2009, o Ecomudança já investiu R$ 5,3 milhões em 46 projetos de dezenas de cidades brasileiras. Mais de 1.000 famílias já foram beneficiadas diretamente, sendo que quase metade delas tiveram um aumento de mais de 10% na renda. As iniciativas contempladas já contribuíram para a redução da emissão de 22 mil toneladas de gases de efeito estufa na atmosfera.

Somente no ano passado foram selecionados dez projetos, de nove estados – Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pernambuco e São Paulo –, além do Distrito Federal.

Um deles foi o projeto “Dessalinizadores solares nas comunidades rurais do Semiárido”, de Boqueirão, na Paraíba, promovido pela Associação de Lideranças, Organizações, Agricultores e Agricultoras Familiares do Cariri Paraibano.

Com o aporte recebido, foi possível iniciar a construção de 70 dessalinizadores solares de uso comunitário, em sete comunidades, beneficiando até 100 famílias, por meio da produção de 1.050 litros de água potável por dia e permitindo a economia de renda em 16%, referente à compra de galões de água para ingestão.

Mais informações:
www.itau.com.br/sustentabilidade/riscos-e-oportunidades-socioambientais/ecomudanca/

19:02 · 16.01.2017 / atualizado às 19:12 · 16.01.2017 por
Micro e Minigeração Distribuída de energia elétrica tem um grande potencial a ser explorado na região Foto: Alex Pimentel / Agência Diário
A micro e minigeração distribuída de energia elétrica tem um grande potencial a ser explorado na região Foto: Alex Pimentel / Agência Diário

O governador Camilo Santana sancionou, na sexta-feira (13), Lei que cria o Fundo de Incentivo à Eficiência Energética e Geração Distribuída (FIEE)

O objetivo é incentivar o desenvolvimento e financiamento de projetos de eficiência energética e de micro e minigeração de energia elétrica como estímulo à energia com base nas fontes renováveis, bem como no apoio à modernização das instalações elétricas dos órgãos e entidades da administração pública.

A partir de agora, o governador fica autorizado a abrir crédito adicional especial na importância de R$ 10 mi para destinar ao Fundo de Incentivo à Eficiência energética. Um conselho gestor foi criado com o intuito de analisar e escolher os projetos que receberão recursos e definir as diretrizes de aplicação de tais recursos.

O Conselho irá encaminhar relatório semestral à Assembleia Legislativa sobre todos os programas desenvolvidos pelo FIEE, que será gerido financeiramente pela Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra).

Receitas do FIEE:

  • Dotações orçamentárias consignadas no orçamento fiscal do Estado
  • Recursos de encargos específicos cobrados das empresas beneficiárias do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI)
  • Recursos obtidos da economia promovida pelas ações técnicas de eficiência energética e/ou implantação da micro e minigeração distribuída de energia elétrica, no percentual de 20% do valor economizado da conta de energia elétrica
  • Recursos decorrentes de acordos, ajustes, contratos e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal ou municipal
  • Convênios, contratos e doações realizadas por entidades públicas ou privadas, pessoas físicas ou jurídicas do País ou do exterior

Seleção dos projetos

A Enel Distribuição Ceará abriu chamada pública para inscrição de projetos de eficiência energética no Ceará. Clientes e empresas de todo o Estado podem submeter projetos até o dia 31 de março pelo site http://enel-ce.chamadapublica.com.br/.

Nesta terça-feira (17), a distribuidora realizará um workshop, na sede da companhia, em Fortaleza, para tirar dúvidas sobre os processos de inscrição e seleção de projetos.

Os projetos selecionados serão desenvolvidos pela empresa ao longo do ano de 2017 e devem ter foco em ações que envolvam consumo consciente de energia, eficiência nas instalações elétricas e atividades educacionais.

O processo de seleção é conduzido por uma consultoria externa (Nepen), sob supervisão e orientação da Enel Distribuição Ceará. Todo o cronograma do processo está disponível no edital da Chamada. Os interessados podem tirar dúvidas pelo e-mail chamadapublica.enel@nepen.org.br.

O Programa de Eficiência Energética da Enel Distribuição Ceará existe desde 1998 e já investiu aproximadamente R$ 160 mi em 141 projetos com foco no consumo consciente de energia, melhoria das instalações elétricas e ações educacionais.

Ele é regido pela legislação federal, em especial a Lei N° 9.991, de 24 de julho de 2000 e da regulamentação emanada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

10:00 · 15.06.2016 / atualizado às 21:14 · 14.06.2016 por

Os interessados na etiquetagem de eficiência energética em edificações de todo o País terão acesso a capacitações promovidas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A próxima cidade a receber os treinamentos será Fortaleza. No próximo dia 28, haverá uma oficina sobre o tema e, nos dias 29 e 30, será realizado um curso sobre métodos práticos para etiquetagem , em período integral.

As inscrições para os treinamentos que ocorrerão na capital cearense já estão abertas. Na oficina, haverá demonstração de etiquetas da envoltória, sistema de iluminação, sistema de condicionamento de ar e da etiqueta geral. Há ainda a análise do impacto ambiental do processo de tornar um edifício público eficiente energeticamente, abordando a redução do consumo e da emissão dos gases de efeito estufa e dos efeitos no processo licitatório de projetos e obras.

Já o curso se concentrará na contextualização da etiquetagem e eficiência energética. Além de abordar a legislação e os impactos da etiquetagem nos processos licitatórios de projetos e obras, haverá apresentações sobre bonificações, cálculo das etiquetas com o uso da ferramenta webprescritivo e análise de custo benefício. Além disso, as aulas incluirão informações sobre etiqueta da envoltória, sistemas de iluminação e outros temas.

Treinamentos

Brasília, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Manaus são as cidades contempladas com as capacitações neste ano. Os treinamentos são promovidos pelo MMA, por meio do Projeto Transformação do Mercado de Eficiência Energética (Projeto 3E), financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).

As oficinas e minicursos têm quatro horas de duração e são destinadas ao público em geral. Já os cursos têm 20h, das quais 16h são presenciais e quatro, a distância. Esses cursos são voltados para técnicos, engenheiros e arquitetos e visam aprofundar conceitos e demonstrar a aplicação da etiqueta em edifícios.

Coordenado pelo MMA, o Projeto 3E tem o objetivo de contribuir com a economia de até 4 milhões de MWh de eletricidade nos próximos 20 anos, além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em até 2 milhões de toneladas de carbono equivalente (tCO2eq).

A Etiqueta PBE Edifica foi desenvolvida em uma parceria entre o Inmetro e a Eletrobras/Procel Edifica. As etiquetas podem ser obtidas para edificações comerciais, de serviços, públicas e residenciais. O selo atesta que o prédio atende aos requisitos de desempenho e, em alguns casos, de segurança estabelecidos em normas e regulamentos técnicos.

Mais informações:

Eficiência Energética: a importância da etiquetagem de edifícios

Oficina: 28 de junho

Curso: 29 e 30 de junho

Local: Esaf – Edifício-Sede do Ministério da Fazenda no Ceará, Rua Barão de Aracati, 909, Aldeota, Fortaleza – Ceará

Inscrições: http://cursos.quali-a.com/calendario#intro-center

Fonte: MMA

18:54 · 04.05.2016 / atualizado às 18:58 · 04.05.2016 por
O programa promove a racionalização do consumo, por meio de ações de combate ao desperdício Foto: Agência Reuters
O programa promove a racionalização do consumo, por meio de ações de combate ao desperdício Foto: Agência Reuters

Foi publicada nesta quarta-feira (4), no Diário Oficial da União (DOU), a Lei Nº 13.280/2016, que reserva 20% dos recursos das empresas de energia elétrica destinados à eficiência energética para aplicação no Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel). O programa promove a racionalização do consumo, por meio de ações de combate ao desperdício.

O projeto original, da senadora Ana Amélia (PP-RS), previa que investimentos obrigatórios em programas de eficiência energética das concessionárias e permissionárias de distribuição de energia priorizassem iniciativas da indústria nacional. A mudança, no entanto, acabou não sendo aprovada por já ter sido contemplada na Lei Nº 13.203/2015.

Outra mudança feita pela Câmara dos Deputados e aprovada pelo Senado Federal revoga a obrigação de que 60% dos recursos de eficiência energética sejam aplicados em unidades consumidoras beneficiadas pela tarifa social, comunidades de baixa renda e comunidades rurais. Pelo texto aprovado e transformado em lei, não há percentual mínimo. A única previsão é de que a aplicação pode chegar a 80% dos recursos. A intenção é não limitar a aplicação nas indústrias, que são responsáveis por grande parte dos ganhos com eficiência energética.

Comitê Gestor de Eficiência Energética

A nova lei também cria o Comitê Gestor de Eficiência Energética e transfere para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a competência para definir o calendário de recolhimento, as multas, punições e a forma de pagamento dos recursos que devem ser investidos no Procel.

A senadora Ana Amélia comemorou a aprovação do projeto, que considerou especial no momento de crise econômica que o País vive. Segundo ela, a lei pode estimular o crescimento econômico e industrial, porque impacta vários programas.

“Não só sobre inovação, mas sobre investimentos na eficiência energética para o setor industrial e para aqueles programas sociais que tratam da renovação de uma geladeira velha, que consome muita energia, por uma nova que consome menos energia”, disse.

Fonte: Agência Senado

09:35 · 18.11.2015 / atualizado às 09:35 · 18.11.2015 por
Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas
Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas

Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas

Desde a semana passada, a população dos bairros Aldeota, Meireles e Dunas, em Fortaleza, poderá adquirir sistemas de geração de energia solar feitos sob medida e com prestações mensais fixas a partir de R$ 480.

A Prátil, empresa da Enel especializada em soluções em eficiência energética e energia solar, lançará na região o chamado Kit Solar, que contempla o projeto elétrico, as placas solares e instalação e conexão com a distribuidora, com preços mais acessíveis para consumidores residenciais e empresariais.

Desde 2010 no mercado – e trabalhando com energia solar desde 2013 – a Prátil atua nas áreas de energia solar, eficiência energética e infraestrutura elétrica. Com mais de 70 projetos comercializados, a empresa está presente em seis Estados brasileiros: Rio de Janeiro, Ceará, Piauí, Santa Catarina, Bahia e São Paulo, onde as condições especiais de aquisição para os kits solares estarão vigentes.

O responsável pela empresa, Marcus Rissel, destaca que a Prátil oferece uma gama completa de serviços, que vai desde a avaliação técnica até o orçamento, incluindo a venda dos equipamentos (painéis solares, inversor, estrutura e cabeamentos), instalação e integração com a distribuidora de energia elétrica.

Entre as vantagens do uso da energia solar, Rissel destaca que sua utilização implica numa economia significativa na conta de luz – que chega até 85% – durante toda a vida útil dos painéis solares, que dura, em média, 25 anos. “Além disso, a manutenção é mínima, a energia solar não polui e trata-se de uma solução eficiente para o sistema elétrico brasileiro atual”, completa.

Para lançar o Kit Solar na região, a Prátil desenvolveu uma campanha que poderá ser vista em outdoor e em TVs dentro dos elevadores em prédios comerciais. Com o mote “Ligue o Sol na sua vida e produza energia limpa com o Kit Solar da Prátil”, as peças reforçam o conceito sustentável da empresa e a ideia de que investir em energia solar é prático, econômico, eficiente, e não polui o meio ambiente. Merece destaque também o hot site, www.ligueosol.com.br, desenvolvido especialmente para este lançamento.

A Prátil atua nas áreas de eficiência energética, infraestrutura elétrica e geração distribuída. Projetos de geração distribuída com energia solar são algumas das principais iniciativas desenvolvidas pela empresa, desde 2013 neste mercado.

Benefícios do uso da energia fotovoltaica

– Utilizar a geração de energia solar pode significar economizar na conta de luz durante todo o período de funcionamento das placas, equipamento essencial do sistema

– O sistema solar não possui equipamentos motores. Por isso, a manutenção se restringe apenas à realização de limpezas anuais, quando houver acúmulo excessivo de poeira ou resíduos. A própria água da chuva já se encarrega da limpeza

– A energia solar não é poluente

– É um sistema inteligente. Caso a planta solar produza uma energia superior ao seu consumo mensal, a distribuidora armazena o excedente e credita nas contas seguintes. Isso elimina a utilização de baterias. O crédito pode ser usado por 36 meses, e inclusive ser repassado para outras contas de energia, desde que estejam sob o mesmo registro de proprietário e na mesma área de concessão da distribuidora

– É uma solução eficiente para o sistema elétrico brasileiro, a partir do momento que aproxima o local de geração ao local de consumo

10:12 · 06.11.2013 / atualizado às 10:14 · 06.11.2013 por
Desta vez são 18 produtos inovando em ações de sustentabilidade
Desta vez são 18 produtos inovando em ações de sustentabilidade

Maristela Crispim*

São Paulo. O Walmart Brasil lançou ontem, em São Paulo, a terceira edição do Programa de Sustentabilidade de Ponta a Ponta, que incluiu mais 18 marcas de grandes fornecedores, com o apoio do Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) do Governo de São Paulo. O programa tem como objetivos reduzir impactos ambientais, fomentar projetos sociais e de educação e estimular a melhoria contínua de produtos.

O primeiro passo foi detalhar as etapas do ciclo de vida dos produtos  para identificar oportunidades de melhorias que levassem à redução de indicadores de consumo de recursos naturais, de energia e de água; assim como as emissões de gases e geração de resíduos sólidos e efluentes. Após a implantação das ações, os efeitos foram quantificados tomando-se como referência o mesmo produto antes de junho de 2012.

Em sua terceira edição, o Sustentabilidade de Ponta a Ponta, após quatro anos, da primeira edição, totaliza 29 empresas e 41 produtos. Só em termos de redução de consumo, segundo o Walmart, são 19.883 Gwz de energia elétrica; 745 mil metros cúbicos de água; 140 toneladas de embalagens; e 290 mil litros de óleo diesel e/ou combustível. O cálculo de redução de gases de efeito estufa é de 4.291 toneladas de CO2 equivalente; e o de lixo, de 1.340 toneladas.

* A Jornalista viajou a São Paulo a convite do Walmart Brasil

12:58 · 01.07.2013 / atualizado às 13:00 · 01.07.2013 por

lampada

A partir de hoje (1º de julho), lâmpadas incandescentes de uso geral com potências entre 61 e 100 Watts, que não atendam a níveis mínimos de eficiência energética, deixam de ser produzidas e importadas no Brasil. A restrição consta da portaria N° 1007, de 31 de dezembro de 2010, que visa minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica e o impacto na demanda de ponta.

Com base na norma, fabricantes e importadores de unidades incandescentes com potências entre 61 e 100 Watts poderão vender seus estoques até 31 de dezembro de 2013. Já o prazo para atacadistas e varejistas será de um ano. Ou seja, esses modelos os consumidores ainda poderão encontrar no mercado até 30 de junho de 2014. Esse tipo de lâmpada deve ser substituída pelas lâmpadas fluorescentes compactas (LFCs), halógenas, ou mesmo as de LED (Light-Emitting Diode).

No caso das lâmpadas de 60 Watts, a data limite para fabricação e importação é 30 de junho de 2014; a de comercialização se encerra em 30 de junho de 2015. A substituição desse modelo, usualmente adotado nas residências brasileiras, por uma unidade eficiente de 15 Watts pode garantir durabilidade de até 6 anos no uso da lâmpada.

Trocas de lâmpadas

Atualmente, cerca de 140 milhões de lâmpadas incandescentes com potências entre 61 e 100 Watts são comercializadas por ano no Brasil. A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) estima que 40% deste total são produzidas no Brasil, sendo o restante importado.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil está sendo feita de forma gradativa e de acordo com a potência das unidades. As mudanças começaram em 30 de junho de 2012, com as lâmpadas de potência igual ou superior a 150 Watts. O processo de substituição deve se encerrar em junho de 2017, com a participação de unidades com potência inferior a 25 Watts.

Economia de Energia

Estimativas do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) mostram que se todas as lâmpadas incandescentes com potência entre 61 e 100 watts, utilizadas em residências, fossem substituídas simultaneamente por unidades fluorescentes compactas, a economia resultante seria de aproximadamente 2,2 bilhões de kWh por ano. Esse volume equivale ao consumo residencial de uma cidade como Recife (PE), em dois anos.

A substituição destas lâmpadas por equivalentes de LFC proporcionaria uma economia de 75% de energia. Enquanto essas unidades duram cerca de750 horas, uma LFC pode durar entre 6.000 e 8.000 horas.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

09:24 · 30.04.2013 / atualizado às 09:24 · 30.04.2013 por

procel

O Selo Procel de Economia de Energia ou simplesmente Selo Procel Eletrobras, foi instituído por Decreto Presidencial em 8 de dezembro de 1993. É um produto desenvolvido e concedido pela Eletrobras Procel e tem por objetivo orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria.

Dessa forma, o Selo estimula a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a preservação do meio ambiente. Atualmente o Selo Procel Eletrobras é concedido a 36 categorias de equipamentos contemplando mais de 3.400 equipamentos de cerca de 200 empresas. Apenas no ano de 2012 foram comercializados cerca de 44 milhões de equipamentos com o Selo.

Geralmente, a introdução de um novo equipamento é motivada inicialmente pela percepção que um determinado produto apresenta em relação a algum potencial de conservação de energia. Este potencial deve ser verificado pela realização de um estudo de impacto energético. Este estudo é realizado com base em ensaios preliminares de modelos encontrados no mercado, informações de vendas fornecidas por associações e fabricantes e dados de posse e hábito obtidos pela pesquisa da Eletrobras. Os ensaios são realizados em laboratórios indicados pela Eletrobras Procel e acreditados pelo Inmetro, com base em normas técnicas, normalmente traduzidas e ou adaptadas de normas internacionais.

Após a definição de um novo produto, é necessário definir, juntamente com o laboratório, fabricantes e o Inmetro quais serão os critérios específicos para a concessão do Selo Procel Eletrobras. Segundo Daniel Bouts, arquiteto da Eletrobras, os critérios podem ser relativos a desempenho, sustentabilidade. “Os critérios são estabelecidos, normalmente com base em normas internacionais, mas com adaptações para realidade nacional, de forma a destacar os modelos com melhor desempenho e assim incentivar a sua aquisição. O aumento da procura pelos modelos com o Selo Procel Eletrobras estimula os fabricantes a buscarem o Selo para os demais itens da sua linha”, diz.

No Caso de reatores, o fabricante que desejar fazer uso do Selo Procel Eletrobras em modelo de sua linha de fabricação (ou em modelo importado) deverá comprovar, mediante ensaios, que os mesmos atendem os seguintes parâmetros: fator de eficácia, fator de potência, Distorção Harmônica Total (DHT) da corrente de alimentação e Fator de Fluxo Luminoso do Reator.

“Além de contribuir de imediato para a redução do consumo de energia no País as ações da Eletrobras Procel estão contribuindo para a conscientização das futuras gerações sobre a questão da eficiência energética”, explica.

Para o diretor geral do Laboratório Testtech, Álvaro Theisen, a Eletrobras Procel tem um papel muito importante para o país atualmente e para as próximas gerações. “Além de contribuir de imediato para a redução do consumo de energia no país as suas ações estão contribuindo para a conscientização das futuras gerações sobre a questão da eficiência energética. Em função disso, a Testtech Laboratórios considera uma prioridade contribuir com o Brasil através do Procel e trabalhar em parceria com a Eletrobras”, conclui.

Vale lembrar que Eletrobras Procel já investiu aproximadamente R$ 16 milhões na formação de uma rede de laboratórios de ensaios para concessão do Selo Procel Eletrobras. Essa rede é formada por mais de 20 laboratórios em centros de pesquisa e universidades, envolvendo mais de 150 profissionais, os quais em 2012, foram realizados cerca de 7.400 ensaios de eficiência energética em equipamentos. Os próximos equipamentos previstos a serem contemplado com o Selo Procel Eletrobras são os fornos micro-ondas, as luminárias para iluminação pública, os relés fotoelétricos, as TVs no modo ativo, as lâmpadas fluorescentes tubulares, as centrífugas e os fornos de padaria.

Daniel explica ainda o processo que o fabricante precisa fazer para ser certificado com o Selo: “Caso o fabricante deseje ter o Selo em seu produto, ele deve encaminhar amostras de cada modelo para ensaio laboratorial de forma verificar se o mesmo atende aos critérios exigidos para concessão do Selo. Caso o resultado dos ensaios seja favorável, o fabricante deverá encaminhar o relatório de ensaio para Eletrobras e preencher a documentação necessária para a sua inclusão no programa”.

Lista dos equipamentos atuais que possuem o Selo Procel Eletrobras

1 – Bomba Centrífuga – 2011

2 – Circulador de Ar – 2012

3 – Coletor Solar Plano – Aplicação Banho – 2000

4 – Coletor Solar Plano – Aplicação Piscina – 2000

5 – Condicionador de Ar – Janela – 1996

6 – Condicionador de Ar – Split Cassete – 2010

7 – Condicionador de Ar – Split Hi-Wall – 2004

8 – Condicionador de Ar – Split Piso-Teto – 2009

9 – Freezer Horizontal – 1998

10 – Freezer Vertical – 1995

11 – Freezer Vertical Frost-Free – 2003

12 – Lâmpada a Vapor de Sódio – 2008

13 – Lâmpadas Fluorescente Compacta – 2001

14 – Máquina de Lavar Roupa – Automática – 2006

15 – Máquina de Lavar Roupa – Lava e Seca – 2009

16 – Máquina de Lavar Roupa – Semiautomática – 2006

17 – Motor de Indução Trifásico – 1997

18 – Motobomba Centrífuga – 2011

19 – Painel Fotovoltaico de Geração de Energia – 2010

20 – Reator Eletromagnético para Lâmpada a Vapor de Sódio – 2002

21 – Reator Eletrônico para Lâmpadas Fluorescentes Tubular – 2010

22 – Refrigerador Combinado – 1995

23 – Refrigerador Combinado Frost-Free – 1998

24 – Refrigerador de 1 Porta – 1995

25 – Refrigerador de 1 Porta Compacto – 2002

26 – Refrigerador de 1 Porta Frost-Free – 2008

27 – Reservatório Térmico – Alta Pressão – 2005

28 – Reservatório Térmico – 2002

29 – Televisor CRT – Modo de Espera – 2007

30 – Televisor LCD – Modo de Espera – 2009

31 – Televisor LED – Modo de Espera – 2010

32 – Televisor Plasma – Modo de Espera – 2009

33 – Ventilador de Coluna – 2012

34 – Ventilador de Mesa – 2012

35 – Ventilador de Parede – 2012

36 – Ventilador de Teto – 2008

Fonte: Procel Info

14:52 · 06.04.2013 / atualizado às 14:52 · 06.04.2013 por

Rio de Janeiro. O primeiro software (programa de computador) do País voltado à eficiência energética em edificações, o Domus-Procel Edifica, foi desenvolvido pela Eletrobras em parceira com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

“É um software de simulação hidro-termo-energética, Isso quer dizer que, além das trocas de calor das edificações, ele simula também a troca de umidade”, disse ontem (5 de abril) à Agência Brasil o arquiteto João Krause, da Divisão de Eficiência Energética no Setor Privado, da estatal.

Segundo o técnico, o programa representa uma vantagem em relação aos softwares disponíveis no mercado, “inclusive internacionalmente”. Como permite que sejam feitas também simulações com variáveis de consumo e demanda de energia, ele pode indicar soluções que tornem o projeto de um prédio mais eficiente, de modo a evitar desperdício de eletricidade.

Dados do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) mostram que em edificações novas que pensem em eficiência energética desde o projeto básico, consegue-se ter um nível de eficiência até 50%. Para edificações antigas e retrofitadas, isto é, com um bom projeto de reforma que utilize tecnologias energeticamente eficientes, pode-se atingir até 30%, informou o arquiteto.

Segundo Krause, o que o software faz “é funcionar como uma excelente ferramenta de projeto para dar uma noção muito próxima da realidade de qual é esse potencial do projeto (de eficiência energética) que você está desenvolvendo para a sua edificação”.

João Krause informou que o programa poderá ser usado no futuro não apenas para prédios comerciais públicos, mas também para edificações da iniciativa privada. No momento, ele está voltado somente para edificações comerciais públicas. “Ainda não há uma regulamentação para adaptação para edificações residenciais o que, no futuro se pretende conseguir também. Ele não é restrito ao setor público e pode atender à iniciativa privada sem problemas”.

Os investimentos da Eletrobras no desenvolvimento do software atingiram R$ 1,75 milhão. O projeto contou ainda com a parceria do Ministério de Minas e Energia e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e contribuição da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O programa deverá sofrer melhorias em nível acadêmico ainda este mês antes de ser lançado como um produto definitivo, o que poderá ocorrer até julho próximo, quando acaba o convênio. “O produto tem qualidades suficientes para vir a ser comercializado no futuro”, disse Krause.

Fonte: Agência Brasil