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Categoria: Android


07:46 · 02.12.2016 / atualizado às 07:51 · 02.12.2016 por
prisma
Prisma ganhou como melhor app

O Google Play anunciou hos melhores aplicativos e games do ano na loja brasileira para usuários do sistema operacional Android. Eles foram escolhidos por uma painel de especialistas do Google Play.

Os grandes vencedores foram Clash Royale, como melhor game, e Prisma, como melhor aplicativo.

Na categoria Apps Feitos no Brasil, foram selecionados Eu desafio você, Magazine Luiza, Voz do Narrador, Skina e Cuponeria.

Clash Royale ganhou como melhor game
Clash Royale ganhou como melhor game

Os aplicativos da categoria Top Trending foram selecionados baseado em downloads, interesses dos usuários e cultura pop. Já os games desta categoria foram selecionados baseado em downloads.

Melhor App
Prisma

Melhor Game
Clash Royale

Top Trending Apps
Tap Emoji Keyboard
TopBuzz: Grátis Video & GIF
Google Duo
Camera360 Lite
Troca Faces 2

Top Trending Games
Stick War: Legacy
Dream League Soccer
Traffic Rider
Talking Tom: Corrida do Ouro
Pokémon Go

App mais inovador
Photomath
Boa Consulta
WiFi You
AmpMe
ShareTheMeal

Apps feitos no Brasil
Eu desafio Você
Magazine Luiza
Voz do Narrador
Skina
Cuponeria

Game mais inovador
Pokémon Go
Reigns
Rodeo Stampede: Sky Zoo Safari
The Trail
Lost in Harmony

Apps mais bonitos
Colorfy
Kitchen Stories
Adobe Illustrator Draw
PicsArt
Airbnb

Game mais competitivo
Plants vs Zombies: Heroes
Animation Throwdown: TQFC
Marvel Torneio de Campeões
Rival Fire
Dream League Soccer

Apps mais divertidos
MSQRD
Violin Magical Bow
Tastemade
Musical.ly
CastBox

Melhor Game Indie
Abyssrium
Mini Metro
Tower Crush
PewDiePie´s Tuber Simulator
Hovercraft: Takedown

Melhores apps para a família
Toca Life: Farm
Todo Math
YouTube Kids
Disney Emoji Blitz
Mônica Toy TV

Games mais emocionantes
Star Wars: Galaxy of Heroes
Traffic Rider
CSR Racing 2
War Robots
Fifa Mobile

Melhores apps de aperfeiçoamento pessoal
30 Day Fit Challenge Workout
Mobills
Memrise
Tecnonutri
Zen – Meditações e Reflexões

Game mais irresistível
Best Friends Forever
Gardenscapes – New Acres
Farm Heroes Super Saga
Vlogger Go Viral – Clicker
Stack

Game mais bonito
Mobius Final Fantasy
Alto´s Adventure
Lost Journey
Olympus Rising
Mekorama

11:21 · 23.08.2016 / atualizado às 12:19 · 23.08.2016 por
Note 7, leve e rápido, mas conseguiu ficar atrás do iPhone 6s em testes
Note 7, leve e rápido, mas conseguiu ficar atrás do iPhone 6s em testes

Em testes do PhoneBuff, foi mostrado que o novíssimo Samsung Galaxy Note 7 consegue ser mais lento que o iPhone 6s lançado há 1 ano. O Samsung Galaxy Note 7 levou 2min4s para rodar quatorze apps e renderizar um vídeo; o iPhone 6s, lançado há 1 ano, fez tudo isso em apenas 1min21s. O que causou esta, digamos, lentidão, por parte do aparelho da Samsung frente a um smartphone que já está há 1 ano no mercado? Perguntamos para a assessoria de imprensa da Samsung no Brasil e, segundo a resposta enviada por e-mail, eles não comentam sobre seus concorrentes, apesar de o que desejávamos era uma fala sobre como o aparelho topo de linha que vai chegar consegue ser mais lento que outro aparelho já no mercado há um bom tempo.

O Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Segundo o Gizmodo Brasil, benchmarks mostram que o Snapdragon 820, presente no Note 7, é ligeiramente mais rápido que o Apple A9. E o aparelho da Samsung ainda tem o dobro de RAM (4 GB da Samsung versus 2 GB da Apple). Ainda assim, benchmarks do Anandtech mostram que o Note 7 fica bem atrás dos iPhones mais recentes – incluindo em um teste criado pelo Google.

Inclusive o Note 7 perde para outros concorrentes que usam o Android como o HTC 10 e o OnePlus 3, levando quase 3 segundos para abrir o Chrome, Gmail, PlayStore e Hangouts após o boot, contra 2 segundos do HTC 10 e 1,9s do OnePlus 3.

Confira abaixo o vídeo do teste:

YouTube Preview Image
08:27 · 12.07.2016 / atualizado às 08:44 · 12.07.2016 por
Deluxe, o monstro. Pelo menos nos números, claro
Deluxe, o monstro. Pelo menos nos números, claro, pois ainda é preciso testar na prática

A Asus anunciou que o Zenfone 3 Deluxe trará o novíssimo processador Snapdragon 821 de 2,4 GHz com 4 núcleos, da Qualcomm. Além disso, terá uma GPU Adreno 530, tela de 5,7 polegadas (com proteção Gorilla Glass 4), câmera de 23 MP, leitor de impressão digital, bateria de 3.000 mAh com Quick Charge 3.0 (carrega 60% em 39 minutos), 6GB de memória RAM e armazenamento interno de 256GB. Um verdadeiro perfil de um ótimo computador inserido em um celular.

O processador 821 tem 10% de performance superior ao atual 820 que está inserido em tops smartphones Androids como o Samsung Galaxy S7 e Xiaomi Mi 5, por exemplo. Na fria análise dos números ele deve competir de igual para igual com os futuros tops aparelhos.

O aparelho deve ser lançado ainda este ano, a partir de agosto. Lá fora deve ter um preço de US$ 780. No Brasil, pode chegar até setembro e não tem preço sugerido ainda. Mas deve ficar acima de R$ 3.000.

14:33 · 08.07.2016 / atualizado às 14:36 · 08.07.2016 por
iPhone SE tem preço inferior a R$ 3 mil
iPhone SE tem preço inferior a R$ 3 mil

Esta pergunta persegue quem gosta do smartphone da Apple a cada virada de produto. Com certeza duas ou mais modificações deverão atrair os olhares dos mais empolgados. Porém, no geral, não há tantas mudanças anualmente que justifique você ficar tão ansioso ou já querer trocar seu iPhone 6s por um iPhone 7.

Interessante notar que, segundo pesquisa de um site de cupons promocionais, há quedas de até 20% nos preços dos modelos anteriores quando um iPhone é lançado. Então é bom esperar mesmo.

Há também vários Androids topo de linha que podem agradar, especialmente pelo preço, caso você aceite a missão de sair do mundo da “Maçã”.

Quer saber mais? Veja o nosso vídeo abaixo:

08:45 · 01.04.2016 / atualizado às 09:59 · 01.04.2016 por
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach
O novo Apple iPhone 6S e 6S Plus durante o evento da Apple para a mídia em São Francisco, na Califórnia Foto: REUTERS/Beck Diefenbach

Fundada em 1º de abril de 1976, a Apple completa, nesta sexta-feira, 40 anos de fundação. Muitos acreditam que a questão fantástica e disruptiva da empresa morreu com um dos seus fundadores, Steve Jobs, em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade (o outro fundador foi Steve Wozniak). Porém, ao contrário disso, a especialista em tecnologia e inclusão mobile, Marília Guimarães, criadora do projeto EntendendoiPhone, não acredita que a empresa perdeu esse dom, apenas que sem Jobs, a força das apresentações fantásticas foi reduzida. “A Apple perdeu o disruptor, mas isso não quer dizer que seja ruim ou bom. Depois da morte de Steve Jobs, a essência dele ainda continua na empresa. A Apple perdeu no caso o cara das grandes decisões. O cara que distorcia a realidade, que fazia uma apresentação que todo mundo ficava ‘o que é isso? Vai mudar a minha vida’. Causava um impacto na necessidade”, garantiu.

Ainda por conta disso, ela discorda que a empresa não consegue mais produzir equipamentos que criem desejo nos consumidores de correrem até as lojas. “O que perdeu foi o campo de distorção da realidade que Jobs fazia como ninguém. Aquele produto quando do lançamento ele fazia com aquela coisa fosse de outro mundo. Essa magia deixou de existir. Era algo único e excelência dele”.

Marília reforça os números consagrados da Apple e as marcas para lembrar de sua força. Lembra que a telefonia móvel existe antes e depois do iPhone, bem como a indústria música digital com o iPod ou do computador pessoal com os computadores da empresa. De acordo com a especialista, agora existem pequenas mudanças que a Apple libera em frequência maior e citou os avanços que o Apple Watch, por exemplo. Poderá trazer a curto prazo. “No início você não vê aquilo no âmbito de que vai ser impactante para você. Hoje você tem o Apple Watch no seu pulso. Tudo bem, ele não faz grandes coisas ainda. As pequenas melhorias que existem e que vão existir e que já estão em andamento são coisas que vão impactar logo em 2 anos. Imagine você ter um aparelho no seu pulso que você vai poder fazer um eletrocardiograma, que vai diagnosticar doenças. Você não tem um grande impacto, porque você perdeu o disruptor, o cara que parecia fazer tudo uma mágica poderosa. Você pode não perceber
tanto naquele momento, mas ao longo do tempo você vê que é algo fantástico e que o futuro é maravilhoso”.

Segundo Marília, o fato de não termos a sensação de que a “maçã” está correndo para lançar produtos fantásticos é um erro, pois a empresa apenas está analisando o tempo certo de cada coisa para evitar desgastes. “Acho que você não pode chegar com algo tão estrondoso no mercado e acho que a Apple tem esse cuidado porque não adianta lançar uma tecnologia tão impactante que as pessoas não estão prontas para receber aquilo ali, pois foi apresentada de maneira errada em um tempo que as pessoas não estão prontas. De que adiantaria isso? Acho que os produtos seguem encantadores, mas a apresentação deixou de ser fantástica. A pessoa pega o iPhone e acha lindo, encantadora, a Siri é encantadora, o Apple Watch é encantador. Quando junta, o ambiente sim, é o que modela o mercado. A magia acontece no ecossistema Apple que pode ser simples e qualquer pessoa pode utilizar aquela inovação. Então, ainda assim, encanta várias pessoas”, afirmou.

A especialista acredita, inclusive, que a empresa ficou mais humana com atual CEO, Tim Cook, que o gestor teria conseguido agregar novas e mais competentes mentes, com equipes mais afiadas do que as dos tempos de Jobs. Talvez por conta do temperamento forte e muitas vezes desagregador do falecido líder da Apple.

Vestíveis

Para Marília, a tendência do momento para todas as marcas também é o caminho que a Apple está seguindo. “Agora são os vestíveis e deixar que a inteligência artificial, o aparelho pensar mais. Exemplos: a Apple, cada vez que passa ela faz mais pesquisas, tem mais parceiros na área de saúde. O que o Apple Watch e o iPhone vai fazer em um futuro muito próximo em questão de saúde vai ser um impacto muito grande nas nossas vidas. O iPhone vai ser capaz de diagnosticar certas doenças que para você ter este diagnóstico seria um pouco mais complicado e demorava um certo período de tempo e nem todo mundo poderia fazer isso, até por ser viável. Com o iPhone isso fica mais rápido e simples. Outra coisa é o Apple Watch. Você tem um aparelho que vai ficar o tempo todo no seu pulso e com vários sensores que podem diagnosticar e até uma pré-disposição sua para um infarto ou até mesmo um acidente que ele vai poder disparar para pessoa ou o plano de saúde para chamar uma ambulância ou para a pessoa mais próxima para dizer que você não está passando bem. São pequenas inovações, mais na parte interna e não na externa que vão impactar muito as nossas vidas”.

Ela acredita que a Siri é um outro fator que vai fazer a Apple se destacar. Para Marília, Siri, cada vez mais, vai se tornar uma verdadeira assistente pessoal. Ela acredita que o usuário poderá conversar, trocar ideias mesmo com a Siri para saber o melhor horário na agenda dela para uma reunião ou ir para a academia, por exemplo. É ter um aparelho pensante, de verdade, junto ao usuário. “E isso está muito próximo. Você tem agora os aparelhos que se integram cada vez mais com a Siri. Você vai poder fazer isso em 1 ano, 2 anos, no máximo. É uma inovação, é um impacto tanto para as pessoas quanto para os usuários da Apple como ela vai modelar o âmbito para outras empresas”.

Para a especialista, a Apple, neste último ano, está reforçando a importância dos iPads por acreditar que eles vão, realmente, mudar o conceito de PC pessoal, substituindo, de vez, o computador tradicional, seja pelo preço ou pela portabilidade. “Você vê a venda de PCs desacelerando, tudo bem que a venda do iPad agora também deu desacelerada e não cresceu como no ano passado, mais ainda cresce”.

Os números dos outros são melhores

Sobre as configurações de smartphones Androids quase sempre apontarem números superiores aos dos iPhones a especialista afirma que é verdade. Porém, ressalta que a arquitetura, o ecossistema e a experiência com os aparelhos da Apple serão sempre superiores aos rivais. “As outras marcas tem aparelhos com processador melhor, tem memória maior, câmera melhor, tela de outro jeito, mas eu acho que a grande diferença da Apple para as outras marcas é que ela tem o software e o hardware na mão. E quando você tem estes dois pontos na sua mão, é você quem faz e monta, aí faz uma grande diferença. Você tem um processador de “x” megahertz e o da Apple é um pouco menor aí na verdade na mão do usuário e, especialmente, no seu dia a dia isso não faz grande diferença. Porque o ecossistema que a Apple monta é superior. Por isso, na prática mesmo, a Apple tem os aparelhos superiores aos concorrentes. Isso por sempre ter a preocupação sempre alta de deixar o produto o mais simples possível, resolvendo a questão da maneira mais simples e não mais complicada”.

Atualizada

A informação anterior do iPhone SE por menos de R$. 1500 era pegadinha do MacMagazine. Caímos mesmo! Esquecemos das brincadeiras do site. Mais atenção para a próxima! Hehehe.