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Quer saber mais sobre o programa Au Pair?

Publicado em 17/06/2011 - 14:50 por | 2 Comentários

Categorias: Intercâmbio

Se você quer fazer um intercâmbio como Au Pair, não perca a oportunidade de esclarecer suas dúvidas com um especialista. Neste sábado, dia 18 de junho, às 14 horas, o gerente da empresa de intercâmbio CI em Fortaleza, Darlan Loureiro, vai fazer uma palestra gratuita sobre o tema na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi.

A CI é uma das maiores empresas de intercâmbio do Brasil. Está no mercado há 23 anos e entre os programas que possui, o Au Pair é um dos mais procurados, com um crescimento anual de 30%. Para saber mais sobre o programa, nós conversamos com Darlan Loureiro. Confira!

01. Por que o programa Au Pair é um dos preferidos pelos jovens brasileiros? Quais as vantagens desse tipo de programa?

O Au Pair é o programa de intercâmbio mais econômico para trabalhar, estudar e se divertir em países como Estados Unidos, Alemanha, França, Áustria ou Holanda. É a oportunidade ideal para o jovem obter fluência no idioma, conquistar sua independência e, claro, aprender com o mundo. Quem vive uma experiência desta, fica muito mais preparado para a vida e volta para o Brasil com um diferencial muito importante no currículo.

02. Qual é o custo do programa Au Pair e o que está incluso no pacote?

O programa Au Pair para os Estados Unidos custa 740 dólares e inclui:

- Orientação pré-embarque (mínimo de 15 Au Pairs na mesma data)

- 3 a 4 dias de acomodação e alimentação durante orientação em Nova Iorque

- Suporte durante o programa através de coordenação local

- Alimentação e acomodação.  A au pair também terá direito a fazer um curso onde a família pagará até US$ 500 por ele, desde que combine os horários que terá disponível para cursá-lo.

- 2 semanas de férias remuneradas

- 4 semanas para viajar como turista ao final do programa

- Seguro internacional de saúde

O programa também inclui passagem aérea internacional de ida e volta caso a participante permaneça um ano. Não estão inclusos nesse valor as taxas consulares para obtenção do visto; os gastos pessoais para a preparação e durante o programa; os gastos com educação que excedam a 500 dólares durante o programa; as vacinas que tenham que ser tomadas na chegada aos EUA e passagem aérea de trechos internos em alguns casos no retorno. (depende da família)

03. Como é a aceitabilidade do programa nos Estados Unidos?

O programa Au Pair nos EUA é o mais procurado (cerca de 95% das candidatas vão para lá). A procura vem crescendo ao ritmo de 30% anualmente.

04. Quais são as exigências para participar do programa?

Todos os países possuem requisitos bastante parecidos, como:

Ter Inglês intermediário ou avançado;

Gostar de crianças e possuir experiência com crianças (mínimo de 200 horas);

Ser solteiro e sem filhos (grávidas também não podem fazer o programa);

Não fumar ou estar disposto a parar;

Ensino médio concluído.

Além disso, algumas famílias pedem que o/a au pair possua carteira de motorista, para levar/buscar as crianças na escola; e também que saibam nadar, para acompanhar as crianças a passeios em praias e clubes.

05. O programa é restrito a mulheres ou homens também podem participar?

As mulheres são maioria, mas homens também podem participar do programa.

06. Qual é o perfil das famílias americanas que recebem uma au pair? E como essas famílias são avaliadas?

Todas as famílias, em geral, são de classe média-alta e com várias estruturas: pai, mãe e filhos; pai com os filhos; mãe com filhos; casais do mesmo sexo. Todas as famílias são cadastradas e verificadas previamente pela organização. Vale lembrar que as próprias famílias investem bastante no programa (cerca de USD 14,000 nos EUA), portanto são de total confiança. As duas partes, família e candidato (a) se conhecem previamente; trocam e-mails, telefonemas e se avaliam mutuamente. O (a) Au Pair envia um formulário completo sobre sua vida, personalidade, atividades etc. Da mesma forma, recebe um relatório da família que apresenta os pais, quantidade e idade das crianças, fotos e vídeos, etc.

07. Que características as famílias procuram em uma au pair?

Basicamente, procuram uma pessoa que goste de crianças, que tenha flexibilidade e ética. Nos EUA as famílias não contam com empregadas domésticas em casa. A Au Pair é responsável pelas crianças e é tratada como parte da família na maioria das vezes. A Au Pair também terá que participar das atividades da casa como manter seu quarto em ordem, etc. As famílias também buscam eliminar o “ir e vir” para uma creche ou escola para deixar os filhos enquanto trabalham. Querem uma pessoa que dê atenção total quando seus filhos estão doentes, reduzindo a necessidade de perder dias de trabalho. E com o programa, existe um vínculo mais duradouro (1 ano) entre a criança e a Au Pair, do que o encontrado em creches. Os pais também estabelecem os horários desejados para as crianças se alimentarem, brincarem, etc.

08. Como é a rotina de trabalho? Que funções a au pair precisará desenvolver?

As principais tarefas são cuidar das crianças e de seus pertences, brincar com elas, preparar o lanche escolar, dar banho e organizar a “bagunça”, levá-las a escola (para isso, muitas famílias disponibilizam carro para a Au Pair). Enfim, fazer tudo que esteja relacionado ao cotidiano delas. A folga para se divertir será de um final de semana por mês e, no final do programa, ela tem um mês inteiro para passear. Além de duas semanas de férias remuneradas durante o programa.

09. O programa intercala trabalho com estudos. É cobrado do candidato comprovação de horas de estudo?

Para verificar se o (a) candidato (a) está apto (a) a participar, é realizado um teste de nível de Inglês (SLEP Test) aqui mesmo, na CI. Se ele atingir a pontuação mínima necessária, poderá participar do programa. Uma vez no país de destino, devem fazer o curso de idiomas nos primeiros meses do programa, mas não necessariamente durante todo o período (geralmente, as Au Pair estudam os primeiros 6 meses do programa).

10. Que tipo de assistência a CI oferece aos participantes? Como é feito o acompanhamento dessas jovens?

Quem participa do programa Au Pair CI recebe orientação e suporte do começo ao final do processo, camiseta e mochila da CI, orientação de pré embarque para grupos de no mínimo 15 meninas embarcando juntas ou individuais e o Guia Au Pair CI. O acompanhamento é feito por telefone e em reuniões presenciais (enquanto a Au Pair ainda está no Brasil, esperando ser chamada por uma família) e continua por e-mail após o embarque (para saber das novidades, relatos do que vem aprendendo etc.).

Importante: Para participar do programa nos Estados Unidos é preciso ter entre 18 e 26 anos. O salário semanal é de 195 dólares e é pago pela família que contrata a au pair. Depois de um ano, o contrato pode ser renovado por mais um ano se houver interesse de ambas as partes.

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Vida de Au Pair

Publicado em 26/05/2011 - 10:12 por | Comentar

Categorias: Intercâmbio

O programa Au Pair é um dos mais procurados por brasileiras que querem fazer um intercâmbio. O custo/benefício é uma das das principais vantagens. O pacote completo custa em média US$1.000. A futura au pair vai trabalhar em uma casa de família cuidando de crianças e recebendo um salário fixo por semana.

A paulista Priscila Sousa Simplício de 25 anos embarcou nessa aventura. Em junho de 2010, ela se mudou para os Estados Unidos para fazer um intercâmbio como au pair. Mora na cidade de Lewiston, no estado americano Maine, já na fronteira com o Canadá. Agora, depois de quase um ano, Priscila se prepara para mudar de família. Ela quer viver novos desafios em sua próxima parada: Califórnia.

1. Por que você decidiu participar do programa Au Pair?

Sempre tive vontade de fazer intercâmbio, mas como nunca tive dinheiro suficiente para fazer, comecei com várias pesquisas na internet. Descobri o programa Au Pair no ano de 2006. Pesei os prós e contras e vi que poderia ser uma excelente oportunidade. Morar fora por um ano, conhecer lugares, falar inglês todos os dias, conhecer a rotina de uma real família americana, meu amadurecimento pessoal, a oportunidade de estudar e tudo isso por um valor que eu poderia pagar. O que foi crucial nesta decisão foi o fato de que se algo desse errado eu poderia voltar para minha casa sem problemas, pois teria minha passagem de volta garantida.

2.Como foi o processo de seleção?

O meu processo começou em 2009, através de muitas leituras de blogs, comunidades e muita conversa com au pairs de diferentes agências que na época moravam nos EUA. Após um longo período, escolhi a Cultural Care por me senti mais segura e por ter ótimas referências com as próprias au pair.

3. Como foi a recepção da família americana e sua adaptação? Houve algum tipo de problema?

Tive uma ótima recepção vinda da família americana, foi melhor até do que eu imaginava. Tive problemas de comunicação, que acredito que muitas têm no começo. Por algum motivo, me senti travada ao falar inglês. Esquecia muito as palavras e o diálogo era pouco, vindo da minha parte, mas com o tempo ganhei confiança ao falar e hoje isso é um problema do passado.

 4. Foi difícil entrar na rotina de uma au pair?

Não foi difícil, mas também não foi fácil. Tive que me adaptar a uma criança de 6 anos com autismo no nível grave. Nunca tive contato com criança com autismo antes. Para mim, além da América do Norte ser novidade, criança com autismo também foi uma novidade. Tive que me adaptar a rotina dele. Aprendi algumas coisas em línguas de sinais que é outra coisa que nunca tinha tentado na vida. Com a ajuda da escola que ele frenquenta, aprendi algumas coisas e procuro manter no dia-a-dia dele. É como se ele fosse meu filho. Vejo o progresso dele a cada dia e isso não tem preço. Já estou em clima de saudades dele.

5. Por que você mudará de família? Quais são suas expectativas para esse novo recomeço?

Após um longo processo de adaptação na minha atual família, chegou o momento de decidir, ficar mais um ano ou não. Essa foi uma das decisões mais difíceis da minha vida, mas optei por me dar uma segunda chance na terra do Tio Sam. Minha atual família me pediu para ficar com eles por mais um período, mas optei por mudar para outra família. Quero sentir novamente a sensação de desafio, de um novo recomeço, conhecer novos lugares, fazer novos amigos e continuar a praticar e melhorar meu inglês.

6. Quais são os pontos negativos e positivos dessa experiência?

Como tudo na vida existe os dois lados. Os ponto negativos que vejo dessa experiência é o quanto você está sozinho aqui. Você pode ter várias pessoas ao seu redor, mas o carinho que você tinha da sua família e amigos não serão os mesmos. Fora isso essa experiência de morar fora do país está sendo inesquecível. A cada dificuldade vencida, a cada conquista, a cada coisa que não saiu como eu queria, eu estou encarando como aprendizado que sei que não teria se ainda estivesse na minha casa. Para mim, o que ganho de aprendizado como pessoa é o ponto mais positivo.

7. Como você avalia seu desempenho no idioma depois de quase um ano?

Está sendo fundamental. Cada dia é um aprendizado. Outro dia, eu vi um vídeo que eu fiz para o meu perfil na agência e morri de vergonha do meu antigo inglês. Sei que se hoje estou falando bem e é devido a essa experiência.

 8. Como é a relação com as outras au pairs? E com os americanos? Foi fácil se inserir na cultura, fazer amigos?

Na região onde moro, o que mais tem é au pair alemã. Adoro as meninas e estou triste por deixá-las. Tem somente uma au pair brasileira, mas dificilmente temos contato porque moramos longe. Conheci alguns americanos por aqui sim, que são super legais comigo. Muitos acham interessante o fato de eu ser brasileira. Sempre me perguntam várias coisas do Brasil e por ai eu comecei a fazer amizades com americanos.

 9. Do que sente mais falta?

Família, amigos, meu cachorro e comida.

10. Quais os seus planos para o futuro?

Inicialmente, tenho somente planos de juntar dinheiro o que será uma missão praticamente impossível para mim. Estudar muito e se der no final do programa ir para Europa. Planos para quando retornar definitivamente para o Brasil ainda não tenho. Espero descobrir em pouco tempo o que realmente quero para o meu futuro no Brasil.

11. Qual o seu conselho pra  quem quer participar do programa Au Pair?

Aconselho a quem quer encarar essa aventura de ser au pair, que venha preparada, de mente aberta e sabendo que será um ano inesquecível, mas que não será nada fácil. Existirá muitas coisas com o qual você não irá concordar, mas terá que aceitar. Nem tudo será um mar de rosas e que o foco principal do programa de au pair é o trabalho. Pensando dessa forma o choque cultural não será tão grande e o aproveitamento dessa experiência será muito melhor.

Para quem quiser saber mais sobre o programa, na próxima segunda-feira, dia 30 de maio, a multinacional sueca Cultural Care fará palestras gratuitas em Fortaleza sobre o programa. Para se inscrever é só ligar para o telefone 0800.707.9353.

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TOEFL: Teste de proficiência em inglês

Publicado em 16/05/2011 - 12:51 por | 9 Comentários

Categorias: Intercâmbio

O Toefl (Test of English as a Foreign Language) é o principal teste de proficiência exigido pelas universidades e instituições americanas. Se você pretende estudar nos Estados Unidos, precisará fazer um teste de proficiência e, é bem provável que seja o TOEFL test. O Toefl também é usado em processos de seleção para bolsas de estudo, estágios e empregos. Possui validade internacional e é reconhecido por mais de 8.000 universidades, agências e instituições em mais de 180 países. As provas são feitas nos Estados Unidos e em mais de 165 países. No Brasil, segundo a ETS, agência que administra o TOEFL, as provas são realizadas em várias cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza. Para mais informações sobre os locais das provas, datas e taxas, acesse o link: http://www.ets.org/bin/getprogram.cgi?test=toefl

Atualmente, o Toefl possui duas versões. O PBT (Paper-Based Test) tem o formato tradicional feito com lápis e papel e o IBT (Internet Based TOEFL) é a versão on-line do teste. As duas opções estão disponíveis no Brasil e o formato depende do centro que administra a prova. Além do formato, existem grandes diferenças na estrutura dos dois testes.

TOEFL PBT (Paper-Based test)

O modelo PBT está dividido em quatro partes: Listening Comprehension (compreensão auditiva), Structure and Written Expression (avalia gramática), Reading Comprehension (compreensão de textos) com questões de múltipla escolha e o Test of Written English, onde o candidato precisa redigir uma redação sobre um tema específico.

O Listening Comprehension é formado por três diferentes etapas totalizando 50 questões. Na primeira, o candidato ouve pequenos diálogos e responde a uma única questão sobre cada diálogo. Nas demais, os diálogos ou palestras são mais longos e seguidos por várias perguntas.

O Structure Section possui 40 questões divididas em duas seções. Na primeira, é preciso escolher a opção que melhor completa as sentenças incompletas e na segunda, o desafio é descobrir os erros de cada frase.

O Reading Comprehension possui 50 questões divididas entre cinco ou seis textos.

TOEFL IBT:

O Toefl IBT também está dividido em quatro partes: reading (compreensão de textos), listening (compreensão  auditiva), speaking (expressão oral) e writing (redação). O reading pode ser formado por três (short format) ou cinco textos (long format), mas somente as questões referentes a três textos são validadas. Os dois textos extras do long format servem apenas como base para futuras provas. A escolha é aleatória e o candidato não sabe quais textos serão ou não pontuados. Todas as questões são de múltipla escolha.

Assim como o reading, existem dois tipos de listening: o menor com dois diálogos e quatro palestras e o formato maior com três diálogos e seis palestras. Apenas dois diálogos e quatro palestras valem pontos. O candidato será submetido apenas a um tipo de “long format”, ou na parte do reading ou no listening.

O speaking possui apenas seis questões, mas não se engane, elas são bem complexas. A maioria testa mais de uma aptidão lingüística. O candidato vai ler textos, ouvir diálogos ou palestras e responder a um tópico sobre o que leu e ouviu. As respostas são avaliadas pela fluência e precisão do conteúdo discutido.

No writing, o candidato precisa redigir duas redações. Na primeira, denominada de “Independent Essay”, é preciso responder a uma pergunta sobre um tópico simples. Na segunda, a “Integrated Essay”, reading, listening e writing serão testados. O candidato vai ler um texto, ouvir uma palestra ou diálogo sobre o mesmo assunto e terá que escrever uma redação respondendo a um questionamento que envolve todas essas etapas.

Importante:

Todas as seções do TOEFL, tanto no formato PBT quanto no IBT possuem um tempo determinado.

A pontuação mínima aceitável é variável, por isso, a aprovação do candidato depende da pontuação exigida por cada instituição ou agência. É importante ressaltar que o resultado do Toefl é válido por apenas dois anos.

Bem, eu já fiz os dois formatos e para mim, o maior desafio do Toefl é o tempo. O candidato corre contra o tempo para responder a todas as questões. Por isso, é importante treinar bastante fazendo os exercícios na mesma cronometragem usada nas provas.

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Como anda o seu inglês?

Publicado em 08/04/2011 - 0:36 por | 2 Comentários

Categorias: Intercâmbio

Foi só desembarcar nos Estados Unidos para eu me arrepender de não ter levado tão a sério minhas aulas de inglês. Minha vida teria sido muito, muito mais fácil se eu soubesse falar o idioma. As primeiras semanas foram terríveis porque eu não conseguia me expressar direito e nem entendia o que os outros diziam. Atos simples tornam-se extremamente complicados quando você não sabe a língua do país onde você está e a adaptação depende muito, muito da sua capacidade de se comunicar.

De forma geral, o americano fala rápido demais e adora encurtar palavras e frases. Além disso, há o sotaque que pode ser bem incompreensível (como no sul), as gírias e as expressões específicas de cada região. Sem falar nas palavras que têm dezenas de significados. Ora, no português também é assim. É meu caro, mas na língua dos outros, esses detalhes fazem uma enorme diferença! Mesmo quem domina o idioma passa por situações constrangedoras.

A pronúncia é outro ponto crítico. Lógico que o americano que vive nos grandes centros urbanos, onde a concentração de imigrantes é alta, lida melhor com o sotaque e a dificuldade de comunicação dos estrangeiros. Já em cidades menores e mais conservadoras, nem sempre encontramos alguém disposto a “perder” um tempinho com o estrangeiro que não sabe falar inglês direito. Por isso, se você pretende morar na terra do Tio Sam, invista  em um bom curso de inglês. Acredite, vai fazer muita, muita diferença.

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