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Tag: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)


19:11 · 24.07.2017 / atualizado às 19:41 · 24.07.2017 por
O cantor pernambucano se junta à ONG para dar visibilidade ao Desafio Ambiental para estimular negócios sustentáveis, reconhecer inovações, iniciativas sociais e ferramentas que fomentem a sustentabilidade e que apoiem a restauração florestal em harmonia com questões sociais Foto: WWF-Brasil

Em uma iniciativa para trazer melhorias ao meio ambiente, o WWF-Brasil lançou, em junho, o Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal, com o intuito de apoiar o País a atingir suas metas de restauração e, ao mesmo tempo, dar visibilidade a iniciativas pioneiras. E, para chamar atenção à causa, o cantor Lenine se uniu ao WWF-Brasil.

Engajado em causas ecológicas, Lenine aceitou de pronto participar desta ação, que tem suas inscrições abertas até o dia 9 de agosto. Para o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, “há bastante sinergia entre os valores do Lenine e os da organização, devido ao posicionamento ecológico dele e o seu envolvimento com a ‘causa verde’”.

E continua: “Queremos encontrar e promover o empreendedorismo e a inovação no setor privado para que a restauração florestal ganhe escala e se multiplique nas propriedades rurais brasileiras. Ao mesmo tempo, queremos popularizar o tema de restauração, que é de interesse público, e essa conexão com o público ganha força com a presença do Lenine”.

Lenine iniciou em 2015 o projeto Carbono, inspirado no elemento químico conhecido como a “base da vida”. Nesse álbum, o cantor destaca os impactos ambientais gerados pelo homem e a importância de freá-los.

Desafio Ambiental

Trata-se de um concurso para mapear, conectar, impulsionar e premiar iniciativas que restauram biomas brasileiros por meio de modelos inovadores e sustentáveis. A ação combina os universos da restauração florestal e do empreendedorismo de impacto e inovação, visando não só premiar financeiramente as ideias selecionadas, mas criar uma rede de colaboração entre as diversas iniciativas que acontecem no Brasil hoje, impulsionando o ecossistema de restauração.

Dentro da prática de restauração florestal, o concurso busca reconhecer:

  • Projetos de campo
  • Modelos de negócios que viabilizem a recuperação de áreas degradadas
  • Metodologias ou modelos inovadores
  • Iniciativas sociais que promovam a restauração florestal e sua cadeia
  • Tecnologias
  • Startups

As propostas serão selecionadas por júri técnico e júri popular. O primeiro corpo de jurados será composto por um representante de cada um dos parceiros do desafio, enquanto que o júri popular está aberto a qualquer pessoa física, sendo um voto para cada CPF.

Na primeira fase do concurso, serão selecionadas até oito propostas para a realização de uma imersão com o Impact HUB, a fim de impulsionar seu projeto. Em homenagem ao Dia da Árvore (Centro-Oeste, Sudeste e Sul), a premiação vai ocorrer no dia 21 de setembro e os prêmios serão distribuídos da seguinte forma:

1º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 5.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

2º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 3.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

3º ao 8º lugar: participação da imersão e mentoria

1º lugar – júri popular – R$ 2.000,00 em dinheiro

Por que restaurar?

A restauração florestal é uma prática importante para a manutenção dos ecossistemas. Essa técnica recupera áreas degradadas visando restabelecer sua estrutura e função ecológica, com melhoria da qualidade e quantidade dos recursos hídricos, fixação de carbono, regulação climática e conservação da biodiversidade, entre outras.

Surge como ferramenta de contraponto a preocupação com as questões ambientais, e, em particular, com o aquecimento global e com a possibilidade de ocorrerem mudanças do clima nos próximos anos.

O Brasil se configura entre os principais países produtores e exportadores de produtos agropecuários, com mais de 300 de milhões hectares destinados à agropecuária, segundo o IBGE. Contudo, esse setor também responde por grande parte das emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE), que são responsáveis diretamente pelo aquecimento global.

“Nosso país se comprometeu em implantar ações e medidas que promovam o cumprimento de nossas metas no Acordo de Paris. Dentre elas, há o compromisso de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e reflorestar 12 milhões de hectares. Todavia, a estrutura hoje disponível para esse fim não conseguirá atender essa demanda se não houver ingredientes extras, com inovação e empreendedorismo”, comenta Mauricio Voivodic.

Imersão e planejamento colaborativo

Existem no Brasil inúmeras iniciativas que atuam em prol das florestas. São projetos de restauração e reflorestamento, agroflorestas, pequenos ou médios agricultores, startups de impacto, rede de sementes, povos e comunidades tradicionais e muitas outras iniciativas, que geram renda, restauram ecossistemas e contribuem para reverter o já conhecido quadro de desmatamento e degradação.

O impacto em larga escala e verdadeiramente transformacional não pode ocorrer isoladamente, requer ação coletiva. A ideia é impulsionar os projetos envolvidos e, além disso, estimular a criação de caminhos de colaboração setorial e interssetorial.

WWF-Brasil

Trata-se de uma organização não governamental (ONG) brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Mais informações:
Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal
Inscrições: até 9 de agosto de 2017
Realização: WWF-Brasil
Execução: Impact HUB
Apoio:
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e Parque Nacional da Tijuca
Site: www.desafioambiental.org

22:15 · 20.11.2013 / atualizado às 22:17 · 20.11.2013 por

copos def

A Secretaria de Ação Social do Município de Redenção, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por meio do Programa Gastronomia Mais Verde, e a Orgânica Brasil realizam a primeira Oficina de Resgate de Ofícios Artesanais Sustentáveis, Ofício Verde – Bambu de 12 de novembro a 17 de dezembro de 2013, no Centro de Referência da Mulher de Redenção, de 13 às 17 horas.

O Programa visa à geração de renda com o fomento da Economia Criativa, possibilitando à inclusão social de mulheres rurais integrantes do Programa Bolsa Família.

A escolha do bambu deveu-se à sua forte presença no Maciço de Baturité acompanhado do mestre de ofícios, Eudes Bastos, que fundamenta os princípios da sustentabilidade, preservação da Cultura Imaterial, formação de artesãos, culminando com a geração de renda e a qualificação profissional da mulher rural.

O Programa Resgate de Ofícios Artesanais valoriza o artesanato tradicional, fomentando processos de criação, produção e distribuição de produtos e serviços que usam o conhecimento, a imaginação, o caráter inovador e o capital intelectual como principais recursos produtivos.

Bambu

Uma planta incomum pelo seu rápido crescimento, passa do estágio de broto, comestível e apreciado na composição de pratos cobiçados pelos clientes mais exigentes em alimentação de qualidade, para uma altura de 30 metros em poucos meses.

Colher o bambu é uma arte que também será ensinada no Ofício Verde. É preciso saber retirar os ramos de bambu sem afetar sua estrutura, garantindo a permanência da área plantada que vai proteger o solo contra erosão.

Ao ser utilizado junto com outras madeiras nas áreas de construção, mobiliário, objetos de design e utensílios diversos pode contribuir para evitar o corte cada vez mais acentuado das árvores e florestas tropicais.

Eudes Bastos, mestre neste ofício, trabalha o bambu em seu ateliê em Guaramiranga dominando as técnicas de plantio, corte, manejo e fabricação de elementos arquitetônicos, luminárias e para o Gastronomia Mais Verde vai desenvolver com as novas artesãs uma linha de utensílios para serem usados nos serviços dos restaurantes como copos, talheres, bandejas.

Gastronomia Verde

A coleção de utensílios artesanais sustentáveis para o serviço nos restaurantes como copos e talheres em bambu que será desenvolvida pelas artesãs vem atender à Gastronomia Mais Verde, realização Sebrae que reúne dez restaurantes de Fortaleza.

Trata-se de num processo de aplicabilidade de uma gestão mais sustentável com reúso de água, economia de energia, cardápios com aquisição de alimentos orgânicos direto do agricultor, gestão de resíduos, reaproveitamento alimentar, promovendo o incremento da Agricultura Familiar, fortalecimento de cadeia produtiva, impacto ambiental positivo, saúde, fomento de mercado.

Fonte: Sebrae

10:04 · 07.03.2013 / atualizado às 10:04 · 07.03.2013 por

Micro e pequenas empresas representam 57% dos R$ 40 milhões gastos pelo governo federal em compras púbicas

Brasília. Os pequenos negócios foram os principais vendedores de bens ecológicos, sociais e economicamente responsáveis para o governo federal, em 2012. Dos R$ 40 milhões gastos nas licitações sustentáveis, 57% foram pagos para as micro e pequenas empresas. Em apenas dois anos, a participação dos empreendimentos de micro e pequeno porte nesse tipo de compra pública cresceu de R$ 6,6 milhões em 2010 para R$ 22,4 milhões em 2012, o que representa um crescimento de 115%.

O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Luiz Barretto, diz que pensar em sustentabilidade é um importante fator de crescimento para os pequenos negócios: “A sustentabilidade é um diferencial de negócio. Queremos estimular esse tipo de produção nas pequenas empresas e o consumo desses produtos pelas prefeituras do País”.

Para movimentar ainda mais a participação das micro e pequenas empresas nas licitações federais, estaduais e municipais, no próximo dia 13, às 13 horas, o Sebrae e a Associação dos Tribunais de Contas (Atricon) realizam um encontro entre os técnicos dos tribunais de contas, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em cada uma das capitais brasileiras. O objetivo é capacitar gestores municipais e técnicos dos tribunais de contas para aplicar a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa  nas compras públicas.

Pesquisa do Sebrae demonstrou que 79% dos donos dos pequenos negócios sabem que as ações sustentáveis podem atrair mais clientes e que a sustentabilidade está fortemente associada às questões ambientais, sociais e econômicas. “Apesar do assunto sustentabilidade ser relativamente novo, os empreendedores já estão com a consciência de que esse assunto envolve diversos fatores, e que só traz benefícios para quem vende e para quem compra”, afirmou Barretto.

No ano passado, os bens sustentáveis mais comprados pelo governo federal foram computadores, aparelhos de ar-condicionado e resmas de papel A4. Tais aquisições movimentaram R$ 10,3 milhões, R$ 8,9 milhões e R$ 7,7 milhões, respectivamente.

Fonte: Sebrae