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Tag: Fortaleza


10:27 · 24.03.2017 / atualizado às 10:49 · 24.03.2017 por

Fortaleza é uma das cidades participantes de um ato mundial chamado a Hora do Planeta 2017 – WWF, no qual luzes são apagadas durante uma hora. A iniciativa, que acontecerá neste sábado (25), na capital do Ceará, das 20 às 21 horas, envolverá alguns dos principais equipamentos da Capital: Mercado Central, Palácio do Bispo (Paço Municipal), Estátua de Iracema, Igreja de Fátima, Catedral Metropolitana e Praça Portugal.

A ideia do ato é alertar o mundo sobre as consequências e os desafios de enfrentamento do aquecimento global. O movimento é importante para a sensibilização da população, especialmente, quanto ao consumo consciente.

Além da Hora do Planeta, também será promovida a Bicicletada da Hora, um passeio ciclístico com saída da Praça Luíza Távora e percurso de 8km. Os ciclistas farão uma parada entre o Paço Municipal e a Sé Catedral Metropolitana, no momento em que as luzes forem apagadas.

A Hora do Planeta 2017 faz parte da programação da Festa Anual das Árvores, cujo tema deste ano é: “No Lugar de Lixo, Árvores e Flores”. O evento acontece até o dia 31 de março, com diversas ações que trabalham a importância da sustentabilidade, da preservação do  verde e do cuidado com a Cidade.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta é um blecaute voluntário e simbólico promovido mundialmente pela organização ambiental WWF. Neste ano a ação acontece no dia 25 de março e incentiva que entidades, empresas e pessoas desliguem as luzes entre as 20h30 e 21h30 do horário local. Criada em 2007 em Sydney, na Austrália, ela já se tornou o maior movimento pelo meio ambiente do mundo, com mais de sete mil cidades participantes no ano passado.

“Mais do que um simples apagar de luzes, a Hora do Planeta é um convite para que as pessoas parem por cerca de uma hora e reflitam sobre as nossas ações em relação ao meio ambiente; o que temos feito e o que cada um pode fazer para diminuir o problema”, comenta o diretor-executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic. Para ele, o movimento é uma demonstração globalizada de que o mundo quer ver em seus líderes a coragem para enfrentar e reverter os diferentes desafios ambientais, cujos impactos interferem na vida de toda a população.

A preocupação para evitar o desperdício, o uso consciente de veículos individuais de transporte e a opção de comprar produtos locais e que não agridam o meio ambiente são alguns dos hábitos que Voivodic considera como importantes para a redução de danos ao meio ambiente. “As causas e os efeitos das mudanças climáticas estão inseridos na nossa vida. A resolução destas questões está muito relacionada à criação e ao cumprimento de políticas públicas. Porém, se cada um repensar seus hábitos de consumo, teremos uma grande melhoria na saúde do planeta”, continua Voivodic.

Atualmente, o Brasil tem enfrentado sérios problemas relacionados às mudanças do clima, como a seca do Nordeste, a diminuição de produção de alimentos ou o racionamento de água em plena temporada de chuvas no Distrito Federal. Segundo o coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur, a manutenção de certos sistemas ultrapassados de investimento, como a contratação de energia vinda de termelétricas, só piora o quadro para a população, pois produz mais gases de efeito estufa (que agrava o aquecimento global) e deixa mais cara a tarifa de eletricidade para os consumidores.

“O nosso País tem todas as características para ser líder global na geração de eletricidade, com ampliação da oferta de geração solar e eólica. O investimento de cinco anos em energia solar em detrimento à térmica, por exemplo, pode gerar cerca de R$ 150 bilhões de economia em 20 anos, além de mais empregos. Ao assumir uma liderança mais forte e a tempo frente às mudanças climáticas, o Brasil pode se tornar um exemplo de desenvolvimento sustentável e economia verde, contribuindo para o bem-estar da população e para a segurança climática do planeta”, comenta Nahur.

No Brasil, em 2016, 156 municípios aderiram oficialmente à campanha, desligando por uma hora a iluminação de 505 ícones, entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos. Para este ano, a expectativa é ainda maior, com o incentivo para que pessoas e empresas organizem suas próprias atividades no sábado, 25 de março.

Convite ao engajamento

A Hora do Planeta acontece no mundo todo no dia 25 de março, entre 20h30 e 21h30 do horário local, e há diversas formas de fazer parte.

Para as cidades, a participação acontece por meio de um Termo de Adesão, que deve ser assinado por alguma autoridade local indicando quais monumentos e prédios públicos ficarão apagados durante os 60 minutos.

Escolas, instituições privadas e organizações também podem se engajar apagando as luzes e promovendo atividades e eventos. Em 2016, foi contabilizada a participação de 165 empresas, além de 39 escolas e organizações não governamentais.

A novidade para este ano é que o WWF-Brasil está buscando incentivar ainda mais a participação da sociedade. Para isto, disponibilizou no site da Hora do Planeta (horadoplaneta.org.br) um formulário para a inscrição de atividades e um material com dicas do que cada um pode fazer para participar mais intensamente da campanha.

WWF-Brasil

O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Programação em Fortaleza

Data: 25/3/2017

A Hora do Planeta

Local: prédio da Seuma, Estátua de Iracema na Lagoa de Messejana, Fachada do Mercado Central, Coluna da Hora, Palácio do Bispo (Paço Municipal), Catedral e Igreja de Fátima, algumas luzes do Aterro de Iracema e Praça Portugal.

Horário: 20h às 21h

Bicicletada da Hora

Local: Saída da Praça Luíza Távora

Horário: 19h30 às 22h

Inscrição

13:03 · 16.11.2016 / atualizado às 13:25 · 16.11.2016 por
A Rua Jovino Guedes, entre Ildefonso Albano e Barão de Aracati, na Aldeota é apenas um dos pontos escolhidos para o depósito de resíduos Foto: Maristela Crispim
A Rua Jovino Guedes, entre Ildefonso Albano e Barão de Aracati, na Aldeota, é apenas um dos pontos escolhidos para o depósito de resíduos Foto: Maristela Crispim

Os pontos de lixo. Este é um problema que incomoda quem mora, trabalha ou estuda perto. Mas parece não incomodar quem paga um carroceiro para se ver livre do incômodo entulho, sem se importar onde vai parar.

A Prefeitura de Fortaleza vem criando ecopontos para receber esse tipo de demanda e amenizar os tais pontos de lixo que insistem em não deixar de fazer parte da nossa rotina diária.

Recolher não acaba, criar pontos específicos parece que também não resolve. Qual seria, então, a saída para isso? Parte da população – aquela que realmente se incomoda – aguarda uma resposta.

A Rua Jovino Guedes, entre Ildefonso Albano e Barão de Aracati, na Aldeota é apenas um dos pontos escolhidos para o depósito de resíduos Foto: Maristela Crispim
A Rua Jovino Guedes, entre Ildefonso Albano e Barão de Aracati, na Aldeota, é apenas um dos pontos escolhidos para o depósito de resíduos Foto: Maristela Crispim
10:00 · 22.06.2016 / atualizado às 21:51 · 21.06.2016 por
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O projeto da ONG Aquasis aprovado para Icapuí contempla a Zona de Vida Silvestre (SVS) da APA Manguezal da Barra Grande Foto: Kiko Silva / Agência Diário

A Fundação SOS Mata Atlântica anunciou os 24 projetos aprovados pelo edital para o apoio à criação e implementação de Unidades de Conservação (UCs) Municipais no País. Dois deles são do Ceará, um no litoral leste de Fortaleza, em Sabiaguaba, outro no litoral leste do Ceará, em Icapuí.

O de Fortaleza, Educação Ambiental e Práticas Sustentáveis na APA da Sabiaguaba, foi apresentado pela Consultoria e Capacitação em Meio Ambiente (Coame); e o de Icapuí, Zona de Vida Silvestre (SVS) da APA Manguezal da Barra Grande, pela Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis).

O objetivo do edital é estimular as cidades a fortalecerem a gestão ambiental de seus territórios, investindo no planejamento e na execução de medidas que assegurem proteção e uso sustentável do ambiente. A iniciativa faz parte das comemorações dos 30 anos da ONG e conta com o patrocínio de Bradesco Cartões, Bradesco Seguros e Repsol Sinopec Brasil.

Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, ressalta a importância do edital: “É um conjunto de projetos agregadores que contribuirão muito para fortalecer esses importantes mecanismos de conservação da biodiversidade local, reunindo poder público, instituições e pessoas para somar esforços voltados para as Unidades de Conservação e as políticas de proteção nos municípios da Mata Atlântica”.

Erika Guimarães, coordenadora de Áreas Protegidas da SOS Mata Atlântica, lembra da importância das UCs municipais para o bem-estar da população: “Teremos novos parceiros para uma atuação mais integrada, buscando fortalecer essas áreas que oferecem serviços ambientais relevantes e melhoram a qualidade de vida de todos nós”.

O edital recebeu propostas em 4 linhas:

Linha 1 – Criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) reconhecidas pela esfera municipal

Linha 2 – Criação de UCs públicas de proteção e integral e uso sustentável na Mata Atlântica, e em ambientes costeiros e marinhos associados

Linha 3 – Atividades que contribuam para a gestão/administração/operação de UCs públicas da Mata Atlântica, costeiras e marinhas

Linha 4 – Projetos que contribuam para a implementação consolidação da UCs de proteção integral sustentável

Dos 24 projetos aprovados na etapa final, 17 seguiram a linha 4, que trata de ações para a implementação efetiva de UCs municipais já criadas e foi a linha que recebeu mais propostas. No que diz repeito aos tipos de Unidades de Conservação contemplados, houve uma distribuição equilibrada entre UCs de proteção intregal (10) e uso sutentável (11), e outras três propostas para estudos de criação de novas UCs.

Mar e Floresta

Das propostas recebidas, quase metade foram para unidades de conservação em ambientes costeiros e marinhos. “Isso reflete a importância que as UCs Municipais também têm para auxiliar o Brasil a atingir as suas metas de proteção do mar e da costa, ambientes hoje muito mal representados no conjunto de unidades de conservação brasileiras”, explica Diego Igawa Martinez, biólogo do programa Costa Atlântica da Fundação.

Essa proporcionalidade se refletiu nas propostas aprovadas: Bradesco Cartões e Bradesco Seguros, que patrocinam diversos projetos da Fundação SOS Mata Atlântica, destinam os recursos às UCs na área de Floresta, por meio do Programa de Áreas Protegidas da Mata Atlântica. Já os recursos para as UCs municipais costeiras e marinhas são destinados pela Repsol Sinopec Brasil, que patrocina projetos de conservação destes ambientes através do Programa Costa Atlântica da Fundação.

Os municípios da região Sudeste concentram a maior parte das propostas aprovadas, seguidos pelos das regiões Nordeste e Sul, incluindo 10 propostas focadas no ambiente costeiro-marinho e 14 em florestas interiores. Os projetos encontram-se distribuídos em 11 dos 17 estados da Mata Atlântica.

Confira a lista completa dos projetos contemplados clicando aqui.

Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica

13:06 · 14.06.2014 / atualizado às 13:24 · 14.06.2014 por
Estação móvel de reciclagem do Pão de Açúcar e da Unilever ajudará a torcida brasileira a ter uma atitude sustentável #praserfeliz
Estação móvel de reciclagem do Pão de Açúcar e da Unilever ajudará a torcida brasileira a ter uma atitude sustentável #praserfeliz

O Grupo Pão de Açúcar lançou, em parceria com a Unilever, o “reciclar #praserfeliz” durante os dias de jogos da Copa do Mundo. Um veículo preparado para receber materiais recicláveis, com comunicação especial, percorrerá pontos com alta concentração de pessoas em três cidades: São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

Promotores convidarão as pessoas a destinar corretamente seus resíduos, evitando o descarte incorreto e o acúmulo nas ruas. Os que participarem da iniciativa ganham uma maquiagem festiva para torcer ainda mais pela seleção.

As ações acontecem durante todo o período do mundial. Foram escolhidos lugares com alta concentração de bares e restaurantes, em que as pessoas se reunirão para assistir aos jogos juntas e torcer.

A estação estará nesses locais entre 11h e 20h. Todos os recicláveis arrecadados serão doados para cooperativas de reciclagem que são parceiras do programa Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, presente nos estacionamentos de 127 lojas em todo o Brasil. Existente desde 2001 o programa já arrecadou mais de 75 mil toneladas de materiais recicláveis.

O “reciclar #praserfeliz” é parte do movimento pela felicidade lançado pelo Pão de Açúcar, que indica e oferece atitudes simples para que as pessoas busquem aquilo que as fazem felizes. No caso do “reciclar #praserfeliz” por meio da reciclagem, a pessoa assume o protagonismo em uma ação de qualidade de vida.

Assim como todas as inciativas da marca deste ano, esta também virá identificada com o tema “atitude #praserfeliz”. Compartilhando a ação e a hashtag, espera-se que outras pessoas se sintam contagiadas a fazerem o mesmo, reforçando o movimento.

A sustentabilidade é um dos pilares estratégicos do Pão de Açúcar, que busca ser reconhecido pelo consumidor como o varejista mais sustentável. A gestão de resíduos dos clientes é um dos temas prioritários e pioneiros da marca, reforçando seu compromisso de consumo consciente.

Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever

Em 2001, o Pão de Açúcar e a Unilever chamavam a atenção da população ao iniciar uma ação que seria essencial para a sociedade alguns anos depois: a reciclagem. O pioneirismo veio com o Programa Estação de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever, que em 13 anos já arrecadou mais de 75 mil toneladas de materiais recicláveis (papel, vidro, plástico e metal) e se consolida como o primeiro programa de parceria entre varejo e indústria no cenário nacional de reciclagem.

Os materiais recicláveis são doados para 36 cooperativas de reciclagem parceiras do Programa. Além do caráter social da ação, com a geração de renda e a inclusão social beneficiando mais de 6,9 mil pessoas direta e indiretamente por ano, as estações de reciclagem contribuem também com oincentivo ao descarte consciente.

O projeto está em constante evolução. Em 2007, a rede incluiu nas Estações pontos de arrecadação de óleo de cozinha, onde já foram coletados mais de 1,2 milhão de litros do produto usado, e grande parte é encaminhada para a produção de biocombustível.

Fonte: Grupo Pão de Açúcar

09:54 · 14.01.2014 / atualizado às 10:01 · 14.01.2014 por

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A primeira loja da Tiê Moda Ecológica do Nordeste será inaugurada amanhã, 15 de janeiro, em Fortaleza. A loja é a responsável pelo fardamento do Greenpeace no Brasil e tem como prioridade o uso de materiais ecológicos. A marca produz roupas, bijuterias, calçados, bolsas e brindes promocionais.

Modelos, estampas e etiquetas personalizadas são produzidos com algodão orgânico, amazônia plus e tecido PET. O tingimento do algodão é natural, com vegetais como pedaços de árvores e tubérculos, folhas e sementes, terra e pó de madeira. No caso de lãs e sedas também são utilizados açafrão e urucu.

São colorantes naturais do Brasil, especialmente dos bosques brasileiros anileiras (azuis), cedro (rosa), barbatimão (vinho), garapa de cana (amarelo), jenipapo (cinza), ipê (rosa), jatobá (marrom ou cinza), mangueira (verde), amoreira (amarelo), folhas do eucalipto (azulado cinzento) e pedaços da cebola (alaranjada).

À frente da Tiê Moda Ecológica no Nordeste está a empresária Fernanda Lenzi, que aposta no crescimento desse segmento. “O consumidor brasileiro está cada vez mais consciente do seu papel para ajudar na preservação do nosso Planeta e vai procurar consumir produtos fabricados com esse cuidado”, aposta.

A matriz da Tiê Moda Ecológica fica em Vila Madalena (SP), com ambiente idealizado para ser um reduto ecológico. Possui um charmoso jardim interno e os materiais usados na sua construção obedeceram às normas de sustentabilidade. A Rua Harmonia, onde está situada, foi eleita a mais ecológica da cidade, com diversas lojas que se preocupam com a preservação do meio ambiente.

A loja de Fortaleza também vai seguir a linha ecológica da grife. Localizada na Rua José Vilar, na Aldeota, o espaço terá móveis de madeira de demolição, embalagens ecológicas e um ambiente agradável. “Nossa ideia é tornar um espaço de encontro entre amigos”, antecipa Fernanda Lenzi.

Além da loja de Vila Madalena, a Tiê Moda Ecológica está presente em Sorocaba, Santos, Granja Viana e Campinas, em São Paulo, e ainda em Bonito (MS).

Matéria-primas naturais

As camisetas criadas a partir da malha de PET reciclado já fazem sucesso junto ao público de moda ecológica. Criado a partir da fiação das tiras cortadas da garrafa PET, o tecido tem a mesma qualidade e resistência do algodão, além de ser confortável. As garrafas PET também são matérias-primas para as bijuterias da marca.

O algodão orgânico é cultivado sem substâncias químicas nem agrotóxicas, nocivos à saúde humana e ao meio ambiente. Além dos benefícios ecológicos, tem vantagens econômicas e sociais, pois mantém os agricultores no campo, oferecendo uma oportunidade de renovação da produção algodoeira e gerando um novo cidadão consciente da preservação da natureza e os lucros resultantes da mesma.

Já o Amazônia Plus é um tecido composto de algodão orgânico e suavizante natural obtido da manteiga do Cupuaçu. Produzido com matéria-prima totalmente natural, é biodegradável, não contém silicone e permite um acabamento com alta absorção de água, devido à sua grande hidrofilia. O tecido protege ainda dos raios solares UVB E UVC.

Tiê-sangue

Escolhido como símbolo da marca, o tiê-sangue (Ramphocelus bresilius), também conhecido como sangue-de-boi, tiê-fogo, chau-baêta e tapiranga, é uma ave sul-americana passeriforme da família Thraupidae, tida como ave  símbolo da Mata Atlântica. A plumagem do macho é de um vermelho-vivo, que deu origem ao nome. Parte das asas e da cauda são pretas.

Serviço:

Tiê Moda Ecológica – loja Fortaleza

Rua José Vilar, 1420, Aldeota, Fortaleza

Facebook: www.facebook.com/tiefortaleza

08:47 · 21.07.2013 / atualizado às 08:47 · 21.07.2013 por

LimpandooMundo

Por Maristela Crispim

Hoje é domingo, dia de praia! O que você acha de ir curtir aquele solzinho, banho de mar e tropeçar em lixo? Caso a resposta seja negativa, que tal colaborar para que nossas praias fiquem cada vez mais limpas, atraentes e para que o lixo que nós produzimos não interfira nos ecossistemas marinhos? É só não jogar nada fora do cesto de lixo e (por que não?) por no lixo aquilo que encontrar na areia da praia. Um pequeno gesto que pode fazer toda a diferença.

Na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) já tem um grupo fazendo um pouco mais que isso. Hoje, 21 de Julho, cerca de 20 voluntários do Projeto Limpando o Mundo, desenvolverão ações educativas entre os visitantes da Colônia Ecológica do Sesc de Iparana, em Caucaia. O projeto é idealizado pela Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos(Aquasis), Instituto Povos do Mar (Ipom) e Greenish, patrocinador oficial, e apoiado pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e Cuca Che Guevara.

O dia faz parte de um cronograma de ações educativas voltadas para sensibilização da sociedade para a conservação e proteção dos ecossistemas costeiros frente aos impactos e à poluição dos resíduos sólidos na Zona Costeira do Ceará.

Juaci Oliveira, coordenador geral do Projeto, destaca que, atualmente, milhares de toneladas de resíduos sólidos (plástico, isopor, metal, vidro e tecidos) são descartadas de forma errada nas cidades, entrando direta ou indiretamente nos ecossistemas aquáticos, como manguezais, praias e oceanos, acarretando impactos econômicos, sociais e ambientais para a vida de vários organismos marinhos, desde o plâncton (animais microscópicos) às grandes baleias.

Para sensibilizar os visitantes do Sesc de Iparana, uma exposição lúdica com material recolhido das ações dos voluntários do litoral dos municípios de Caucaia e Fortaleza foi montada no local. Junto com a exposição, haverá pinturas e atividades culturais com os “Batuqueiros do Mar”, jovens do projeto Brigada da Natureza que, com músicas temáticas e ao som dos tambores, irão puxar cortejos e brincadeiras com o público presente.

Ainda de acordo com Juaci, o “Limpando o Mundo” é um projeto que tem como missão mobilizar as comunidades de Fortaleza e Caucaia para a proteção e conservação de ecossistemas marinhos através da sensibilização e conscientização dos problemas que a poluição marinha traz ao nosso Planeta.

A Coordenação do Projeto Limpando o Mundo, conta também com a participação ativa das seguintes entidades e/ou grupos envolvidos direta ou indiretamente: Revista Ceará Surf, Surfistas Ambientais do Pacheco, Brigada da Natureza, Jovens do Cuca da Barra e moradores.