Categoria: 5G


13:16 · 08.07.2020 / atualizado às 13:22 · 08.07.2020 por

A Claro resolveu não esperar o encantado leilão do 5G que deve ficar para o primeiro semestre de 2021 (isso se não for adiado outra vez) e lançou, apenas em 9 bairros da capital do Rio de Janeiro e 14 pontos na capital de São Paulo (12 bairros e as áreas das avenidas Berrini e Paulista), o serviço 5G vai utilizar o compartilhamento dinâmico de espectro ou DSS, na sigla em inglês. Somente na próxima semana os locais terão o início efetivo do 5G DSS. Lembrando que é preciso ter um smartphone que aceite a tecnologia, como os Motorola Edge+ e Edge, para funcionar.

Os pontos que poderão ter o uso do 5G em São Paulo capital são: Cerqueira César, áreas das avenidas Paulista e Berrini, Paraíso, Ibirapuera, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Pinheiros, Itaim Bibi, Vila Madalena, Santo Amaro e Jardins, bem como a comunidade de Paraisópolis com hotspot para projetos educacionais e de saúde.

No Rio (capital), os bairros são: Barra da Tijuca, Jardim Oceânico, Joá, Lagoa, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana e Leme.

Preço

Neste começo não haverá valores extras para pagar pelo 5G DDS. Segundo a Claro, a recomendação é que quem quiser experimentar o serviço, além de um smartphone compatível com a nova tecnologia, contrate um plano a partir de 50GB. Este, aqui no Ceará, custa R$ 295,89 /mês.

O começo

Em São Paulo, a cobertura 5G DSS da Claro estará disponível inicialmente na região da Avenida Paulista e Jardins. Nas semanas seguintes, vai gradativamente estender-se pelos bairros Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera, além da região da Av. Berrini e também de Santo Amaro, onde fica a sede da Claro em São Paulo. Sem esquecer da comunidade de Paraisópolis com hotspot para projetos educacionais e de saúde.

No Rio de Janeiro, os primeiros pontos de cobertura estarão em Ipanema, Leblon e na Lagoa. Na seqüência devem se expandir por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca, passando por Jardim Oceânico, Joá, São Conrado e Copacabana.

Os critérios de escolha para as primeiras regiões a receberem a cobertura 5G DSS da Claro levaram em conta fatores como demanda atual de tráfego e crescimento ao longo do último ano, infraestrutura de rádios já modernizada para oferta do 4.5G, além da penetração de smartphones de última geração e densidade populacional.

DSS

Através da tecnologia DSS (Dynamic Spectrum Sharing, ou, na tradução, Compartilhamento Dinâmico de Espectro), a rede da Claro passará a distribuir recursos dinamicamente entre os smartphones atuais, que operam nas gerações anteriores, e os novos, que começarão a ser vendidos em breve e que sejam compatíveis com a nova rede 5G DSS.

Com isso, clientes que adquirirem smartphones aptos já poderão ter as primeiras experiências com a tecnologia 5G, com conexões 12 vezes mais velozes que o 4G convencional.
A nova rede 5G DSS da Claro utiliza a tecnologia de Compartilhamento Dinâmico de Espectro da Ericsson para oferecer a quinta geração nas faixas de frequências disponíveis hoje, sendo que o Motorola Edge, em pré-venda a partir de hoje, conta com a tecnologia 5G baseada na plataforma móvel Qualcomm Snapdragon 765 e também compatível com o recurso DSS.

Mesmo assim, a Claro informa que aguarda o leilão para ampliar a oferta de 5G não só nos atuais pontos, mas também no restante do Brasil

Adiamento do leilão

De acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o adiamento do leilão do 5G para o primeiro semestre de 2021, desta vez, se deve por conta da pandemia do novo coronavírus. A doença adiou importantes testes das frequências da nova tecnologia.

Ainda não está claro se o problema com a faixa de 3,5 GHz e os serviços de TV parabólica poderá ser solucionado. O Ministério das Comunicações aguarda mais estudos e isso também pesou para adiar o leilão.

16:57 · 03.07.2020 / atualizado às 16:57 · 03.07.2020 por

O CEO da Angola Cables Antonio Nunes, CEO da Angola Cables, multinacional do setor das TICs que opera cabos submarinos de fibra óptica e datacenters no Brasil, participou do Futurecom Digital Summit – encontro on-line de executivos do setor de Telecom que trouxe uma prévia da 22ª edição do Futurecom, maior evento de tecnologia e transformação digital da América Latina, que acontecerá entre 27 e 29 de outubro no São Paulo Expo.

Dentre os temas abordados pelos executivos, o destaque foi para as mudanças que a pandemia do Covid-19 provocaram no padrão de uso de internet: aceleração da transformação digital, principais aspectos da alteração do perfil do consumidor no uso da internet e tecnologias que estão sendo aplicadas para aperfeiçoar a experiência digital. Nunes revelou que apesar da pandemia, as empresas de Telecom como a Angola Cables, já vinham se preparando para uma demanda maior de consumo de dados por parte dos consumidores. “Então, a Covid-19 não nos pegou de surpresa. O processo de investimento em Telecom sempre foi necessário, embora observemos um impressionante crescimento na demanda neste período de quarentena. Nas redes da Angola Cables no Brasil, por exemplo, o consumo de dados em backbone, backhaul e cabos submarinos aumentou 6 vezes. Na África, o consumo dobrou e no mundo ela triplicou”, disse o executivo.

Os participantes também discorreram sobre o ambiente regulatório e tributário do País, que precisa ser aperfeiçoado para que o investimento do setor privado melhore cada vez mais e de forma capilarizada, o acesso da população mais pobre à internet; e também como as empresas estão se adaptando para atender às suas bases de clientes.

Os debatedores também discorreram sobre o 5G no Brasil e a necessidade de as empresas estarem realmente preparadas, para que não ocorra atrasos na entrega da tecnologia quando ela começar a ser implementada, uma vez que terá impacto significativo para o crescimento do PIB do Pais nos próximos 20 ou 30 anos.

“As operadoras de Telecom que vão operar com a tecnologia precisam ser sustentáveis a longo prazo. Sem isso, a implementação do 5G poderá sofrer diversos adiamentos”, alertou o CEO da Angola Cables.

10:25 · 29.06.2020 / atualizado às 10:25 · 29.06.2020 por

Que tal comprar um iPhone, um dos smartphones mais caros do planeta e não ter um carregador e fone de ouvido na caixa, apenas o cabo USB? É isso que o analista mais furador de lançamentos da Apple garante. Segundo Ming-Chi Kuo, o iPhone 12 virá sim sem os dois acessórios na caixa. Quer tê-los? Compre por fora.

>>>Na Rede Podcast 45: iPhone 12 pode custar mais de R$ 10 mil no Brasil

A remoção seria necessária, informa Kuo, porque o custo de produção do iPhone 12 irá aumentar demais devido à conectividade 5G. Mas, convenhamos, o produto já traz um preço final bem salgado que poderia muito bem incluir os acessórios pelo preço cobrado, mesmo com a elevação dos custos na implantação da nova conectividade.

Hoje, nos EUA, um EarPods com conector lightning, que até agora vem na caixa com o novo iPhone, custa US$ 29. Aqui no Brasil ele é vendido em lojas oficiais por R$ 249. O carregador USB de 5 watts custa, nos EUA, US$ 19. No Brasil ele sai por R$ 149. Agora imagina você pagando US$ 699 lá fora em um iPhone ou R$ 3.999 por aqui e ainda tendo estes custos extras?

Para compensar, a Apple deve oferecer promoções nos AirPods, os fones de ouvido bluetooth. Até imagino a promoção. Visto que no Brasil eles começam a R$ 1.349 e nos EUA o preço inicial é de US$ 159, eles devem tirar 30 dólares lá e 200 reais aqui. E nada mais. Um absurdo total.

Outro benefício que viria, segundo Kuo, seria o lançamento de um carregador de 20 watts que iria substituir os atuais 5W e 18W, mas que seria comprado à parte e não espere um preço camarada.

Pois é meus amigos. Os próximos 4 iPhones da Apple podem não ser revolucionários em termos de novas tecnologias, mas certamente irão trazer mais prejuízos pro seu bolso se você se aventurar a comprá-los.

Fonte: MacRumors

06:49 · 29.05.2020 / atualizado às 09:52 · 28.05.2020 por

Na última quarta-feira (27/5), o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo de Morais, e as assessorias técnica e internacional da Agência debateram com a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), de Portugal, temas de interesse comum sobre o 5G e as iniciativas adotadas no enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19). Pelo regulador português, participaram o conselheiro Sandro Miguel Ferreira Mendonça, a chefe da Divisão de Mercados de Telefonia Fixa e Móvel, Carla Amoroso, e o diretor de Segurança das Comunicações, Manuel Barros.

A Anacom falou sobre a condução do edital de 5G e as consultas públicas promovidas em Portugal. Foram destacadas iniciativas de gerenciamento da alocação do espectro de 700 MHz e aspectos relacionados ao dimensionamento dos blocos de radiofrequências e padrões de competição esperados.

O presidente da Anatel ressaltou como a alocação da faixa de 700 MHz se revelou potente instrumento de ampliação da cobertura móvel e da competição em serviços de dados de alta capacidade. Sobre o edital de 5G, Morais explicou o trabalho desenvolvido pela Agência na elaboração do edital de licitação das radiofrequências e o atual status do processo. Por fim, salientou a importância desse edital, como habilitador de serviços de dados móveis de alta capacidade, e a relevância dos investimentos decorrentes da alocação das radiofrequências.

O diretor Manuel Barros fez uma abordagem histórica e contextualizada sobre as orientações de Segurança Cibernética em Portugal, seus arranjos de governança e a atuação da Anacom sobre o tema. Barros também apresentou pontos sobre a alocação de radiofrequências para o 5G, com destaque para as questões de competição e os protocolos de segurança.

Pela Anatel, o presidente Leonardo de Morais relatou sua percepção geral sobre os elementos principiológicos e técnicos que foram debatidos pelo Conselho Diretor da Agência.

O debate também abrangeu as medidas adotadas para combater a pandemia de Covid-19 e os efeitos dessa crise sobre a demanda e o uso das redes de telecomunicações. Ao final da reunião, as duas instituições concordaram em manter agenda permanente de diálogo e de aproximação, no âmbito da cooperação Anatel-Anacom.

06:39 · 01.04.2020 / atualizado às 07:43 · 30.03.2020 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem quatro consultas públicas em andamento que abordam 5G e segurança cibernética: três envolvem a certificação de equipamentos que serão utilizados nas redes de 5G e uma é sobre questões de cibersegurança.

As consultas públicas 6/2020, 11/2020 e 12/2020 recebem contribuições da sociedade até o dia 2 de maio. Elas tratam dos equipamentos de prestadoras de telefonia móvel celular e de estações de acesso (modems, por exemplo) que serão utilizados nas redes de 5G.

Em resumo, as propostas

– Baseiam-se em referências internacionais.
– Os requisitos abrangem regras gerais de segurança, de software, gerenciamento, funcionais, de configurações iniciais, entre outros.
– As avaliações possíveis da certificação serão realizadas em pós-venda ou em programas específicos, sempre considerando-se a necessidade.
– Abrangem o 5G e outras tecnologias.
– Não criam qualquer restrição a determinado fabricante.
– Abordam as questões de ocupação das faixas, interoperabilidade e qualidade dos serviços, obedecendo as condições estabelecidas na gestão do espectro

Entre as vantagens das três propostas, destacam-se: observação das faixas aprovadas no Brasil; prevenção de interferências; manutenção de um nível mínimo de qualidade e segurança para permitir o desenvolvimento de soluções.

Cibersegurança

A Consulta Pública 13/2020 recebe contribuições até o dia 17 de maio. Ela trata de requisitos mínimos de segurança cibernética para equipamentos terminais que se conectam à internet e para equipamentos de infraestrutura de redes de telecomunicações, tem como objetivo minimizar vulnerabilidades, por intermédio de atualizações de software/firmware ou por recomendações em configurações e em seus mecanismos de gerenciamento remoto. A proposta da Agência está alinhada com as seguintes estratégias de segurança:

Decreto n.º 10.222, de 5 de fevereiro de 2020, que criou a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética, denominada E-Ciber, e preza por contribuir na proteção do espaço cibernético e da segurança nacional, que exigem acompanhamento técnico constante pela relevância e constantes mudanças/evoluções tecnológicas; e
– Instrução Normativa nº 4, de 26 de março de 2020, que dispõe sobre os requisitos mínimos de Segurança Cibernética que devem ser adotados no estabelecimento das redes 5G.

O normativo visa a criar instrumentos regulatórios que objetivem a mitigação das vulnerabilidades dos equipamentos que compõem as infraestruturas de redes e estações terminais de telecomunicações, além de sugerir a utilização de métodos adequados de criptografia para transmissão e armazenamento de dados sensíveis, incluindo informações pessoais.

Entre as vantagens esperadas, a proposta possibilita à Anatel auxiliar na resposta aos ataques cibernéticos nas redes ou equipamentos; fortalece a cultura de segurança cibernética e o ambiente para a realização de discussões; e estabelece compromissos de correção de vulnerabilidades por parte do fabricante.

A regulamentação aborda importantes requisitos para fornecedores de equipamentos para telecomunicações exigindo, entre outros pontos: estabelecer uma política clara de suporte ao produto, especialmente em relação à disponibilização de atualizações para correção de vulnerabilidades de segurança; prover atualizações de segurança por, no mínimo, dois anos após o lançamento do produto ou enquanto o equipamento estiver sendo distribuído ao mercado consumidor; e disponibilizar um canal de comunicação aos usuários.

Além dessa consulta pública, o item 7 da Agenda Regulatória da Anatel prevê a regulamentação de aspectos associados à segurança das redes e prestação dos serviços. Essa proposição busca abarcar, entre outras questões, os aspectos gerais associados à segurança cibernética no âmbito das redes de telecomunicações. O tema foi objeto de consulta pública no início de 2019 e atualmente está no Conselho Diretor, para aprovação de sua versão final.

Os interessados podem contribuir com suas sugestões às consultas por intermédio do Sistema de Acompanhamento de Consultas Públicas (SACP).

06:48 · 13.03.2020 / atualizado às 06:48 · 13.03.2020 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou nesta quinta-feira (12/3), em Brasília (DF), audiência pública sobre a proposta do Edital de Licitação das frequências de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, que serão objeto do leilão de 5G. Segundo expectativa da Anatel, vale registrar, o leilão de 5G será a maior licitação de frequências da história da Agência.

A audiência teve 90 participantes e 16 manifestações orais de representantes de grupos empresariais, de entidades setoriais, da academia e de instituições públicas. As principais questões abordadas pelos oradores trataram da destinação e da divisão das faixas propostas; dos testes de convivência do 5G; do dimensionamento dos compromissos estabelecidos para as frequências; e da ampliação do prazo da Consulta Pública nº 9, de 14 de fevereiro de 2020, que está disponível para contribuições no portal da Anatel até 2 de abril.

O presidente substituto da Anatel, Emmanoel Campelo, abriu a sessão que contou com a presença dos conselheiros Vicente Aquino, Moisés Moreira e Carlos Baigorri e dos superintendentes de Planejamento e Regulamentação, Nilo Pasquali; de Competição, Abraão Balbino e Silva; de Outorga e Recursos à Prestação, Vinicius Caram; e de Controle de Obrigações, substituto, Gustavo Santana Borges.

A apresentação da proposta da Agência foi feita pelo gerente de Regulamentação da Anatel, Felipe Roberto Lima. Os questionamentos feitos pelos participantes foram respondidos pelos quatro superintendentes presentes à audiência, auxiliados pelos gerentes de Espectro, Órbita e Radiodifusão, Agostinho Linhares; e de Acompanhamento Econômico da Prestação, Priscila Evangelista.

As empresas vencedoras da licitação deverão assumir compromissos associados a todas as faixas de frequências, estabelecidos com o objetivo de aumentar a infraestrutura de banda larga fixa e o acesso aos serviços móveis em estradas, pequenas localidades e em áreas de menor interesse comercial, como diagnosticado no Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT).

07:06 · 05.03.2020 / atualizado às 07:07 · 05.03.2020 por

A Audiência Pública da proposta do Edital de Licitação das frequências de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, o Leilão de 5G, vai ser realizada às 14h30 do dia 12 de março, em Brasília. O Leilão de 5G será a maior licitação de frequências da história da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A audiência possibilita à sociedade a manifestação sobre a Consulta Pública nº 9, de 14 de fevereiro de 2020. A Consulta, disponível no portal da Anatel, está aberta a contribuições da sociedade até 2 de abril de 2020. Ela apresenta, entre outros documentos, a proposta do Edital de Licitação do 5G.

As empresas vencedoras da licitação devem assumir compromissos associados a todas as faixas, propostos com o objetivo de aumentar a infraestrutura de banda larga fixa e o acesso aos serviços móveis em estradas e pequenas localidades, áreas de menor interesse comercial, conforme delineado pelo Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT).

O Aviso da Audiência Pública está no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4/3).

Audiência Pública da proposta de Edital de Licitação das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz
Data: 12 de março de 2020 Horário: das 14h30 às 17h30
Local: Anatel Sede – Miniauditório, SAUS Quadra 6, Bloco E, 2º andar – Brasília – DF

06:55 · 18.02.2020 / atualizado às 08:05 · 18.02.2020 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu nesta segunda-feira (17/2) a Consulta Pública nº 9, sobre o Edital de Licitação das faixas de radiofrequências que permitirão a implementação da tecnologia de quinta geração (5G) no Brasil. As contribuições da sociedade podem ser feitas até o dia 2 de abril e, nesse período, haverá uma audiência pública em Brasília/DF, em data a ser definida.

Este será o maior leilão de frequências na história da Anatel. O Edital propõe a licitação das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz e traz, como novidade, a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz.

A área técnica da Agência confirmou a viabilidade para a inclusão dessa faixa, que poderá prever o ressarcimento às operadoras de satélite que hoje operam na chamada “banda C estendida”, que coincide com esses 100 MHz.

Com a adição de mais banda em 3,5 GHz – principal faixa para o desenvolvimento do 5G –, será possível atender de maneira mais abrangente as demandas que foram apresentadas, destacando-se as das Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), que poderão fazer parte do desenvolvimento dessa nova tecnologia.

Os compromissos associados a todas as faixas foram propostos com o objetivo de aumentar a infraestrutura de banda larga fixa e o acesso aos serviços móveis em áreas de menor interesse comercial, conforme delineado pelo Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT).

Com relação às possíveis interferências causadas pelo 5G na recepção da TV aberta por satélite (TVRO, do inglês Television receive-only), a proposta aprovada adota um modelo semelhante ao utilizado para a faixa de 700 MHz, com a criação de um grupo coordenado pela Agência e de uma entidade terceira e independente para operacionalizar a solução. A proposta alinha-se à política pública definida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) por meio da Portaria 418/2020.

Para o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, o edital propõe compromissos de investimentos e não, apenas, arrecadatórios, “o que possibilitará mais infraestrutura, com maior nível de serviços e, consequentemente, mais benefícios aos consumidores e à economia nacional”, explica Morais.

07:15 · 13.02.2020 / atualizado às 07:21 · 13.02.2020 por

Devido a muitas empresas terem desistido de participar no Mobile World Congress 2020 (MWC), por conta da ameaça do coronavírus, a GSMA, organizadora do evento, após reunião de 6 horas com 26 representantes das principais empresas de telefonia móvel do mundo, decidiu cancelar o evento que aconteceria de 24 a 27 de fevereiro próximos.

A decisão é inédita em 33 anos do evento que é o maior sobre tecnologia móvel do mundo e acontece em Barcelona, na Espanha. Esta seria a edição do 5G com várias novidades, mas acabou ruindo por conta da saída de muitas empresas como LG, ZTE, Ericsson, Sony, Amdocs, CommScore, Nvidia, Viavi, NTT Docomo, Facebook, Cisco, Nokia, BT e HMD.

Veja o alerta da MWC:

06:34 · 07.02.2020 / atualizado às 06:35 · 07.02.2020 por

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, nesta quinta-feira (6/2), proposta de Edital de Licitação das faixas de radiofrequências que permitirão a implementação da tecnologia de quinta geração (5G) no Brasil. A Consulta Pública terá 45 dias para as contribuições da sociedade, que poderá apresentar suas sugestões também durante uma audiência pública que será realizada em Brasília/DF, em data a ser definida.

A proposta aprovada para o Edital de Licitação das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz buscou atingir consenso entre os membros do colegiado e foi baseada em elementos das duas propostas anteriores, apresentadas pelos conselheiros Vicente Aquino e Emmanoel Campelo.

O intervalo resultante dos pedidos de vista à matéria possibilitou a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz, conforme proposto pelas entidades que representam as empresas e a indústria do setor de telecomunicações. A área técnica da Agência confirmou a viabilidade para a inclusão dessa faixa, que poderá prever o ressarcimento às operadoras de satélite que hoje operam na chamada “banda C estendida”, que coincide com esses 100 MHz.

Com a adição de mais banda, nessa que será a principal faixa para o desenvolvimento do 5G, será possível atender de maneira mais abrangente as demandas que foram apresentadas, destacando-se as das Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), que poderão fazer parte do desenvolvimento dessa nova tecnologia.

Os compromissos associados a todas as faixas foram propostos com o objetivo de aumentar a infraestrutura de banda larga fixa e o acesso aos serviços móveis em áreas de menor interesse comercial, conforme delineado pelo Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT).

Com relação às possíveis interferências causadas pelo 5G na recepção da TV aberta por satélite (TVRO, do inglês Television receive-only), a proposta aprovada endereça a solução através de modelo semelhante ao adotado para a faixa de 700 MHz, com a criação de um grupo coordenado pela Anatel e de uma entidade terceira e independente para operacionalizar a solução. Detalhes sobre o modelo a ser adotado ainda serão definidos e levarão em consideração os testes de campo que serão realizados e as contribuições encaminhadas à Consulta Pública. Dessa forma, a proposta se alinha com a política pública definida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) na Portaria 418/2020.

O presidente da Agência, Leonardo Euler de Morais, destacou a relevância da deliberação do Conselho Diretor, que “permitirá realizar a maior licitação de faixas de frequências da história da Anatel”. Segundo Morais, o edital propõe compromissos de investimentos e não, apenas, arrecadatórios – o que possibilitará mais infraestrutura, com maior nível de serviços e, consequentemente, mais benefícios aos consumidores e à economia nacional.

A tabela abaixo ilustra como estão divididas as faixas de frequências na proposta que vai a Consulta Pública:

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