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Tag: O Boticário


10:30 · 07.02.2018 / atualizado às 21:05 · 06.02.2018 por
Inscrições seguem até dia 31 de março, no site da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza Foto: Canindé Soares

Estão abertas as inscrições para a chamada do primeiro semestre de 2018 do Edital de Apoio a Projetos da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, uma das principais instituições da iniciativa privada a apoiar financeiramente ações e pesquisas científicas em conservação da biodiversidade brasileira. As inscrições podem ser feitas até 31 de março, no site da instituição, na seção “editais”.

Os projetos que almejam financiamento devem se encaixar em uma das seguintes linhas temáticas:

1) Unidades de Conservação de Proteção Integral (continentais e marinhas) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs): criação, ampliação e execução de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo.

2) Espécies Ameaçadas: execução de ações prioritárias dos Planos de Ação Nacional (PAN) para espécies e ecossistemas e definição de status de ameaça. Também são aceitas ações emergenciais para aquelas espécies que ainda não possuam PANs ou que visem enquadrar uma espécie em listas oficiais de ameaças.

3) Ambientes Marinhos: estudos, ações e ferramentas para proteção e redução da pressão sobre a biodiversidade marinha.

Podem se inscrever nas três linhas do Edital de Apoio a Projetos da Fundação Grupo Boticário instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades, organizações não governamentais (ONGs) e associações.

Prioridade às Unidades de Conservação

“Este primeiro Edital de Apoio a Projetos de 2018 segue com as mesmas linhas temáticas de anos anteriores, mantendo seu objetivo de contribuir para a conservação da natureza brasileira. O diferencial é que, nesta chamada, a Fundação Grupo Boticário está priorizando projetos voltados à implementação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares de Patrimônio Natural que venham a se tornar modelos de gestão”, afirma o coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, Emerson Oliveira.

Oliveira explica que a Fundação busca propostas que contribuam para que UCs continentais ou costeiro-marinhas cumpram com os objetivos para os quais foram criadas e, assim, proporcionem benefícios para as comunidades de seu entorno.

Por exemplo, espera-se que essas áreas de referência sejam efetivamente protegidas por ações de inteligência, fiscalização e controle, de modo a preservar a natureza; que possibilitem a realização de pesquisas científicas e atividades de Educação Ambiental; e, quando permitido, que seus atrativos naturais sejam abertos ao uso público e que haja infraestrutura adequada para atender os visitantes.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais.

Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

Dúvidas podem ser encaminhadas para: edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

09:22 · 27.05.2017 / atualizado às 09:22 · 27.05.2017 por

 

Hoje, 27 de maio, é comemorado o Dia da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do Brasil, que acaba de ganhar duas novas espécies de pererecas. Uma delas tem apenas dois centímetros com grandes tímpanos para seu gênero, batizada de Phyllodytes megatympanum. A outra, chamada de Dendropsophus nekronastes, possui a forma da cabeça mucronada (pontiaguda), o que é uma característica diferente da dos outros anfíbios do mesmo grupo.

As espécies, até então desconhecidas, foram encontradas na Bahia por cientistas apoiados pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. O primeiro indivíduo, encontrado em Ilhéus (BA), foi localizado pelo som emitido entre folhas de bromélias no topo das árvores.

“Suspeitávamos que as bromélias poderiam esconder uma nova espécie, pois escutamos um canto e não conseguimos associá-lo a nenhuma já conhecida”, afirma Mirco Solé, coordenador técnico do projeto Diversidade e Estrutura Genética dos Anfíbios do Corredor Central da Mata Atlântica do Sul da Bahia – desenvolvido pelo Instituto Dríades de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade.

A espécie, que estava a seis metros do chão, tem uma coloração marrom relativamente uniforme, mantendo as características do gênero Phyllodytes, do qual fazem parte espécies como Phyllodytes luteolus, popularmente conhecidas como perereca-das-bromélias. Além do tímpano maior que o normal, a mancha amarela entre as pernas também é uma característica específica.

Solé acredita que a perereca recém-descoberta deva ser classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) como ameaçada, mas com ressalvas pela falta de dados, já que habita locais de difícil acesso e foi descrita há pouco tempo – o artigo de descrição da espécie foi publicado em março pela revista Zootaxa.

Já a espécie Dendropsophus nekronastes foi encontrada em um corpo d’água próximo ao cemitério da cidade de Almadina, também localizada na Bahia.

“Por causa da história peculiar, a perereca foi batizada com a nomenclatura “nekronastes”, que remete a algo que vive entre os mortos”, relata o pesquisador Iuri Ribeiro Dias, que também fez parte do projeto.

Além da forma da cabeça, a perereca encontrada possui cor avermelhada, com faixas mais claras no dorso em forma de moldura e uma faixa central, que a difere das outras do grupo. O artigo que a descreve foi publicado na revista Plos One.

Com essas duas pererecas, chega-se ao número de 150 espécies encontradas por meio de iniciativas apoiadas pela Fundação Grupo Boticário.

Rica biodiversidade

A descoberta de novas espécies em áreas ameaçadas pela destruição de habitats, como é o caso da Mata Atlântica, é uma notícia que alegra ambientalistas e pesquisadores, mas nem por isso diminui a preocupação com a conservação.

“Não podemos ficar abusando e achar que, mesmo desmatando mais de 80% do bioma, ainda teremos diversidade de espécies. Em algum momento vamos atingir um limite no qual nem os anfíbios conseguirão sobreviver nestas áreas”, alerta Solé.

Para Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, a revelação de espécies desconhecidas é um passo necessário para a ciência: “Isso marca o início da possibilidade da implementação de medidas de conservação para um animal até então desconhecido aos olhos da ciência”, analisa.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza.

Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.510 projetos em todo o Brasil.

A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Mais informações:

www.fundacaogrupoboticario.org.br

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21:00 · 10.02.2017 / atualizado às 21:01 · 10.02.2017 por
O periquito cara-suja (Pyrrhura griseipectus), o mais ameaçado de extinção das Américas, teve projeto de conservação, no Maciço de Baturité, aprovado em uma das edições anteriores Foto: Fábio Nunes / Aquasis

O Programa de Apoio a Ações de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que já apoiou 1.493 iniciativas, visa potencializar a geração de conhecimento com pesquisas e estudos sobre a biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental do País.

As inscrições para a primeira chamada anual de 2017 do Edital de Apoio a Projetos estão abertas até 31 de março, no site www.fundacaogrupoboticario.org.br, na seção Editais da página inicial. Serão selecionadas iniciativas em todas as regiões brasileiras.

O edital é dividido em três linhas temáticas. Uma delas busca a criação ou ampliação de Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), além de executar ações prioritárias indicadas em seus planos de manejo.

Outra linha prioriza iniciativas para proteger as espécies brasileiras ameaçadas de extinção. Esses projetos devem ter como objetivo colocar em prática as ações previstas nos Planos de Ação Nacional (PANs), buscando melhorar os seus status de conservação. Também são previstas ações emergenciais para aquelas que ainda não possuam PANs ou que enquadrem uma espécie em listas oficiais de ameaças.

O terceiro foco do edital é voltado para iniciativas que visem minimizar as ameaças à biodiversidade dos ecossistemas costeiros e marinhos, que estão longe da meta de proteção da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) – que indica a necessidade de conservar 10% desses ambientes, sendo que o Brasil protege atualmente apenas 1,5% por meio de Unidades de Conservação (UCs).

“A partir de cada projeto selecionado, reforçamos nossa razão de existir: promover e realizar ações de conservação da natureza brasileira. Cada edital representa várias oportunidades de participarmos dos mais diversos estudos e ações práticas de conservação, que são pragmáticos e cumprirão este objetivo”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

Para concorrer ao apoio é preciso que a iniciativa seja realizada por instituições privadas sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais. Em caso de dúvidas, os interessados podem contatar a equipe de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário, pelo endereço edital@fundacaogrupoboticario.org.br.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou mais de 1.493 projetos de 493 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

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10:00 · 12.12.2016 / atualizado às 20:48 · 11.12.2016 por

Confira galeria fotográfica com sete espécies e descubra onde vivem

País com enorme biodiversidade e reconhecido mundialmente por isso, o Brasil abriga mais de cem mil espécies de animais em seu território. Belas, peculiares ou curiosas, elas são responsáveis diretas pelo equilíbrio e manutenção do meio ambiente.

Infelizmente, vários exemplares da nossa fauna estão ameaçados de extinção. Sejam eles mamíferos, aves, anfíbios ou répteis; marinhos ou terrestres, são animais que vivem sob ameaça em diferentes locais do país. Confira na galeria a seguir alguns exemplos e descubra onde estes seres incríveis (ainda) se encontram.

Brachycephalus tridactylus

O anfíbio foi identificado pela primeira vez na Reserva Natural Salto Morato, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná. A espécie é encontrada somente nos topos de morros da Mata Atlântica, que são regiões úmidas e frias. Com três dedos nas patas traseiras, a espécie chega a 1,5 cm de comprimento. Foto: Fundação Grupo Boticário
O anfíbio foi identificado pela primeira vez na Reserva Natural Salto Morato, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná. A espécie é encontrada somente nos topos de morros da Mata Atlântica, que são regiões úmidas e frias. Com três dedos nas patas traseiras, a espécie chega a 1,5 cm de comprimento Foto: Fundação Grupo Boticário

Bicudinho-do-brejo

O bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris) pesa cerca de 10 gramas e mede em torno de 14 centímetros. Tem um voo limitado, de no máximo 25 metros. Isso, somado à degradação de seu habitat, interfere diretamente na ocorrência da espécie, que hoje vive em áreas não contínuas. É encontrado em Santa Catarina e no Paraná. Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário
O bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris) pesa cerca de 10 gramas e mede em torno de 14 centímetros. Tem um voo limitado, de no máximo 25 metros. Isso, somado à degradação de seu habitat, interfere diretamente na ocorrência da espécie, que hoje vive em áreas não contínuas. É encontrado em Santa Catarina e no Paraná
Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário

Papagaio-de-peito-roxo

Classificada como “espécie em perigo”, o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea) habita as regiões Sul e Sudeste do Brasil. Endêmica da Mata Atlântica, suas principais ameaças são a caça predatória e a degradação do seu habitat. A ave alimenta-se de frutos, sementes e folhas. No Sul do país, o principal alimento é o pinhão, semente da Araucária. Foto: Andrieli Rizzi/Fundação Grupo Boticário
Classificada como “espécie em perigo”, o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea) habita as regiões Sul e Sudeste do Brasil. Endêmica da Mata Atlântica, suas principais ameaças são a caça predatória e a degradação do seu habitat. A ave alimenta-se de frutos, sementes e folhas. No Sul do país, o principal alimento é o pinhão, semente da Araucária Foto: Andrieli Rizzi/Fundação Grupo Boticário

Tamanduá-bandeira

Encontrado em todos os biomas brasileiros, o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) se alimenta principalmente de pequenos insetos. A espécie não tem dentes, o que o torna uma exceção entre os mamíferos. A captura dos seus alimentos é com sua língua comprida e também grudenta. Seu risco de extinção está ligado à perda de habitat natural. Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário
Encontrado em todos os biomas brasileiros, o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) se alimenta principalmente de pequenos insetos. A espécie não tem dentes, o que o torna uma exceção entre os mamíferos. A captura dos seus alimentos é com sua língua comprida e também grudenta. Seu risco de extinção está ligado à perda de habitat natural Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário

Muriqui-do-norte

Endêmico da Mata Atlântica, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) é o maior primata das Américas, podendo chegar até 15kg. A espécie é classificada como “criticamente em perigo”, o que significa que enfrenta risco extremamente elevado de extinção na natureza. Atualmente, são identificados apenas mil indivíduos que vivem todos no Brasil, sendo a maioria localizada em Minas Gerais. Curiosamente, os animais vivem em grupos e tem o hábito de se abraçarem. Foto: Acervo Biodiversitas/Fundação Grupo Boticário
Endêmico da Mata Atlântica, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) é o maior primata das Américas, podendo chegar até 15kg. A espécie é classificada como “criticamente em perigo”, o que significa que enfrenta risco extremamente elevado de extinção na natureza. Atualmente, são identificados apenas mil indivíduos que vivem todos no Brasil, sendo a maioria localizada em Minas Gerais. Curiosamente, os animais vivem em grupos e tem o hábito de se abraçarem Foto: Acervo Biodiversitas/Fundação Grupo Boticário

Mico-leão-dourado

A espécie vive cerca de 16 anos e tem hábitos diurnos. Alimenta-se principalmente de frutas, animais invertebrados e pequenos vertebrados. O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) habita o Rio de Janeiro e leva esse nome devido sua pelagem dourada, que está disposta na sua cabeça em forma de juba. Habita o Sudeste do Brasil. Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário
A espécie vive cerca de 16 anos e tem hábitos diurnos. Alimenta-se principalmente de frutas, animais invertebrados e pequenos vertebrados. O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) habita o Rio de Janeiro e leva esse nome devido à sua pelagem dourada, que está disposta na sua cabeça em forma de juba. Habita o Sudeste do Brasil Foto: Haroldo Palo Jr./Fundação Grupo Boticário

Periquito-cara-suja

O periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) tem um papel de grande importância na regeneração natural das florestas pois, ao se alimentar, dissemina sementes em diferentes áreas e que promove o nascimento de novas árvores. Considerado criticamente ameaçado de extinção, o psicitacídeo (grupo de aves das araras, periquitos e papagaios) é o mais ameaçado do país e pode ser encontrado apenas no Ceará. Foto: Fábio Nunes/ Fundação Grupo Boticário
O periquito-cara-suja (Pyrrhura griseipectus) tem um papel de grande importância na regeneração natural das florestas pois, ao se alimentar, dissemina sementes em diferentes áreas, promovendo o nascimento de novas árvores. Considerado criticamente ameaçado de extinção, o psicitacídeo (grupo de aves das araras, periquitos e papagaios) é o mais ameaçado do País e pode ser encontrado apenas no Ceará  Foto: Fábio Nunes/ Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação  é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação,  já apoiou 1.493 projetos de 493 instituições em todo o Brasil.

A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

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Material disponibilizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

21:53 · 06.12.2016 / atualizado às 21:53 · 06.12.2016 por
Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza
Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR) Foto: Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

Estão abertas as inscrições para o 3º Concurso Fotográfico Wikiparques. Fotógrafos amadores ou profissionais têm até 20 de dezembro para se inscrever no prêmio que busca incentivar o compartilhamento de registros feitos em visitas a áreas protegidas brasileiras. Fotógrafos amadores e profissionais podem participar.

As inscrições podem ser realizadas no Wikiparques (www.wikiparques.org), plataforma colaborativa que disponibiliza informações gratuitas sobre os parques nacionais e outras áreas protegidas do País. Os interessados devem abrir uma conta na página e podem cadastrar várias fotos para concorrer, sem limite de quantidade.

Todas as imagens enviadas para o concurso serão incorporadas ao acervo do site.
“O Brasil é o país com maior biodiversidade do Planeta, com 20% do número total de espécies. Este concurso é um meio de incentivar o interesse das pessoas em conhecer e conservar essa riqueza biológica”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição criadora do site Wikiparques, em parceria com O Eco.

Categorias

Como nas edições anteriores, o concurso tem duas categorias: Escolha do Júri, composto por representantes do WikiParques, do site de jornalismo ambiental O Eco e fotógrafos convidados, e Escolha Popular, seleção feita por visitantes do site.

Premiação
O vencedor de cada categoria receberá como prêmio um livro sobre meio ambiente e terá suas fotos divulgadas com destaque no blog e nas mídias sociais do site.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da  é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação já apoiou 1.493 projetos de 493 instituições no Brasil. Mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

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10:42 · 08.07.2016 / atualizado às 10:42 · 08.07.2016 por
Interessados têm até 31 de agosto para cadastrar propostas Foto: Haroldo Palo Jr.
Interessados têm até 31 de agosto para cadastrar propostas Foto: Haroldo Palo Jr.

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza acaba de abrir as inscrições do tradicional “Programa de Apoio a Ações de Conservação”. Para esta edição, é possível concorrer em três categorias: “Apoio a Projetos”, “Apoio a Programas” e “Biodiversidade do Paraná”. As inscrições ficam abertas até 31 de agosto, neste link.

A iniciativa visa potencializar a geração de conhecimento, por meio de pesquisas e estudos da biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental do país. “Incentivamos projetos que tragam resultados efetivos para a proteção da biodiversidade e contribuam com o cumprimento das metas ambientais internacionais com as quais o País esteja comprometido” afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

A categoria “Apoio a Projetos” selecionará iniciativas que contribuam para a conservação da natureza no Cerrado e na Caatinga, biomas que juntos ocupam 36% do território brasileiro. “A cada edição, escolhemos um ‘recorte’ específico para promover novas iniciativas. Dessa vez, o foco será em projetos de conservação de dois biomas muito importantes para o país. Na Caatinga vivem 27 milhões de brasileiros, além de ser o único bioma exclusivamente nacional. E o Cerrado abriga nascentes de rios que abastecem as principais bacias hidrográficas do País, tanto que carrega o apelido de ‘caixa d’água do Brasil’”, afirma a diretora.

Com o ‘Apoio a Programas’, são abrangidas iniciativas de média e longa duração, que possibilitem ações de conservação da natureza de maior magnitude e que demandem mais tempo para aplicação. Já a terceira categoria – ‘Biodiversidade do Paraná’-, criada em parceria com a Fundação Araucária, seleciona propostas a serem executadas em qualquer região paranaense, como por exemplo, a área de ocorrência da Floresta com Araucárias, ecossistema característico da Mata Atlântica.

Linhas temáticas

Para concorrer em qualquer uma das três categorias, é preciso que as propostas atendam a uma das quatro linhas temáticas de apoio. A primeira trata de “Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs)” e tem como objetivo a criação, ampliação e execução de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo (documentos oficiais de planejamento das unidades de conservação). A segunda linha visa a execução de ações prioritárias para espécies ameaçadas, seguindo os Planos de Ação Nacional (PANs), documentos que elencam ações prioritárias para conservação de determinadas espécies e ecossistemas.

A terceira, “Ambientes Marinhos”, é voltada para estudos, ações e ferramentas para a proteção e redução de pressão sobre a biodiversidade marinha. Nesta edição, essa linha será destinada apenas a propostas da categoria “Biodiversidade do Paraná”.

Já a linha “Políticas Públicas”(exclusiva para “Apoio a Programas”) visa à implementação e fortalecimento de incentivos para conservação da natureza, instrumentos legais para fiscalização e proteção da biodiversidade, consolidação de áreas protegidas e parcerias para conservação.

Inscrições

Podem se inscrever no Programa de Apoio a Ações de Conservação instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais (ONGs). Para a categoria “Biodiversidade do Paraná”, pessoas físicas e universidades públicas podem se candidatar através do site da Fundação Araucária.

A Fundação Grupo Boticário, ao longo dos seus 25 anos, já apoiou 1.486 projetos de 496 instituições em todo o Brasil, contribuiu para a descrição de 141 espécies e para o estudo de outras 240 espécies ameaçadas.

Fundação Grupo Boticário

Trata-se de uma é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

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08:00 · 03.02.2016 / atualizado às 11:59 · 03.02.2016 por
O Ecossistema Costeiro-Marinho foi a área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015 Foto: Helosa Araújo / Agência Diário
O Ecossistema Costeiro-Marinho foi a área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015 Foto: Helosa Araújo / Agência Diário

As inscrições para a primeira chamada anual de 2016 do Edital de Apoio a Projetos, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, estão abertas desde o dia 31 de janeiro e podem ser realizadas até 31 de março, no site www.fundacaogrupoboticario.org.br, na seção “Editais”.

Serão selecionadas iniciativas em todas as regiões brasileiras. As inscrições para o Edital Biodiversidade Paraná serão abertas no segundo semestre. Em caso de dúvidas, os interessados podem contatar a equipe de Ciência e Informação da Fundação Grupo Boticário, pelo endereço picn@fundacaogrupoboticario.org.br.

20 iniciativas receberão R$1,5 mi

Em janeiro, a Fundação divulgou a lista das novas iniciativas de conservação da natureza que serão apoiadas a partir do primeiro semestre de 2016. No total, serão doados cerca de R$ 1,5 milhão a 20 novas iniciativas, no Ecossistema Costeiro-Marinho e na Mata Atlântica. As pesquisas foram selecionadas por meio de dois editais, um nacional e outro com foco no Paraná.

No edital nacional, os Estados beneficiados foram São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Paraíba, Amapá, Pará, Maranhão, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que abrigam importantes áreas do ecossistema costeiro-marinho, área natural escolhida como foco para o segundo edital nacional da Fundação Grupo Boticário de 2015.

Já o Edital Biodiversidade do Paraná, seleciona apenas pesquisas e projetos a serem realizados por instituições desse Estado, com foco especial para a Floresta com Araucárias – ecossistema reduzido a 1% da sua cobertura original – e para a Floresta Densa do Lagamar (Litoral e Serra do mar).

Nesta chamada, sete iniciativas foram aprovadas, com um valor total de R$ 600 mil. Esse edital, que é anual, é realizado em parceria com a Fundação Araucária, instituição sem fins lucrativos que atua no fomento à pesquisa no Paraná.

Entre os projetos selecionados, destaca-se o trabalho que será desenvolvido para a conservação das tartarugas marinhas na região da Foz do Rio Doce (ES). Realizada pelo Projeto Tamar, essa iniciativa ganha, ainda, mais relevância após o desastre com as barragens de rejeitos de mineração, ocorrido em novembro do ano passado, em Mariana (MG), e que chegou ao mar na altura do Espírito Santo.

“Os estudos dessa pesquisa podem vir a trazer informações valiosas para entender melhor o impacto que esse incidente causou na biodiversidade local”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

Em 25 anos de atuação, a Fundação Grupo Boticário já se firmou como uma das maiores apoiadoras, ligadas à iniciativa privada, de iniciativas de conservação da natureza brasileira. Ao todo, 1.457 iniciativas já foram apoiadas em todos os estados brasileiros.

Para conferir a lista completa das 20 novas iniciativas selecionadas nos dois editais, bem como os respectivos técnicos e instituições responsáveis por cada uma delas, acesse o site www.fundacaogrupoboticario.org.br, e clique na seção “O que fazemos” > “Editais”.

Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990, por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.457 projetos de 487 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do País. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

08:14 · 30.07.2015 / atualizado às 08:34 · 30.07.2015 por

Atração fica na capital cearense por duas semanas e tem atendimento especial para grupos escolares

A Conexão Estação Natureza, exposição interativa que tem por objetivo aproximar a natureza do dia a dia das pessoas, chegou a Fortaleza nesta terça-feira (28). A mostra, que é inédita e gratuita, acontece na Praça do Telão (Piso L1) do Shopping Iguatemi Fortaleza até 11 de agosto e é promovida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

A exposição teve início em São Paulo (SP) e já esteve no Rio de Janeiro (RJ), em Belo Horizonte (MG), em Brasília (DF) e em Salvador (BA) atraindo mais de 1,5 milhão de pessoas. Depois de Fortaleza, o evento segue para outras quatro capitais, percorrendo, no total, 15 mil Km, por todas as regiões brasileiras.

A Conexão Estação Natureza sensibiliza os visitantes para a causa ambiental, oferecendo atividades interativas, a partir de recursos tecnológicos avançados. Sua principal mensagem é que seres humanos e a natureza estão conectados um ao outro, de modo indissociável. Toda a exposição é 100% adaptada para portadores de necessidades especiais.

Atrações para toda a família

A Conexão Estação Natureza oferece jogos e atividades para todos os públicos e idades. O espaço que tem atraído mais visitantes é o cinema sensorial 4D de seis telas dispostas em 360º. Nele as pessoas assistem a um vídeo sobre a natureza, que leva o participante a “viajar” por diversos ambientes naturais do planeta e é narrado pelo próprio tempo. Enquanto as cenas passam diante das telas, as pessoas sentem frio, calor, vento, chuva e até aromas: tudo de acordo com as imagens que estão sendo projetadas.

As “viagens sem sair do lugar” não param por aí: os visitantes têm a oportunidade de usar os óculos “rift” e fazer uma visita virtual à Reserva Natural Salto Morato, unidade de conservação localizada dentro do maior trecho contínuo de Mata Atlântica do País.

Em outras partes é possível se divertir em jogos interativos, com tecnologias inovadoras como a “Kinect”, na qual os personagens de um jogo sobre serviços ambientais repetem na tela os movimentos realizados pelos participantes. Também há um game com a tecnologia “motion by hands”, em que os jogadores utilizam suas mãos em cima da tela, sem precisar tocá-la, para interagir nas diversas fases de um game sobre as mudanças climáticas.

“Com linguagem simples, acessível e atividades divertidas, a mostra atinge crianças de todas as idades, estudantes, famílias e até mesmo pessoas que nunca ouviram falar em conservação. Informação é o primeiro passo para uma real mudança de postura da sociedade com relação ao meio ambiente”, explica Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário. A exposição faz parte das comemorações de 25 anos dessa organização.

Pedaladas ecológicas

Conscientizar sobre a emissão de gases do efeito estufa também é um dos objetivos da exposição, especialmente diante do cenário de mudanças climáticas pelo qual passamos. Por isso, estão disponíveis três bicicletas ligadas à reprodução em tamanho real de uma árvore de médio porte. Quando as pessoas pedalam, uma calculadora instantânea apresenta em tempo real informações de quanto se está economizando de combustível fóssil durante a pedalada, além da quantidade de gases de efeito estufa que estão sendo deixados de emitir, entre outros dados.

Para incentivar as “pedaladas ecológicas” está sendo feita uma espécie “competição do bem” entre as cidades que estão recebendo a exposição. Cada nova capital saberá quanto que as anteriores pedalaram e será encorajada a bater esse número. Em São Paulo foram pedalados 2.341 Km, Brasília superou essa marca com 2.807 Km, sendo que o Rio de Janeiro ampliou a diferença com 3.274 Km. Belo Horizonte é a segunda colocada com 6.069 Km e Salvador é a atual campeã com 7.562 Km.

Atendimento especial às escolas

As escolas cearenses interessadas terão a possibilidade de levar seus alunos para visitar a exposição nos períodos da manhã e da tarde, em visitas guiadas. Para agendar a visita, os professores devem ligar diretamente para o Shopping Iguatemi Fortaleza, pelo número (85) 3477-3521.

Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

A Fundação é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento.

Desde a sua criação, já apoiou 1.439 projetos de 482 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado. Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis.

Mais informações:

Conexão Estação Natureza

Data: Até 11 de agosto

Local: Shopping Iguatemi Fortaleza – (Praça do Telão) – Piso L1

Endereço: Avenida Washington Soares, 85 – Bairro Edson Queiroz – Fortaleza (CE)

Horários: Aberta durante o funcionamento do shopping

Classificação: Livre

Evento gratuito

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