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Tag: Semana do Meio Ambiente


10:58 · 05.06.2017 / atualizado às 10:58 · 05.06.2017 por

 

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente. Para lembrar a data, o Diário do Nordeste publica o caderno especial de Gestão Ambiental sobre Moda Sustentável. Ainda no clima de Semana do Meio Ambiente, promove, amanhã, o III Seminário Economia Verde – Moda Sustentável: como agregar valor ao seu negócio, amanhã (6), às 19h, na Praça Central do Shopping Parangaba (piso L1), com o especialista em Sustentabilidade Jair Kievel. O evento se insere no Fórum Fortaleza Sustentável, cinco dias de palestras, oficinas e apresentações culturais alusivas à temática sustentabilidade, promovido pelo Shopping Parangaba, em parceria com o Instituto Íris.

Sustentabilidade é um termo a cada dia mais presente no mundo. Muitas mudanças ocorreram desde que a expressão Desenvolvimento Sustentável foi cunhada, há décadas. Passamos por várias conferências ambientais e climáticas até que alguns setores começaram a incorporar a preocupação com o ambiente que nos abriga e fornece matéria-prima. Não é diferente como mercado da moda.

No início da humanidade, o ato de vestir era uma forma de se proteger, principalmente do frio. Com o tempo, passou a significar uma forma de se distinguir na sociedade e mesmo de se expressar. Vestir de forma mais sustentável requer, primeiramente, reflexão, que deve começar diante do guarda-roupas. Se há algo que não se veste há mais de seis meses, é hora de pensar se realmente é necessário manter. Reunião de trocas entre amigos ou mesmo grupos virtuais são meios de se desfazer daquelas peças que não combinam mais com o estilo ou de renovar o guarda-roupas constantemente sem grandes gastos.

Outro momento importante de ponderação está na hora da compra. Primeiro questionamento: é necessário? Depois vem uma reflexão mais complexa. Hoje, algumas grandes redes varejistas, como a multinacional holandesa C&A, estão buscando investir em cadeias sustentáveis, incluindo o estímulo à produção de algodão orgânico.

Há também iniciativas individuais, muitas vezes idealistas, como a VIDA BR, que produz camisetas com tecidos feitos de fios PET reciclados com estampas cujas cores ressaltam quando expostas à luz solar e que ainda pode servir como crédito na compra de uma nova ao atingir o fim da sua vida útil.

Esse é o momento de refletir mais a fundo sobre a cadeia de fornecedores de cada peça. Os preços podem ainda não ser os mais acessíveis, pelas dificuldades de produção em escala e os investimentos para redução dos impactos da produção sobre o equilíbrio ambiental, mas certamente essas ações fazem a diferença ao mobilizarem os consumidores para a importância de repensar o consumo.

10:42 · 04.06.2017 / atualizado às 12:51 · 04.06.2017 por

 


A área do Rio Cocó constitui  um dos mais importantes espaços verdes da cidade de Fortaleza Foto: Fernando Travessoni / Agência Diário

A assinatura, pelo governador Camilo Santana, hoje, 4 de junho de 2017, na abertura da Semana do Meio Ambiente, da regulamentação definitiva da poligonal do Parque do Cocó é, como disse o secretário do Meio Ambiente do Ceará, Artur Bruno, “a concretização de um sonho de cerca de 40 anos, acalentado por gerações de ambientalistas e cidadãos fortalezenses. Foram várias e várias lutas, de diversos segmentos sociais organizados, até se conseguir a legalização”.

Na oportunidade estão sendo homenageadas 19 personalidades que contribuíram para a criação, desenvolvimento e regulamentação do Parque, com a comenda “Amigo do Parque”. Confira a lista completa a seguir:

Flávio Tores, Marília Brandão e Joaquim Feitosa (post mortem), que foram dirigentes da Socema, e lideravam o movimento, no fim dos anos 70, pela criação do Parque do Cocó.
João Saraiva, Vanda Claudino Sales e Samuel Braga, que lideraram a luta pela criação do Parque do Cocó nos anos 80.
João Alfredo, um dos parlamentares que, desde os anos 80, mais se envolveram nesta luta.
Evandro Ayres de Moura (Post Mortem) e Lúcio Alcântara, prefeitos que criaram o Parque Adahil Barreto (Primeiro Parque do Cocó).
Maria Luíza Fontenele, prefeita que criou a APA do Vale do Rio Cocó em Fortaleza, em 1986.
Tasso Jereissati, Adolfo Marinho e Renato Aragão, que lideraram a criação do atual Parque do Cocó no fim dos anos 80 e início dos 90.
Cid Gomes, que cercou o Parque do Cocó e tentou regulamentá-lo.
Alessander Salles, que liderou as ações na Justiça para a existência do Parque.
Ciro Gomes, que decretou o aumento da área do Cocó.
Fátima Limaverde, que liderava as mobilizações pela criação do Parque nos anos 80 e 90.
Tenente Araújo, que comandou a Polícia Militar Ambiental do rio e sua navegação.
José Bozarcchiello da Silva, geógrafo, professor da UFC.

O que significa a regulamentação

Segundo o governo, A regulamentação do Parque é a adequação desta área verde como Unidade de Conservação (UC) de Proteção Integral segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), conforme a Lei Federal Nº 9985/2000. A adequação ao Snuc indica que a área criada como Parque deve ser de posse e domínio público, dando a titularidade do terreno ao poder público, para fazer o controle e a proteção deste espaço.

Com a transformação em UC de proteção integral, o regime jurídico fica bem mais restritivo e protetivo, com previsão também na Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal Nº 9985/2000) e no seu Decreto Regulamentador de Nº 6514/2008. Inclusive neste decreto, tem uma subseção que estipula a dosimetria das Infrações Cometidas Exclusivamente em Unidades de Conservação.

Toda essa previsão legal deve dar maior embasamento à atuação da gestão ambiental, pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), à atuação da fiscalização e monitoramento, pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e à atuação policial (Batalhão de Policiamento Ambiental).

Histórico da criação do Parque

A primeira área do Rio Cocó a ser protegida, em 29 de março de 1977, quando declarada de utilidade pública para desapropriação, foi fruto de intensa mobilização social, que impediu a construção ali do que seria a sede do BNB.

Em 11 de novembro de 1983, o Decreto Municipal Nº 5.754 deu a denominação de Parque Adhail Barreto àqueles 10 hectares. Em 5 de setembro de 1989, o Decreto Estadual Nº 20.253 criou o Parque Ecológico do Cocó, expandido em 8 de junho de 1993.

No entanto, não houve a consolidação do Parque do ponto de vista legal, o que gerou diversas invasões em seu entorno. Os dois decretos de desapropriação caducaram e a regularização fundiária não foi plenamente efetuada.

O projeto atual

Pelo atual projeto do governo, discutido com a sociedade por meio de audiências, inclusive com o Fórum Permanente pela Regulamentação do Cocó, que reúne 25 entidades públicas e não-governamentais, se chegou à concretização de um dos maiores parques naturais em áreas urbanas do mundo. O Parque do Cocó terá 1.571ha, superando o Ibirapuera, em São Paulo (221ha), e o Central Park (341ha), em Nova York.

Os estudos realizados para subsidiar o decreto de criação do Parque Estadual do Cocó, de acordo com a legislação pertinente, que demandaram investimentos por parte do Estado e do Município, foram:

1. Diagnóstico Ambiental do baixo curso da bacia do Rio Cocó- R$ 474.537,52 (contratado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza)
2. Diagnóstico Sócioambiental das ocupações inseridas na poligonal proposta- R$ 375.000,00 (contratado pela Sema)
3. Materialização georeferenciada da poligonal que compreende o trecho entre a BR-116 e a foz do rio Cocó-R$ 275.692,00 (contratado pela Sema)
4. Levantamento topográfico para delimitação da poligonal compreendida entre o Quarto Anel Viário e a BR-116 (Contratado pela secretaria das Cidades)

Os demais estudos foram realizados pelo Grupo de Trabalho (GT do Rio Cocó), coordenado pela equipe técnica da Sema, sem ônus para o Estado. O Decreto Nº 4.340 de 22 de agosto de 2002 trata em seu Art. 33 sobre a aplicação dos recursos da compensação ambiental, explícito em seu inciso IV a utilização deste recurso para realização de Estudos para criação de novas UC, o que permitiu à Sema utilizar este recurso, a partir da aprovação do projeto pela Câmara de Compensação Ambiental.

Concurso Nacional de Ideias

Além de definir o espaço, o governo estadual realizará um concurso nacional de ideias para dotar o equipamento com estruturas que proporcionem condições para que a população desfrute ainda mais do Parque, mediante atividades de educação ambiental, lazer, esporte, estudo ou para contemplação. Estas intervenções serão realizadas em áreas degradadas.

O Parque é considerado de grande importância tanto para a cidade, como para a biodiversidade protegida dentro de seus limites, com diversas espécies de vida animal e vegetal, algumas inclusive ameaçadas. Do ponto de vista climático, serve para reduzir a temperatura, além de formar uma bacia que previne enchentes em quadras chuvosas mais intensas.

Estão sendo realizadas também ações para recuperar o rio, da nascente até a foz, por meio de parcerias entre governo do Estado, prefeituras e sociedade civil, no chamado Pacto pelo Cocó. A navegabilidade do Cocó já foi restabelecida em vários trechos, inclusive com a restauração do passeio de barco entre as avenidas Sebastião de Abreu e Engenheiro Santana Júnior, num processo de limpeza, feito em parceria com a Secretaria de Infraestrutura do Município de Fortaleza (Seinf) que já retirou mais de duas mil toneladas de resíduos sólidos do rio e que foi escolhido como um dos dois melhores projetos ambientais de órgãos públicos do País, no Prêmio Nacional da Biodiversidade, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Continuidade

O debate não para com a regulamentação de hoje. Continua com a implantação do Plano de Manejo e a possibilidade de incorporação de outras áreas, como as dunas nos bairros Cocó, Cidade 2000 e Praia do Futuro. No momento, o governo do Estado justifica falta de recursos para as desapropriações necessárias.

As melhorias já feitas no Parque

1 – A construção do Espaço Cine Cocó, destinado prioritariamente à ações de educação ambiental
2 – Revitalização de equipamentos esportivos (quadra poliesportiva, quadras de vôlei de areia,campos de futebol)
3 – Identificação em pedra cariri (nome científico e popular) das principais espécies da flora do Parque. E inserção de dezenas de placas educativas e informativas no entorno do anfiteatro e trilhas
4 – Construção de um calçadão (1,2km) destinado a práticas esportivas (caminhada e cooper) e construção de rampas de acessibilidade com piso tátil, com ampliação do sistema de iluminação
5 – Revitalização e manutenção constante de trilhas e pontes, além das calçadas das avenidas adjacentes
6 – Retomada dos passeios de barco no Rio Cocó
7 – Criação de áreas de convivência (mesinhas e banquinhos) confeccionadas com árvores tombadas
8 – Aquisição de equipamentos de atividade física em parceria com Unimed e Prefeitura de Fortaleza, merecendo destaque a academia ao ar livre, “Praça amiga da Criança”
9 – Retorno do arvorismo (equipamentos de ecoaventura com 10 estações)
10 – Retomada do Projeto “Viva o Parque”, que ocorre aos domingos com diversas atividades culturais, de lazer e de entretenimento

Fonte principal: Sema

10:00 · 08.06.2016 / atualizado às 21:39 · 07.06.2016 por

Em comemoração ao Dia Nacional da Educação Ambiental, 3 de junho, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou 20 cursos de educação a distância. O objetivo é promover a reflexão e a ação da sociedade em torno das questões ambientais, contribuindo para a qualificação e fortalecimento da agenda socioambiental. A previsão é formar 20 mil pessoas até dezembro deste ano.

O Dia Nacional da Educação Ambiental foi criado pelo governo federal em 2012 para valorizar o trabalho do educador que atua nessa área e estimular discussões sobre sustentabilidade, meio ambiente, mudanças climáticas, desmatamento, entre outros temas.

Os cursos, que serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), integram a estratégia de formação do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do ministério, ampliando o acesso dos diversos públicos interessados nos processos formativos desenvolvidos pelo MMA.

Público

A grade de cursos contempla vários públicos, como: consumidores; pais e mães; educadores; empreendedores; profissionais da área ambiental; jovens; servidores públicos; conselheiros municipais; estudantes; coordenadores das Salas Verdes (projeto do MMA), mulheres; representantes de organizações da sociedade civil; trabalhadores e gestores públicos.

Para a diretora de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão, os cursos oferecidos visam mobilizar e formar pessoas e instituições para apoiarem na implementação das políticas públicas de meio ambiente, contribuindo na construção de sociedades sustentáveis. “A proposta é que consigamos sistematizar as demandas do MMA por ações de formação e capacitação e promovê-las de modo integrado e em consonância com o projeto político pedagógico do MMA, que foi fruto de um trabalho coletivo da Comissão Intersetorial de Educação Ambiental do MMA e vinculadas – CISEA”, disse.

Os cursos abordam temas variados. Destaque para a nova edição de “Estruturação da Gestão Ambiental Municipal”, iniciativa do Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais (PNC). O intuito é apoiar os municípios na estruturação institucional e o fortalecimento da gestão ambiental municipal, com a ótica da sustentabilidade socioambiental e territorial.

Inscrições

Durante a Semana do Meio Ambiente, comemorada pelo MMA com programação especial, estão abertas as inscrições para sete cursos:

– A3P: Sustentabilidade na Administração Pública

– Crianças e o Consumo Sustentável

– Estilos de vida sustentáveis

– Produção e consumo sustentável

– Guia para a Produção de Conteúdos EAD

– Igualdade de Gênero e Desenvolvimento Sustentável

– Estruturação da Gestão Ambiental Municipal

Temas prioritários

Em abril deste ano, o MMA já havia lançado os cursos “Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar” e “Apoio à implementação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar”, com um total de 2 mil vagas. Esses cursos estão em andamento e têm como objetivo colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar, e apoiar a implementação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF).

Os demais cursos serão lançados no segundo semestre desse ano e serão realizados até dezembro.  Confira a grade completa aqui.

Conceito

A Educação Ambiental envolve processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Esse conceito consta na Lei Nº 9.795, de 1999, que define a Política Nacional de Educação Ambiental. Segundo a política, a Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

Neste sentido, o MMA trabalha com diretrizes e políticas públicas que promovem a Educação Ambiental no País. Desde a formação continuada de educadores e da sociedade em geral, seja por meio de cursos presenciais ou à distância, passando pelo incentivo da sustentabilidade na agricultura familiar, pela organização de mostras de vídeos socioambientais, pela promoção de espaços educadores, por cooperações internacionais e pela produção de material socioambiental orientador.

Informações sobre o PEAAF

Fonte: MMA

20:58 · 30.05.2016 / atualizado às 21:00 · 30.05.2016 por

Sete ações para a Semana do Meio Ambiente

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, o Instituto Akatu preparou uma lista de atitudes conscientes que todo mundo pode adotar durante a Semana do Meio Ambiente (30 de maio a 5 de junho), em diversas situações do dia a dia. A ideia é mostrar como cada um de nós pode praticar o consumo consciente em todos os lugares – em casa, na escola, no trabalho ou nos espaços públicos em que convivemos nas cidades.

“Ao propor ações simples, o nosso objetivo é que, ao experimentar novos hábitos durante um dia da semana, cada pessoa veja que é possível incorporá-los de maneira permanente ao seu cotidiano. Assim, cada um pode contribuir para o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e o social para preservar e recuperar os recursos naturais de nosso Planeta”, afirma Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu.

Durante a Semana, o Instituto Akatu também realizará a campanha #MudançaDoDia em suas Redes Sociais com o apoio de instituições parceiras, para disseminar o conteúdo do calendário com as sete atitudes para a Semana do Meio Ambiente.

Sobre o Instituto Akatu

Criado em 15 de março de 2001, o Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para um novo jeito de viver com consumo consciente e mais bem-estar para todos.

As atividades do Instituto estão focadas na mudança de comportamento do consumidor em duas frentes de atuação: Educação e Comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, conteúdos e metodologias, pesquisas, jogos e eventos.

O Akatu também atua junto a empresas que buscam caminhos para a nova economia, ajudando a identificar oportunidades que levem a novos modelos de produção e consumo – modelos que respeitem o ambiente e o bem-estar, sem deixar de lado a prosperidade.

Confira a lista das sete atitudes para a Semana do Meio Ambiente:

Segunda-feira – 30 de maio

Água: feche a torneira ao escovar os dentes

Quem deixa a torneira aberta durante a escovação durante 1 minuto desperdiça 14 litros de água! Se toda a família usar o volume de um copo de água só para enxaguar a boca, em apenas um mês, o volume economizado é suficiente para 40 anos de escovação de dentes da família toda.

Terça-feira – 31 de maio

Energia: reduza o tempo de banho no chuveiro elétrico

O gasto de energia elétrica de um chuveiro ligado é equivalente ao de 45 TVs ao mesmo tempo. Que tal diminuir o seu tempo de banho?

Quarta-feira – 1º de junho

Alimentos: faça uma receita que aproveite cascas e talos de frutas e vegetais

Essas partes, que geralmente são desperdiçadas e geram mais resíduos, podem compor pratos nutritivos e deliciosos!

Quinta-feira – 2 de junho

Mobilidade: faça trechos curtos a pé ou de bicicleta. E organize esquemas de carona!

A queima de combustíveis fósseis como a gasolina e o diesel é uma das principais responsáveis pelo aquecimento global, que ameaça o nosso bem-estar. Por isso, sempre que possível, mesmo que em trechos curtos, dê preferência ao deslocamento a pé ou de bicicleta – o que, de quebra, serve como uma dose diária de exercício físico. Um esquema de caronas coletivo também ajuda a ter o melhor aproveitamento do combustível e do veículo.

Sexta-feira – 3 de junho

Moda: promova uma feira de trocas de roupa com os amigos

Na hora de comprar uma roupa, reflita: você precisa mesmo de uma nova? Talvez seja mais interessante fazer trocas, com os amigos e familiares, de peças que não estão mais em uso. É divertido e economiza recursos naturais: a produção de apenas uma calça jeans, por exemplo, consome 10 mil litros de água!

Sábado – 4 de junho

Eletrônicos: faça a destinação correta dos celulares e eletrônicos que estão na gaveta.

É preciso fazer a destinação adequada de celulares e de eletrônicos, já que seus componentes podem conter metais pesados e outros contaminantes. Caso o aparelho ainda esteja funcionando, tente doar ou vender para outra pessoa que precise. Se não for possível estender a vida do aparelho, destine-o a um posto especializado de coleta ou entregue à operadora do celular ou do fabricante.

Domingo – 5 de junho

Bem-estar para todos: crie uma horta em casa ou na sua comunidade

Procure um canto ensolarado na sua casa para cultivar algumas plantas que sirvam de tempero como salsinha, cebolinha, hortelã e manjericão. Assim, você sempre terá os ingredientes frescos à disposição, mais nutritivos, saborosos e saudáveis. Se houver mais espaço, você pode investir em verduras e até árvores frutíferas – e convocar vizinhos para participar da manutenção e, claro, da colheita.

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Fonte: Instituto Akatu

13:31 · 08.10.2013 / atualizado às 13:45 · 08.10.2013 por

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realizou, nesta segunda-feira (7), a primeira reunião do Grupo de Trabalho Intersetorial sobre Produção e Consumo Sustentáveis. Com o objetivo de debater medidas que estimulem a Economia Verde, o encontro ocorreu, em Brasília, com participantes do governo federal e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e entidades vinculadas.

O comitê é resultado das atividades da Semana do Meio Ambiente, realizada pelo MMA em junho deste ano, no Rio de Janeiro. A ideia é promover a troca de informações entre os envolvidos no processo industrial do País. “Não tem como avançarmos nas políticas ambientais sem discutir as dificuldades e as formas de mobilização e capacitação do setor”, afirmou a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Mariana Meirelles.

Compras sustentáveis

A pauta do primeiro encontro foi a adoção de iniciativas de compras sustentáveis na administração pública. De acordo com Mariana, a intenção do grupo é incluir companhias de porte menor em uma lógica de Desenvolvimento Sustentável. “É preciso discutir formas de engajar pequenas e médias empresas”, explicou. “O diálogo aberto entre indústria e governo é necessário para mudar os padrões de produção e consumo no país.”

A indústria defendeu que as particularidades de cada área sejam levadas em consideração. “Esse é um tema que precisa do amadurecimento do setor. É importante ponderar o que cada setor pode contribuir, disse Sérgio Monforte, representante da CNI. Também participaram da reunião integrantes dos ministérios do Planejamento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Consumo consciente

Para relembrar os compromissos assumidos na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o MMA articulou com a sociedade civil uma série de eventos no início de junho deste ano, no Rio de Janeiro, em comemoração à Semana do Meio Ambiente.

Tema do evento, o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) fomenta políticas, programas e ações que promovam a produção e o consumo sustentáveis no País. A iniciativa está de acordo com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, sobretudo com as diretrizes do Processo de Marrakesh, que foi criado para dar aplicabilidade ao conceito de Produção e Consumo Sustentáveis e promover mudanças verificáveis nos padrões de produção e consumo no mundo.

O PPCS está focado em seis áreas principais: Educação para o Consumo Sustentável; Varejo e Consumo Sustentável; Aumento da Reciclagem; Compras Públicas Sustentáveis; Construções Sustentáveis e Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).

Fonte: MMA

12:09 · 09.06.2013 / atualizado às 12:12 · 09.06.2013 por

A Festa pela Vida começa às 16h, no Parque Ecológico Rio Branco, no Joaquim Távora Foto: José Leomar

A Festa pela Vida começa às 16h, no Parque Ecológico Rio Branco, no Joaquim Távora Foto: José Leomar

O Movimento Proparque realiza a 15ª Festa da Vida hoje (9), das 16h às 19h, no Parque Ecológico Rio Branco, entrada principal pela Avenida Pontes Vieira, no bairro Joaquim Távora, em Fortaleza. Trata-se do encerramento da Semana do Meio Ambiente comemorada pela sociedade civil cearense.

Foram confirmadas 25 atrações na Festa, a cargo de diferentes entidades. A celebração começa com show de Tai Shi no palco do anfiteatro, prossegue com lançamento de um CD, apresentação de cantores e tecladistas e termina com o Grupo Ritmos interpretando chorinho. O Circo Tupiniquim vai interpretar a peça Pato Aqui Pato Acolá, às 18h.

A música tema este ano é “O Sal da Terra”, de Beto Guedes, a partir da qual foi elaborado o tema “Deixa nascer, crescer e fluir o amor”. Segundo os organizadores do Movimento Proparque, os claros sinais de morte na crise ecológica deram origem à Festa da Vida, celebrada desde 1998 (exceto 2009), sempre na Semana do Meio Ambiente. A festa tem dois momentos: o primeiro, exposição, debaixo das árvores, do que as entidades fazem pela vida; e o segundo, com números artísticos no anfiteatro.

Os Movimentos e entidades de quaisquer áreas de atuação mostram o que estão fazendo em favor da vida, com dança, música, pintura, faixas, cartazes, teatro de boneco, panfletos, poesia, vídeo, demonstrações, performances, teatro de rua, fanzine, colagens, cinema, desenhos. Podem participar todos os credos, todas as filosofias, todos os segmentos partidários, contanto que não façam proselitismo político nem religioso e se expressem com arte, e não, com discurso oral.

Atrações confirmadas

1. Fundação Mata Atlântica com oficina sobre carvão ecológico.

2. Mardônio Gomes lança CD “Nosso Mundo”, de músicas sobre meio ambiente, acompanhado pela Banda CirculaSom.

3. Paróquia de Fátima, com coleta de recicláveis eletrônicos

4. Centro Cultural Banco do Nordeste: Circo Tupiniquim com a peça “Pato Aqui, Pato Acolá”.

5. Márcia Paiva vem cantar

6. Escola Madre Teresa de Calcutá: número de música.

7. Alguns diretores de escolas farão divulgações com faixas e convites.

8. Projeto Crescer com Arte, com banda de percussão

9. O veterinário Maurício Plutarco, para cuidar de animais

10. Brinde: um saco de ração animal para sorteio entre os donos de cães

11. Comitê Popular da Copa: campanha contra a exploração sexual das mulheres na copa

12. Comunidade Lauro Vieira Chaves com sua TV popular

13. Projeto Ecogalera: jovens de escola pública em campanha criativa pelo meio ambiente

14. Entidades do Movimento Contra Remoções: exposição

15. Movimento Pró-Coleta Seletiva com Geração de Renda, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima

16. Escola Vila:  Cocobra

17. Grupos Familiares Al Anon (do Bairro Tauape): exposição

18. Lar Amigos de Jesus, casa que acolhe crianças acometidas de câncer e seus familiares: Exposição

19. Movimento Pró-Árvore: mala da prosperidade

20. Movimento Pró-Árvore: plantio de uma árvore e oficina de semeadura

21. Movimento Pró-Árvore: exposição de fotos

22. Oficina de fanzine em cima da questão: como me sinto no parque?

23. Oficina sobre como fazer uma composteira para material de cozinha

24. Manoel Messias de Araújo, tecladista

25. Grupo Ritmos (Chorinho)

26. Aplicação de Reiki voluntário por David Ribeiro

27. Grupo Crítica Radical: lançamento da revista “De Saída”, com textos de autores do Brasil e de outros países questionando o capitalismo

Fonte: Movimento Proparque

23:45 · 29.05.2011 / atualizado às 23:46 · 29.05.2011 por

O Fórum Ideias Inovadoras em Políticas Públicas (FIP) debate,  amanhã e depois (30 e 31 de maio), na Assembléia Legislativa do Ceará (AL-CE),  o tema Economia Verde: uma agenda positiva nas esferas públicas e privadas, abrindo a Semana do Meio Ambiente. Informações e inscrições: www.al.ce.gov.br ou (85) 3277.3704 e 3277.3740.