Categoria: WhatsApp


01:06 · 27.05.2019 / atualizado às 17:09 · 26.05.2019 por

Com tanto lugar para verificar a veracidade de conteúdos em geral, não é possível que você continue a se deixar enganar por golpes de todas as formas que chegam por redes sociais, e-mail e até SMS. Vou tentar te ajudar a evitar isso agora!

Quase todos os dias recebo e-mails de empresas de segurança eletrônica informando que centenas e, muitas vezes, milhares de brasileiros foram enganados por golpes em redes sociais como Instagram e Facebook e, principalmente, por mensagens no WhatsApp. As correntes muitas vezes nem se dão ao cuidado de inovar ou mesmo ter zelo com a Língua Portuguesa. Mesmo assim, 100 mil, 300 mil ou mais caem em golpes como promoções de lojas de perfumes ou até mesmo celular grátis. Sério? Infelizmente, sim.

Especialistas da Kaspersky Lab detectaram no primeiro trimestre de 2019 um surto de spams sofisticados oferecendo falsas ofertas de emprego que supostamente vinham de recrutadores de grandes corporações, um tema que sempre atrai muito interesse. Claro que o objetivo final era instalar malware para roubar dinheiro da vítima. Os e-mails de spam usam a engenharia social, como promoções ou manipulação psicológica para disseminar malware.

A análise detalhada está no novo relatório Spam e phishing no primeiro trimestre de 2019 e mostra que os destinatários dos spams receberam uma oferta tentadora de emprego de uma grande empresa. A mensagem convidava a vítima a entrar em um sistema gratuito de busca de vagas e solicitava a instalação de um aplicativo para dar acesso ao banco de dados de empregos. Para fazer a instalação parecer confiável, os atacantes associaram a ele uma janela pop-up com as palavras “DDoS Protection” e uma mensagem falsa indicando que o usuário estava sendo redirecionado para o site de uma das maiores agências de recrutamento.

Na verdade, as vítimas eram redirecionadas para um servidor na nuvem no qual fariam o download de um instalador malicioso que parecia um arquivo do Word. Sua função era instalar no computador da vítima o trojan bancário Gozi, um malware bastante usado em roubos financeiros.

“Muitas vezes, vemos remetentes de spam usando nomes de empresas conhecidas, pois isso contribui para o sucesso de seus negócios fraudulentos e para ganhar a confiança das pessoas. Marcas com uma reputação sólida podem se tornar vítimas de fraudadores que se passam por elas e atraem usuários inocentes para baixar um arquivo malicioso em seus computadores. Era preciso verificar erros no endereço de e-mail para suspeitar que a oferta de trabalho não era autêntica”, explica Maria Vergelis, pesquisadora de segurança da Kaspersky Lab.

O ser humano quer acreditar ser mais esperto que os demais. O brasileiro não é exceção. Então, para os golpistas a facilidade aparece. “Eles não vão checar nada, vão clicar de primeira”, apostam os cibercriminosos. E, muitas vezes, isso acontece.

Para evitar esse tipo de problema com promoções que envolvem grandes marcas é bem simples. Vá ao site e até às redes sociais oficiais daquela empresa ou pessoa e confira se é verdade. Não clique antes. Mesmo que lá esteja escrito: só os 10 primeiros irão ganhar. Respire e vá verificar. Custará menos que o prejuízo que terá ao ser rápido e imprudente demais.

Golpes surreais

Falando em imprudência, parece loucura, mas há golpes surreais em que até as suas senhas de e-mail e do banco vão te pedir. Pelo amor de Deus! Não precisa nem dizer que tais informações não se deve passar para ninguém. Ninguém mesmo!

Em certos momentos é possível ver um cuidado maior dos golpistas. E-mails bem ajustados, linguagem profissional, formatos e imagens padrões das empresas usadas como iscas. Porém, sempre há algo para indicar que aquilo se trata de tentativa de roubar seus dados e/ou seu dinheiro. Revise tudo, converse com amigos, de preferências aqueles com real experiência em tecnologia da informação e não o vizinho ou tio que acha que sabe de tudo.

Por falar em parentes, infelizmente, os grupos de família e amigos são um “chama” ou seria melhor dizer, um centro de desinformação e proliferação de spams, fake news e golpes virtuais. Quase sempre os presentes nesses locais nem sabem que o que estão compartilhando é um golpe ou notícia falsa.

Uma simples checagem eliminaria a corrente, mas a crença de que o que está na internet é 100% real é uma praga sem fim.

Outro golpe está no streaming. Muita gente não tem paciência de esperar o episódio chegar até o canal por assinatura ou mesmo na Netflix e acaba indo baixar em páginas de torrents. Junto com aquele capítulo da série tão aguardada vem um vírus ou mesmo só o vírus. Levantamento da Kaspersky mostrou que a série Game of Thrones é um dos mais atacados na atualidade. O episódio mais usado por hackers foi 3º desta última temporada (The Long Night), que desencadeou um pico de 3.000 ataques/dia.

Usar soluções de segurança confiáveis para ter uma proteção em tempo real para ameaças emergentes é um item que considero fundamental para desktop e notebooks, especialmente os com Windows, alvo número 1.

No caso de smartphones Android é bom ter um software que ajude a não cair em golpes e evitar vírus. Porém, sem dúvida alguma, para qualquer plataforma, seja Windows, sistemas Apple ou mesmo Linux, ter atenção com o que clica ou acessa é extremamente necessário para evitar dor de cabeça. Além disso, reforço a todos: sejam espertos. Não acreditem em tudo que estão lendo nas redes sociais ou em sites muitas vezes sem nenhuma credibilidade, criados do dia para noite. Pense um pouco, pesquise em outras fontes e evitará muitos problemas na vida.

Dicas

Sempre verifique o endereço do site para onde foi redirecionado, endereço do link e o e-mail do remetente. Confira também se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink.

Não clique em links contidos em e-mails, SMSs, mensagens instantâneas ou postagens em mídias sociais vindos de pessoas ou organizações desconhecidas, que têm endereços suspeitos ou estranhos. Verifique se eles são legítimos e se começam com ‘https’ sempre que solicitam informações pessoais ou financeiras.

Não insira informações pessoais se não tiver a certeza de que o site da empresa é real e seguro.

Verifique no site oficial da empresa se há vagas em aberto correspondentes a suas qualificações profissionais.

Entre em contato com a empresa por telefone para garantir que a oferta de emprego é verdadeira.

Procure possíveis erros nas ofertas de trabalho, verificando com atenção o nome da empresa ou o título e as responsabilidades do cargo.

10:42 · 20.05.2019 / atualizado às 14:48 · 20.05.2019 por

Com mais de 1,5 bilhão de usuários no mundo, o WhatsApp é o principal aplicativo usado pelos brasileiros para se comunicar com amigos, familiares, colegas de trabalho e até com empresas. Desta forma, o aplicativo também é alvo de golpes e o mais recente é a clonagem de número.

Por conta disso, o WhatsApp implementou um alerta nas mensagens de verificação de conta, avisando seus usuários a não compartilharem o código recebido via SMS, uma vez que essa senha é pessoal e dá ao usuário a segurança de acesso. O alerta já está disponível para instalações no sistema Android e, em breve, chegará ao iOS.

Confira abaixo o que fazer em caso de ter sua conta roubada:

Solicite a verificação da conta via SMS. Entre no WhatsApp com seu número de telefone e confirme o código de 6 dígitos que você receber via SMS. Dessa forma, qualquer indivíduo que usar sua conta será desconectado automaticamente.
Notifique amigos e família. Muitos golpistas usam sua lista de contatos para solicitar informações sigilosas e pedir depósitos em dinheiro. Se sua conta for violada, entre em contato com pessoas próximas para que ninguém possa se passar por você.
Amplie sua camada de segurança ativando a verificação em duas etapas. A verificação em duas etapas é um recurso opcional que, ao ativado, exige um PIN de seis dígitos de verificação se houver uma tentativa de entrada no seu número de WhatsApp.

Em caso de tentativa de roubo de conta, o WhatsApp também ressalta que a criptografia de ponta a ponta do aplicativo não é comprometida. Ou seja, o golpista não tem acesso a mensagens anteriores que estão armazenadas no seu telefone.

Se o problema persistir, entre em contato com a equipe de atendimento do WhatsApp em support@whatsapp.com.

18:02 · 07.04.2019 / atualizado às 18:04 · 07.04.2019 por

Não é de hoje que os desenvolvedores do aplicativo WhatsApp tentam uma forma de reduzir ou acabar com os redirecionamentos em massa através do app. Segundo o WABetaInfo, isso pode estar perto do fim.

O WABetaInfo diz que as mensagens reenviadas pelo menos 5 vezes serão classificadas como “encaminhadas com frequência”. A novidade já estaria em testes tanto para smarpthones Android quanto iOS.

Até aí nada demais, pois quem faz estas mensagens encaminhadas infinitas não liga para isso. A questão é que os desenvolvedores do WhatsApp querem dar aos administradores de grupo a oportunidade de barrar estas mensagens. Dependerá deles a palavra final.

Isso será muito bom, pois quem encaminha tudo é, geralmente, preguiçoso. Para evitar o cancelamento das mensagens teria que copiá-la e escrevê-la novamente. Dificilmente irá fazer isso com todas as mensagens.

Não sabemos quando a novidade chegará, pois a última, de você escolher entrar ou não em grupos, até agora não foi liberada de verdade para todos os usuários.

Eu, particularmente, acredito que essas medidas são saudáveis, mas duvido muito que pegue. Afinal, quem quer dar golpe ou espalhar mentira vive disso e vai se esforçar para seguir agindo assim.

10:39 · 04.04.2019 / atualizado às 10:39 · 04.04.2019 por

Assim como na versão Android – que, no ano passado, foi adotada em milhões de negócios ao redor do mundo – o WhatsApp Business chega agora para iOS e poderá ser baixado sem custo algum na App Store da Apple. Ele incluirá recursos para que pequenos negócios e clientes se comuniquem.

A partir desta quinta-feira, 4/4, o WhatsApp Business estará disponível grátis para baixar da App Store no Brasil, Alemanha, Indonésia, Índia, México, Reino Unido e EUA. Ele será disponibilizado no mundo todo nas próximas semanas.

“O que mais ouvimos de pequenos negócios é que eles gostariam de utilizar o WhatsApp Business em seus dispositivos favoritos”, diz nota da empresa para a imprensa.

Veja alguns recursos do WhatsApp Business:

Perfil comercial: Compartilhe informações úteis sobre seu negócio, como descrição, email, endereço do seu negócio, ou site.
Ferramentas de mensagem: Responda aos seus clientes de forma rápida e eficiente com nossas ferramentas de mensagem respostas rápidas para perguntas frequentes, mensagens de saudação para apresentar um cliente ao seu negócio, e mensagens de ausência para que saibam quando você poderá responder.
WhatsApp Web: Converse em seu computador de mesa (desktop), organize suas conversas, e envie arquivos para clientes.

10:58 · 03.04.2019 / atualizado às 10:59 · 03.04.2019 por

Cada vez mais, os usuários do WhatsApp utilizam os grupos para se conectarem com família, amigos, colegas de trabalho, de classe, etc. “Como as pessoas utilizam grupos para conversas importantes, os usuários nos pediram para que tivessem mais controle ao utilizar o app. Hoje, apresentamos um novo recurso de privacidade e sistema de convite para ajudar você a decidir quem pode adicionar você a um grupo”, diz nota da empresa.

Como fazer?

Para ativá-lo, vá para Configurações no seu aplicativo, e então toque em Conta > Privacidade > Grupos e selecione uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “todos”. “Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e “Meus contatos” significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.

Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada, dando a você a escolha de participar de um grupo. Você terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Com esses novos recursos, os usuários terão mais controle das mensagens em grupo que receberem. Essas novas configurações de privacidade começarão a entrar em vigor para os usuários a partir de hoje e estarão disponíveis para quem utilizar a última versão do WhatsApp.

15:49 · 14.03.2019 / atualizado às 15:49 · 14.03.2019 por

Ontem, 13, o Facebook ficou sem funcionar durante boa parte do dia e Instagram e WhatsApp ficaram instáveis pelo mesmo período. Pois bem, nesta tarde, o Facebook nos enviou uma nota sobre a causa. Confira abaixo:

“Ontem (13), fizemos uma alteração na configuração de nossos servidores que desencadeou uma série de problemas. Por isso, houve dificuldade em acessar nossos serviços. Resolvemos essas questões e os sistemas já vem sendo restaurados. Lamentamos pela inconveniência e agradecemos a paciência de todos”.

07:05 · 14.03.2019 / atualizado às 07:16 · 14.03.2019 por

Uma falha de origem desconhecida impediu, nesta quarta-feira, 13, o acesso ao Facebook e parcialmente ao WhatsApp e ao Instagram em várias partes do mundo. Os serviços voltaram a funcionar entre o final da noite de ontem, 13, e madrugada de hoje, 14.

>>>Facebook fora do ar; Instagram e WhatsApp instáveis

“Temos conhecimento de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar os aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o quanto antes”, disse o grupo em um tuíte publicado às 17H30 GMT (14H30 em Brasília).

Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram.

O Facebook também indicou que a falha não estava relacionada com um ciberataque do tipo “DDoS“, como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço, que sobrecarregam os servidores com uma alta demanda de conexões.

Segundo o site especializado downdetector.com, os problemas eram mais perceptíveis na América do Norte e na Europa. Porém, aqui no Brasil foi notado com força e várias teorias absurdas dizendo que era por conta de grande volume de fotos e vídeos da tragédia de Suzano, interior de São Paulo, seriam a causa da falha.

A rede social, com 2,3 bilhões de usuários ativos, registrou uma falha notável em novembro, atribuída a um “problema do servidor”, e uma em setembro, atribuída a “problemas de rede”.

Com informações da AFP

09:56 · 11.03.2019 / atualizado às 09:56 · 11.03.2019 por

O Skype lançou uma versão Web que não vai funcionar em todos os navegadores. Apenas usuários que utilizem o Microsoft Edge ou o Google Chrome (em sistemas operacionais com Windows 10 e macOS 10.12 ou superior) poderão usufruir do programa. Quem navega pelo Mozilla Firefox, Safari ou Opera está fora.

Através do Skype Web você poderá fazer videoconferência em HD (com uma pessoa ou em grupo), gravar chamadas, ter acesso a um painel de notificações, busca para achar termos em conversas e galeria de mídias (para encontrar arquivos enviados ou recebidos).

Lembrando que, desde 2011, o comunicador foi comprado pela Microsoft. Porém, para azar deles, com o WhatsApp tudo foi engolido. Sorte do Facebook.

07:40 · 08.03.2019 / atualizado às 07:45 · 08.03.2019 por

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil, com oferecimento da Infobip, revela que o uso do Instagram está crescendo no Brasil, um aumento percebido neste e em outros relatórios da pesquisa. O aplicativo está instalado em 65% dos smartphones de internautas brasileiros, se aproximando do Facebook Messenger, que nos últimos seis meses diminuiu sua penetração de 73% para 69%.

A maioria, 84% dos brasileiros que têm o Instagram em seus aparelhos, abre o app do Instagram todo dia ou quase todo dia. Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa, este número é chamado de “grau de fidelidade”, um novo parâmetro que a pesquisa passou a medir a partir desta edição. “A proporção de usuários que abrem um aplicativo todo dia ou quase todo dia representa uma base fiel, que dificilmente vai desinstalá-lo tão cedo” comenta Paiva. “O Instagram ainda está longe do WhatsApp (97%) nesse aspecto, mas está melhor que o Telegram (63%) e que o Facebook Messenger (62%)”.

Ainda de acordo com a pesquisa, apenas 3% da base do Instagram declara que nunca ou quase nunca abre o app. Esta é a proporção com risco de desinstalação, outro novo parâmetro que passará a ser monitorado por esta pesquisa. O Instagram está abaixo do WhatsApp, no qual apenas 0,6% da base afirma abrir nunca ou quase nunca o aplicativo. Porém, mais uma vez, está melhor que Messenger (10%) e Telegram (10%).

Gráfico mostra a evolução dos aplicativos nos últimos 3 anos, segundo a pesquisa

Facebook Messenger em queda

Enquanto o Instagram está em ascensão, o Facebook Messenger vem perdendo popularidade entre os usuários. O percentual de smartphones com o app instalado no Brasil caiu de 73% para 69% em seis meses. No mesmo intervalo, seu grau de fidelidade diminuiu de 67% para 62%.

WhatsApp está pronto para as vendas

Paralelamente, o WhatsApp mantém a sua hegemonia no segmento de mensageria móvel no Brasil, instalado em 97% dos smartphones e utilizado todo dia ou quase todo dia por 97% da sua base. O app está cada vez mais preparado para ajudar os usuários e as empresas nas relações de compra e de relacionamento. Segundo Fernando Paiva, o que merece atenção é a crescente utilização do aplicativo como canal de comunicação entre marcas e empresas. “Um ano atrás, em janeiro de 2018, 55% dos usuários do WhatsApp declaravam já ter conversado com marcas pelo app. Agora, houve um salto para 68%, puxado pelos primeiros projetos no Brasil de envio de mensagens através da API do WhatsApp, lançada oficialmente em agosto do ano passado”.

Entre outras descobertas da pesquisa estão:

– A pesquisa também analisou a base demográfica dos usuários. Por exemplo, o Instagram tem um público jovem e feminino em sua maioria;
– A utilização do SMS aumentou, tanto para envio quanto para recebimento de mensagens de texto. Mesmo dentro da margem de erro da pesquisa, o número sinaliza que a ferramenta ainda possui fôlego;
– 62% dos usuários possuem plano pré-pago, contra 23% plano-controle e 15% pós-pago.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil é uma pesquisa independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box. Nesta edição foram entrevistados 2.053 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line ao longo de janeiro de 2019. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

09:59 · 07.03.2019 / atualizado às 09:59 · 07.03.2019 por

O que temos hoje no Facebook? Linha do tempo, fotos, vídeos e tudo isso ficando para sempre (até você deletar) no seu histórico. Assim você tem uma rede aberta, tirando os grupos, claro. Mas o que deseja Mark Zuckerberg com esta união de Facebook com Messenger, WhatsApp e Instagram? Só unir os mensageiros? Onde entra o Facebook nisso tudo?

Segundo Zuckerberg, o Facebook está indo no rumo de se tornar uma rede “focada na privacidade” e concentrada na confidencialidade, segundo escreveu no post em que fez o anúncio. A rede será menos permissiva aos vazamentos de dados. Tudo será confidencial (será mesmo?).

A ideia é criar algo mais unificado, concentrado em trocas privadas. Nada de publicações de posts visíveis para todos – caso você mesmo não limite hoje para apenas amigos. Veremos uma nova estratégia focada em “stories”. E estes irão sumir após 24 horas.

“Quando penso no futuro da internet, penso que uma plataforma de comunicações focada na privacidade será muito mais importante que as plataformas abertas atuais”, considerou, anunciando também sua intenção de possibilitar pagamentos on-line “de forma privada e segura”.

Segundo a AFP, esta mudança segue os novos gostos dos usuários de redes sociais. “Hoje em dia já vemos que as mensagens privadas, os ‘stories’ efêmeros e os pequenos grupos são de longe os formatos de comunicação on-line que crescem mais rápido”, escreveu Zuckerberg em um texto de 3.000 palavras em sua página de Facebook.

A ideia dele é tornar os mensageiros mais seguros e o próprio Facebook a usar a criptografia de dados, como é o caso atualmente do Whatsapp.  “Nos próximos anos, planejamos reconstruir nossos serviços em torno dessa ideias”, disse Zuckerberg, consciente do desgaste que a imagem do Facebook sofreu pelos casos de manipulação de dados.

Embora “não tenhamos atualmente uma boa reputação de poder construir serviços que protejam a privacidade (…), podemos evoluir para construir serviços que as pessoas realmente queiram”, afirmou.

Acaba aí?

Não sei. Acho esta guinada dada por Zuckerberg perigosa para todos nós. Mais bolhas podem surgir. Festivais de fake news podem ganhar tudo. Como controlar isso? O WhatsApp mostrou como é complicado. Unificar negócios como Facebook e Instagram faz até sentido. Mas juntá-los ao Messenger e ao WhatsApp como pensa o criador do negócio não está muito claro no que vai dar.

Hoje o Facebook e o próprio Instagram tem anúncios. Ambos tem um faturamento que está ligado a isso também e, principalmente. Como esse novo negócio vai incluir esta cultura ao mesmo tempo que promete privacidade criptografada?

E estes super grupos bombados que vão surgir? Quem vai controlar o que está se passando lá? Denúncias poderão ser o único mecanismo para salvaguardar que não se tornem um lugar do caos?

Muitas dúvidas. Vamos juntos pensar nisso e analisar o que vem por aí. Se você não quer participar dessa discussão é melhor já ir cancelando as contas. Não só do Facebook: do Instagram, Messenger e WhatsApp também. Vai conseguir?

Com informações da AFP

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