O caçador de ondas foi destaque na página Esportes Radicais do último domingo

Mardônio Filho-Foto-Everton Luiz (1)
Navegar é preciso, viver não é preciso. A famosa frase imortalizada pelo poeta português Fernando Pessoa é tão antiga quanto o próprio desejo do homem de expandir seus limites e desbravar o desconhecido.
Notoriamente, uma das tribos que mais encarnam essa máxima como estilo de vida é a dos surfistas. Para esses fissurados, onde quer que as ondas estejam é pra lá que eles vão.
Na história do surf cearense nomes como Kadinho, Picolé, dentre outros, se notabilizaram por serem exploradores natos que há mais de três décadas desbravam os principais picos de surf do planeta. Entre seus destinos preferidos estão alguns dos mais desejados paraísos do planeta: Havaí, Taiti, México, Peru, Fiji, etc, etc, etc. Entretanto, o movimento que foi criado pelos pioneiros caçadores de ondas floresceu em alguns discípulos como o surfista Mardônio Filho, que nesse exato momento está do outro lado do planeta, mais precisamente na ilha de Bali, no arquipélago das 17 mil ilhas, conhecido como Indonésia.
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