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Tag: Petrobras


08:00 · 27.08.2015 / atualizado às 21:09 · 22.08.2015 por
“Essa é uma cartilha feita com a participação de crianças e adolescentes. São textos e desenhos feitos por eles. Um verdadeiro manual de cuidados consigo e com o meio ambiente, mas, sobretudo, uma cartilha que fala do direito à participação”. A frase da diretora executiva da Fundação Brasil Cidadão (FBC), Leinad Carbogim, mostra a importância da cartilha “Arte, Educação Ambiental e Direito à Participação”, que faz parte das atividades do “Projeto Brincando no Presente para ser Cidadão no Futuro”, criado pela FBC, em Icapuí, com patrocínio da Petrobras.
 
O lançamento da cartilha ocorrerá na quinta-feira, 27, às 15h, na Quadra da Escola Mizinha – Centro, em Icapuí. Na programação, solenidade, apresentação cultural, entre outros. Aberto ao público. O “Brincando no presente para ser cidadão do futuro” faz parte do Programa Teia da Sustentabilidade, também pertencente à Fundação e composto por uma série de iniciativas socioambientais que contemplam a preservação do meio ambiente e a melhoria de vida da população.
 
O Projeto garante uma gama de atividades de inclusão social, cultural, digital e ambiental, com foco em 85 crianças e adolescentes, alunos de escolas públicas provenientes de famílias de pescadores e pequenos agricultores, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e exclusão social e digital. Lançado há pouco mais de 1 ano, o Projeto oferece oficinas de artes plásticas, música, cidadania, meio ambiente, inclusão digital e memória.
 
 
SAIBA MAIS
 
Para Leinad, “resgatar a memória e a história de Icapuí nas atividades com as crianças e adolescentes vem contribuindo para a construção dos valores, da identidade e para desenvolver o sentido de pertencer e de zelar pela cultura material e imaterial e pela preservação e conservação da natureza”. De acordo com a diretora, o “Brincando no presente para ser cidadão do futuro” é a continuação de uma série de outros projetos socioambientais voltados às crianças e adolescentes, realizados pela FBC ao longo dos anos através do patrocínio de entidades diversas, como a própria Petrobras. O atendimento do Projeto se dá na sede da Estação Ambiental Mangue Pequeno, no complexo do Centro de Referência na praia da Requenguela e na sede Icapuí na Casa Paroquial, numa parceria com a Associação Caiçara de Promoção Humana.

 

09:58 · 16.06.2014 / atualizado às 13:17 · 16.06.2014 por
Irauçuba foi o primeiro município no Brasil a ter uma política municipal de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca Foto: Kid Júnior / Agência Diário
Irauçuba foi o primeiro município no Brasil a ter uma política municipal de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca Foto: Kid Júnior / Agência Diário

Nesta segunda-feira (16), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) comemora o Dia Mundial de Combate à Desertificação. A data oficial, instituída pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), é 17 de junho. Com o campeonato mundial de futebol no Brasil, as comemorações foram antecipadas.

Durante o evento, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, entrega certificados a representantes de projetos reconhecidos pelo programa Dryland Champions, organizado pela UNCCD, por reconhecer indivíduos, organizações e empresas cujas ações, iniciativas ou projetos promovam a gestão sustentável do solo e o combate à desertificação e à seca.

O evento conta com a presença do representante da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) junto à UNCCD e à Comissão Nacional de Combate à Desertificação (CNCD), José Procópio Lucena, do secretário de Meio Ambiente do Sergipe, Genival Nunes, e do prefeito do município de Irauçuba (CE), José Elisnaldo Mota Pinto.

Irauçuba foi o primeiro município no Brasil a ter uma política municipal de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca. De acordo com o secretário executivo da CNCD e diretor do departamento de Combate à Desertificação do MMA, Francisco Campello, as ações realizadas pelo município cearense são referência no meio. “A gestão ambiental sustentável, em parceria com o Fundo Clima, o Programa Água Doce e o Projeto Econormas, fortalece as ações do município nas áreas susceptíveis à desertificação”, afirmou Campello.

Já o estado de Sergipe tem um plano estadual de combate à desertificação, que inclui a realização de diagnóstico florestal, projetos para cerâmicas sustentáveis, ordenamento ambiental em assentamentos, apoio à elaboração de planos municipais de combate à desertificação no Alto Sertão e inventário florestal.

O Projeto “Recuperação de Área Degradada em Processo de Desertificação na Sub-Bacia Hidrográfica do Riacho do Brum no Município de Jaguaribe-CE”, que está sendo executado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), por meio de Convênio com o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC), também recebe o Certificado Dryland Champions.

O projeto No Clima da Caatinga, realizado pela Associação Caatinga e patrocinado pela Petrobras, com suas ações de conservação desenvolvidas na Reserva Natural Serra das Almas, em Crateús (CE), também foi contemplado.

O evento é realizado agora pela manhã, no Auditório do Edifício Marie Prendi Cruz, localizado à SEPN 505, Bloco B, Asa Norte, Brasília. No local, haverá duas exposições fotográficas: uma sobre os projetos contemplados pelo Programa Dryland Champions e outra intitulada A ave na Caatinga, do fotógrafo João Vital Evangelista Souto.

Deserto contido / Deserto avança

A desertificação é um dos principais problemas do Semiárido, atingindo, segundo o MMA, quatro núcleos: Gilbués (PI), Irauçuba (CE), Seridó (RN) e Cabrobó (PE). Já são 200 mil quilômetros totalmente degradados. Se juntarmos aos 400 quilômetros onde esse processo é mais moderados, temos 600 mil quilômetros de terras inadequadas para a agriculturas ou outras finalidades.

Nos dias 5 e 7 de abril do ano passado, por ocasião da 2ª Conferência Científica da Convenção das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (UNCCD), realizada na semana seguinte, em Bonn, na Alemanha, e que estava programada anteriormente para Fortaleza, publicamos dois cadernos especiais, no Diário do Nordeste, focando o tema.

Para isso, visitamos todos os núcleos de desertificação e constatamos que o mau uso dos recursos naturais e o manejo inadequado da terra provocaram o problema. Em Gilbués, encontramos voçorocas gigantescas; em São José do Seridó, o pasto virou pedra; em Cabrobó, o solo ficou completamente salinizado.

O processo de desertificação é lento e silencioso. A recuperação de terras degradadas é demorada e o custo é altíssimo. Tendo em vista essa realidade, procuramos mostrar o que vem sendo feito para mitigar ou até reverter o problema.

Mostramos o trabalho que a ASA vem desenvolvendo na Região, garantindo água para o consumo básico e também para a produção, de uma forma sustentável, por meio da construção de cisternas associada à troca de experiências entre os agricultores familiares para a conservação do solo e da biodiversidade para garantir a manutenção dos serviços ambientais.

Descobrimos que o Instituto do Semiárido (Insa) está fazendo novo levantamento para delimitar as áreas que sofrem com a desertificação e que também desenvolve técnicas para fazer face ao problema da desertificação com elementos da própria Caatinga, a baixo custo.

Em Afogados da Ingazeira (PE) encontramos o engenheiro mecânico José Artur Padilha, que desenvolveu o Conceito Base Zero. Por meio de barragens subterrâneas em formato de arco romando deitado, ele armazena água no subsolo, evitando a evaporação que rouba quase a metade do potencial dos nossos mananciais hídricos de superfície.

14:08 · 23.05.2014 / atualizado às 14:08 · 23.05.2014 por
A população das jubarte saltou de 500 animais em 1980 para cerca de 15 mil em 2012 Foto: Instituto Baleia Jubarte/ Enrico Marcovaldi
A população das baleias jubarte saltou de 500 animais em 1980 para cerca de 15 mil em 2012 Foto: Instituto Baleia Jubarte/ Enrico Marcovaldi

No Dia Internacional da Biodiversidade, comemorado ontem (22), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) apresentou o inventário da fauna brasileira, onde foram analisadas mais de 7,6 mil espécies, entre 2010 e 2014. Na Avaliação do Risco de Extinção da Fauna Brasileira, realizada por 929 especialistas do Brasil e do mundo, 14% das espécies, 1.051 do total, ainda estão em risco de extinção, sendo 121 com risco agravado. O último mapeamento da fauna brasileira feito pelo ICMBio foi lançado em 2003 e tem 1,4 mil espécies catalogadas. Desse total, 627 eram consideradas com risco de extinção.

Unidades de Conservação

Entre as espécies ameaçadas, 73% estão sob regime de proteção, em Unidades de Conservação (UCs) ou dentro de um Plano de Ação Nacional. Para o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Roberto Vizentin, não há dúvida que a criação de UCs é uma medida necessária para proteger as espécies: “em uma realidade como a brasileira, em que a dinâmica de ocupação dos habitats naturais é muito intensa”.

De acordo o diretor de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da biodiversidade do ICMBio, Marcelo Marcelino, o número de espécies em extinção registrou aumento em razão de o número das identificadas também cresceu.

“O número de espécies em extinção cresceu, mas porque a lista de espécies que temos identificadas hoje é muito maior. O inventário anterior, de 2003, tinha apenas 18% do número total de espécies que temos agora”, declarou.

Segundo Marcelino, a expectativa é que no próximo ano o instituto tenha catalogado mais de 10 mil espécies. O diretor informou que o foco do instituto nos próximos meses é criar medidas para proteger animais que hoje não possuem ação de conservação. “Nosso foco agora é ter planos para 282 espécies que hoje não têm ações de conservação ou não estão dentro de unidades de conservação, como parques e reservas ecológicas.”

Para reforçar o trabalho dentro dessas unidades, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, assinou portaria que permite a aplicação de recursos de compensação ambiental, em até 10%, em atividades para a conservação de espécies ameaçadas.

“Saímos de 1.022 para mais de 7 mil espécies inventariadas e nós queremos 14 ou 15 mil nesse catálogo, para isso precismos ter estratégia de médio e longo prazo, de redes de pesquisa de áreas prioritárias, como também recursos para serem dirigidas. Então estamos vinculando às unidades de conservação recursos com vistas à pesquisa e proteção dessas espécies”, afirmou.

A ministra anunciou a retirada de 77 espécies da lista de espécies ameaçadas de extinção, que será publicada pelo ICMBio, no segundo semestre deste ano. Uma dessas espécies é a baleia jubarte, encontrada na costa da Bahia e do Espírito Santo entre junho e novembro. A população das jubarte saltou de 500 animais em 1980 para cerca de 15 mil em 2012.

Segundo Izabella Teixeira, um conjunto de ações permitiram a saída da jubarte da lista, como “a visão de longo prazo com a estratégia de aumentar a proteção dos animais, de proibir a captura, somados ao grande programa de conservação feito pelo Instituto Baleia Jubarte, de estudar o comportamento da espécie, mapear as rotas migratórias e estabelecer, nestas áreas, medidas de manejo e conservação.”

A definição de rotas das embarcações para evitar colisões, a criação do santuário das baleias no Brasil e da Unidade de Conservação de Abrolhos também foram fundamentais a preservação da espécie. Foram contabilizados 15 mil exemplares, enquanto, na década de 1980, o total era de apenas 500 espécies vivas.

O governo brasileiro também anunciou uma campanha mundial pela criação do Santuário Internacional do Atlântico Sul para as Baleias. A proposta será avaliada em setembro pela Comissão Baleeira Internacional e tem o objetivo de impedir a caça comercial nessa área do oceano, onde ainda vigora a moratória internacional sobre a captura desses animais.

Além disso, o ministério apresentou um conjunto de medidas destinadas a proteger toda a fauna brasileira, como a criação de uma força tarefa especial dedicada ao combate ao tráfico ilegal das espécies ameaçadas de extinção.

Segundo Izabella Teixeira, o Ibama, ICMBio, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal já estão realizando ações, de caráter permanente, em torno de espécies como o peixe-boi da Amazônia, boto cor-de-rosa, arara-azul de lear, onça-pintada e o tatu-bola.

Para dar sequência ao sucesso na preservação de espécies ameaçadas de extinção, foi anunciada a criação do Prêmio Nacional da Biodiversidade. O objetivo é consagrar entidades nacionais que atuem na conservação da biodiversidade. “É preciso integrar a ciência com as questões sociais e de conservação ambiental”, declarou Izabella. O Instituto Baleia Jubarte e a Petrobras receberam uma menção honrosa por conta dos serviços prestados à proteção da espécie e, segundo a ministra, são as entidades a inaugurar a premiação.

Também foi foi destacada a Bolsa Verde para comunidades que vivem em regiões relevantes para conservação de espécies ameaçadas, a reintrodução do peixe-boi-marinho no Caribe e acordos com os ministérios da Pesca e Aquicultura e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Instruções normativas dos ministérios do Meio Ambiente e da Pesca e Aquicultura estabelecerão regras para a captura de diversos animais. A partir de janeiro de 2015, será iniciada a moratória da pesca e comercialização da piracatinga por cinco anos, com o objetivo de proteger o boto vermelho e os jacarés, usados como isca. “O compartilhamento de competências tem ocorrido com foco no equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e as questões ligadas ao pescador”, garantiu o ministro Eduardo Lopes.

Principais medidas

1. Menção honrosa para o Instituto Baleia Jubarte e a Petrobrás SA pelos serviços prestados à conservação da baleia jubarte.

2. Criação do Prêmio Nacional da Biodiversidade, com assinatura de portaria para instituições nacionais que promoverem melhoria no estado de conservação das espécies ameaçadas de extinção.

3. Aplicação dos recursos da compensação ambiental em projetos de conservação de espécies em Unidades de Conservação.

4. Força-tarefa de fiscalização do Ibama, ICMBio e Polícia Federal para o combate a ilícitos ambientais, como a caça de fauna ameaçada (peixe-boi da Amazônia, boto cor-de-rosa, arara azul de lear, onça pintada, tatu-bola, tubarões, muriqui e arraias de água doce). Estados e municípios podem aderir.

5. Bolsa Verde para comunidades em situação de vulnerabilidade social econômica ou baixa renda que vivem em regiões relevantes para a conservação de espécies ameaçadas de extinção.

6. Proposta de Santuário Internacional do Atlântico Sul para as Baleias, para a Comissão Baleeira Internacional (CBI), com o objetivo de impedir a caça comercial nesta área do oceano, na qual ainda vigora a moratória internacional sobre a captura destes cetáceos.

7. Reintrodução do peixe-boi-marinho, no Parque Nacional de Guadalupe, ilha francesa no Caribe.

8. Acordos com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA):

– Instrução Normativa interministerial proibindo a pesca acidental e comercialização das espécies de tubarão martelo e lombo preto.

– Instrução Normativa com medidas de prevenção da captura de albatrozes e tartarugas durante a pesca.

– Moratória da pesca e comercialização da piracatinga, a partir de janeiro de 2015, por cinco anos. O objetivo é proteger o boto vermelho e os jacarés que são utilizados como isca para pesca desse peixe.

9. Acordos com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI):

– Inserção do tema Espécies Ameaçadas nos programas permanentes de pesquisa em biodiversidade do MCTI, integrantes do Plano Plurianual (PPA), como o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio).

– Edital específico para bolsas de pesquisa sobre espécies ameaçadas para instituições que atuam na área.

– Ferramentas de tecnologia de informação para avaliação do risco de extinção, planos de ação e organização de bases de dados sobre espécies ameaçadas.

Fontes: MMA / Agência Brasil

10:23 · 18.04.2014 / atualizado às 10:28 · 18.04.2014 por
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O Projeto “Encontros Socioambientais com Lenine – Música e Sustentabilidade numa só nota”, patrocinado pela Petrobras, tem como objetivo ampliar a conscientização sobre cidadania e o conhecimento de práticas e tecnologias sustentáveis, além de promover a troca de experiências e informações entre os projetos visitados. Em continuidade à ação, que conta com a visita de Lenine a projetos apoiados pela companhia em 12 Estados, o cantor e compositor estará em Chaval (CE), hoje (18); e em Jericoacoara (CE), amanhã (19).

Hoje pela manhã, o músico conhece o trabalho realizado pelo Projeto Pesca Solidária, criado em 2010 para a conservação do estuário dos rios Timonha e Ubatuba, na divisa do litoral do Piauí e Ceará. A visita acontece no projeto, localizado em Porto do Mosquito, em Chaval, com café da manhã com a presença da comunidade pesqueira das cidades de Cajueiro da Praia, Chaval e Barroquinha, onde atua o projeto.

Em seguida haverá um passeio pelo estuário dos rios Timonha e Ubatuba para acompanhar uma pesca artesanal e uma despesca dos currais de peixes. À noite, o artista fará uma apresentação gratuita e aberta ao público, na praça central de Jericoacoara.

Lenine é colaborador de instituições no Brasil e no exterior que defendem causas sociais e ambientais. A afinidade do músico com o tema marca presença em diversas composições de sua autoria. Até junho, o músico percorrerá projetos ambientais, sociais e esportivos educacionais distribuídos por 12 Estados das cinco regiões geográficas do País. A estimativa é de que mais de 24 mil pessoas diretamente, e 640 mil indiretamente, sejam alcançadas, estimulando as comunidades a participar dos projetos existentes e a construir novos projetos com potencial de promover transformações sociais e ambientais.

O patrocínio ao projeto “Encontros Socioambientais com Lenine” está alinhado ao eixo estratégico Mobilização para Temas e Causas do Programa Petrobras Socioambiental: http://sites.petrobras.com.br/socioambiental/. Por meio do programa, a companhia investirá R$ 1,5 bilhão até 2018, em projetos com foco nas linhas de atuação: Produção Inclusiva e Sustentável, Biodiversidade  e Sociodiversidade, Direitos da Criança e do Adolescente, Florestas e Clima, Educação, Água e Esporte.

O objetivo do programa é potencializar a contribuição da Petrobras para o desenvolvimento sustentável e a promoção de direitos, com investimentos em práticas em todo país voltadas para um ambiente ecologicamente equilibrado.

Patrocínio da Petrobras no Ceará

A Petrobras patrocina seis projetos ambientais, sociais e de esportes educacionais no Estado. Os projetos incluídos na agenda desta semana são:

Pesca Solidária – Criado em 2010 para a conservação do estuário dos rios Timonha e Ubatuba na divisa do litoral do Piauí e Ceará.

Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia – Projeto de esporte e educação, realizado pelo Instituto de Capacitação e Integração da Família, com patrocínio da Petrobras, na cidade de Paracuru (CE).

De Olho na Água – Projeto que possui três diretrizes: planejamento e gestão ambiental, desenvolvimento econômico sustentável e mudança de atitude. Já beneficiou diretamente, 1.500 moradores de comunidades de Ponta Grossa, Requenguela, Barrinha, Retiro Grande e Córrego do Sal. Indiretamente, 18 mil pessoas da região participaram de suas atividades.

Esporte e Educação Essa é a Nossa Praia – Democratizar o acesso da população jovem ao esporte e ao mundo digital, no município de Paracuru (CE) é o objetivo principal do projeto Esporte e educação: essa é a nossa praia. Os jovens participantes aprenderão a praticar surf, sandboard, vôlei de praia e futebol de areia. Além das aulas de esporte, serão ministradas aulas de comunicação digital.

Projeto Cacto – Iniciativa da Organização Não Governamental Fábrica de Imagens, oferece cursos voltados para jovens que tenham entre 16 e 29 anos e estejam cursando a partir do 9º ano do Ensino Fundamental ou tenham concluído o Ensino Médio na rede pública de ensino.

Jogos de Aprender – O projeto Jogos de Aprender, iniciativa da Associação Recreativa e Esportiva para Crianças e Adolescentes (Arca) que pretende desenvolver relação de atividades esportivas com conteúdos abordados nas disciplinas de matemática e português, para crianças e jovens matriculados no sistema público de ensino

No Clima da Caatinga – É um dos projetos da Associação Caatinga para conservação do bioma. O objetivo principal do Projeto No Clima da Caatinga é impactar positivamente na diminuição dos efeitos do aquecimento global através da conservação da Caatinga, no sertão de Crateús (CE).

Fonte: Petrobras

10:27 · 08.01.2014 / atualizado às 11:02 · 08.01.2014 por

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Desde 1º de janeiro de 2014, a gasolina automotiva deve ter, em todo o território nacional, no máximo 50 mg/kg de enxofre total, apresentando qualidade semelhante a que é comercializada nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Com a iniciativa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), haverá redução da emissão de enxofre na atmosfera em 94% e a emissão de poluentes, em até 59%, no médio e longo prazo, nos veículos mais modernos, contribuindo para a melhora da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias.

O teor de enxofre médio do combustível foi reduzido nos últimos anos. Era de 500 mg/kg em 2009 e baixou para 200 mg/kg em 2013. A gasolina também deve se se adaptará às novas tecnologias da indústria automobilística, como a injeção direta de combustível, além de viabilizar as metas de emissões da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve).

Em função do processo de refino adotado, a nova gasolina poderá apresentar coloração mais clara e odor diferenciado. Essas características não influenciam o desempenho do combustível no motor. Não haverá problemas com relação à gasolina importada, que já atende às novas especificações da nova gasolina nacional.

Além do teor de enxofre, outros componentes que contribuem para as emissões veiculares terão seus limites reduzidos. São os hidrocarbonetos olefínicos, os hidrocarbonetos aromáticos e o benzeno (este último somente no caso da gasolina Premium, uma vez que o máximo permitido na gasolina comum já era de 1%).

Enxofre_GasolinaBrasileira

Outros tipos

A gasolina premium terá redução no teor de benzeno, ficando com o mesmo limite estabelecido para gasolina Comum. Assim, desde 1º de janeiro de 2014 a única diferença de especificação da gasolina Comum e Premium é o número de octano, medido pelas características Motor Octane Number (MON) e índice antidetonante (IAD). No que se refere às gasolinas Comum Aditivada e Premium Aditivada, elas continuam sendo oferecidas no mercado.

As mudanças na gasolina automotiva acompanham a evolução tecnológica da indústria automotiva mundial, alinhando alguns parâmetros da especificação do combustível aos requisitos internacionais e atendendo às necessidades ambientais de redução dos níveis de poluentes veiculares atmosféricos.

Aditivação obrigatória

A partir de 1º de julho de 2015, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e México, a gasolina comum receberá a adição de detergentes dispersantes, o que reduzirá a formação de depósitos nas válvulas de admissão dos motores.

Vantagens

A Petrobras realizou, na manhã de ontem (7) entrevista coletiva sobre o lançamento das novas gasolinas comum e premium de ultrabaixo teor de enxofre, já distribuídas desde 1º de janeiro de 2014, substituindo integralmente, em todo o território nacional, as gasolinas comum e premium anteriores.

O gerente de Soluções Comerciais e Desenvolvimento de Produtos do Abastecimento, Frederico Kremer, destacou que, além dos benefícios ambientais, outro atrativo das novas gasolinas é que elas protegem o motor dos veículos e proporcionam um custo menor de manutenção, uma vez que reduzem a formação de resíduos nas válvulas, bicos injetores e na câmara de combustão. O óleo lubrificante também dura mais, aumentando o tempo entre trocas.

Segundo o diretor da Rede de Postos de Serviço da Petrobras Distribuidora, Luis Alves de Lima Filho, a gasolina S-50 já está disponível em postos Petrobras de todo o Brasil. “O produto continuará sendo identificado da mesma forma nas bombas”, disse.

As gasolinas S-50 reduzirão as emissões de gases poluentes no escapamento de motores fabricados a partir de 2009 em até 60% de óxidos de nitrogênio (NOx), em até 45% de monóxido de carbono (CO) e em até 55% de hidrocarbonetos (HC). A Petrobras investe continuamente no aprimoramento de seus combustíveis e foi pioneira na remoção total do chumbo na gasolina, em 1989.

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Qualidade

Entre 2005 e 2013, a Petrobras investiu R$ 20,6 bilhões em 21 novas unidades que permitem a produção da gasolina S-50 em todas as refinarias da Petrobras. Esse lançamento consolida uma nova era em combustíveis com ultrabaixo teor de enxofre – um salto tecnológico com qualidade equivalente à dos mercados mais exigentes do mundo.

Fonte: ANP / Petrobras

23:34 · 22.11.2013 / atualizado às 23:34 · 22.11.2013 por
Nas sete edições, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social já investiu mais de R$ 3 milhões no aperfeiçoamento das iniciativas
Nas sete edições, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social já investiu mais de R$ 3 milhões no aperfeiçoamento das iniciativas

O resultado dos esforços e dedicação de diversas pessoas que trabalham para melhorar as condições de vida de comunidades em todo o Brasil foram reconhecidas, No dia 19 passado, na 7ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. A cerimônia aconteceu no Teatro Oi, em Brasília (DF), com a presença de mais de 600 convidados.

As vencedoras foram escolhidas segundo critérios de inovação, interação com a comunidade, poder de transformação social e potencial de reaplicabilidade. Todos os finalistas receberam um ultrabook, um vídeo sobre a tecnologia social e material de divulgação.

As três primeiras colocadas foram premiadas, ainda, com R$ 80 mil, R$ 50 mil e R$ 30 mil, para o aperfeiçoamento das iniciativas. Nas sete edições, a Fundação BB e parceiros já investiram mais de R$ 3 milhões nas tecnologias sociais.

O prêmio recebeu 1.011 inscrições, de todo o País, o que resultou na certificação de 192 tecnologias, que passaram a compor o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil, um cadastro online que disponibiliza soluções desenvolvidas e aplicadas por instituições para os mais diversos problemas sociais.

Dessas, 30 tecnologias se classificaram como finalistas e 15 receberam os prêmios de primeiro, segundo e terceiro lugar, em cada uma das cinco categorias: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; e Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, José Caetano Minchillo, falou sobre a importância do trabalho realizado pelas tecnologias sociais. Caetano destacou ainda a importância de estar perto das pessoas que dedicam suas vidas para melhorar a realidade do Brasil.

“Finalistas, vocês transformam o nosso país. E são momentos como este, quando conhecemos de perto as pessoas que contribuem para transformar a realidade de suas comunidades, que renovamos as nossas forças e encontramos sentido e significado para o nosso trabalho”.

A premiação é uma parceria entre a Fundação BB, a Petrobras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), a KPMG, Auditores Independentes e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

“Apostamos nesta parceria, porque acreditamos que é dessa forma que iremos transformar a sociedade brasileira. Os 30 representantes dessas tecnologias aqui presentes atuam no seu dia a dia transformando sua realidade em cada canto do país. Apoiar essas experiências é reconhecer o trabalho de cada um de vocês”, disse o gerente de Relacionamento Comunitário de Responsabilidade Social da Petrobras, José Aparecido Barbosa.

Umas das premiadas na categoria Mulheres, a quebradeira de coco Luzanira Ferreira, da tecnologia social Farinha de Babaçu: Geração de Renda para Quebradeiras de Coco, de Tocantins (TO), dedicou o prêmio às 400 mulheres que participam do projeto: “Nós mulheres precisamos de políticas públicas, porque a história do Bico do Papagaio é de muitos conflitos. Nós somos fruto dessa luta”, desabafou.

Luzanira presenteou a plateia com a cantiga entoada pelas quebradeiras, quando trabalham, que simboliza a luta delas: “Ei! não derruba esta palmeira / Ei! não devora os palmeirais. Tu já sabes que não pode derrubar / Precisamos preservar as riquezas naturais. O coco é para nós grande riqueza / É obra da natureza / Ninguém vai dizer que não. Porque da palha só se faz casa pra morar / Já é meio de ajudar a maior população…”

Vencedoras

Categoria “Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária”

1ª colocada, Etnomapeamento em Terras Indígenas no Acre (AC)

2ª colocada, Agrofloresta Baseada na Estrutura, Dinâmica e Biodiversidade Florestal (SP)

3ª colocada, Pescando com Redes 3G (DF)

Categoria “Gestores Públicos”

1ª colocada, Cozinha Social e Restaurantes Populares (PR)

2ª colocada, Jogo Oasis – Mobilização Cidadã como Ferramenta de Política Publica (SP)

3ª colocada, Sistema Eletrônico para Chamada Pública e Aquisição da Agricultura Familiar (PR)

Categoria “Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades”

1ª colocada, HB – Tecnologia Social de Combate à Anemia Ferropriva (SE)

2ª colocada, Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana (SC)

3ª colocada, Sisteminha Integrado Alternativo para Produção de Alimentos (PI)

Categoria “Juventude”

1ª colocada, Tecnologia Social de Educação Musical Modular – Reciclando Sons (DF)

2ª colocada, Programa Imagens do Povo (RJ)

3ª colocada, Programa Jovem Empreendedor Rural (CE)

Categoria “Mulheres”

1ª colocada, Farinha de Babaçu: Geração de Renda para Quebradeiras de Coco (TO)

2ª colocada, Licuri: Geração de Renda e Sustentabilidade Ambiental (BA)

3ª colocada, Cadeia Produtiva do Óleo de Amêndoas de Gueroba (GO)

Para saber mais sobre essas e outras tecnologias sociais, acesse www.fbb.org.br/tecnologiasocial/

21:00 · 12.09.2013 / atualizado às 21:02 · 12.09.2013 por

Se as 500 maiores companhias do globo fossem um país, as emissões anuais de gases do efeito estufa (GEEs) dessa nação, 3,6 bilhões de toneladas métricas, seriam mais de sete vezes maiores do que as do Brasil, 488 milhões de toneladas.

O mais preocupante é que essas empresas provavelmente emitirão quantidades ainda maiores de GEEs nos próximos anos, uma vez que a economia mundial está em recuperação.

Essa é uma das conclusões de um levantamento das emissões das empresas listadas no FTSE Global 500 Equity Index – índice que reúne as 500 companhias com maior capitalização na Bolsa de Valores de Londres  – que foi publicado nesta quinta-feira (12 de setembro) pelo CDP, organização não-governamental (ONG) britânica que busca estimular o engajamento climático da iniciativa privada, e pela consultoria PwC.

De acordo com o “Global 500 Climate Change Report 2013”, apenas as 50 maiores empresas avaliadas respondem por 2,54 bilhões de toneladas de GEEs. Além disso, essas companhias – incluindo gigantes como BP, Shell, Chevron, Arcelor Mittal e RWE – registraram conjuntamente um aumento de 1,65% em suas emissões nos últimos quatro anos.

Segundo Jonathan Grant, diretor da PwC, a iniciativa privada precisa se esforçar mais para evitar o crescimento das emissões. “Estamos a poucas semanas da publicação do novo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, que será um dos documentos mais abrangentes já realizados sobre as mudanças climáticas. Apesar de algumas empresas estarem atentas aos riscos e serem transparentes sobre o seu planejamento e reporte sobre mudanças climáticas, as emissões das maiores companhias seguem subindo.”

O relatório aponta que as emissões das cadeias de fornecedores ainda não são contabilizadas de forma completa e que alguns setores são bem mais conscientes do que outros.

Por exemplo, enquanto as seguradoras estão muito mais engajadas e alertas para o aquecimento global, o setor de energia ainda possui uma enorme quantidade de empresas que não possuem metas para emissões.

“O medo dos impactos futuros das mudanças climáticas está crescendo à medida que presenciamos mais eventos extremos, como o furacão Sandy, que causou US$ 42 bilhões em prejuízos. (…) O resultado é que estamos percebendo uma transformação no mundo corporativo, que está ficando mais alerta para a necessidade de lidar com os riscos das mudanças climáticas e de aumentar a sua resiliência”, explicou Paul Simpson, CEO do CDP.

Rankings

Apesar da preocupação com a falta de metas e de engajamento das empresas, o relatório traz também com grande destaque os bons exemplos. São apresentados dois rankings para classificar as companhias com melhor desempenho no que diz respeito às ações de adaptação e mitigação climática (CPLI) e as mais transparentes na divulgação de suas informações e impactos (CDLI).

Nos dois rankings, as empresas que receberam notas máximas (100 A) foram: BMW, Daimler, Royal Philips, Nestlé, BNY Mellon, Cisco Systems e Gas Natural SDG.

Entre as empresas brasileiras mencionadas, a Vale é a melhor classificada, com a pontuação de 98 B. Depois aparecem BRF Brasil Foods, 83 B, Itaú Unibanco, 83 C, Petrobras, 82 C, Banco Bradesco, 76 C, Ambev, 66 C, Banco Santander, 64 C, Banco do Brasil, 54 D, e Cielo AS, 53 E.

Dezenas das 500 maiores companhias não quiseram participar do levantamento, entre elas Amazon, Kia, Time Warner, Valero Energy, CaterPillar, Facebook, Apple e Prada.

Fonte: Instituto CarbonoBrasil

13:31 · 05.09.2013 / atualizado às 13:42 · 05.09.2013 por

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A Fundação Banco do Brasil divulgou, nesta terça-feira (3), a relação das finalistas da 7ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Neste ano, das 1.011 inscrições recebidas, 192 foram reconhecidas e certificadas como tecnologia social. Dessas, 30 compõem o grupo de finalistas do Prêmio 2013.

Tecnologias sociais são produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representam efetivas soluções de transformação social.

As finalistas concorrem, agora, a prêmios nos valores de R$ 80 mil, R$ 50 mil e R$ 30 mil, para o primeiro, segundo e terceiro colocados, respectivamente. Elas apresentam soluções importantes, de baixo custo e fácil reaplicabilidade, que ajudam a melhorar a vida em sociedade.

Além do valor em dinheiro, as finalistas receberão, ainda, um kit com material de divulgação das tecnologias sociais, com folders, catálogo e um vídeo promocional com cerca de quatro minutos.

Os projetos selecionados para concorrer à grande final foram classificados por categoria. São elas: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; e Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades. Ao todo, serão destinados R$ 800 mil para expansão e aperfeiçoamento das tecnologias sociais vencedoras.

A próxima fase é a de julgamento, quando as 30 tecnologias sociais finalistas serão analisadas segundo critérios de inovação, interação com a comunidade, poder de transformação social e potencial de reaplicabilidade.

Haverá pontuações para cada critério e a tecnologia com maior pontuação média, em cada categoria, será declarada vencedora. O resultado final será divulgado em 19 de novembro, durante cerimônia em Brasília.

Prêmio

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social acontece a cada dois anos e as inscrições são abertas a instituições legalmente constituídas no Brasil, de direito público ou privado, sem finalidades lucrativas.

Desde 2001, por meio do Prêmio, a Fundação BB identificou, premiou e certificou como tecnologia social diversas iniciativas que hoje compõem o Banco de Tecnologias Social, uma base de dados online com mais de 500 tecnologias sociais disponíveis para consulta.

A edição deste ano recebeu 1.011 inscrições de iniciativas sociais. Em 2013, o tema educação recebeu o maior número (457), seguido de renda (219), meio ambiente (137) e saúde (75).

Entre as 192 certificadas, o Sudeste foi a região que teve o maior número de projetos reconhecidos (74), seguida do Nordeste (38) e do Sul (30). O Norte teve 27 tecnologias sociais certificadas e o Centro-oeste, 23.

O Prêmio é realizado em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Petrobras, a KPMG Auditores Independentes, além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Veja aqui a lista das 30 finalistas.

Fonte: Fundação Banco do Brasil

07:52 · 24.07.2013 / atualizado às 08:58 · 24.07.2013 por

Parceria do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) com a Petrobras e a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) vai garantir a construção de mais 20 mil sistemas de captação e armazenamento de água para produção em 210 municípios do Semiárido.

O contrato é uma resposta ao convite feito pelo ministério a empresas e instituições, para integrarem ações do Plano Brasil Sem Miséria de estruturação de políticas públicas de Convivência com o Semiárido e enfrentamento à seca na região.

O investimento da Petrobras neste projeto será de R$ 200 milhões, em 12 meses. O objetivo da parceria é promover o desenvolvimento rural, estimular a geração de renda e garantir a segurança alimentar das famílias agricultoras que vivem na área de abrangência do programa.

Serão desenvolvidos quatro tipos de sistemas de captação e armazenamento de água da chuva: cisternas-calçadão, cisternas de enxurrada, barreiro-trincheira e barragens subterrâneas.

Todas elas são tecnologias simples, de baixo custo, fáceis de serem implantadas e já adaptadas às condições de vida da população rural do Semiárido. Para a execução do projeto, 1,3 mil pedreiros serão capacitados em técnicas de construção destinadas à captação de água da chuva.

A escolha das famílias que receberão os sistemas vai priorizar as que têm renda familiar mensal de até meio salário mínimo por pessoa, localizadas na zona rural, com crianças de até seis anos ou com crianças e adolescentes matriculados e frequentando a escola.

Também serão consideradas famílias integradas por adultos com idade igual ou superior a 65 anos, por pessoas com deficiência e que tenham mulheres como chefes de família. Entre as condições técnicas, serão analisados aspectos relacionados à área disponível, características geológicas e de solos.

A construção de tecnologias sociais de captação de água para produção integra o eixo de inclusão produtiva rural do Brasil Sem Miséria. A meta do governo federal é implantar 64 mil sistemas desse tipo até 2014.

Esse investimento específico se dá por meio de um contrato de patrocínio entre a Petrobras e a ASA e será desenvolvido pela Associação Um Milhão de Cisternas Rurais para o Semiárido Brasileiro (AP1MC),  através do Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania.

Ele permitirá a construção dessas 20 mil Tecnologias Sociais (TS) de captação de água da chuva para a produção de alimentos, por meio do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), da ASA.

Fonte:  ASA / MDS / Petrobras

11:09 · 22.07.2013 / atualizado às 11:09 · 22.07.2013 por
As cisternas estão entre as primeiras Tecnologias Sociais premiadas pela Fundação Banco do Brasil Foto: Fabiana de Paula / Agência Diário
As cisternas estão entre as primeiras Tecnologias Sociais premiadas pela Fundação Banco do Brasil Foto: Fabiane de Paula / Agência Diário

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social recebeu, nesta 7ª edição, 1.011 inscrições de iniciativas sociais de todas as regiões do País. O número é 93,3% maior do que o registrado na primeira edição, realizada em 2001. Naquele ano, foram inscritos 523 projetos.

Em 12 anos, por meio do Prêmio, a Fundação identificou, premiou e certificou como Tecnologia Social diversas iniciativas que hoje compõem o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados online disponível para acesso.

O tema educação recebeu o maior número de inscrições (457) em 2013, seguido de renda (219), meio ambiente (137), saúde (75), alimentação (64), recursos hídricos (35), habitação (14), e energia (10). A região Sudeste apresentou o maior número de iniciativas sociais inscritas (409).

“Mesmo passados todos esses anos da sua criação, o Prêmio continua um sucesso, e isso deve-se a alguns fatores como: seriedade na definição das Tecnologias Sociais (TS) certificadas, na seleção das finalistas e na premiação das vencedoras”, explica Jefferson Oliveira, gerente de Divisão de Tecnologia Social da Fundação BB.

Segundo ele, antes do Prêmio, as pessoas desenvolviam ricas experiências e não percebiam que estavam trabalhando ou desenvolvendo uma Tecnologia Social. Hoje, ao conhecer melhor o conceito, passaram a identificar esta correlação.

“Isto é muito comum em experiências criadas pela própria comunidade. A partir da necessidade de resolver algum problema as pessoas são motivadas e provocadas para buscar uma solução, que pode ser alguma metodologia que facilite a sua vida ou algum produto que ajude em determinada tarefa”, afirma.

Ao cumprir esses papéis, explica o gerente, o Prêmio e o Banco de Tecnologias Sociais tornaram-se referência entre as instituições parceiras e reaplicadoras, além do governo.

Certificação

Para ser certificado como Tecnologia Social, o projeto inscrito deve corresponder aos critérios de reaplicabilidade, efetividade da transformação social, interação com a comunidade, ter sido implementado há pelo menos um ano e contemplar, no mínimo, uma das seguintes dimensões: protagonismo social, respeito cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica.

O certificado é concedido pela Fundação Banco do Brasil, em conjunto com a Petrobras e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES).

Neste ano, serão escolhidas 30 Tecnologias Sociais finalistas e, destas, 15 serão as vencedoras, na classificação de 1º, 2º e 3º lugar, em cada categoria. A premiação para os três primeiros lugares é novidade nesta edição do Prêmio.

“Nossa intenção, com o aumento da premiação, é contribuir para o aprimoramento de um maior número de Tecnologias Sociais, permitindo que elas tenham uma maior facilidade de serem reaplicadas”, explica Jefferson. Ao todo, serão destinados R$ 800 mil para investimento nas Tecnologias Sociais vencedoras.

O Prêmio

A premiação é concedida a cada dois anos e as inscrições são abertas a instituições legalmente constituídas no Brasil, de direito público ou privado, sem finalidades lucrativas. As tecnologias sociais certificadas pela Fundação Banco do Brasil passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS).

Tecnologias Sociais são produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformação social.

Fonte: Fundação Banco do Brasil