Autor: Daniel Praciano


10:25 · 29.06.2020 / atualizado às 10:25 · 29.06.2020 por

Que tal comprar um iPhone, um dos smartphones mais caros do planeta e não ter um carregador e fone de ouvido na caixa, apenas o cabo USB? É isso que o analista mais furador de lançamentos da Apple garante. Segundo Ming-Chi Kuo, o iPhone 12 virá sim sem os dois acessórios na caixa. Quer tê-los? Compre por fora.

>>>Na Rede Podcast 45: iPhone 12 pode custar mais de R$ 10 mil no Brasil

A remoção seria necessária, informa Kuo, porque o custo de produção do iPhone 12 irá aumentar demais devido à conectividade 5G. Mas, convenhamos, o produto já traz um preço final bem salgado que poderia muito bem incluir os acessórios pelo preço cobrado, mesmo com a elevação dos custos na implantação da nova conectividade.

Hoje, nos EUA, um EarPods com conector lightning, que até agora vem na caixa com o novo iPhone, custa US$ 29. Aqui no Brasil ele é vendido em lojas oficiais por R$ 249. O carregador USB de 5 watts custa, nos EUA, US$ 19. No Brasil ele sai por R$ 149. Agora imagina você pagando US$ 699 lá fora em um iPhone ou R$ 3.999 por aqui e ainda tendo estes custos extras?

Para compensar, a Apple deve oferecer promoções nos AirPods, os fones de ouvido bluetooth. Até imagino a promoção. Visto que no Brasil eles começam a R$ 1.349 e nos EUA o preço inicial é de US$ 159, eles devem tirar 30 dólares lá e 200 reais aqui. E nada mais. Um absurdo total.

Outro benefício que viria, segundo Kuo, seria o lançamento de um carregador de 20 watts que iria substituir os atuais 5W e 18W, mas que seria comprado à parte e não espere um preço camarada.

Pois é meus amigos. Os próximos 4 iPhones da Apple podem não ser revolucionários em termos de novas tecnologias, mas certamente irão trazer mais prejuízos pro seu bolso se você se aventurar a comprá-los.

Fonte: MacRumors

10:03 · 26.06.2020 / atualizado às 10:11 · 26.06.2020 por

Em nota enviada pela assessoria de imprensa do WhatsApp no Brasil, a empresa informa que está em contato direto com autoridades do Banco Central (BC) no País para liberar a opção de pagamentos utilizando o aplicativo que faz parte do Facebook. “Ontem nos reunimos com as autoridades do Banco Central e estamos animados em permitir que os brasileiros enviem pagamentos seguros e sem dinheiro físico no WhatsApp o mais breve possível. Isso é ainda mais crítico enquanto as pessoas estão isoladas e as empresas enfrentam sérios desafios econômicos devido ao Covid-19“, afirmou Will Cathcart, chefe do WhatsApp, em nota.

>>>Visa, Cielo e Mastercard fecham parceria com Facebook para lançamento do WhatsApp Payments no Brasil

A empresa está trabalhando em conjunto com os parceiros dela, WhatsApp, e as autoridades brasileiras para restaurar o serviço o quanto antes, garantem. “O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes. O WhatsApp afirmou seu apoio a um modelo pró-competitivo e aberto para pagamentos e também seu compromisso em fornecer pagamentos via PIX tão logo o sistema esteja disponível”, garantiu Cathcart.

Ainda de acordo com o chefe do WhatsApp, o BC ressaltou que respalda plataformas como o WhatsApp que estão “inovando em pagamentos digitais e criando novas maneiras de apoiar pessoas e pequenas empresas em todo o Brasil”, concluiu.

08:30 · 24.06.2020 / atualizado às 08:40 · 24.06.2020 por

Esta semana iremos falar sobre o futuro iPhone, o iPhone 12, que deve ser apresentado em setembro e chegar às lojas e às mãos dos usuários em outubro nos EUA e em alguns países do mundo. Aqui no Brasil lá para novembro ou dezembro.

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Supostas fotos vazadas dos novos iPhones 12 trariam o tamanho das crianças. 5,4 polegadas, 6,1 polegadas e inacreditáveis 6,7 polegadas. Gigante, não é? Haja bolso para o garotão. O design é muito similar. Afora o tamanho diferenciado, vemos um conjunto de 3 câmeras e mais o flash tudo lembrando a versão 11 dos mesmos celulares da Apple. Apesar de serem 3 fotos, serão 4 aparelhos. O iPhone 12 (tela de 5,4 polegadas), os iPhone 12 Max e 12 Pro (tela de 6,1 polegadas) e o iPhone 12 Pro Max, o tijolão de 6,7 polegadas.

Pela imagem parecem muito o visual do iPhone 4 com o conjunto de câmeras do 11, mas com o 12 Max poderá vir com dois sensores traseiros, apesar da imagem mostrar 3.

Por dentro deveremos ter o chip A14 Bionic. O iPhone 12 Max deverá ter tela da LG e os demais da Samsung. O Pro terá profundidade de cor de 10 bits e taxa de atualização de 120 Hz.

Todos terão 6GB de RAM e variações de armazenamento interno de 128GB até 512GB. O mais barato custará US$ 649, no caso o iPhone 12 de 128GB. O mais caro será o iPhone 12 Pro Max de 512GB por US$ 1.399. Trabalhando com a cotação de ontem, 23 de junho, a R$ 5,15, teremos que o mais barato custaria R$ 3.343,84, em conversão direta, e o mais caro sairia por R$ 7.208,07, sem impostos ou taxas. Logo, o mais barato deve custar acima de R$ 4.500, por certo aqui no Brasil. Enquanto o mais caro deve ultrapassar os R$ 10 mil.

Fonte: Twitter/@SonnyDickson/Reprodução

Por enquanto é isso! Volte sempre para saber mais sobre novidades de tecnologia e as novas do iPhone, ok?

06:23 · 23.06.2020 / atualizado às 07:20 · 23.06.2020 por

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de apps no Brasil revelou dados interessantes na atual rodada. Segundo ela, WhatsApp e Zoom são os aplicativos mais usados para videochamadas pelos brasileiros atualmente. Outro destaque dela foi que o TikTok foi o app que mais ganhou presença na home screen do smartphone nacional em um ano. Além disso, em 12 meses, saltou de 38% para 51% a proporção de internautas brasileiros que assinam um serviço de streaming de filmes ou séries. A pesquisa foi aplicada de forma online entre 6 e 13 de maio de 2020 com 2.017 brasileiros com margem de erro de 2.2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Outro dado que chamou atenção foi que 75% dos internautas brasileiros já viram transmissões de lives em seus smartphones. As plataformas mais usadas para consumo desse conteúdo são YouTube e Instagram.

Videochamada

Segundo a pesquisa, 88% dos internautas brasileiros já participaram de uma videochamada através do smartphone. Neste tempo de pandemia é um dado bem interessante. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%) do que aquelas com 50 anos ou mais (81%).

“52% daqueles já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou desde a quarentena. 39% dizem que a frequência não mudou e apenas 9% informam que diminuiu. Cabe destacar uma diferença quando feito o recorte por classe social: enquanto 65% dos usuários desse serviço nas classes A e B declaram terem aumentado a frequência de videochamadas com a pandemia, nas classes C, D e E o percentual é de 48%. Uma das explicações pode estar na diferença da natureza dos empregos de acordo com a classe social: no grupo com maior renda há uma proporção maior de pessoas que trabalham em escritórios e que, durante a quarentena, passaram a trabalhar em casa, realizando videochamadas”, diz o relatório da pesquisa.

O WhatsApp é o aplicativo mais utilizado para as videochamadas com 95%. Para quem é, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel o app com maior presença nos smartphones dos brasileiros (99%) é normal a liderança. Ela permanece mesmo quando perguntado qual aplicativo a pessoa mais tem usado atualmente para videochamadas. A liderança segue agora com 80%. O Zoom é o segundo com 8% e isso me chamou atenção por ver tanto ele, o Microsoft Teams e o Google Meet rivalizando nos últimos dias e até utilizando pessoalmente mais estes três últimos do que o próprio WhatsApp. Se pensar só em smartphone aí o Teams fica à frente do Zoom e o Meet nem aparece.

Na pesquisa, inclusive, Facebook Messenger (30%), Skype (26%) estão à frente do Zoom (22%) quando a pergunta é em quais apps os brasileiros já participaram de videochamadas. E o Teams está com 6% atrás da dupla Google Hangouts (14%) e Google Duo (10%).

“Em alguns apps, há diferenças marcantes de acordo com a renda mensal do usuário. Hangouts e Microsoft Teams são mais usados por pessoas das classes sociais A e B do que por aquelas das classes C, D e E. O único app cuja preferência é maior entre os brasileiros em faixas de menor renda é o WhatsApp. Os demais têm proporções similares, com diferenças dentro da margem de erro, quando analisado o uso por classe social”, explica o relatório.

Segundo o relatório da pesquisa, as lives viraram uma febre no Brasil durante a quarentena, o que é verdade. É quase impossível não trombar virtualmente com uma por aí. “Esta pesquisa comprova a tendência: 75% dos internautas brasileiros já assistiram a uma transmissão ao vivo na tela do seu smartphone. O hábito é mais comum entre os jovens. 83% daqueles com 16 a 29 anos já viram lives. A proporção cai para 76% no grupo de 30 a 49 anos e para 59%, naquele com 50 anos ou mais. Não há diferenças significativas por classe social ou gênero, mas sim por região do País: o Nordeste tem a maior proporção de internautas que já assistiram a lives (84%) enquanto o sul tem a menor (70%)”, explica.

Ainda de acordo com o relatório da pesquisa, no universo de brasileiros que já viram lives, 66% declaram que a frequência com que assistem essas transmissões ao vivo no smartphone aumentou durante o período de confinamento em casa. “Neste ponto, tal como nas videochamadas, nota-se uma diferença por classe social: a proporção é maior entre aqueles das classes A e B (73%) do que entre aqueles das classes C, D e E (65%)”.

A pesquisa, logicamente, aponta que plataforma foi mais usada pelo brasileiro para ver lives. Neste caso a vitória é do YouTube com 84%. Em seguida vem o Instagram com 54% e Facebook com 41%. “A preferência pelas plataformas, contudo, varia de acordo com idade, classe social e gênero. No público que vê lives no Instagram, por exemplo, há uma predominância de mulheres e de jovens entre 16 e 29 anos. No uso do Facebook para ver lives, por sua vez, a
proporção é maior entre as pessoas das classes C, D e E do que entre aquelas das classes A e B. O YouTube é mais democrático na análise demográfica: não há diferenças expressivas por gênero, idade ou classe social”, explica o relatório.

Lá vem o TikTok

O aplicativo chinês TikTok para produção e distribuição de vídeos curtos está fazendo muito sucesso com jovens do mundo todo. No Brasil, ele está subindo na preferência dos brasileiros. Segundo a pesquisa, até seis meses atrás o TikTok não aparecia no radar dos apps mais presentes na home screen dos smartphones nacionais. “Sua ausência poderia ser atribuída à juventude da sua base de usuários: como esta pesquisa é feita com pessoas com 16 anos ou mais, o crescimento do TikTok acabava não sendo captado, por se concentrar no público adolescente”, explica o relatório.

Só que isso mudou. Agora ele é o 12º mais presente na tela inicial do smartphone brasileiro, passando apps como Spotify, Gmail, Google Chrome, entre outros. A campanha de mídia massiva e até irritante do app pode ser a explicação mais plausível para o crescimento absurdo entre pessoas com idade superior ao público-alvo inicial, ou seja, menores de 16 anos.

Por motivos óbvios, auxílio emergencial, o app da caixa cresceu e ficou na 4ª colocação dos apps mais populares na home screen dos brasileiros. Atrás apenas de WhatsApp (57%), Facebook (44%) e Instagram (43%). Pelo mesmo motivo, o Caixa Tem apareceu com 5% na 24ª posição. O app do Banco do Brasil teve crescimento e foi a 11% de presença agora ocupando a 8ª posição e isso pode estar ligado também ao momento atual. Obviamente haveria crescimento em apps de entrega como iFood que agora é o 10º com 9% de presença.

Filmes e séries

Outro destaque está para o crescimento da proporção de assinantes de serviços de streaming de filmes e séries. Em maio de 2019 a pesquisa mostrava que eram 38%. Em novembro do ano passado foi para 45% e agora atingiu 51% dos entrevistados, quando assistido preferencialmente em smartphones. “Neste primeiro semestre, a quarentena pode ter contribuído para que esses serviços angariassem mais assinantes. Outro fator favorável é a integração de alguns desses serviços com planos de operadoras móveis, como no caso das parcerias que TIM e Vivo firmaram com o Netflix. Além disso, houve um aumento da competição, com o fortalecimento de players como Globoplay e Amazon Prime Video. Ambos dobraram sua participação em seis meses, enquanto o Netflix caiu cinco pontos percentuais na preferência dos assinantes brasileiros de streaming de vídeo”, tenta explicar o relatório.

O consumo de serviços pagos de streaming de vídeo é mais comum nas classes A e B (60%), segundo a pesquisa. Também é mais popular entre os jovens de 16 a 29 anos (60%). Neste cenário, preferencialmente para visualização em smartphones, a liderança é total da Netflix com 80%. Amazon Prime Video tem 8% e GloboPlay aparece com 4%.

Novo

Apesar da crise, o brasileiro, ao menos o entrevistado, não quer saber de smartphone usado. 84% procura obter sempre um aparelho novo, enquanto apenas 16% compra usado.

Outro dado de consumo de tecnologia importante está no uso de pulseiras/relógios inteligentes. No levantamento de novembro de 2018, apenas 10% tinham. No de novembro de 2019 eram 16% e agora esse número foi para 19%. Houve uma redução no crescimento, mas segue sendo produtos que interessam ao brasileiro.

Ainda na questão de consumo, apenas 21% disseram que já baixaram algum app pago. Porém, 56% já fez compras online através do smartphone.

Moderno

Da pesquisa de novembro de 2019 para cá, aumentou o número (dentro da margem de erro) dos brasileiros que dizem usar comandos de voz no smartphone. Saltou de 67% para 69%. É um número muito bom, diga-se de passagem.

Por fim, a nova rodada da pesquisa revelou o domínio completo do Android como sistema operacional do smartphone. 91% usam o app do Google contra apenas 9% que estão com o iOS do iPhone. A maioria dos entrevistados, 47%, respondeu que usa smartphone há mais de 5 anos. Em seguida aparecem os que usam entre 1 e 3 anos (27%), depois de 3 a 5 anos (14%) e por último os que usam a menos de 1 ano (12%).

A pesquisa é independente e realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box.

O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line entre 6 e 13 de maio de 2020 por Opinion Box junto a 2.017 brasileiros com 16 anos ou mais que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

15:52 · 22.06.2020 / atualizado às 16:58 · 22.06.2020 por

Apple abandona a Intel e agora terá seus próprios chips (não chegaram a mencionar diretamente o ARM) em seus Macs. Antes da Intel a parceria era com a IBM nos computadores da marca. Toda a migração durará 2 anos, ou seja, até lá, ainda teremos notebooks com processadores Intel e ARM. O anúncio foi feito durante o evento de apresentação da WWDC 2020.

>>>Beleza, praticidade e segurança estão presente nas novas atualizações de sistemas de produtos da Apple

Os focos são eficiência de energia e performance e por isso precisaram trocar para um produto próprio, disse a gigante norte-americana. Nos testes demonstrados vimos um MacBook rodando com o processador A12Z Bionic.

Provavelmente o equipamento demonstrado era o mais potente. Já estão trabalhando com vários parceiros como Adobe e Microsoft para os usuários não terem problemas com este novo chip.

O Rosetta está de volta, agora na versão 2. Esta aplicação foi desenvolvida quando eles trocaram a IBM pela Intel. A ideia é que ele traduzirá os apps existentes não adaptados aos novos sistemas. A ideia é tradução simultânea e sem engasgos. Será um grande desafio para a Apple. Veremos quando os primeiros usuários começarem a usar pra valer. Nos testes da apresentação, óbvio, funcionou perfeitamente.

Aplicativos de iPads e iPhones rodarão sem adaptações no Mac devido a similaridade das arquiteturas de todos os dispositivos.

Para desenvolvedores, a Apple está lançando um “Quick Start Program“. Desenvolvedores terão acesso a documentação, códigos, fóruns privados, labs, suporte específico e um Developer Transition Kit (DTK) baseado num Mac mini com o A12Z, 16GB de RAM, SSD de 512GB. O DTK não estará aberto para todos, mas interessados podem se cadastrar a partir de hoje. Isso falando em desenvolvedores dos EUA.

 

15:36 · 22.06.2020 / atualizado às 17:06 · 22.06.2020 por

Beleza e praticidade nos novos sistemas dos produtos da Apple. Do iOS até o MacOS, tudo foi feito com cuidado para dar mais praticidades e funcionalidades sem esquecer de um design bonito e muito prático, marcas inesquecíveis da Apple. O anúncio foi feito durante o evento de apresentação da WWDC 2020. Confira:

>>>Mac abandona Intel e chips serão próprios e já vistos nos iPhones e iPads

IOS

O iOS ganhou muitas novidades na sua versão 14. Entre elas a tela de início que agora ganha uma Biblioteca de Apps. Esta solução fica no fim das suas telas de ícones que organiza tudo de forma fácil de navegar automaticamente.

Também é possível visualizar, no campo de busca, todos os apps em forma alfabética. Ele também traz sugestões dinâmicas de apps, apps recentes e categorias organizadas automaticamente.

Além disso, com o Picture in Picture, é possível agora navegar por apps no iPhone enquanto você estiver assistindo a vídeos. O modo PiP funciona no canto da tela, redimensionando-o. A grande questão aqui é que foi mostrado com um produto dela. Será que vai funcionar para outros serviços concorrentes como YouTube, Netflix e Amazon Prime Video?

Ele trará um tradutor para concorrer com o Google Tradutor. Através da Siri e da solução Tradutor, com Inteligência Artificial aprimorada, a Apple espera ganhar espaço no mercado. Assim como o concorrente, ele funciona offline e traz vários idiomas, bem menos que o Google. Entre eles está o português, mas não dá pra saber se é o de Portugal ou o brasileiro.

Ele traz, inclusive, um modo de conversação que promete facilitar a comunicação entre duas pessoas que falam idiomas diferentes. Para isso, basta colocar o iPhone em modo paisagem (horizontal).

Infelizmente, para nós jornalistas, não se falou em gravação de ligação telefônica nativa no iOS. Veremos futuramente.

A atualização do iOS 14 estará disponível para os iPhones a partir do 6s. Sinceramente. Eu só atualizaria se tivesse o iPhone Plus pra cima.

Mapas

Há muito tempo a Apple tenta apagar o mico que foi nos primórdios do serviço. O Google Maps ou Waze (que é do Google) dão banho, especialmente fora dos EUA, no Maps da Apple. Porém, nesta nova atualização há novidades que prometem acabar com isso. Haverá guias locais com melhores restaurantes pertos de você que podem ser salvos, inclusive, pelo usuário. Os novos mapas chegarão ao Reino Unido, à Irlanda e ao Canadá ainda este ano.

Para quem não está de carro há um guia para melhores rotas para bicicletas. Também tem espaço para carros elétricos para você pensar suas rotas sabendo onde você vai poder guiar e passar em um “posto” para o seu veículo elétrico.

Sobre o CarPlay, foi mostrado como o iPhone poderá desbloquear o seu veículo via CarKey. Vai começar com a BMW. A tecnologia usa NFC. A promessa é que você consiga, ao perder o aparelho ou trocá-lo, cancelar essa chave e ainda compartilhar a chave do carro para outras pessoas.

IPadOS

O iPadOS também vem com novidades na versão 14. Entre elas, a principal, é que o Apple Pencil está ganhando o recurso Scribble, convertendo texto manuscrito em qualquer app por todo o sistema. A ideia é que a escrita manual surja como se fosse digitada. O Scribble reconhece múltiplos idiomas numa mesma linha, como inglês e chinês.

Quando testei recurso similar em notebook da Samsung nem sempre ele reconheceu. Será que a Apple irá superar a Samsung nisso?

A busca do Spotlight do iPadOS está muito mais parecida com a que vemos no MacOS. O conteúdo fica no centro.

Os equipamentos compatíveis com o iPadOS 15 são:

  • iPad Pro 12.9 polegadas (4ª geração)
  • iPad Pro 11 polegadas (2ª geração)
  • iPad Pro 12.9 polegadas (3ª geração)
  • iPad Pro 11 polegadas (1ª geração)
  • iPad Pro 12.9 polegadas (2ª geração)
  • iPad Pro 12.9 polegadas (1ª geração)
  • iPad Pro 10.5 polegadas
  • iPado Pro 9.7 polegadas
  • iPad (7ª geração)
  • iPad (6ª geração)
  • iPad (5ª geração)
  • iPad  mini (5ª geração)
  • iPad mini 4
  • iPad Air (3ª geração)
  • iPad Air 2

AirPods

Ele traz como principal atualização que é o áudio espacial como no cinema que o som te cercasse. Outra novidade é você estar vendo um filme no Mac e ao atender uma ligação no iPhone ele transfere o áudio automaticamente.

WatchOS

O watchOS 7 traz a opção de um mesmo app oferecer mais informações ao mesmo tempo na tela do relógio. Você poderá compartilhar seus mostradores, direções para usuários de bicicletas e rastreadores de sono. Este último promete ajudar a relaxar até cair no sono, por exemplo. Relatórios estarão presentes no iPhone e no próprio Apple Watch.

Mas o destaque foi o app Exercício que pode tirar você do mundo sedentário com maior facilidade. E isso qualquer tipo de exercício.

Até análise de lavar a mão, de forma suficiente, estará presente no watchOS 7. Exagerado? Talvez não em tempos de pandemia.

Equipamentos que vão rodar o watchOS 7:

  • Apple Watch Series 3
  • Apple Watch Series 4
  • Apple Watch Series 5

MacOS 11

O macOS 11 Big Sur terá muitas mudanças com novo design e apps nativos. Parece muito com o layout do iOS. Os aplicativos ganharam ícones baseados no iOS (como o Mail, o Fotos e a suíte iWork), inclusive. O Finder lembra o app Arquivos.

O Safari, garante a Apple, segue sendo o navegador mais rápido e mais seguro. Ele oferece 50% mais veloz na abertura das páginas. Ele monitora suas senhas salvas para alertar quando há vazamento de dados ou invasões dos sites que suas senhas são usadas.

Os equipamentos que estarão disponíveis para macOS 11 Big Sur:

  • MacBook 2015 em diante
  • MacBook Air 2013 em diante
  • MacBook Pro de 2013 em diante
  • Mac Mini de 2014 em diante
  • iMac de 2014 em diante
  • iMac Pro de 2017 em diante
  • Mac Pro de 2013 em diante
15:38 · 21.06.2020 / atualizado às 06:39 · 22.06.2020 por

A Conferência Mundial de Desenvolvedores Apple (WWDC, na sigla em inglês) 2020 deve trazer muitas novidades de hardware e software em produtos e sistemas operacionais da Apple. O evento é mais voltado para desenvolvedores, mas ultimamente tem trazido muita coisa interessante para consumidores finais.

Este ano há muitas novidades esperadas. Entre elas as principais são o fim (ou interrupção temporária) da parceria com a Intel para os MacBooks, um novo e mais profissional AirPod e o iOS 14 com recursos novos, entre eles a opção de gravação telefônica embutida.

Mac sem Intel

Uma das maiores apostas dos especuladores é que amanhã, 22/6, veremos MacBooks sem o chip Intel e sim ARM, o mesmo que já está embarcado em iPhones e iPads. Além do óbvio maior controle de todo o processo de produção dos computadores portáteis, a ideia da Apple deve ser fazer os MacBooks terem baterias ainda mais potentes e esquentando menos.

AirPods por US$ 349

Por singelos US$ 349 você poderá obter o mais novo AiPod da Apple: o Studio. Ele vir[a com chip H1 e terá conexão rápida com os aparelhos da Apple e ativação por voz. Este precinho nada camarada é para torná-lo produto diferenciado. Se você trabalha profissionalmente pode ser uma opção. Caso contrário é melhor evitar.

Novidades iOS 14

O iOS 14, voltado para os iPhones, trará, finalmente, uma opção de gravar suas ligações telefônicas. Esta opção embutida e já no preço da brincadeira é mais do que necessária para alguns profissionais como jornalistas e até mesmo agentes da lei.

Outras novidades do sistema operacional dos iPhones será suporte à Apple Pencil e o Safari, navegador padrão da Maçã com tradução própria e automática – espero que possamos desativar a tradução manualmente e sem dificuldades.

Outros sistemas

Por falar em sistemas operacionais, durante o evento o iPadOS 14, tvOS 14, MacOS 10.16 e o watchOS 14 serão apresentados. Este último deverá deixar o Apple Watch ainda mais independente do iPhone. E isso é muito bom.

iPads

Sim, teremos novidades nos modelos iPad Air e Mini, este último, sinceramente já deu o que tinha que dar. O modelo Air terá um visual e recursos muito próximos do modelo Pro. E isso, infelizmente, é de causar uma confusão desnecessária. Ganha o cliente se o Air tiver preço bem inferior.

O iPad Mini viria com 8 polegadas, sendo pouco maior que o maior dos novos iPhones. Sem necessidade, não é mesmo?

Mais

Além disso deveremos ver uma nova Apple TV 4K com armazenamentos de 64GB e 128GB e chips A12X ou A12Z. Novos HomePods, aquelas caixas de som smart e medonhas da Apple que já vi gente chorando que comprou e ficou com um horrível peso de porta em casa depois que o equipamento parou de funcionar. Porém, com tantos Echo Dots sendo lançados pela Amazon, duvido que a Apple dê pra trás neste projeto.

Sim, veremos um novo iMac na WWDC 2020. Eles viriam sem os drives Fusion e sim com SSD apenas e placas de vídeo dedicadas com tecnologia AMD. Devem manter parceria com a Intel, provavelmente a família 10, mas o destaque maior estará para o monitor. Deve vir com bordas finas como o Pro Display XDR.

E você? O que acha que de mais legal veremos?

18:33 · 19.06.2020 / atualizado às 18:44 · 19.06.2020 por

Em comunicado oficial enviado para a imprensa, a organização do Brasil Game Show (BGS) informou que o evento deste ano que seria de 8 a 12 de outubro passou para o mesmo período de 2021 no mesmo Expo Center Norte, em São Paulo. O motivo foi todo o cenário de incertezas causado pela pandemia do novo coronavírus. A BGS provavelmente é o maior evento do gênero no Brasil e a não realização dela é um sinal que as coisas não voltarão ao normal tão cedo.

“Adiar a 13ª edição da BGS para 2021 foi uma decisão difícil. Foram ouvidos visitantes, expositores, parceiros, patrocinadores, colaboradores e equipe interna. Apaixonados por games, todos gostariam de estar juntos novamente. Mas, nesse momento triste e sem precedentes, essa era a decisão responsável a tomar, pensando na saúde e bem-estar de todos”, informa a nota.

Ainda na nota, eles falam que devido ao cenário de incertezas, a BGS optou por não surpreender expositores, patrocinadores e público com mudanças repentinas que inviabilizariam o planejamento e a organização, provocando ainda mais decepções e transtornos em um ano já tão difícil para todos.

“Os visitantes que já adquiriram os ingressos para a BGS 2020 têm suas entradas garantidas na 13ª edição da Brasil Game Show, em outubro de 2021. Eles contarão com bônus e benefícios exclusivos, o Superingresso, cujas vantagens estão detalhadas no site da Brasil Game Show. No aquecimento para a 13ª edição da BGS acontecerão várias atividades digitais, cuja programação será detalhada nas próximas semanas”, finaliza a nota.

09:52 · 15.06.2020 / atualizado às 10:05 · 26.06.2020 por

Visa, Cielo e Mastercard anunciam, nesta segunda, 15, que estão trabalhando em parceria com o Facebook para impulsionar a nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp no Brasil.

>>>WhatsApp trabalha para liberar pagamentos via app junto a autoridades brasileiras

A Visa, com a adição da tecnologia de pagamento segura da empresa, ofertará aos usuários do WhatsApp a possibilidade de enviar e receber dinheiro para amigos e familiares, e até efetuar compras de pequenos negócios no popular serviço global de mensagens com a promessa de rapidez e segurança, principalmente segurança. Cartões Visa emitidos pelo Banco do Brasil (BB) e Sicredi já estão ativos no sistema para pessoas comuns. Empresas precisam criar uma conta no WhatsApp Business.

Os pagamentos via WhatsApp serão possíveis graças aos recursos das soluções Visa Direct, que fornece pagamentos em tempo real por meio da rede global da Visa, e ao novo recurso de segurança Visa Cloud Token, que é lançado globalmente hoje, 15, em conjunto aos pagamentos pelo WhatsApp.

“Usuários do WhatsApp no Brasil agora podem fazer transferências de dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos para empresas. Ou seja, os pequenos e médios empresários também contam com mais uma opção para aceitar pagamentos, utilizando os recursos de mensagens de uma plataforma que já é familiar a eles”, afirma Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil. “É de grande importância para a Visa ajudar a habilitar esta nova funcionalidade do WhatsApp, por meio das nossas tecnologias de pagamento. O Visa Direct e a nova solução Visa Cloud Token auxiliarão consumidores a comprar e a pagar digitalmente, além de oferecer aos comerciantes mais uma opção de pagamento”, explica o executivo.

Até agora, as transações globais com o uso da solução Visa Direct cresceram aproximadamente 70% em todo o período da Covid-19. Com a adição de pagamentos pelo WhatsApp, o Visa Direct segue oferecendo os serviços P2P (peer to peer) nas principais plataformas digitais globais.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”

Cielo

A Cielo também irá trabalhar em parceria com o WhatsApp para as missões de pagamento e transferência.  Para fazer transferências de pessoa para pessoa é necessário cadastrar e validar o cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp. Essas transações não serão possíveis na modalidade crédito. As pessoas poderão enviar no máximo R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia no limite de R$ 5 mil por mês.

Já o pagamento de pessoa para empresas que operam no app WhatsApp Business funcionará nas modalidades débito e crédito, sem limite de valor. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias nas transações de crédito. Será cobrada do comerciante uma taxa de 3,99% por transação tanto no crédito quanto no débito. Para realizar as vendas, os estabelecimentos comerciais devem se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp Business, de forma simples e integrada. O uso da ferramenta dispensa a compra ou aluguel de máquinas.

O cartão também precisa ser validado pelos bancos antes de o usuário do WhatsApp poder utilizar a ferramenta, o que torna as transações ainda mais seguras.

“A Cielo está orgulhosa de participar desse projeto histórico, que vai simplificar a vida das pessoas e impulsionar negócios pelo WhatsApp, aplicativo presente em milhões de smartphones no país. A tecnologia vai ajudar a tirar empresas da informalidade e na inclusão financeira. O lançamento do serviço torna-se ainda mais importante para superarmos o momento delicado provocado pela pandemia”, afirma Paulo Caffarelli, presidente da Cielo. “Com a solução oferecida, a Cielo inaugura um novo momento no mercado de pagamentos, que vai muito além da maquininha, e prova que a inovação está no nosso DNA”, completa.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira”.

Mastercard

A Mastercard também anunciou hoje a ampliação de sua parceria com o Facebook para oferecer aos brasileiros a possibilidade de enviarem e receberem dinheiro para amigos e familiares no aplicativo WhatsApp. Os portadores de cartões Mastercard que fazem transações bancárias com Nubank e Sicredi serão os primeiros no Brasil a utilizarem a ferramenta no WhatsApp. Em breve, mais parceiros bancários devem aderir ao programa.

Utilizando o Mastercard Send, milhões de usuários do WhatsApp agora podem usar seus telefones para transferir dinheiro de forma simples e fácil, instantaneamente (24 horas por dia, 7 dias por semana). Ao passo que as medidas de distanciamento social incentivam os consumidores a procurarem por métodos alternativos de pagar sem toque.

O pioneirismo do Brasil

Gradualmente, a partir de hoje, 15, os usuários brasileiros selecionados pelo WhatsApp começarão a ver a opção de pagamento no aplicativo. Até o momento, poderão enviar e receber dinheiro os consumidores que configurarem suas contas adicionando cartões Visa emitidos pelo Sicredi e pelo Banco do Brasil. Já as pequenas e médias empresas precisam criar uma conta usando o aplicativo WhatsApp Business para receber pagamentos de clientes.

“Nós observamos que as pessoas têm mudado sua forma de interagir e consumir. Trabalhamos para fazer parte desse dia-a-dia de forma fluida e integrada, sem atrito, de maneira quase imperceptível. Nosso cliente usa o WhatsApp para se comunicar com amigos, família, empresas, inclusive para ser atendido e fazer transações no próprio Banco do Brasil. Agora, vai poder usar esse canal também como solução de pagamento. É mais uma opção de pagamento digital que reduz a circulação de papel moeda e traz segurança e comodidade ao cliente”, afirma Edson Costa, Diretor de Meios de Pagamentos do BB.

“Essa é uma novidade que reforça o nosso direcionamento em oferecer soluções digitais que gerem conveniência aos nossos associados. Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar essa solução para todos eles, inclusive os da conta 100% digital Woop Sicredi”, declara Cidmar Stoffel, diretor de Produtos e Negócios do Sicredi.

Visa Cloud Token

À medida que consumidores expandem o uso de dispositivos para compras on-line, a Visa ativou uma nova solução baseada na nuvem que permite mais flexibilidade em seus vários dispositivos. Visa Cloud Tokens são soluções que protegem e removem informações confidenciais de pagamento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco. Isto ajudará a manter as transações ainda mais seguras em todos os dispositivos, com o uso da biometria ou de soluções que avaliem ameaças em tempo real.

Os consumidores brasileiros são os primeiros do mundo a usar a nova tecnologia Visa Cloud Token para fazer pagamentos seguros no WhatsApp.

“Nossos consumidores no Brasil podem enviar e receber dinheiro com a certeza de que seus pagamentos feitos pelo WhatsApp são tão seguros quanto qualquer outra transação da Visa”, reforça Ruben Salazar, VP sênior de Soluções e Inovação para a Visa América Latina e Caribe. “Os aplicativos permitem que pagamentos sejam feitos por qualquer dispositivo com conexão à internet, não apenas telefones. Assim, a Visa continuará inovando e aplicando os melhores recursos de segurança e combate a fraudes em pagamentos digitais, à medida que expande a tecnologia para todo a região”, afirma Salazar.

Entre as soluções utilizadas para o WhatsApp Payments está a Cloud Token Framework, que remove os riscos operacionais relacionados à proteção de dados para comerciantes e operadoras de celular, reduzindo etapas e atritos desnecessários para o consumidor. A solução também permite que a Visa implemente os recursos de segurança mais recentes tanto para a rede quanto para a instituição financeira.

Promover a nova geração de transferência de dinheiro em tempo real entre consumidores e empresas reafirma a missão da Visa de conectar o mundo por meio de uma rede de pagamentos digitais inovadora, confiável e segura, contribuindo com a prosperidade de indivíduos, empresas e economia.

Segurança

O meu maior medo com relação a essa modalidade de pagamento chama-se clonagem de WhatsApp. Hoje em dia, já temos muita gente que cai em golpe assim e tem perdas financeiras de amigos que emprestam a pessoa lesada pelo golpista. Minha dúvida é saber como fica a segurança nestes casos. Para isso, questionamos as empresas para saber que margem de segurança trabalham para evitar que, após ter o aplicativo invadido por criminosos, como o cliente pode ter alguma camada de segurança extra para que as transações não ocorram.

A Visa nos respondeu.  Segundo a empresa, além dos mecanismos de segurança já implementados pelo WhatsApp, a nova funcionalidade de pagamentos no aplicativo conta com a tecnologia Visa Cloud Token, desenvolvida pela Visa e implementada no Brasil pela primeira vez no mundo, que promete ajudar a proteger e remover informações como o número do cartão, código de segurança (CVV) e data de vencimento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança na nuvem. “Assim, somente após a validação do consumidor real, a credencial de pagamentos estará apta para efetuar a transação, seja ela entre pessoas ou entre pessoas e estabelecimentos comerciais. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco emissor do cartão em que o consumidor está transacionando”, finalizam.

A Cielo esclarece que as transações de pagamento pelo WhatsApp são seguras e contam com “as mais modernas tecnologias e controles antifraude e de prevenção a lavagem de dinheiro de todas as empresas envolvidas na solução. Todo pagamento feito no WhatsApp é protegido por diversas camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular – e processado com seguridade”.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da Cielo, as transações contam com a robusta estrutura de segurança da companhia, que atende a rígidas normas de prevenção a fraude”. De acordo com a empresa, o cartão do usuário precisa da validação dos bancos antes de utilizar a ferramenta do WhatsApp, o que torna as transações ainda mais seguras. “Ou seja, para efetuar a transação é necessário digitar a senha específica para pagamentos, que precisa ser autenticada a cada transação (por meio de token) e de acordo com a tecnologia e configuração de cada aparelho (biometria, reconhecimento facial, senha numérica, etc.). Nos eventuais casos de fraude, a Cielo conta com mecanismos de segurança para bloquear as transações suspeitas até que a situação do usuário seja analisada especificamente pela equipe dedicada ao monitoramento”, encerra a nota.

Reforçando que você não deve dar o conjunto de 6 dígitos que dá acesso a terceiros a seu WhatsApp a ninguém. Eles geralmente ligam ou mandam mensagens falando que seu app bancário ou conta bancária foi invadido e que querem te ajudar a recuperar ou que sua conta em sites de negociação de produtos usados foi corrompida e que precisam fazer testes de segurança. Não repassem.

Além disso, e mais importante: coloquem camadas de proteção no seu WhatsApp. Além da senha de 6 dígitos use o verificador por digital. Só assim, você terá mais proteção.

Infográfico enviado pela Visa mostra como vai funcionar os pagamentos e transferências e o esquema de segurança também
07:11 · 15.06.2020 / atualizado às 07:11 · 15.06.2020 por

Se analisarmos o preço futuro do PlayStation 5, console da Sony a ser lançado ainda este ano no mundo, inclusive no Brasil, veremos que quem está interessado em comprá-lo terá que gastar bastante. Isso porque, na loja britânica da Amazon o preço vazado para a pré-venda do produto é de 600 libras, valor de US$ 765 e R$ 3.863,25 em conversão direta (dólar era R$ 5,05 quando fechamos este texto).

Logicamente não vai ficar só nisso. Além do valor da cotação pesam as taxas de importação e lucro local. Então, não é nada impossível que o mesmo valor seja o dobro ou mais. Quando o PlayStation chegou aqui pelo preço inicial de R$ 3.999, lá fora era vendido por US$ 499 e US$ 599 na cotação de R$ 2,2. Veja, era pra custar pouco mais que o dobro, ou seja, R$ 1.097 e R$ 1.317,80. Por esse motivo o console pode chegar ao país proibitivo. E a velha forma viajar para se divertir e trazê-lo poderá ser, outra vez, a melhor saída.

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