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Saúde: técnica do PRP é destaque

Publicado em 17/10/2012 - 10:50 por | Comentar

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Corredora Marizete Moreira dos Santos é uma das atletas que se beneficiou com a nova técnica do PRP

Um novo procedimento médico, o PRP (Plasma Rico em Plaquetas) acelera em tempo recorde a cicatrização de diferentes lesões corporais. Sem contra-indicação e menos invasivo, o método abrevia em 50% o tempo para a volta ao mercado de trabalho e atividades normais do dia a dia, amenizando a dor e acelerando o processo de cura.

De acordo com essa técnica inovadora, difundida pelo Dr. Sidney Schapiro, traumatologista e ortopedista esportivo – pioneiro no tratamento por meio do PRP (Plasma Rico em Plaquetas) – o atleta profissional ou amador tem recuperação reduzida pela metade do tempo. “Aceleramos a cicatrização, e, consequentemente, regeneramos e preservamos a qualidade do tecido atingido”, explicou Schapiro, uma conceituada referência médica quando o assunto é lesões, principalmente as que atingem os joelhos.

Processo
O Dr. Schapiro lança mão de um procedimento com o plasma rico em plaquetas (PRP), responsável pelo envio do fator de crescimento nas células afetadas, transformando em um novo tecido. “Retiramos o próprio sangue do paciente, centrifugamos até extrair o PRP, que é injetado no local da lesão em uma quantidade de seis a oito vezes maior do que o organismo produz. Imediatamente começa a alteração celular, que demoraria em média 10 dias para acontecer”, explicou o traumatologista.

A meta desse procedimento, menos invasivo, é abreviar o tempo de retorno das pessoas ao mercado de trabalho e diminuir a dor, por exemplo, crônica no tendão de Aquiles, distensões musculares. As plaquetas carreiam o fator de crescimento não apenas muscular, mas também o ósseo, o tendineo e até o do músculo cardíaco, sem a necessidade de cirurgia.

Poder da fisioterapia
O resultado é medido por exames de ressonância magnética, que comprovam sua eficácia e acompanhado com um trabalho intensivo de fisioterapia é essencial para resultados completos. Personalidades do universo dos esportes já passaram pelo consultório do dr. Sidney, entre eles, Juliana Cabral, ex zagueira da seleção brasileira de futebol feminino. Após três meses de tratamento ela já estava jogando, quando pelo método tradicional a recuperação seria em torno de seis a oito meses. 
 Já a maratonista Marizete Moreira dos Santos, sofria de dor crônica no tendão de Aquiles e, em dois meses, voltou a correr.

Segundo o traumatologista, a prática do PRP, como é conhecido, já é comum em países da Europa e nos Estados Unidos. Principalmente em clubes de futebol, que têm seus próprios laboratórios.

Fonte: Andrea Feliconio – www.andreafeliconio.com.br
E-mail: andrea@andreafeliconio.com.br.

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Saúde é o que interessa!

Publicado em 04/09/2012 - 13:48 por | Comentar

Categorias: Artigo

Caminhada é uma atividade física que tem muitos adeptos, mas precisa ser praticada com orientação de profissionais da educação física

Nos tempos atuais a atividade física vem sendo cantada em prosa e verso como fundamental para a melhoria da qualidade de vida dos jovens, adultos e principalmente das pessoas idosas, que atingiram a chamada terceira idade, ou a melhor idade, como ultimamente vem sendo denominada, até porque contribui para combater diversos tipos de doenças.

Aproveitando a deixa que a atividade física é benéfica em todas as fases da vida, publicamos neste espaço um artigo que tem tudo a ver com a luta contra o sedentarismo após os 40 anos. Vamos, pois, a esse interessante artigo.

“Ter uma vida saudável depende tanto de uma alimentação balanceada, como da prática regular de exercícios físicos. Esta é a regrinha básica para todas as idades. Porém, quando chegamos a uma idade avançada, nosso corpo perde a agilidade de fazer caminhadas e exercícios, devido ao enfraquecimento dos ossos. Portanto, a atividade física na terceira idade é essencial para quem quer manter uma vida saudável e aumentar sua qualidade e expectativa de vida.

A prática regular de exercícios físicos na terceira idade traz inúmeros benefícios para o indivíduo, e entre eles estão o aumento do HDL – colesterol, a redução dos triglicerídeos, diminuição da pressão arterial, redução da gordura corporal devido ao aumento do gasto calórico diário, ganho de massa muscular, propiciando ao idoso maior autonomia funcional, diminuição de lesões causadas por quedas, etc., além de ajudar a prevenir doenças cardíacas e vasculares, hipertensão arterial, diabetes, câncer de mama e próstata, obesidade, osteoporose, stress, depressão, etc.

‘Para alcançar seu objetivo, é necessário realizar essas atividades no mínimo cinco vezes por semana, de 45 a 60 minutos, com cargas entre leve e moderada, respeitando sempre as características de cada um, suas necessidades, objetivos e principalmente suas limitações. É fundamental fazer uma avaliação médica detalhada e escolher os exercícios corretos, para que cause sensações de prazer e não de dor ou desconforto. Além do prazer, outros aspectos como a eficácia, a segurança e a motivação devem ser levados em consideração pelos profissionais que atuam na geriatria’, afirma o Prof. Rodolpho Súnica, educador físico.

Prática ideal
O ideal é fazer duas vezes na semana somente exercícios aeróbios como: caminhada, hidroginástica, bicicleta, etc. Nos dias restantes devem-se fazer exercícios de fortalecimento muscular, sempre acompanhados de um personal trainer com um programa de treinamento individualizado. É importante que seja feito o controle da frequência cardíaca através do monitor cardíaco, e que a pessoa permaneça pelo menos 50% do tempo total do exercício dentro da frequência cardíaca de treino (zona alvo) estabelecida na avaliação física.

Confira abaixo o programa de exercícios físicos que podem ser feitos em casa preparado pelo educador físico Prof. Rodolpho Súnica:

Exercícios de fortalecimento muscular (2ª, 4ª e 6ª):

1 – Agachamento com cadeira

Material utilizado:Cadeira.
Posicione-se em pé de costas para a cadeira, simulando o movimento de sentar e levantar, flexionando os joelhos e voltando à posição inicial. Realize três séries de 12 repetições, com intervalo de 40″ a 60″ entre as séries.

2 – Supino horizontal

Material utilizado: Bastão, cabo de vassoura, caneleiras.
Deitado de barriga para cima, segure o bastão com as mãos afastadas uma das outras e desça até a linha do peitoral e estenda o cotovelo novamente. Realize três séries de 12 repetições, com intervalo de 40″ a 60″ entre as séries. Uma forma de aumentar a carga é colocar caneleiras de 1 ou 2 kg na extremidade da barra.

3 – Flexão de Joelhos

Material utilizado: Caneleiras.
Em pé, apoiando as mãos na parede, flexione a perna direita de modo que o calcanhar aproxime-se do glúteo, realize 12 repetições e faça o mesmo movimento com a perna esquerda. É importante manter o quadril estável e trabalhar somente com a articulação do joelho. Uma forma de aumentar a carga é utilizar caneleiras.

4- Rosca direta

Material utilizado: Halteres de 01, 02 ou 03kg.
Em pé, com os joelhos semiflexionados, segure os halteres com os braços estendidos e realize o movimento flexionando os cotovelos e trazendo os halteres na direção dos ombros. Realize três séries de 12 repetições, com intervalo entre 40″ e 60″ entre as séries.

5- Panturrilha em pé

Material utilizado: Pode ser realizado com um step, em um degrau ou sem nenhum material.

Em pé, realize o movimento de flexão plantar, ou seja, fique na ponta dos pés e retorne à posição inicial. Ao realizar o movimento com material aumenta-se a amplitude e o grau de dificuldade do exercício. Realize três séries de 12 repetições com intervalo entre 40″ a 60″ entre as séries.

6- Abdominal reto
Deitado de barriga para cima, mantenha as duas pernas flexionadas e as mãos entrelaçadas atrás da cabeça. Realize a flexão do tronco sem deixar o queixo encostar no peito. Realize três séries de 12 repetições, com intervalo entre 40″ a 60″ entre as séries.    

Exercícios aeróbios (3ª e 5ª):
Faça 60 minutos de exercícios aeróbios, como: esteira, bicicleta ou caminhada em pista. Deve-se monitorar a zona alvo do treino, com intensidade moderada. Caso haja dificuldade em realizar os 60 minutos em um único período, pode ser dividido em dois.

Fonte: www.spasorocaba.com.br

 Ana Paula Minari

www.marsicomunicacao.com.br

anapaula@marsicomunicacao.com.br

msn: ana.minari@hotmail.com

twitter: @marsi_imprensa

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Cuidados com a prática da atividade física

Publicado em 29/08/2012 - 16:45 por | 3 Comentários

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Caminhada é uma atividade física que tem muitos adeptos, mas precisa ser praticada com orientação de profissionais da educação física

A atividade física vem ganhando cada vez mais adeptos. O problema é que, sejam nas ruas ou nas academias, os exercícios precisam ser orientados por profissionais habilitados. Para alertar a população, em comemoração ao Dia do Profissional de Educação Física, neste sábado (1º/09), o Conselho Regional de Educação Física da 5ª Região (CREF5) promove nesta e na próxima semana uma série de atividades, em Fortaleza e no Interior do Ceará.

Além de homenagear a categoria, que todos os dias trabalha para melhoria da qualidade de vida e da saúde pública,  as celebrações são uma forma de alertar a sociedade para a importância da profissão, regulamentada em 1º de setembro de 1998. “A prática física não é questão de estética, mas de saúde. As comemorações buscam alertar a sociedade para que exija que esse trabalho seja feito por profissionais habilitados e com conhecimento científico e não por repetidor de gestos”, criticou Pádua Soares, presidente do CREF5.

Para coibir a má atuação e evitar problemas de saúde na população é que o CREF5 realiza constantemente ações de fiscalização em academais, clubes e associações esportivas em todo o Estado. Desde o início do ano, 450 estabelecimentos já foram visitados pelos fiscais do CREF5 em Fortaleza e 25 municípios do Cariri e da Zona Norte.

Destes, cerca de 60% apresentaram algum tipo de irregularidade, que variaram desde infração no registro de pessoa jurídica no CREF5, ausência de profissional registrado no momento da fiscalização, estagiário em situação irregular ou, ainda, credenciamento fora do prazo de validade. Em 2011, nos 1.676 estabelecimentos visitados, 251 pessoas físicas e 301 jurídicas receberam auto de infração.

Programação

Como parte das comemorações, durante esta semana que antecede o Dia do Profissional e na próxima, os conselheiros do CREF5 visitam instituições de ensino superior (IES) e escolas, na Capital e Interior do Estado, para discutir com estudantes e profissionais a profissão.  Na sexta-feira, dia 31/08, o CREF5 realizará o tradicional jantar comemorativo para a categoria no restaurante Famiglia Giuliano, do Grupo Spettus, a partir das 20 horas. Nele, acontecerá a solenidade de entrega de placas e certificados aos oito profissionais que viajaram ao Rio de Janeiro, em 1998, para lutar pela regulamentação da profissão.

 

Assessora de imprensa do CREF5:
Janine Maia – (85) 8703.3248

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Saúde é o que interessa: Hidratar o corpo é tão importante quanto fazer uma dieta equilibrada

Publicado em 22/06/2012 - 19:03 por | Comentar

Categorias: Artigo

A hidratação líquida é importante antes e depois da atividade física

Hidratar o corpo é tão importante quanto fazer uma dieta equilibrada

Nutricionista Ricardo Zanuto dá dicas de hidratação, sobretudo para quem faz atividade física ou tem retenção de líquido

É comum as pessoas se preocuparem em manter a dieta equilibrada. Para algumas, por exemplo, é hábito fazer um lanchinho a cada 3 horas, conforme orientam os especialistas. Mas algo tão importante quanto a alimentação é a hidratação, principalmente para quem pratica atividade física.

 Segundo Ricardo Zanuto, nutricionista, doutor em fisiologia humana, o nosso corpo necessita em média de 2,5 litro de água por dia, sendo que, em média, 1 litro vem dos alimentos que consumimos. Um erro é esperar sentir sede para ingerir líquido. “A sede indica que alguma alteração já aconteceu no organismo. Para que isso não aconteça, é fundamental fracionar o consumo de líquido, assim como fazemos com os beliscos durante o dia”, explicou.

 Se houver a prática de atividade física, a necessidade de água aumenta para repor as perdas com a transpiração e com a respiração. A recomendação são 500 ml de 1 a 2 horas antes. “Esse volume é importante para garantir uma hidratação adequada e a eliminação do excesso antes do treino”, disse Zanuto.

 Durante o exercício, 200ml de água a cada 20 minutos e, se durar mais de 1 hora, as bebidas isotônicas são aliadas, devendo ser tomadas também em torno de 200ml a cada 20-30 minutos. Ao término de um treino longo, é importante que a reidratação seja imediata. “O aluno ou atleta deve ingerir um volume de bebidas isotônicas ou água similar ao seu peso perdido, ou seja, se perdeu 1 quilo, deve ingerir 1 litro de água/isotônicos”, salientou.

 Uma caminhada curta, no entanto, já faz alguns consumirem isotônicos. Esse é mais um engano. “É indicado quando a atividade proporcionou perda grande de sais minerais. Tem gente que faz 20 minutos de esteira (perde cerca de 150 calorias) e toma isotônico (em torno de 300 calorias, dependendo da marca). Ou seja, não houve necessidade de repor minerais e ainda ganhou calorias”.

 Pessoas que têm retenção de líquido não estão mais hidratadas por isso, pelo contrário. “Nesse caso, a orientação é consumir frutas, como melancia e melão, ou chás verde e preto, que têm efeito diurético”, ressaltou. Para os chás, a restrição de até três xícaras ao dia, para evitar irritação intestinal.

 A água continua sendo a fonte mais adequada de hidratação. Embora seja insubstituível, não é nenhum crime consumir outros líquidos. Ricardo Zanuto separou algumas bebidas que ajudam na hidratação:

Suco de frutas
Ricos em vitaminas e minerais, os sucos de frutas fazem bem o papel de repositores. Além de refrescantes, fornecem energia e hidratam. O ideal é consumi-los depois de uma refeição ou depois do exercício. Frutas cítricas, como laranja, abacaxi, e limão, são ótimas para depois do treino, pois são ricas em vitamina C e ajudam a recuperar o músculo, além de serem antioxidantes. “Lembrando que, diferente da água que não tem caloria, os sucos possuem carboidratos, ressaltou.

Água de coco
É considerado um isotônico natural, já que tem sódio, potássio, fósforo e cloro, entre outros. Possibilita absorção mais rápida, recuperando as perdas dos minerais. É um líquido perfeito para reposição de água, eliminada em atividades físicas ou na desidratação.  “Enquanto o suco vai apresentar a média de 300 calorias, a água de coco 50 calorias. Funciona muito bem”, esclareceu.

Isotônicos
São usados principalmente para repor água e sais minerais perdidos pela transpiração ou outras formas de excreção. Indicado para atletas que treinam pesado.

Hidrotônicos
Têm a mesma composição dos isotônicos, com menor quantidade de minerais, principalmente potássio e cloreto de sódio. Pode ser consumido por pessoas que fazem atividades mais rápidas. “Até hoje, entretanto, não há estudos que comprovem a eficiência desses produtos em atividade de menos de 1 hora”.

Gel
Indicado para provas muito longas. Fonte de carboidratos e minerais, para atletas que não conseguem carregar água durante a prova e que precisam se hidratar para aguentar o percurso.

 Fonte: Gonzales Comunicação

Thais Gonzales
Assessora de Imprensa
tel.(11) 8769-8058
email: imprensa@igonzales.com.br

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Fique por dentro: Atendimentos a vítimas de acidentes automobilísticos

Publicado em 04/06/2012 - 13:35 por | Comentar

Categorias: Artigo

Imagem do piloto Felipe Massa, vítima de acidente na Fórmula 1

Geralmente, acidentes automobilísticos resultam em traumas de grande magnitude, sejam nas ruas, rodovias ou pistas de corrida. Para se ter ideia, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em 2011, ocorreram 188.925 acidentes graves nas estradas do Brasil, sendo 63.980 deles com feridos.

Nesta situação, de acordo com o Dr. Altmann, todas as funções vitais da vítima devem ser checadas e estabilizadas no local do acidente e durante o transporte para o hospital de trauma de referência. “Estabilizar um paciente significa corrigir as alterações clínicas que colocam sua vida em risco”, informou o médico. “Caso haja uma parada cardiorrespiratória em vítimas de trauma fechado, ou seja, aqueles que não levaram tiro, facada ou que não tiveram algum ferimento penetrante, a situação é de extrema emergência. A menos que se chegue a um hospital de trauma em 20 minutos, ele não sobreviverá”, complementou o Dr. Altmann.

Conduta
Num primeiro momento, entretanto, nem sempre a vítima de uma colisão é encaminhada a uma unidade de saúde próxima da família ou com infraestrutura adequada àquele caso, exigindo o transporte para outro local. Para tanto, algumas recomendações devem ser seguidas com rigor. Dr. Dino Altmann enumerou as medidas imprescindíveis:

Paciente monitorado: monitoramento de funções vitais, como ritmo cardíaco, frequência cardíaca, pressão arterial, oximetria de pulso, capnografia (mede o CO2 expirado), frequência respiratória, além de ter um bom acesso venoso para infusão de volume e drogas. É importante manter a temperatura do corpo adequada e estável.

Tempo de transporte: quanto mais rápido, melhor.

Tipo de transporte: a escolha deve estar entre o transporte terrestre com ambulâncias ou aéreo, com helicópteros ou aeronaves, dependendo sempre da distância a ser percorrida.

Quando o percurso pode ser realizado no mesmo tempo por dois meios diferentes, dar sempre preferência ao mais simples ou ao que tem mais recursos para monitoramento e tratamento. Para o transporte com helicópteros, é sempre importante lembrar que devem existir helipontos no hospital de origem e naquele que recebe o paciente.

Planejamento prévio: ajustar a infraestrutura da ambulância, helicóptero ou avião para atender plenamente as necessidades do doente no tempo estipulado de transporte. Se há acesso a medicamentos, espaço para manipular o paciente caso necessário, equipamentos para monitoramento do ritmo cardíaco, da frequência cardíaca e pressão arterial, oximetria de pulso  e, ainda, se existe a necessidade de um respirador com o capinógrafo (aparelho para medir gás carbônico) para controle da respiração. Outros equipamentos podem ainda ser necessários, como as bombas que controlam a infusão de drogas.

Preparação do paciente: questões críticas precisam ter sido solucionadas, como permeabilidade das vias aéreas, boa condição de respiração e de circulação, bom acesso venoso e estancamento de hemorragias externas. Analisar estado neurológico e necessidade de sedação.

Durante um transporte aéreo: médicos de emergência e de UTI devidamente treinados acompanham o paciente. Previamente, esses especialistas traçam uma espécie de plano de voo a fim de se antecipar à pressurização da aeronave. Por exemplo, atenção especial deve ser despendida caso inexista pressurização, como nos helicópteros, pois decolagem e pouso precisam ser lentos, principalmente, se houver algum sangramento.

Recebimento do paciente: no hospital que o receber, médicos farão exatamente o mesmo procedimento de monitoramento realizado antes de deixar a unidade de saúde anterior

Fonte: Imagem Corporativa
Juliana Andrade | juliana.andrade@imagemcorporativa.com.br  (11) 3526-4568
Thaís Camargo | thais.camargo@imagemcorporativa.com.br (11) 3526-4515
Priscila Freitas | priscila.freitas@imagemcorporativa.com.br (11) 3526-4566
@hospsaoluiz
facebook.com/hospitalsaoluiz

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Cuidados com a saúde bucal: É o que interessa…

Publicado em 31/05/2012 - 16:01 por | Comentar

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Algumas modalidades esportivas, boxe e basquete, por exemplo , requerem dos atletas o uso de protetor bucal

Quem pratica esportes deve ter condições físicas adequadas para competir sem riscos ou sem comprometer o rendimento físico. Os dentes também  influenciam o desempenho das pessoas em atividades esportivas. A Odontologia Desportiva visa justamente melhorar o rendimento dos atletas, promovendo a saúde bucal, detectando fatores prejudiciais, como posicionamento dos dentes inadequados, respiração bucal, má oclusão, perdas dentárias, desordens na ATM (articulação têmporo-mandibular), problemas nos canais, alterações gengivais/periodontais, cárie dentária etc., e também prevenindo possíveis traumas ocasionados de atividades esportivas.

O Dr. Normando Scarabotto, cirurgião dentista, expoente em Estética e Saúde Bucal, explica que problemas bucais, como cáries, gengivite ou qualquer outro que ocasione dor, influencia no desempenho de um atleta. A cárie e doenças periodentais são as grandes responsáveis pelas infecções na boca. “Para um atleta todo o seu corpo é utilizado em sua capacidade máxima de rendimento e qualquer foco de infecção poderá comprometer direta ou indiretamente no desempenho”, afirma Scarabotto.

O dentista diz que no caso das doenças periodentais, conhecidas como gengivite, trazem um grande risco de contaminação do músculo cardíaco, causando uma grave infecção chamada de endocardite bacteriana. “Além do risco de contaminação do coração, a doença periodental é a maior responsável pela perda de dentes, causando uma grande alteração na capacidade mastigatória e, consequentemente, em toda organização muscular nesta região”, explica Dr. Normando.

A cárie é a maior responsável pela perda de estrutura dental, pois através da desmineralização causa cavidades de diferentes proporções, interferindo na capacidade mastigatória e em toda a organização muscular. O Dr. Normando Scarabotto conta que para o atleta, a cárie é um grande inimigo, pois diferente da gengivite, ela pode causar muita dor. Sendo a dor uma das dores mais fortes do corpo humano, significa que um atleta com uma sensibilidade localizada na região da cabeça, não terá a mesma capacidade de concentração e foco.

A má oclusão é outro fator que prejudica os atletas. O Dr. Normando esclarece que os dentes foram projetados para se encaixarem perfeitamente, como em uma engrenagem, mas quando isso não acontece toda a musculatura da região da cabeça e pescoço fica desequilibrada. Segundo o dentista, durante a atividade física os atletas costumam apertar com força os dentes, aumentando muito o esforço da estrutura dental.

Para o Dr. Normando Scarabotto, a respiração bucal também compromete o rendimento. Estudos na área Odontológica mostram que o atleta respirador bucal apresenta um rendimento 20% menor do que os que respiram pelo nariz. Dentre as alterações, o Dr. Normando diz que se referem a mudança de posição da língua e como consequência a mandíbula e, com isso, também ocorre uma mudança de postura e o aumento do tônus do diafragma, reduzindo a capacidade respiratória.

Cuidados que o atleta deve ter com a saúde bucal:
Reservar 5 minutos (cronometrados) por dia para a escovação e fio dental, pois uma boa escovação depende de tempo. Com isso, o risco de infecções pode cair perto de zero.

Eliminar os hábitos de roer as unhas, morder tampas de canetas e os lábios ou qualquer hábito deste tipo. Pois, essas atitutes podem gerar uma desordem na articulação da mandíbula e com isso muita dor.

Observar se está rangendo os dentes durante à noite, para isso peça para alguém próximo de você verificar.

Usar sempre o protetor bucal para os esportes, para evitar risco de sofrer qualquer impacto na face.

Consultar o dentista a cada seis meses.

Os atletas precisam de um tratamento diferenciado para prevenir traumas nos dentes, já que há vários esportes que oferecem maiores riscos de traumas esportivos bucais, os mais comuns são: alpinismo, boxe, judô, jiu-jitsu, karatê, mountain bike, motocross, ciclismo, hockey inline, patins inline, luta greco-romana, voleibol, handebol e outros. “Os traumas mais comuns estão relacionados as fraturas e traumas dos dentes incisivos centrais e laterais, que muitas vezes apresentam o problema meses ou até anos depois do trauma, podendo com o impacto a polpa inflamar e necrosar sem que a pessoa perceba. Também podem ocorrer fraturas ósseas na região da face e até mesmo cirurgias para a recuperação.

Para prevenir os traumas decorrentes do esporte, o ideal é lançar mão dos protetores bucais para o uso durante a prática esportiva e o controle com placas de bruxismo, para o uso noturno. Para o Dr. Normando, é muito comum os atletas sofrerem com esta disfunção, devido as tensões e pressões psicológicas sofridas.

Os protetores bucais se dividem basicamente em dois tipos: “ferve e morde” e os personalizados. O primeiro só é aconselhado em caso de urgência, quando se precisa de um protetor, e o personalizado não está disponível, porque este tipo de proteção é pré-fabricada e em tamanho único, por isso não se adapta corretamente na arcada e corre-se um maior risco de lesões nos lábios e boca. “ O protetor ideal é o personalizado, que é confeccionado por um dentista,  juntamente com um laboratório de prótese dentária, fazendo com que ele possa proteger os dentes da melhor forma possível.”, diz Dr. Scarabotto.

Quanto a medicação de um trauma para o atleta, deve-se observar o princípio ativo dos medicamentos a serem utilizados, para que o atleta não corra o risco de ser pego em um antidoping. Para isso, o profissional pode consultar o comitê e pedir as devidas orientações.

Para um melhor desempenho do atleta e conquista diante das disputas é necessário um exame odontológico minucioso, a fim de promover o tratamento de eventuais doenças ou mesmo atuar de forma preventiva.

Dr. Normando Scarabotto
Cirurgião-dentista, expoente em Estética e Saúde Bucal

Email: normando@cincominutos.com.br

Grazia Nicosia – Jornalista Responsável – MTb: 14635
Fonte: www.factocomunicacao.com.br

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Saúde é o que interessa…

Publicado em 28/05/2012 - 19:18 por | Comentar

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 Não é à toa que o Brasil é o país do futebol. A bola rola nas ruas, quadras e campos o ano inteiro. Esta modalidade esportiva é a maior causadora de lesões nos joelhos no Brasil – não necessariamente por ser o esporte com mais riscos, mas devido ao número absoluto de atletas profissionais, amadores e recreativos que jogam futebol. E as lesões não fazem distinção entre os esportistas. Qualquer um pode sofrer o mesmo tipo de lesão no joelho durante uma partida.

 De acordo com o ortopedista Dr. Paulo Henrique Araujo (CRM-DF 13519), cirurgião ortopedista especializado em trauma ortopédico e cirurgia de joelho, membro das Sociedades Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), de Cirurgia de Joelho (SBCJ), de Trauma Ortopédico (SBTO), Sociedade Latinoamericana de Artroscopia de Joelho e Trauma Desportivo (SLARD) e International Society of Arthroscopy, Knee Surgery (ISAKOS), as lesões no joelho mais comuns em jogadores de futebol são as no ligamento cruzado anterior, meniscos, ligamento colateral medial e as contusões mais leves.

“A maior parte das lesões nos joelhos são contusões de menor gravidade, que pouco afetam o desempenho do atleta. Porém, as lesões ligamentares, meniscais ou de cartilagem, podem ser incompatíveis com a prática do futebol e muitas vezes necessitam de tratamento cirúrgico para sua correção”, explicou.

Avaliação e tratamento
Apenas um médico poderá avaliar o tipo de lesão e indicar o tratamento adequado. “As contusões, lesões de menor gravidade, geralmente provocadas por pancadas, são tratadas conservadoramente, ou seja, sem cirurgia. Gelo, medicações anti-inflamatórias e repouso são indicados. As lesões do ligamento cruzado anterior, meniscos (quando sintomáticas) e alguns casos de lesões da cartilagem têm indicação cirúrgica”, esclareceu.

O tempo de recuperação depende do procedimento realizado. “As lesões de ligamento colateral medial, que normalmente não necessitam de tratamento cirúrgico, levam de três a seis semanas para recuperação. As lesões de ligamento cruzado anterior necessitam de tratamento cirúrgico e levam de seis a 12 meses até que o paciente possa jogar futebol novamente. As lesões meniscais também são, muitas vezes, tratadas cirurgicamente e permitem o retorno ao esporte após dois ou três meses”, revelou o ortopedista.

Segundo o especialista, embora todas as lesões possam ser tratadas, existem lesões muito graves que podem por em risco a prática do esporte, seja recreativa ou profissionalmente. “Por isso, manter um bom fortalecimento muscular é a melhor prevenção para as lesões nos joelhos.”, indicou o Dr. Paulo Henrique Araujo.

Fonte: Prestige Assessoria de Comunicação e Marketing
Ariane Salles – ariane@prestigerp.com.br

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Saúde é o que interessa…

Publicado em 24/05/2012 - 17:08 por | Comentar

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O barulho das torcidas nos estádios de futebol pode contribuir para problemas de audição dos próprios torcedores

Com o início de mais um Campeonato Brasileiro de Futebol, torcidas de várias partes do país se organizam para formar uma corrente de otimismo em busca do almejado título. Se você faz parte desse grupo de torcedores que grita e torce efusivamente nos estádios de futebol, é bom tomar cuidado com a sua audição, ou as consequência desse tipo de lazer podem ser irreversíveis.

O nível de ruído nos estádios durante uma partida de futebol chega com facilidade a 115 decibéis. Segundo a Norma Reguladora de Segurança e Saúde, uma exposição de apenas sete minutos a esse nível de barulho é capaz de causar perda permanente de audição, em maior ou menor grau.

 De acordo com a fonoaudióloga Camila Quintino, é comum que após o jogo os torcedores percebam um zumbido no ouvido que, no decorrer do tempo, tende a passar naturalmente. “Esse tipo de desconforto é causado pelo próprio sistema auditivo, que tenta nos proteger dos sons muito fortes. O problema é que, após algum tempo de exposição ao barulho excessivo, o próprio sistema auditivo entra em fadiga, gerando, consequentemente, a perda auditiva definitiva”, explicou a fonoaudióloga.

Quintino lembrou que a melhor maneira de proteger os ouvidos contra os danos causados pelo ruído é usando protetores auriculares. “Eles são bem pequenos, confortáveis e quase imperceptíveis, com diferentes atenuações de ruído, chegando até 35 decibéis, o que garante ao torcedor ouvir e participar da situação sem comprometer a audição”.

Produzidos com materiais especiais, os protetores auriculares oferecem a atenuação específica para cada situação. Além disso, podem ser facilmente encontrados em centros auditivos, casas que comercializam produtos de segurança para o trabalho e farmácias.

Gravidade

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam que os ruídos são a terceira principal causa de poluição mundial. A entidade registrou um aumento de 15% de surdez entre a população do planeta.

“A perda auditiva causada por ruído é muito mais comum do que se pensa e, nos dias de hoje, é algo que tende a aumentar. O mais é informar a população de que a exposição a sons de alta intensidade por um período prolongado, junto com a predisposição, pode levar a uma perda auditiva irreversível”, concluiu a fonoaudióloga  Camila Quintino.

 

Fonte:

Jornalistas: Mércia Ribeiro – (19) 9772 7672

Ivan Umberto Fontana – (19) 9100 5150

 

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O UFC e MMA estão na moda

Publicado em 23/05/2012 - 16:35 por | Comentar

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Popularidade das lutas de MMA está levando a modalidade para as academias

 

 Temos observado um crescimento súbito do MMA (Mixed Martial Arts - Artes Marciais Mistas, em português). Uma verdadeira coqueluche entre os adolescentes e adultos (incluindo mulheres). A prática da modalidade toma conta das academias, que oferecem o ensino como chamariz, angariando cada vez mais adeptos. A moda do MMA está direcionada ao UFC (Ultimate Fighter Championship), evento que promove a modalidade das artes mistas.

Dirigido por Dana White, o evento é transmitido para 36 países e possui pretensões de crescer ainda mais. Atualmente, o valor de mercado do Ultimate gira em torno de US$ 1 bilhão. Ídolos como Anderson Silva, Júnior Cigano dos Santos e José Aldo, só para citar alguns, são os três brasileiros que hoje detêm os cinturões de campeão de suas categorias. Com isso, a modalidade passa a tomar proporções gigantescas no país do futebol. Vôlei, tênis, natação ou o automobilismo já não competem com o UFC, e olha que são esportes que possuem destaques internacionais, bem como esportistas em evidência. As artes marciais mistas invadem esse espaço e, pretenciosamente, se opõem ao futebol.

Porém, por que gostamos tanto de lutas? Uma coisa é unânime. Quando discutimos o tema, mais do que a luta, o que motiva o fascínio das pessoas é a violência, ou isso é o que sustenta tais práticas. E não estou fazendo nenhum ataque ao MMA; são constatações. Socar, chutar, estrangular o adversário seria uma forma de exteriorar uma agressividade latente e que é manifestada por algum propósito. Seja por uma provocação, ideal de supremacia, frustração interna, o ato é sustentado por uma questão de poder, e sejamos francos, nenhum golpe fraco derruba o adversário. É necessário um golpe violento.

Vale lembrar que o homem luta desde sua existência. Os embates homéricos entre os gladiadores no Coliseu é um belo exemplo de diversão e violência. Essa referência fez sentido para Galvão Bueno, que na primeira transmissão feitapela Rede Globo num evento do UFC denominou os lutadores como os “gladiadores do novo milênio”. Guerrear faz parte da cultura do homem, que para conquistar terras valia-se das guerras. Houve uma evolução do Coliseu para os estádios, alguns conhecidos como arenas. A questão é que a violência é um propósito na modalidade do MMA, embora os lutadores não admitam isso, bem como são violentas, também, as brigas das torcidas uniformizadas.

Em defesa ao MMA, o discurso dos lutadores é que é um esporte que vem quebrando tabus, pois desmistifica a ideia de algo violento. Existem regras e respeito entre os atletas. Acho que são justificativas inseguras. Admito que pode ser considerado esporte justamente porque estipularam regras, mas quem não considera como modalidade esportiva, como o jornalista Juca Kfouri, tudo bem também. A questão ainda não é esta.

O cerne detudo é reconhecer a violência, porque a justificativa dos lutadores é baseada no medo de não serem reconhecidos como esportistas dignos e trabalhadores. Lógico que são, e mais ainda, são ídolos. As pessoas que gostam de lutas, mesmo que não pratiquem, identificam-se com o lutador. Existe uma projeção da vida do indivíduo na atuação do atleta, e isso basta para assegurar o papel de importância do lutador. Somos um país cada vez mais carente de ídolos, e o UFC proporcionou o surgimento dos heróis.

Existe, portanto, uma necessidade em se reconhecer na imagem do herói, uma vez que, naquele momento, durante aquele embate, desfrutamos todas as sensações e sentimentos reprimidos. Da raiva à euforia. Nos permitimos aos extravasamentos porque somos autorizados a isso através do evento, que sustenta também, as pompas do glamour e do espetáculo.

Bater na cara de seu oponente a ponto de deixá-lo sangrando, enforcá-lo com o intuito de finalizá-lo, termo próprio do MMA, ou seja, asfixiá-lo ou desferir uma cotovelada, são golpes contundentes com propósitos violentos. No antigo Pride, evento que foi comprado pelo UFC, não era permitido a cotovelada, todavia, podia pisar na cara do oponente, estando ele no chão. Isso não é violento?

O cumprimento ao final da luta, por boa parte dos lutadores, passa a impressão do respeito e da rendenção, entre o vencido e o vencedor. Conceitos como ética, equilíbrio emocional, amizade e companheirismo são ideais das artes marciais, referências e ensinamentos que deveriam ser de qualquer esporte. Não trabalhar esses ensinamentos dá margem a distorções, pois as identificações vinculam-se através do afeto, e como citei anteriormente, uma pessoa frustrada pode espelhar-se na luta, dando vazão a sua agressividade. Daí, muitos adolescentes vão brigar sentindo-se grandes lutadores de muay thay ou jiu jitsu.

 

*Breno Rosostolato é professor de Psicologia da FASM (Faculdade Santa Marcelina

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Saúde é o que interessa…

Publicado em 10/05/2012 - 17:11 por | 1 Comentário

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Lesões do tendão de Aquiles são dolorosas e costumam atrapalhar geralmente atletas do futebol, vôlei etc

Quais os principais problemas de lesões de tendões e musculares das mamães e vovós da atualidade?

Diagnóstico e prognóstico, de mulheres dos 20 aos 90 anos: dr. Sidney Schapiro, ortopedista e traumatologista esportivo
Já estamos acostumados com correria da mulher moderna, que divide seu tempo entre o trabalho e a família. A vovó que está cada dia mais “antenada” e ativa. Mas como essas ginastas do asfalto, do supermercado, podem prevenir e cuidar das possíveis lesões musculares e tendões?

“Lombalgia é um diagnóstico comum aqui no consultório em relação às mamães, entre 20 e 40 anos, muitas de gestação de primeira viagem também. Mulheres que saem correndo atrás dos filhos em casa no parque, buscam na escola, levam para natação, dão banho”, explica Sidney Schapiro, ortopedista e traumatologista esportivo.
De acordo com dr. Schapiro, as causas são diversas e a dor pode irradiar da coluna lombar até as pernas, com ou sem dormência. A má postura é um dos vilões desse problema, mas há casos mais graves como hérnia de disco e artrose, que devem ser avaliados por um médico, com exames de radiografia e boa conversa dos sintomas.
O especialista adverte que na crise aguda não se deve prescrever exercícios físicos, o repouso, boa alimentação, rica em cálcio e proteínas, são fundamentais, aliadas aos antiinflamatórios e analgésicos.
“Para não chegar nesta com cirurgias, por exemplo, sugiro não pegar leve no dia a dia: pesos excessivos, dormir com colchão adequado e praticar exercícios regularmente, inclusive os que protejam essa região lombar, como Pilates e funcionais direcionais para postura e equilíbrio corporal”, diz Sidney.  
Artrose: reabilitação da terceira idade na vida social
Há três fases: leve, moderada e severa da artrose – um processo degenerativo ligado ou não a processos inflamatórios que levam a deformidades acompanhadas de dor e progressiva redução da função nas articulações. Em graus variados afeta a maior parte da população acima dos 60 anos, 100% os de 80 anos, e é um dos principais fatores de incapacidade física nos idosos.

“Temos que aliviar a dor e trazer a mobilidade para essa paciente, que quer ter sua vida de volta, ir ao supermercado, festas da família. A depressão causada pela incapacidade também abrevia a vida dessa pessoa”, enfatiza dr. Schapiro.
A artrose nos joelhos e quadris é limitante, pois carregam o peso do corpo. uestionado sobre a etapa inicial, ele nos conta que uma série de atitudes e saber tratar o tempo da artrose para melhor qualidade de vida- meta essencial de todo os seus tratamentos. Uma análise completa é feita e só assim pode ser indicar, por exemplo, analgésicos, anti-inflamatórios, condroprotetores (protetores da cartilagem). Pequenas cirurgias como artroscopia, exercícios e PRP (Plasma Rico em Plaquetas).
 
Sobre dr. Sidney:

Pioneiro no Brasil na utilização do PRP (fator de crescimento) para o tratamento de lesões esportivas e artrose.
Dr. Sidney Schapiro se destaca em sua área clinica ta nto de traumatologia esportiva quanto em artroscopia, cirurgia do joelho e ombro, além de ser referência no segmento de ortopedia infantil.
Atualmente, Schapiro trabalha no Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Maternidade São Luiz e atende em sua clínica nos Jardins e Perdizes.

É Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Associação Paulista de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedad Latino-americana de Ortopedia y Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Joelho, da Internatonal Society of Arthroscopy, Knee Sugery na Orthopaedic Sports Medicine, das Sociedades Brasileiras de Artroscopia e de Traumatologia Esportiva.
 Médico responsável na preparação de diversos atletas, profissionais e amadores, entre eles: Juliana Cabral capitã da Seleção Brasileira de Futebol, medalha de prata em Atenas, os maratonista Adriano Bastos hepta campeão da Maratona da Disney), Marizete Moreira dos Santos e
Conceição Oliveira (todos top ten na modalidade maratona), Guto Antunes (top ten no triátlon),Dan Wroblewski (campeão mundial de agillity). Foi Diretor Médico do Saad Esporte Clube (Campeão da Copa do Brasil 2007 de futebol feminino), da Confederação Brasileira Macabi, sendo responsável pelas delegações de atletas brasileiros em competições nacionais e internacionais e médico da Seleção Paulista de Futsal.
Fonte: Andrea Feliconio – www.andreafeliconio.com.br

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