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Categoria: 5G


11:33 · 25.06.2017 / atualizado às 11:33 · 25.06.2017 por

Assim como a TIM, a Claro afirmou que já está testando a conexão banda larga móvel de frequência de 700 MHz há algum tempo. No caso da operadora Claro, desde 2015 quando testou a frequência na cidade de Anápolis, em Goiás. Em dezembro desse mesmo ano foi a vez de Rio Verde/GO, primeiro município brasileiro a desligar o sinal analógico de TV. “A ativação do 700MHz e a introdução da tecnologia 4,5G colocam a prestação do serviço móvel pessoal num novo patamar”, garante comunicado da Claro enviado por e-mail.

Recentemente, a Claro realizou a implantação do 4,5G em Brasília, primeira capital a liberar a faixa de 700 Mhz para uso em telefonia móvel. As primeiras células de transmissão com a nova tecnologia foram ativas assim que a Anatel liberou a utilização do novo espectro, garante comunicado enviado pela Claro. Também conhecida como LTE-Advanced Pro, permite que se agregue várias faixas de frequência na mesma portadora da estação radiobase (ERB). Com isso é possível usar o sinal de modo mais eficiente e obter melhor uso dos recursos da rede, garante a assessoria de imprensa da operadora.

A operadora reforça que todos os usuários com aparelhos 4G, mesmo que não suportem a agregação das faixas, usufruirão o benefício de ter mais capacidade na rede, utilizando ou não as novas faixas de frequência implantadas. Isso acontece porque os celulares compatíveis passam a transmitir na nova frequência e a demanda sobre a antiga diminui, dando maior capacidade de transmissão para todos.

Sobre quando a frequência de 700 MHz estará disponível em Fortaleza, a assessoria de imprensa da Claro informa que a ampliação do 4,5G depende das liberações da faixa de 700MHz que está ligado diretamente ao desligamento da TV analógica e limpeza da faixa de espectro de 700 MHz.

“Todo este processo segue o cronograma do Gired e, diante disso, a Claro entende que se o cronograma não for afetado a expansão seguirá como planejado. Além disso, é necessário fazer investimentos e implantar novos equipamentos nas torres de transmissão das cidades onde a frequência nova é liberada”, finaliza a operadora.

09:34 · 30.10.2015 / atualizado às 09:40 · 30.10.2015 por
Estrutura de sinal 4G que deve ser modificada com o 5G
Estrutura de sinal 4G que deve ser modificada com o 5G

A expansão de acessos à banda larga móvel criará, no futuro, maior demanda de dados transmitidos através de redes sem fio, gerada não somente por conexões humanas, mas também por comunicações de máquinas e objetos conectados, de acordo com os últimos estudos divulgados pela 4G Americas.

A massificação de dispositivos eletrônicos, como os smartphones, permitirá que mais usuários possam se beneficiar das redes móveis, ao tempo em que segmentos como a indústria, a saúde e o transporte incorporarão aplicações baseadas em transmissão de informações através de objetos e máquinas. Este aumento de dispositivos conectados abre a porta para novas tecnologias que atenderão à complexidade destes novos cenários.

A próxima geração móvel deverá cumprir os requerimentos e especificações definidas para o programa IMT-2020, nome dado pela União Internacional das Telecomunicações (UIT). O padrão das que serão conhecidas como tecnologias 5G ainda não existe, mas cronogramas como o proposto pela UIT mostram que poderia ser definido para 2016 (com testes, inclusive na Universidade Federal do Ceará), visando aos primeiros lançamentos comerciais para 2020 aproximadamente.

Conceitualmente, a 5G se comporta como um ecossistema de redes para atender à demanda de dados móveis projetados para 2020. Isto é, esta geração vai além da procura de maiores velocidades na transmissão de dados, visando a um ecossistema com capacidade de entrega eficiente de serviços sem fio entre máquinas, coisas e pessoas.

Além da padronização de tecnologias abrangidas pela “5G”, será necessária a identificação e harmonização de bandas de frequência radioelétrica que permitam habilitar este ecossistema. Empresas e órgãos do mundo inteiro já estão trabalhando para isto em fóruns internacionais, como os da UIT e da Comissão Interamericana das Telecomunicações (CITEL). Por exemplo, nas próximas Conferências Mundiais de Radiocomunicações da UIT, programadas para novembro de 2015 e 2019, a agenda incluirá temas como a identificação de bandas de frequência aproveitáveis para o IMT-2020, chegando a envolver frequências de até mais de 5 GHz.

Para aproveitar a próxima geração móvel em aspectos como entretenimento, produtividade e desenvolvimento social, é preciso desenvolver uma nova arquitetura considerando novas interfaces de rádio, redes de transporte, dispositivos e tecnologia de acesso múltiplo ao espectro disponível.

Para tal, a evolução das tecnologias atuais é um elemento essencial. Muitos dos avanços previstos para a 5G serão também incorporados nos próximos anos para a evolução de tecnologias 4G. Os saltos entre gerações móveis não ocorrem de maneira espontânea, eles se nutrem do aprimoramento das tecnologias disponíveis. No caso da 5G, a otimização de LTE e LTE-Advanced será um fator que dará forma às bases desta nova arquitetura de redes sem fio.

O 5G deve começar os testes em 2016 na UFC e entrar em operação comercial em 2020
O 5G deve começar os testes em 2016 na UFC e entrar em operação comercial em 2020