Busca

Tag: Energias Renováveis


21:14 · 26.09.2016 / atualizado às 21:15 · 26.09.2016 por
A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores é a solar com 4.955 adesões
A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores é a solar com 4.955 adesões

Em um ano, o número de conexões de micro e minigeração de energia teve um rápido crescimento. São 5.040 conexões em agosto, contra as 1.148 ligações registradas na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em setembro de 2015, o que representa uma potência instalada de 47.934 kW.

A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores é a solar com 4.955 adesões, seguida da eólica com 39 instalações. Acompanhe gráfico com o número de conexões por fonte e tabela que apresenta a potência instalada desses geradores em quilowatts (kW). O Estado com o maior número de micro e minigeradores é Minas Gerais (1.226 conexões), seguido de São Paulo (711) e Rio Grande do Sul (564): veja aqui.

A geração de energia pelos próprios consumidores tornou-se possível a partir da Resolução Normativa Aneel Nº 482/2012. A norma estabelece as condições gerais para o acesso de micro e minigeração aos sistemas de distribuição de energia elétrica e cria o sistema de compensação de energia elétrica, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local.

A resolução 482 foi revista em novembro de 2015 e, na época, estimou-se que, em 2024, mais de 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

De acordo com o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, “além das vantagens para o consumidor, também são relevantes os benefícios que a Geração Distribuída traz ao sistema elétrico: redução de perdas e o custo evitado de ampliação do sistema, pois você gera junto à unidade de consumo; o aumento na segurança do abastecimento; e o ganho sob o aspecto ambiental, pois são projetos totalmente sustentáveis”, afirmou.

Como funciona?

A resolução autoriza o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada de até 75 quilowatts (kW) e minigeração distribuída – aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes.

O prazo de validade dos créditos é de 60 meses e eles podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos é chamado de “autoconsumo remoto”.

No caso de condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras), a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Existe ainda a figura da “geração compartilhada”, que possibilita diversos interessados se unirem em um consórcio ou em uma cooperativa, instalarem uma micro ou minigeração distribuída e utilizarem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor.

O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que antes era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. A partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.

A geração de energia perto do local de consumo traz uma série de vantagens, tais como redução dos gastos dos consumidores, economia dos investimentos em transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica.

A expansão da geração distribuída beneficia o consumidor-gerador, a economia do país e os demais consumidores, pois os benefícios se estendem a todo o sistema elétrico.

Fonte: Aneel 

10:30 · 02.08.2016 / atualizado às 10:39 · 02.08.2016 por
A instalação de placas solares requer projeto e execução de profissionais Foto: André Costa
Iniciativas públicas e privadas, de pessoas físicas ou jurídicas podem concorrer ao Selo Solar Foto: André Costa

A opção pelo uso de energia solar é um investimento duplamente eficiente, ao reduzir o consumo de eletricidade de fontes fósseis e reduzir o valor da conta de energia elétrica. Com o objetivo de reconhecer esse tipo de iniciativa, em 2012, foi criado o Selo Solar, iniciativa que concede certificação para empresas ou instituições públicas e privadas que consumirem um valor mínimo anual de eletricidade solar.

Ele foi desenvolvido por meio de articulação do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), com o apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) / Banco de Crédito e Reconstrução (KfW).

A iniciativa, que desde 2015 conta com o apoio do WWF-Brasil, entra em um novo momento, com mais facilidade no processo de solicitação e de avaliação do mérito. A partir de agora, há duas categorias com regras próprias e específicas: Mercado Livre e Geração Distribuída.

Para consumidores livres, especiais e autoprodutores, os critérios de consumo de energia solar seguem os mesmos. Estes só podem receber o Selo Solar se alcançarem um valor mínimo de energia consumida (em MWh por ano) por subgrupo tarifário, que constam nas diretrizes da categoria Mercado Livre.

Ao exigir apenas documentos digitais, todo o processo torna-se mais simples e ágil. A declaração de anuência, por exemplo, agora precisa ser enviada apenas eletronicamente, e não mais por correio ordinário.

A relação de documentos, igualmente, é específica para cada categoria, sendo que para geração distribuída, os documentos também são claramente diferenciados para pessoa física e jurídica. Outra novidade é a definição de prazos para o solicitante responder às dúvidas no processo de avaliação e encaminhar a documentação após o preenchimento de formulário online.

Além disso, as novas diretrizes estão adequadas às alterações na Resolução Normativa 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) com a inclusão de critérios para as novas modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada na categoria Geração Distribuída.

Veja mais detalhes sobre as novas diretrizes no site do Selo Solar:

Diretrizes Mercado Livre

Diretrizes Geração Distribuída

Fonte: WWF-Brasil

10:30 · 27.07.2016 / atualizado às 22:06 · 26.07.2016 por
A micro e minigeração de energia tem sido muito difundida e apoiada no Brasil Foto: André Costa / Agência Diário
A micro e minigeração de energia tem sido muito difundida e apoiada no Brasil Foto: André Costa / Agência Diário

Por André Costa

Juazeiro do Norte. O Ceará e outros Estados do Nordeste e Norte de Minas e Espírito Santo passam a contar com uma linha de financiamento que promete incentivar a utilização de energias renováveis.

O Banco do Nordeste (BNB), presente em quase dois mil municípios, lançou, em maio, a linha de financiamento à micro e à minigeração distribuída de energia elétrica renovável, o FNE Sol. No Cariri, o lançamento aconteceu na semana passada, em Juazeiro do Norte.

A nova linha utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e tem prazo de pagamento de até 12 anos, com um ano de carência. O investimento pode ser financiado em até 100% e há bônus de adimplência de 15%.

O crédito é destinado a empresas de todos os portes e setores, produtores e empresas rurais, cooperativas e associações. De maio a julho deste ano, o banco já liberou mais de R$ 5 mi para implantação da energia fotovoltaica e a expectativa para os próximos meses é de novas liberações de créditos.

No Cariri

Em Juazeiro do Norte, a Faculdade Leão Sampaio foi uma das pioneiras na aquisição de placas de energia solar. A primeira etapa do projeto, concluída março do corrente ano, instalou 816 painéis solares que representam 220KW de potência energética. Isso significa que a energia limpa gerada, deixa de depositar no meio ambiente 13 toneladas/mês de resíduos prejudiciais.

Benefícios

“O cliente é beneficiado, tanto por consumir energia renovável e limpa, quanto por ter economia financeira. Inicialmente, o custo é neutro. O financiamento é compensado pela redução do consumo, pois as parcelas do financiamento são calculadas tomando como parâmetro o valor economizado na conta de energia. Depois, tem-se a diminuição significativa dessa despesa”, explica o superintendente estadual do Banco do Nordeste, João Robério Pereira de Messias.

Segundo explicou, podem ser financiados sistemas completos envolvendo geradores de energia, inversores, materiais auxiliares e instalação. O superintendente lembra que a intenção inicial do banco é contemplar empresas em todas as escalas, mas não descarta que o projeto futuramente beneficie pessoas físicas, clientes do banco.

Futuro

A diretora da empresa Globo Brasil Indústria de Painéis Solares, Tatiane Roberto, lembra que o Brasil como um todo está bem atrasado em relação a outros países, até mesmo alguns menos desenvolvidos, como o Chile, mas destaca que, nos próximos anos, o cenário deve mudar.

“O mercado de energia fotovoltaica no Brasil deve se expandir muito nos próximos anos com os novos projetos e a necessidade de aumentar as fontes alternativas na matriz energética do País”, declara. A empresa Globo Brasil é a primeira fabricante de grande porte instalada no País e, segundo a executiva, há projetos de instalação de uma fábrica no Ceará.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL), Francisco Freitas Cordeiro, esse novo cenário, com possível instalação de fábricas no Ceará e liberação de crédito deve “animar o empresário”.

Cordeiro acentua que o não uso da energia solar é algo cultural e lembra os “inúmeros benefícios que este tipo de energia gera” em detrimento da energia convencional, já que a matriz energética brasileira, baseada em hidrelétricas e termoelétricas, corre o risco de entrar em colapso. Cordeiro destacou a economia em médio prazo que as empresas terão e a contribuição ao meio ambiente como principais vantagens da energia renovável.

Fique por dentro

A microgeração distribuída de energia elétrica compreende as centrais geradoras que utilizem cogeração qualificada ou fontes renováveis (hidráulica, solar, eólica, biomassa etc.), conectadas na rede de distribuição, por meio de instalações de unidades consumidoras, cuja potência instalada seja menor ou igual a 75 kW. Já a minigeração distribuída engloba os mesmos tipos de centrais geradoras com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 5 MW (com exceção da fonte hidráulica, cuja potencia deve ser menor ou igual a 3 MW).

20:48 · 01.07.2016 / atualizado às 20:48 · 01.07.2016 por
Os aerogeradores já foram adicionados à paisagem do litoral cearense Foto: Natinho Rodrigues / Agência Diário
Os aerogeradores já foram adicionados à paisagem do litoral cearense Foto: Natinho Rodrigues / Agência Diário

Com capacidade de 97,2 MW, centrais do Complexo Eólico Santa Mônica e respectivos sistemas de transmissão serão construídos no município de Trairi

A Diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 353,5 milhões para a construção de quatro centrais eólicas no município de Trairi (CE) e de seus respectivos sistemas de transmissão.

As usinas, que constituem o Complexo Eólico Santa Mônica, terão capacidade instalada total de 97,2 MW e foram vencedoras do 22º Leilão de Energia Proveniente de Novos Empreendimentos de Geração, realizado em agosto de 2015.

As quatro centrais eólicas – Cacimbas, Estrela, Santa Mônica e Ouro Verde – entrarão em operação no segundo semestre de 2016. Os investimentos incluem a aquisição de 36 aerogeradores, além de máquinas e equipamentos nacionais, também destinados às quatro linhas de transmissão.

O Banco já aprovou para o Nordeste, até o momento, R$ 20,8 bilhões em financiamento para projetos eólicos, equivalentes a 7.406 MW de capacidade instalada na região.

O apoio do BNDES à energia eólica tem contribuído para a diversificação da matriz enérgica brasileira, com fonte alternativa de recursos renováveis e ambientalmente mais limpa.

O uso dos combustíveis fósseis para geração de energia, no mundo, é responsável pela emissão de, aproximadamente, 70% dos gases de efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2).

As usinas eólicas não produzem qualquer tipo de emissão de gases uma vez que utilizam uma fonte limpa e inesgotável, o vento. Atualmente, a capacidade instalada mundial de energia eólica evita a emissão da ordem de grandeza de 100 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera.

O apoio do Banco, em linha com a política de desenvolvimento local do BNDES, também inclui investimentos sociais que vão além daqueles exigidos para o licenciamento ambiental do projeto e equivalem a 0,5% do valor total do investimento do Grupo Engie, ex-GDF Suez, nestes quatro projetos eólicos.

Ações como a contratação de empresas locais para prestação de serviços gerais – fornecimento e transporte de ferramentas e materiais, limpeza, obras civis leves, evacuação de resíduos comuns – aumentam a renda dos negócios locais e podem demandar contratação de mão de obra adicional.

Fonte: BNDES

22:41 · 09.05.2016 / atualizado às 22:46 · 09.05.2016 por
A instalação de placas solares requer projeto e execução de profissionais Foto: Alex Pimentel
A instalação de placas solares requer projeto e execução de profissionais Foto: Alex Pimentel

Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre este importante componente do sistema de energia solar. Tire algumas dúvidas abaixo com as dicas da Prátil, empresa do grupo Enel que atua no ramo da energia solar, infraestrutura elétrica e eficiência energética.

A placa fotovoltaica gera energia sozinha – Mito

O painel solar gera energia elétrica, mas somente ele não é capaz de abastecer uma residência ou empresa. Isso porque os painéis geram energia em corrente contínua, que não é compatível com a que usamos em casa. Por isso são necessários cabos conectores e um inversor de frequência, que converte essa energia em corrente alternada, equalizando com a energia usada em residências.

A placa solar gera energia em dias nublados – Verdade

Em dias parcialmente nublados ainda há a geração de energia. Vale lembrar que, apesar de sempre haver geração de eletricidade sob a luz do dia, sua intensidade pode ser menor em razão do grau de insolação. Até mesmo com tempo chuvoso a claridade existente produzirá energia.

Depois de instalada, não pode ser retirada – Mito

É possível retirar as placas solares, assim como todos os equipamentos que compõem o sistema de energia solar e instalar em outro local. Para isso, é preciso apenas reformular o projeto para garantir que ele se adeque às necessidades do novo local de instalação. Assim, caso o proprietário do sistema se mude e queira levar o sistema, é possível.

A placa solar pode durar até 25 anos – Verdade

A maioria dos painéis fotovoltaicos tem garantia de vida útil de 25 anos, com um funcionamento de, no mínimo, 80% da capacidade de geração do equipamento. É importante verificar se a garantia é apoiada por uma entidade idônea que deverá cumprir as leis de proteção do consumidor caso haja alguma falha no desempenho da sua placa solar.

Dá para instalar as placas sozinho – Mito

Num sistema de energia solar conectado à rede, você não deve tentar instalar os seus painéis solares sozinho a não ser que você seja um técnico ou um engenheiro experiente. O acompanhamento de uma empresa ou profissional especializado é importante para elaborar o seu projeto e analisar o melhor local e as melhores condições de instalação. Caso a instalação seja feita no telhado, que é o modo mais usual, o uso de equipamentos de segurança é fundamental. Além disso, para conectar o sistema de energia solar na sua casa ou empresa é preciso uma autorização da distribuidora de energia local e somente engenheiros e eletrotécnicos podem fazer esta solicitação.

Fonte: Prátil

21:28 · 06.04.2016 / atualizado às 21:28 · 06.04.2016 por

arvore_solar_uece

A ECO Soluções em Energia, em parceria com o Mestrado Acadêmico em Ciências Físicas Aplicadas da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e a empresa de arquitetura Projec, apresenta, nesta sexta-feira (8), no Campus do Itaperi, o projeto Árvore Solar. A estrutura terá dez painéis fotovoltaicos responsáveis por carregar as baterias de uma frota de nove bicicletas elétricas.

Durante o dia, quando as bicicletas estiverem conectadas à árvore, os painéis carregarão suas baterias. Quando estiverem em uso, a árvore repassará a energia para a rede pública, gerando créditos para a Uece utilizar posteriormente. A bicicleta com necessidade de carga à noite usará a energia da concessionária.

frame_01

A energia solar ajudará no deslocamento dos funcionários responsáveis pela segurança da instituição. As motocicletas e automóveis ficarão de lado, assim como o gasto com combustível e a emissão de gases poluentes, dando espaço para bicicletas elétricas, alimentadas com a ajuda da árvore solar. A iniciativa conta com o apoio da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), por meio do Fundo de Inovação Tecnológica do Ceará (FIT).

“O projeto da Árvore Solar engradece o know-how de serviços da nossa empresa por ser um projeto desafiador. Mais do que ser limpa, a luz solar é uma fonte de energia constante, inesgotável e capaz de atender grandes demandas. A ECO Energia projeta, vende e instala projetos específicos para geração distribuída em residências e indústrias, tendo mais de 4MW contratados no Norte e Nordeste do Brasil.”, explica Jonas Becker Paiva, diretor da ECO Soluções em Energia.

frame_04

A ECO Soluções em energia também conta com o auxílio da Incubadora de Empresas da Uece (IncubaUece), à qual é associada. A incubadora está prestando assistência à empresa com o intuito de viabilizar a execução do projeto. A missão da IncubaUece é estimular e apoiar empreendedores no processo de geração, consolidação e crescimento de micro, pequenas e médias empresas no Ceará, promovendo o desenvolvimento regional sustentável.

Segundo Geraldo Magela Moraes, arquiteto e sócio da empresa Projec, a ideia das árvores solares surgiu como complemento para um projeto de triciclos elétricos solares compartilhados para pequenos percursos. “Essa forma inovadora de captação por painéis solares simulando a filotaxia das plantas, a sua eficiência, bem como a otimização dos espaços ante a disposição convencional das placas fotovoltaicas, geralmente localizadas lado a lado nas cobertas das edificações”, ressalta o arquiteto.

Mais informações:

Inauguração Árvore Solar

Local: Uece/Campus do Itaperi em frente à Reitoria – Avenida Dr. Silas Muguba, 1700

Dia: 8 de abril (sexta-feira)

Horário: 15h30

10:46 · 23.01.2016 / atualizado às 10:46 · 23.01.2016 por
26 DE NOVEMBRO DE 2015 -  Juazeiro do Norte,  Energia Solar - Painéis solares da Faculdade Leão Sampaio
Visando acompanhar as tendências da indústria cearense, o Senai Cearáestá oferecendo novos cursos em Energia Solar Fotovoltaica Foto: André Costa / Agência Diário

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) Ceará, visando acompanhar as tendências da indústria cearense, está oferecendo novos cursos nas áreas de Energias Renováveis e lançou capacitações em Energia Solar Fotovoltaica.

As turmas “Iniciação em Montagem de Sistemas Fotovoltaicos” e “Montador de Sistemas Fotovoltaicos” começam as aulas no 15 de fevereiro e 7 de março, respectivamente, na unidade da Barra do Ceará, em Fortaleza, no horário da noite.

Os valores são de R$ 750 e R$ 1.800, respectivamente. As pré-inscrições já podem ser feitas aqui . Os interessados também podem reservar suas vagas nos cursos pelo telefone (85) 4009-6300.

O primeiro curso requer idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental incompleto. A carga horária é de 40 horas. O segundo exige idade mínima de 18 anos e ter concluído curso de Qualificação Profissional de Eletricista ou áreas afins.

O curso de “Iniciação em Montagem de Sistemas Fotovoltaicos” promove aos participantes os conhecimentos sobre os diferentes tipos de sistemas fotovoltaicos e técnicas de aproveitamento da energia solar, bem como o conhecimento dos equipamentos utilizados.

Já o curso de “Montador de Sistemas Fotovoltaicos” capacita para instalar e fazer a manutenção de Sistemas de Energia Solar Fotovoltaicos, de acordo com a legislação vigente e normas aplicáveis à qualidade, à saúde, à segurança e ao meio ambiente.

20:08 · 12.01.2016 / atualizado às 20:10 · 12.01.2016 por
O Ceará, além do Rio Grande do Norte e o Rio Grande do Sul recebe o maior número de investimentos em geração eólica no País Foto: Natinho Rodrigues
O Ceará, além do Rio Grande do Norte e do Rio Grande do Sul, recebe o maior número de investimentos em geração eólica no País Foto: Natinho Rodrigues

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 42,4 milhões à Enerplan Energia Eólica IV S.A., para implantação do Parque Eólico Pontal 2A, no município de Viamão, no Rio Grande do Sul. O empreendimento, selecionado no 17º Leilão de Energia Nova (A3), em 2013, contará com oito aerogeradores fornecidos pela Alstom e terá potência total instalada de 21,6 MW de energia limpa.

A operação, que inclui subcrédito social de R$ 210 mil, é mista: R$ 28,3 milhões serão liberados diretamente pelo BNDES e os restantes R$ 14 milhões serão repassados na modalidade indireta, tendo como agente financeiro o Badesul, agência de fomento vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT). Os recursos do BNDES correspondem a 47% do investimento total no projeto.

A Enerplan Energia Eólica IV S.A. é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) que atua como produtora independente de energia elétrica a partir de fontes alternativas. O escoamento da energia gerada pelo parque Pontal 2A e por outros dois parques da holding Enerplan Pontal Participações Societárias S.A. (Pontal 28 e Pontal 38) será feito por meio de uma subestação elevatória, de uma linha de transmissão e do bay de conexão até a subestação coletora do Sistema Interligado Nacional (SIN) Viamão 3.

A Enerplan Pontal Participações Societárias S.A. integra o Grupo Oleoplan, que iniciou suas atividades em 1980, atuando na indústria de extração de óleo de soja. Posteriormente, diversificou as atividades para o segmento calçadista e, na década de 2000, para o setor de energias renováveis nos segmentos de biodiesel e eólico.

Neste último, o Grupo conta com um portfólio de projetos em geração de energia de cerca de 409 MW, em diferentes fases de desenvolvimento, entre os quais cinco parques vencedores do Leilão de Energia de Reserva de 2009, localizados em Trairi, no Ceará, e que também foram financiados pelo BNDES, com R$ 92 milhões.

Fábrica no Ceará

No próximo dia 18, às 16h, a dinamarquesa Vestas vai inaugurar sua primeira fábrica de turbinas eólicas no Brasil. Com um investimento de R$ 100 milhões, a unidade está localizada na cidade de Aquiraz, no Ceará, vai gerar cerca de 600 empregos. Recentemente, a companhia obteve a certificação de conteúdo local, do BNDES, o que a permite oferecer aos clientes brasileiros máquinas com uma linha de financiamento mais vantajosa.

Fonte: BNDES/Vestas

09:35 · 18.11.2015 / atualizado às 09:35 · 18.11.2015 por
Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas
Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas

Empresa da Enel especializada na oferta de soluções em eficiência energética e energia solar desenvolve projetos sob medida para casas e empresas

Desde a semana passada, a população dos bairros Aldeota, Meireles e Dunas, em Fortaleza, poderá adquirir sistemas de geração de energia solar feitos sob medida e com prestações mensais fixas a partir de R$ 480.

A Prátil, empresa da Enel especializada em soluções em eficiência energética e energia solar, lançará na região o chamado Kit Solar, que contempla o projeto elétrico, as placas solares e instalação e conexão com a distribuidora, com preços mais acessíveis para consumidores residenciais e empresariais.

Desde 2010 no mercado – e trabalhando com energia solar desde 2013 – a Prátil atua nas áreas de energia solar, eficiência energética e infraestrutura elétrica. Com mais de 70 projetos comercializados, a empresa está presente em seis Estados brasileiros: Rio de Janeiro, Ceará, Piauí, Santa Catarina, Bahia e São Paulo, onde as condições especiais de aquisição para os kits solares estarão vigentes.

O responsável pela empresa, Marcus Rissel, destaca que a Prátil oferece uma gama completa de serviços, que vai desde a avaliação técnica até o orçamento, incluindo a venda dos equipamentos (painéis solares, inversor, estrutura e cabeamentos), instalação e integração com a distribuidora de energia elétrica.

Entre as vantagens do uso da energia solar, Rissel destaca que sua utilização implica numa economia significativa na conta de luz – que chega até 85% – durante toda a vida útil dos painéis solares, que dura, em média, 25 anos. “Além disso, a manutenção é mínima, a energia solar não polui e trata-se de uma solução eficiente para o sistema elétrico brasileiro atual”, completa.

Para lançar o Kit Solar na região, a Prátil desenvolveu uma campanha que poderá ser vista em outdoor e em TVs dentro dos elevadores em prédios comerciais. Com o mote “Ligue o Sol na sua vida e produza energia limpa com o Kit Solar da Prátil”, as peças reforçam o conceito sustentável da empresa e a ideia de que investir em energia solar é prático, econômico, eficiente, e não polui o meio ambiente. Merece destaque também o hot site, www.ligueosol.com.br, desenvolvido especialmente para este lançamento.

A Prátil atua nas áreas de eficiência energética, infraestrutura elétrica e geração distribuída. Projetos de geração distribuída com energia solar são algumas das principais iniciativas desenvolvidas pela empresa, desde 2013 neste mercado.

Benefícios do uso da energia fotovoltaica

– Utilizar a geração de energia solar pode significar economizar na conta de luz durante todo o período de funcionamento das placas, equipamento essencial do sistema

– O sistema solar não possui equipamentos motores. Por isso, a manutenção se restringe apenas à realização de limpezas anuais, quando houver acúmulo excessivo de poeira ou resíduos. A própria água da chuva já se encarrega da limpeza

– A energia solar não é poluente

– É um sistema inteligente. Caso a planta solar produza uma energia superior ao seu consumo mensal, a distribuidora armazena o excedente e credita nas contas seguintes. Isso elimina a utilização de baterias. O crédito pode ser usado por 36 meses, e inclusive ser repassado para outras contas de energia, desde que estejam sob o mesmo registro de proprietário e na mesma área de concessão da distribuidora

– É uma solução eficiente para o sistema elétrico brasileiro, a partir do momento que aproxima o local de geração ao local de consumo

10:15 · 13.06.2014 / atualizado às 10:15 · 13.06.2014 por
O objetivo da iniciativa, segundo a ministra do Meio Ambiente, é aumentar a participação desse tipo de energia com segurança Foto: Agência Diário / Kiko Silva
O objetivo da iniciativa, segundo a ministra do Meio Ambiente, é aumentar a participação desse tipo de energia com segurança Foto: Agência Diário / Kiko Silva

O Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) aprovou, no dia 10, resolução que estabelece critérios e procedimentos para o licenciamento de parques eólicos instalados em terra. A medida, segundo a ministra Izabella Teixeira, “é de extrema importância para o País, porque trará segurança jurídica, atraindo investimentos para o setor elétrico e aumentando a participação de energia limpa na matriz elétrica do Brasil”.

A ministra ressaltou a necessidade de estabelecer critérios também para o licenciamento de outros tipos de parques eólicos: “O Conama deverá agora fazer o mesmo para modernizar o licenciamento de empreendimentos de energia solar e para os parques eólicos “off shore”, aqueles que operam na plataforma marítima continental”.

Ela lembrou que o Brasil vem obtendo bons resultados no combate ao desmatamento, graças à Política Nacional de Mudanças do Clima. “É hora de avançarmos mais em fontes limpas com a incorporação de tecnologias de ponta na produção de eletricidade”, destacou.

A expectativa do Governo é que a oferta de energia eólica, um dos setores que mais crescem no mundo, seja ampliada, principalmente nos Estados do Nordeste, que oferecem condições excelentes para o aproveitamento dos ventos.

A ministra Izabella Teixeira destacou os conselheiros do Conama “compreenderam a importância estratégica da medida para o cumprimento das metas brasileiras de redução de emissões de CO2”, e atenderam à convocação para a reunião extraordinária.

“A aprovação da resolução permitirá uma tomada de decisão mais transparente com relação ao licenciamento”, destacou. O texto base, aprovado na última reunião ordinária, em 28 de maio, sofreu pequenas alterações e foi submetido a uma votação de destaques, o que não levou mais que uma hora. “A uniformização do marco jurídico é de extrema importância para definir o papel dos Estados, do governo federal e dos municípios nos procedimentos de licenciamento”, destacou.

Remediadores

O Conselho aprovou, ainda, a atualização de resolução que trata de remediadores – produtos utilizados para recuperação de ambientes e ecossistemas contaminados e ao tratamento de efluentes e resíduos.

A necessidade de estabelecer regras mais rígidas para a comercialização e utilização desses produtos é crescente, segundo explicou o representante do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama)  no Conama.

A idéia é reduzir o impacto que algumas delas pode provocar, mesmo quando a intenção é a de recuperação ambiental. O registro no órgão, que já era obrigatório, passa a ser mais rigoroso e haverá maior controle no uso desses produtos.

Fonte: MMA