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Jazz no parque agita o verão de D.C.

Publicado em 14/06/2011 - 11:52 por | Comentar

Sculpture Garden, em D.C., lotado nas sextas-feiras de jazz

Já que temos falado bastante do verão por aqui, vou dar uma dica para quem vai passar por Washington D.C. nos próximos meses. É o Jazz in the Garden, evento que ocorrerá toda sexta-feira, no Sculpture Garden, até o dia 9 de setembro, quase final da estação.

Como o próprio nome diz, a programação traz, toda sexta, uma banda de jazz diferente tocando no Jardim das Esculturas de Washington (ver mapa abaixo), sempre das 5 da tarde às 8h30 da noite (que aqui, no verão, é o pôr-do-sol). As pessoas sentam na grama, levam suas comidas e bebidas, ou compram no local, e ficam apreciando um delicioso jazz.

Veja programação completa

Tenho ido toda sexta-feira e estou adorando. É um clima muito gostoso, como tenho sentido que será durante todo o verão, apesar do enorme calor que faz por aqui. O local fica um pouco cheio, mas, no final, todo mundo se aperta e ninguém fica sem seu lugar na grama.

Americanos fazem uma bela festa durante o verão

Muito calor! Quem chega mais cedo, fica ao redor do lago artificial

Ouvir o jazz da grama também é uma delícia

A banda Deanna Bogart tocou na última sexta (10)

Banda brasileira e chuvas

Na abertura do festival, olhem só, tocou a banda Origem, jazz brasileiro. No entanto, como fiquei sabendo quase na hora de começar a apresentação, cheguei no finalzinho do show, que foi adiantado por conta da tempestade que caiu no local.

Uma observação sobre as tempestades, bem frequentes no verão, é que, segundo o que me disseram, elas gostam de cair especialmente no final das tardes de sexta. No entanto, em três sextas de jazz, ela só encerrou mais cedo a primeira. E nem tão cedo assim, deu para aproveitar bastante.

Bebidas alcoólicas

A sangria é a bebida mais comum nos dias de jazz. Ótima mistura

Para quem gosta, nos dias do Jazz in the Garden, é vendida uma deliciosa sangria no local, carro-chefe da festa, além de outras bebidas. É relevante falar sobre a bebida aqui, pois D.C. Área, como em vários estados dos Estados Unidos, o consumo de bebida alcoólica é bem burocrático.

Não se pode beber em locais abertos, só nos bares ou dentro de casa. Nem mesmo andar na rua com uma garrafa de cerveja, por exemplo, é permitido. Aberta, jamais, e, se fechada, dentro de sacolas. E, para comprar, é obrigatório apresentar sua identidade.

Por isso, me admirei por venderem bebidas no parque durante esse evento. Mas, claro, tem suas restrições. A bebida alcoólica consumida deve ser comprada lá. Na entrada, há guardas verificando as bolsas. Você pode levar comida e até bebidas, desde que não sejam alcoólicas.

Ao final da festa, ninguém pode sair com a bebida que sobrou, por exemplo, ou bebe tudo ou vai ter de jogar fora, infelizmente. No parque, nos dias de jazz, também vendem lanches, refrigerantes e água.

Não perca!

Tirando esses “probleminhas”, seguindo todas as regras, você terá um final de sexta-feira muito agradável no Sculpture Garden. A entrada é gratuita e o local é bem bonito, cheio de gente de todas as idades e muito animado nos dias do jazz. Repito, se passar por Washington, durante o verão não deixe de conferir essa programação!

Clique para ampliar

Serviço

Jazz in the Garden

Onde? Sculpture Garden (Independence Avenue and 7th Street South West)
Quando? Toda sexta-feira até 9 de setembro
Que horas? Das 5 da tarde até 8h30 da noite
Quanto? Grátis!

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Zoo Nacional em Washington D.C.

Publicado em 15/05/2011 - 15:18 por | Comentar

Categorias: pontos turísticos, Por ai

Local onde ficam os pandas gigantes no Zoo de Washington, mas eles não estavam lá no dia da minha visita

Eu não sou uma pessoa muito a favor de zoológicos, mas precisei conhecer o Zoológico Nacional (http://nationalzoo.si.edu/), que fica em Washington, e acho que vale passar a dica.

O local é imenso, cheio de verde, áreas educativas, restaurantes e, claro, animais de várias espécies. A maior “atração” do zoo é o setor dedicado a animais oriundos da Ásia, entre eles, os pandas gigantes, que não estavam lá no dia em que eu fui, mas que são o grande destaque do zoo, pelo que pude perceber.

O zoológico de Washington é muito bonito e bem cuidado, e os animais parecem ser também. Eles ficam em áreas bem grandes, o que dificulta até que consigamos vê-los, pois eles têm locais reservados para ficarem quando não querem ser vistos. Não conheço muitos zoológicos, então não sei se isso é comum, torço para que seja.

A entrada no zoo é gratuita e o local é acessível por metrô (ver serviço abaixo). O ambiente é bem familiar e tem muitos estudantes em excursões escolares. Principalmente, para quem está com crianças, pode ser um bom passeio em Washington.

Fotos. Da esq. para dir., uma das áreas educativas do zoo, áreas verdes no local, elefantes asiáticos, flamingos.

Serviço

National Zoo

Entrada gratuita.

Horário de funcionamento:

Entre abril e outubro: 10h às 18h. Novembro-março: 10h às 16h30.

Como chegar:

O Zoo fica na Avenida Connecticut, nº 3001. Para chegar de metro, é preciso pegar a linha vermelha do metrô de Washington, no sentido Shady Grove, e descer na estação  Woodley Park-Zoo/Adams Morgan. Saindo da estação, basta descer a Avenida Connecticut à esquerda.

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Cherry Blossom

Publicado em 20/04/2011 - 17:58 por | Comentar

Cerejeiras carregadas de flores em Washington, D.C

Falando em primavera, não poderia deixar de falar do Cherry Blossom, que ocorre em algumas cidades dos Estados Unidos, entre elas, Washington, D.C., que inclusive realiza o Festival Nacional do Cherry Blossom.

Cherry Blossom, na tradução para o português, significa flor de cerejeira. Aqui nos EUA, eles chamam de Cherry Blossom o período em que as flores de cerejeira desabrocham. Essas flores só vivem por mais ou menos duas semanas, depois elas caem e as cerejeiras ganham folhagem normal.

No entanto, esse curto espaço entre o desabrochar e o cair das flores de cerejeira é muito especial. É também como a abertura da primavera, pois elas nascem antes das outras flores e antes do verde das gramas e árvores chegar definitivamente. As flores de cerejeira começam a aparecer no final do mês março e desaparecem no começo de abril.

Macro das flores

Monumento a Washington florido durante o Cherry Blossom

Presente do Japão

Clique para ampliar

A capital americana tem cerca de 5.000 cerejeiras, principalmente concentradas no entorno do lado Tidal Basin e nas proximidades do Monumento a Washington (ver mapa ao lado). As árvores foram um presente do Japão aos Estados Unidos, em 1912, como símbolo da amizade entre os dois países.

E, desde 1935, é realizado o National Cherry Blossom Festival, que todos os anos atrai milhares de turistas à cidade. Além da beleza da florada das cerejeiras, durante o Cherry Blossom, você encontra uma programação especial, baseada na cultura japonesa, como forma de agradecer pelo presente.

Atrações do festival

São cerca de duas semanas com atrações musicais e oficinas de arte gratuitas, competições (como o concurso nacional de pipas), feira de comidas e produtos japoneses, além da tradicional Cherry Blossom Parade (típica parada americana).

Além disso, apesar de estar ainda um pouco frio durante o Cherry Blossom, as pessoas fazem piquenique à beira do Tidal Bassin, curtem os pedalinhos do lago, passeiam de bicicleta entre as árvores. É mesmo uma festa. Num final de semana de tempo bom, você pode encontrar as áreas com cerejeiras todas lotadas.

Disseram-me que a cidade ficava um caos nos principais dias de festival, mas não vi isso. Imagino que o clima tenha deixado muitas pessoas, que já são “acostumadas” com as cerejeiras, em casa. Eu, que nunca tinha visto nada parecido, passei uma semana toda indo ao lago ver as flores.

Um outro detalhe curioso é o cuidado com essas árvores. O governo, inclusive, monitora a florada, dando previsões do pico do desabrochar das flores. Realmente, elas merecem toda atenção, pois são responsáveis por um espetáculo indescritível. Todas as fotos que eu possa postar aqui não conseguirão mostrar a real beleza do conjunto dessas árvores carregadas de delicadas flores.

Mais algumas fotos:


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Do inverno para a primavera

Publicado em 20/04/2011 - 2:36 por | Comentar

Sempre tive curiosidade e muita vontade de vivenciar cada estação do ano bem marcada, característica, como é aqui. Cheguei na terra do Tio Sam  na segunda metade do inverno e ainda peguei bastante frio. Apesar de me falarem que o pior havia passado, eu achei muitíssimo frio. Cheguei a pegar -4C, não é fácil, principalmente se você sempre viveu no calor do Ceará.

Houve dias em que eu não tive condições de sair de casa. Acostumada  a andar sempre de roupas leve em Fortaleza, só com o fato de colocar quilos de roupas (calca, meia-calça, blusa, blusa e outra blusa, casaco, luva, protetor de orelha), eu já desanimava. No entanto, mesmo com esses contratempos, deu para sair bastante e ver a paisagem do inverno. Que achei bem triste, árvores sem folhas, tudo cinza, até as pessoas.

O que é lindo no inverno é a neve. Estava aqui na última vez que nevou nesse ano em D.C., no final de fevereiro. E aí sim, fica tudo lindo. Como não nevou tanto, então não teve caos, nada parou, como já aconteceu outras vezes. Apenas a beleza da brancura de tudo.

Abaixo, fotos da rua onde moro no inverno, com neve, e no começo da primavera.

Beleza

Agora, já estamos na primavera. Essa estação se iniciou oficialmente no último dia 21 de março, mas começou a mostrar  sua cara há apenas uns 10 dias. E eu já posso dizer que é coisa mais linda.Tudo começa a viver de novo. Em todo lugar vemos flores desabrochando, as pessoas falam mais, mais crianças andam pelas ruas.

Olhando do quintal da casa onde moro, que é rodeada de muito verde, tem passarinhos voando, esquilos correndo, parece até um filme da Disney, como costumo brincar.

Em D.C., além das flores e das árvores nos parques, os canteiros das ruas ganham flores, os estabelecimentos privados também colocam flores nas suas entradas. A cidade ganha um clima de beleza e alegria. O clima é ameno, um frio gostoso, um calor bem de leve nos dias de sol, mas bastante chuva sempre. É o que pude ver até agora.

Aguardem, pois vou mantê-los informados sobre essa primavera linda que estou vivendo na capital americana.

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Conhecendo Washington, D.C.

Publicado em 17/04/2011 - 0:45 por | 1 Comentário

Categorias: Cotidiano, Curiosidades, Por ai

A Casa Branca, atual residência de Barack Obama, está entre um dos pontos turísticos mais visitados da capital americana

No meu primeiro passeio pela capital americana, a primeira coisa que vi, no meio da tarde de uma segunda-feira, foi uma limousine imensa e luxuosa, como eu só tinha visto no cinema até então. E lembro demais o que pensei. Onde eu vim parar?

De fato, Washington, District of Columbia (D.C), causa esse primeiro impacto. Pelos grandes prédios, onde estão os principais braços da máquina administrativa, legislativa e judiciária americana, e por conta das inúmeras sedes de organizações mundiais presentes na cidade, como Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional.

O que faz você encontrar muitos homens e mulheres elegantes pelas ruas da cidade, nos intervalos do trabalho. No inverno, quando cheguei, apelidei DC, para mim mesma, como a cidade das pessoas de sobretudo preto.

Vivendo melhor a rotina do lugar, ou mesmo afastando-se um pouco da DC Downtown, onde se concentram os prédios cheios de chiques funcionários, você vê que Washington não é apenas esse “glamour”.

Pelo contrário, pode ser deliciosamente simples, tranquila e até doce, a não ser pelos gritos inconvenientes das sirenes que, volta e meia, tocam em algum ponto da cidade, imagino eu fazendo a segurança de alguém “importante”.

Pontos turísticos

Na minha opinião, Washington é muito mais do que o delusmbre do Capitólio e da Casa Branca. Pelo que pude perceber até agora, é uma cidade extremamente cosmopolita e rica culturamente. Gente do mundo todo, em todos os lugares. E não apenas turistas, pessoas que trabalham e vivem aqui, como eu.

Turistas temos sempre também, concentrados principalmente nos pontos turísticos que citei acima, os mais concorridos, e nos inúmeros outros, como os museus (90% gratuitos), os memoriais dos ex-presidentes, ou o Monumento à Washington. Este último é o obelisco mais alto do mundo, que à noite pisca dois assustadores olhos vermelhos para você, mas, por outro lado, é lindamente refletido numa imensa piscina retangular no Constitution Gardens.

O imponente US Capitol, Capitólio em português, centro do poder legislativo do governo americano

Obelisco visto desde o US Capitol. O espaço que separa os dois pontos é o National Mall, que concentra muitos dos museus da cidade e conta com belos jardins

Cidade de contrastes

O contraste é outra coisa marcante da cidade. Se por um lado existe muita gente elegante nas ruas, tem muitos moradores de rua também, como eu nunca imaginava encontrar nos Estados Unidos. Outra coisa, Washington tem monumentos e prédios importantes, mas abriga mais de 150 parques, lindos e tranquilos, onde você consegue respirar ar puro, ou pelo menos acha que está respirando.

Mais contrastes? Engarrafamentos, metrôs lotados, e muita gente no horário de rush durante a semana. Aos finais de semana, se não houver nenhum evento especial, pode ser pacata como uma cidade do interior, a qualquer hora do dia.

Geografia

Cuidado para não confundir Washington, D.C, com o estado de Washington, que fica na outra costa do país (clique para ampliar)

A cidade é tranquila aos finais de semana, pois a grande maioria da população vive na Região Metropolitana, ou D.C. Area, como chamam aqui. Isso acontece comigo. Moro em Silver Spring, cidade de Maryland, estado que faz divisa ao sul com D.C.

Para ficar mais fácil de entender, Washington(D.C.) é o Distrito Federal dos EUA, ao seu redor estão os estados de Maryland, Virgínia e o Rio Potomac. Washington foi construída na fronteira entre esses dois estados, inclusive, em terras cedidas por eles.

Por isso, estando em Washington, você pode, em pouquíssimos minutos, chegar em Maryland ou na Virgínia, de carro, ônibus ou metrô. E é por isso que a maioria das pessoas que “vivem” na capital americana, moram em cidades desses dois estados.

Para se ter uma ideia, em DC moram mais ou menos 600 mil pessoas (números de 2009), as outras quase cinco milhões que movimentam a cidade, vivem nessas cidades próximas. Morar fora de DC é mais barato, a distância é bem pequena e o acesso é facilitado, principalmente pelo metrô.

De onde moro, em 5 minutos estou no território de D.C., e, em 15, no centro da capital americana. Considero que é apenas como viver num bairro mais afastado, pois quase tudo, trabalho, estudos, diversão, para nós, acontece lá.

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O começo da Mara

Publicado em 07/04/2011 - 3:52 por | 1 Comentário

Categorias: Cotidiano

Respirar. É tudo que você precisa fazer quando roda a roda viva e você sente que tudo vai mudar.

Morar fora do Brasil sempre foi um sonho. Mas, nunca eu quis ou imaginei que esse sonho fosse se realizar logo nos Estados Unidos. País que eu julgava não ter muito a oferecer. Ledo engano.

Aqui estou há apenas dois meses e digo que mal pude absorver tantas coisas já que vivi. E mal posso imaginar tudo que está por vir.

Bem, mas a pergunta é como vim parar aqui.

Seguinte, o Jivago, meu então namorado, que é analista de sistemas, foi selecionado para uma vaga de trabalho em Washington, DC, capital americana, e se mudou para cá em outubro de 2010.

Essa sou eu no meu primeiro café da manhã em terras americanas. Reparem só no tamanho da garrafa de suco de laranja... coisas que só se vê por aqui.

Apesar dele, lindamente, ter me pedido em casamento logo que soube da mudança, meus planos eram ficar no Brasil até abril, quando saberíamos se o contrato dele seria renovado. Caso a estadia aqui se alongasse mais seis meses, casaríamos e eu viria ficar aqui com ele.

Mas, mas, mas… como são as coisas da vida, e principalmente da minha vida, um visto de turista negado e uma saudade de enlouquecer o coração desse pobre casal apaixonado adiantaram os planos.

Como aconteceu a mudança

Em janeiro de 2011, ele foi ao Brasil, casamos (a história desse casamento relâmpago é um caso à parte), fomos ao Rio resolver a burocracia americana, ele voltou aos EUA em seguida, eu fiquei. E, no dia 11 de fevereiro, cheguei aqui para uma vida completamente nova: de senhora casada e, pela primeira vez, moradora de um país que não era o meu.

Imaginem! Os maiores desafios e melhores sonhos da minha vida acontecendo ao mesmo tempo. Como eu não poderia imaginar nos meus mais loucos devaneios.

Quer dizer, poderia sim. Pois buscamos muito isso e pensamos em “quase” todos os passos para viver essa aventura.

Rotina americana

Na minha vida aqui, eu estudo inglês, faço experimentos na cozinha, na qual sou marinheira de primeiríssima viagem, e ando por aí conhecendo minha nova cidade. Essa última é minha especialidade.

Diferente da Karol, tudo para mim ainda é uma grande novidade. Desde ir ao supermercado (eu não ia nem no Brasil, comecei a fazer isso nos EUA) até observar a beleza do nascimento de  uma autêntica primavera.

Enfim, esse é o meu, o nosso, 2011. Tudo novo, novíssimo. Novos amigos, “idiomas”, lugares, hábitos… E, eu repito, o real “American way of life” surpreende qualquer um.

Convite

Escrevendo por aqui, tentarei mostrar a vida nos Estados Unidos, com suas curiosidades, facilidades, dificuldades, saudades…  e, claro, dar dicas para quem pretende conhecer a bela e deliciosa capital americana.

Espero que gostem e embarquem nessa “highway” conosco.

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