Categoria: WhatsApp


07:03 · 06.12.2019 / atualizado às 07:06 · 06.12.2019 por

O Vivo Car, da operadora Vivo, já está disponível para contratação. O equipamento pode ser comprado em até 12x de R$ 59,90 e a operadora oferecerá os primeiros 12 meses de internet grátis – após o período será cobrada mensalidade de R$ 59,90. São 40GB por mês de Wi-Fi para compartilhar com até 5 pessoas no seu veículo. O carro precisa estar ligado para a internet funcionar.

O serviço ofertado não consumirá seus dados para uso de WhatsApp e Waze. O segundo é uma ferramenta muito útil no trânsito. O segundo não é permitido, visto que você não pode usar o celular durante enquanto está dirigindo, mas seus companheiros de viagem poderão usufruir para conversar com outras pessoas e receber documentos, por exemplo.

O equipamento preto é o dispositivo que será conectado no carro para possibilitar internet e verificação de saúde do automóvel, promete a Vivo

O App VivoCar oferta localização online em tempo real, além da verificação da saúde do carro, entre outras possibilidades.

Você precisa verificar se seu veículo está compatível com o dispositivo no site da Vivo.

Não testamos o produto ainda, mas, na teoria, parece interessante. Especialmente se você é taxista ou motorista de aplicativos de transporte como Uber, 99 e outros do gênero.

10:08 · 06.11.2019 / atualizado às 14:12 · 06.11.2019 por

Os grupos do WhatsApp conectam famílias, amigos, colegas de trabalho e muito mais. De modo que muitas dessas pessoas utilizam os grupos para conversas importantes, os usuários pediram para ter mais controle sobre essa experiência. “Hoje, apresentamos uma nova configuração de privacidade e sistema de convite que ajuda você a decidir quem pode adicioná-lo aos grupos”, informa nota enviada pelo WhatsApp. Anteriormente, esta possibilidade só era disponível para usuários do WhatsApp Beta.

Para ativar o recurso, siga os seguintes passos:

1 – Abra o WhatsApp
2 – Toque em Configurações
3 – Depois, clique em Conta
4 – Em seguida, toque em Privacidade
5 – Depois, clique em Grupos
6 – Então, selecione uma destas opções: “Todos”, “Meus contatos” ou “Meus contatos, exceto”.

Foto: Divulgação/WhatsApp

Detalhe importante: em “Meus contatos” somente os usuários salvos na sua lista de contatos poderão adicioná-lo a grupos. Em “Meu contatos, exceto” você tem controle adicional sobre quem, entre seus contatos, poderá adicioná-lo a grupos.

Nesses casos, o admin que não puder lhe adicionar a um grupo terá a opção de enviar um convite privado via conversa individual e você poderá escolher se deseja entrar no grupo. Você terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Com esses novos recursos, os usuários terão mais controle sobre as mensagens em grupo que receberem. Alguns usuários já visualizarão essas novas configurações de privacidade a partir de hoje, 6/11, e elas estarão disponíveis nos próximos dias para todos os usuários que usam a última versão do WhatsApp tanto para iOS quanto Android.

“De acordo com as reações dos usuários durante o lançamento inicial, nós substituímos a opção “Ninguém” pela opção “Meus contatos, exceto”. Isso permite que você selecione contatos específicos que deseja excluir ou “selecionar todos”. Essa atualização está sendo lançada para todos os usuários que utilizam a última versão do WhatsApp”, finaliza nota do WhatsApp.

12:53 · 31.10.2019 / atualizado às 12:53 · 31.10.2019 por

No começo deste ano, foi liberado para usuários do iPhone desbloquear o WhatsApp via Touch ID e o Face ID. Era uma camada a mais de segurança. Agora, usuários de celulares Android poderão liberar o uso do aplicativo via leitor de impressão digital, desde que seu aparelho tenha esse recurso. Esta novidade já era usada por quem era usuário Beta do app.

Para fazer a solução funcionar em seu smartphone, além de ter um aparelho com leitor de impressão digital, siga os seguintes passos:

1 – Clique em configurações
2 – Depois clique em Conta
3 – Agora toque em Privacidade
4 – Clique em “Bloqueio por Impressão Digital”
5 – Pronto, agora você tem mais uma camada de segurança via sua impressão digital.

14:40 · 24.10.2019 / atualizado às 14:40 · 24.10.2019 por

Usuários do WhatsApp Beta (tanto para iPhones quanto para smartphones Android) já estão recebendo a função de proibir ser incluído em grupos de conversa no aplicativo. A função de ser incluído em grupos sem sentido agora depende de sua aprovação. Como na imagem abaixo.

Antes, qualquer um podia te incluir em “n” grupos no WhatsApp. Isso deve reduzir sua dor de cabeça no aplicativo.  Você terá 3 dias para aceitar o convite. Após este prazo, o convite expira.

A função não estará ligada por padrão. Logo, você terá que fazer a ativação. Existem 3 opções de controle. Vamos aos passos:

1 – Todos

Qualquer pessoa pode te adicionar nos grupos, mesmo sem sua autorização. É o que já tínhamos.

2 – Apenas Contatos

Aqui, somente os números que estiverem registrados na sua agenda do telefone conseguirão te adicionar nos grupos, mesmo sem seu consentimento.

3 – Meus Contatos, Exceto

Aqui você escolhe, da sua lista de contatos, os que não deseja que tenham acesso a te chamar para grupos. Na dúvida, marquei todo mundo, ou seja, ninguém me convida para grupos sem eu aceitar.

09:44 · 11.10.2019 / atualizado às 14:09 · 11.10.2019 por

Duas campanhas fraudulentas começaram a circular no WhatsApp às vésperas da comemoração do Dia das Crianças no Brasil. Uma delas abusa do nome de uma conhecida loja de brinquedos, a Ri Happy, enquanto outra promete livros de histórias da Turma da Mônica. Ambas campanhas visam coletar dados pessoais dos usuários e gerar tráfego para sites que estão em controle de criminosos.

O primeiro golpe se aproveita do nome da loja de brinquedos, prometendo um brinquedo de brinde, caso a URL seja acessada. Reforçamos que a loja é uma vítima dos criminosos e não participa deste esquema. Em menos de 24 horas da ativação da campanha, quase 85 mil pessoas já clicaram no link malicioso.

Caso a vítima clique no link, será direcionada para um site que informa que a empresa varejista reservou 100 mil brinquedos para esta ação e pede para que sejam respondidas três perguntas. Ao respondê-las, o criminoso pede para a vítima compartilhar a mensagem de phishing com dez contatos ou cinco grupos de WhatsApp.

Já a segunda campanha, identificada pelo analista de segurança da Kaspersky no Brasil, usa o nome da Turma da Mônica para disseminar o golpe. Mais uma vez, a marca é uma vítima. O Maurício de Souza e sua empresa não têm nenhuma relação com os criminosos e são vítimas. Essa não é a primeira vez que isso acontece: no começo do mês uma campanha similar usada para roubar dados de cartão de crédito também circulou no aplicativo de mensagens.

Nessa mensagem de phishing, para ganhar o suposto combo de historinhas da marca, a vítima tem que informar seus dados pessoais: e-mail, número de telefone e nome completo.

No primeiro caso, o objetivo da campanha maliciosa é criar tráfego para sites que mostram propaganda. No último, a dano é indireto, já que o site apenas coleta as informações pessoais da vítima. De qualquer maneira, o criminoso irá monetizar os dados ao vendê-los para campanhas de spam ou sendo pago para que ele mesmo realize o disparo da campanha de spam.

“Sempre falamos que enquanto o crime compensar, haverá ataques como este e o primeiro golpe reforça nosso alerta! Em menos de um dia, quase 60 mil pessoas clicaram no link que oferece um brinquedo de graça. E pode parecer inofensivo compartilhar seus dados com criminosos, mas essa informação vale muito para eles. Para evitar ser vítima, é sempre importante checar os sites oficiais das empresas se a oferta é verdadeira. Na dúvida, ligue para o centro de atendimento ao cliente”, destaca Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky no Brasil.

Além disso, é sempre recomendado usar um programa de segurança no smartphone, tablet ou computador, principalmente se este for compartilhado com os filhos.

Reforçamos que tanto a loja de brinquedos como a editora das revistas em quadrinhos são vítimas inocentes e tiveram os nomes e marcas usadas por criminosos inescrupulosos.

Empresas

Conversamos com as assessorias de imprensa das duas empresas vítimas dos criminosos. Via e-mail, o Grupo Ri Happy informa que está sendo vítima da ação de infratores que estão divulgando posts com promoções falsas nas redes sociais e no whatsapp.

“Eles utilizam o nome e a marca Ri Happy de forma ilegal. Reforçamos aos nossos clientes que não temos relação com essas pessoas ou empresas e que as medidas judiciais cabíveis estão sendo tomadas para coibir e solucionar o caso. Pedimos para todos os clientes que sempre verifiquem as promoções vigentes da marca nas próprias lojas físicas ou nos canais oficiais da Ri Happy (facebook, instagram e site). Qualquer dúvida, consultem também o SAC da empresa através do telefone 11-3004-2779 para esclarecimentos”, encerra a nota.

Também consultamos a assessoria de imprensa do grupo Maurício de Souza e estamos aguardando retorno.

09:32 · 24.09.2019 / atualizado às 09:33 · 24.09.2019 por

Por AFP

Facebook, Twitter, Google e outros gigantes da tecnologia criaram uma estrutura independente consagrada a reforçar sua luta contra os conteúdos extremistas na Internet, anunciaram nesta segunda-feira.

Essa iniciativa é resultado do trabalho de um consórcio criado em 2017 por Facebook, Microsoft, Twitter e Google (via YouTube). Amazon, assim como as plataformas LinkedIn (propriedade da Microsoft) e WhatsApp (Facebook) se uniram à nova organização.

Esta terá como objetivo “frustrar as tentativas cada vez mais sofisticadas de terroristas e extremistas violentos de utilizar as plataformas digitais”.

Há vários meses, o Facebook multiplicou iniciativas para combater o “ódio e o conteúdo extremista na internet”.

Na terça-feira passada, o grupo dirigido por Mark Zuckerberg anunciou que teria recrutado policiais de ambos os lados do Atlântico para educar suas ferramentas de inteligência artificial a fim de deter as retransmissões de vídeo de ataques extremistas ao vivo em sua plataforma.

A rede social foi muito criticada por demorar 17 minutos para interromper o vídeo ao vivo de um supremacista branco que atacava uma mesquita em 15 de março em Christchurch, na Nova Zelândia, onde matou 51 muçulmanos.

12:43 · 04.09.2019 / atualizado às 12:52 · 04.09.2019 por

O brasileiro é reconhecido internacionalmente como um indivíduo hiperativo em redes sociais e aplicativos de mensageria. O País está entre os mercados com maior quantidade de usuários e com maior engajamento entre os principais serviços do gênero no Ocidente. Trata-se de um fenômeno de hiperssocialização virtual que impacta a sociedade de inúmeras maneiras, para o bem e para o mal, seja na produtividade, na política ou nas relações pessoais. Por isso é tão interessante a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil. Que mostrou que o WhatsApp segue rei entre os apps de mensagem, mas que os demais estão crescendo.

Esta pesquisa independente, produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box, traz, nesta edição, resultados obtidos através de entrevistas com 2.102 brasileiros com mais de 16 anos de idade, que acessam a Internet e possuem celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line entre 17 e 25 de julho de 2019. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Dados

Nos últimos anos, esta pesquisa revelou o tamanho da popularidade do WhatsApp no Brasil, o recente crescimento do Instagram, a gradual queda do Facebook Messenger e uma certa estagnação do Telegram. Nesta edição, porém, houve reviravoltas. Todos os aplicativos monitorados aumentaram sua presença na base brasileira de smartphones na comparação com seis meses atrás, com destaque para Facebook Messenger, Instagram e Telegram.

Até fevereiro passado, a popularidade do Facebook Messenger vinha caindo gradativamente. O relatório daquele mês indicava que o app de mensageria estava presente em 69% dos smartphones de internautas brasileiros, seu mais baixo patamar na série histórica desta pesquisa.

Mas o app voltou a crescer e apenas seis meses depois ganhou 10 pontos percentuais: agora está instalado em 79% dos smartphones de internautas do País. No mesmo intervalo de tempo, a proporção de usuários do Messenger que abrem o app todo dia ou quase todo dia subiu de 62% para 66%. Também foi notado um crescimento na variedade de conteúdos enviados por esse canal, com destaque para a troca de mensagens efêmeras, também conhecidas como “stories”: subiu de 17% para 23% a proporção de usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) do Messenger que produzem ou veem tais mensagens efêmeras. O Facebook tem estimulado bastante o uso desse recurso, especialmente no celular, o que pode ser um dos fatores que ajudaram o Messenger a reverter sua tendência de queda no Brasil.

A proporção de MAUs do app que trocam imagens, por sua vez, subiu de 47% para 52%, e aqueles que enviam ou recebem mensagens de áudio passou de 28% para 32%. Com maior engajamento e diversidade de conteúdos, consequentemente, aumenta a fidelidade do brasileiro ao aplicativo.

O Instagram também registrou um crescimento expressivo em seis meses, passando de 65% para 72% a proporção de internautas brasileiros com smartphone que possuem o app instalado. O percentual de sua base que abre o app todo dia ou quase to dia, porém, permaneceu inalterada em seis meses: 84%. Note-se que esse percentual é mais alto que o do Facebook Messenger. Ou seja, embora a base instalada do Instagram seja um pouco menor, o app tem uma proporção maior de usuários ativos diários.

O Telegram, por sua vez, aumentou em seis pontos percentuais a sua penetração no Brasil em seis meses, subindo de 13% para 19% a proporção de internautas brasileiros com smartphone que possuem o app instalado. A mídia gerada pelo escândalo do hackeamento de celulares de autoridades, em vez de afastar os brasileiros do Telegram, aparentemente causou um impacto positivo para o app de mensageria. Foi a primeira vez que ele cresceu acima da margem de erro na série histórica da pesquisa. Além disso, aumentou a proporção de MAUs do Telegram usando todos os tipos de conteúdo que podem ser trocados pelo app. O destaque está no envio de mensagens de áudio, que ganhou 11 pontos percentuais: passou de 42% para 53% os MAUs do Telegram que declaram se comunicar com mensagens de áudio pelo app.

O aumento da popularidade do Facebook Messenger, do Instagram e do Telegram não aconteceu às custas do WhatsApp. Este continua sendo o canal de mensageria mais popular do País, presente em 98% dos smartphones e com 98% dos seus usuários declarando que o abrem todo dia ou quase todo dia. Na verdade, o WhatsApp em seis meses até aumentou em um ponto percentual a sua penetração, variação que está dentro da margem de erro.

Portanto, o que se percebe com os dados coletados desta vez é que o brasileiro mantém-se fiel ao WhatsApp, mas ampliou a diversidade dos canais que utiliza para mensageria móvel, aprofundando ainda mais o seu comportamento de hiperssocialização virtual.

Pagamento com WhatsApp

O recente anúncio do Facebook de criação de uma criptomoeda, a Libra, e de uma carteira digital, a Calibra, reacendeu as expectativas de que o WhatsApp inclua uma funcionalidade de pagamentos no futuro, como já acontece na Índia. O recurso tem grande atratividade entre os brasileiros: 56% dos MAUs do WhatsApp declaram que gostariam de realizar pagamentos e transferências de dinheiro através do WhatsApp. A proporção é ainda maior
entre homens (62%) do que entre mulheres (50%).

O interesse em transformar o WhatsApp em uma carteira digital tem mais aderência entre os mais jovens. 59% dos MAUs com 16 a 29 anos de idade gostariam desse recurso. O percentual cai para 56% no grupo de 30 a 49 anos e para 50%, entre aqueles com 50 anos ou mais.

Quando perguntados qual seria a fonte do dinheiro para pagamentos via WhatsApp, 47% dos MAUs interessados nesse recurso dizem que gostariam de ter uma conta bancária virtual criada dentro do próprio app de mensageria. A proporção é maior entre os usuários das classes C, D e E (50%) do que entre aqueles das classes A e B (41%), provavelmente porque muitos dos primeiros hoje são desbancarizados. Outros 30% dos MAUs interessados em usar o WhatsApp para pagamentos prefeririam associá-lo à sua conta bancária atual e 23%, a um cartão de crédito.

12:25 · 29.08.2019 / atualizado às 12:31 · 29.08.2019 por

Golpistas estão atentos a todos os movimentos e empresas. E agora atacam usando o nome do Nubank, o famoso banco digital que oferece conta corrente e cartões de crédito. Segundo o dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital da PSafe -, o ataque atingiu 25.471 acesos e compartilhamentos.

O ataque era via WhatsApp e utilizava indevidamente a marca Nubank. “O golpe ficou no ar por 24 horas, mas já foi removido. Até ontem a tarde, havíamos registrado 25.471 mil acessos e compartilhamentos ao ataque”, afirmou a assessoria de imprensa da PSafe.

Como funcionava

Através de mensagens encaminhadas por WhatsApp, o criminoso enviava o convite para que a vítima participasse do aniversário do Nubank. A promessa é que neste aniversário da instituição você seria o premiado. Segundo os golpistas, eram 2.000 convites para um novo cartão com até R$ 12 mil de limite sem consulta ao SPC/Serasa. Depois a pessoa dizia que já tinha feito o dela e deixava o link para que a vítima clicasse e respondesse a 3 perguntas e depois compartilha o golpe com até 5 amigos.

Um especialista do Eset, Daniel Barbosa, disse ao Tech Tudo que o fato de pedir o compartilhamento pode indicar que os golpistas faturam com monetização de propagandas.

Nubank responde

Segundo a assessoria de imprensa do Nubank, a empresa já está colaborando com as autoridades para investigar e este ato criminoso. O banco digital alerta para mensagens enviadas dessa forma, deixando claro que a empresa não distribui convites para os produtos dela via redes sociais e muito menos libera o cartão sem análise. Veja a íntegra da resposta abaixo:

“Esse tipo de atividade é crime, e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir golpes como esse, além de solicitar que o site seja tirado do ar imediatamente.

Quem recebe uma comunicação deste tipo deve ficar atento a alguns pontos que indicam que ela não é verdadeira. O Nubank não distribui convites para seus produtos via redes sociais e não libera o cartão de crédito sem análise.

Em casos de conteúdo suspeito, pedimos sempre que reportem por meio dos nossos canais de atendimento (chat, email ou telefone), para que o conteúdo seja direcionado para o nosso time de especialistas. É importante também reportar o email como phishing ao seu respectivo provedor de acesso.

Estas e outra dicas sobre como evitar este tipo de golpe estão disponíveis aqui.

Fique ligado

Mais uma vez reforçamos que ao receber mensagens assim corra até as redes sociais oficiais e página oficial da empresa. Verifique se a tal promoção existe. Não é porque está na internet que é verdade. Não é porque seu tio compartilhou que é seguro clicar e muito menos compartilhar. Fique esperto e evite cair em golpes!

09:26 · 14.08.2019 / atualizado às 13:14 · 14.08.2019 por

Uma nova camada para impedir que pessoas invadam seu WhatsApp foi criada e já está funcionando na versão beta do aplicativo. Trata-se do uso da sua impressão digital. Obviamente, seu smarpthone precisará ter esta opção de uso de impressão para que a função tenha serventia. Em breve a funcionalidade estará disponível para todos os usuários. Esta funcionalidade já estava presente em todos os iPhones com leitor de digitais (Touch ID). Logo, esta novidade que pode ser testada na versão Beta é apenas para quem tem smartphone com sistema operacional Android.

Mais segurança no seu WhatsApp

Esta camada extra se junta a outras como a senha de 6 dígitos que você pode e deve inserir que é a confirmação em duas etapas.

Com estas duas camadas extras de segurança, seu aplicativo favorito estará menos propenso a ser invadido ou tomado por golpistas. Use-os, por mais que possa parecer chato. Será uma vantagem na luta contra criminosos ou mesmo apenas os curiosos de plantão.

12:48 · 08.08.2019 / atualizado às 14:05 · 08.08.2019 por

Ontem, 7/8, em matéria veiculada na Bloomberg, foram divulgadas falhas no WhatsApp que permitem a hackers manipular mensagens de conversas públicas e privadas – com potencial para disseminar informações falsas utilizando o nome de remetentes confiáveis.

As falhas vão além de permitir alterar o conteúdo da mensagem que é replicada quando se pretende dar uma resposta a um usuário, há também uma segunda vulnerabilidade que permite falsificar a autoria da mensagem – o que pode ser suficiente para gerar uma fake news.

“O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo. Essas falhas na segurança que foram encontradas no app são, de fato, muito preocupantes, uma vez que os usuários podem ser expostos numa conversa de grupo, por meio de mensagens falsas enviadas por hackers. No entanto, isto não significa que deve-se deixar de utilizar o WhatsApp. Apesar destes bugs de segurança serem muito perigosos, a verdade é que são muito comuns em qualquer software ou app. Os usuários devem ser muito cautelosos ao utilizar o app, principalmente nas conversas de grupo. Em caso de suspeita, os usuários devem confirmar com o remetente a autoria das mensagens, numa conversa privada. Recomendamos fortemente que os usuários se mantenham atentos às atualizações recentes do WhatsApp e que façam o download das novas versões o mais rápido possível, para que permaneçam em segurança”, alerta Victor Chebyshev, investigador de segurança da Kaspersky.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do WhatsApp no Brasil que retornou que já foi feita uma revisão da possível falha e que não foi encontrada tal vulnerabilidade.  “Nós cautelosamente revisamos essa questão há um ano e é falso sugerir que há vulnerabilidade com a segurança que provemos ao WhatsApp. O cenário descrito aqui é meramente o equivalente móvel de alterar respostas em uma corrente de e-mail para fazer parecer algo que a pessoa não escreveu. Precisamos estar cientes de que atender a essas preocupações levantadas por esses pesquisadores poderia tornar o WhatsApp menos privado – como armazenar informação sobre a origem das mensagens”, porta-voz do Facebook.

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