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Tag: WWF-Brasil


19:11 · 24.07.2017 / atualizado às 19:41 · 24.07.2017 por
O cantor pernambucano se junta à ONG para dar visibilidade ao Desafio Ambiental para estimular negócios sustentáveis, reconhecer inovações, iniciativas sociais e ferramentas que fomentem a sustentabilidade e que apoiem a restauração florestal em harmonia com questões sociais Foto: WWF-Brasil

Em uma iniciativa para trazer melhorias ao meio ambiente, o WWF-Brasil lançou, em junho, o Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal, com o intuito de apoiar o País a atingir suas metas de restauração e, ao mesmo tempo, dar visibilidade a iniciativas pioneiras. E, para chamar atenção à causa, o cantor Lenine se uniu ao WWF-Brasil.

Engajado em causas ecológicas, Lenine aceitou de pronto participar desta ação, que tem suas inscrições abertas até o dia 9 de agosto. Para o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, “há bastante sinergia entre os valores do Lenine e os da organização, devido ao posicionamento ecológico dele e o seu envolvimento com a ‘causa verde’”.

E continua: “Queremos encontrar e promover o empreendedorismo e a inovação no setor privado para que a restauração florestal ganhe escala e se multiplique nas propriedades rurais brasileiras. Ao mesmo tempo, queremos popularizar o tema de restauração, que é de interesse público, e essa conexão com o público ganha força com a presença do Lenine”.

Lenine iniciou em 2015 o projeto Carbono, inspirado no elemento químico conhecido como a “base da vida”. Nesse álbum, o cantor destaca os impactos ambientais gerados pelo homem e a importância de freá-los.

Desafio Ambiental

Trata-se de um concurso para mapear, conectar, impulsionar e premiar iniciativas que restauram biomas brasileiros por meio de modelos inovadores e sustentáveis. A ação combina os universos da restauração florestal e do empreendedorismo de impacto e inovação, visando não só premiar financeiramente as ideias selecionadas, mas criar uma rede de colaboração entre as diversas iniciativas que acontecem no Brasil hoje, impulsionando o ecossistema de restauração.

Dentro da prática de restauração florestal, o concurso busca reconhecer:

  • Projetos de campo
  • Modelos de negócios que viabilizem a recuperação de áreas degradadas
  • Metodologias ou modelos inovadores
  • Iniciativas sociais que promovam a restauração florestal e sua cadeia
  • Tecnologias
  • Startups

As propostas serão selecionadas por júri técnico e júri popular. O primeiro corpo de jurados será composto por um representante de cada um dos parceiros do desafio, enquanto que o júri popular está aberto a qualquer pessoa física, sendo um voto para cada CPF.

Na primeira fase do concurso, serão selecionadas até oito propostas para a realização de uma imersão com o Impact HUB, a fim de impulsionar seu projeto. Em homenagem ao Dia da Árvore (Centro-Oeste, Sudeste e Sul), a premiação vai ocorrer no dia 21 de setembro e os prêmios serão distribuídos da seguinte forma:

1º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 5.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

2º lugar – júri técnico: participação da imersão e mentoria. R$ 3.000,00 em dinheiro e participação do Empretec (Sebrae)

3º ao 8º lugar: participação da imersão e mentoria

1º lugar – júri popular – R$ 2.000,00 em dinheiro

Por que restaurar?

A restauração florestal é uma prática importante para a manutenção dos ecossistemas. Essa técnica recupera áreas degradadas visando restabelecer sua estrutura e função ecológica, com melhoria da qualidade e quantidade dos recursos hídricos, fixação de carbono, regulação climática e conservação da biodiversidade, entre outras.

Surge como ferramenta de contraponto a preocupação com as questões ambientais, e, em particular, com o aquecimento global e com a possibilidade de ocorrerem mudanças do clima nos próximos anos.

O Brasil se configura entre os principais países produtores e exportadores de produtos agropecuários, com mais de 300 de milhões hectares destinados à agropecuária, segundo o IBGE. Contudo, esse setor também responde por grande parte das emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE), que são responsáveis diretamente pelo aquecimento global.

“Nosso país se comprometeu em implantar ações e medidas que promovam o cumprimento de nossas metas no Acordo de Paris. Dentre elas, há o compromisso de recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e reflorestar 12 milhões de hectares. Todavia, a estrutura hoje disponível para esse fim não conseguirá atender essa demanda se não houver ingredientes extras, com inovação e empreendedorismo”, comenta Mauricio Voivodic.

Imersão e planejamento colaborativo

Existem no Brasil inúmeras iniciativas que atuam em prol das florestas. São projetos de restauração e reflorestamento, agroflorestas, pequenos ou médios agricultores, startups de impacto, rede de sementes, povos e comunidades tradicionais e muitas outras iniciativas, que geram renda, restauram ecossistemas e contribuem para reverter o já conhecido quadro de desmatamento e degradação.

O impacto em larga escala e verdadeiramente transformacional não pode ocorrer isoladamente, requer ação coletiva. A ideia é impulsionar os projetos envolvidos e, além disso, estimular a criação de caminhos de colaboração setorial e interssetorial.

WWF-Brasil

Trata-se de uma organização não governamental (ONG) brasileira dedicada à conservação da natureza, com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Criado em 1996, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede mundial independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Mais informações:
Desafio Ambiental: inovação e empreendedorismo em restauração florestal
Inscrições: até 9 de agosto de 2017
Realização: WWF-Brasil
Execução: Impact HUB
Apoio:
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e Parque Nacional da Tijuca
Site: www.desafioambiental.org

08:00 · 19.03.2016 / atualizado às 00:08 · 19.03.2016 por
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150 cidades brasileiras, incluindo 25 capitais, confirmaram a participação na Hora do Planeta, que acontece hoje, sábado, 19 de março, com promoção do WWF-Brasil. A Estátua de Iracema da Lagoa de Messejana; a Fachada do Mercado Central; a Coluna da Hora, na Praça do Ferreira; Catedral Metropolitana de Fortaleza, a Igreja de Fátima; o Palácio do Bispo (sede da Prefeitura de Fortaleza e o Prédio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) são alguns dos mais de 500 monumentos que serão apagados do Norte ao Sul do País hoje, entre 20h30 e 21h30.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não para de crescer. O que começou como evento isolado, em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 7 mil cidades de 162 países e territórios. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, entre eles, as Pirâmides do Egito; a Torre Eiffel, em Paris; a Acrópole de Atenas e – até mesmo – a cidade de Las Vegas já ficaram no escuro durante 60 minutos. No Brasil, a Hora do Planeta acontece oficialmente desde 2009. Promovido pelo WWF-Brasil, o movimento reúne cidades, empresas e pessoas em todas as regiões do país.

WWF-Brasil

É uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criado em 1996 e sediado em Brasília, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Mais de oito anos no Brasil

Criada em 2007, na Austrália, quando ocorreu somente na cidade de Sidney, a Hora do Planeta, promovida pela Rede WWF, desembarcou pela primeira vez no Brasil em 2009. Com promoção do WWF-Brasil, anualmente a Hora do Planeta envolve um número maior de pessoas, cidades e empresas no Brasil. Saiba um pouco mais sobre a história da Hora do Planeta no Brasil e prepare-se para a edição de 2016, que acontece hoje:

2009 – Realizada no dia 28 de março, a primeira Hora do Planeta no Brasil já foi um grande sucesso, com a adesão de 113 cidades, 1.167 empresas e 527 organizações. Monumentos brasileiros como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, a Catedral de Brasília, a Ponte Estaiada e o Teatro Amazonas, entre outros, permaneceram no escuro graças a articulação do WWF-Brasil junto aos governos locais. Desde então, a Hora do Planeta não para de crescer no país, envolvendo todo ano milhões de brasileiros na campanha.

2010 – Realizada em 27 de março, a Hora do Planeta 2010 registrou a participação de 96 cidades brasileiras (19 delas capitais), que apagaram as luzes de seus principais ícones.

2011 – Com o slogan “Apague a luz para ver um mundo melhor”, a Hora do Planeta daquele ano aconteceu no sábado, 26 de março, envolvendo 98 municípios brasileiros participantes, sendo 17 capitais e 1.514 empresas e organizações. Pela primeira vez o WWF-Brasil realizou um grande evento público pela Hora do Planeta, nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, que contou com a apresentação do músico Toni Garrido e de baterias de várias escolas de samba.

2012 – Realizada no dia 31 de março, a Hora do Planeta 2012 bateu o recorde de cidades brasileiras participantes: 133. Foi o primeiro ano em que todas as 27 capitais do Brasil se envolveram na ação. A comemoração oficial do WWF-Brasil aconteceu no Arpoador, no Rio de Janeiro.

2013 – O ano registrou o mesmo número de cidades de 2012, mas o engajamento cresceu, resultando em mais 627 ícones apagados (entre eles, monumentos artísticos, espaços públicos e prédios históricos). Brasília foi escolhida a cidade-âncora da Hora do Planeta no Brasil naquele ano, e sediou o apagar oficial das luzes com uma série de atrações em um palco próximo ao Museu Nacional.

2014 – A sexta edição da Hora do Planeta no Brasil foi realizada no dia 29 de março e teve novo recorde de adesão: 144 municípios (24 deles capitais), em todas as regiões do país. O número representou 29 cidades mais do que no ano anterior e dez mais do que em 2012. O Monumento às Bandeiras, em São Paulo; o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; a Esplanada dos Ministérios, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, em Brasília; e a Igreja São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), em Belo Horizonte, foram alguns dos ícones que ficaram apagados por 60 minutos.

2015 – No ano passado, a Hora do Planeta aconteceu no dia 28 de março e apagou as luzes de 626 ícones, reunindo mais de 4 mil pessoas em seu evento oficial na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. A adesão de 185 municípios – incluindo todas as capitais e o Distrito Federal – marcou um novo recorde de participação de cidades brasileiras e foi a maior desde que a campanha começou a ser realizada no Brasil, em 2009.

Mais informações:

Hora do Planeta 2016

Data: 19 de março (sábado)

Horário: das 20h30 às 21h30

www.wwf.org.br/horadoplaneta

Fonte: WWF-Brasil

20:22 · 12.12.2015 / atualizado às 20:22 · 12.12.2015 por

Foi adotado por consenso, neste sábado (12), em Paris, um novo acordo global que busca combater os efeitos das mudanças climáticas, bem como reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE).

O documento, chamado Acordo de Paris, foi ratificado pelas 195 partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) e pela União Europeia, durante a 21ª Conferência das Partes (COP21). Um dos objetivos é manter o aquecimento global “muito abaixo de 2ºC”, buscando ainda “esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5 ° C acima dos níveis pré-industriais”. O Acordo de Paris sinaliza o consenso, inédito, de que não podemos continuar usando combustíveis fósseis e desmatando indefinidamente.

O texto final determina, no que diz respeito ao financiamento climático, que os países desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação em países em desenvolvimento.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que o Acordo de Paris marca um momento decisivo de transformação para reduzir os riscos da mudança climática. “Pela primeira vez, cada país do mundo se compromete a reduzir as emissões, fortalecer a resiliência e se unir em uma causa comum para combater a mudança do clima. O que já foi impensável se tornou um caminho sem volta”, disse Ban.

“O Acordo de Paris prepara o terreno para o progresso na erradicação da pobreza, no fortalecimento da paz e na garantia de uma vida de dignidade e oportunidade para todos”, acrescentou o chefe da ONU.

Papel Brasileiro

Comunicado oficial expedido pela Presidência da República, no começo da noite, destacou que  “o Acordo é justo e ambicioso, fortalecendo o regime multilateral e atendendo aos legítimos anseios da comunidade internacional”. O texto, assinado pela presidente Dilma Rousseff, afirmou, ainda que “os países desenvolvidos deverão prover recursos financeiros para as ações nos países em desenvolvimento” e que “0 Acordo de Paris fomenta, também, a possibilidade de apoio voluntário entre países em desenvolvimento, o que permitirá que o Brasil continue a promover a cooperação sul-sul”.

Em nota, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura destacou que, “o acordo reconhece como parte decisiva o papel da sociedade civil e do setor privado na implementação das ações de mitigação e de adaptação para o sucesso do acordo”. E que “reconhece o papel construtivo e decisivo da delegação brasileira para a elaboração desse marco histórico”.

“Esperamos, também, que o protagonismo da delegação brasileira na COP21 se traduza em uma forte atuação do governo em âmbito nacional para liderar a implementação dos compromissos assumidos pelo Brasil em sua INDC, o que contará com o apoio entusiasmo da Coalizão”, afirmou.

Destaca, ainda, que acredita que o Acordo de Paris cria um ambiente fértil para a implementação das inúmeras propostas da suas para promover uma economia florestal e agrícola competitiva, inclusive e de baixo carbono, em benefício do Brasil e do mundo. Cria um novo mecanismo de mercado, que toma como base experiência existente, e dá base para a continuidade e o incremento das atividades de Reduções de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+).

Também para a Coalizão do Clima, o Brasil teve papel de destaque na conferência mais uma vez, ajudando a construir consensos como tem feito desde a conferência de Durban, em 2011, quando surgiu o embrião do Acordo de Paris.

Ressalta, por fim, que o desafio que se coloca ao País agora é o da implementação. Se quiser fazer valer o compromisso com 1,5oC, o país terá de reajustar sua Contribuições Nacionalmente Determinadas Pretendidas (INDC). Terá de entender que a exploração do pré-sal e o desmatamento, seja ele legal ou ilegal, são incompatíveis com essa meta.

“O Brasil vem desempenhando um papel fundamental em COPs climáticas e nesta não foi diferente. Ter sido um dos dois únicos países a apresentar meta absoluta para 2025 (o outro foi EUA) e ter trabalhado, nesta reta final, em prol de 1.5° C foram grandes contribuições para o sucesso de Paris”, afirmou Carlos Nomoto, secretário-geral do WWF-Brasil.

Fim que é começo

Conforme a Coalizão do Clima, o acordo foi inteiro construído sobre compromissos voluntários em corte de emissões e financiamento, que os países são apenas convidados a apresentar e que implementam conforme permitirem as circunstâncias. “A meta de descarbonização até o meio do século e a data do pico de emissões foram perdidas, e não há indicação de compromissos de finanças no longo prazo. Tudo dependerá da manutenção do espírito de engajamento que tornou a COP21 possível”, destacou.

“A conferência de Paris chega a um final que é somente o começo. O começo de um processo que leva os países a se reunirem em 2018 para começar a revisão das metas que devem ser apresentadas em 2020 que vigorarão até 2030. Estas metas têm que garantir que não aumentemos a temperatura mundial acima de 1,5. A luta por um futuro de segurança climática só começa aqui, precisamos ainda de financiamento climático adicional e acima de tudo fazer o dever de casa”, destacou André Nahur, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.

Já para Tasneem Essop, chefe da delegação do WWF para as negociações climáticas da ONU, “O Acordo de Paris é um marco importante. Fizemos progressos aqui, mas o trabalho não está terminado. Temos de trabalhar quando voltarmos para casa, para fortalecer as ações nacionais lançadas por este acordo. Precisamos garantir, de forma mais rápida, novos esforços de cooperação dos governos, cidades, empresas e cidadãos para fazer cortes mais profundos nas emissões; mais recursos para transição energética em economias em desenvolvimento e proteção das populações mais pobres e vulneráveis. Os países devem voltar no próximo ano com o objetivo de implementar rapidamente e aplicar os compromissos assumidos aqui”, ponderou.

Protesto vermelho

“Ao meio-dia de hoje (hora de Paris), mais de dez mil pessoas tomaram a Avenida da Grand Armée, em Paris, para desenrolar longas faixas vermelhas em tributo às vítimas dos desastres climáticos, para e mostrar seu comprometimento em manter a luta por justiça climática”, destacou Bill McKibben, cofundador da 350.org.

“Todos os governos parecem agora reconhecer que a era dos combustíveis fósseis precisa acabar, e logo. Mas o poder da indústria dos combustíveis fósseis está refletido no texto, que prolonga a transição de tal forma que danos climáticos sem fim serão cometidos. Já que a velocidade é uma questão crucial agora, nós ativistas precisamos redobrar nossos esforços para enfraquecer essa indústria. O texto não salvou o Planeta, mas pode ter salvo a chance de salvar o Planeta”, afirmou.

May Boeve, diretora executiva da 350.org, disse que “isso marca o fim da era dos combustíveis fósseis. Não há nenhuma forma de atingir as metas colocadas nesse acordo a não ser manter o carvão, o petróleo e o gás sob o solo. O texto deve mandar uma mensagem clara para os investidores em combustíveis fósseis: desinvistam já”.

Ela ressaltou, ainda, que o trabalho agora é fazer com que os países mantenham sua palavra e acelerem a transição para 100% de energia renovável. “Mais de dez mil de nós foram para as ruas de Paris hoje para mostrar nosso comprometimento em manter a luta pela justiça climática, enquanto mais gente ainda protestava em outros lugares do mundo. Nossa mensagem é simples: um clima em que seja possível viver é a linha vermelha que estamos preparados para defender”, afirmou.

Lacunas sérias

“O texto final do acordo ainda tem lacunas muito sérias. Estamos muito preocupados com a exclusão dos direitos dos povos indígenas, a falta de financiamento para perdas e danos e, ainda que o texto reconheça a importância de manter o aquecimento global abaixo de 1,5°C, os compromissos atualmente assumidos pelos países ainda nos levariam a um aquecimento de mais de 3°C. Essas são linhas vermelhas que não podemos ultrapassar. Depois de Paris, vamos redobrar nossos esforços para trazer as soluções reais que a ciência e a justiça exigem”, concluiu.

Acesse o Acordo do Clima na Íntegra.

(Com informações da ONU Brasil, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, 350.org, WWW-Brasil e Presidência da República)
11:41 · 28.03.2015 / atualizado às 11:43 · 28.03.2015 por

 

Sensibilizada pela causa, a atriz Paolla Oliveira aceitou o convite do WWF-Brasil e se juntou ao maior movimento mundial contra o aquecimento global com a tarefa de disseminar a mensagem da campanha e engajar um número ainda maior de brasileiros. Neste ano, a Hora do Planeta acontece hoje, 28 de março, quando cidades, empresas e pessoas apagam as suas luzes entre 20h30 e 21h30.

“A Hora do Planeta é um gesto simples, mas de grande importância”, afirma Paolla no vídeo gravado para a campanha (veja abaixo). É preciso dar um basta nas mudanças climáticas e usar nossos recursos naturais de maneira mais inteligente. Já não há mais tempo. A crise ambiental não é tema para o futuro. Está acontecendo agora.”

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Como embaixadora da Hora do Planeta, a atriz convida fãs, admiradores e seguidores de suas redes sociais a aderirem ao movimento do WWF-Brasil, que estimula as pessoas a repensarem como suas atitudes cotidianas podem causar menos impacto no meio ambiente. Hoje, ela estará em Mato Grosso do Sul, rodando o filme “Em Nome da Lei”, do diretor Sérgio Rezende, e afirma que irá apagar as luzes com a equipe do longa.

Festival Hora do Planeta

Na sétima edição da Hora do Planeta no Brasil, hoje, milhares de cidades, empresas e pessoas apagam as suas luzes, entre 20h30 e 21h30, em um grande alerta global contra as mudanças climáticas.

Para celebrar a data, o WWF-Brasil promove um grande show gratuito no Rio de Janeiro, na Praia de Ipanema (Posto 10). O evento será a partir das 16h, e terá como principal atração o coletivo internacional de artistas Playing For Change e o músico Hamilton de Holanda. Também se apresentam Rodrigo Sha, Eduardo Neves e o DJ Nado Leal.

Todo o espetáculo será realizado com gerador de biocombustível e com o patrocínio da Ambev, Banco do Brasil e Grupo Malwee. Além da TAM Linhas Aéreas, transportadora oficial da ação no Brasil, e da TV Globo, que apoia o evento.

Recordes no Brasil

A Hora do Planeta 2015 no Brasil deve entrar para a história. Até ontem, 173 cidades tinham aderido ao maior movimento global contra as mudanças climáticas. Entre elas, todas as 27 capitais também enviaram seus Termos de Adesão garantindo a participação. O número de municípios bate os 144 cadastrados em 2014 e o envolvimento das capitais só tinha sido integral em 2012.

De Norte a Sul do Brasil, de Boa Vista (RR) à Porto Alegre (RS). Alguns dos ícones mais importantes do País terão suas luzes apagadas durante sessenta minutos, entre 20h30 e 21h30, no dia 28 de março.

Entre eles, merecem destaque o Elevador Lacerda (Salvador), Arcos da Lapa (RJ), Igreja da Pampulha (Belo Horizonte), Theatro Municipal de São Paulo, Mercado Municipal de São Brás (Belém), Catedral de Brasília, Túnel e Paredão do Parque Tanguá (Curitiba), Monumento dos Três Marcos (Viaduto Lattif Sebba, Goiânia), Memorial da República (Maceió), Sítio do Laçador (RS), Praça do Marco Zero (Recife), Pedra da Memória (São Luís) e Palácio Jerônimo Monteiro (Vitória). O Brasil todo estará unido por um futuro mais sustentável para o planeta hoje.

Fortaleza também participa

Na Capital do Ceara a Coluna da Hora, Mercado Central, Palácio do Bispo, Seminário da Prainha, Estátua de Iracema (Praia de Iracema e Lagoa de Messejana) e Catedral Metropolitana terão suas luzes apagadas entre 20h30 e 21h30.

“Fortaleza foi a primeira Capital do Nordeste a aderir à Hora do Planeta. O movimento é importante para a sensibilização de todos nós, especialmente, quanto ao consumo de consciente”, explica Wigor Florêncio, gerente de Sustentabilidade da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). O órgão também participará e apagará suas luzes.

A Hora do Planeta 2015 faz parte da programação da Festa Anual das Árvores, cujo tema deste ano é “A Fortaleza das Praças e Parques”. O evento, realizado até o dia 30 de março, celebra, neste ano, o plantio de mais de 8 mil novas árvores, e a doação de 4 mil mudas, totalizando 12 mil árvores na Cidade.

Saiba mais:

1. O que é a Hora do Planeta?

A Hora do Planeta é um movimento global que une as pessoas para proteger o planeta. No final de março de cada ano, a Hora do Planeta reúne comunidades de todo o mundo que celebram um compromisso com o planeta, apagando luzes por uma hora designada.

2. Quando acontece a Hora do Planeta?

A Hora do Planeta 2015 será realizada no sábado, 28 de março, das 20h30 as 21h30, no seu fuso horário local.

3. O que a Hora do Planeta pretende alcançar?

A Hora do Planeta tem como objetivo incentivar uma comunidade global interconectada para compartilhar as oportunidades e os desafios da criação de um mundo sustentável.

4. O que a Hora do Planeta pede para as pessoas fazerem?

A Hora do Planeta incentiva pessoas, empresas e governos para mostrar liderança em soluções ambientais através de suas ações, usando a Hora do Planeta como uma plataforma para mostrar ao mundo o que eles estão tomando medidas para reduzir seu impacto ambiental. A Hora do Planeta pede a todos para terem responsabilidade pessoal por seu impacto sobre o planeta e fazer mudanças comportamentais para facilitar um estilo de vida sustentável. Dar o primeiro passo é tão fácil como desligar as luzes. Desligando suas luzes na Hora do Planeta você está reconhecendo e celebrando o seu compromisso de fazer algo mais para o planeta que vai além da hora.

5. A campanha é mais do que apenas apagar as luzes?

A Hora do Planeta acredita que o simbolismo do momento é extremamente importante em trazer pessoas e comunidades em conjunto em todo o mundo. Mas a nossa aspiração desde o início era ir muito além da hora mesmo. Em 2012, a Hora do Planeta lançou I Will If You Will (Eu vou se você for), uma plataforma para incentivar e inspirar as pessoas a compartilhar o seu compromisso com o planeta com os seus amigos, colegas, líderes e redes. A Hora do Planeta também incentiva e promove muitas outras iniciativas ao redor do mundo, incluindo o Earth Hour, Desafio das Cidades, Projetos do Povo da Terra e muitas ações nacionais e locais que levam a campanha para além da hora.

6. Há quantos anos que acontece a Hora do Planeta?

A Hora do Planeta 2014 vai marcar o oitavo ano da campanha. Em 31 de março de 2007, o WWF- Austrália inspirou os moradores de Sydney para mostrar seu apoio ao combate às mudanças climáticas. Mais de 2,2 milhões de pessoas e 2.000 empresas apagaram suas luzes por uma hora no primeiro evento Hora do Planeta.

7. Não é perigoso apagar as luzes? E a segurança pública?

A Hora do Planeta só pede às pessoas para apagar as luzes não essenciais por uma hora – não luzes que afetem a segurança pública. A Hora do Planeta é também uma celebração do planeta, por isso é importante aproveitar o momento em um ambiente seguro.

8. Quais luzes podem desligadas com segurança?

Essa é uma decisão que tem que ser feita individualmente, mas geralmente as luzes do teto em quartos (se é a sua casa ou uma empresa), iluminação ao ar livre que não afeta a segurança, computadores, luzes decorativas, sinais de néon para a publicidade, televisores, luminárias de mesa, etc. Existem algumas luzes que podemos dizer com certeza que não deve ser desligadas, incluindo luzes de segurança em espaços públicos, luzes de orientação da aviação, semáforos, luzes de segurança apenas para citar alguns. Nós pedimos que as pessoas usem o bom senso. Antes de desligar todas as luzes para espaços públicos A Hora do Planeta recomenda que você verifique com as autoridades locais ou centros comunitários. Em sua própria casa use o bom senso no que diz respeito à segurança. Mantenha pequenas luzes da noite por segurança básica, especialmente em corredores e nas escadas. Verifique se você tem fontes de luz alternativas úteis antes da Hora do Planeta começar, como velas ou lanternas. Dessa forma, se você precisa enxergar, tenha uma fonte próxima de luz na mão, e você ainda pode respeitar o espírito de A Hora do Planeta e manter a si e sua família segura.

9. Que tipo de velas devo usar para o meu evento da Hora do Planeta?

Se você está pensando em usar velas durante a Hora do Planeta, certifique-se de usar 100% velas de cera ou de soja, que são ecológicas, não-tóxicas e não-alérgicas. Elas também são feitos de produtos naturais e não materiais à base de petróleo, de modo que são efetivamente neutras. Se você usar velas, porém, tome cuidado. Sugerimos que você siga atentamente estas dicas: velas só devem ser utilizadas sob a supervisão de adultos; elas nunca devem ser deixadas sozinhas; devem ser mantidas longe do alcance de crianças e animais de estimação; apague as velas antes de ir dormir; mantenha-as s longe de líquidos e gases inflamáveis e materiais combustíveis; elas devem estar livres de quaisquer materiais combustíveis tais como papel, cortinas e roupas; não devem ser colocadas em janelas e persianas e cortinas também não devem ficar perto; velas devem ser colocados sobre uma superfície estável , seca, resistente ao calor e longe de correntes de ar.

10. Como é a segurança durante A Hora do Planeta?

A Hora do Planeta quer que todos sejam absolutamente seguros e nunca desligar luzes que possa comprometer a segurança de qualquer indivíduo ou espaço público ou privado. Então, coloque sua segurança em primeiro lugar quando decidir o que vai deixar aceso e desligado durante a sua participação. Para a campanha Eu vou se você for a Hora do Planeta não vai apoiar desafios que não são seguros, irresponsável ou não respeitosa. Então, se é perigoso, danoso ou difamatório pensem, por favor, em outra coisa para o seu desafio. Nós não incentivamos ou endossamos um comportamento irresponsável. Lembre-se! Atitude positiva para o planeta, não é negativo para a vida ou causa ferimentos graves.

11. Será que a minha cidade irá ficar totalmente apagada?

A Hora do Planeta não é um blecaute. É uma ação voluntária dos seus participantes para mostrar o seu compromisso com um ato de mudança que beneficia o planeta. Para muitas empresas em edifício da cidade ou para muitos prédios governamentais, as luzes são desligadas no final do dia útil na sexta-feira antes da Hora do Planeta. Geralmente não há nenhuma diferença dramática, mas sim um escurecimento gradual das luzes a partir do dia anterior. Muitos dos principais ícones e sinais de néon são desligados para a hora e eles são extremamente perceptíveis. Você pode ser capaz de ver mudanças dramáticas em grandes áreas de negócios ou de marcos emblemáticos e edifícios em todo o mundo e em sua cidade.

12. Se todo mundo ligar as luzes ao mesmo tempo haverá um pico de energia?

As pessoas celebram a Hora do Planeta de maneiras diferentes e em vários períodos de tempo. Muitos continuam a manter as suas luzes apagadas muito além da hora designada. Portanto, é altamente improvável que todos irão acender suas luzes simultaneamente. No entanto, nós trabalhamos com empresas de energia e autoridades do mundo todo, que nos garantem ser improvável que todas as luzes que são acendidas ao mesmo tempo irá causar quaisquer problemas. A redução de carga não deve ser significativa o suficiente para causar algum dano na Hora do Planeta.

13. A Hora do Planeta é um evento anual?

A Hora do Planeta é mais do que um evento anual, no entanto, culmina em uma hora de inspiração realizada em todo o mundo no final de março de cada ano.

14. Por que a Hora do Planeta realizada no final de março?

O segundo e último fim de semana de março é época dos equinócios da primavera e outono no hemisfério norte e sul, respectivamente, o que permite pôr do sol coincidente em ambos os hemisférios, garantindo assim o maior impacto visual para luzes apagadas globalmente durante o evento. A Hora do Planeta 2015 será realizada no sábado, 28 de março 20h30 – 21h30 no seu fuso horário local.

15. Qual é o critério para registrar cidade ou município na participação na Hora do Planeta 2015?

Para uma cidade ser oficialmente reconhecida como um participante da Hora do Planeta 2014, deve atender a pelo menos um dos três critérios: 1. Ter o apoio oficial da sua autoridade de governo (por exemplo, Governador ou Prefeito ); 2. Confirmar a participação de um marco ou ícone; 3. Ter o apoio de um embaixador oficial da Hora do Planeta. Para registrar sua cidade ou município, você deverá estar em uma posição de autoridade governamental para fazê-lo. Se não está nesta posição, sugerimos que entre em contato com a autoridade do governo local e peça para que se inscreva e seja reconhecido oficialmente como participante da Hora do Planeta 2015. Por causa do papel das mídias sociais como uma ferramenta para organizar e conectar as pessoas para a campanha, agora estamos considerando a participação oficial nas redes sociais avaliando cada caso.

16. O que significa um compromisso com a Hora do Planeta?

Ao registrar-se na Hora do Planeta 2015, os indivíduos, comunidades e empresas estão se comprometendo para deixar suas luzes apagadas por uma hora às 20h30, no sábado, 28 de março, em reconhecimento de um ato que vai realizar em benefício do planeta. Nossa expectativa é que esses indivíduos, comunidades e s empresas tomem medidas para além da hora. Em 2012, lançamos a campanha I will if you will (eu vou se você for) para fornecer uma plataforma para inspirar as pessoas a compartilhar o seu compromisso com o planeta com os seus amigos, colegas , líderes e redes.

17. Quem pode participar?

A Hora do Planeta é uma campanha para toda e qualquer pessoa que queira compartilhar o compromisso de fazer deste planeta melhor.

18. Qual a redução de energia e carbono resultou da Hora do Planeta em anos anteriores?

A Hora do Planeta não pretende ser um exercício de redução de energia e carbono, é uma ação simbólica, portanto, não se engaja na medição dos níveis de redução de energia e carbono. A Hora do Planeta é uma iniciativa para incentivar indivíduos, empresas e governos de todo o mundo para assumir responsabilidade por sua pegada ecológica e se envolver em diálogo e troca de recursos que oferece soluções reais para os desafios ambientais. A participação na Hora do Planeta simboliza um compromisso com a mudança para além da hora.

19. Como posso fazer mais para a Hora do Planeta do que apenas desligar minhas luzes?

Envolva-se com a campanha, pois ações grandes e pequenas fazem a diferença para o nosso planeta, e aqui está a oportunidade de fazer um compromisso para além da hora e compartilhar na sua comunidade. Se você está desafiando a sua rede de contatos para comprometer-se a reciclar, trocar as lâmpadas por outras mais econômicas ou algo mais eficiente, a campanha irá ajudá-lo a incentivar a ação para além da hora.

20. Os organizadores não estão usando muita energia e recursos para promover este evento?

A Hora do Planeta leva todos os esforços para minimizar a nossa pegada, não apenas para a hora, mas durante todo o ano. A campanha baseia-se fortemente em plataformas digitais para minimizar o uso de recursos naturais, Nós nos esforçamos para manter a nossa pegada ao mínimo, sempre que possível. No entanto, não reivindicamos nem pensamos que é viável neste momento criar a conscientização e o engajamento de tantas pessoas sobre questões ambientais com pegada zero.

21. De quem foi a ideia da Hora do Planeta?

A Hora do Planeta veio de um grupo de reflexão iniciado diretor executivo e cofundador da Hora do Planeta, Andy Ridley, resultando na formação de uma parceria entre o WWF-Austrália, Leo Burnett e Fairfax Mídia para abordar a questão das mudanças climáticas. Isso foi em 2007, ainda havia certo grau de ceticismo e negação sobre a questão da mudança climática. A Hora do Planeta surgiu como inspiração para reunir as pessoas para a realidade da mudança climática e iniciar um diálogo sobre o que nós, como indivíduos podemos fazer para ajudar a resolver o maior problema que enfrenta nosso planeta hoje. Leo Burnett, em parceria com a WWF, promoveu a ideia de ajudar a tornar a campanha uma realidade em Sydney, uma campanha que agora tem ido além da mudança climática para simbolizar a crescente procura global de um mundo melhor, mais saudável.

22. Qual é a relação da Hora do Planeta com o WWF? O WWF é “dono” da Hora do Planeta?

O WWF foi cofundador da Hora do Planeta, em Sydney, em 2007, facilitando o rápido crescimento mundial da Hora do Planeta por meio de sua conexão com a rede global da WWF. Com presença em mais de 70 países, o WWF continua a desempenhar um papel valioso garantindo uma rede de base e apoio sólida para entregar uma mensagem ambiental verdadeiramente global ao longo do ano.

23. Quem são os parceiros da Hora do Planeta?

A Hora do Planeta começou como uma iniciativa liderada pelo WWF na Austrália, em 2007, em parceria com os coproprietários da marca, Fairfax Mídia e Leo Burnett. Todos os três sócios decidiram, desde o início, que a expansão do alcance global da Hora do Planeta exigiria trabalhando em parceria com qualquer organização. A mensagem da Hora do Planeta mediu o mundo com a ajuda de muitas organizações globais. Em 2012, a colaboração da Hora do Planeta com o YouTube foi significativa no desenvolvimento da campanha I Will if you will (Eu vou se você for).

24. Você tem requisitos ou regulamentos sobre o que pode ou não pode para fazer parceria com a Hora do Planeta?

Qualquer parceiro deve defender e apoiar os objetivos e princípios da Hora do Planeta. Estes incluem indivíduos, incentivando o envolvimento da comunidade nas questões ambientais. Incentivar decisões conscientes para mudar a maneira como vivemos, a fim de afetar reforma ambiental, sem o uso de táticas de intimidação ou humilhação. As decisões específicas sobre se deve ou não fazer parceria com um grupo ou corporação são feitas a nível local por país pelas equipes da cidade com base no que se adapte às suas necessidades e da comunidade na consecução dos objetivos da Hora do Planeta.

25. A Hora do Planeta pode contar com o apoio de outras ONGs ( Organizações Não- Governamentais ) e outras organizações não lucrativas?

Absolutamente. Na verdade, o sucesso da Hora do Planeta não seria possível sem o apoio de outras ONGs e instituições. As organizações globais, como a Organização Mundial do Movimento Escoteiro e Associação Mundial de Guias e Escoteiras ter sido fundamental na difusão da mensagem da Hora do Planeta, enquanto em alguns países onde não há presença do WWF, as campanhas da Hora do Planeta são realizadas inteiramente por outras Ongs e organizações sem fins lucrativos que compartilham a mesma abordagem não- agressiva para abordar questões ambientais tomadas pela Hora do Planeta.

26. Onde podemos encontrar a Hora do Planeta nas mídias sociais?

A Hora do Planeta usa as mídias sociais para impulsionar sua campanha. Siga as nossas histórias no Facebook, Twitter, Flickr, e YouTube.

27. O que significa o logotipo da Hora do Planeta?

O logotipo padrão 60’ Hora do Planeta ‘ representa os 60 minutos onde se concentra o impacto que estamos tendo em nosso planeta tomando medidas positivas para resolver os problemas ambientais que enfrentamos. Para a Hora do Planeta 2011, o logotipo 60’ + ‘ foi introduzido representando um compromisso de agregar a Hora do Planeta um ato positivo para o planeta que vai além da hora.

28. Qual é o Desafio das Cidades da Hora do Planeta?

Com mais de 70% das emissões de CO2 do mundo, geradas pelas cidades, o Desafio das Cidades foi criado para premiar cidades pioneiras que estão liderando o caminho para um futuro totalmente sustentável. Veja mais em EarthHour.org / CityChallenge. Em 2012, cidades do Canadá, Índia, Itália, Suécia e os Estados Unidos participaram do desafio.

29. Como é feito o julgamento do Desafio das Cidades?

Um júri internacional irá rever todas as submissões delineando planos holísticos para as cidades, ideias inspiradoras e credíveis que aumentem a quota de energias renováveis em sistemas de energia da cidade. O Desafio das Cidades não é sobre ter planos ou recursos de alta tecnologia, é sobre o compromisso de pensamento inovador e soluções articulado que criam uma cidade mais verde e mais limpa para os residentes.

Fonte: WWF-Brasil

 

17:05 · 25.02.2015 / atualizado às 17:09 · 25.02.2015 por
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No sábado, 28 de março, cidades, empresas e pessoas apagarão as suas luzes por 60 minutos em um grande ato simbólico mundial contra o aquecimento global – a Hora do Planeta – e Fortaleza foi a primeira capital do Nordeste a aderir. Serão apagadas as luzes da estátuas de Iracema (Praia e Lagoa de Messejana), fachada do Mercado Central, relógio da Praça do Ferreira, Seminário da Prainha, Palácio do Bispo, Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Catedral Metropolitana de Fortaleza e Igreja de Fátima.

Lançada hoje, a campanha já conta com a adesão de 40 cidades no Brasil, incluindo capitais nas cinco regiões do País, além de Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia e Manaus. A meta é superar o número de 144 cidades brasileiras (24 capitais) participantes em 2014, e garantir a adesão de todas as capitais. No ano passado, o movimento reuniu mais de 7.000 cidades, em cerca de 150 países.

No Brasil, a campanha reforça a importância da conservação da natureza e do combate às mudanças climáticas em meio à crise hídrica sem precedentes vivida pelo País.

Histórico

Pelo sétimo ano consecutivo, a organização ambientalista WWF-Brasil promove a Hora do Planeta no País. No dia 28 de março, as luzes serão apagadas entre 20h30 e 21h30, na maior mobilização mundial para que os líderes globais adotem medidas para deter as mudanças climáticas. A atual edição da iniciativa conta com o patrocínio da Ambev e Malwee.

“A conservação do meio ambiente deixou de ser focada no bem-estar das gerações futuras, para ser uma grande questão da geração atual. Neste ano, os efeitos da devastação, que já vêm nos atingindo há tempos, pode ser sentido de forma ainda mais contundente – e em vários pontos do mundo”, declarou, por meio de informe, a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecilia Wey de Brito.

No texto do WWF-Brasil, está destacado que a crise hídrica, além dos impactos diretos nas vidas de muitos brasileiros, também abala a produção de energia, muito concentrada em hidrelétricas. “As duas crises incidem sobre a economia, que sofre com queda da produção agrícola e industrial”, acrescenta.

“Diante desse quadro está evidente que precisamos tomar providências concretas – e urgentes – para que as atuais alterações climáticas globais possam ser amenizadas por meio de alternativas energéticas, limpas e renováveis, e de ações de políticas públicas e individuais eficazes na conservação das reservas naturais do planeta”, continua Maria Cecilia.

No contexto da Hora do Planeta, o WWF-Brasil vai lançar uma petição – que poderá ser assinada até agosto – para que o governo federal crie um plano nacional para proteção e recuperação de nascentes, rios, lagos, córregos e outros mananciais, o que ajudaria a aumentar a quantidade e a qualidade da água para consumo.

Adesão

Para aderir ao movimento, as cidades interessadas devem entrar em contato com o WWF-Brasil pelo e-mail cidades@wwf.org.br. As cidades recebem um Termo de Adesão, que deve ser assinado por alguma autoridade local indicando quais monumentos e prédios públicos as cidades irão apagar durante a Hora do Planeta.

Contexto global

2015 é um ano decisivo na busca de soluções para as mudanças climáticas. Em dezembro, será sediada em Paris (França) a 21ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCC). O encontro, que reunirá os maiores líderes globais, tem como principal objetivo pavimentar o caminho para a assinatura de um acordo global de clima, com medidas para mitigar o avanço do aquecimento global e aumentar as adaptações necessárias para o enfrentamento das mudanças climáticas.

A Hora do Planeta, presente em todos os continentes, é a grande oportunidade de unificar a comunidade global em torno de ações individuais que vão chamar a atenção dos dirigentes mundiais para a importância de se fechar um acordo global e eficaz para a conservação ambiental.

“A Hora do Planeta é um movimento das pessoas e também o mais duradouro do mundo, voltado para o clima. As luzes podem sair por uma hora, mas as ações realizadas por milhões de pessoas, ao longo do ano, irão inspirar as soluções necessárias para deter a mudança climática”, declarou, oficialmente, o CEO e co-fundador da Hora do Planeta, Andy Ridley.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não para de crescer. O que começou como evento isolado, em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 7 mil cidades de 162 países e territórios.

Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, entre elas, as pirâmides do Egito; a Torre Eiffel, em Paris; a Acrópole de Atenas e – até mesmo – a cidade de Las Vegas já ficaram no escuro durante 60 minutos. No Brasil, a Hora do Planeta acontece oficialmente desde 2009.

WWF-Brasil

É uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

Criado em 1996 e sediado em Brasília, o WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Mais informações:

Site Brasil: www.wwf.org.br/horadoplaneta

Vídeo Oficial Hora do Planeta 2015: http://bit.ly/VideoOficialHoradoPlaneta2015

Site Global: www.earthhour.org

Fonte: WWF-Brasil

15:20 · 02.08.2014 / atualizado às 15:20 · 02.08.2014 por

 

Lixão de Iguatu, no Centro-Sul do Ceará, em agosto de 2013 Foto: Maristela Crisipim
Lixão de Iguatu, no Centro-Sul do Ceará, em agosto de 2013 Foto: Maristela Crisipim

Por Maristela Crispim

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) levou mais de 20 anos para ser aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente. Hoje, exatamente quatro anos após a sanção do então presidente Lula, quando nenhum resíduos reciclável deveria ser descartado e todos os rejeitos deveriam seguir para aterros sanitários, o Estado do Ceará permanece exatamente com o mesmo número de aterros sanitários de 16 anos atrás: Caucaia, Aquiraz, Maracanaú e Sobral.

Pela Lei, o lixo terá que ser encaminhado para um aterro sanitário, forrado com manta impermeável, para evitar a contaminação do solo. O chorume deve ser tratado e o gás metano terá que ser queimado. Quem não cumprir a legislação estará submetido às punições previstas na Lei de Crimes Ambientais, que prevê multa de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.

A PNRS, instituída pela Lei Nº 12.305/10, contém instrumentos importantes para permitir o avanço necessário ao País no enfrentamento dos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. Estabelece, ainda, outros instrumentos que ajudarão o Brasil a atingir uma das metas do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que é de alcançar o índice de reciclagem de resíduos de 20% em 2015.

Mesmo aquilo que a lei já prevê há décadas, como a segregação, transporte diferenciado e incineração de Resíduos Sólidos de Saúde (RSS), ainda não foi solucionado. Ao percorrer alguns dos principais lixões do Estado, há um ano atrás, nossa equipe encontrou até frascos de sangue, sem contar com seringas, agulhas, luvas e remédios vencidos.

Resíduos Sólidos de Saúde no Lixão de Crateús, Região dos Inhamuns (Ceará), em agosto de 2013 Foto: Maristela Crispim
Resíduos Sólidos de Saúde no Lixão de Crateús, Região dos Inhamuns (Ceará), em agosto de 2013 Foto: Maristela Crispim

Na mesma linha vão outros resíduos especiais. Alguns, como baterias e pneus, já possuem sistema de coleta relativamente estabelecido. Já pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, eletroeletrônicos e mesmo medicamentos, por exemplo, engatinham com algumas iniciativas privadas pontuais.

Isso sem contar com a situação degradante na qual vivem e trabalham milhares de catadores. Fora dos padrões de escolaridade e faixa etária que o mercado de trabalho exige, eles buscam, na seleção de materiais recicláveis, renda constante sem precisarem cumprir horários ou dar satisfação a patrões.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), até agora, apenas 2.202 cidades, de um total de 5.570, cumpriram a meta. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM), revelou que metade das cidades brasileiras de até 300 mil habitantes não terá condições de obedecer à legislação, e mais de mil das 2,4 mil consultadas não conseguiram sequer elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), fundamental na obtenção de verbas federais para a extinção dos lixões. O prazo final de entrega do documento era agosto de 2012. Segundo o MMA, somente três Estados possuem PGRS: Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro.

Consulta, feita na semana passada pela CNM, envolveu 2.485 cidades das 5.490 com até 300 mil habitantes e mostrou que 768 ainda depositam os resíduos sólidos em lixões, a maioria nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. O levantamento indica que 16 capitais não têm aterro sanitário, incluindo Belo Horizonte, Brasília, Recife, Manaus e Porto Alegre. A CNM defendeu que o prazo seja ampliado, com uma carência de oito anos.

A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que tem a missão de fiscalizar a aplicação da lei em cidades com até 50 mil habitantes, apoia o adiamento da implantação da legislação nestes casos, mas considera quatro anos prazo suficiente.

Reciclagem

Segundo o Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), é crescente o número de cidades que se movimentam para criar o PNRS e implantar uma política de coleta seletiva. A pesquisa Ciclosoft de 2012, estudo realizado pelo Cempre cujo objetivo é mostrar um panorama da coleta seletiva nos municípios brasileiros, 14% dos municípios oferecem o serviço de coleta seletiva. Desse total, 86% estão nas regiões Sul e Sudeste.

Em 2012, o Cempre apresentou ao MMA  proposta do acordo setorial para logística reversa das embalagens pós-consumo. O documento prevê, em sua primeira fase, a elevação da taxa de recuperação dos resíduos sólidos recicláveis em 20%, gerando uma redução de 22% do total das embalagens que são encaminhados aos aterros sanitários ou lixões.

Metal separado e prensado na Associação de Agentes Recicladores de Nova Olinda (Aarno) Foto: Maristela Crispim
Metal separado e prensado na Associação de Agentes Recicladores de Nova Olinda (Aarno), na Região do Cariri, Sul do Ceará, em agosto de 2013 Foto: Maristela Crispim

Prazo

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou, na tarde de quinta-feira (31/07), que o governo não irá baixar qualquer medida para estender esse prazo, como estão solicitando entidades ligadas às prefeituras. A ministra afirmou que o governo defende um debate no Congresso Nacional sobre o assunto.

A ministra afirmou que sair punindo os municípios nesse momento não é a solução. O governo procurou o Ministério Público Federal (MPF) e pediu que se busque soluções com as prefeituras, como termos de conduta.

No dia 22, haverá um encontro em Porto Alegre (RS), entre governo, procuradores e prefeitos para discutir como vai se dar esse pacto. Ela disse que não encontrou má vontade dos gestores que não conseguiram criar alternativas para destinar seus resíduos e que é preciso entender dificuldades regionais e de capacitação para tornar essa política uma realidade.

Verbas

Para auxiliar os municípios, o governo liberou recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), PAC2, Caixa Econômica Federal (CEF), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Funasa.

O MMA informou que, nos últimos quatro anos, foram disponibilizados R$ 1,2 bilhão para que Estados e municípios realizassem o planejamento das ações e iniciassem medidas para se adequarem à nova legislação de resíduos sólidos. No entanto, segundo Izabella Teixeira, cerca de 50% foi efetivamente aplicado, devido ao que ela chamou de “dificuldades operacionais”.

Observatório

Visando monitorar a implementação da PNRS, foi criado na quinta-feira (31/07), por 25 entidades da sociedade civil, o Observatório da Política Nacional de Resíduos Sólidos, para acompanhar a implementação da política, e também aprofundar os dados sobre geração, gestão e destinação de resíduos sólidos no Brasil.

Membros:

Associação brasileira dos Membros do Ministério Público do Meio Ambiente (Abrampa)

Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe)

Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP)

Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio)

Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP)

Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds)

Cicla Brasil

Conservação Internacional

Fundação Avina

SOS Mata Atlântica

Fundo Verde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Giral

Instituto Akatu

Instituto Ethos

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP)

Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep)

Instituto Venturi

Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Nima PUC-Rio)

Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (Procam/USP)

S.O.Sustentabilidade

Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

WWF-Brasil

Mais informações sobre o Observatório da PNRS: www.observatoriopnrs.org

 

10:38 · 26.07.2014 / atualizado às 10:38 · 26.07.2014 por

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O WWF-Brasil acredita que pequenas atitudes sustentáveis ajudam a diminuir os impactos e a pressão do consumo sobre os recursos naturais do Planeta. Para conscientizar a população brasileira e estimular esse comportamento no dia-a-dia, lançou, pela Internet, o 1º Festival de Curtas Ecológicos do WWF (Fest Curteco). Interessados estão convidados a gravar um vídeo com duração de 15 segundos a 1 minuto onde mostrem o que fazem para colaborar com o meio ambiente.

Os cinco primeiros colocados serão premiados, levando em conta originalidade, criatividade e pertinência. O primeiro colocado ganha uma viagem para o exuberante Parque Nacional do Iguaçu, com acompanhante. O segundo e terceiro colocados ganharão um fim de semana no Paraíso Eco Lodge, em Ribeirão Grande (SP), também com acompanhante.

Por meio desse concurso cultural, o WWF-Brasil quer que as pessoas compartilhem ações adotadas para reduzir a Pegada Ecológica e, dessa forma, ampliar o número de pessoas engajadas na causa ambiental. O objetivo é comunicar como nossos hábitos de vida cotidianos impactam diretamente na conservação do meio ambiente.

“Ao lançar a primeira edição do Fest Curteco, estamos buscando sensibilizar a população, por meio do exemplo positivo. Cada cidadão pode fazer a sua parte pelo Planeta e, juntos, temos o potencial para transformar a sociedade em prol de um futuro mais sustentável e em harmonia com a natureza”, afirma a superintendente de Comunicação, Marketing e Engajamento do WWF-Brasil, Renata A. Soares.

Para participar, basta que o candidato preencha o cadastro com os seus dados no site www.curteco.com.br, responda a cinco perguntas básicas sobre o comportamento socioambiental, faça o cálculo da sua Pegada Ecológica e mande o link do seu vídeo.

A seleção dos melhores trabalhos será feita por uma equipe técnica ligada à área ambiental e os vídeos selecionados serão submetidos a uma comissão julgadora composta por personalidades que adotam atitudes sustentáveis na sua rotina: Marina Person (apresentadora de TV), Renata Falzoni (jornalista e cicloativista) e Mara Mourão (cineasta). O trio vai avaliar todos os vídeos enviados até o dia 10 de agosto e os cinco ganhadores serão anunciados no dia 18 de agosto, pela Internet.

Mais detalhes sobre os prêmios, regulamento e outras informações estão no site www.curteco.com.br, onde podem ser feitas as inscrições e o envio do link dos vídeos.

O que é a Pegada Ecológica?

É uma metodologia que avalia a demanda humana por recursos naturais renováveis com a capacidade regenerativa do Planeta. É uma forma de traduzir a extensão de território que uma pessoa, cidade, país, região ou até a população do mundo todo utiliza, em média, para suprir suas demandas de consumo: produtos, bens e serviços.

A ferramenta foi criada por pesquisadores da Global Footprint Network (GFN). O WWF-Brasil trabalha com a Pegada Ecológica para mobilizar e incentivar as pessoas a repensarem hábitos de consumo e a adotar práticas mais sustentáveis.

WWF-Brasil

É uma organização não governamental dedicada à conservação da meio ambiente com a missão de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criada em 1996, a instituição desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza do mundo, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Fonte: WWF-Brasil

09:16 · 02.04.2014 / atualizado às 09:16 · 02.04.2014 por
Trata-se de um gesto simbólico, de mobilização, que vem crescendo ano a ano Foto: Maristela Crispim
Trata-se de um gesto simbólico, de mobilização, que vem crescendo ano a ano Foto: Maristela Crispim

A sexta edição da Hora do Planeta no Brasil, realizada no sábado (29/3), das 20h30 às 21h30, com promoção do WWF-Brasil, bateu o recorde de participação de cidades brasileiras com a adesão de 144 municípios, em todas as regiões do País. O número representa 29 cidades mais do que no ano anterior e dez mais do que em 2012 – ano que detinha o maior envolvimento verde-amarelo desde a primeira edição por aqui, em 2009.

O Monumento às Bandeiras, em São Paulo; o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; a Esplanada dos Ministérios, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, em Brasília; e a Igreja São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), em Belo Horizonte, são apenas alguns dos 475 ícones – entre monumentos, prédios e equipamentos públicos locais – que foram apagados de Norte a Sul do Brasil por sessenta minutos.

“É um gesto simbólico que convida a um engajamento para gerar mudanças em nossas rotinas para minimizar os efeitos do aquecimento global. A ideia é que todos continuem nessa jornada”, explicou a superintendente de Comunicação, Marketing e Engajamento do WWF-Brasil, Renata A. Soares, ao abrir o evento que marcou a data na praça Victor Civita, em São Paulo, de onde um interruptor gigante apagou, simbolicamente, as cidades brasileiras participantes e inseriu o País no mapa global da Hora do Planeta 2014.

No mundo todo mais de 7 mil cidades, em 162 países, participaram da Hora do Planeta. Da Ópera House de Sydney ao Empire State Building (Nova York), tiveram suas luzes apagadas e ícones como a Torre Eiffel, em Paris, o Big Ben e o Palácio de Buckingham, em Londres, o Kremlin, em Moscou, as Pirâmides de Giza, no Egito, e a Table Mountain, na Cidade do Cabo. “É sempre extraordinário ver as cidades e monumentos envolvidos na Hora do Planeta, mas em 2014 tivemos histórias e atividades que vão além dos sessenta minutos e provam que o movimento é comandado pelo poder das pessoas”, afirmou o CEO e co-fundador da Hora do Planeta, Andy Ridley.

Não à toa, o embaixador global da Hora do Planeta 2014 foi um super-herói, o Homem-Aranha – por meio de uma parceria pioneira com a Sony Pictures. Herói do filme “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”, com lançamento em 1º de maio no Brasil, o personagem apoia uma ação mundial de arrecadação de recursos para projetos ambientais.

Já no Brasil, o Homem do Farol – simpático personagem criado pela agência Grey Brasil – foi responsável por desligar o interruptor gigante que “apagou” as cidades participantes pela Hora do Planeta 2014. “Como sou morador e administrador de um farol, não posso desligar as luzes, mas fiz questão de vir aqui incentivar os brasileiros a aderirem a esse ato de conscientização”, comentou ele no evento.

A lista completa com as 144 cidades participantes está disponível em:

http://www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/cidades/

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não parou de crescer. O que começou como um evento isolado em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 7 mil cidades de 152 países. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo a cidade de Las Vegas (EUA) já ficaram no escuro durante sessenta minutos.

WWF-Brasil

O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o País e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Fonte: WWF-Brasil

18:29 · 29.03.2014 / atualizado às 18:33 · 29.03.2014 por

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A sexta edição brasileira da Hora do Planeta, que acontece hoje, 29 de março, entre 20h30 e 21h30, está confirmada para ocorrer pelo menos em 115 cidades brasileiras. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e a Igreja São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), em Belo Horizonte, são alguns dos mais de 300 monumentos que serão apagados do Norte ao Sul do País. Para celebrar a data, o WWF-Brasil promove um evento oficial da Hora do Planeta na Praça Victor Civita, em São Paulo, de onde simbolicamente todas as cidades brasileiras participantes serão apagadas.

“Queremos que as pessoas usem esses sessenta minutos para se lembrar que as coisas não estão indo exatamente por um caminho que nos vá ajudar no futuro. Temos uma hora para pensar: ‘Eu posso fazer diferente’. Seja apagar as luzes durante a Hora do Planeta, seja tomar um banho mais curto”, afirma a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, o movimento aposta no poder de cada um para a mudança, seja o cidadão brasileiro ou o Homem-Aranha, primeiro embaixador global do movimento. No Brasil, a Hora do Planeta conta com os atores Tainá Müller e Reynaldo Gianecchini como seus embaixadores oficiais. A campanha também apresenta o homem do farol, personagem criado pela agência Grey Brasil que como morador e administrador de um farol faz de tudo para engajar os brasileiros na Hora do Planeta, será o responsável pelo acionamento do interruptor gigante.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, não parou de crescer. O que começou como um evento isolado em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 5 mil cidades de 152 países. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo a cidade de Las Vegas (EUA) já ficaram no escuro durante sessenta minutos.

WWF-Brasil

O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do Planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Monumentos Brasileiros na Hora do Planeta 2013

Aracaju

1. Mirante 13 de Julho

2. Prefeitura Municipal de Aracaju – Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos

Belo Horizonte

1. Sede da Prefeitura

2. Praça da Bandeira

3. Igrejinha da Pampulha

4. Estádio Mineirão

Brasília

1. Palácio do Buriti

2. Complexo Cultural da República – Biblioteca e Museu Nacional

3. Torre de TV

4. Catedral Metropolitana de Brasília

5. Esplanada dos Ministérios

6. Praça dos Três Poderes

7. Congresso Nacional

Campo Grande

1. Paço Municipal;

2. Central de Atendimento ao Cidadão

3. Morada dos Baís

4. Obelisco

Cuiabá

1. Praças Municipais

Curitiba

1. Jardim Botânico

2. Praça Japão

Fortaleza

1. Estátua de Iracema – Praia de Iracema

2. Estátua de Iracema – Lagoa de Messejana

3. Fachada do Mercado Central – Centro

4. Relógio Praça do Ferreira (Coluna da Hora) – Centro

5. Seminário da Prainha

6. Prédio do Palácio do Bispo

7. Prédio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma)

8. Catedral Metropolitana de Fortaleza

9. Igreja de Fátima

Goiânia

1. Monumento Viaduto

2. Praça Latif Sebra

3. Monumento Viaduto AV T63

João Pessoa

1. Estação Ciência, Cultura e Artes

2. Prédio do Paço Municipal

3. Centro Administrativo Municipal

Macapá

1. Fortaleza de São José de Macapá

2. Monumento Marco Zero do Equador

3. Teatro das Bacabeiras

Manaus

1. Parque Municipal Lago do Japiim

Natal

1. Parque da Cidade

2. Prédio da Prefeitura

3. Secretarias Municipais

Palmas

1. Espaço Cultural José Gomes Sobrinho

Rio Branco

1. Praça da revolução (dois monumentos)

2. Prefeitura e Secretarias Municipais

Rio de Janeiro

1. Cristo Redentor

2. Igreja da Penha

Recife

1. Prefeitura de Recife

2. Parque das Esculturas – Marco Zero

Vitória

1. Palácio Jerônimo Monteiro

A lista completa com todas as cidades participantes está disponível em:

http://www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/cidades/

SERVIÇO

Hora do Planeta 2014

Data: 29 de março (sábado)

Horário: das 20h30 às 21h30

Site: www.horadoplaneta.org.br

10:01 · 14.02.2014 / atualizado às 10:01 · 14.02.2014 por

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Com promoção do WWF-Brasil, a Hora do Planeta 2014 acontece no sábado, 29 de março. Com o slogan “Use seu poder para salvar o Planeta”, o maior movimento mundial contra o aquecimento global irá apresentar embaixadores, reais e fictícios, para mobilizar cidades, empresas e pessoas. Paralelamente, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo são finalistas da iniciativa global Hora do Planeta: Desafio das Cidades, que irá eleger a Capital Global da Hora do Planeta.

Pelo sexto ano consecutivo, a organização ambientalista WWF-Brasil promove a campanha Hora do Planeta no País. Lançada mundialmente ontem (13/02), a Hora do Planeta 2014 acontecerá no sábado, 29 de março, entre 20h30 e 21h30.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, o movimento aposta no poder de cada um para a mudança, seja o cidadão brasileiro ou o Homem-Aranha, primeiro embaixador global do movimento.

Paralelamente, a Rede WWF promove a Hora do Planeta: Desafio das Cidades, que irá premiar iniciativas rumo ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono. Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG) são finalistas do desafio.

“Como maior ato simbólico mundial contra o aquecimento global, a Hora do Planeta abre espaço para a reflexão da postura de cidades, empresas e cidadãos. Com o Desafio das Cidades vamos além da hora, com o objetivo de estimular a criação e disseminação de melhores práticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas por meio de planos ambiciosos, inspiradores e factíveis para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono”, afirma a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, lembrando que na edição de 2013 mais de 7.000 em 154 países apagaram as suas luzes por sessenta minutos.

No Brasil, Belo Horizonte foi a primeira cidade a aderir à Hora do Planeta 2014. Também já participam da campanha Macapá (AP), Campinas (SP), Erechim (RS) e Joinville (SC). No total, já são quinze cidades brasileiras confirmadas no movimento global. Em 2013, a Hora do Planeta contabilizou 113 cidades no Brasil, que juntas apagaram mais de 627 ícones (entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos).

Para se juntar à Hora do Planeta 2014 basta acessar o site oficial da campanha (www.horadoplaneta.org.br) e apagar as luzes no dia 29 de março, entre 20h30 e 21h30. As cidades brasileiras interessadas em participar devem solicitar o Termo de Adesão Hora do Planeta 2014 que oficializa a participação.

Já empresas, organizações e pessoas podem se cadastrar on-line e acessar peças como banners, imagens de capa para mídias sociais, entre outros. As redes sociais – Facebook, Twitter e Instagram, também são canais oficiais de comunicação da campanha.

Confira o vídeo da campanha

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Hora do Planeta: Desafio das Cidades

Criada pela Rede WWF há três anos, a iniciativa Hora do Planeta: Desafio das Cidades é uma forma de ir além da mobilização gerada pelo movimento global, com a conquista de compromissos concretos de redução do impacto do ser humano sobre o clima. Cidades de 13 países foram convidadas a reportar dados relevantes, planos e ações com relação às suas emissões de carbono.

Pela primeira vez o Brasil está envolvido, com três finalistas: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Outras cinco cidades (Betim, Manaus, Porto Alegre, Fortaleza e Sorocaba), que têm projetos interessantes rumo ao desenvolvimento urbano sustentável, também concorreram, mas não foram selecionadas.

Neste ano, o foco global da competição foram os investimentos em benefício da reestruturação das matrizes energéticas, em um movimento que priorize as fontes limpas de energia em detrimento daquelas originárias de combustíveis fósseis. Além dos municípios brasileiros, concorrem na atual edição do desafio cidades da Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Estados Unidos, Finlândia, Índia, Indonésia, Itália, México, Noruega e Suécia.

As cidades finalistas serão avaliadas, a partir de critérios técnicos, por um júri internacional de especialistas. O anúncio da Capital Global da Hora do Planeta ocorrerá no final de março na cidade canadense de Vancouver. Além da cidade vencedora pelo júri, será escolhida uma cidade por voto popular. As finalistas podem ser votadas no site global We Love Cities (www.welovecities.org/pt). Além de escolher a sua preferida, o internauta pode também encaminhar sugestões de melhorias que serão entregues a cada uma das participantes do concurso.

Use seu poder para salvar o planeta

Com o Slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, a Hora do Planeta 2014 irá apresentar até o dia 29 de março embaixadores que estimulem a participação das pessoas no movimento.

“Globalmente temos o Homem-Aranha como nosso primeiro embaixador. Com ele, simbolizamos que todos nós temos poder para fazer mudanças. Ao longo da campanha, vamos apresentar outros embaixadores, reais e fictícios, para mostrar que é possível usar o poder que todos temos para salvar o planeta”, explica a superintendente de Comunicação, Marketing e Engajamento do WWF-Brasil, Renata A. Soares.

A participação do Homem-Aranha foi possível graças a uma parceria entre a Rede WWF e a Sony Pictures Entertainement. Os atores Andrew Garfield, Emma Stone e Jamie Foxx, que respectivamente atuam como Peter Parker/Homem-Aranha, Gwen Stacy e Max Dillon/Electro no filme “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”, com lançamento previsto para 1º de Maio no Brasil, juntamente com o diretor Marc Webb, também irão apoiar e participar efetivamente da Hora do Planeta 2014.

Hora do Planeta

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas. Desde sua primeira edição, em março de 2007, a Hora do Planeta não parou de crescer.

O que começou como um evento isolado em uma única cidade, Sidney, na Austrália, tornou-se uma ação global, envolvendo um bilhão de pessoas em mais de 5 mil cidades de 152 países. Alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas e até mesmo a cidade de Las Vegas (EUA) já ficaram no escuro durante 60 minutos.

WWF-Brasil

O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Rede WWF

A Rede WWF é uma das maiores organizações ambientalistas independentes do mundo. Ela tem o apoio de quase 5 milhões de pessoas e uma rede mundial ativa em mais de 100 países. A missão da Rede WWF é acabar com a degradação do meio ambiente natural do planeta e construir um futuro onde os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais renováveis e promovendo a redução da poluição e do desperdício de consumo.

Fonte: WWF-Brasil

Mais informações

Hora do Planeta 2014

Data: 29 de março (sábado)

Horário: das 20h30 às 21h30

www.horadoplaneta.org.br