publicado em 09/02/2010 - 10:48 por Mário Kempes
“Não há nada de contrato de risco. Tenho contrato de um ano com o Fortaleza, quero permanecer, mas se o São Caetano quiser minha volta, ou tiver proposta de outros clubes do Brasil ou exterior terei que me apresentar a qualquer momento”, essas foram uma das declarações do atacante Tatu, sobre a sua situação de momento.
Apesar deste “inócuo” problema, o artilheiro tricolor demonstrou vontade de permanecer no Pici. “Quero continuar no Fortaleza e conquistar o tetracampeonato”, afirma Tatu.
Já o presidente Renan Vieira tenta arrefecer o ânimo dos mais exaltados. “Temos um bom relacionamento com o São Caetano. O clube está bem no campeonato paulista e os atacantes estão agradando. Não teria motivos para ele deixar o Fortaleza. A torcida tricolor pode ficar tranquila”, acredita o mandatário leonino.
Com informações do Diário do Nordeste, por Vladimir Marques
publicado em 08/02/2010 - 10:53 por Mário Kempes
Depois de amargar a reserva (em muitas delas como segundo) no time do Ceará, em 2009, o goleiro Adilson parece que segue com uma nuvem negra ao seu lado.
Sem espaço na equipe alvinegra, mesmo com a saída de Paulo César Gusmão, o até então novo treinador, René Simões, o descartou, o ex-camisa 1 do Vovô foi empresato para o Sertãzinho para disputar o maior e melhor campeonato estadual do País.
Porém, o Paredão acabou na reserva nas primeiras rodadas. Aí, na primeira chance que teve, na semana pssada, com a contusão do titular Luis Henrique, Adilson entrou em campo contra o Rio Claro, mas não ficou muito tempo. Um choque com o atacante Osny o tirou do jogo.
Se já não fosse muito isso tudo, o ídolo da torcida do Ceará terá de ficar pelo menos duas semanas de molho. Ele sofreu um deslocamento na clavícula e passará cerca de 15 dias se recuperando da contusão.
publicado em 06/02/2010 - 11:24 por Mário Kempes
do Lancenet, por Carlos Monteiro
Há precisos 20 anos, a nação rubro-negra se despedia de seu maior ídolo, de seu Deus, como preferem dizer os flamenguistas. No dia 6 de fevereiro de 1990, Zico, maior artilheiro do Maracanã, dizia adeus aos seus maiores fãs, no palco que o consagrou mundialmente.
Naquela terça-feira, o trânsito nos arredores do Maracanã já ficara engarrafado desde as 17h, apesar de o jogo estar marcado para as 21h30. Também não era para menos, uma vez que quase 90 mil pessoas pagaram ingresso para ver o Galinho vestir o manto sagrado pela última vez como profissional.
Às 21h25, Zico surpreendeu a todos entrando no gramado pelo vestiário dos árbitros. A partir daí, um show de raio laser projetou a assinatura do craque na arquibancada, de onde os quase 90 mil torcedores que pagaram ingressos agitavam lenços brancos.
No primeiro tempo da partida, o time master do Flamengo, campeão do mundo em 1981, enfrentou o World Cup Master I, formado por ex-jogadores, como os alemão Hansi Muller e os brasileiros Roberto Dinamite, Edinho e Falcão.
No segundo tempo, entrou em campo o Flamengo de 1990, que tinha Leandro e Júnior, da velha geração de ouro, ao lado de novas promessas, como Júnior Baiano, Leonardo e Zinho, para enfrentar o World Cup Master II, formado, entre outros, por Tarantini, Madjer, Camacho, Messey, Cláudio Adão e Bebeto. A partida terminou 2 a 2.
Aos 43 minutos, precisamente às 23h23, o árbitro Wilson Carlos dos Santos parou o jogo. Zico deu a volta olímpica ao som de “Tá Chegando a Hora”. Assim como Carlinhos fizera com ele, em 1970, Zico, em um gesto simbólico, encaminhou-se até a lateral do campo e entregou suas chuteiras ao menino Pintinho, artilheiro da equipe infantil do Flamengo.
Chegava ao fim a era Zico, orgulho e glória de uma nação.
Bate-pronto: Não lembro muito bem do Galinho jogando e quando o vi mesmo, pela TV, já estava no finalzinho da carreira. Mas pelos vídeos, títulos, e principalmente, pelo que os boleiros mais velhos contam, deve ter sido um do maiores jogadores do mundo. Infelizmente, por não ter vencido uma Copa, acho não teve o reconhecimento que merece no cenário mundial.
publicado em 07/12/2009 - 10:24 por Mário Kempes
Via Twitter, torcida do Flamengo exalta seu único Ronaldo.
O Manchester United havia feito uma camisa no início do ano e divulgado na internet com a seguinte frase: existe apenas um Ronaldo. Em alusão ao seu jogador Cristiano, que, para eles deveria ser melhor que o Fenômeno, que voltava ao Corinthians.
Em rixa com o Ronaldo, agora corintiano, os flamenguistas não perderam tempo e também divulgaram uma camisa com o herói do hexacampeonato brasileiro – o cearense Ronaldo Angelim:
“Existe apenas um Ronaldo”