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Tag: Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (Unesco)


20:14 · 27.10.2017 / atualizado às 20:33 · 27.10.2017 por
O evento busca despertar na sociedade o interesse pela proteção da água, do meio ambiente, do turismo ecológico Foto:  Alex Pimentel/Agência Diário

A relação do ser humano com a natureza e as conseqüências que isso vem causando geram discussões em todo o mundo. No Ceará não é diferente, principalmente em virtude do cenário de chuvas abaixo da média dos últimos anos. A busca de soluções e de debates qualificados ganha relevância e poderá ser vista, em Fortaleza, durante o VIII Encontro Intercontinental sobre a Natureza (O2).

O evento, uma realização do Instituto Hidroambiental Águas do Brasil (Ihab), será de 6 a 8 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará. Em 2017, o O2 terá como tema central “Governança da Água e Segurança Hídrica para Usos Múltiplos”. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site: www.ihab.org.br/o2017.

“O encontro reúne pessoas do Ceará e diversas partes do mundo que estão interessadas no futuro do Planeta, no que diz respeito à água, terra, floresta e ar. O foco principal é a água, pois, sem ela, não há vida. A partir disso, são apresentadas discussões de temas transversais, por meio de trabalhos sistêmicos. Em suma, o O2 reúne pessoas que pensam globalmente e agem localmente a fim de melhorar essa relação homem-natureza”, explica Clodionor Araújo, presidente conselho estratégico do Ihab e coordenador do O2.

A programação é voltada para engenheiros, geólogos, geógrafos, agrônomos, pesquisadores, jornalistas, empresários, lideranças políticas, estudantes e pessoas comprometidas com o assunto. O O2 é um encontro bianual, com sede permanente em Fortaleza.

Ele busca despertar na sociedade o interesse pela proteção da água, do meio ambiente, do turismo ecológico, da eco arte cultura, com discussões de questões de desenvolvimento sustentável, ressaltando as atuais condições, os estudos e experiências realizadas e as ações a serem implantadas e implementadas para o manejo geoecológico da natureza no nível local e global.

O evento é composto por conferência, mesa redonda, fórum de líderes, cursos, oficinas e apresentação de casos exitosos com visão sistêmica, em temas variados como gestão das águas, construção sustentável e reúso de águas para fins potáveis. Além disso, ocorre exposição com estandes, balcões de artesanato e o evento Eco Arte e Cultura.

A Conferência Magna será no dia 6 de novembro, às 16h,  proferida por Oscar de Moraes Cordeiro Netto, professor da Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) e ex-presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), que será condecorado como Embaixador O2 para a Natureza 2017 e terá Francisco Teixeira, titular da Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), como presidente.

Um dos destaques da programação será o Fórum de Líderes Internacionais, que reunirá representantes de diversos países para discutir “Os Futuros da Água e Soluções – Procurando os Caminhos para atingir a Segurança Hídrica em 2030/2050”. O espaço será coordenado por Alberto Palombo, secretário executivo da Rede Interamericana de Recursos Hídricos (RIRH).

O fórum terá presença de outros nomes importantes, como Blanca Jimenez-Cisneros, secretária do Programa Hidrológico Internacional (PHI) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); Christopher A. Scott (EUA), diretor do Udall Center for Studies in Public Policy, da Universidade do Arizona; e Dhesigen Naidoo, CEO da Water Research Commission, a única instituição dedicada de direção e financiamento da pesquisa de água da África do Sul.

Dentro do O2 ocorrerá, ainda, a 8ª edição do Eco Arte e Cultura, evento promove e conscientiza ecologicamente a população em geral, por meio do dialogo das artes integradas com a Ecologia. Ao longo dos três dias, os participantes verão feira de artesanato com produtos naturais, oficinas, exposição fotográfica, apresentações musicais, mostra de vídeos e exposições.

O O2 e suas iniciativas complementares reunirá lideranças empresariais e políticas, executivos de organizações públicas, privadas e da sociedade civil, cientistas, pesquisadores, professores e educadores, entidades culturais, estudantes, artistas de diversas linguagens e interessados nas questões ambientais para apresentarem alternativas de como preservar a natureza, como resultado do Dialogo do Futuro da Água no Brasil, Cenários de Segurança Hídrica a 2030 – 2050.

20:45 · 25.07.2017 / atualizado às 20:50 · 25.07.2017 por
173 iniciativas receberão certificado e irão compor o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB, como o Sistema Integrado do Algodão Consorciado em bases agroecológicas, da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá Foto: Eduardo Queiroz / Agência Diário

Saiu o resultado da primeira fase de classificação para o Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil. Das 735 iniciativas inscritas, 173 foram consideradas aptas a receber a certificação no ano de 2017.

Esta é a nona edição da premiação, que tem o objetivo de levantar projetos sustentáveis que possam ser reaplicados em diversas comunidades.

A triagem foi realizada por uma comissão composta pela equipe técnica da Fundação BB, que obedeceu aos critérios do regulamento para chegar às propostas selecionadas. Dentre os requisitos solicitados estavam:

  • Tempo de atividade
  • Evidências de transformação social
  • Sistematização da tecnologia, a ponto de tornar possível sua reaplicação em outras comunidades
  • Respeito aos valores de protagonismo social
  • Respeito cultural
  • Cuidado ambiental
  • Solidariedade econômica

As propostas inscritas foram classificadas em seis categorias nacionais, das quais foram validadas:

  • 15 em Agroecologia
  • 27 em Água e/ou Meio Ambiente
  • 11 em Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital
  • 40 em Economia Solidária
  • 52 em Educação
  • 16 em Saúde e Bem Estar

Na categoria internacional foram classificadas 12 propostas.

Com a certificação, as tecnologias passam a compor o Banco de Tecnologia Social (BTS) da Fundação BB, que agora conta com 995 iniciativas aptas para reaplicação.

O BTS é uma base de dados online, que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras.

Neste banco, todas as tecnologias sociais podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, UF, dentre outros parâmetros de pesquisa.

Para consultar o banco basta acessar o endereço eletrônico: tecnologiasocial.fbb.org.br. Também é possível consultar este banco de dados por meio do aplicativo de celular “Banco de Tecnologias Sociais”, disponível para aparelhos Android e IOS.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, a certificação de um projeto com o selo “Certificada Fundação BB” garante mais visibilidade para a iniciativa, além de fortalecer o conceito para sua reaplicação em outras localidades do País.

“Nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas por meio do reconhecimento e da reaplicação de tecnologias sociais que já deram certo em diversas localidades. Aproximamos a sabedoria popular ao conhecimento técnico para proporcionar o desenvolvimento social em escala”, explicou.

A próxima etapa do Prêmio está prevista para o dia 1º de agosto, com a divulgação dos projetos finalistas. Já as propostas vencedoras serão anunciadas na cerimônia de premiação, em novembro.

Neste ano, a Fundação BB irá premiar com R$ 50 mil cada uma das seis iniciativas vencedoras nas categorias nacionais, além da entrega de um troféu e a produção de um vídeo retratando as iniciativas das 21 instituições finalistas nacionais e das três finalistas internacionais.

Esta edição tem a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Categoria Internacional

Pela primeira vez, a Fundação BB abriu inscrições para iniciativas dos países da América Latina e do Caribe. Elas concorrem na premiação internacional. Deste grupo, 12 receberão a certificação. As tecnologias sociais desta categoria também irão compor o BTS após tradução dos projetos para o Português.

Consulte as tecnologias certificadas. Mais informações sobre essas soluções podem ser encontradas no Banco de Tecnologias Sociais > Pesquisa Tecnologias > Ano do Prêmio > 2017

Confira o regulamento do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social: www.fbb.org.br/premio

Fonte: Fundação BB

13:57 · 29.03.2017 / atualizado às 14:12 · 29.03.2017 por
Entidades sem fins lucrativos de todo o Brasil, da América Latina e Caribe podem inscrever iniciativas até 31 de maio Foto: Maristela Crispim

Iniciativas capazes de gerar soluções para desafios sociais podem se inscrever na 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, até 31 de maio. A participação é aberta a instituições sem fins lucrativos, como fundações, organizações da sociedade civil, instituições de ensino e pesquisa, legalmente constituídas no Brasil, de direito público ou privado, e que tenham sua iniciativa desenvolvida no País.

Nesta edição, o Prêmio terá seis categorias nacionais:

– Água e Meio Ambiente
– Agroecologia
– Economia Solidária
– Educação
– Saúde e Bem-Estar
– Cidades Sustentáveis e Inovação Digital

O primeiro lugar de cada uma das categorias será premiado com R$ 50 mil e as 18 instituições finalistas vão receber troféu e vídeo retratando sua iniciativa. Além disso, as tecnologias sociais que promovem o protagonismo e o empoderamento feminino vão receber um bônus de 5% na pontuação total obtida.

A novidade deste ano é a categoria internacional “Água e Meio Ambiente, Agroecologia ou Cidades Sustentáveis”, destinada a iniciativas realizadas em um ou mais países da América Latina e do Caribe, e que possam ser reaplicadas no Brasil. Serão três finalistas. A vencedora será conhecida na premiação, em novembro. Todas as categorias são relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Neste ano, o concurso tem a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Representantes das experiências finalistas participarão também do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano, que contará com a presença de especialistas no tema. Entidades de tecnologias certificadas, integrantes do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), também serão convidadas. O objetivo do encontro é debater o conceito de tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável.

Para serem certificadas, as iniciativas precisam ser reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reaplicadas.

As metodologias certificadas passam a integrar o BTS da Fundação BB, que tem 850 iniciativas. O banco é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras.

No acervo, as experiências desenvolvidas por instituições de todo o País podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, dentre outros parâmetros de pesquisa. O conteúdo está disponível também nas versões em inglês, francês e espanhol e pode ser consultado no celular, pelos sistemas operacionais iOS e Android.

Os resultados de cada etapa do Prêmio serão divulgados no site da Fundação Banco do Brasil e no BTS.

A leitura do regulamento e o procedimento de inscrição podem ser feitos no site do Prêmio

21:45 · 09.09.2016 / atualizado às 21:49 · 09.09.2016 por
O Parque Nacional de Jericoacoara é o terceiro mais visitado no País Foto: Natinho Rodrigues / Agência Diário
O Parque Nacional de Jericoacoara é o terceiro mais visitado no País Foto: Natinho Rodrigues / Agência Diário

Segundo dados mais recentes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão gestor das Unidades de Conservação (UCs) federais, o vencedor absoluto é o Parque Nacional da Tijuca (Rio de Janeiro). Só no ano passado, a UC recebeu 2.945.355 visitantes e neste ano a expectativa é de que o número seja ainda maior.

Um grande fluxo de turistas  visitou a cidade durante as Olimpíadas e subiu o Morro do Corcovado para visitar o principal cartão-postal carioca, o Cristo Redentor. A estátua-símbolo está localizada dentro da área da unidade e é a grande responsável pelas suas consecutivas vitórias no ranking de visitação.

Em segundo lugar está o Parque Nacional do Iguaçu , lar das Cataratas do Iguaçu e patrimônio natural mundial reconhecido pela  Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) localizado no Paraná, divisa com a Argentina.

O terceiro lugar ficou para as famosas dunas e praias paradisíacas de Jeri que garantiram que a medalha de bronze no pódio da visitação ao Parque Nacional de Jericoacoara, no Litoral Oeste do Estado do Ceará.

Dão sequência ao ranking: o Parque Nacional de Brasília (DF), famoso por suas piscinas naturais; o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ), de onde desponta o Dedo de Deus; o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT), na região central do Brasil; o Parque Nacional do Itatiaia (RJ), na divisa entre Rio de Janeiro e Minas Gerais; o Parque Nacional Aparados da Serra (RS), que abriga o Cânion do Itaimbezinho, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul; o Parque Nacional Ubajara (CE); e o Parque Nacional São Joaquim (SC).

Em 2015, os parques nacionais somaram mais de 7.1 milhões de visitantes. A expectativa é de que este número cresça a cada ano.

Top 10 de visitação entre os parques nacionais brasileiros

Parque Nacional da Tijuca – 2.945.355

Parque Nacional do Iguaçu – 1.642.093

Parque Nacional de Jericoacoara – 780.000

Parque Nacional de Brasília – 294.682

Parque Nacional da Serra dos Órgãos – 217.372

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães – 174.855

Parque Nacional do Itatiaia – 133.801

Parque Nacional Aparados da Serra – 106.899

Parque Nacional Ubajara – 104.924

10º Parque Nacional São Joaquim – 94.412

Fonte: ICMBio

21:15 · 03.06.2016 / atualizado às 21:58 · 03.06.2016 por

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Estudo reúne 63 indicadores com o objetivo de traçar um panorama do país, em quatro dimensões: ambiental, social, econômica e institucional

Entre 2004 e 2011, as emissões de gás carbônico (CO2), um dos principais gases de efeito estufa (GEE), caíram 84,4% no setor de mudança do uso da terra e florestas. Isso ocorreu em consequência da redução no desflorestamento na Amazônia, que mostrou tendência de queda entre 2005 e 2013, atingindo o nível mais baixo em 2012 (4.571 km²).

No período de 2008 a 2013, o ano de 2013 apresentou o menor número de queimadas e incêndios, com 115.184 focos, enquanto em 2010, o ano com o maior valor, tinham sido 249.274 focos. Os incêndios se concentram em algumas regiões, sendo que a mais extensa e recorrente corresponde ao denominado Arco do Desflorestamento, que abrange o sul e o leste da Amazônia Legal.

Já a intensidade do uso de agrotóxicos mais que dobrou entre 2000 e 2012. Em 2002, ano de menor uso da série, a comercialização do produto era de 2,7Kg/ha, enquanto em 2012 foi de 6,9Kg/ha. Os produtos considerados perigosos (medianamente) foram os mais representativos no período entre 2009 e 2012, respondendo por 64,1% dos itens comercializados em 2012.

A energia renovável perdeu participação na matriz energética brasileira, registrando, em 2012, sua menor participação em uma década (42,4%). Por outro lado, a participação de petróleo e derivados, fontes não renováveis de energia, aumentou de 36,7% para 39,2% entre 2008 e 2012.

Essas são algumas das revelações da 6ª edição dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) Brasil 2015, que reúne 63 indicadores com o objetivo de traçar um panorama do País, em quatro dimensões: ambiental, social, econômica e institucional. Entre as fontes de pesquisa utilizadas para a construção dos indicadores estão a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), Produto Interno Bruto (PIB), Pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM) e Projeção da População do Brasil, todos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo também utiliza dados de ministérios, secretarias estaduais e municipais, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (Unesco) e outras instituições.

Esta edição dá continuidade à série, iniciada em 2002, atualizando os indicadores já publicados e disponibilizando novas informações, além da introdução de novos dados, reafirmando o objetivo de disponibilizar um sistema de informações para o acompanhamento da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento do País.

O estudo traz, pela primeira vez, informações sobre a diversidade cultural e ambiental brasileira, por meio do indicador de Patrimônio Cultural Brasileiro, formado por 11 bens culturais e oito naturais, todos reconhecidos pela Unesco.

A publicação completa pode ser acessada pelo link: www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/ids/default_2015.shtm.

Dimensão Ambiental: emissões de gás carbônico diminuem 84,4% entre 2004 e 2010

Com 19 indicadores, a dimensão ambiental do IDS aborda temas ligados à emissão de GEE, poluição do ar e das águas, uso de agrotóxicos, queimadas, desflorestamento, além de informações sobe saneamento básico, entre outros.

Em relação às emissões, houve uma queda de 84,4% do dióxido de carbono (CO2) no setor de mudança do uso da terra e floresta, (de 1.579.660 Gg para 246.245 Gg) entre 2004 e 2010. Isso ocorreu em função da redução do desflorestamento na Amazônia, que chegou ao seu menor valor em 2012 (4.571 km² de desflorestamento).

O ano de 2013 apresentou o menor número de queimadas e incêndios desde 2008, com 115.184 focos, enquanto em 2010, o ano com o maior valor, foram 249.274 focos. A espacialização dos focos de calor evidencia a sua concentração em algumas regiões do país, sendo que a mais extensa e recorrente corresponde ao denominado Arco do Desflorestamento, que abrange o sul e o leste da Amazônia Legal. Nesta região, as queimadas, associadas ao desflorestamento, são responsáveis pela destruição de grandes áreas florestais. Pará (20.542), Mato Grosso (17.768) e Maranhão (16.189) são os Estados com os maiores números de focos de calor em 2013.

As Terras Indígenas (TIs) e Unidades de Conservação (UCs) também sofrem queimadas, embora em menor intensidade. Em 2013, os focos de calor destas áreas corresponderam a 14,9% do total do País. No mesmo ano, registrou-se a mesma tendência observada para o Brasil, com redução do número de focos de calor em relação a 2012 (30.956 para 17.137).

A análise segundo os biomas também mostra valores oscilantes, sendo que, entre 2012 e 2013, ocorreu uma redução do número de focos de calor em todos os biomas. A Amazônia registrou a maior ocorrência de focos em todos os anos analisados (48.929 em 2013), seguido pelo Cerrado, com 42.622 focos de calor em 2013. Os demais biomas somados (Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa) corresponderam a 20,0% do total de focos de calor em 2013. A Mata Atlântica vem apresentando decréscimo contínuo desde 2011, mas ainda é o bioma mais desflorestado (85,5% de sua área original até 2012).

Desflorestamento na Amazônia Legal desacelerou de 27,8 mil km² em 2004 para 5,8 mil km² em 2013

De 1997 a 2004, o desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal teve crescimento continuado, atingindo seu maior nível em 2004 (27.772 km²). De 2005 até 2013, a tendência foi de queda, chegando ao nível mais baixo em 2012 (4.571 km²).

Quanto ao desflorestamento bruto acumulado de 1997 a 2013, a análise das duas metades desse período de 16 anos mostra uma desaceleração: entre 1997 e 2004, a área desmatada foi de 159.078 km², enquanto de 2005 a 2013 foram desmatados 89.158 km².

Entre os biomas extra-amazônicos, o Cerrado teve 49,0% de sua área desmatada até 2010, enquanto na Caatinga, até 2009, a perda foi de 46,0%. O Pampa, único bioma restrito a uma única unidade da federação, ocupa 63,0% do Rio Grande do Sul e teve 54,0% da sua cobertura vegetal desmatada até 2009. Já o Pantanal teve 15,0% de sua área desmatada.

Brasil tem 1,5 milhão de km² de áreas protegidas

Em 2013, o País possuía 1.783 UCs, terrestres e marinhas, com cerca de 1,5 milhão de km², superando as áreas somadas de Portugal, França e Alemanha. Houve forte crescimento da área total das UCs: em 1992 elas representavam 5,4% do território nacional e, em 2013, 17,3%.

As unidades da federação com as maiores proporções dos seus territórios em áreas protegidas eram o Distrito Federal (93,5%), Amapá (62,8%), Acre (32,3%) e Pará (32,2%). Juntos, Amazonas e Pará concentravam 9,4% das áreas protegidas do País.

A Amazônia detém a maior área protegida (26,1%, das quais 16,3% são de uso sustentável e 9,4% de proteção integral), além de possuir também as maiores UCs em extensão, que ocupam uma área total de 1.093.604 km². O Pampa e o Pantanal são os biomas com as menores proporções dos seus territórios protegidos em UCs (2,7% e 4,6%, respectivamente). A Mata Atlântica, o Cerrado e a Amazônia possuem os maiores números de UCs (964, 362 e 313, respectivamente).

Brasil tem 627 espécies ameaçadas, a maioria da Mata Atlântica

Há 627 espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção, metade delas na categoria vulnerável. Os grupos que apresentam maior número de espécies ameaçadas são as aves (160), os peixes de água doce (142) e os insetos (96).

Entre os biomas, a Mata Atlântica tem o maior número de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção (275 e 269, respectivamente), com o Cerrado (131 da flora) e a Amazônia (118 da fauna) a seguir.

A maioria das espécies da flora ameaçadas encontra-se no Sudeste e no Sul. De um total de 4.617, 45,9% foram classificadas como ameaçadas, nas categorias Vulnerável (VU), Em Perigo (EN) ou Criticamente em Perigo (CR).

Ozônio é o principal poluente do ar em áreas urbanas

A emissão de ozônio (O3) é um dos pontos críticos para a poluição atmosférica, pois é de difícil controle, sendo gerado na baixa atmosfera por reações oriundas da queima de combustíveis fósseis. O aumento da frota de veículos dificulta o controle das concentrações do O3, além de aumentar a emissão direta dos outros poluentes atmosféricos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, dentre os poluentes estudados, é o que apresenta os maiores números de violações do padrão primário (576 em 2012). Em Belo Horizonte também é o poluente mais crítico em termos de número de violações (65 em 2011).

Uso de agrotóxicos mais que dobra em dez anos

Os valores de comercialização de agrotóxicos e afins por área plantada registram aumento contínuo a partir de 2009, alcançando 6,9 kg/ha em 2012. Isto representa um acréscimo de 4,2 kg/ha num período de dez anos, tendo em vista que em 2002 o valor foi de 2,7 kg/ha.

Quanto à análise por classes de periculosidade ambiental, as classes III (produto perigoso) e II (produto muito perigoso) foram as mais representativas no período 2009-2012, tendo participado com 64,1% e 27,7%, respectivamente, do total dos agrotóxicos comercializados em 2012. A classe IV (produto pouco perigoso) apresentou crescimento contínuo no período analisado. Em 2012, as classes de agrotóxicos mais comercializadas foram os herbicidas (62,6%), seguidos pelos inseticidas (12,6%) e fungicidas (7,8%).

O Sudeste apresentou a maior comercialização de agrotóxicos por unidade de área (8,8 kg/ha), seguida pela região Centro-Oeste (6,6 kg/ha). Entre as unidades da federação, os maiores valores foram verificados em São Paulo (10,5 kg/ha), Goiás (7,9 kg/ha) e Minas Gerais (6,8 kg/ha), e os menores ocorreram no Amazonas e Ceará, com menos de 0,5 kg/ha.

Poluição e esgoto não tratado prejudicam qualidade das águas interiores

De 2001 a 2003, o percentual de esgoto tratado no Brasil era inferior a 60,0%. Em 2009, essa taxa chega a 68,4%. A partir de 2010, houve um declínio, possivelmente associado ao maior número de municípios amostrados, que eram 1.739 em 2009 e passaram a 1.948 em 2010. Em 2011, a taxa recuou para 67,9%. Assim, de 2001 a 2011, houve um incremento de aproximadamente 1,6 bilhão de m³ (ou 15,4%) no volume de esgoto tratado.

A Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e o Índice de Qualidade da Água (IQA) são indicadores da qualidade da água em trechos de rios e represas. A DBO mede a quantidade de oxigênio necessária para degradar a matéria orgânica na água. Quanto maior o seu valor, pior é a qualidade da água. Já o IQA utiliza nove parâmetros (temperatura, pH, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes termotolerantes, nitrogênio total, fósforo total, resíduo total e turbidez) e varia de 0 a 100. Quanto maior o valor, melhor a qualidade da água.

Entre os 367 pontos de monitoramento no País, 73,0% tinham DBO média dentro dos padrões do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), entre 0 e 5 mg/l. Mas o baixo percentual de tratamento dos esgotos lançados em corpos de água se reflete no alto valor de DBO e baixo IQA em trechos dos rios que cortam áreas urbanas ou industrializadas, como o Alto Tietê/Zona Metropolitana de São Paulo (inclusive a represa Billings) e o Iguaçu/Zona Metropolitana (Paraná).

Outros importantes corpos d’água mostraram valores médios anuais de DBO abaixo do limite, como Rio Paraíba do Sul (no trecho que abastece a Região Metropolitana do Rio de Janeiro) e os rios Caí, Gravataí e Sinos (formadores do Lago Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre).

Dimensão social: mesmo com tendência de redução, doenças relacionadas ao saneamento inadequado ainda persistem

Os dados do IDS 2015 apontaram avanços na maior parte dos 21 indicadores da dimensão social, que avaliam a satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social. Os indicadores se relacionam a temas como demografia, emprego, saúde, educação e violência.

Mesmo apresentando tendência de declínio, o número de internações por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado (DRSAI) ainda é elevado. Em 2013, ocorreram 202,6 casos por 100 mil habitantes, uma redução de 37,8% na comparação com 2000 (326,1 por 100 mil habitantes).

As diferenças regionais são marcantes: enquanto no Norte, 396,1 pessoas foram internadas para cada 100 mil habitantes, no Sudeste esse número chegou a 78,3, em 2013. Em relação aos Estados, alguns atingiram valores superiores a 500 (Maranhão, Piauí e Pará), enquanto em São Paulo foram 55,5 internações por 100 mil habitantes, o menor valor do País.

Desde a segunda metade da década de 1990, as coberturas de vacinas, como sarampo, tríplice bacteriana e poliomielite, que antes apresentavam oscilações, passaram a um movimento de rápida ascensão, alcançando a totalidade da população alvo ou chegando próximo a isso. A BCG, desde o início do período analisado, foi uma vacina de grande amplitude, partindo de 90% e apresentando, desde 1995, cobertura plena (100%).

A década de 2000 apresentou mudanças no esquema vacinal, com a tríplice bacteriana sendo substituída pela tetravalente em 2002 e a vacina contra sarampo sendo incorporada à tríplice viral a partir de 2003. Desde sua implantação, esta última vacina tem apresentado constância na cobertura plena, enquanto a tetravalente tem mostrado certa oscilação, porém com taxas sempre elevadas, variando de 94% a 100%.

O aumento da proporção de crianças imunizadas contra o sarampo é um dos indicadores utilizados pela ONU para avaliar o atingimento da meta de redução da taxa de mortalidade infantil.

Dimensão econômica: energia não renovável amplia sua participação na matriz energética brasileira

Além de informações sobre energia e reciclagem, os 11 indicadores da dimensão econômica abordam dados relacionados ao PIB, endividamento do País e rejeitos radioativos.

O consumo final de energia per capita apresentou crescimento constante ao longo do período 2000-2012, com exceção apenas para 2009, tendo passado de 41,5 GJ/habitante em 2000 para 53,3 GJ/hab, em 2012. A população cresceu 1,2% ao ano em média, enquanto o consumo de energia exibiu um crescimento de 3,3% ao ano. A queda em 2009 (47,8 GJ/hab) possivelmente se deveu à crise mundial de 2008. O maior acesso da população aos bens de consumo essenciais e aos serviços de infraestrutura acarretou aumento do consumo de energia, o qual, por sua vez, causa impactos sobre a população e o meio ambiente.

A participação da energia não-renovável na matriz energética brasileira apresentou crescimento (de 56,1% em 2003 para 57,6% em 2012), principalmente na oferta de petróleo e derivados, que passou de 36,7% para 39,2%, entre 2008 e 2012. Os combustíveis fósseis continuam a dominar a matriz energética brasileira (57,6%), mas, analisando-se a distribuição das diferentes fontes renováveis, percebe-se que os derivados de cana-de-açúcar e carvão vegetal estão perdendo participação, em parte devido ao aumento relativo das fontes alternativas (solar, eólica, biomassa, biogás etc.). A participação destas fontes na matriz energética passou de 2,8% em 2003, para 4,1% em 2012. Já participação da lenha e do carvão vegetal caiu de 13,2% para 9,1%, entre 2004 e 2012. Embora considerados fontes renováveis, nem sempre são produzidos de forma sustentável, ou seja, a partir de florestas plantadas para tal.

Reciclagem de latas alcança 97,9% da sua produção

Observa-se uma tendência de crescimento da reciclagem entre 1993 e 2012. As latas de alumínio mantiveram seu destaque, com o reaproveitamento de 97,9% em 2012. Em 2011, por exemplo, o Índice de Reciclagem de Alumínio (não apenas latas) para o Brasil foi de 98,3%, superior ao do Japão (92,6%), Argentina (91,7%) e Estados Unidos (65,1%), conforme apresentado pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). Isto se deve a vários fatores, como a existência de mercado de reciclagem em todas as regiões do País, a facilidade para coletar, transportar e vender, a sua disponibilidade durante todo o ano e o alto valor de mercado da sucata de alumínio.

Aproximadamente 59,0% das embalagens pós-consumo de PET foram recicladas em 2012. Para as embalagens longa vida, também conhecidas como cartonadas ou tetrapak, de reciclagem mais recente, os valores são mais baixos, tendo alcançado 29,0% em 2012, em razão da necessidade de separar os materiais componentes (papel, alumínio, plástico), fator que dificulta a reciclagem desse tipo de embalagem.

Dimensão institucional: Unesco reconhece 11 bens culturais e oito naturais no Brasil

A dimensão institucional, com 12 indicadores, aborda temas como acordos multilaterais internacionais, legislação, serviços de tecnologia e patrimônio cultural.

O país tem, hoje, 11 bens culturais e oito bens naturais considerados patrimônio mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco). Entre 1980 e 1987, o Brasil obteve o reconhecimento de seis deles, a maioria cidades históricas. Foi necessário o dobro do tempo (1987-2012) para outros cinco bens culturais serem considerados de importância mundial.

O mais antigo é o Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Ouro Preto (MG), de 1980, e os mais recentes são o Centro Histórico da Cidade de Goiás (GO) e a Praça de São Francisco, em São Cristóvão (SE), aprovados em 2010, e paisagens cariocas entre a montanha e o mar (RJ), aprovado em 2012.

Quanto aos bens naturais, o primeiro reconhecimento foi em 1986, o do Parque Nacional do Iguaçu (PR). Em 2001, já eram oito, ano em que entraram para a lista o Parque Nacional dos Veadeiros e das Emas (GO) e o Parque Nacional de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (PE). Com exceção da Sudeste, todas as regiões do Brasil e a maioria dos biomas, exceto o Pampa, têm pelo menos um bem natural incluído na lista.

Já a lista de bens imateriais que fazem parte do Patrimônio Mundial é integrada pelo Samba de Roda do Recôncavo Baiano (BA), Expressão Oral e Gráfica dos Wajãpi (AP), Frevo do Carnaval de Recife (PE) e Círio de Nazaré (PA). Em 2011, o Comitê destacou um bem imaterial em necessidade urgente de salvaguarda: o Yaokwa, ritual do povo Enawene Nawe (MT), entre o Cerrado e a Amazônia.

A maioria dos bens materiais está nas regiões Sudeste e Nordeste, enquanto os imateriais se distribuem mais uniformemente pelo território brasileiro, com ênfase no Norte.

Fontes: Agência Envolverde e IBGE

22:04 · 24.03.2016 / atualizado às 22:28 · 24.03.2016 por
Um dos efeitos esperados com o Aquecimento Global é o aumento de eventos extremos, como as secas Foto: Fabiane de Paula / Agência Diário
A ferramenta, apresentada no Dia Mundial da Água 2016, visa acompanhar o fenômeno da seca do Semiárido brasileiro Foto: Fabiane de Paula / Agência Diário

Agência Nacional de Águas (ANA), Ministério da Integração Nacional (MI), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e governos do Nordeste lançaram, nesta semana, o Monitor de Secas do Nordeste do Brasil, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Água. A ferramenta traz mapa elaborado com a colaboração de técnicos locais que enfrentam a seca no dia a dia.

O Monitor de Secas é um instrumento que mostra a magnitude da seca no Nordeste e seus impactos. O principal produto é um mapa mensal que acompanha a situação da seca, disponibilizando as informações de forma ilustrativa, depois de validadas por técnicos locais que vivenciam a seca em seu cotidiano.

O mapa leva em consideração dados de monitoramento e os impactos concretos no abastecimento, agricultura e pecuária, dentre outras áreas, para apresentar o retrato mais recente e fiel possível da seca de maneira periódica.

Trata-se de uma ferramenta importante, que estará disponível nas páginas das instituições parceiras, para dar apoio aos tomadores de decisão do setor público e privado, contribuindo para a melhor gestão de secas e para o planejamento coordenado e proativo de ações de preparação e de resposta.

O mapa do Monitor de Secas passa a ser publicado mensalmente na página monitordesecas.ana.gov.br, junto com a descrição do processo de elaboração, incluindo indicadores e evidências. É possível visualizar a progressão da situação da seca em cinco categorias: excepcional, extrema, grave, moderada e fraca. O mapa também identifica e delimita as áreas de impactos de curto e longo prazo.

O Brasil tem um longo histórico de secas, principalmente no Semiárido. A seca extrema que atinge a região desde 2012 vem estimulando ainda mais esforços para melhorar a gestão e adotar medidas permanentes de monitoramento e de preparação.

Por isso, o governo federal, junto com agências de água, clima e meio ambiente e órgãos de governos estaduais e federais que atuam nos nove Estados do Nordeste, empenharam-se na construção e implementação de uma ferramenta inspirada em metodologias já consolidadas e adaptada à realidade brasileira.

A iniciativa contou com o apoio do Banco Mundial no desenho e implementação experimental da ferramenta e de parceiros internacionais como o National Drought Mitigation Center (Centro Nacional de Mitigação de Secas), dos Estados Unidos e a Comisión Nacional del Água do México (Conagua).

Para saber mais assista ao vídeo na página do monitor de secas ou no canal da ANA no youtube.

O Lançamento do Monitor de Secas do Nordeste do Brasil foi no âmbito do “Seminário sobre a crise hídrica e a segurança de barragens no Brasil”, evento em comemoração ao Dia Mundial da Água 2016, promovido pela ANA e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O evento fez outros lançamentos importantes, como o Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos, uma parceria entre a ANA e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com coordenação da Universidade Estadual Paulista (Unesp); o novo portal do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH) e relatórios das Nações Unidas e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre Água e Saneamento.

Página do Monitor de Seca: monitordesecas.ana.gov.br

Fonte: ANA

09:03 · 19.09.2015 / atualizado às 11:56 · 19.09.2015 por
O Limpando o Mundo tem realizado ações há três no litoral do Estado do Ceará
O Limpando o Mundo tem realizado ações há três anos no litoral do Estado do Ceará

O Movimento Limpa Brasil – Let’s do it! (www.limpabrasil.net) chega novamente a Fortaleza e realiza diversas ações de limpeza e conscientização no mês de setembro. Em busca da criação da consciência e do hábito em toda a população, o Limpa Brasil realiza, junto ao projeto Limpando o Mundo, mais uma vez uma ação de limpeza de praia, atividades lúdicas e apresentação musical, hoje pela manhã (19), em Fortaleza, na barraca Cuca Legal, na Praia do Futuro.

A coleta de lixo na praia, entre materiais orgânicos e não orgânicos, deve seguir até a barraca Terra do Sol. Já amanhã (20), as praias de Aracati, Canoa Quebrada, Quixaba e Majorlândia receberão um mutirão promovido pelo Bom Vizinho Shopping, da Rede Pinheiro Supermercado, com a ONG Limpando o Mundo, a partir das 8 horas.
Praia do Futuro
Serão aproximadamente 2,5 Km de areias mais limpas com a ação, que tem um propósito não apenas ambiental, mas também educativo, uma vez que objetiva chamar atenção para a necessidade imediata de praias mais limpas e manutenção desses ecossistemas.

Qualquer pessoa interessada em colaborar com a causa pode participar da iniciativa. São disponibilizados sacos de lixo, luvas, protetor solar e álcool gel para o processo de coleta. Após a coleta na praia são realizadas atividades lúdicas e apresentação musical com as bandas Pukabanda e DanDan – O dom da pegada.
O projeto conta com a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Ministério da Educação (MEC), apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e das prefeituras municipais, e pretende incentivar a reflexão para a mudança de atitude do cidadão brasileiro em relação ao hábito de jogar lixo fora do lixo. Com várias ações programadas já para setembro, o projeto segue até dezembro repleto de atividades, shows e palestras.
Em Fortaleza, o projeto conta com o patrocínio local da Prefeitura Municipal de Fortaleza e da C. Rolim Engenharia, Nacional Gás, Esmaltec, Hipercor, Indaiá, Hotel Sonata de Iracema, Faculdade CDL, Sindigráfica, Beach Park, Universidade de Fortaleza (Unifor), e apoio do Roratact. Conta ainda com o apoio Nacional da Unesco, MMA, TV Globo, Awaken Love e União dos Escoteiros do Brasil.
Praias de Aracati
Para ampliar o grau de conscientização das pessoas sobre a importância de preservar as praias, o Bom Vizinho Shopping promove junto com o Projeto Limpando o Mundo, um mutirão de limpeza nas praias de Canoa Quebrada, Quixaba e Marjolândia, durante toda a manhã de amanhã (20). O encontro acontecerá a partir das 8 horas, com uma roda de diálogo de conscientização e, em seguida, distribuição de material simultaneamente nas três praias.

A ação marca ainda a inauguração do Bom Vizinho Shopping, primeiro empreendimento do tipo na região com um mix de 30 lojas de serviços, cinemas, área infantil, alimentação e quatro âncoras: Pinheiro Supermercado; loja Zenir, Cinema Bom Vizinho e parque infantil Mundo Pinheirinho, além de outras operações confirmadas, como TIM e Extrafarma.
Com parceria da Prefeitura Municipal de Aracati, e equipes de colaboradores, a ação contará com a participação de cerca de 250 pessoas ao todo, contando voluntários das ONGs Recicriança, Comunidade Ecológica Ciclística de Majorlândia (Cecim) e do Grupo Folclórico Filhos de Quixaba. O evento é promovido simultaneamente por diversas organizações internacionais por conta do Dia Mundial de Limpeza de Praias e Rios, celebrado no dia 21 de setembro.
Limpa Brasil – Let’s do it!
A proposta do Movimento Limpa Brasil – Let’s do it! é criar uma nova cultura com relação ao descarte correto do lixo, além de incentivar a sociedade a limpar e manter as cidades limpas. Por esse motivo, um dos pontos mais importantes do evento é o envolvimento das escolas municipais, com a realização de palestras e seminários, dinâmicas de grupo e gincanas, capacitação de professores e a estruturação dos pontos de coleta de materiais recicláveis durante a semana de mobilização.

Esse movimento gera um engajamento da comunidade local e incentiva a transformação de alunos, pais, parentes e profissionais envolvidos em agentes de mobilização, que alertam sobre os malefícios do descarte incorreto do lixo.

Realizado desde 2011, o programa, que atualmente funciona aliado a um ambicioso projeto de educação ambiental, já visitou 22 cidades brasileiras e envolveu mais de 180 mil voluntários. Recolheu cerca de 3 mil toneladas de material reciclável que foram doados às cooperativas de materiais recicláveis, gerando trabalho e renda para milhares de famílias.
Mais informações:
Limpeza da Praia do Futuro
Quando: dia 19 de setembro (sábado)
Horário: 7h30
Local: na barraca Cuca Legal
Limpeza das Praias de Canoa Quebrada, Quixaba e Marjolândia
Quando: dia 20 de setembro (domingo)
Horário: 8 horas
Local: principal acesso às Praias

14:09 · 26.06.2014 / atualizado às 14:20 · 26.06.2014 por

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Dicas de turismo sustentável e sugestões de roteiros mais responsáveis no Brasil são os destaques do aplicativo Passaporte Verde. Gratuito e disponível nos sistemas operacionais iOS e Android, o aplicativo traz para o celular parte do conteúdo disponibilizado pelo portal da campanha do mesmo nome, com a vantagem de fornecer informações georeferenciadas de atrações próximas ao usuário.

Por meio do aplicativo, os usuários terão acesso a mais de 60 opções de roteiros nos arredores das 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Parque Nacional de Jericoacoara; Prainha do Canto Verde Turismo Comunitário; Roteiro das Falésias, Um Cenário de Cores; Noite do Humor Cearense; e Trilhas da Serra da Ibiapaba – Ladeira de São Sebastião são os Roteiros Passaporte Verde indicados para Fortaleza.

No geral, os itinerários convidam os viajantes a explorarem as cidades de uma maneira mais autêntica, com sugestões que incentivam a maior proximidade da natureza, a degustação da culinária local, o contato com culturas tradicionais, entre outros.

Com versões em português e inglês, o aplicativo também traz dicas para tornar viagens de lazer ou negócio menos impactantes para o meio ambiente e para o destino escolhido. Do planejamento da viagem a como desligar corretamente aparelhos que serão deixados em casa, as dicas estimulam práticas mais responsáveis com ações simples que podem fazer uma grande diferença, como evitar conexões aéreas e se informar sobre frutas e legumes da estação do seu destino.

Passaporte Verde

Criada em 2008, a campanha Passaporte Verde surgiu como uma parceria do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), os Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo do Brasil, o Ministério Francês do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e outros parceiros. Atualmente, com disseminação em diversos países como Brasil, Costa Rica, Equador, África do Sul e Coréia do Sul, a campanha já é referência internacional em disseminação de informações sobre turismo sustentável.

A edição de 2014, no Brasil, conta com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Turismo, Ministério do Esporte e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a campanha também conta com a parceria de Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS). Os workshops Jornadas da Sustentabilidade, parte integrante da campanha, são realizados com patrocínio do Itaú, Unibanco e apoio da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa).

Pnuma

O Pnuma é a principal autoridade global em meio ambiente e a agência do sistema das Nações Unidas responsável por promover a conservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável e o uso eficiente de recursos. Criado em 1972, o Pnuma tem entre seus objetivos fomentar o desenvolvimento sustentável; manter o meio ambiente global sob constante monitoramento; alertar sobre ameaças ao meio ambiente; e disseminar práticas que promovam a qualidade de vida sem comprometer os recursos e serviços ambientais para as gerações futuras.

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Roteiros Fortaleza

Parque Nacional de Jericoacoara – Dois dias ou mais

Prainha do Canto Verde Turismo Comunitário – Dois dias ou mais

Roteiro das Falésias, Um Cenário de Cores – Dois dias ou mais

Noite do Humor Cearense – Noturno

Trilhas da Serra da Ibiapaba – Ladeira de São Sebastião – Um dia

Baixe os aplicativos

Apple Store – Aplicativo Passaporte Verde

Google Play – Aplicativo Passaporte Verde

Para saber mais

www.passaporteverde.org.br

Fonte: ONU

16:22 · 16.04.2013 / atualizado às 16:22 · 16.04.2013 por

No dia 28 de abril é comemorado o Dia Nacional da Caatinga e, para ampliar a conservação do bioma, a Associação Caatinga está reascendendo as discussões para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que inclui a Caatinga e o Cerrado como Patrimônio Nacional (PEC 504/2010). O § 4ª do art. 225 da Constituição reconhece apenas a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira como Patrimônio Nacional.

Dentre as ações planejadas pela campanha “Caatinga e Cerrado: Patrimônio Nacional Já!” está a articulação para realização de uma audiência pública para discussão da PEC na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados no dia 25 de abril e a sensibilização dos parlamentares e instituições ambientalistas para a Sessão Solene em Homenagem ao Dia Nacional da Caatinga que acontecerá no dia 26, no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados, Brasília.

Outra ação promovida pela Associação é a criação e divulgação de uma petição pública em favor da PEC, que está disponibilizada no site Avaaz. As assinaturas servirão para ratificar o apoio da população ao reconhecimento dos dois biomas. Pessoas estão sendo mobilizadas através das redes sociais e da rede de parceiros e apoiadores da instituição e da campanha.

Neste ano a PEC Cerrado completaria 18 anos, a Caatinga entrou na proposta em 2010. Para a Associação Caatinga é chegada a hora de corrigir o equívoco da Constituição, pois a Caatinga e o Cerrado abrigam 54% dos Estados brasileiros, 30% da população nacional, 1/3 do nosso território e abriga espécies únicas no mundo.

O mascote da Copa do Mundo de 2014, por exemplo, ocorre unicamente nesses dois biomas e ironicamente, o animal que representará a rica biodiversidade brasileira nesse evento mundial, pertence a uma região natural não considerada Patrimônio Nacional.

O não reconhecimento desses biomas gera consequências negativas para o País, tanto para a proteção biológica do nosso patrimônio, pois regiões não reconhecidas não são valorizadas e protegidas, quanto para a nossa imagem mundial quanto a responsabilidade e o compromisso com nossas riquezas naturais.

Importância

A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, possui alto grau de espécies únicas (cerca de 1/3 de suas plantas e 15% de seus animais são espécies exclusivas). A biodiversidade da Caatinga ampara múltiplas atividades econômicas voltadas para fins agrossilvopastoris, industriais, farmacêuticos, cosméticos, químicos e de alimentos. 45% de sua área já foi desmatada.

O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, é um dos hotspots mundiais da biodiversidade (área prioritária para a conservação do planeta); possui as maiores reservas subterrâneas de água doce do mundo: Aquíferos Guarani, Bambuí e Urucaia que abastecem as principais bacias hidrográficas do país: é a caixa d’água do Brasil. Está entre os biomas mais ameaçados do Planeta.

Histórico da PEC

A Proposta de Emenda à Constituição para elevar o Cerrado a Patrimônio Nacional era a PEC 115/95. Com a inclusão da Caatinga na proposta em 2010, ela passou para PEC 504/2010. O Senado já aprovou o texto da PEC 504/2010, publicado no Diário da Câmara dos Deputados de 04 de Agosto de 2010.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados se posicionou favorável à admissibilidade da proposta. Agora falta a Câmara dos Deputados priorizar a votação da PEC 504/10 e aprová-la, visto que o texto proposto pela própria casa não sofreu alteração no senado.

Associação Caatinga

A Associação Caatinga é uma instituição não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 1998, reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e registrada no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (CNEA). Com a missão de conservar a biodiversidade da Caatinga, a Associação Caatinga desenvolve projetos de conservação de áreas naturais há quase 15 anos.

Suas ações estão ligadas a restauração florestal, recuperação de nascentes, disseminação de tecnologias sustentáveis para o Semiárido, capacitação de educadores e agricultores rurais, educação ambiental, apoio à pesquisa para a conservação da caatinga e articulação para a formulação de políticas públicas ambientais. Em seus projetos e ações beneficiou mais de 72 mil pessoas diretamente.

Mantém a Reserva Natural Serra das Almas, um santuário ecológico de 6.146 hectares no Sertão de Crateús (CE), reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura (Unesco) como o primeiro Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Caatinga.

Já ajudou a transformar 30 mil hectares em áreas protegidas e liderou a articulação da sociedade para a criação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) Socioambiental do Ceará. Além de ser membro fundador do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Crateús, é membro fundador do programa Selo Município Verde do Ceará (programa de certificação ambiental de municípios), membro fundador da Associação Asa Branca de proprietários de Reservas Naturais do Ceará e membro do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente do Estado do Ceará (Conpam).

Fiec participa da mobilização

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) realizou ontem, 15 de abril, reunião/almoço com o coordenador da bancada federal dos deputados cearenses, deputado federal Antônio Balhmann (PSB-CE) e assessores para solicitar seu apoio em relação à Audiência Pública e à Sessão Solene que serão realizadas na Câmara dos Deputados visando colocar para votação a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 504/2010). Os empresários pediram a Balhmann que mobilize outros deputados do Norte e Nordeste em torno do assunto.

Fonte: Associação Caatinga / Fiec

08:21 · 28.12.2012 / atualizado às 08:21 · 28.12.2012 por

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou, na segunda quinzena de dezembro, a campanha Ano Internacional da Cooperação pela Água 2013, destinada ao Dia (22 de março) e ao Ano Internacional da Água. A iniciativa pretende alcançar cinco objetivos:

1. Conscientizar sobre a importância, os benefícios e os desafios da cooperação em questões relacionadas à água

2. Gerar conhecimento e construir capacidades em prol da cooperação pela água

3. Provocar ações concretas e inovadoras em prol da cooperação pela água

4. Fomentar parcerias, diálogo e cooperação pela água como prioridades máximas, mesmo após 2013

5. Fortalecer a cooperação internacional pela água para abrir caminho para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) defendidos por toda a comunidade que trata sobre água e atendendo às necessidades de todas as sociedades

Definição

Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral da ONU declarou 2013 como o Ano Internacional das Nações Unidas de Cooperação água (Resolução A/RES/65/154). Na reflexão desta declaração, o Dia Mundial da Água 2013, em 22 de Março de 2013, também é dedicado à cooperação pela água.

Ficou a cargo da Unesco a organização das atividades, por se tratar de organização multidisciplinar que combina as ciências naturais e sociais, educação, cultura e comunicação. Dada a natureza intrínseca da água como um elemento transversal e universal, o Ano Internacional de Cooperação pela Água naturalmente abraça e toca em todos esses aspectos.

O objetivo deste Ano Internacional é aumentar a conscientização, no potencial para uma maior cooperação, e sobre os desafios da gestão da água em função do aumento da demanda por acesso, distribuição e serviços.

O Ano vai destacar a história de iniciativas de cooperação de sucesso com o recurso, assim como identificar problemas envolvendo educação, diplomacia, gestão transfronteiriça, a cooperação de financiamento nacionais e/ou internacionais, quadros legais e as ligações com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Também é uma oportunidade para aproveitar a dinâmica criada na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio +20) e apoiar a formulação de novos objetivos que vão contribuir para o desenvolvimento dos recursos hídricos de forma verdadeiramente sustentável.

Fonte: http://www.watercooperation2013.org/