Categoria: Antivírus


12:40 · 08.08.2018 / atualizado às 12:40 · 08.08.2018 por

Para evitar cair em golpes na hora de procurar o presente para o Dia dos Pais confira abaixo 4 dicas da Kaspersky Lab:

1. Cuidado com as promoções. Às vezes você está nas suas redes sociais e encontra uma promoção excelente com aquele casaco do time favorito de seu pai. Mas não se engane, o site pode ser malicioso. Certifique-se de que a página onde você pretende fazer a sua compra seja verdadeira, além de utilizar uma Rede Privada Virtual (VPN), já que todas as informações que você enviar nesta rede serão protegidas. Procure sempre confirmar no site oficial da empresa qualquer informação.

2. Vai viajar? Fique alerta! É ótimo fazer uma viagem para um lugar tranquilo e aproveitar o dia descansando ou fazendo alguma atividade diferente. Mas, se você for viajar com seu velho, utilize o cartão de crédito em vez do de débito. Muitos cartões de crédito já têm uma proteção contra a fraude que reembolsa seu dinheiro caso algo de ruim aconteça.

3. Desconfie de mensagens SMS e anúncios no Facebook. Essa é a mais nova modalidade dos golpistas, que tem usado especialmente as redes sociais para disseminar o golpe. Duvide de supostas ofertas recebidas por SMS. Para confirmar se a oferta exibida na rede social é real, abra o navegador, navegue até o site do varejista e busque o produto anunciado.

4. Mantenha seu antivírus atualizado. Um software de segurança robusto oferece proteção contra todas as ameaças, como a detecção e remoção de malware do seu PC, Mac e dispositivos móveis, desde que esteja atualizado. Tente atualizar o sistema operacional e os aplicativos que você usa regularmente, pois eles representam uma parte significativa da sua segurança online.

08:33 · 01.06.2018 / atualizado às 08:40 · 01.06.2018 por
O uso do mobile banking é muito mais seguro do que você pensa

Se você ainda perde tempo em fila para pagar contas está fazendo tudo errado. Há inúmeras maneiras para se livrar desta perda de tempo e uma está bem aí no seu bolso ou na sua mão. Trata-se do seu smartphone. “Mas eu posso ter minha conta invadido por hackers”. Se você acessar sites de pirataria ou outros tipos de páginas suspeitas, se vive clicando em vídeos ou links que qualquer um te envia – ainda mais via aquele grupo de WhatsApp – certamente já pode ter sido infectado. Porém, há como proteger seu aparelho mesmo se você não tiver uma conduta, digamos, das mais ilibadas.

A melhor maneira de proteger seu smartphone é mesmo a conduta de evitar tudo que falamos acima de comportamentos de risco. Não quer ou não pode? Instale antivírus. Há boas opções como das empresas Kaspersky e PSafe. Isso mais para quem tem Android. Para que usa iPhone há menos riscos, mas ainda assim é preciso ter um comportamento de risco zero ou perto disso.

Pronto? Protegido? Pois vamos falar de como usar seu smartphone para furar as filas. Já ouviu falar em mobile banking? Seu banco certamente tem um aplicativo para que você faça transações como pagamentos ou transferências de dinheiro, por exemplo. Basta você procurar seu banco para conseguir a liberação do uso irrestrito dele através de login e senha. Em muitos casos, você pode até ativar uma proteção a mais, acessando seu aplicativo do banco via impressão digital.

Com isso, nada mais de filas. É só pegar o aparelho celular e focar no código de barras. Em segundos o pagamento estará feito. Em estresse ou dificuldades. Pode imprimir ou gerar arquivos digitais para armazenar fisicamente no aparelho, no computador pessoal e até mesmo na nuvem (Google Drive, One Drive ou  iCloud) que você escolher.

Felizmente, o uso do mobile banking está crescendo bastante. Segundo publicação da última revista CIAB Febraban (Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras da Federação Brasileira dos Bancos), Em 2016, 591 mil contas tinham sido abertas via mobile banking no Brasil contra 1,6 milhão de contas abertas em 2017. Uma evolução gigante. Isso consultando 8 bancos com atividade no País. Quer mais dados para ficar mais seguro? Em 2017, do montante de 71,8 bilhões de transações bancárias realizadas no Brasil, 25,6 bilhões foram via mobile banking contra 18,6 de 2016 e apenas 0,1 bilhão de 2011. Quanta diferença, não é mesmo? E isso está acontecendo pela praticidade e segurança do sistema. É infalível? Lógico que não. Assim como quando você vai até uma agência lotérica ou bancária você pode sofrer um assalto antes ou depois ou mesmo dentro daquele ambiente. Pode como também não pode. No ambiente tecnológico, seu comportamento de risco ou não ditará essa segurança.

Enfim, podemos finalizar dizendo que é fácil sim e é muito seguro sim o uso do mobile banking (não infalível). Não vejo a hora para o dinheiro em papel ser abolido. Já dá para pagar com seu smartphone também, o que é ótimo. Mas isso é assunto para uma nova postagem. Pare de perder tempos em filas  hoje mesmo, por favor!

06:01 · 22.05.2018 / atualizado às 14:03 · 18.05.2018 por

Quer deixar seu smartphone Android mais protegido e evitar dor de cabeça com vírus? Anota as dicas abaixo:

Instale um software antivírus – O software antivírus não é apenas para o computador. Um bom software antivírus pode detectar e proteger o smartphone ou tablet Android contra ransomware e outros tipos de malware, realizando a varredura de sites, aplicativos e jogos para garantir a segurança do usuário. Se acidentalmente a pessoa clicar em um link suspeito, baixar um aplicativo malicioso ou tentar instalar um plugin falso, o programa antivírus pode colocar o ransomware em quarentena e impedirá que um ataque ao dispositivo aconteça. Isso, por exemplo, é o que promete o Avast Mobile Security, por exemplo.

Execute as atualizações para o sistema operacional Android – O usuário deve executar todas as atualizações emitidas para o sistema operacional Android, já que muitas delas são relacionadas à segurança.

Faça o backup dos arquivos mais importantes – Há muitas opções, sendo possível programar pelo menos dois tipos de backups regularmente. Dentre eles está o backup na nuvem, armazenamento de dados em um disco rígido externo ou uso de um serviço como o Dropbox. Também há a opção do Google Drive que é gratuito até determinado momento.

Não baixe aplicativos de fontes desconhecidas – Quando se trata de adicionar ao dispositivo Android os melhores e mais recentes aplicativos, é necessário estar bem informado sobre fontes confiáveis como a Google Play Store, evitando lojas de aplicativos de terceiros. A Google tem muitas proteções para combater malwares, mas um criminoso realmente inteligente ainda pode contorná-las. Por isso, a necessidade de instalação de um software antivírus bem como verificar até 4 páginas de comentários, as notas que o app tem e pesquisar sobre ele em sites confiáveis de informação.

Adicione uma camada extra de segurança – Ao acessar o menu Configurações do dispositivo, pode-se desativar a execução de instalações de aplicativos não oficiais. Na área segurança, basta desmarcar a caixa “Fontes desconhecidas”.

Não conceda ao aplicativo a permissão de Administrador do dispositivo – Isso dará ao proprietário do aplicativo a permissão para acessar remotamente o dispositivo, o que na maioria dos casos é uma péssima ideia.

Desconfie de solicitações de instalação pop-up – Sempre que o usuário estiver navegando em um site ou jogando um jogo online e receber uma solicitação pop-up para executar uma atualização ou instalar um plug-in, é melhor não executar a ação. Se um site informar que precisa ser feita uma atualização do Adobe Flash, o ideal é acessar o site da Adobe e obter a atualização mais recente diretamente da fonte. O mesmo é válido para qualquer outro pedido de atualização de software.

Pense duas vezes antes de clicar em links – Os golpes de phishing ainda são a maneira mais popular de distribuir malwares. Um número crescente de tentativas de phishing tem como alvo os dispositivos móveis e aplicativos de mídia social e de mensagens. O usuário não deve clicar em nenhum link recebido via texto ou email de uma fonte desconhecida. Mesmo para os conhecidos, recomenda-se examinar o endereço e a origem do link antes de fazer qualquer ação.

07:57 · 25.10.2016 / atualizado às 07:57 · 25.10.2016 por

hackerUma pesquisa realizada pela Eset – fornecedora de soluções de segurança da informação e pioneira em proteção proativa – identificou que 35% dos usuários da América Latina, incluindo do Brasil, já foram infectados por malware (códigos maliciosos) e/ou spam propagados pelas redes sociais. O que reforça o interesse crescente dos cibercriminosos por esse tipo de ambiente, por conta do aumento expressivo no número de usuários.

A pesquisa da Eset mostra ainda que 30% dos usuários reconhecem que clicaram, ao menos uma vez, em publicações suspeitas nas redes sociais. Essa prática, comumente usada pelos cibercriminosos, usa como isca anúncios chamativos e conteúdos falsos para atrair a atenção dos usuários desavisados. Dessa forma, ao clicar no conteúdo suspeito, códigos maliciosos podem ser baixados no equipamento ou, ainda, o usuário é subscrito em serviços de publicidade que geram algum tipo de retorno financeiro para o atacante, como é o caso do SMS Premium.

Além disso, 15% dos usuários mencionaram que já foram vítimas de phishing – tipo de ataque que tem como objetivo obter informações pessoais e confidenciais de forma fraudulenta. Esse tipo de ameaça é, geralmente, realizado por meio de e-mails e sites de web duplicados. Porém, com a alta penetração das redes sociais, os cibercriminosos também passaram a utilizar esses espaços para propagar campanhas de phishing.

“Os especialistas da Eset identificaram que, em média, mais de 28 mil links maliciosos e suspeitos são divulgados por dia no Facebook e 10 mil no Twitter. O que reforça a preocupação que as pessoas precisam ter em relação à segurança nas redes sociais”, afirma Camillo Di Jorge, Presidente da Eset Brasil. “Por isso vale reforçar que é sempre importante que os usuários usem soluções proativas de segurança nos equipamentos que utilizam para acesso à internet e às redes sociais, utilizem configurações de segurança nesses ambientes e, principalmente, fiquem atentos para não clicar ou baixar conteúdos de origem duvidosa “, completa.

Abaixo seguem dicas dos especialistas da Eset para que os internautas reforcem a segurança nas redes sociais:

1. Credenciais de Acesso
Cada site conta com diversas opções disponíveis para preservar a segurança dos dados de acesso dos usuários. Alguns sites disponibilizam uma lista dos dispositivos que utilizam a conta. Dessa forma, conseguem verificar a autenticidade do usuário e comprovar se há algo suspeito com o envio de notificações a cada início de sessão. Essa funcionalidade também está disponível para dispositivos móveis.

2. Visualização de conteúdos e publicações
Apesar de ser uma rede aberta, é importante que os usuários filtrem quais pessoas têm permissão para ver suas mensagens. Muitos sites trazem filtros para que essa configuração seja feita e o perfil exiba somente as informações básicas do usuário. No entanto, é importante ter em mente que, mesmo uma configuração limitada, pode trazer riscos, visto que essas informações estão expostas publicamente.

3. Informação de contato e localização
As redes sociais usam diferentes meios para que as outras pessoas possam entrar em contato, como as mensagens diretas, e-mail, número de celular e, até mesmo, geolocalização. Em geral, o usuário pode limitar a visualização das formas de contato ou restringir o acesso. No caso da localização, é importante desabilitar essa funcionalidade, que muitas vezes é adicionada automaticamente por meio do GPS.

4. Envio de mensagens e comentários
Alguns sites permitem limitar quem pode enviar mensagens ou publicar comentários sobre seus posts. Para isso, selecione ou bloquei grupos específicos ou pessoas individualmente.

5. Marcação em fotos e vídeos
Fotos ou vídeos em redes sociais podem sofrer marcações. O usuário pode evitar ou, se preferir, ter o direito de aprovar antes as marcações relacionadas ao seu perfil.

6. Monitoramento e anúncios
A maioria dos sites, incluindo as redes sociais, fazem um monitoramento das atividades online dos usuários com o intuito de mostrar anúncios personalizados. Algumas redes sociais podem ser configuradas sobre como ou quando o usuário deseja que esse mapeamento seja realizado e que publicidade mostrar.

7. Notificações
O envio de notificações por meio das redes sociais pode ter diferentes consequências. Por um lado, permitem saber se ocorre algo inesperado ou não desejado. Por outro, podem trazer uma avalanche de informações por meio de um canal não criptografado que pode ser sequestrado com fins maliciosos. Dessa forma, o ideal é que o usuário configure as notificações que deseja receber.

8. Reprodução automática
O conteúdo que executa automaticamente, como é o caso dos vídeos, pode ser um problema. Isso porque pode executar conteúdo malicioso antes que o usuário perceba. Por isso, recomenda-se que a funcionalidade de “reprodução automática” seja desativada a fim de evitar surpresas desagradáveis.

08:18 · 19.11.2015 / atualizado às 08:23 · 18.11.2015 por

avtestA solução ESET Smart Security obteve a pontuação máxima entre os antivírus avaliados pela AV-Test – organização independente, reconhecida pela realização de testes de soluções de segurança. Na análise, considerada uma das mais importantes do mundo, o software da ESET foi o único da categoria (antivírus) a detectar 100% das ameaças virtuais, pelo segundo ano consecutivo.

Como a maior parte dos malwares tem como objetivo desativar as soluções de segurança em TI, o teste analisou como têm sido usadas as tecnologias de auto-proteção, como DEP (Data Execution Prevention ou Prevenção de Execução de Dados) e ASLR (Address Space Layout Randomization ou Randomização de Layout de Espaço de Endereço), uma vez que são mecanismos importantes que ajudam a reduzir os riscos e tornar as soluções mais seguras.

O principal teste de capacidade de auto-defesa da AV-Test Self-Protection of Antivirus Software analisou se as tecnologias de proteção foram implementadas em conexão com os arquivos em modo de uso PE (Portable executable) para soluções de 32 e 64 bits. Além disso, a validade dos certificados de assinatura digital também foi testada.

No total, foram avaliados 21 pacotes de segurança para usuários domésticos e 10 soluções corporativas, para ver se os recursos DEP e ASLR, que são mecanismos de proteção disponíveis gratuitamente, estavam sendo usados pelo código do programa.

“Entre as soluções de segurança para usuários domésticos testadas com DEP e ASLR, a ESET foi a única que registrou 100% de proteção pela segunda vez”, disse Andreas Marx, CEO da AV-TEST GmbH.

“Nós da ESET estamos empenhados em fornecer produtos que protejam milhões de usuários. Para obter sucesso nisso, devemos antes e acima de tudo sermos capazes de nos proteger. É bom ver como esses testes validam que estamos indo bem nesse objetivo “, afirma Pavol Luka, Chief Technology Officer da ESET.

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