Categoria: Aplicativos


10:01 · 10.07.2020 / atualizado às 10:07 · 10.07.2020 por

E os aplicativos Spotify, Nubank, TikTok, Waze e Pinterest já estão abrindo normalmente no iPhone. O problema, possivelmente no SDK do Facebook, o sistema de login popularmente utilizado por desenvolvedores nos apps para celulares, pode ter sido o vilão.

Para o Business Insider uma porta-voz do Facebook declarou que o problema foi mesmo no Facebook SDK para o iOS e que a solução estava sendo feita naquele momento da entrevista. Foi bem rápido, mas deixou muita gente preocupada, especialmente os usuários do Nubank. Está normalizado agora. Até a próxima queda!

09:05 · 10.07.2020 / atualizado às 09:42 · 10.07.2020 por

Segundo relatos de usuários no Twitter e no Downdetector, site especializado em verificar falhas em sites e aplicativos, donos de iPhones não estão conseguindo acessar os aplicativos Spotify, Waze, Nubank, TikTok e Pinterest. Eu testei os apps desta lista e alguns amigos também e eles fecham instantaneamente quando você clica neles para abrir. “O meu e de minha abre e fecha do nada. Começou hoje”, afirma a jornalista Lia Girão.

Tentamos contato com as assessorias de imprensa da Apple e dos aplicativos e estamos buscando respostas.

Até agora, o que sabemos é que tudo começou a partir das 3h para usuários Nubank, depois das 7h para quem tem Waze e Pinterest e após às 8h para quem tem Spotify. Tudo isso hoje, sexta-feira, 10.

Segundo o The Verge, embora a causa exata das interrupções ainda não esteja confirmada, as primeiras suspeitas sugerem que o problema é causado pelo SDK do Facebook, que muitos aplicativos usam para gerenciar logins de usuários. Os usuários não precisam usar o Facebook para fazer login em um aplicativo para que isso afete seu software. Não há relatórios semelhantes dos mesmos aplicativos travando em dispositivos Android ou na Web.

Ainda de acordo com o site norte-americano, o Facebook disse em sua plataforma de desenvolvedor esta manhã que estava “ciente e investigando um aumento de erros no SDK do iOS, o que está causando o travamento de alguns aplicativos”. Em um tópico no GitHub publicado por volta das 7h, vários desenvolvedores relataram problemas com seus aplicativos. Entramos em contato com a assessoria brasileira do Facebook e estamos no aguardo de respostas.

Comentários de usuários de iPhone e do Nubank na página do serviço Downdetector

Ao testar outros aplicativos de bancos e de streaming de música não houve qualquer problema.

06:46 · 06.07.2020 / atualizado às 06:55 · 06.07.2020 por

Quando se fala em trabalhar com tecnologia, o que pode vir à mente é uma formação acadêmica em TI ou áreas afins. Sem dúvida, a graduação é uma etapa importante, mas para o Grupo FCamara – empresa de consultoria de TI em soluções digitais – não é algo crucial para que um profissional de tecnologia seja contratado. A empresa forma os próprios profissionais há 10 anos com o Programa de Formação Online que não exige ensino superior dos candidatos.

Fabio Camara, que é Tech CEO do grupo, explica em 5 dicas os principais requisitos para quem quer trabalhar com tecnologia ainda em 2020. No início da primeira década, o empresário foi o 3º profissional mais certificado da América Latina e tem experiência com formação de profissionais de tecnologia que hoje estão ocupando altos cargos dentro e fora do país. Confira as dicas:

Soft skills estão ganhando cada vez mais importância

Soft skills são competências de aptidão e personalidade, que não são exatamente adquiridas pelo currículo, e sim pelo perfil. Estas habilidades são fundamentais no futuro para criar processos, produtos e sistemas com uma boa experiência do usuário. “O currículo a gente adapta, aprende, mas a personalidade não. É necessário que o candidato saiba se relacionar com times e entenda que pessoas são mais importantes que processos”, explica.

Adaptabilidade para trabalhar em diversos cenários

O isolamento social colocou mais de 600 colaboradores da empresa para trabalhar em home office por tempo indeterminado. Novos hábitos de check up, sistemas de gestão e até contratação foram criados. “O candidato precisa se preparar para mostrar em uma seleção remota o mesmo que mostraria presencialmente. Assim como entender que trabalhar em casa não é férias, as responsabilidades são as mesmas”.

Líderes precisam ser acessíveis e, efetivamente, líderes

Se seu objetivo é aplicar para um cargo de liderança em tecnologia, atenção à liderança. Empresas não podem colocar seus líderes e diretores em um pedestal inacessível para o restante dos funcionários. Na FCamara, todos têm acesso ao WhatsApp do fundador, marcam sessões de coaching com ele e podem encontrá-lo trabalhando ao seu lado, já que Fabio não tem sala nem mesa fixa. “Se as pessoas não têm acesso a quem lidera a visão da empresa, como irão pensar e conduzir projetos? Ser líder é ser acessível”.

Estilo de vida alinhado com seus objetivos

Ninguém chega ao sucesso tendo comportamentos inadequados. É necessário exercitar a diplomacia. Os líderes são excelentes negociadores e diplomáticos. Exemplo: o que faz a bolsa de valores cair ou subir? A relação de confiança no mercado e nas pessoas. “O mercado funciona baseado numa psicologia de relação de confiança e assim deve pensar o profissional”.

Pessoas e cultura x cultura e pessoas

A tecnologia não é o grande fator que impulsiona a transformação, a inovação e as mudanças estratégicas na empresa, diz o executivo. Quem impulsiona a mudança é a cultura e os profissionais inseridos nela. “A cultura deve favorecer pessoas que têm vontade de aprender e curiosidade fora do seu campo de atuação. São estas pessoas que vão enxergar o que ninguém vê. Esse profissional se encaixa muito bem no setor de tecnologia”, explica.

10:03 · 26.06.2020 / atualizado às 10:11 · 26.06.2020 por

Em nota enviada pela assessoria de imprensa do WhatsApp no Brasil, a empresa informa que está em contato direto com autoridades do Banco Central (BC) no País para liberar a opção de pagamentos utilizando o aplicativo que faz parte do Facebook. “Ontem nos reunimos com as autoridades do Banco Central e estamos animados em permitir que os brasileiros enviem pagamentos seguros e sem dinheiro físico no WhatsApp o mais breve possível. Isso é ainda mais crítico enquanto as pessoas estão isoladas e as empresas enfrentam sérios desafios econômicos devido ao Covid-19“, afirmou Will Cathcart, chefe do WhatsApp, em nota.

>>>Visa, Cielo e Mastercard fecham parceria com Facebook para lançamento do WhatsApp Payments no Brasil

A empresa está trabalhando em conjunto com os parceiros dela, WhatsApp, e as autoridades brasileiras para restaurar o serviço o quanto antes, garantem. “O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes. O WhatsApp afirmou seu apoio a um modelo pró-competitivo e aberto para pagamentos e também seu compromisso em fornecer pagamentos via PIX tão logo o sistema esteja disponível”, garantiu Cathcart.

Ainda de acordo com o chefe do WhatsApp, o BC ressaltou que respalda plataformas como o WhatsApp que estão “inovando em pagamentos digitais e criando novas maneiras de apoiar pessoas e pequenas empresas em todo o Brasil”, concluiu.

13:06 · 24.06.2020 / atualizado às 13:06 · 24.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, detectou um novo golpe disseminado pelo Whatsapp que utiliza indevidamente o nome do Instituto Maurício de Sousa para enganar vítimas com uma suposta promoção de almanaque da Turma da Mônica. A página maliciosa tenta se passar por um site da marca e em menos de 24 horas, o número de detecções do golpe já chega a 91 mil.

“Os golpistas se aproveitam do momento de quarentena para atrair vítimas com mais este golpe. Eles sabem que os pais e as crianças estão em casa e criam uma mecânica fácil para conseguir mais dados pessoais no golpe. O modelo da ameaça utilizado é o “cadastre e ganhe”, visto em outros golpes recentemente, como o que prometia perfumes como brindes pelo Dia dos Namorados, e também utilizava indevidamente o nome de uma grande marca para dar mais credibilidade ao golpe”, alerta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Como funciona o golpe

A falsa promoção promete um Super Almanaque da Turma da Mônica, Edição Estude em Casa, e para receber o brinde bastaria que a vítima cadastrasse seus dados pessoais e depois compartilhasse o link malicioso com seus contatos do WhatsApp. “O cibercriminoso geralmente desenvolve supostas promoções com métodos de participação simples, justamente para atrair mais vítimas. Desta forma, ele aproveita da boa fé das pessoas para torná-la um vetor de disseminação do golpe e ganhar proporção”, explica Simoni.

Os prejuízos para a vítima ocorrem com o vazamento de seus dados pessoais e exposição a outros golpes. “Os dados pessoais fornecidos na página falsa podem ser vendidos, ou até mesmo usados para assinar serviços pagos que trarão prejuízo financeiro à vítima. Fora isso, caso a pessoa dê permissão à falsa página para o recebimento de notificações, o cibercriminoso conseguiria ainda enviar outras promoções falsas como essa diretamente a ela”, complementa o diretor.

Saiba como se proteger

1) Sempre verifique as informações compartilhadas nos sites oficiais das empresas, e desconfie de promoções, brindes e descontos. Nunca compartilhe dados pessoais em sites dos quais não conhece a procedência.

2) Tenha cuidado ao tocar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

3) Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizam, de preferência, a função de detecção automática de phishing em aplicativos de mensagem e redes sociais.

4) Na dúvida, é possível verificar se um link é falso no site do dfndr lab. A checagem de links avisa em poucos segundos se um site pode oferecer alguma característica maliciosa.

Comentário do Blog

Mais uma vez, a falta de critérios e criticidade por parte dos usuários do WhatsApp facilita a ação de criminosos. É preciso que as pessoas comecem a pensar mais e analisar o que estão recebendo sem sair compartilhando ou clicando sem cuidado.

É impressionante como as pessoas caem tão facilmente em golpes assim que estão claramente querendo roubar os dados da vítima. Ninguém vai dar nada de graça. Visite as páginas oficiais para saber se existe alguma promoção.

Mesmo que exista nunca, jamais entregue dados como senha de cartão de crédito ou o número do cartão, bem como os dados de sua conta bancária. Endereço, CPF e RG devem ser usados só em páginas oficiais e se for realmente necessário. Evite dar estes dados em promoções. Você nunca sabe onde eles vão ser utilizados.

06:30 · 24.06.2020 / atualizado às 06:59 · 24.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, realizou um levantamento sobre o cenário da cibersegurança no Brasil referente a maio deste ano. Segundo o estudo, estima-se que 407 mil brasileiros tiveram o WhatsApp clonado em todo País. São Paulo segue liderando a lista de estados mais afetados, com 81,6 mil vítimas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 53,5 mil e Minas Gerais, com 36,2 mil.

WhatsApp Payments

Além de ser o principal vetor de disseminação de links maliciosos, o WhatsApp continua sendo alvo dos golpes de clonagem. Emilio Simoni, o diretor do dfndr lab, explica: “é possível que a chegada da nova tecnologia de pagamentos dentro do mensageiro expanda os vetores de ataques disponíveis para criminosos. Com o aumento do número de clonagens de WhatsApp, por exemplo, é possível que o WhatsApp Payments seja explorado pelos criminosos para obter recursos financeiros das vítimas. Além disso, os atacantes encontrarão formas de conseguir acesso aos celulares dos usuários para efetuar pagamentos e transferências até atingir o limite disponível”.

No próprio site do WhatsApp é possível entender um pouco sobre o recurso. Ele possibilita transferências de fundos entre contas bancárias, logo, os bancos precisam receber as informações sobre cada pagamento. Desse modo, as transações não podem ser protegidas pela criptografia de ponta a ponta.

Promessas de falsos benefícios

Ainda de acordo com o estudo, em maio foram detectados 136 mil golpes únicos. Desde o início da pandemia, o dfndr lab vem realizando um monitoramento ativo sobre os golpes que ocorrem em proveito do Coronavírus. Juntos, estes ataques impactaram 10,6 milhões de usuários em todo o país. As promessas de falsos benefícios – como páginas
falsas que simulam o saque do FGTS – foi a temática mais utilizadas pelos cibercriminosos, atingindo mais de 27 milhões de acessos e compartilhamentos.

Como se proteger

Simoni lista alguns cuidados que os usuários devem ter para não cair em golpes como este:

1 – Ative a autenticação em dois fatores, disponível no próprio WhatsApp, para aumentar a segurança da conta.

2 – Antes de realizar qualquer tipo de pagamento, fornecer seus dados pessoais ou informações bancárias certifique-se que a pessoa com que você está se comunicando é confiável. Além disso, tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

3 – Mantenha um bom sistema de segurança instalado no seu celular. Dê preferência para um que tenha tecnologia para bloquear golpes no WhatsApp. A Psafe oferece o dfndr security como solução.

4 – Em caso de dúvida sobre as medidas de proteção que estão sendo tomadas quanto à segurança de alguma transação que você realizou, procure seu banco.

06:23 · 23.06.2020 / atualizado às 07:20 · 23.06.2020 por

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de apps no Brasil revelou dados interessantes na atual rodada. Segundo ela, WhatsApp e Zoom são os aplicativos mais usados para videochamadas pelos brasileiros atualmente. Outro destaque dela foi que o TikTok foi o app que mais ganhou presença na home screen do smartphone nacional em um ano. Além disso, em 12 meses, saltou de 38% para 51% a proporção de internautas brasileiros que assinam um serviço de streaming de filmes ou séries. A pesquisa foi aplicada de forma online entre 6 e 13 de maio de 2020 com 2.017 brasileiros com margem de erro de 2.2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Outro dado que chamou atenção foi que 75% dos internautas brasileiros já viram transmissões de lives em seus smartphones. As plataformas mais usadas para consumo desse conteúdo são YouTube e Instagram.

Videochamada

Segundo a pesquisa, 88% dos internautas brasileiros já participaram de uma videochamada através do smartphone. Neste tempo de pandemia é um dado bem interessante. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%) do que aquelas com 50 anos ou mais (81%).

“52% daqueles já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou desde a quarentena. 39% dizem que a frequência não mudou e apenas 9% informam que diminuiu. Cabe destacar uma diferença quando feito o recorte por classe social: enquanto 65% dos usuários desse serviço nas classes A e B declaram terem aumentado a frequência de videochamadas com a pandemia, nas classes C, D e E o percentual é de 48%. Uma das explicações pode estar na diferença da natureza dos empregos de acordo com a classe social: no grupo com maior renda há uma proporção maior de pessoas que trabalham em escritórios e que, durante a quarentena, passaram a trabalhar em casa, realizando videochamadas”, diz o relatório da pesquisa.

O WhatsApp é o aplicativo mais utilizado para as videochamadas com 95%. Para quem é, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel o app com maior presença nos smartphones dos brasileiros (99%) é normal a liderança. Ela permanece mesmo quando perguntado qual aplicativo a pessoa mais tem usado atualmente para videochamadas. A liderança segue agora com 80%. O Zoom é o segundo com 8% e isso me chamou atenção por ver tanto ele, o Microsoft Teams e o Google Meet rivalizando nos últimos dias e até utilizando pessoalmente mais estes três últimos do que o próprio WhatsApp. Se pensar só em smartphone aí o Teams fica à frente do Zoom e o Meet nem aparece.

Na pesquisa, inclusive, Facebook Messenger (30%), Skype (26%) estão à frente do Zoom (22%) quando a pergunta é em quais apps os brasileiros já participaram de videochamadas. E o Teams está com 6% atrás da dupla Google Hangouts (14%) e Google Duo (10%).

“Em alguns apps, há diferenças marcantes de acordo com a renda mensal do usuário. Hangouts e Microsoft Teams são mais usados por pessoas das classes sociais A e B do que por aquelas das classes C, D e E. O único app cuja preferência é maior entre os brasileiros em faixas de menor renda é o WhatsApp. Os demais têm proporções similares, com diferenças dentro da margem de erro, quando analisado o uso por classe social”, explica o relatório.

Segundo o relatório da pesquisa, as lives viraram uma febre no Brasil durante a quarentena, o que é verdade. É quase impossível não trombar virtualmente com uma por aí. “Esta pesquisa comprova a tendência: 75% dos internautas brasileiros já assistiram a uma transmissão ao vivo na tela do seu smartphone. O hábito é mais comum entre os jovens. 83% daqueles com 16 a 29 anos já viram lives. A proporção cai para 76% no grupo de 30 a 49 anos e para 59%, naquele com 50 anos ou mais. Não há diferenças significativas por classe social ou gênero, mas sim por região do País: o Nordeste tem a maior proporção de internautas que já assistiram a lives (84%) enquanto o sul tem a menor (70%)”, explica.

Ainda de acordo com o relatório da pesquisa, no universo de brasileiros que já viram lives, 66% declaram que a frequência com que assistem essas transmissões ao vivo no smartphone aumentou durante o período de confinamento em casa. “Neste ponto, tal como nas videochamadas, nota-se uma diferença por classe social: a proporção é maior entre aqueles das classes A e B (73%) do que entre aqueles das classes C, D e E (65%)”.

A pesquisa, logicamente, aponta que plataforma foi mais usada pelo brasileiro para ver lives. Neste caso a vitória é do YouTube com 84%. Em seguida vem o Instagram com 54% e Facebook com 41%. “A preferência pelas plataformas, contudo, varia de acordo com idade, classe social e gênero. No público que vê lives no Instagram, por exemplo, há uma predominância de mulheres e de jovens entre 16 e 29 anos. No uso do Facebook para ver lives, por sua vez, a
proporção é maior entre as pessoas das classes C, D e E do que entre aquelas das classes A e B. O YouTube é mais democrático na análise demográfica: não há diferenças expressivas por gênero, idade ou classe social”, explica o relatório.

Lá vem o TikTok

O aplicativo chinês TikTok para produção e distribuição de vídeos curtos está fazendo muito sucesso com jovens do mundo todo. No Brasil, ele está subindo na preferência dos brasileiros. Segundo a pesquisa, até seis meses atrás o TikTok não aparecia no radar dos apps mais presentes na home screen dos smartphones nacionais. “Sua ausência poderia ser atribuída à juventude da sua base de usuários: como esta pesquisa é feita com pessoas com 16 anos ou mais, o crescimento do TikTok acabava não sendo captado, por se concentrar no público adolescente”, explica o relatório.

Só que isso mudou. Agora ele é o 12º mais presente na tela inicial do smartphone brasileiro, passando apps como Spotify, Gmail, Google Chrome, entre outros. A campanha de mídia massiva e até irritante do app pode ser a explicação mais plausível para o crescimento absurdo entre pessoas com idade superior ao público-alvo inicial, ou seja, menores de 16 anos.

Por motivos óbvios, auxílio emergencial, o app da caixa cresceu e ficou na 4ª colocação dos apps mais populares na home screen dos brasileiros. Atrás apenas de WhatsApp (57%), Facebook (44%) e Instagram (43%). Pelo mesmo motivo, o Caixa Tem apareceu com 5% na 24ª posição. O app do Banco do Brasil teve crescimento e foi a 11% de presença agora ocupando a 8ª posição e isso pode estar ligado também ao momento atual. Obviamente haveria crescimento em apps de entrega como iFood que agora é o 10º com 9% de presença.

Filmes e séries

Outro destaque está para o crescimento da proporção de assinantes de serviços de streaming de filmes e séries. Em maio de 2019 a pesquisa mostrava que eram 38%. Em novembro do ano passado foi para 45% e agora atingiu 51% dos entrevistados, quando assistido preferencialmente em smartphones. “Neste primeiro semestre, a quarentena pode ter contribuído para que esses serviços angariassem mais assinantes. Outro fator favorável é a integração de alguns desses serviços com planos de operadoras móveis, como no caso das parcerias que TIM e Vivo firmaram com o Netflix. Além disso, houve um aumento da competição, com o fortalecimento de players como Globoplay e Amazon Prime Video. Ambos dobraram sua participação em seis meses, enquanto o Netflix caiu cinco pontos percentuais na preferência dos assinantes brasileiros de streaming de vídeo”, tenta explicar o relatório.

O consumo de serviços pagos de streaming de vídeo é mais comum nas classes A e B (60%), segundo a pesquisa. Também é mais popular entre os jovens de 16 a 29 anos (60%). Neste cenário, preferencialmente para visualização em smartphones, a liderança é total da Netflix com 80%. Amazon Prime Video tem 8% e GloboPlay aparece com 4%.

Novo

Apesar da crise, o brasileiro, ao menos o entrevistado, não quer saber de smartphone usado. 84% procura obter sempre um aparelho novo, enquanto apenas 16% compra usado.

Outro dado de consumo de tecnologia importante está no uso de pulseiras/relógios inteligentes. No levantamento de novembro de 2018, apenas 10% tinham. No de novembro de 2019 eram 16% e agora esse número foi para 19%. Houve uma redução no crescimento, mas segue sendo produtos que interessam ao brasileiro.

Ainda na questão de consumo, apenas 21% disseram que já baixaram algum app pago. Porém, 56% já fez compras online através do smartphone.

Moderno

Da pesquisa de novembro de 2019 para cá, aumentou o número (dentro da margem de erro) dos brasileiros que dizem usar comandos de voz no smartphone. Saltou de 67% para 69%. É um número muito bom, diga-se de passagem.

Por fim, a nova rodada da pesquisa revelou o domínio completo do Android como sistema operacional do smartphone. 91% usam o app do Google contra apenas 9% que estão com o iOS do iPhone. A maioria dos entrevistados, 47%, respondeu que usa smartphone há mais de 5 anos. Em seguida aparecem os que usam entre 1 e 3 anos (27%), depois de 3 a 5 anos (14%) e por último os que usam a menos de 1 ano (12%).

A pesquisa é independente e realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box.

O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line entre 6 e 13 de maio de 2020 por Opinion Box junto a 2.017 brasileiros com 16 anos ou mais que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

07:21 · 16.06.2020 / atualizado às 15:29 · 15.06.2020 por

No último final de semana, o aplicativo FaceApp voltou a bombar nas redes sociais após a liberação gratuita do filtro “mudança de gênero”. A novidade gerou até a hashtag “faceappchallenge” e recebeu centenas de milhares de compartilhamentos no Facebook e no Instagram. Com isso, também retornaram os questionamentos sobre a segurança do app de reconhecimento facial e os riscos do compartilhamento dessas informações para a privacidade.

De acordo com o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini, o app não possui nenhum item malicioso. No entanto, pelo fato de o reconhecimento facial ser uma tecnologia usada principalmente para a autenticação de senhas, o usuário deve ter bastante cuidado ao compartilhar sua imagem com terceiros. “Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal”, alerta o especialista da Kaspersky.

Segundo Assolini, por utilizar Inteligência Artificial para fazer as modificações a partir do reconhecimento facial, a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo. “Além disso, é preciso ter consciência que esses dados estão armazenados em servidores de terceiros, e que também podem ser roubados por cibercriminosos e utilizados para a falsificação de identidades”, acrescenta.

Por isso, o analista recomenda que, caso queiram entrar na brincadeira, os usuários precisam ficar atentos sobre a segurança do app e baixá-lo apenas de lojas oficiais. Ele também reitera a importância da leitura dos termos de privacidade de todos os apps para entender quais informações são solicitadas. “Mais de 60% dos brasileiros não leem esses termos e esquecem de pensar sobre como seus dados podem ser utilizados”, conclui Assolini.

Ao baixar apps, a Kaspersky recomenda que os usuários:

• Tenham certeza de que o aplicativo é de confiança e está nas lojas oficiais.

Leiam os termos de privacidade para entender que informações são solicitadas.

• Entendam o reconhecimento facial como uma senha – não saia utilizando em todos os lugares.

• Sempre verifiquem quais permissões são solicitadas, como login associado à uma conta existente em determinada rede social.

09:52 · 15.06.2020 / atualizado às 10:05 · 26.06.2020 por

Visa, Cielo e Mastercard anunciam, nesta segunda, 15, que estão trabalhando em parceria com o Facebook para impulsionar a nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp no Brasil.

>>>WhatsApp trabalha para liberar pagamentos via app junto a autoridades brasileiras

A Visa, com a adição da tecnologia de pagamento segura da empresa, ofertará aos usuários do WhatsApp a possibilidade de enviar e receber dinheiro para amigos e familiares, e até efetuar compras de pequenos negócios no popular serviço global de mensagens com a promessa de rapidez e segurança, principalmente segurança. Cartões Visa emitidos pelo Banco do Brasil (BB) e Sicredi já estão ativos no sistema para pessoas comuns. Empresas precisam criar uma conta no WhatsApp Business.

Os pagamentos via WhatsApp serão possíveis graças aos recursos das soluções Visa Direct, que fornece pagamentos em tempo real por meio da rede global da Visa, e ao novo recurso de segurança Visa Cloud Token, que é lançado globalmente hoje, 15, em conjunto aos pagamentos pelo WhatsApp.

“Usuários do WhatsApp no Brasil agora podem fazer transferências de dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos para empresas. Ou seja, os pequenos e médios empresários também contam com mais uma opção para aceitar pagamentos, utilizando os recursos de mensagens de uma plataforma que já é familiar a eles”, afirma Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil. “É de grande importância para a Visa ajudar a habilitar esta nova funcionalidade do WhatsApp, por meio das nossas tecnologias de pagamento. O Visa Direct e a nova solução Visa Cloud Token auxiliarão consumidores a comprar e a pagar digitalmente, além de oferecer aos comerciantes mais uma opção de pagamento”, explica o executivo.

Até agora, as transações globais com o uso da solução Visa Direct cresceram aproximadamente 70% em todo o período da Covid-19. Com a adição de pagamentos pelo WhatsApp, o Visa Direct segue oferecendo os serviços P2P (peer to peer) nas principais plataformas digitais globais.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”

Cielo

A Cielo também irá trabalhar em parceria com o WhatsApp para as missões de pagamento e transferência.  Para fazer transferências de pessoa para pessoa é necessário cadastrar e validar o cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp. Essas transações não serão possíveis na modalidade crédito. As pessoas poderão enviar no máximo R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia no limite de R$ 5 mil por mês.

Já o pagamento de pessoa para empresas que operam no app WhatsApp Business funcionará nas modalidades débito e crédito, sem limite de valor. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias nas transações de crédito. Será cobrada do comerciante uma taxa de 3,99% por transação tanto no crédito quanto no débito. Para realizar as vendas, os estabelecimentos comerciais devem se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp Business, de forma simples e integrada. O uso da ferramenta dispensa a compra ou aluguel de máquinas.

O cartão também precisa ser validado pelos bancos antes de o usuário do WhatsApp poder utilizar a ferramenta, o que torna as transações ainda mais seguras.

“A Cielo está orgulhosa de participar desse projeto histórico, que vai simplificar a vida das pessoas e impulsionar negócios pelo WhatsApp, aplicativo presente em milhões de smartphones no país. A tecnologia vai ajudar a tirar empresas da informalidade e na inclusão financeira. O lançamento do serviço torna-se ainda mais importante para superarmos o momento delicado provocado pela pandemia”, afirma Paulo Caffarelli, presidente da Cielo. “Com a solução oferecida, a Cielo inaugura um novo momento no mercado de pagamentos, que vai muito além da maquininha, e prova que a inovação está no nosso DNA”, completa.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira”.

Mastercard

A Mastercard também anunciou hoje a ampliação de sua parceria com o Facebook para oferecer aos brasileiros a possibilidade de enviarem e receberem dinheiro para amigos e familiares no aplicativo WhatsApp. Os portadores de cartões Mastercard que fazem transações bancárias com Nubank e Sicredi serão os primeiros no Brasil a utilizarem a ferramenta no WhatsApp. Em breve, mais parceiros bancários devem aderir ao programa.

Utilizando o Mastercard Send, milhões de usuários do WhatsApp agora podem usar seus telefones para transferir dinheiro de forma simples e fácil, instantaneamente (24 horas por dia, 7 dias por semana). Ao passo que as medidas de distanciamento social incentivam os consumidores a procurarem por métodos alternativos de pagar sem toque.

O pioneirismo do Brasil

Gradualmente, a partir de hoje, 15, os usuários brasileiros selecionados pelo WhatsApp começarão a ver a opção de pagamento no aplicativo. Até o momento, poderão enviar e receber dinheiro os consumidores que configurarem suas contas adicionando cartões Visa emitidos pelo Sicredi e pelo Banco do Brasil. Já as pequenas e médias empresas precisam criar uma conta usando o aplicativo WhatsApp Business para receber pagamentos de clientes.

“Nós observamos que as pessoas têm mudado sua forma de interagir e consumir. Trabalhamos para fazer parte desse dia-a-dia de forma fluida e integrada, sem atrito, de maneira quase imperceptível. Nosso cliente usa o WhatsApp para se comunicar com amigos, família, empresas, inclusive para ser atendido e fazer transações no próprio Banco do Brasil. Agora, vai poder usar esse canal também como solução de pagamento. É mais uma opção de pagamento digital que reduz a circulação de papel moeda e traz segurança e comodidade ao cliente”, afirma Edson Costa, Diretor de Meios de Pagamentos do BB.

“Essa é uma novidade que reforça o nosso direcionamento em oferecer soluções digitais que gerem conveniência aos nossos associados. Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar essa solução para todos eles, inclusive os da conta 100% digital Woop Sicredi”, declara Cidmar Stoffel, diretor de Produtos e Negócios do Sicredi.

Visa Cloud Token

À medida que consumidores expandem o uso de dispositivos para compras on-line, a Visa ativou uma nova solução baseada na nuvem que permite mais flexibilidade em seus vários dispositivos. Visa Cloud Tokens são soluções que protegem e removem informações confidenciais de pagamento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco. Isto ajudará a manter as transações ainda mais seguras em todos os dispositivos, com o uso da biometria ou de soluções que avaliem ameaças em tempo real.

Os consumidores brasileiros são os primeiros do mundo a usar a nova tecnologia Visa Cloud Token para fazer pagamentos seguros no WhatsApp.

“Nossos consumidores no Brasil podem enviar e receber dinheiro com a certeza de que seus pagamentos feitos pelo WhatsApp são tão seguros quanto qualquer outra transação da Visa”, reforça Ruben Salazar, VP sênior de Soluções e Inovação para a Visa América Latina e Caribe. “Os aplicativos permitem que pagamentos sejam feitos por qualquer dispositivo com conexão à internet, não apenas telefones. Assim, a Visa continuará inovando e aplicando os melhores recursos de segurança e combate a fraudes em pagamentos digitais, à medida que expande a tecnologia para todo a região”, afirma Salazar.

Entre as soluções utilizadas para o WhatsApp Payments está a Cloud Token Framework, que remove os riscos operacionais relacionados à proteção de dados para comerciantes e operadoras de celular, reduzindo etapas e atritos desnecessários para o consumidor. A solução também permite que a Visa implemente os recursos de segurança mais recentes tanto para a rede quanto para a instituição financeira.

Promover a nova geração de transferência de dinheiro em tempo real entre consumidores e empresas reafirma a missão da Visa de conectar o mundo por meio de uma rede de pagamentos digitais inovadora, confiável e segura, contribuindo com a prosperidade de indivíduos, empresas e economia.

Segurança

O meu maior medo com relação a essa modalidade de pagamento chama-se clonagem de WhatsApp. Hoje em dia, já temos muita gente que cai em golpe assim e tem perdas financeiras de amigos que emprestam a pessoa lesada pelo golpista. Minha dúvida é saber como fica a segurança nestes casos. Para isso, questionamos as empresas para saber que margem de segurança trabalham para evitar que, após ter o aplicativo invadido por criminosos, como o cliente pode ter alguma camada de segurança extra para que as transações não ocorram.

A Visa nos respondeu.  Segundo a empresa, além dos mecanismos de segurança já implementados pelo WhatsApp, a nova funcionalidade de pagamentos no aplicativo conta com a tecnologia Visa Cloud Token, desenvolvida pela Visa e implementada no Brasil pela primeira vez no mundo, que promete ajudar a proteger e remover informações como o número do cartão, código de segurança (CVV) e data de vencimento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança na nuvem. “Assim, somente após a validação do consumidor real, a credencial de pagamentos estará apta para efetuar a transação, seja ela entre pessoas ou entre pessoas e estabelecimentos comerciais. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco emissor do cartão em que o consumidor está transacionando”, finalizam.

A Cielo esclarece que as transações de pagamento pelo WhatsApp são seguras e contam com “as mais modernas tecnologias e controles antifraude e de prevenção a lavagem de dinheiro de todas as empresas envolvidas na solução. Todo pagamento feito no WhatsApp é protegido por diversas camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular – e processado com seguridade”.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da Cielo, as transações contam com a robusta estrutura de segurança da companhia, que atende a rígidas normas de prevenção a fraude”. De acordo com a empresa, o cartão do usuário precisa da validação dos bancos antes de utilizar a ferramenta do WhatsApp, o que torna as transações ainda mais seguras. “Ou seja, para efetuar a transação é necessário digitar a senha específica para pagamentos, que precisa ser autenticada a cada transação (por meio de token) e de acordo com a tecnologia e configuração de cada aparelho (biometria, reconhecimento facial, senha numérica, etc.). Nos eventuais casos de fraude, a Cielo conta com mecanismos de segurança para bloquear as transações suspeitas até que a situação do usuário seja analisada especificamente pela equipe dedicada ao monitoramento”, encerra a nota.

Reforçando que você não deve dar o conjunto de 6 dígitos que dá acesso a terceiros a seu WhatsApp a ninguém. Eles geralmente ligam ou mandam mensagens falando que seu app bancário ou conta bancária foi invadido e que querem te ajudar a recuperar ou que sua conta em sites de negociação de produtos usados foi corrompida e que precisam fazer testes de segurança. Não repassem.

Além disso, e mais importante: coloquem camadas de proteção no seu WhatsApp. Além da senha de 6 dígitos use o verificador por digital. Só assim, você terá mais proteção.

Infográfico enviado pela Visa mostra como vai funcionar os pagamentos e transferências e o esquema de segurança também
06:27 · 10.06.2020 / atualizado às 10:49 · 08.06.2020 por

Até o dia 15 de junho estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI). Devido à pandemia da Covid-19, neste ano, a prova será realizada de forma online, por meio de um ambiente virtual, no dia 16 de junho, das 16 às 18 horas.

Podem participar estudantes que estejam no quarto ano do Ensino Médio Técnico ou cursando, pela primeira vez, o primeiro ano de qualquer curso de graduação.

Trata-se de uma prova de solução de problemas de computação, semelhantes aos vistos nas disciplinas de Introdução à Ciência da Computação (ICC). Para participar, os interessados devem preencher este formulário e entrar neste grupo do Telegram, onde serão enviadas mais informações.

O objetivo da OBI é estimular o interesse pela computação e por ciências em geral e proporcionar novos desafios aos estudantes, numa tentativa de incentivá-los a seguir carreiras nas áreas de ciência e tecnologia. A Olimpíada é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Computação, organizada pelo Instituto de Computação da Unicamp com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Participantes que tenham alguma deficiência ou condição especial que necessitem de cuidados extras, podem entrar em contato com a equipe do GEMA, pelo grupo do Telegram ou e-mail gema@icmc.usp.br. O grupo é coordenado pelo professor João do Espírito Santo Batista Neto.

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