Categoria: WhatsApp


06:46 · 06.07.2020 / atualizado às 06:55 · 06.07.2020 por

Quando se fala em trabalhar com tecnologia, o que pode vir à mente é uma formação acadêmica em TI ou áreas afins. Sem dúvida, a graduação é uma etapa importante, mas para o Grupo FCamara – empresa de consultoria de TI em soluções digitais – não é algo crucial para que um profissional de tecnologia seja contratado. A empresa forma os próprios profissionais há 10 anos com o Programa de Formação Online que não exige ensino superior dos candidatos.

Fabio Camara, que é Tech CEO do grupo, explica em 5 dicas os principais requisitos para quem quer trabalhar com tecnologia ainda em 2020. No início da primeira década, o empresário foi o 3º profissional mais certificado da América Latina e tem experiência com formação de profissionais de tecnologia que hoje estão ocupando altos cargos dentro e fora do país. Confira as dicas:

Soft skills estão ganhando cada vez mais importância

Soft skills são competências de aptidão e personalidade, que não são exatamente adquiridas pelo currículo, e sim pelo perfil. Estas habilidades são fundamentais no futuro para criar processos, produtos e sistemas com uma boa experiência do usuário. “O currículo a gente adapta, aprende, mas a personalidade não. É necessário que o candidato saiba se relacionar com times e entenda que pessoas são mais importantes que processos”, explica.

Adaptabilidade para trabalhar em diversos cenários

O isolamento social colocou mais de 600 colaboradores da empresa para trabalhar em home office por tempo indeterminado. Novos hábitos de check up, sistemas de gestão e até contratação foram criados. “O candidato precisa se preparar para mostrar em uma seleção remota o mesmo que mostraria presencialmente. Assim como entender que trabalhar em casa não é férias, as responsabilidades são as mesmas”.

Líderes precisam ser acessíveis e, efetivamente, líderes

Se seu objetivo é aplicar para um cargo de liderança em tecnologia, atenção à liderança. Empresas não podem colocar seus líderes e diretores em um pedestal inacessível para o restante dos funcionários. Na FCamara, todos têm acesso ao WhatsApp do fundador, marcam sessões de coaching com ele e podem encontrá-lo trabalhando ao seu lado, já que Fabio não tem sala nem mesa fixa. “Se as pessoas não têm acesso a quem lidera a visão da empresa, como irão pensar e conduzir projetos? Ser líder é ser acessível”.

Estilo de vida alinhado com seus objetivos

Ninguém chega ao sucesso tendo comportamentos inadequados. É necessário exercitar a diplomacia. Os líderes são excelentes negociadores e diplomáticos. Exemplo: o que faz a bolsa de valores cair ou subir? A relação de confiança no mercado e nas pessoas. “O mercado funciona baseado numa psicologia de relação de confiança e assim deve pensar o profissional”.

Pessoas e cultura x cultura e pessoas

A tecnologia não é o grande fator que impulsiona a transformação, a inovação e as mudanças estratégicas na empresa, diz o executivo. Quem impulsiona a mudança é a cultura e os profissionais inseridos nela. “A cultura deve favorecer pessoas que têm vontade de aprender e curiosidade fora do seu campo de atuação. São estas pessoas que vão enxergar o que ninguém vê. Esse profissional se encaixa muito bem no setor de tecnologia”, explica.

10:03 · 26.06.2020 / atualizado às 10:11 · 26.06.2020 por

Em nota enviada pela assessoria de imprensa do WhatsApp no Brasil, a empresa informa que está em contato direto com autoridades do Banco Central (BC) no País para liberar a opção de pagamentos utilizando o aplicativo que faz parte do Facebook. “Ontem nos reunimos com as autoridades do Banco Central e estamos animados em permitir que os brasileiros enviem pagamentos seguros e sem dinheiro físico no WhatsApp o mais breve possível. Isso é ainda mais crítico enquanto as pessoas estão isoladas e as empresas enfrentam sérios desafios econômicos devido ao Covid-19“, afirmou Will Cathcart, chefe do WhatsApp, em nota.

>>>Visa, Cielo e Mastercard fecham parceria com Facebook para lançamento do WhatsApp Payments no Brasil

A empresa está trabalhando em conjunto com os parceiros dela, WhatsApp, e as autoridades brasileiras para restaurar o serviço o quanto antes, garantem. “O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes. O WhatsApp afirmou seu apoio a um modelo pró-competitivo e aberto para pagamentos e também seu compromisso em fornecer pagamentos via PIX tão logo o sistema esteja disponível”, garantiu Cathcart.

Ainda de acordo com o chefe do WhatsApp, o BC ressaltou que respalda plataformas como o WhatsApp que estão “inovando em pagamentos digitais e criando novas maneiras de apoiar pessoas e pequenas empresas em todo o Brasil”, concluiu.

13:06 · 24.06.2020 / atualizado às 13:06 · 24.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, detectou um novo golpe disseminado pelo Whatsapp que utiliza indevidamente o nome do Instituto Maurício de Sousa para enganar vítimas com uma suposta promoção de almanaque da Turma da Mônica. A página maliciosa tenta se passar por um site da marca e em menos de 24 horas, o número de detecções do golpe já chega a 91 mil.

“Os golpistas se aproveitam do momento de quarentena para atrair vítimas com mais este golpe. Eles sabem que os pais e as crianças estão em casa e criam uma mecânica fácil para conseguir mais dados pessoais no golpe. O modelo da ameaça utilizado é o “cadastre e ganhe”, visto em outros golpes recentemente, como o que prometia perfumes como brindes pelo Dia dos Namorados, e também utilizava indevidamente o nome de uma grande marca para dar mais credibilidade ao golpe”, alerta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Como funciona o golpe

A falsa promoção promete um Super Almanaque da Turma da Mônica, Edição Estude em Casa, e para receber o brinde bastaria que a vítima cadastrasse seus dados pessoais e depois compartilhasse o link malicioso com seus contatos do WhatsApp. “O cibercriminoso geralmente desenvolve supostas promoções com métodos de participação simples, justamente para atrair mais vítimas. Desta forma, ele aproveita da boa fé das pessoas para torná-la um vetor de disseminação do golpe e ganhar proporção”, explica Simoni.

Os prejuízos para a vítima ocorrem com o vazamento de seus dados pessoais e exposição a outros golpes. “Os dados pessoais fornecidos na página falsa podem ser vendidos, ou até mesmo usados para assinar serviços pagos que trarão prejuízo financeiro à vítima. Fora isso, caso a pessoa dê permissão à falsa página para o recebimento de notificações, o cibercriminoso conseguiria ainda enviar outras promoções falsas como essa diretamente a ela”, complementa o diretor.

Saiba como se proteger

1) Sempre verifique as informações compartilhadas nos sites oficiais das empresas, e desconfie de promoções, brindes e descontos. Nunca compartilhe dados pessoais em sites dos quais não conhece a procedência.

2) Tenha cuidado ao tocar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

3) Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizam, de preferência, a função de detecção automática de phishing em aplicativos de mensagem e redes sociais.

4) Na dúvida, é possível verificar se um link é falso no site do dfndr lab. A checagem de links avisa em poucos segundos se um site pode oferecer alguma característica maliciosa.

Comentário do Blog

Mais uma vez, a falta de critérios e criticidade por parte dos usuários do WhatsApp facilita a ação de criminosos. É preciso que as pessoas comecem a pensar mais e analisar o que estão recebendo sem sair compartilhando ou clicando sem cuidado.

É impressionante como as pessoas caem tão facilmente em golpes assim que estão claramente querendo roubar os dados da vítima. Ninguém vai dar nada de graça. Visite as páginas oficiais para saber se existe alguma promoção.

Mesmo que exista nunca, jamais entregue dados como senha de cartão de crédito ou o número do cartão, bem como os dados de sua conta bancária. Endereço, CPF e RG devem ser usados só em páginas oficiais e se for realmente necessário. Evite dar estes dados em promoções. Você nunca sabe onde eles vão ser utilizados.

06:30 · 24.06.2020 / atualizado às 06:59 · 24.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, realizou um levantamento sobre o cenário da cibersegurança no Brasil referente a maio deste ano. Segundo o estudo, estima-se que 407 mil brasileiros tiveram o WhatsApp clonado em todo País. São Paulo segue liderando a lista de estados mais afetados, com 81,6 mil vítimas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 53,5 mil e Minas Gerais, com 36,2 mil.

WhatsApp Payments

Além de ser o principal vetor de disseminação de links maliciosos, o WhatsApp continua sendo alvo dos golpes de clonagem. Emilio Simoni, o diretor do dfndr lab, explica: “é possível que a chegada da nova tecnologia de pagamentos dentro do mensageiro expanda os vetores de ataques disponíveis para criminosos. Com o aumento do número de clonagens de WhatsApp, por exemplo, é possível que o WhatsApp Payments seja explorado pelos criminosos para obter recursos financeiros das vítimas. Além disso, os atacantes encontrarão formas de conseguir acesso aos celulares dos usuários para efetuar pagamentos e transferências até atingir o limite disponível”.

No próprio site do WhatsApp é possível entender um pouco sobre o recurso. Ele possibilita transferências de fundos entre contas bancárias, logo, os bancos precisam receber as informações sobre cada pagamento. Desse modo, as transações não podem ser protegidas pela criptografia de ponta a ponta.

Promessas de falsos benefícios

Ainda de acordo com o estudo, em maio foram detectados 136 mil golpes únicos. Desde o início da pandemia, o dfndr lab vem realizando um monitoramento ativo sobre os golpes que ocorrem em proveito do Coronavírus. Juntos, estes ataques impactaram 10,6 milhões de usuários em todo o país. As promessas de falsos benefícios – como páginas
falsas que simulam o saque do FGTS – foi a temática mais utilizadas pelos cibercriminosos, atingindo mais de 27 milhões de acessos e compartilhamentos.

Como se proteger

Simoni lista alguns cuidados que os usuários devem ter para não cair em golpes como este:

1 – Ative a autenticação em dois fatores, disponível no próprio WhatsApp, para aumentar a segurança da conta.

2 – Antes de realizar qualquer tipo de pagamento, fornecer seus dados pessoais ou informações bancárias certifique-se que a pessoa com que você está se comunicando é confiável. Além disso, tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

3 – Mantenha um bom sistema de segurança instalado no seu celular. Dê preferência para um que tenha tecnologia para bloquear golpes no WhatsApp. A Psafe oferece o dfndr security como solução.

4 – Em caso de dúvida sobre as medidas de proteção que estão sendo tomadas quanto à segurança de alguma transação que você realizou, procure seu banco.

06:23 · 23.06.2020 / atualizado às 07:20 · 23.06.2020 por

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de apps no Brasil revelou dados interessantes na atual rodada. Segundo ela, WhatsApp e Zoom são os aplicativos mais usados para videochamadas pelos brasileiros atualmente. Outro destaque dela foi que o TikTok foi o app que mais ganhou presença na home screen do smartphone nacional em um ano. Além disso, em 12 meses, saltou de 38% para 51% a proporção de internautas brasileiros que assinam um serviço de streaming de filmes ou séries. A pesquisa foi aplicada de forma online entre 6 e 13 de maio de 2020 com 2.017 brasileiros com margem de erro de 2.2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Outro dado que chamou atenção foi que 75% dos internautas brasileiros já viram transmissões de lives em seus smartphones. As plataformas mais usadas para consumo desse conteúdo são YouTube e Instagram.

Videochamada

Segundo a pesquisa, 88% dos internautas brasileiros já participaram de uma videochamada através do smartphone. Neste tempo de pandemia é um dado bem interessante. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%) do que aquelas com 50 anos ou mais (81%).

“52% daqueles já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou desde a quarentena. 39% dizem que a frequência não mudou e apenas 9% informam que diminuiu. Cabe destacar uma diferença quando feito o recorte por classe social: enquanto 65% dos usuários desse serviço nas classes A e B declaram terem aumentado a frequência de videochamadas com a pandemia, nas classes C, D e E o percentual é de 48%. Uma das explicações pode estar na diferença da natureza dos empregos de acordo com a classe social: no grupo com maior renda há uma proporção maior de pessoas que trabalham em escritórios e que, durante a quarentena, passaram a trabalhar em casa, realizando videochamadas”, diz o relatório da pesquisa.

O WhatsApp é o aplicativo mais utilizado para as videochamadas com 95%. Para quem é, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel o app com maior presença nos smartphones dos brasileiros (99%) é normal a liderança. Ela permanece mesmo quando perguntado qual aplicativo a pessoa mais tem usado atualmente para videochamadas. A liderança segue agora com 80%. O Zoom é o segundo com 8% e isso me chamou atenção por ver tanto ele, o Microsoft Teams e o Google Meet rivalizando nos últimos dias e até utilizando pessoalmente mais estes três últimos do que o próprio WhatsApp. Se pensar só em smartphone aí o Teams fica à frente do Zoom e o Meet nem aparece.

Na pesquisa, inclusive, Facebook Messenger (30%), Skype (26%) estão à frente do Zoom (22%) quando a pergunta é em quais apps os brasileiros já participaram de videochamadas. E o Teams está com 6% atrás da dupla Google Hangouts (14%) e Google Duo (10%).

“Em alguns apps, há diferenças marcantes de acordo com a renda mensal do usuário. Hangouts e Microsoft Teams são mais usados por pessoas das classes sociais A e B do que por aquelas das classes C, D e E. O único app cuja preferência é maior entre os brasileiros em faixas de menor renda é o WhatsApp. Os demais têm proporções similares, com diferenças dentro da margem de erro, quando analisado o uso por classe social”, explica o relatório.

Segundo o relatório da pesquisa, as lives viraram uma febre no Brasil durante a quarentena, o que é verdade. É quase impossível não trombar virtualmente com uma por aí. “Esta pesquisa comprova a tendência: 75% dos internautas brasileiros já assistiram a uma transmissão ao vivo na tela do seu smartphone. O hábito é mais comum entre os jovens. 83% daqueles com 16 a 29 anos já viram lives. A proporção cai para 76% no grupo de 30 a 49 anos e para 59%, naquele com 50 anos ou mais. Não há diferenças significativas por classe social ou gênero, mas sim por região do País: o Nordeste tem a maior proporção de internautas que já assistiram a lives (84%) enquanto o sul tem a menor (70%)”, explica.

Ainda de acordo com o relatório da pesquisa, no universo de brasileiros que já viram lives, 66% declaram que a frequência com que assistem essas transmissões ao vivo no smartphone aumentou durante o período de confinamento em casa. “Neste ponto, tal como nas videochamadas, nota-se uma diferença por classe social: a proporção é maior entre aqueles das classes A e B (73%) do que entre aqueles das classes C, D e E (65%)”.

A pesquisa, logicamente, aponta que plataforma foi mais usada pelo brasileiro para ver lives. Neste caso a vitória é do YouTube com 84%. Em seguida vem o Instagram com 54% e Facebook com 41%. “A preferência pelas plataformas, contudo, varia de acordo com idade, classe social e gênero. No público que vê lives no Instagram, por exemplo, há uma predominância de mulheres e de jovens entre 16 e 29 anos. No uso do Facebook para ver lives, por sua vez, a
proporção é maior entre as pessoas das classes C, D e E do que entre aquelas das classes A e B. O YouTube é mais democrático na análise demográfica: não há diferenças expressivas por gênero, idade ou classe social”, explica o relatório.

Lá vem o TikTok

O aplicativo chinês TikTok para produção e distribuição de vídeos curtos está fazendo muito sucesso com jovens do mundo todo. No Brasil, ele está subindo na preferência dos brasileiros. Segundo a pesquisa, até seis meses atrás o TikTok não aparecia no radar dos apps mais presentes na home screen dos smartphones nacionais. “Sua ausência poderia ser atribuída à juventude da sua base de usuários: como esta pesquisa é feita com pessoas com 16 anos ou mais, o crescimento do TikTok acabava não sendo captado, por se concentrar no público adolescente”, explica o relatório.

Só que isso mudou. Agora ele é o 12º mais presente na tela inicial do smartphone brasileiro, passando apps como Spotify, Gmail, Google Chrome, entre outros. A campanha de mídia massiva e até irritante do app pode ser a explicação mais plausível para o crescimento absurdo entre pessoas com idade superior ao público-alvo inicial, ou seja, menores de 16 anos.

Por motivos óbvios, auxílio emergencial, o app da caixa cresceu e ficou na 4ª colocação dos apps mais populares na home screen dos brasileiros. Atrás apenas de WhatsApp (57%), Facebook (44%) e Instagram (43%). Pelo mesmo motivo, o Caixa Tem apareceu com 5% na 24ª posição. O app do Banco do Brasil teve crescimento e foi a 11% de presença agora ocupando a 8ª posição e isso pode estar ligado também ao momento atual. Obviamente haveria crescimento em apps de entrega como iFood que agora é o 10º com 9% de presença.

Filmes e séries

Outro destaque está para o crescimento da proporção de assinantes de serviços de streaming de filmes e séries. Em maio de 2019 a pesquisa mostrava que eram 38%. Em novembro do ano passado foi para 45% e agora atingiu 51% dos entrevistados, quando assistido preferencialmente em smartphones. “Neste primeiro semestre, a quarentena pode ter contribuído para que esses serviços angariassem mais assinantes. Outro fator favorável é a integração de alguns desses serviços com planos de operadoras móveis, como no caso das parcerias que TIM e Vivo firmaram com o Netflix. Além disso, houve um aumento da competição, com o fortalecimento de players como Globoplay e Amazon Prime Video. Ambos dobraram sua participação em seis meses, enquanto o Netflix caiu cinco pontos percentuais na preferência dos assinantes brasileiros de streaming de vídeo”, tenta explicar o relatório.

O consumo de serviços pagos de streaming de vídeo é mais comum nas classes A e B (60%), segundo a pesquisa. Também é mais popular entre os jovens de 16 a 29 anos (60%). Neste cenário, preferencialmente para visualização em smartphones, a liderança é total da Netflix com 80%. Amazon Prime Video tem 8% e GloboPlay aparece com 4%.

Novo

Apesar da crise, o brasileiro, ao menos o entrevistado, não quer saber de smartphone usado. 84% procura obter sempre um aparelho novo, enquanto apenas 16% compra usado.

Outro dado de consumo de tecnologia importante está no uso de pulseiras/relógios inteligentes. No levantamento de novembro de 2018, apenas 10% tinham. No de novembro de 2019 eram 16% e agora esse número foi para 19%. Houve uma redução no crescimento, mas segue sendo produtos que interessam ao brasileiro.

Ainda na questão de consumo, apenas 21% disseram que já baixaram algum app pago. Porém, 56% já fez compras online através do smartphone.

Moderno

Da pesquisa de novembro de 2019 para cá, aumentou o número (dentro da margem de erro) dos brasileiros que dizem usar comandos de voz no smartphone. Saltou de 67% para 69%. É um número muito bom, diga-se de passagem.

Por fim, a nova rodada da pesquisa revelou o domínio completo do Android como sistema operacional do smartphone. 91% usam o app do Google contra apenas 9% que estão com o iOS do iPhone. A maioria dos entrevistados, 47%, respondeu que usa smartphone há mais de 5 anos. Em seguida aparecem os que usam entre 1 e 3 anos (27%), depois de 3 a 5 anos (14%) e por último os que usam a menos de 1 ano (12%).

A pesquisa é independente e realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box.

O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line entre 6 e 13 de maio de 2020 por Opinion Box junto a 2.017 brasileiros com 16 anos ou mais que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

09:52 · 15.06.2020 / atualizado às 10:05 · 26.06.2020 por

Visa, Cielo e Mastercard anunciam, nesta segunda, 15, que estão trabalhando em parceria com o Facebook para impulsionar a nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp no Brasil.

>>>WhatsApp trabalha para liberar pagamentos via app junto a autoridades brasileiras

A Visa, com a adição da tecnologia de pagamento segura da empresa, ofertará aos usuários do WhatsApp a possibilidade de enviar e receber dinheiro para amigos e familiares, e até efetuar compras de pequenos negócios no popular serviço global de mensagens com a promessa de rapidez e segurança, principalmente segurança. Cartões Visa emitidos pelo Banco do Brasil (BB) e Sicredi já estão ativos no sistema para pessoas comuns. Empresas precisam criar uma conta no WhatsApp Business.

Os pagamentos via WhatsApp serão possíveis graças aos recursos das soluções Visa Direct, que fornece pagamentos em tempo real por meio da rede global da Visa, e ao novo recurso de segurança Visa Cloud Token, que é lançado globalmente hoje, 15, em conjunto aos pagamentos pelo WhatsApp.

“Usuários do WhatsApp no Brasil agora podem fazer transferências de dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos para empresas. Ou seja, os pequenos e médios empresários também contam com mais uma opção para aceitar pagamentos, utilizando os recursos de mensagens de uma plataforma que já é familiar a eles”, afirma Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil. “É de grande importância para a Visa ajudar a habilitar esta nova funcionalidade do WhatsApp, por meio das nossas tecnologias de pagamento. O Visa Direct e a nova solução Visa Cloud Token auxiliarão consumidores a comprar e a pagar digitalmente, além de oferecer aos comerciantes mais uma opção de pagamento”, explica o executivo.

Até agora, as transações globais com o uso da solução Visa Direct cresceram aproximadamente 70% em todo o período da Covid-19. Com a adição de pagamentos pelo WhatsApp, o Visa Direct segue oferecendo os serviços P2P (peer to peer) nas principais plataformas digitais globais.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”

Cielo

A Cielo também irá trabalhar em parceria com o WhatsApp para as missões de pagamento e transferência.  Para fazer transferências de pessoa para pessoa é necessário cadastrar e validar o cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp. Essas transações não serão possíveis na modalidade crédito. As pessoas poderão enviar no máximo R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia no limite de R$ 5 mil por mês.

Já o pagamento de pessoa para empresas que operam no app WhatsApp Business funcionará nas modalidades débito e crédito, sem limite de valor. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias nas transações de crédito. Será cobrada do comerciante uma taxa de 3,99% por transação tanto no crédito quanto no débito. Para realizar as vendas, os estabelecimentos comerciais devem se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp Business, de forma simples e integrada. O uso da ferramenta dispensa a compra ou aluguel de máquinas.

O cartão também precisa ser validado pelos bancos antes de o usuário do WhatsApp poder utilizar a ferramenta, o que torna as transações ainda mais seguras.

“A Cielo está orgulhosa de participar desse projeto histórico, que vai simplificar a vida das pessoas e impulsionar negócios pelo WhatsApp, aplicativo presente em milhões de smartphones no país. A tecnologia vai ajudar a tirar empresas da informalidade e na inclusão financeira. O lançamento do serviço torna-se ainda mais importante para superarmos o momento delicado provocado pela pandemia”, afirma Paulo Caffarelli, presidente da Cielo. “Com a solução oferecida, a Cielo inaugura um novo momento no mercado de pagamentos, que vai muito além da maquininha, e prova que a inovação está no nosso DNA”, completa.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira”.

Mastercard

A Mastercard também anunciou hoje a ampliação de sua parceria com o Facebook para oferecer aos brasileiros a possibilidade de enviarem e receberem dinheiro para amigos e familiares no aplicativo WhatsApp. Os portadores de cartões Mastercard que fazem transações bancárias com Nubank e Sicredi serão os primeiros no Brasil a utilizarem a ferramenta no WhatsApp. Em breve, mais parceiros bancários devem aderir ao programa.

Utilizando o Mastercard Send, milhões de usuários do WhatsApp agora podem usar seus telefones para transferir dinheiro de forma simples e fácil, instantaneamente (24 horas por dia, 7 dias por semana). Ao passo que as medidas de distanciamento social incentivam os consumidores a procurarem por métodos alternativos de pagar sem toque.

O pioneirismo do Brasil

Gradualmente, a partir de hoje, 15, os usuários brasileiros selecionados pelo WhatsApp começarão a ver a opção de pagamento no aplicativo. Até o momento, poderão enviar e receber dinheiro os consumidores que configurarem suas contas adicionando cartões Visa emitidos pelo Sicredi e pelo Banco do Brasil. Já as pequenas e médias empresas precisam criar uma conta usando o aplicativo WhatsApp Business para receber pagamentos de clientes.

“Nós observamos que as pessoas têm mudado sua forma de interagir e consumir. Trabalhamos para fazer parte desse dia-a-dia de forma fluida e integrada, sem atrito, de maneira quase imperceptível. Nosso cliente usa o WhatsApp para se comunicar com amigos, família, empresas, inclusive para ser atendido e fazer transações no próprio Banco do Brasil. Agora, vai poder usar esse canal também como solução de pagamento. É mais uma opção de pagamento digital que reduz a circulação de papel moeda e traz segurança e comodidade ao cliente”, afirma Edson Costa, Diretor de Meios de Pagamentos do BB.

“Essa é uma novidade que reforça o nosso direcionamento em oferecer soluções digitais que gerem conveniência aos nossos associados. Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar essa solução para todos eles, inclusive os da conta 100% digital Woop Sicredi”, declara Cidmar Stoffel, diretor de Produtos e Negócios do Sicredi.

Visa Cloud Token

À medida que consumidores expandem o uso de dispositivos para compras on-line, a Visa ativou uma nova solução baseada na nuvem que permite mais flexibilidade em seus vários dispositivos. Visa Cloud Tokens são soluções que protegem e removem informações confidenciais de pagamento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco. Isto ajudará a manter as transações ainda mais seguras em todos os dispositivos, com o uso da biometria ou de soluções que avaliem ameaças em tempo real.

Os consumidores brasileiros são os primeiros do mundo a usar a nova tecnologia Visa Cloud Token para fazer pagamentos seguros no WhatsApp.

“Nossos consumidores no Brasil podem enviar e receber dinheiro com a certeza de que seus pagamentos feitos pelo WhatsApp são tão seguros quanto qualquer outra transação da Visa”, reforça Ruben Salazar, VP sênior de Soluções e Inovação para a Visa América Latina e Caribe. “Os aplicativos permitem que pagamentos sejam feitos por qualquer dispositivo com conexão à internet, não apenas telefones. Assim, a Visa continuará inovando e aplicando os melhores recursos de segurança e combate a fraudes em pagamentos digitais, à medida que expande a tecnologia para todo a região”, afirma Salazar.

Entre as soluções utilizadas para o WhatsApp Payments está a Cloud Token Framework, que remove os riscos operacionais relacionados à proteção de dados para comerciantes e operadoras de celular, reduzindo etapas e atritos desnecessários para o consumidor. A solução também permite que a Visa implemente os recursos de segurança mais recentes tanto para a rede quanto para a instituição financeira.

Promover a nova geração de transferência de dinheiro em tempo real entre consumidores e empresas reafirma a missão da Visa de conectar o mundo por meio de uma rede de pagamentos digitais inovadora, confiável e segura, contribuindo com a prosperidade de indivíduos, empresas e economia.

Segurança

O meu maior medo com relação a essa modalidade de pagamento chama-se clonagem de WhatsApp. Hoje em dia, já temos muita gente que cai em golpe assim e tem perdas financeiras de amigos que emprestam a pessoa lesada pelo golpista. Minha dúvida é saber como fica a segurança nestes casos. Para isso, questionamos as empresas para saber que margem de segurança trabalham para evitar que, após ter o aplicativo invadido por criminosos, como o cliente pode ter alguma camada de segurança extra para que as transações não ocorram.

A Visa nos respondeu.  Segundo a empresa, além dos mecanismos de segurança já implementados pelo WhatsApp, a nova funcionalidade de pagamentos no aplicativo conta com a tecnologia Visa Cloud Token, desenvolvida pela Visa e implementada no Brasil pela primeira vez no mundo, que promete ajudar a proteger e remover informações como o número do cartão, código de segurança (CVV) e data de vencimento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança na nuvem. “Assim, somente após a validação do consumidor real, a credencial de pagamentos estará apta para efetuar a transação, seja ela entre pessoas ou entre pessoas e estabelecimentos comerciais. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco emissor do cartão em que o consumidor está transacionando”, finalizam.

A Cielo esclarece que as transações de pagamento pelo WhatsApp são seguras e contam com “as mais modernas tecnologias e controles antifraude e de prevenção a lavagem de dinheiro de todas as empresas envolvidas na solução. Todo pagamento feito no WhatsApp é protegido por diversas camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular – e processado com seguridade”.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da Cielo, as transações contam com a robusta estrutura de segurança da companhia, que atende a rígidas normas de prevenção a fraude”. De acordo com a empresa, o cartão do usuário precisa da validação dos bancos antes de utilizar a ferramenta do WhatsApp, o que torna as transações ainda mais seguras. “Ou seja, para efetuar a transação é necessário digitar a senha específica para pagamentos, que precisa ser autenticada a cada transação (por meio de token) e de acordo com a tecnologia e configuração de cada aparelho (biometria, reconhecimento facial, senha numérica, etc.). Nos eventuais casos de fraude, a Cielo conta com mecanismos de segurança para bloquear as transações suspeitas até que a situação do usuário seja analisada especificamente pela equipe dedicada ao monitoramento”, encerra a nota.

Reforçando que você não deve dar o conjunto de 6 dígitos que dá acesso a terceiros a seu WhatsApp a ninguém. Eles geralmente ligam ou mandam mensagens falando que seu app bancário ou conta bancária foi invadido e que querem te ajudar a recuperar ou que sua conta em sites de negociação de produtos usados foi corrompida e que precisam fazer testes de segurança. Não repassem.

Além disso, e mais importante: coloquem camadas de proteção no seu WhatsApp. Além da senha de 6 dígitos use o verificador por digital. Só assim, você terá mais proteção.

Infográfico enviado pela Visa mostra como vai funcionar os pagamentos e transferências e o esquema de segurança também
10:38 · 05.06.2020 / atualizado às 10:38 · 05.06.2020 por

Que tal você usar a mesma conta em dois smartphones? Isso sem nenhuma gambiarra, tudo oficial. Pois bem, é o que o WhatsApp já está testando segundo o site especializando no aplicativo, o WABetaInfo.

Segundo o próprio site, não há prazo para esta novidade estar funcionando. Pode ser no mês que vem ou em 6 meses.

Porém, o certo é que esta mega atualização será bem-vinda. Nada de novas contas para ter o WhatsApp em mais aparelhos.

14:49 · 01.06.2020 / atualizado às 14:53 · 01.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, identificou um novo golpe bancário envolvendo o saque do FGTS. Na página falsa disseminada, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e em seguida pedem o compartilhamento do link com seus contatos de WhatsApp, como uma suposta garantia para o recebimento do valor de R$ 1.045,00. Até o momento, o dfndr lab já detectou mais de 90 mil de acessos e compartilhamentos a este golpe, destes 1.802 só aqui no Ceará.

“Quando a vítima informa seus dados no link malicioso, fica vulnerável ao vazamento dessas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar a assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos com os dados roubados. Outro problema é quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação do golpe, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado dos ataques”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Confira abaixo a mensagem enviada pelos cibercriminosos:


A dinâmica deste golpe já havia sido observada anteriormente em outros ciberataques, como o que prometia o cadastro no programa de Auxílio Emergencial do Governo. No entanto, diferente do primeiro golpe identificado, este ainda redireciona a vítima para uma página que solicita permissão para o envio de notificações (push notifications).

“Quando a vítima concede permissão para o envio das notificações, os criminosos podem utilizar dessa permissão para enviar propagandas, com as quais lucram, e até mesmo enviar novos golpes”, alerta Simoni.

Tela que solicita permissão para envio de notificações

Até o momento foram identificadas 15 URLs maliciosas ligadas a este ciberataque, e estados do Brasil mais afetados são:

1) São Paulo – 9.202 detecções

2) Rio de Janeiro – 6.702 detecções

3) Minas Gerais – 5.001 detecções

4) Bahia – 2.819 detecções

5) Rio Grande do Sul – 2.468 detecções

6) Ceará – 1.802 detecções

Confira as dicas dos especialistas para ficar protegido contra golpes de links maliciosos:

1 – Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizem proteção em tempo real contra sites maliciosos.

2 – Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável.

3 – Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro.

07:33 · 30.04.2020 / atualizado às 07:35 · 30.04.2020 por

Ontem, o governo do Ceará criou uma agência oficial para checagem de notícias. Um passo importante na luta contra as notícias falsas, uma pandemia gravíssima de nosso mundo conectado. A plataforma chamada de Antifake CE pode ser acionada por meio do WhatsApp, Telegram, e-mail ou redes sociais, que incluem Instagram, Twitter e Facebook.

No meio da pandemia do novo coronavírus, o governo precisa desviar atenção para combater criminosos que tentam ludibriar a população ou jogá-la contra o governo em nome de uma politicagem de quinta categoria. É muito espírito de porco. Abaixo as formas de contato com a agência anti-fake:

Pelo WhatsApp: +55 85 98439-0655
Pelo Telegram: +55 85 98956-1392
Pelo e-mail: web@imprensa.ce.gov.br
Pelas redes sociais: via direct/inbox nas contas oficiais do governo do estado (Instagram, Facebook Imprensa, Facebook e Twitter)

Achei a iniciativa muito boa. Porém, o problema maior é educação não só do povo cearense e brasileiro, mas mundial. Acreditar em algo que um amigão fala ou um parente parece ser mais lógico que é um veículo de informação, ainda mais quando você já criou uma antipatia. Porém, não é lógico, muito menos inteligente.

Você precisa checar cada informação que recebe via redes sociais e, no caso brasileiro, especialmente através do WhatsApp – reduto máximo das notícias falsas no Brasil. Por um simples motivo: a pessoa que te mandou pode até não está mancomunada com a mentira. Simplesmente ela já foi capturada por criminosos e, sem saber, está retransmitindo falsas notícias ou falsas promoções. Isso acontece todos os dias.

Logo, checar com fontes oficiais – governamentais ou privadas – e com a imprensa é regra básica. Logo, engula o orgulho e verifique absolutamente tudo antes de publicar ou será um novo espalhador de mentiras e falsas promoções. Fique atento. Não é porque foi sua tia ou pai ou mesmo melhor amigo que enviou que é verdade. Estas pessoas podem estar enganadas, mal intencionadas ou viraram reféns de cibercriminosos. Faça sua parte por um mundo melhor! Lembre-se: se você quer compartilhar, antes precisa verificar!

09:59 · 28.04.2020 / atualizado às 10:01 · 28.04.2020 por

A nova atualização do WhatsApp, já liberada, agora permite que todos os usuários do comunicador (e não só os beta) possam se conectar em até 8 pessoas numa mesma ligação de voz ou de vídeo (a sua escolha). Para que isso dê certo é necessário que todos os participantes tenham a última versão aplicativo instalada. A novidade já está pronta para usuários de aparelhos Android e iOS.

Logicamente, é uma resposta do aplicativo a concorrência, especialmente ao produto Zoom. Infelizmente para o WhatsApp, o Zoom permite mais usuários na sala ao mesmo tempo. Segundo o site da ferramenta chinesa, até 1000 simultâneos.

Como sempre, a atualização não vai chegar ao mesmo tempo para os milhões de usuários do WhatsApp. Por exemplo, já estou com o serviço disponível no meu iPhone, mas não no meu Zenfone (aparelho Android). Fiquem alerta!

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