Autor: Daniel Praciano


09:40 · 20.02.2019 / atualizado às 12:27 · 20.02.2019 por

A Xiaomi lançou o Mi 9 com na China. O aparelho terá câmera tripla de 48MP, Qualcomm Snapdragon 855 como processador, 6GB/8GB/12GB de memória RAM e armazenamento interno de 128GB e bateria de 3.300 mAh. Com preço, em reais, partindo de R$ 1.647.27 e até R$ 2.196,54 em uma conversão simplista, sem incluir impostos, por exemplo.

Ele também tem tela de 6,39 polegadas Amoled Full HD+ com Gorilla Glass 6 com sensor de impressão digital no display.

O botão para acionar o assistente de voz também pode ser usado como atalho para outros recursos do sistema MIUI 10 (baseado no Android 9 Pie).

O aparelho ainda conta com GPU Adreno 640 e os sensores das câmeras são Sony IMX 586 de 48MP com foco 1.75 no principal, 16MP com lente ultra-angular de f/2.2 na secundária e a terciária virá com 12MP e lente teleobjetiva de f/2.2. A câmera frontal terá 20MP.

O carregamento rápido de 1h05, segundo a Xiaomi, poderá ser feito com fio com 27W ou sem fio (com 20W).

O aparelho virá nas cores preto, azul e roxo e, em uma conversão simplista, os preços do aparelho em reais seriam:

– Mi 9 com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno: R$ 1.647.27
– Mi 9 de 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno: R$ 1.812,05
– Mi 9 edição transparente (apenas comercializado na China) com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno: R$ 2.196,54

Claro que esse preço é apenas para sabermos quanto seria em reais, pois a esse preço ainda seria incluído o valor do imposto de importação e, se vendido pela DL no Brasil os custos e lucros inerentes da venda deste aparelho no País. Também reforço que os valores se referiam a conversão do Yuan chinês para o Real brasileiro no fechamento da edição desta postagem.

08:44 · 19.02.2019 / atualizado às 08:57 · 19.02.2019 por

Proteste, associação que atua há mais de 16 anos em prol dos direitos do consumidor, está denunciando a Apple por obsolescência programada de uma série de modelos de iPhone.

Segundo o grupo, eles já recolheram no Brasil e verificaram também junto com outras associações de consumidores, inclusive de outros países da América Latina e Europa, que o problema existe mesmo.

Os modelos identificados pela Proteste foram os seguintes:

– iPhone 5C;
– iPhone 6;
– iPhone 6 Plus;
– iPhone 6S;
– iPhone 6S Plus;
– iPhone 7;
– iPhone 7 Plus;
– iPhone SE.

De acordo com a Proteste, os modelos de iPhone citados pioraram o desempenho deles depois de atualização do sistema operacional, enviado pela Apple. “Segundo relatos de consumidores brasileiros, latino-americanos e europeus, alguns updates deixaram o processador do dispositivo mais lento, diminuindo o seu desempenho, incentivando-os a adquirir um novo celular. Tudo isso, claro, sem avisar você. Essa lentidão imposta pode ser um sinal de obsolescência programada”, afirma a Proteste no site dela.

No Chile, mais de 130 mil consumidores se uniram para processar a Apple. Segundo a Proteste, uma associação de consumidores italiana também já entrou e ganhou a disputa, não só com a Apple, mas também contra a Samsung. Ganharam mais de 15 milhões de euros na ação.

A Proteste sugere que o consumidor participe da ação conjunta contra a Apple neste link. A associação está pedindo:

– Devolver o valor correspondente à depreciação do aparelho; ou
– dar uma bateria nova (que corresponde a R$ 329,00); ou
– comprar, pelo preço de mercado, o aparelho lento de volta do consumidor.

14:37 · 18.02.2019 / atualizado às 12:27 · 20.02.2019 por

Depois da notícia de que o Pocophone F1 estava sendo homologado pela Anatel pela DL, procuramos o contato com a empresa. A DL é uma companhia sediada em Santa Rita de Sapucaí, Minas Gerais, criada em 2004, que trabalha fabricando produtos eletroeletrônicos. Entrevistamos o gerente de produtos da DL, Luciano Neto, que garantiu que a empresa fechou a parceria com a Xiaomi e será o canal dos chineses no País. Além do Pocophone F1, mais outros celulares virão ainda este ano (quem sabe relógios e pulseiras inteligentes também algum dia). O próximo aparelho que chegará, ainda este ano ao Brasil, fruto da parceria, é o Xiaomi Red Mi Note 6 Pro. Este último ainda está em homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Luciano não quis adiantar que outros ainda virão.

>>Conheça mais detalhes dos smartphones da chinesa Xiaomi que chegam oficialmente ao Brasil

>> Empresa chinesa lança celular com câmera tripla de 48MP que pode chegar ao Brasil

Para tentar manter o preço atraente, a DL está trabalhando com apenas um varejista e reduzindo ao mínimo a marge de lucro. Além disso, oferecerá suporte gratuito com atendimento de 0800 (até via celular) com auxílio em todo o Brasil. Por enquanto não terá lojas de assistência técnica local, mas o cliente receberá um código para enviar o celular que retornará para o cliente em até 30 dias após o envio para a assistência técnica, garante Luciano Neto.

Luciano Neto falou com o blog sobre a chegada da Xiaomi

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Na Rede – A DL e a Xiaomi fecharam parceria?

Luciano Neto – Sim, a DL fechou parceria com a Xiaomi. E vamos trazer alguns modelos de smartphones. Pocophone F1 será o primeiro no Brasil. Estamos trazendo aparelhos com configurações acima de 64GB, 128GB e trabalhamos no modelo internacional da Xiaomi. Trabalhamos com a margem mínima. E o preço será o varejista que irá compor e isso será de acordo com cada local. Cada um vai avaliar os custos da operação para compor o preço. Por isso, o valor final do smartphone ainda não está concluído. Trabalhamos com a margem mínima. A Xiaomi trabalha com um teto maximo no mundo de 5%. A primeira parceira no varejo é a Máquina de Vendas (grupo que tem a Ricardo Eletro como principal que tem empresas como Insinuante, Ricardo Eletro, City Lar, Eletro Shopping e Salfer no grupo). Futuramente deve atingir outros grandes varejos.

NR – Que smartphones da Xiaomi que virão para o Brasil nesta parceria?

LN – Vamos trazer outros modelos e não pode divulgar no momento. Não tem autorização para informar novos modelos. Não podemos divulgar se os que estão na Anatel podem ser o que traremos em seguida.

Pocophone F1 é o primeiro da parceria a chegar no mercado nacional

NR – Que tipo de parceria haverá entre as duas empresas?

LN – A Xiaomi está crescendo mundialmente. O Brasil não tinha um canal oficial de fornecimento deste produto. E essa parceria juntou o desejo da Xiaomi de retornar oficialmente ao País com o da DL de fornecer um produto de excelente qualidade, mas da forma correta. Seguimos todas as normas de homologação exigida pela Anatel. Inclusive com garantia 100% nacional.

Red MI Note 6 Pro deve ser o próximo lançamento da parceria, ainda este ano

NR – A empresa irá montar os smartphones chineses em solo nacional? Isso ajudará a reduzir os preços para deixá-los ainda atraentes?

LN – Vem produzido da Xiaomi. Vai ser importado o produto e será adequado ao mercado brasileiro com software exclusivo para o Brasil. Em conjunto com a Xaomi estamos trabalhando a liberação com reconhecimento facial para funcionar aqui. Todos os carregadores seguem o padrão do INMETRO e Anatel para funcionar aqui.

NR – Muitos brasileiros se arriscam na importação dos smartphones chineses pelas configurações robustas e preços mais atraentes que os do mercado nacional. Isso vai ser mantido com esta parceria?

LN – Tanto a DL quanto a rede de varejo vai aplicar os impostos e não há como manter os preços dos sites chineses, mas o que procuramos fazer é uma parceria com o varejista concentrando a distribuição para reduzir o custo para conseguir um preço justo. Além disso, prometemos garantia 1 ano para o público brasileiro em todo o território nacional. Suporte com 0800 para fazer a ligação, inclusive ligação de celular. Teremos um SAC com pessoas capacitadas e eles vão tirar dúvida de uso e, se de fato, houver o problema, o call center envia o código de postagem para o consumidor que enviará sem custo algum. E o consumidor terá o produto de volta em menos de 30 dias. Inicialmente iremos trabalhar de segunda a sexta no horário comercial e no sábado até 14h.

10:12 · 18.02.2019 / atualizado às 10:33 · 18.02.2019 por

Mais dois smartphones e um smartwatch da marca chinesa Xiaomi estão em processo de homologação na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os smartphones são o Xiaomi MI 6X e o Redmi Note 6 Pro, além do relógio inteligente Huami Amazfit, segundo revelou o blog Novos Pinguins em sua ronda semanal no site de homologação da Anatel.

Relógio inteligente da Xiaomi pode chegar ao Brasil e homologado pela Anatel

Ao contrário do Pocophone F1, ainda não é possível verificar se os mesmos estão sendo homologados para a DL. Buscamos o contato com a empresa brasileira que prometeu para esta segunda-feira, 18, uma entrevista para contar os detalhes da operação.

O Xiaomi MI 6X é outro que pode estar chegando

É uma ótima notícia saber que empresas brasileiras estão se movimentando para trazer estes aparelhos chineses para o Brasil. Os celulares e relógios inteligentes têm ótima fama, com configuração robusta. O que faltava era suporte. Talvez, com empresas brasileiras no circuito, isso pare de ser uma preocupação.

08:59 · 15.02.2019 / atualizado às 12:05 · 15.02.2019 por

Desde março do ano passado, a Comissão Federal do Comércio (FTC, em inglês), agência do governo dos EUA responsável por proteger a privacidade dos consumidores e a livre concorrência por lá, está investigando o Facebook que teria deixado brechas para que a consultoria política Cambridge Analytica vazasse dados de 87 milhões de usuários da rede social.

Segundo o jornal norte-americano The Washington Post, para evitar que esta investigação seguisse a diante, o Facebook estaria negociando com o governo dos EUA um pagamento de multa que pode ser superior ao valor de US$ 22,5 milhões. Esta quantia foi paga pelo Google em outro processo conduzido pelo FTC em 2012.

Especialistas escutados pelo jornal garantem que essa medida, além de outras penalidades, poderiam sinalizar que o FTC está pronto para exercer força sobre as empresas do Vale do Silício e defender os cidadãos contra os abusos de privacidade em que estas companhias podem estar envolvidas.

Defensores dos consumidores nos EUA querem até mais. Segundo o The Washington Post, alguns pedem penalidades severas e multas ainda mais pesadas, na casa de US$ 2 bilhões. E querem além: limitar como e quando o Facebook coleta dados sobre seus usuários.

O jornal americano tentou falar tanto com FTC quanto com o Facebook e não recebeu nenhum comentário de volta.

Nós tentamos também falar com a assessoria de imprensa brasileira da rede social que informou que “não temos nenhum comentário sobre esse assunto por enquanto”.

A verdade é que o Facebook sabe demais da grande maioria de nós. E, infelizmente, temos uma grande culpa nisso. A melhor forma de evitar todo este problema é sair da rede social, visto que ela não parece nada interessada em mudar, pra valer, o jeito que atua. Sair de uma vez ou aos poucos (como tenho feito) deve ser a única forma de fugir do controle deles. O problema é: eles já alcançaram outras rede social (Instagram) e o polêmico e útil comunicador Instantâneo WhatsApp (isso sem falar no Messenger). Complicado, não?

09:24 · 14.02.2019 / atualizado às 10:52 · 14.02.2019 por

Finalmente a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou a homologação do smartphone chinês Pocophone F1. O produto lançado pela Xiaomi em agosto do ano passado agora está livre para comercialização. Não sabemos ainda se a Anatel liberou a importação por pessoa física. Afinal, a autorização deste específico produto aconteceu devido a pedido da empresa brasileira DL. Há até a possibilidade do produto ter tido a solicitação apenas para consumo interno da empresa.

Entramos em contato com a Anatel que nos respondeu dizendo que o certificado de homologação dá direito apenas a DL comercializar o produto no Brasil. “Somente os produtos importados pela DL e que passaram pelo sistema brasileiro de avaliação da conformidade é que podem ser utilizados em território nacional. Quaisquer outra importação se afigura ilegal se feita sem expresso consentimento da DL ou do fabricante estrangeiro. Nesse último caso, deve haver nova homologação”, informa a agência.

Veja abaixo íntegra da nota:

O certificado de homologação defere ao solicitante (DL COMERCIO E INDUSTRIA DE PRODUTOS ELETRONICOS LTDA) o direito de comercializar o produto em território nacional.

Somente os produtos importados pela DL e que passaram pelo sistema brasileiro de avaliação da conformidade é que podem ser utilizados em território nacional.

Quaisquer outra importação se afigura ilegal se feita sem expresso consentimento da DL ou do fabricante estrangeiro. Nesse último caso, deve haver nova homologação.

Buscamos também a própria DL, mas o telefone está ocupado direto e o e-mail enviado não teve retorno.

O que podemos verificar no documento da autorização é que o aparelho ainda deverá ter bateria e carregador aprovados pela Anatel antes da comercialização e o mesmo é dual sim e tem funcionamento em muitas bandas de 4G brasileira menos a mais atual, a de 700 MHz, problema idêntico aos novos iPhones Xs, Xs Max e Xr vendidos nos EUA.

A homologação está com o número 00003-19-09185 e pode ser consultada aqui.

Configuração

O Pocophone F1 tem tela de 6,18 polegadas (2246 x 1080 FHD+), CPU Qualcomm Snapdragon 845 de 2,8GHz, GPU Adreno 630 de 710 MHz, Sistema operacional MiUi 9,6 (baseado no Android 8.1), tem um modelo com 8GB + 256GB e outro com 6GB + 64GB, câmera 12MP + 5MP e 20MP na câmera frontal. A bateria dele é de 4.000 nmAh ou 3.900 mAh com suporte a quick charge 3.0. Tem as seguintes opções de cores: preto, azul e vermelho.

16:59 · 13.02.2019 / atualizado às 17:01 · 13.02.2019 por

Usuários famosos ou sub-celebridades estão em desespero. Desde a madrugada desta quarta-feira, 13, estão perdendo seguidores aos montes, milhões até, no Instagram. Segundo a rede social, eles estão sabendo de um possível problema (bug) no serviço e estão tratando do mesmo.

Segundo o serviço, o problema seria localizado. Porém, verificando as reclamações parece ser algo mais mundial. Afinal, Ariana Grande, Neymar, Anitta e Bruna Marquezine não estão todos no Brasil, certo?

A outra possibilidade, já rebatida pela nota do Instagram, seria que a rede social resolver fazer uma varredura e apagar contas inativas, falsas ou até mesmo aqueles robôs que prometem aumentar o número de seguidores.

Veja a nota oficial do Instagram:

Estamos cientes de um problema que está causando alteração no número de seguidores nas contas de algumas pessoas. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível.

09:48 · 11.02.2019 / atualizado às 09:52 · 11.02.2019 por

Uma boa ideia nestes tempos em que gigantes como a Claro estão de olho em um plano de limitar a banda larga fixa do brasileiro é focar em médios e pequenos provedores. Sim, aqueles que nos primórdios da internet eram nosso único caminho para buscar navegar e ter um plano mensal de internet lá nos tempos de internet discada e aquela via rádio. Mas será que elas prestam mesmo?

Pode confiar: há muitos desses provedores médios e pequenos que têm qualidade ou mesmo se esforçam para suprir suas necessidades. Muitos não exigem pacotes com telefonia e planos de TV paga para que você feche um plano. É internet e pronto. Limitação de planos? Também não vão ter em vários casos.

Eu uso um desses serviços há anos e estou bem satisfeito. O preço subiu um pouco nos últimos 12 meses, mas a qualidade veio junto. E tenho outras 3 ou 4 opções no mesmo bairro de pequenos provedores. Todos apostando em fibra ótica para nos entregar o melhor serviço. Não tenho limitação e a empresa já tinha avisado que não iria limitar. Isso já no auge da polêmica em 2016.

Você precisa pesquisar. Você precisa se libertar das gigantes. Elas têm serviço nada personalizáveis e também não têm, invariavelmente, serviço de suporte mais fácil e rápido.

Eu fico pensando que se você der uma chance a essas médias e pequenas poderá se surpreender positivamente. Não sei como é o quadro fora do Ceará. Mas aqui temos o Cinturão Digital, uma ótima criação do Governo do Estado com atuação principal da Empresa de Tecnologia da Informação do Estado do Ceará (Etice). E ele nos ajudou bastante a interligar, em alta velocidade, cidades e bairros (de Fortaleza mesmo) ainda ignorados pelas gigantes.

É perfeito? Não, mas é muito, muito bom. Por exemplo: ele vai até a entrada da cidade no Interior. E a empresa interessada faz a ligação da chamada “última milha”. A partir daí, a cidade passa a ter um serviço de banda larga fixa com fibra ótica. Qualidade e velocidade. O Governo do Ceará investiu na estrutura principal e a empresa privada vai fazer a ligação final.

E, mesmo aqui, na Capital cearense, muitos bairros eram completamente ou parcialmente esquecidos pelas gigantes. Sim, temos casos de ruas em que só metade ou 75% do logradouro é atendido e o resto não. Aí as pequenas, através de iniciativas como o Cinturão Digital, conseguiram, de forma menos cara, levar internet de qualidade para estes trechos descartados pelas gigantes. Ótimo, não?

Segundo levantamento que o jornalista Samuel Quintela fez para o Diário do Nordeste, empresas como Brisanet, Wirelink e Mob Telecom estão investindo pesado no Estado graças ao reforço que ganharam com o Cinturão Digital. Isso veio após união do trio e investimento de R$ 1,5 milhão na administração do Cinturão.

Só a Mob investiu R$ 36 milhões para ampliar e reforçar o backbone (principal rede de dados) do Estado para deixar a rede mais robusta e, desta forma, ampliar os negócios e fortalecer os passos do trio não só no Estado, mas no Nordeste como um todo, baseado, sempre no Cinturão Digital.

A Wirelink investiu R$ 14 milhões para chegar a todo o Nordeste, menos Alagoas e Sergipe, principalmente, via mercado corporativo. A empresa está forte no Interior do Estado com ajuda do Cinturão, mas também com atuação mediante a uma rede própria vasta e forte.

A Brisanet, mostra levantamento de Quintela, investiu R$ 7 milhões para expandir sua atuação, via Cinturão Digital, para o Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. A empresa atua forte tanto no residencial como também atuando junto a outros provedores.

Essas 3 são amostras do que temos no Estado e no Nordeste de movimento de médios e pequenos provedores. Elas mostram o que uma parceria robusta entre governos estaduais e empresas privadas com visão pode fazer pelo consumidor. A esperança é que isso seja ampliado pelo resto do País para que possamos ficar independentes das gigantes e de suas amarras e interesses. Precisamos ter alternativas. De preferência vamos logo testar estas novatas, médias e pequenas que almejam se tornarem grandes empresas do setor. É uma boa saída para o momento atual, não acham?

08:04 · 08.02.2019 / atualizado às 08:38 · 08.02.2019 por

É comum, após uma visita a algum dos parques da Flórida, voltarmos maravilhados com a magia do local e, principalmente das atrações como montanhas-russas e simuladores. Porém, por trás desta magia está muita tecnologia. Aqui vamos tentar mostrar um pouquinho, sim, apenas isso, pois as empresas tentam guardar bastante os segredos para não estragar a surpresa dos visitantes.

Infelizmente, os grupos Walt Disney World Resort e Universal não quiseram participar. A Disney respondeu que não podia acabar com a magia para os visitantes. A Universal informou que não tinha porta-vozes naquele momento – mas sabemos que não queria entregar sua tecnologia também. A Legoland não nos respondeu. Então, teremos os grupos SeaWorld (com SeaWorld, Aquática e Bush Gardens Tampa Bay) e o Kennedy Space Center Visitor Complex– o parque da Nasa. Vamos saber um pouco mais da tecnologia destes dois grupos? Vamos lá!

SeaWorld

O show com golfinhos não tem tecnologia, mas é uma das atrações principais do SeaWorld. Foto: Divulgação

De acordo com o diretor de Atrações e Engenharia do SeaWorld Parks & Entertainment, Jonathan Smith, os parques SeaWorld e Busch Gardens estão constantemente empenhados em criar suas próprias experiências para os visitantes, que sejam não apenas novas mas inéditas. Esse é o caso por exemplo da Infinity Falls, no SeaWorld Orlando, que apresenta a queda mais alta do mundo neste tipo de atração de corredeiras e um sistema de elevação vertical que é a primeira na América do Norte. O Aquatica Orlando inaugurou recentemente a Ray Rush, o primeiro toboágua que combina três elementos de deslizamento integrados em uma grande atração aquática! Para o próximo ano, o Busch Gardens Tampa Bay abrirá a Tigris, a montanha-russa de lançamento mais alta da Flórida.

Montanha-Russa Kumba, no Bush Gardens. Foto: Divulgação

“Esses são alguns exemplos de como pensamos em atrações novas, inovadoras e emocionantes. Nossa equipe interna de engenharia desenvolve conceitos iniciais para garantir que a atração tenha sinergia com o propósito da companhia e a missão de inspiração e entretenimento educativo. Em seguida, nos associamos a empresas de engenharia que possuem a capacidade de desenvolver e fabricar esses conceitos exclusivos e ajudar a dar vida à nossa criação”, disse o diretor.

Ray Rush no Aquática. Essa parte da atração lembra bem uma outra do Beach Park, não? Foto: Divulgação

Quando questionado sobre o custo em novas tecnologias que os parques investem anualmente, Smith afirmou que o SeaWorld Parks & Entertainment investe um tempo significativo pesquisando tecnologias que podem dar vida às atrações. “É um ato de equilíbrio manter-se fundamentado na tecnologia atual e, ao mesmo tempo, olhar sempre adiante em ideias e tecnologias futuras”, afirmou. Segundo a assessoria de imprensa, a empresa não divulga número de investimentos.

Kraken não tem mais a tecnologia VR. Foto: Divulgação

Questionamos que, em meados de agosto, o grupo voltou atrás e retirou a tecnologia 3D de Kraken Unleashed. Segundo Smith, o SeaWorld tomou a decisão de remover o elemento VR do Kraken com base na experiência operacional e no feedback dos hóspedes. “Acreditamos que a maioria dos hóspedes ainda ama a experiência tradicional da montanha-russa Kraken. Estamos sempre avaliando novas oportunidades de atração para o SeaWorld, mas não temos planos imediatos para trazer o VR de volta ao parque”.

A Tigris será lançada este ano e será a montanha-russa de lançamento mais alta da Flórida. Foto: Divulgação

Apesar de toda a tecnologia envolta em várias atrações, o diretor do grupo SeaWorld deixa claro que a maior missão deles é conectar as pessoas ao mundo natural e assim inspirá-las a fazerem a diferença no planeta. “Seja por meio de novas tecnologias e atrações radicais, seja por contato próximo aos animais, espetáculos emocionantes, apresentações educativas e eventos inspiradores”, encerra.

Cobras Curse, no Busch Gardens. Foto: Divulgação

O grupo SeaWorld tem parques em Orlando (SeaWorld e Aquática) e em Tampa (Busch Gardens), cidade próxima de Orlando (a 1h25). O Aquática seria, em termos de comparação, similar ao nosso Beach Park.

Kennedy Space Center

Família observa um ponto de lançamento de foguetes no Kennedy Space Center. Foto: Divulgação

O outro parque que nos respondeu foi o Kennedy Space Center Visitor Complex, o parque da Nasa. Localizado há 1 hora de Orlando, ele é muito mais que um centro de diversões. O local é um museu a céu aberto com vários foguetes (réplicas dos originais) e até partes ou um ônibus espacial original. Há simuladores, claro, mas quão emocionante é visitar os locais de lançamentos de foguetes ou ver os prédios onde eles são feitos, as gigantes plataformas móveis… Sem dúvida é um local imperdível se você gosta de Ciências.

O disputado Shuttle Launch Experience é um simulador que promete fortes emoções. Foto: Divulgação

Mas e que tecnologias foram desenvolvidas exclusivamente pela NASA para as atrações do Kennedy e quais foram desenvolvidas em parcerias com outras empresas? Segundo a assessoria de imprensa brasileira da atração, além dos próprios foguetes em exibição, diversos elementos do ATX Center, como o laboratório de botânica da Mars Base 1, foram criados pela NASA. Os avanços científicos da agência também serviram de base para o jogo Cosmic Quest.

O VAB é o prédio onde os foguetes são feitos. Ele pode ser visto durante o passeio pelo complexo. Foto: Divulgação

Mas muitas outras atrações contam com tecnologias elaboradas em parcerias. Alguns exemplos são a Science On a Sphere, desenvolvida pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a tecnologia de piezoeletricidade, criada pelo Georgia Tech Research Institute, e as tecnologias de comunicação visual, que foram feitas em parceria com a empresa RMG Networks. Também tem a empresa Lockheed Martin, responsável pelo habitat espacial interativo dentro do ATX. Como se vê, há várias atrações de simulação, mas outras de estudo que são bem interessantes.

Uma atração bem interessante no quesito simulador de voo espacial é o Shuttle Launch Experience. Ele foi projetado sob a orientação de astronautas veteranos da NASA que consideram a experiencia é simulação de lançamento mais realista já criada. E aí? Vai encarar em próxima visita? A assessoria reforça que o Mars Base 1 é uma atração imperdível do local. “Ele utiliza uma tecnologia real da NASA para permitir aos visitantes que simulem como será o plantio de vegetais em Marte”. Uma boa atração para quem quer saber um pouco mais das condições do planeta vermelho.

G Force, o simulador de Força G é para os fortes. Foto: Divulgação

Porém, segundo a representante brasileira do Kennedy Space Center, o local é mais do que uma coleção de simuladores ou um museu científico. “O Kennedy Space Center Visitor Complex é uma experiência interativa com o objetivo de entusiasmar toda a família. O complexo não é um parque de diversão ou de fantasias, ele é um parque que apresenta a realidade, proporciona conhecimento aos visitantes sobre o futuro da navegação espacial e da humanidade”, afirma.

Gostou? Agora você sabe um pouco mais do que está por trás de toda a magia de alguns dos parques da Flórida. Lembre-se disso em sua próxima visita e aproveite!

07:33 · 07.02.2019 / atualizado às 09:52 · 11.02.2019 por

A Claro S.A. (que detém Claro, Embratel e Net) pressionou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em reunião acontecida no último dia 21 de janeiro sobre a limitação da banda larga fixa nacional. Para a empresa, é urgente que saia uma decisão até 2020 sobre o tema, pois está gerando prejuízo para Claro e demais coirmãs a não limitação.

>>> Provedores locais podem ser a solução para combater ideias de gigantes de limitar sua internet banda larga fixa 

Já mostramos em reportagens passadas que essa conversa não cola. Felizmente, o Marco Civil, aprovado lá na época ainda da presidente Dilma Rousseff, deixou claro que também não podem fazer diferenciação entre os planos, ou seja, não pode haver um plano para quem joga, outro para quem assiste Netflix, outro para quem passa o dia no YouTube e um só para quem envia e recebe e-mails, por exemplo. É a chamada neutralidade da rede, comemorada por muitos especialistas, entre eles Tim Berners Lee, um dos pais da internet. O resto é papo furado.

Agora, a Claro pressiona a Anatel para tomar um partido pró-empresas. A Agência parece resistir. Teria um prazo entre abril e junho para tomar uma decisão ou será que vai empurrar o problema mais para frente? Seria melhor logo bater o martelo e, de preferência, ser justa e nos ajudar.

Quando falamos de planos limitados no exterior, falamos de números expressivos como 150GB ou 250GB o plano inicial. Infelizmente não era o que prometiam para nós lá atrás, vide Vivo que queria planos entre 10GB e 130GB – uma miséria.

Em outubro do ano passado, quando as empresas voltaram a carga sobre o tema, Basílio Perez, presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), chegou a falar para o UOL que os planos deveriam começar a partir de 500GB por mês, o que já é bem mais interessante. Mas não divulgaram os possíveis preços e isso é vital para a conta ficar justa.

O certo é que devemos ficar vigilantes com esse tema, pois a questão é complexa e exige muito diálogo. Não pode ser só uma pressão de empresas a mudar isso. Uma ampla negociação com a sociedade deve ser feita e a Anatel deve puxar isso. Por falar na agência, por e-mail, enviamos algumas questões que estamos esperando que eles respondam.

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