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Autor: Nicolas Paulino


12:15 · 17.07.2018 / atualizado às 12:15 · 17.07.2018 por
Um laboratório aprovado pela WADA processa amostras de sangue e urina coletadas dos atletas dos Games. (Foto: Reprodução)

Quatorze atletas que competiram nas CrossFit Regionals 2018 foram banidos de competições oficiais do esporte pelos próximos quatro anos (à exceção de uma, que pegou dois anos de penalidade). A justificativa? Todos foram pegos em exames antidoping. As surpresas ficaram por conta de atletas classificados para os Games.

A canadense Emily Abbott, campeã da West Regional, perdeu o pódio e ficará quatro anos longe das arenas – só está permitida novamente em junho de 2022. No lugar dela, assume a sexta colocada na Regional, Meredith Root, que só terá duas semanas de preparo para a disputa.

Já o classificado Andrey Ganin, russo que ficou em 4º lugar na Europe Regional, também caiu pelo uso de testosterona. Quem ficou feliz com a notícia foi a islandesa Annie Thorisdottir, cujo namorado, o dinamarquês Frederik Aegidius, ganhou o passaporte para Madison, cidade-sede dos Games.

Novos nomes?

A divulgação dos resultados também mostrou a queda de quatro times. Dean Shaw, da Meridian Regional, foi pego; sua equipe, que ficou em 3º lugar, perdeu a vaga. Lauren Shawver (South) e Laura Hosier (East) também deram positivo e estão proibidas. Na América Latina, o time Colombia Parceros caiu após o escorregão da atleta Maria Clara Ceballos, dando lugar aos argentinos do Samurai Team.

Aparentemente, a CrossFit Inc. está indo com tudo contra o doping depois de o uso de esteroides ter sido duramente criticado no documentário “The Redeemed and The Dominant”, que mostrou a queda do estreante australiano Ricky Garard, 3º dos Games em 2017, após ter tirado a medalha de bronze do verdadeiro dono: o canadense Patrick Vellner.

E mais gente pode aparecer na lista, já que a empresa divulgou, em nota: “Os atletas acima concluíram o processo de apelação. Há atletas adicionais que foram notificados de uma violação de substância proibida. Outros resultados serão divulgados quando seus processos de apelação forem concluídos”.

Mas, afinal, que substâncias foram detectadas nos exames? Confira:

A campeã Emily Abbott foi flagrada no uso de ibutamoren. (Foto: Reprodução/Instagram)

Ibutamoren – agente anabolizante cuja finalidade é estimular a produção de hormônios de crescimento. Substância utilizada por Emily Abbott, é usada para melhora da resistência, perda de gordura e aumento da massa muscular.

Clomifeno – modulador seletivo do receptor de estrogênio. Por induzir a ovulação, tem sido utilizado por mulheres que querem engravidar. No organismo masculino, a droga tende a estimular a produção de testosterona.

Ostarine – agente anabolizante que atua diretamente nos hormônios androgênicos, estimulando maior ganho de massa muscular e força.

Higenamine – incluso na categoria agonista adrenérgico beta-2, atua na vasodilatação e acelera a frequência cardíaca e a queima as gorduras através da indução da lipólise. Era utilizado para o tratamento de problemas cardiorrespiratórios.

Estanozolol – agente anabólico. A substância tem como base a testosterona, aumenta os níveis de massa magra e reduz a gordura corporal. Dentre os efeitos colaterais já relatados, estão ginecomastia, enjoos, dor de cabeça e queda de cabelo.

Testosterona exógena – agente anabólico utilizado para ganhar massa muscular de forma mais rápida ou para melhorar o seu rendimento esportivo. Urologistas alertam que o uso do hormônio nas formas de gel, injeções, comprimidos, etc. aumentam os níveis do hormônio no sangue além do normal, estancando sua produção natural.

GW1516 (cardarine ou endurobol) – modulador metabólico que pode aumentar a resistência e auxiliar na perda de gordura. Foi proibida para atletas profissionais devido à vantagem em provas de endurance.

Oxandrolona – esteroide anabolizante, oferece maior aumento no ganho de força e ajuda a perder peso. Quando começou a ser comercializado, era recomendado para o tratamento de infertilidade, anemias e outras doenças que precisavam de estimulantes energéticos.

1,3-dimetilbutilamina (DMBA) – estimulante do Sistema Nervoso Central e queimador de gordura ao acelerar o metabolismo. Em 2015, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA) identificou a utilização inadequada da substância como suplemento dietético em pelo menos 14 produtos.

O russo Andrey Ganin foi banido por quatro anos. (Foto: Reprodução)

LGD4033 (ligandrol) – modulador seletivo do receptor de androgênio (SARM), é conhecido por sua capacidade de ajudar a aumentar massa muscular e força. É proibido como droga que melhora o desempenho.

Meldonium – desenvolvido em 1970, foi indicado para o tratamento de doenças neurodegenerativas, pulmonares e doenças do sistema imunológico. Estudos apontam melhora na capacidade de produzir energia e na recuperação pós-treino. Foi proibido em 2016 ao ser detectada na tenista russa Maria Sharapova.

Drostanolona – aumenta a potência e a massa muscular. Nos homens, o uso prolongado pode causar impotência, infertilidade e acne, bem como aumentar o risco de câncer de próstata e problemas cardíacos.

A lista acima descrita é para meios meramente informativos. O Hora do Cross não apoia o uso de anabolizantes ou de outras substâncias para melhora do rendimento esportivo. Afinal, qual é a graça de um título conquistado à base de trapaça sobre outros atletas que se dedicaram exaustivamente aos treinos?

Drug Free Sport

A CrossFit informou ainda que adere aos padrões estabelecidos pela Associação Mundial Antidoping (WADA). “O uso de uma substância proibida para aumentar os níveis ‘baixos normais’ de qualquer hormônio endógeno e o uso de substâncias anabólicas não é considerado uma intervenção terapêutica aceitável”, declarou.

A empresa faz parceria com a Drug Free Sport, que realiza análises para a NFL, NBA, MLB e NCAA, juntamente com outras 300 organizações esportivas. Um laboratório aprovado pela WADA processa amostras de sangue e urina coletadas dos atletas dos Games.

19:11 · 15.07.2018 / atualizado às 19:11 · 15.07.2018 por
Eder e Renata em ação na praia de Ancona. (Foto: Reprodução/Instagram)

A representante cearense nos CrossFit Games 2018 não está para brincadeiras. Depois de uma rotina intensa de treinos em Fortaleza, Renata Pimentel, 35, está na cidade portuária de Ancona, na Itália, acompanhada pelo marido e coach, Eder Costa, para se preparar melhor para a maior competição mundial da modalidade.

No País europeu, o casal está sendo acompanhado por Andrea Barbotti, 29, três vezes atleta da Meridian Regional e co-proprietário da OnAir, programa de treinamento utilizado pelos cearenses. Segundo Renata, a decisão foi tomada para entrar no clima competitivo dos Games e, “na verdade verdadeira mesmo”, se preparar psicologicamente para a disputa “passando mal nos wods com eles”.

O objetivo da atleta, que já treina Crossfit há quatro anos – depois de longos anos dedicados ao jiu-jitsu – é ficar no top 10 do ranking da categoria Master 35-39 anos. Para isso, ela precisará enfrentar nomes de peso como Samantha Briggs e Anna Tobias. Pode dar certo se houver muitos hang cleans e overhead squats, seus movimentos preferidos.

Em vídeos postados por Eder neste final de semana, podemos ver que a preparação já começou pesada: depois de uma corrida de ladeira “sem fim”, os atletas fizeram natação e burpees na areia da praia. O trio também pretende competir nos Adriatic Games, que ocorrerão nos dias 21 e 22 de julho, na comuna italiana de Pesaro.

19:07 · 15.07.2018 / atualizado às 19:07 · 15.07.2018 por
Foto: CrossFit Games

Da glória ao choro: houve uma mudança no time que representará a América Latina nos Crossfit Games. Oficialmente, a equipe Colombia Parceros venceu a Regional do Rio de Janeiro, superando por pouco o Samurai Team, da Argentina, há menos de um mês.

Porém, numa série de vídeos publicada em seu Instagram, a atleta colombiana Maria Clara Ceballos, 28 anos, explicou que foi pega no exame de antidoping e, por isso, os Parceros foram desclassificados. Ela foi comunicada da decisão da Crossfit no dia 18 de junho e havia tentado recorrer.

Ceballos conta que, neste ano, procurou ajuda profissional para aumentar o rendimento nos treinos e diminuir a incidência de lesões, mas um dos produtos utilizados possuía uma substância proibida. Ela disse ainda que cada integrante dos Parceros cuida da alimentação e suplementação de forma independente.

A atleta pediu desculpas à equipe e a todos que acompanham seu trabalho. Com a mudança, a direção dos CrossFit Games já enviou o convite oficial para o Samurai Team.

19:03 · 15.07.2018 / atualizado às 19:03 · 15.07.2018 por
Saman Kunan tinha 38 anos e praticava triatlo. (Foto: Reprodução/Facebook)

Os Hero Wods do CrossFit tradicionalmente homenageiam os “heróis” da vida real, que morreram para salvar outras pessoas em situações de risco. “Saman” é o mais novo Hero Wod, criado pela CrossFit Chiang Mai, na Tailândia, em homenagem ao marinheiro Saman Kunan, de 38 anos.

O SEAL, que também era triatleta, morreu enquanto mergulhava na inundada caverna de Tham Luang para abastecer, com oxigênio, o grupo de 12 jovens jogadores de futebol e seu treinador, presos a 3,2 km da entrada do local. Saman concluiu a missão, mas morreu durante o retorno. Ele próprio se voluntariou para a missão de resgate, considerada uma das mais perigosas da história.

O Hero Wod “Saman” tem 8 rounds, cada um com 13 Deadlifts (185/125lbs), representando as 13 pessoas que Saman deu a vida para resgatar; 17 Wallballs (20/14 lbs), contando os 17 dias passados no subsolo, e 400 metros de corrida, totalizando 3,2 km – a distância que o grupo estava da entrada da gruta.

Em Fortaleza, diversos boxes realizaram o wod nesta semana: Crossfit 085, Aldeota, 6450, Marco Zero, Mutants, Caçadores e Babu.

13:06 · 02.07.2018 / atualizado às 13:07 · 02.07.2018 por
Davi Cruz, Eder Costa e Pedro Yago na Seletiva Salvador. (Fotos: Reprodução/Instagram)

O domingo marcou o fim das Super Seletivas para o Torneio Crossfit Brasil (TCB) 2018, a maior competição da modalidade no País. A última cidade a receber a etapa foi Salvador, na Bahia – e teve cearense fazendo bonito e subindo no pódio!

Na categoria teen, o cearense Davi Cruz, de apenas 16 anos, dominou a Seletiva e conquistou o topo do pódio após vencer três das cinco provas. Com o resultado, ele ficou em 3º lugar no ranking brasileiro e aumenta a expectativa pelo pódio principal, em setembro.

Na elite masculina, Eder Costa, da Crossfit Gurkha, ficou com a medalha de prata. No ano passado, ele ficou em 4º no TCB. Pedro Yago Araújo, da Crossfit R2, terminou a Seletiva em 4º – e, de quebra, levou o recorde brasileiro da prova 5 para Messejana, brincou no Instagram.

O headcoach da R2, Reginaldo Silva, ficou em 14º. Diego Palomares e Matheus Caetano, também da Gurkha, ficaram colados na 20ª e 21ª colocação, respectivamente. Lucas Macedo, headcoach da Crossfit Caserna, ficou em 28º. Já o da Crossfit Dragão do Mar, Allan Marx, em 31º, se classificou na categoria Master.

Américo Lima (R2) e Lucas Pontes (Gurkha/Aldeota) empataram na 38ª colocação. Saulo Antunes, da Porão, ficou em 40º. Ao todo, 21 atletas cearenses homens participaram da Seletiva.

Mulheres

Entre as oito mulheres que participaram, a melhor colocada foi Beatriz Mesquita, da Porão Crossfit, em 4º lugar. Karol Paiva, da Gurkha, terminou em 8º e se classificou na categoria Master. Helena de Troia, da Excalibur, ficou em 9º, e Talita Araújo (R2), em 11º.

Larissa Freire Beserra, também da R2, ficou em 21º; em 23º, ficou Juliana Lima (R2), irmã de Américo. Jamile Quirino (Porão) terminou em 27º. Cristiani Ferreira, da Gurkha, ficou em 35º.

13:05 · 26.06.2018 / atualizado às 14:21 · 26.06.2018 por
Foto: Reprodução/@cassiodu

No ano passado, Cássio Dutra, 31 anos, foi o primeiro cadeirante brasileiro a conseguir uma medalha no Campeonato Mundial de Crossfit Adaptado, o WheelWod Championship, realizado no Canadá. Para 2018, o atleta planeja um resultado ainda melhor que a medalha de bronze, depois de ter se qualificado no 8º lugar mundial na etapa classificatória.

O paulista de Itanhaém enfrentará os paratletas mais condicionados do planeta em provas de levantamento de peso, força, endurance e velocidade, que em nada ficam devendo aos CrossFit Games. Atleta desde os cinco anos de idade, com títulos no judô e no jíu-jítsu, ele sabe como manter o foco para a competição.

“Quero melhorar a marca. No ano passado, fiquei em 8º no Open e, na hora, ganhei algumas posições. Uma coisa é fazer os wods no seu box, sozinho, outra é fazer frente a frente com os outros atletas. A questão mental conta muito, e pretendo melhorar sim. Estou mais forte e bem condicionado”, avalia.

Foto: Reprodução/@cassiodu

Em setembro de 2013, Cássio sofreu um acidente de carro que o deixou paraplégico. Ativo, voltou ao jíu-jítsu sete meses após a lesão medular e conquistou diversas medalhas como paratleta. Em 2015, conheceu o Crossfit, e daí não parou mais. Em 2017, foi o 1º colocado no ranking brasileiro de Crossfit Adaptado.

“Continuo com a mesma rotina, só mudou o esporte. No jíu, era todo dia; agora, como não faço perna, me concentro na parte superior”, explica. Os treinos de Crossfit são divididos três vezes na semana, às segundas, quartas e sextas, “pra não sobrecarregar os ombros”. Na terça e na quinta, ele faz musculação e pilates para fortalecer o abdômen.

Cássio afirma que seu ponto mais forte é o condicionamento. Já o equilíbrio fica devendo por conta da lesão, mas nada que o abale: “trabalho bastante para melhorar”, diz. “No campeonato, não tem essa classificação funcional, se é lesão alta ou baixa. Os atletas são mesclados. De certa forma, o amputado leva vantagem em alguns movimentos, mas o lesado ganha em outras. Tento trabalhar no que tenho desvantagem”.

Foto: Reprodução/@cassiodu

O importante, segundo ele, é não baixar a cabeça diante das dificuldades. “Agradeça todos os dias pelo ar que você respira. Independente da sua dificuldade, não desista”, aconselha.

Para participar do WheelWod Championship, Cássio também precisa de apoio. Nesta sexta (29), haverá o sorteio de uma rifa de cinco sorteios: uma bike, 1 food bag + 1 camiseta, 1 food bag + 1 pegboard, 1 kit e 1 massagem. O valor é de R$25. Interessados podem mandar um email para cassiowod@hotmail.com. Além disso, o atleta também aceita doações através de uma conta bancária. Mais informações no perfil do Instagram @cassiodu ou pelo número (13) 99128-4412.

12:06 · 25.06.2018 / atualizado às 12:06 · 25.06.2018 por
Fotos: Reprodução/Instagram

Se você fosse apostar no líder dos Crossfit Games depois da etapa das Regionals, certamente diria Mat Fraser, certo? Mas o ranking dos Games mostra outro atleta na liderança: o canadense Patrick Vellner, medalha de bronze na edição de 2017.

A questão é constância: não é preciso tirar a primeira colocação em todas as provas, mas manter-se em boas colocações ao longo da competição. Nesse sentido, Vellner se deu melhor. Por outro lado, foi o calcanhar de Aquiles de Fraser.

O bicampeão mundial ficou em 9º lugar na Central Regional na prova Triple 3, que reunia 300 double unders, 3km de remo e 3 milhas de corrida. Comparado aos atletas do resto do globo, ele ficou na péssima 81ª colocação.

Mesmo assim, o champs detém o recorde de três provas nas Regionals deste ano, massacrando o tempo frente aos adversários. O escorregão na Triple 3 não deve ser grande empecilho na conquista do tricampeonato consecutivo – aliás, todo mundo só aposta quem deve completar o pódio, já que ele pode estar praticamente garantido no topo.

Em terceiro, ficou Brent Fikowski, vice-campeão dos Games 2017. A surpresa é o australiano James Newbury, que está em 4º após vencer a Pacific Regional. Noah Ohlsen fica em 5º, Cole Sager em 6º e Josh Bridges, em 7º. O campeão da Europa, o estreante Roman Khrennikov, ficou em 8º.

Já o campeão da South, Sean Sweeney, fica em apenas 52º. O brasileiro Pablo Chalfun não foi rankeado devido às modificações nas provas durante a Latin America Regional, impedindo as comparações, o que só aumenta a expectativa quanto à participação do nosso representante junto à elite masculina mundial.

Velha disputa

Entre a mulheres, a disputa está mais acirrada. Após as Regionals, tivemos o retorno de Katrin Davidsdottir ao topo da elite feminina, desbancando a campeã do ano passado, Tia-Clair Toomey, que está em segundo. Completando o pódio, temos outra islandesa: Annie Thorisdottir.

Colada à tríade, ficou Kara Saunders, vice do ano passado. Kari Pearce, que competiu fortemente com Davidsdottir na East Regional, ficou em 5º. A estreante húngara Laura Horvath ficou à frente de Carol-Ann Reason-Thibault, 3ª da East Regional e Cassidy Lance-Mcwerther, vencedora da Atlantic.

A campeã da Meridional, Jamie Greene, ficou em 9º, e a da Central, Brooke Wells, em 10º. A islandesa Sara Sigmundsdottir terminou as Regionals em 14º. Logo ela, que há tempos busca o título de Fittest Woman on Earth. A campeã da West, Emily Abbott, ficou em 15º. Já a campeã da South, Margaux Alvarez, em 45º.

13:25 · 22.06.2018 / atualizado às 13:25 · 22.06.2018 por
Foto: Crossfit 085/Reprodução

Todo mundo está ligado na Copa do Mundo, mas nem por isso os aficionados por Crossfit deixam de competir. Neste fim de semana, mais precisamente no sábado (23), a Crossfit 085 promove o 4º Challenge Zero85, campeonato interno do box.

Participarão trios femininos e masculinos nas categorias Scaled e RX. O briefing da competição ocorre nesta sexta (22), às 18h. A Crossfit 085 fica na Rua Carvalho Lima, 55, no bairro Aldeota.

19:02 · 10.06.2018 / atualizado às 19:02 · 10.06.2018 por
Mais de 40 boxes confirmaram presença na competição. (Foto: Hora do Cross)

Os apaixonados por Crossfit tiveram um sábado (9) suado na Carranca Crossfit, durante a primeira edição do campeonato Crosslovers. O evento ocorreu na sede do box, no bairro Edson Queiroz, em Fortaleza. A proposta era comemorar o Dia dos Namorados, segundo o organizador do evento, Ramon Freitas. “Nosso box tem muito casal. A gente começou pensando num negócio menor, mas a ideia foi crescendo e a galera foi comprando”, explica.

Como resultado, mais de 40 boxes do Ceará participaram da disputa, inclusive fora de Fortaleza. Iguatu, Sobral e Juazeiro do Norte também enviaram seus representantes na busca do prêmio máximo para os casais: um fim de semana numa pousada paradisíaca. Com o sucesso da iniciativa, “provavelmente vamos repetir em 2019”, assegura Ramon.

O Crosslovers foi um teste para o casal Any Caroliny de Castro e Bruno César Amaro, da Crossfit Radiação (enquanto davam entrevista, ele fazia massagem nela, pois haviam acabado de passar por uma prova com muitos wall ball shots). “Eu estou subindo de categoria pra acompanhar ele. Tô aqui pra morrer”, riu Any. Os dois são da área de Educação Física, Bruno com um ano e meio de Crossfit e Any com apenas um. “Ele é muito competitivo, mas a gente tá aqui só pra brincar”, afirmou a atleta.

(Foto: Hora do Cross)

Foi a primeira competição e a primeira competição juntinhos também para os noivos Dianne e Alex Pinheiro, da Crossfit Superação, que estão no esporte há seis meses. Para Alex, o Crosslovers ajudou o casal inclusive a dar um gás nos treinos. “Nosso compromisso com o treino cresceu 200%. A gente sentiu a diferença na saúde”, afirma.

“Tinha dias que a gente nem queria treinar. Agora, a gente já pensa em participar de outros”, empolga-se Dianne, que sentiu dificuldades no wall ball por ser baixa. Questionada sobre a primeira experiência com a fama de carrascos dos judges, ela foi enfática: “Eu levei muita no rep, mas foi muito justo”, garante.

Confira abaixo o pódio do Crosslovers 2018:

Scaled
1 Meio Fit Meio Fat – Galpão Central do Corpo
2 Fubá e Rapadura – Box Telha
3 Carranca Team – Carranca Crossfit
4 Team Vaidarbom – Crossfit Bad Lions/Excalibur
5 Team 20 – Crossfit Superação

Intermediário
1 Team Tem problema não! – Crossfit Superação/Bad Lions/VDC Team
2 Crossfit Mirmidões – Crossfit Mirmidões
3 Crossfit R2 – Crossfit R2
4 Fraser&Katrin – Carranca Crossfit
5 Equipe Telha – Box Telha

RX
1 Onair Team – Crossfit Gurkha
2 Família Lima – Crossfit R2
3 Tríade Power – Crossfit Tríade
4 Pinada – Porão Crossfit
5 Caçadores Friends – Crossfit Caçadores/R2

12:24 · 08.06.2018 / atualizado às 12:24 · 08.06.2018 por
Foto: Reprodução/CrossFit Se7e

Embora Fortaleza concentre o maior número de boxes do Ceará, no Interior do Estado também há movimentação para competições de CrossFit. Neste sábado (9), por exemplo, ocorre o Crossfit Challenge, promovido pela Crossfit Se7e, em Sobral.

Participarão duplas masculinas e femininas nas categorias Scaled, Intermediário e Master. O briefing ocorre nesta sexta (8), às 19h. A Crossfit Se7e fica na Rua Doutor Frederico Ferreira Gomes, nº 1080, no bairro Junco.