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Um passeio por dentro do Capitólio em D.C. (U.S Capitol)

Publicado em 14/12/2011 - 17:52 por | Comentar

Capitólio - Fotos: Karol Nascimento

O Capitólio ou U.S Capitol (nome em inglês) é um dos prédios mais bonitos de Washington e atração imperdível para quem visita a cidade. Sede do Congresso americano, o edifício imponente é um dos maiores símbolos dos Estados Unidos.

O tour por dentro do prédio é uma boa opção de passeio. Eu já fiz o tour duas vezes e posso dizer que é muito interessante. Claro que é um passeio onde há uma normal exaltação da história dos Estados Unidos. Em períodos tranqüilos, sem muitos grupos de visitantes, é possível conseguir os tickets na hora. Porém, melhor se prevenir e garantir logo seu ingresso fazendo reserva para dia e horário específicos. Há reservas diferenciadas para turistas estrangeiros e cidadãos americanos. A reserva é feita on-line pelo site do próprio Capitólio (http://tours.visitthecapitol.gov/). O tour é gratuito e dura cerca de uma hora.

Chegando ao Capitólio, vá para o subsolo ( na parte lateral), onde fica o Centro de Visitantes (Visitor Center). Mesmo com reserva, é possível que você fique esperando alguns minutos na fila. Não é permitido entrar no prédio com líquidos, comida, objetos cortantes, mochilas grandes, etc. Todos os visitantes passam por detectores de metais.

Você receberá seu ingresso nos balcões de atendimento no hall de entrada (Hall da Emancipação) do centro de visitantes, onde há também exposições permanentes e temporárias.  

O passeio começa em uma sala de cinema onde é exibido um vídeo de 13 minutos sobre o Capitólio e sobre o papel do Senado e da House of Representatives (Câmara dos Deputados). Depois do vídeo, o visitante recebe o equipamento de áudio e encontra o guia com quem fará o tour. A ordem dos locais visitados vai depender do guia. Eu já fiz dois tours com sequências completamente diferentes, mas os locais são os mesmos, independente da ordem.

Na Rotunda, há vários quadros e estátuas sobre a história dos Estados Unidos. No domo, está a famosa pintura “The Apotheosis of Washington”, uma homenagem ao presidente americano George Washington.

"The Apotheosis of Washington"

Para quem leu o livro de Dan Brown, “O Símbolo Perdido”, a Rotunda é o local onde o personagem Robert Landgon encontra a mão de Solomon apontando para o teto.

National Statuary Hall

A área denominada de “National Statuary Hall” é uma sala cheia de estátuas. Todas as estátuas que estão no Capitólio foram doações dos estados americanos em homenagem aos que se destacaram na história do país. Esta sala também já foi usada como plenário para a “House of representatives”.

O passeio segue pela sala onde funcionava a Suprema Corte e pela área conhecida como hall das 40 colunas que contém também algumas estátuas.

Em dias de plenária, é possível visitar também o Senado e a Câmara dos Deputados. Para isso, há um ingresso diferenciado. Turistas internacionais precisam apresentar apenas passaporte nos stands de atendimento ao visitante no hall de entrada para receber o ingresso.

Quem tiver interesse em visitar a Biblioteca do Congresso, há um túnel que liga o Capitólio ao prédio da biblioteca. Para mais informações sobre o Capitólio, acesse o site: http://www.visitthecapitol.gov/

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Intercâmbio: Promoções e parcelamentos

Publicado em 28/11/2011 - 18:29 por | Comentar

Categorias: Intercâmbio

Caros, depois de uma longa pausa, voltamos com dicas de como fazer um intercâmbio sem apertar muito o orçamento.

Se você sempre quis fazer um intercâmbio, vivenciar novas culturas e aprimorar sua formação, mas foi adiando seus planos por conta dos valores cobrados, acredite, hoje em dia, realizar esse sonho é bem mais fácil. Com todas as facilidades existentes no mercado, fazer um intercâmbio tem se tornado realidade para milhares de jovens todos os anos, mesmo para quem tem um orçamento apertado.

O câmbio foi fundamental para aumentar a demanda, mas, além disso, o mercado passou a investir muito em promoções e parcelamentos. O custo total de um intercâmbio depende de vários fatores como o programa escolhido, o destino, a duração do curso, a agência, etc. Alguns programas possuem preços mais populares, enquanto outros exigem um investimento maior. A boa notícia é que é possível parcelar um intercâmbio em 10, 12 vezes no cartão ou cheque, sem juros e sem entrada. Em alguns casos, o pagamento pode ser feito em até 24 parcelas.

Planejar é a melhor forma de se beneficiar das vantagens ofertadas. A recomendação dos especialistas é pesquisar bastante e avaliar todas as possibilidades antes de fechar um contrato. Analise os programas disponíveis; compare preços entre as agências; negocie as formas de pagamento e fique de olho nas promoções. Por falar nelas, há várias no mercado no momento. Novembro e dezembro são meses de muitas promoções nas agências de intercâmbio. Uma boa hora para tentar se informar melhor sobre a forma mais fácil e segura de realizar seu sonho.

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As cores do outono!

Publicado em 26/10/2011 - 10:02 por | 2 Comentários

Neste blog, estamos sempre falando das estações do ano, mostrando as diferenças e as nossas impressões sobre as mudanças. Hoje, eu compartilho com vocês um pouco da beleza do outono. Todos os dias, eu acompanho uma linda e gradual transformação ao meu redor. Este é o terceiro ano que vivencio o outono no hemisfério Norte e esta é a minha estação preferida. É no outono que ocorre um dos mais belos espetáculos da natureza.

Diariamente, o verde da vegetação vai sendo substituído por cores vibrantes como o amarelo, o laranja, o vermelho, etc. As plantas que ganham um colorido intenso transformam completamente a paisagem.

Infelizmente, esse lindo espetáculo não dura muito tempo. A vegetação vai perdendo cor e brilho gradualmente, até as folhas caírem.

O outono é também a estação da colheita. Neste período do ano, os dias ficam mais curtos, as noites mais longas e o clima mais frio. Esta é uma estação de transição que antecede o frio e longo inverno. Por isso, enquanto o inverno não chega, eu sigo admirando a paisagem. É impossível ficar indiferente a tanta beleza!

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Como economizar nas compras

Publicado em 24/09/2011 - 17:58 por | 1 Comentário

Existe uma melhor época para comprar produtos nos Estados Unidos? Pode até parecer que não, já que o comércio de forma geral faz promoções o ano todo. Porém, há sim, períodos onde as corriqueiras promoções ficam bem mais atraentes.

Feriados

Consumidores aproveitando a liquidação da Black Friday. Foto - divulgação

Os feriados nacionais são sempre recheados de grandes liquidações no comércio. Se durante um final de semana comum, os lojistas ofertam, por exemplo, 20% de desconto, em um feriado, o valor sobe para 40, 50%.  Além disso, como eu já falei aqui, existem os cupons de desconto. Nessas promoções, o consumidor pode usar o cupom e ainda usufruir do desconto promocional da data. Às vezes, o valor final do produto é uma agressão ao bom senso.

Importante lembrar que a maior liquidação feita pelo comércio americano ocorre em novembro, no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças, na sexta-feira conhecida como “Black Friday” (sexta-feira negra). Nessa tradicional liquidação, as promoções chegam até 90% de desconto. Esse é sem dúvida, o melhor período para comprar especialmente produtos mais caros como eletrônicos e eletrodomésticos. As pessoas se  aglomeram na frente das lojas; passam a noite esperando em filas, tudo para garantir uma boa compra. O sucesso é tanto que algumas lojas on-line já estão ampliando a promoção por toda a semana do feriado. Esse ano, a mega liquidação será no dia 25 de novembro.

Estações do ano

Mudança de estação significa coleção nova chegando, por isso é hora de vender a qualquer custo as peças da coleção anterior. Agora, no início do outono, o clima já está mais frio e as roupas de verão já estão bem mais em conta. Por outro lado, comprar roupas de frio nesse momento é pagar bem mais caro. A dica é comprar fora da estação, aproveitando a “queima” de estoque e pagando bem menos.

Se você estiver programando umas comprinhas ou em uma viagem ou pelos sites que fazem entrega no Brasil, fique de olho nesses períodos. Você certamente economizará um pouco mais.

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Americanos, suas lembranças e opiniões sobre os ataques

Publicado em 08/09/2011 - 9:00 por | 3 Comentários

Categorias: Comportamento, Cotidiano

Erin Compton é americana e vive em Washington, D.C.

A ideia, senso comum, de que todos os americanos pensam igual, que eles só olham para si mesmos, que formam uma sociedade que vive de “explorar” países menos desenvolvidos, entre tantas outras coisas, vem se mostrando para mim, desde que fui morar lá, bem equivocada.

Ao contrário do que pensamos, apesar de patriotas, nem todos os americanos pensam igual, muito menos estão sempre de acordo com as ações do seu governo. Apesar de ter chegado ao Estados Unidos, confesso aqui, cheia de preconceitos sobre o povo do país, vejo, cada dia mais, que estava errada. A maioria dos americanos, de fato, tem uma forma de pensar bem diferente da nossa. Mas, como qualquer sociedade, a americana formada de forma heterogênea.

Mais uma coisa para comprovar esse meu pensamento aconteceu durante a apuração do material especial sobre o “11 de Setembro”. Enviei exatamente a mesma entrevista para dois americanos e recebi respostas bem diferentes dos dois. Quem está certo ou errado? Não sei, não tenho a intenção de julgar, apenas vou expor pensamentos distintos sobre a maior tragédia que os americanos já viveram.

No mais, só posso agradecer a Chris Hogan, 25 anos, da cidade de Baltimore, no estado de Maryland, e a Erin Compton, 31, moradora de Washington, D.C., que gentilmente cederam essa entrevista ao Live from USA. Eles nos mostram, de maneira diversificada, como alguns americanos percebem os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Chris Hogan é de Baltimore, Maryland

Você lembra o que estava fazendo no dia e na hora dos atentados?

Erin - Eu estava no último ano da faculdade, tinha saído da minha aula das 8 da manhã e ia para academia.  Todo mundo na academia estava assistindo a reportagem falando do primeiro choque como acidente.  Cheguei justamente na hora para ver o segundo avião atingir a segunda torre. Foi então que começamos a pensar que não foi mero acidente.

Chris – Eu estava na escola na época. Eu estava em uma aula de política, quando ouvi pela primeira vez sobre o que aconteceu. Nós não tínhamos TV a cabo, de modo que ouvimos o rádio para atualizações. O professor correu para casa entre as aulas, gravou as notícias e trouxe para nós assistirmos. Depois disso, fui à aula de matemática e o professor não nos deixava saber o que estava acontecendo. Mas nós sabíamos que era muito grave, porque os estudantes a cada 5 ou 10 minutos eram levados para fora da escola. As aulas nesse dia terminaram mais cedo e fomos todos para casa, para assistir ao noticiário e ter uma melhor idéia do que aconteceu.

Qual a sensação de ver as imagens das duas torres indo ao chão?

Erin - Incrédula, angustiada, imaginando o terror, desespero e a sensação de desamparo de todas as pessoas perto das torres.  Rapidamente pensei em todas as pessoas que eu conhecia que poderiam estar lá também.  Tentei ligar para minha família mas as linhas estavam todas congestionadas e não dava pra se comunicar com ninguém.

Chris - No começo, eu estava muito confuso e, então, naturalmente, muito triste. Neste ponto da minha vida, eu não sabia nada sobre o mundo ou o que estava acontecendo em diferentes partes do mundo. Foi tudo muito confuso.

Como você superou o trauma? Como vocês (americanos) superaram o trauma? Ou alguns nunca superaram?

Erin – A situação foi muito triste, confusa e assustadora.  Eu, por sorte, não fui afetada diretamente, mas conheço pessoas que foram.  Por exemplo, tinha uma colega minha na faculdade cuja mãe era aeromoça do avião que bateu no Pentágono.  Não posso imaginar como deve ter sido para ela. Lembro que ela terminou os estudos com a ajuda de um fundo que dá bolsas para filhos das vítimas dos atentados.   Ela disse que a comunidade acadêmica lhe ofereceu um sistema de apoio que a ajudou a superar o trauma.

Chris - Eu ainda penso sobre isso de vez em quando. Só o tempo e muita reflexão sobre o que aconteceu para se sentir melhor com tudo isso. Sei que algumas pessoas foram atingidas diretamente e imagino que tenha sido muito difícil. Uma menina em uma escola vizinha perdeu seu pai na tragédia. Imagino que ela nunca vai esquecer completamente esse trauma.

Por que acha que aquilo aconteceu?

Erin - Eu acho que tem muito a ver com a imagem transmitida através da presença militar e política que o governo dos Estados Unidos tem tido durante muitas décadas no resto do mundo.  Sempre tem se empenhado em executar iniciativas de controle político de outros países, apresentadas (disfarçadas ou não) como o grande lutador da democracia, seja pra proteger segurança nacional ou assegurar acesso a recursos naturais, entre outros objetivos.  Essas iniciativas, muitas vezes,  são contra a vontade dos países.  Essas atitudes e ocupações militares têm criado um clima de ressentimento e ódio em algumas partes do mundo.

Chris – Acredito que os ataques aconteceram porque um grupo particularmente de extrema não gosta de nossa cultura ou do governo. Eu sinto que há pessoas assim em todo o mundo, que estão dispostas a matar inocentes só porque eles acreditam em algo diferente.

O que mudou na sua vida e das pessoas que te rodeiam depois daquele dia?

Erin - Na minha vida não mudou nada.  Consigo ver o aumento na segurança nos aeroportos e quando ando de metrô em Washington, D.C., ou viajo de avião, às vezes, penso na vulnerabilidade do País.   Mas, eu, como as pessoas ao meu redor, reconhecemos que não há muito o que fazer para se prevenir de atos de terrorismo, além de ficar mais atento.

Chris – A minha percepção do mundo mudou nesse dia. Eu percebi que há muitas pessoas em todos os cantos do mundo que não vão gostar de você só por conta do lugar onde você nasceu ou pelo o que você acredita.

Como você viu a morte de Bin Laden quase dez anos depois dos atentados? Acha que a Al Qaeda ainda planeja novos ataques?

Erin - Acho que foi anticlimático, tanto para as pessoas que talvez tenham desejado a morte dele quanto para as pessoas que só procuravam justiça.  Não foi necessário assiná-lo (se era o objetivo ou não, não sei) e acho que teria valido muito mais tê-lo vivo, para depois levá-lo à justiça internacional.

Chris - Fico feliz de que Bin Laden está morto, embora eu não ache que isso mude alguma coisa. Acho que a Al Qaeda vai continuar a procurar formas de atacar a todos que não compartilham de seus ideais, seja em solo americano ou em qualquer outro país do mundo. Inclusive, os países de origem dos fundadores da Al Qaeda. Eles provaram que são capazes de matar todos que não estejam alinhados com suas idéias.

Você ainda tem medo de novos ataques?

Erin - Não sei se diria que é medo mesmo, mas eu tenho certeza que haverá atentados no futuro, porque continuamos sendo vulneráveis a pessoas que acham que com atrocidade e força bruta conseguirão mudar o modo de operação do governo do País.  Essas mudanças sempre tem que vir de baixo, não de cima e não de forças externas.

Chris – Eu não diria exatamente que estou com medo de ataques. Eu acho que o risco de ser atacado por um terrorista invisível é agora um fato da vida que você tem que lidar. E não podemos viver todos os dias com medo. Você nunca sabe quando algo vai acontecer.

O país parece mais seguro do que antes ou tem a mesma vulnerabilidade?

Erin - Acho que viajar de avião melhorou um pouco, sobretudo por conta do aumento na conscientização do público.  Contudo, pelo menos aqui em Washington, eu ainda vejo muitos alvos desamparados para ações terroristas.

Chris – Eu não sei dizer se o país parece mais seguro. Em certos aspectos da minha vida, a cada dia, eu sinto mais segurança. Por exemplo, eu sinto que a viagem aérea está mais segura, edifícios do governo são mais seguros. E as pessoas têm recebido formação suficiente para possíveis situações de risco, como evacuar edifícios ou o que fazer quando vêem um pacote suspeito.

Como você vê a ocupação no Afeganistão, Iraque, Líbia? Acha que foi muito gasto de dinheiro? Surtiram resultados?

Erin – Foi um desperdício total de dinheiro ficar nos três países.  No Iraque não teve resultado nenhum que avançasse os supostos objetivos do País, e a morte do Saddam não ajudou nada a causa dos EUA, nem dos outros países que se movimentaram contra ele.  No Afeganistão, também não teve resultado claro, tangível, nem positivo politicamente.

Chris – Se depois da intervenção americana, os moradores desses países vivem mais felizes, têm a vida mais livre, eu acredito que é um dinheiro bem gasto. Sinto que todos devem ser livres, para praticar sua própria religião e viver como eles querem. Este foi o caso no Afeganistão ou Iraque. Pessoas que vivem sob senhores da guerra no Afeganistão eram muito reprimidas, principalmente as mulheres. O genocídio de minorias étnicas no Iraque também foram interrompidos. Estou contente pelos Estados Unidos ajudarem as pessoas que não podem se ajudar. Eu compreendo o sentimento de que os Estados Unidos deveriam deixar outros países agirem por si só, mas também sinto que se você tem o poder de ajudar alguém que não pode se ajudar você não deve fechar os olhos.

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O impacto dos atentados no turismo americano

Publicado em 07/09/2011 - 9:55 por | 1 Comentário

Categorias: Comportamento, Cotidiano

Uma década depois, o setor de turismo americano ainda tenta se recuperar dos impactos causados pelos atentados de 11 de setembro.

Momento em que avião atinge a Torre Norte. Crédito: Reuters

De acordo com a U.S Travel Association, associação que representa a indústria de turismo nos Estados Unidos, nos últimos dez anos, enquanto o número de viagens de longa distância cresceu 40% em todo o mundo, o crescimento de viagens internacionais para destinos americanos foi de apenas 2% no mesmo período. Apesar do número de viajantes ter aumentado mundialmente, a participação americana no mercado de turismo global também diminuiu de 17% em 2000 para 12, 4% em 2010.

Para tentar retomar o crescimento do setor, a U.S Travel Association propôs novas medidas que reforçam a segurança e ajudam a eliminar barreiras que possam dificultar o crescimento do turismo. Entre as medidas propostas, estão a diminuição do tempo de espera nos aeroportos; um melhor atendimento ao turista e ações mais eficazes de segurança.

Segundo a U.S Travel, se o ritmo de crescimento verificado antes dos atentados tivesse se mantido, o país teria recebido 78 milhões de turistas a mais na última década, o que injetaria US$ 606 bilhões na economia americana contribuindo para a geração de mais de 467 mil empregos por ano.

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11 de Setembro: vídeo mostra como está o local dos atentados hoje

Publicado em 06/09/2011 - 8:30 por | 1 Comentário

Categorias: Comportamento, Cotidiano

Parte das obras de reconstrução do local onde ficavam as Torres Gêmeas, em Nova York. A foto foi tirada da janela do quarto do hotel em que fiquei hospedada na cidade

Seguindo a pauta da semana, hoje você pode conferir um vídeo gravado no local dos ataques de 11 de setembro, em Nova York. Apesar de amador (foi feito por mim no início de agosto, na última visita que fiz à cidade), dá para ver um pouco de como está o lugar hoje.

Mesmo com o memorial em homenagem às vitimas quase pronto (a previsão é de que ele seja aberto no dia em que a tragédia completa 10 anos), a área dos ataques ainda é, e pelo visto ainda será por um bom tempo, um grande canteiro de obras.

A nova torre, chamada Freedom Tower, que “substituirá” as Torres Gêmeas, está em plena construção. Operários e máquinas trabalham 24 horas, todos os dias, para terminar o edifício de 108 andares (dois a menos que as torres destruídas no atentado). O barulho e a movimentação da obra são bem incômodos, mesmo assim fervilham turistas para conhecer o lugar onde aconteceram os atentados que mudaram o mundo.

Penso que, como eu, todos que veem o buraco aberto pelos ataques pessoalmente imaginam como foi aquele dia. Naquela região de ruas apertadas, com as suas duas maiores torres indo ao chão, com tantas pessoas dentro. Não há como não refletir, independente das questões que cercam as motivações dos ataques, a grandiosidade dessa tragédia e o tamanho do trauma causado na sociedade americana.

Confira as imagens!

Imagem de Amostra do You Tube

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“Foi a primeira e única vez que vi Nova York se transformar em uma comunidade”.

Publicado em 05/09/2011 - 10:26 por | 7 Comentários

Categorias: Comportamento, Cotidiano

A declaração é da economista brasileira Helen Harris que morava em Nova York quando os atentados ocorreram.

Segunda aeronave se aproxima do alvo: a torre sul. Crédito: Reuters

Quase três mil pessoas morreram no maior atentado terrorista ocorrido nos Estados Unidos. A segurança dos americanos foi posta à prova e o medo se espalhou pelo país. O espaço aéreo foi fechado. Em Nova York, pontes e viadutos foram interditados e o sistema de transportes parou de funcionar. O caos se instalou pela cidade.

Naquela fatídica manhã, Helen Harris estava na Universidade de Columbia onde estudava Economia. No momento em que as torres gêmeas do World Trade Center foram atingidas, ela iniciava mais uma manhã de trabalho como bolsista na biblioteca da universidade. Isolada, sem celular, TV e/ou internet, soube dos ataques quase duas horas depois por intermédio da chefe do departamento. “Liguei logo para o meu pai para avisar que estava tudo bem. Ele tinha tentado me ligar no celular, mas a ligação não completava. Minha mãe falava que era para eu entrar no primeiro avião de volta para o Brasil, para voltar para casa. Meu pai a convenceu que não era para eu voltar. Que eu devia continuar em Nova York, pois estava vivenciando um momento histórico, que tudo iria mudar. E ele tinha razão. Pouco depois de falar com meus pais, as linhas telefônicas de Nova York e a internet entraram em pane.”

Na universidade, os estudantes se aglomeravam nos dormitórios, diante de televisores, em busca de explicações. “O campus estava deserto. As aulas foram canceladas e rapidamente a comunidade organizou uma vigília para aquela noite. Muitos dos meus colegas foram doar sangue. Ninguém ousou andar de metrô, com medo de um futuro ataque. Pela primeira e única vez, vi Nova York realmente se tornar uma comunidade. Não tinha mais aquele clima “you’re on your own” (você está por sua conta) bem típico de Manhattan. Infelizmente, acho que durou pouco”.

Helen também presenciou o surgimento do preconceito contra árabes e muçulmanos que se instalou no país após os atentados. “Amigos meus começaram a se sentir constrangidos andando na rua. As pessoas olhavam, algumas até xingavam. Lembro que uns três dias depois, a barraquinha de vendas em frente ao meu prédio estava destruída. O dono era árabe. Não dava para acreditar nesse comportamento das pessoas. Infelizmente, apesar desse comportamento ter diminuído e não ser mais tão forte ao longo desses últimos 10 anos, acho que ainda há um sentimento anti-árabe bem forte na cultura americana”.

Desde 2009, Helen Harris mora em Washington D.C, capital dos Estados Unidos que também foi alvo dos terroristas. Uma década depois, ela diz se sentir segura e sem medo de novos atentados. “Particularmente, nunca me senti insegura em relação a novos ataques, principalmente, porque depois do 11/9 o nível de segurança aumentou exponencialmente”.

O 11 de setembro é visto como um marco divisor na história mundial. As imagens dos atentados entraram para o hall dos momentos mais marcantes da humanidade. A maioria de nós lembra exatamente o que fazia naquela manhã. E você? Como você viveu aquele momento? Você lembra onde estava na hora dos atentados? Como soube da notícia? Deixe seu comentário e compartilhe conosco a sua experiência. Participe!

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Brazilian Day em New York com tudo pago

Publicado em 24/08/2011 - 13:09 por | 2 Comentários

Categorias: New York, promoções

Se você mora nos Estados Unidos, preste atenção nessa promoção. A TV Globo Internacional está promovendo um Concurso Cultural que pode levar você para o Brazilian Day com tudo pago. Para participar basta “curtir” a página do evento no facebook (www.facebook.com/GloboInternacional) e responder à pergunta: “Por que você merece ganhar dois convites VIP da Globo para o camarote e os bastidores do Brazilian Day NY”? A resposta mais criativa será a vencedora. A promoção vale apenas para brasileiros que vivem nos Estados Unidos.

A TV Globo Internacional vai se responsabilizar pelo transporte e hospedagem do ganhador e  acompanhante para New York. O resultado será divulgado no próximo dia 30.

A festa será no dia 4 de setembro, no domingo que antecede o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos.

Realizado há 27 anos, o Brazilian Day reúne milhares de brasileiros na rua “Little Brazil” e atualmente, segundo os organizadores, ocupa 25 quarteirões. Em 2010, cerca de 1,5 milhão de expectadores participaram do evento.

Esse ano, Serginho Groisman será o apresentador da festa que terá entre as principais atrações, Luan Santana e Exaltasamba.

Para mais informações sobre Brazilian Day New York acesse o site http://tvglobointernacional.globo.com

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Um passeio por Graceland, a casa de Elvis Presley

Publicado em 16/08/2011 - 12:09 por | Comentar

 

Fotos: arquivo pessoal (Karol Nascimento)

Hoje, no 34º aniversário da morte do rei do Rock ‘n’ Roll, nós do Live From USA prestamos uma homenagem aos fãs de Elvis, exibindo algumas fotos de Graceland, a mansão onde o astro viveu. A casa localizada em Memphis (TN) era, segundo declarações de amigos e familiares, o lugar preferido do rei do rock. Foi lá também que Elvis morreu e é no jardim de Graceland, “Jardim da Meditação”, que ele está sepultado.

O local virou um santuário para os fãs. Todos os anos, recebe milhares de visitantes. Na semana de aniversário da morte do cantor, há uma vasta programação, incluindo uma vigília feita durante a noite do dia 15 e a madrugada do dia 16 de agosto, data em que Elvis foi encontrado morto. Esse ano, segundo estimativa da polícia local de Memphis, entre 15 e 20 mil pessoas participaram da vigília.

Eu estive em Graceland em 2009 e todas as fotos publicadas nesse post são desse período. Na época, escrevi uma matéria para o Caderno Internacional do DN e se você quiser conferir a reportagem, acesse o site. Hoje, exibo aqui, um pouco desse lugar tão especial!

Na ordem: a sala de estar e o espaço “Jungle Room”.

A sala de TV e a sala de sinuca revestida com tecido colorido.

O túmulo de Elvis, os dos pais e o da avó do astro estão no jardim de Graceland.

 

Além da mansão, foi montado um complexo turístico com museus, lojas, etc. Abaixo, alguns dos figurinos usados por Elvis e o avião que ele batizou com o nome da filha.

 

Para mais informações, acesse o site oficial: http://www.elvis.com/graceland/

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