Autor: Daniel Praciano


07:18 · 11.12.2018 / atualizado às 12:08 · 11.12.2018 por

Será mesmo que funciona colocar o celular no arroz após ele cair na água? Pasta de dente ajuda a nivelar o vidro quebrado do aparelho? Tela rachada prejudica o uso do smartphone? Para esclarecer de uma vez por todas essas dúvidas, Tatiana Moura, sócia e técnica da Fix Online, apresenta os principais questionamentos dos consumidores e revela o que realmente funciona e o que não passa de mitos populares

>>>Saiba o que fazer quando o celular cair no mar ou na piscina

:: Afundar o celular no arroz depois de deixá-lo cair na água, funciona?

Quem nunca colocou o celular no arroz após deixá-lo cair na água que atire a primeira pedra! Sem julgamentos, é compreensível o desespero para que ele volte a funcionar normalmente. Afinal, apesar de ser um aparelho tão pequeno, carrega uma vida inteira com ele, não é mesmo? Mas de acordo com a técnica, empresa especializada da troca e vidro de celulares, Tatiana Moura, isso não passa de um mito popular. “O arroz irá absorver apenas a água superficial do aparelho, mas ele não consegue sugar o que entrou nas peças do celular. E é exatamente esta parte que acaba sendo danificada”, explica.

De acordo com Tatiana, quando o celular cai na água o procedimento correto a ser seguido é simples. “Desligue o aparelho e leve-o a uma assistência técnica”. A técnica afirma que qualquer atitude contrária a essa pode prejudicar o conserto.

:: Carregadores baratinhos podem danificar a bateria do celular. Será mesmo?

“Em hipótese alguma deve se comprar um carregador que não seja de boa qualidade ou sem garantia”, aconselha Tatiana. O item pode causar sérios danos ao celular, como provocar encaixes imperfeitos, inchaço da bateria e superaquecimento do conector de carga, além de colocar a vida do usuário em risco, já que ele não possui sistemas de segurança embutido, podendo causar explosões, choques e incêndios.

Outra questão que a técnica destaca é a economia a longo prazo que um carregador de boa procedência proporciona. “Um carregador de baixa qualidade tem vida curta, então por mais que se pague barato nele, em questão de dias será necessário trocá-lo de novo”, explica.

O uso do carregador de baixa qualidade também pode ocasionar na perda de eficiência da bateria do celular. “Um bom carregador entende quando a bateria do aparelho está cheia e para, automaticamente, de enviar energia pra ela. Já os outros continuam mandando energia o tempo todo em que o celular estiver conectado na tomada, o que prejudicará a vida útil da bateria”, aponta Tatiana.

:: Dormir com o celular na tomada é perigoso. Mito popular?

Nos tempos atuais, é difícil encontrar quem não dorme com o aparelho ao lado. Seja por cair no sono enquanto navega pelas redes sociais, por preocupação em não ouvir o alarme ou simplesmente pela proximidade da tomada, se tornou hábito. Mas e as histórias de aparelhos explodindo, pode acontecer mesmo? De acordo com a técnica, as chances são pequenas, mas todo cuidado é bem-vindo. “Os fabricantes de smartphones já evoluíram bastante quanto as baterias, mas ainda podem vir a superaquecer, assim como todo eletrônico”.

Não há problema algum em ter o celular por perto enquanto ele recebe as ondas de energia do carregador, mas, para evitar qualquer tipo de problema, Tatiana indica que algumas medidas sejam tomadas. “Utilize um criado-mudo ou posicione o aparelho a uma certa distância do travesseiro. Se alguma falha acontecer, como um problema com o carregador, o celular conseguirá ser ventilado e a temperatura equilibrada”.

:: Pasta de dente nivela os rachados do vidro do aparelho. Será que é verdade?

Caso o celular não possua nenhum tipo de película protetora, é real o risco de trincar a tela. A queda não é o único responsável por este tipo de dano, ações rotineiras como colocar e retirar o celular do bolso ou o contato com superfícies não lisas também podem gerar alguns arranhões. Para esses pequenos danos, a lenda urbana é que aplicar pasta de dente preenche os riscos, tornando-os imperceptíveis. “Já vi alguns vídeos na internet afirmando que os componentes da pasta conseguiriam nivelar a tela, mas o que realmente pode acontecer é que o verniz protetor do LCD seja danificado ou até mesmo que o produto entre nos pequenos buracos do aparelho”, conta a profissional.

Felizmente, já existe no mercado uma pasta polidora específica e apropriada para diminuir o dano dos arranhões. O procedimento é simples e pode ser feito em casa. Com o auxílio de um pano macio ou algodão, basta aplicar o produto, deixá-lo agir por aproximadamente três minutos e retirar o excesso. “Vale ressaltar a importância do uso das películas protetoras. Com um pequeno investimento, dores de cabeça como essa podem ser evitadas”, complementa a profissional.

:: Tela rachada prejudica o funcionamento do aparelho. Mito ou verdade?

É bastante comum ver pessoas utilizando o celular mesmo com o vidro rachado, mas de acordo com Tatiana Moura, o uso do aparelho quebrado não é indicado. “Após a queda, mesmo que o aparelho esteja funcionando normalmente, há riscos tanto para o telefone, quanto para quem o está manuseando”, alerta. Isso porque, com o tempo de uso, o trincado pode vir a aumentar de espessura e profundidade, afetando a funcionalidade do celular. Pequenos farelos de vidros também podem ser soltos, expondo o usuário a cortes.

Quando isso acontece, o consumidor costuma entrar em desespero, achando que terá que trocar tudo e pagar um absurdo pelo serviço, mas a técnica faz um alerta: “Apesar da grande maioria das assistências trocarem tudo, em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro e não do LCD”, revela. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

12:25 · 10.12.2018 / atualizado às 12:25 · 10.12.2018 por

O Google anunciou, na semana que passou, que não dará mais suporte ao Android 4.0 também conhecido como Android Ice Cream Sandwich. Ele é de 2011 e trouxe o começo da revolução do sistema do robozinho verde. Hoje, há cerca de 6 milhões de smartphones ainda usando o Ice Cream Sandwich.

Antes dele era comum o sistema operacional do Google ser acusado de frágil na segurança, sem novidades e atrativos. A partir do Ice Cream Sandwich os usuários do Android perceberam a grande revolução do sistema operacional em suas mãos.

Infelizmente, o tempo passou e, 7 anos depois, já era hora de parar de dar suporte ao sistema operacional. O problema é que, por muito tempo, as montadoras de smartphones demoravam ou mesmo nem davam atualização para novas versões do sistema operacional.

Isso mudou já há algum tempo, felizmente, mas não há como voltar no tempo e muitos aparelhos daquela época já deveriam ter sido descontinuados. Se você ainda tem um guerreiro de 7 anos de vida que usa o Ice Cream Sandwich, chegou a hora de se despedir dele. Há boas opções no mercado com sistema atualizado ou defasagem de apenas 1 ano no sistema operacional Android. Boa sorte!

10:58 · 10.12.2018 / atualizado às 10:59 · 10.12.2018 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou na última quarta-feira, 05/12, uma grande operação de fiscalização nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tendo como foco vários distribuidores de produtos de telecomunicações. As ações foram coordenadas pela Gerência Regional de Goiás e contaram com a participação de 20 fiscais da Agência em diferentes estados.

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Na operação foram encontrados 126.737 produtos de telecomunicações e mais de 60 km de cabos óticos, todos sem certificados de homologação, que foram lacrados e apreendidos pela Agência. O valor estimado dos produtos é de R$ 1,2 milhão. Essa foi a apreensão de maior volume realizada pela Anatel em 2018. Foram apreendidos pela Agência:

450 Patch Cord
580 Caixas de Terminação Óptica (CTO)
741 rolos de cabos CFTV
78 bobinas de cabo de rede de dados (UTP)
73 câmeras wi-fi
9 Epon Onu
6 caixas de cabo de rede UTP

Plano de Ação de Combate à Pirataria – 2018

Em 2018, a Anatel intensificou o combate à comercialização de produtos de telecomunicações não homologados, com ações de fiscalização em todo o país.

Em maio, foram lacrados mais de 25 mil equipamentos não homologados, de valor estimado em R$ 18 milhões, em sete estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia. Já em agosto, em uma ação em Mauá (SP), a Agência lacrou outros 28 mil produtos sem a devida certificação, um valor estimado em R$ 700 mil).

As denúncias encaminhadas por entidades representativas do setor produtivo e o trabalho de inteligência desenvolvido pela própria Agência têm sido as principais fontes de dados para as ações de fiscalização mais recentes.

A Anatel também tem atuado em pareceria com outros órgãos como a Receita Federal e a Polícia Rodoviária Federal, além de ser membro colaborador do Conselho Nacional de Combate à Pirataria.

Lembrando que a Anatel já começou a bloquear os aparelhos considerados piratas. Fique de olho!

06:20 · 09.12.2018 / atualizado às 11:25 · 08.12.2018 por

Reunindo dados de diversos estudos nacionais e internacionais, a agência de transformação digital Today fez um levantamento sobre o uso e a cultura dos smartphones para os brasileiros, com o intuito de analisar este fenômeno com a complexidade, profundidade e abrangência que ele demanda. E o estudo trouxe números bem interessantes.

Dentre diversos dados impressionantes, destacam-se, por exemplo, que metade dos jovens considera hoje o aparelho seu melhor amigo. Ao mesmo tempo que outros usuários já percebem algum nível de dependência desenvolvido pelo uso do aparelho e começam a se preocupar em restringir seu uso. Adilson Batista, sócio-fundador e diretor de estratégia da Today diz que, “neste exato momento, pelo menos três quartos da população estão com um em mão e não é apenas para fazer uma ligação. Eles podem estar lendo e-mails, acessando a Internet, fazendo uso do GPS, trocando uma mensagem por aplicativos de conversa ou SMS. A população tem acesso ao mundo através de um toque”, sintetiza.

Dependência e consumo

Chamada de Nomofobia, a dependência de celulares causa sintomas similares e presentes nos dependentes de drogas: fissura, abstinência e perda de controle. O distúrbio tem acometido não só os jovens, principal grupo com adeptos do uso intensivo, os chamados hard users, como também pessoas com mais de 60 anos, que desenvolvem uma conexão afetiva com o equipamento ou as possibilidades nele.

Outro destaque é o crescimento do percentual de usuários que utilizam seus smartphones como suporte para o consumo, numa revolução da relação entre marcas, produtos e consumidores. “Hoje 41% dos usuários já realizaram compras por dispositivos móveis. Há 5 anos este percentual era de 15%. Mais do que somente comprar, os smartphones deram origem a um novo tipo de consumo. 96% pesquisam online antes mesmo que façam a compra em uma loja física. Isso é muito representativo”, demonstra Adilson Batista.

Pesquisa da consultoria Provokers comprova a mudança radical. Segundo o estudo, 93% checam se podem comprar online para não terem que ir a uma loja física, 72% já compraram online em uma loja que nunca estiveram pessoalmente. Outra prova que o consumo online tem benefícios reconhecidos e aprovados pelos consumidores, é que 66% já compraram online e retiraram na loja física.

A próxima revolução é através do software

Realidade Virtual, Inteligência das Coisas, Inteligência Artificial e Blockchain estão entre as ferramentas que irão facilitar a vida dos usuários de smartphones e deixa-los mais eficientes para o desenvolvimento de tarefas profissionais e pessoais. Por isso, os softwares são os responsáveis pela revolução que ocorrerá com os aparelhos e aumento da representatividade deles na vida das pessoas.

Aumento de memória e capacidade de processamento, baterias eficientes e material inquebrável é parte das melhorias que as empresas desenvolvem para os hardwares e, que em um futuro próximo perderão para eles na corrida das prioridades de consumo, segundo conclusão da desk research realizada pela agência de Transformação Digital Today sobre o fenômeno dos smartphones no Brasil.

Segundo Adilson Batista, memória, bateria e material são preocupações secundárias. A tendência de consumo está ligada no que há de mais moderno para agilizar e melhorar o cotidiano das pessoas e a comunicação delas. “A tecnologia trouxe a incrível pulverização dos canais de comunicação e as marcas mais atentas e menos resistentes às mudanças escreverão os novos “pulos do gato”. Os smartphones já têm uma representatividade maior que o computador. Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, até o final de 2017, o Brasil registrou um smartphone por habitante em uso, enquanto existe quatro computadores também em uso para cada cinco habitantes e, a instituição considera como computador notebooks, tablets e desktops.

Com essa crescente do smartphone, os apps, ou softwares estão cada vez mais populares pela facilidade de testar seu uso e da interação. A Today levantou durante a pesquisa que são cinco as categorias de aplicativos no celular do brasileiro: de mensagens, bancos, comando de voz, streaming para vídeo e música, marketplace e utilitários. Assim, o que o brasileiro mais faz no seu aparelho é:

  • 23% – acessam mapas e tráfego;
  • 25% – checam notícias;
  • 60% – usam aplicativos de música;
  • 79% – dedicam-se aos jogos;
  • 64% – postam fotos ou vídeos.

Pensando em comunicação entre pessoas, o líder de usabilidade é o WhatsApp, onde 97% da população troca mensagens pelo aplicativo. Enquanto que 82% acessam e-mails e 80% o utilizam para chamadas de voz. Apenas 38% fazem chamadas de vídeo.

A agência ratifica que também são pensadas maneiras de melhorar a experiência de cada usuário e elas vão surgindo a todo momento:

  • Realidade Virtual – Ou vida 3D é criar uma experiência para o usuário de sensação de presença em um ambiente que não é o real. De forma virtual, ele usa essa tecnologia para inibe todo o seu sistema para introduzi-lo em um jogo, uma visita a um museu ou até mesmo para fazer algum tipo de treinamento. Um dos projetos mais competentes na área e que dá acesso ao público, é o PlayStation VR, da Sony, onde é possível a imersão total do indivíduo dentro de um ambiente de jogo, tanto visual como auditivo, e interagir em um ambiente 360.
  • Inteligência Artificial – Já a IA tem como proposta elaborar dispositivos que simulem quase tudo aquilo que o ser humano pode fazer, como: tomar decisões, raciocinar, resolver problemas. Esta tecnologia começou a ser desenvolvida na década de 1940 e sempre foi um ponto de discussão na vida real ou como forma de ficção, tratada desde a literatura ao cinema. Colocada em debate por grandes nomes, desde Isaac Assimov a Steven Spielberg.
  • Internet das Coisas – IoT, conecta tudo aquilo que as pessoas usam no dia a dia à Internet ou aos dispositivos, como smartphones. São eletrodomésticos com capacidade de comunicar ao seu fabricante que estão com algum defeito ou está no momento de realizar manutenção; carros que podem evitar furto ao tirar uma foto do rosto do motorista e comparar com aquelas que estão em seus bancos de dados ou ainda quando o motorista entrar no veículo, recebe informações do seu trajeto ao trabalho, o rádio é ligado na estação favorita, entre outras tarefas que vão facilitar o cotidiano das pessoas.
  • Blockchain – Ou Cadeia de Dados começou a ser desenvolvida em 2008, e nada mais é do que uma forma de validar um registro ou uma transação. Ela dá mais segurança as operações digitais e é a tecnologia por trás de algumas moedas digitais, sendo a mais conhecida: Bitcoin. Hoje, também autentica documentos, contratos, venda de imóveis e está inserida até no mercado de ações com suas diferentes assinaturas digitais.

Converse com um público específico

Hoje, uma equipe de TV pode ser formada pelo repórter e seu smartphone, sem a necessidade de um câmera, auxiliares de som e luz para produzir conteúdo para o telejornal local ou até mesmo coberturas de conflitos em qualquer parte do mundo, compradas pelas grandes redes, mas que também estão em plataformas como Youtube.

O brasileiro consome muita informação. Em seu levantamento, a Today verificou que na pesquisa de 2017 do Global Mobile Consumer Survey, mais de dois terços da população assiste vídeos em aplicativos de mensagem instantânea ou no Youtube pelo menos uma vez por dia. E, mais da metade das pessoas acompanham vídeos ao vivo pela plataforma e também nas redes sociais diariamente.

O smartphone passou a mudar o cenário mundial da produção de conteúdo para comunicação. A Today também levantou que em 2020, os vídeos representarão 82% de todo o tráfego realizado pelos consumidores. Adilson coloca que a grande razão para isso é que a maior parte do público assimila melhor a informação (notícias, acadêmicas, entretenimento ou propaganda) por vídeo do que outra maneira.

Possibilita um aumento no número de criadores de conteúdo. Eles não são generalistas, buscam públicos específicos e apresentam temas de interesse desse nicho da população.

O conteúdo específico trouxe os digital influencers, sejam eles macro ou micro, têm como desafio produzir bom conteúdo para garantir o interesse do público e de empresas e marcas que queiram ser divulgadas não apenas da maneira tradicional. Com o seu crescimento e estabilidade nas redes sociais passam também a movimentar uma quantidade significativa de dinheiro através de seu smartphone e uma boa conexão de internet.

Das finanças aos boletos

O uso contínuo dos smartphones pelos brasileiros também geram impacto no setor financeiro e no varejo, segundo levantamento da agência Today. As pessoas realizam ações de compras: pesquisam produtos e serviços, mas nem sempre compram por ali. Como o aparelho é utilizado:

  • 46% checam seu saldo bancário, enquanto 31% realizam outras transações;
  • 56% pesquisam produtos e serviços e também navegam por lojas e apps de compras;
  • 41% já fizeram algum tipo de compra pelo smartphone, sendo que 74% compraram bens físicos;
  • 18% utilizam aplicativos para pagar táxi, enquanto 3% pagam por um produto ou serviço em espaço físico.
07:59 · 08.12.2018 / atualizado às 11:56 · 11.12.2018 por

Companheiro fiel de toda viagem, o celular é o responsável por registrar todos os momentos do passeio por meio de fotos e vídeos. Porém, ao ser utilizando com tanta frequência, o aparelho fica exposto a muitos danos. De acordo com a sócia e técnica da Fix Online, empresa especialista em troca de vidro e tela de celulares, Tatiana Moura, durante os períodos de férias, o número de celulares que aparecem quebrados na loja, aumenta em 30%. “Apesar de sermos especializados em conserto de tela e vidro, nos deparamos com todo tipo de caso. Desde o aparelho que caiu na água da piscina, até aquele com os orifícios entupidos de areia”, conta.

>>>Mito ou verdade: arroz salva celular molhado? Carregadores baratos prejudicam o celular?

Para quem não sabe o que fazer quando acontece algum tipo de acidente com o celular, Tatiana aponta os principais danos que ocorrem com o aparelho durante as viagens e passeios de férias e quais os procedimentos adequados a serem seguidos. Confira!

O celular caiu na piscina. E agora, o que fazer?

“Não ligue o aparelho”, alerta a especialista. De acordo com Tatiana, se o celular cair na água, o correto é mantê-lo desligado e levá-lo – o mais rápido possível – para uma assistência técnica fazer o banho químico. “O procedimento irá secar o excesso de água no celular. O processo de corrosão é muito rápido, por isso o ideal é procurar uma assistência de imediato”, comenta.

Mas e colocar o celular no arroz, não resolve? Segundo a técnica, isso é apenas um mito popular. “O usuário pode até colocar o aparelho no arroz, porém o alimento irá sugar apenas a água superficial. O que prejudica mesmo o celular é aquela que entra dentro da placa; e o arroz não chega neste nível”, explica.

Celular cheio de areia, como se deve limpá-lo?

O grande problema do celular cair na areia, é que ela pode entrar nos pequenos orifícios do aparelho, como na entrada de fone de ouvido, saída de som e no conector de carga. “Se isso acontecer, o indicado é não tentar resolver o problema sozinho. Ao utilizar uma agulha, por exemplo, para tirar a areia dos buraquinhos, a pessoa pode empurrá-la ainda mais pra dentro do telefone”, ressalta.

Esse tipo de atitude pode ser ainda mais prejudicial se a areia for empurrada para dentro do conector de carga, porque o grão pode danificar todo o local. “O que era para ser uma simples limpeza, que muitas vezes não é nem cobrada, passa a ser um problema muito maior, com um custo bem mais avantajado”, comenta.

Tela e vidro rachados, há conserto?

Um dos acidentes mais comuns com celulares, principalmente durante viagens, é a queda do aparelho, que costuma ocasionar a quebra do vidro ou tela do telefone. Quando isso acontece, o consumidor costuma entrar em desespero, achando que terá que trocar tudo e pagar um absurdo pelo serviço. “Apesar da grande maioria das assistências trocarem tudo, em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro, não do LCD”, revela. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

Para saber se há a necessidade de fazer a troca completa, Tatiana dá três dicas valiosas: “se a tela estiver sem manchas, sem riscos e com o touch funcionamento normalmente, não há a necessidade de mexer no LCD”, conta.

Mas se houver a necessidade de um novo vidro e tela, para que o consumidor saiba se o conserto valerá a pena, em termos de custo, basta fazer um conta. “Se a troca custar até 30% do valor aparelho, compensa”, afirma.

Celular que caiu no mar, tem salvação?

Se deixar o celular cair na piscina já é uma dor de cabeça, na água do mar é muito pior. Isso porque, a água salgada é extremamente corrosiva, ela age no aparelho como se fosse um ácido e vai comendo toda a placa do telefone. “As chances de recuperar um celular que caiu no mar são quase zero. A pessoa pode até ligar o aparelho e ver a imagem na tela, mas vai se deparar com diversos danos, seja no wi-fi, fone de ouvido ou conector de carga”, enfatiza Tatiana.

A técnica conta que mesmo os aparelhos que possuem fator de proteção IP68, ou seja, resistentes a água, não podem ser utilizados no mar. “Eles são permitidos entrar até determinada profundidade e sempre em água doce. No mar, jamais”, aconselha.

Excesso de sol faz mal para o celular?

Na hora de pegar aquele solzinho, é essencial proteger o celular dos raios UVs. “Quando o celular fica muito exposto ao sol, a bateria do aparelho pode inchar, empurrando a tela para fora, o que ocasionará em rachaduras no vidro”, finaliza.

07:45 · 06.12.2018 / atualizado às 07:12 · 06.12.2018 por

No dia 9 de Dezembro, acontece a sexta edição do Natal Gamer Solidário, que é promovido pela UCEG (União Cearense de Gamers) em parceria com a Casa Amarela Eusélio Oliveira, dentro da programação do Corredor Cultural do Benfica em Fortaleza. O evento é gratuito e contará com arenas de jogos de futebol, luta, dança, retrô e analógicos (jogos de tabuleiro). Quem comparecer, poderá participar de campeonatos, mini-palestras e sorteios de brindes.

As atividades irão ocorrer das 9h às 14h horas, na Avenida da Universidade, 2951 – Benfica. Para animar ainda mais a festa, a partir das 13h horas, será realizada a entrega de prêmios aos vencedores dos campeonatos e também a entrega oficial dos alimentos arrecadados para a entidade beneficiada.

O Natal Gamer Solidário além de promover diversão para os visitantes, está recebendo doações de 1 kg de alimento não perecível, para serem doados ao Lar da Criança Domingos Sávio, localizado na Rua Helvécio Monte, 165 – Vila União – Fortaleza.

Pode ser uma ótima oportunidade de ajudar alguém que precisa. Participe!

Serviço

Data: 9/12 (Domingo)

Horário: 9h às 14h

Local: Avenida da Universidade, 2951 – Benfica

Doações de 1kg de alimento não perecível para a entidade Lar da Criança Domingos Sávio

Contato: (85) 987734771 (Izequiel Norões)

06:17 · 06.12.2018 / atualizado às 13:21 · 05.12.2018 por

Houve um surto global de mineração mal-intencionada de criptomoeda que resultou em um aumento de mais de 83% no número de ataques, com mais de 5 milhões de usuários atacados nos primeiros noves meses do ano. No mesmo período de 2017, este número foi de 2,7 milhões. Segundo a Kaspersky Lab, o principal vetor de infecção que possibilitou a “corrida do ouro” das criptomoedas foi a instalação e o uso de software e conteúdos não licenciados.

A mineração mal-intencionada de criptomoeda superou ainda a principal ameaça dos últimos anos: o ransomware. O número de internautas vítimas de malware para mineração de criptomoeda aumentou gradativamente durante o primeiro semestre do ano, chegando a um pico em março, com cerca de 1,2 milhão de usuários atacados por mês.

Os especialistas da Kaspersky Lab investigaram o panorama econômico relacionado a esta tendência em torno da mineração de criptomoeda e descobriu o que promoveu a distribuição global desta ameaça. Foram analisados o cenário regulatório, os preços da energia elétrica nos dez principais países atacados por mineradores de criptomoedas e os principais vetores de infecção das famílias de malware mais populares.

O resultado mostrou que nem a legislação vigente, nem o custo da energia tiveram impacto significativo sobre a disseminação deste malware. No entanto, a investigação das famílias de malware revelou que os dispositivos eram infectados principalmente induzindo os usuários a instalar software pirata e conteúdo não licenciado.

“A correlação é clara: quanto mais fácil é distribuir software não licenciado, mais incidentes de malware para mineração de criptomoedas foram detectados. Resumindo, atividades que normalmente não são consideradas perigosas, como o download e a instalação de software questionável, sustenta o que, possivelmente, é a maior história de ciberameaça deste ano: o crescimento da mineração mal-intencionada de criptomoedas”, afirma Evgeny Lopatin, especialista em segurança da Kaspersky Lab.

Outras conclusões do relatório incluem

• O número total de usuários que foram vítimas de mineradores aumentou mais de 83%, de 2.726.491 em 2017 para 5.001.414 em 2018.
• O percentual de mineradores detectados em relação ao número total de ameaças detectadas também aumentou de quase 5% em 2017 para 8% em 2018.
• O percentual de mineradores detectados em relação ao total de detecções de software indesejados também está aumentando; de 9% em 2017 para 17% em 2018.
• O número total de usuários que foram vítimas de mineradores em dispositivos móveis também aumentou mais de cinco vezes, de 1.986 em 2017 para 10.242 em 2018.

Para reduzir o risco de infecção por mineradores, é recomendável que consumidores e empresas

1. Sempre mantenham os software atualizados em todos os dispositivos que usam. Para evitar que os mineradores explorem vulnerabilidades, é necessário usar ferramentas capazes de detectar vulnerabilidades automaticamente, além de baixar e instalar todas as correções.
2. Usem uma solução de segurança confiável em seus dispositivos pessoais e não deixem de ativar os principais recursos, como o System Watcher, um inspetor de sistema.
3. Não ignorem alvos menos óbvios, como os sistemas de gerenciamento de filas, terminais de ponto de venda e até máquinas de venda automática. O minerador que utilizou o exploit EternalBlue comprova que esses equipamentos também podem ser usados para a mineração de criptomoeda.
4. Usem um controle de aplicativos para rastrear qualquer atividade maliciosa em programas legítimos. Os dispositivos especializados devem estar no modo de Negação Padrão. Use uma solução de segurança.
5. Para proteger o ambiente corporativo, instruam seus funcionários e suas equipes de TI, mantenham os dados sigilosos separados e restrinjam o acesso a eles.

14:34 · 05.12.2018 / atualizado às 14:34 · 05.12.2018 por

O Twitter divulga nesta quarta-feira (5) a lista dos 10 games que tiveram destaque na plataforma no Brasil em 2018. Disponível em versões para PCs, console e dispositivos móveis, ‘Minecraft’ foi o mais comentado pelos brasileiros no Twitter ao longo do ano. Curiosamente, o principal pico de conversas sobre o jogo no Brasil aconteceu no dia 11 de novembro, quando o game foi citado em uma das perguntas de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

O segundo jogo mais lembrado pelos brasileiros no Twitter em 2018 foi Fortnite, game do gênero ‘Battle Royale’ em que 100 jogadores iniciam um combate em um mapa com objetivo de ser o último a sobreviver. Na terceira colocação ficou o clássico Grand Theft Auto, franquia da @RockstarGames popularmente conhecida como GTA, seguido pelo PlayerUnknown’s Battlegrounds, que, lançado em 2017, é o mais novo da lista dos mais citados.

O fenômeno mundial League of Legends foi o quinto game mais mencionado no Twitter no Brasil durante o ano. O principal pico de conversas sobre o jogo no país aconteceu em 8 de setembro, data em que a equipe KaBuM! e-Sports venceu o Flamengo e tornou-se a campeã da segunda etapa do CBLoL, o Campeonato Brasileiro de League of Legends 2018. Pokémon, que foi o mais citado no Twitter globalmente em 2017, foi o sexto game mais lembrado pelos brasileiros em 2018.

A sétima e oitava posições foram ocupadas por dois jogos de tiro multiplayer em primeira pessoa: Counter-Strike Global Offensive e Overwatch, respectivamente. Fechando a lista, na nona posição ficou o futebolístico FIFA, seguido por The Sims.

Confira abaixo lista dos 10 games mais mencionados no Twitter em 2018

1 – Minecraft (@Minecraft)

2- Fortnite (@FortniteGame)

3 – Grand Theft Auto (@RockstarGames)

4 – Player Unknown Battlegrounds

5 – League of Legends (@LeagueOfLegends)

6 – Pokémon (@Pokemon)

7 – Counter-Strike: Global Offensive (@csgo_dev)

8 – Overwatch (@PlayOverwatch)

9 – FIFA (@EASPORTSFIFA)

10 – The Sims (@TheSims)

09:51 · 05.12.2018 / atualizado às 13:06 · 05.12.2018 por

O advogado Leandro Chaves, da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-CE, nos concedeu entrevista nesta quarta-feira, 5/12, falando que a o consumidor tem todo o direito de acionar a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para fazer seu direito de comprar o produto importado, seja ele smartphone, tablet ou outro tipo de produto.

“O consumidor é leigo e não sabe se o produto comprado é ou não homologado. Então, ao ter este procedimento, ele deve acionar a Comissão de Defesa do Consumidor e um advogado de sua confiança porque nesse momento (da taxação por homologação ou devolução do produto para a origem) o consumidor está tendo seu direito tolhido”.

Chaves ainda informa que temos o direito de comprar produtos ou serviços de onde quer que seja, desde que sejam lícitos. “Não existe uma especificação legal, pois a resolução (da Anatel) está abaixo do Código de Defesa do Consumidor. Nós temos o direito de consumir. Na hora que o consumidor tem este direito tolhido e negado, ele deve procurar a Comissão de Defesa do Consumidor e um advogado para ter seus direitos respeitados”, afirma Chaves.

Mesmo que o produto seja considerado pirata pela Anatel, o advogado informa que o consumidor deve procurar um advogado e os órgãos de defesa do consumidor para defender seu direito.

Veja o vídeo na íntegra (começa com 2 minutos e 42 segundos):

07:01 · 05.12.2018 / atualizado às 07:29 · 05.12.2018 por

A Vi, representante oficial da Meizu no Brasil, apresenta mais um lançamento para o mercado de telefonia móvel do País. Por R$ 649, o novo Vi Meizu M6 chega ao Brasil nesta quarta-feira, 5 de dezembro, munido com 3GB de RAM, memória de 32GB com dimensões de destaque pesando apenas 143g, uma tela de 5,2 polegadas com resolução 1280×720 pixels e apenas 8,3mm de espessura.

Com uma bateria de 3070mAh, o Vi Meizu M6 vem com o processador MTK6750N ARM Mali-T860 MP2,520MHz ARM Cortex-A53 1.5GHz x4+ARM Cortex-A53 1.0GHz x4, que promete um bom desempenho com economia de bateria e melhor experiência de jogo, exibição de vídeos e fotos em alta definição.

Câmera

O Meizu M6 é equipado com uma câmera traseira de 13MP e uma frontal de 8MP. A câmera dianteira possui conta com o sistema FotoNation 2.0 Smart Beauty e recursos como o Face AE Face Light Boost. O aparelho conta com a função Dual Nano-Sim, que suporta redes 4G de operadoras diferentes. O aparelho será comercializado nas cores azul e dourado.

O modelo também será comercializado com o conhecido kit PhoneStation, que conta com dois acessórios: o “Vi Center”, dispositivo multifuncional que projeta um teclado laser em qualquer superfície plana e opaca além de ser um powerbank com 5.000 mAh; o “Vi Cast”, que se conecta à porta HDMI da TV e permite transmitir vídeos, músicas e fotos, além de duplicar a tela do smartphone diretamente para a TV. Com o kit, o preço é de R$ 749.

O novo Vi Meizu M6 estará à venda nos principais marketplaces do País, como B2W (que engloba a Americanas.com e Submarino), Carrefour, Cnova, Magazine Luiza, Mercado Livre e Walmart.

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