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Categoria: Banda larga


07:13 · 19.07.2017 / atualizado às 14:27 · 20.07.2017 por

O serviço de banda larga fixa (internet fixa) contava com 27.469.555 milhões de assinantes até o final de maio deste ano, foram mais 163.398 mil clientes um aumento de 0,60%, se comparado ao mês anterior. Nos últimos doze meses, foram adicionados à rede 1.419.082 milhão de clientes (+5,45%).

Segundo dados da Anatel, no Ceará a elevação foi de 32.196 mil (+5,12%). O Estado, aliás, é o segundo do Nordeste em números absolutos de usuários de banda larga fixa com 661.379. A Bahia é o Estado com mais usuários: 826.835. Em termos nacionais, o Ceará ocupa a nona colocação entre os estados com mais gente com acesso a banda larga fixa.

Se você analisar que o Estado do Ceará tem 8.842.791, ter cerca de 13,37% ainda é pouco. Vejo que há muita dificuldade das empresas em expandir os pontos com cabos para banda larga fixa. Porém, as pequenas empresas estão crescendo e ganhando espaço nos bairros descartados pelas grandes. Talvez a questão seja também por conta dos preços dos serviços ou por conta ainda da questão da internet móvel em celulares que está melhorando a qualidade e muita gente hoje nem liga muito.

Nos demais estados, entre abril e maio deste ano, a base de assinantes de Minas Gerais aumentou 41.406 mil novos clientes (+1,55%), e no Rio Grande do Norte 27.779 mil (+9,91%). Nos últimos doze meses, houve aumento de usuários em todos os estados. Os maiores percentuais foram registrados nos estados de São Paulo, com 248.014 mil novos clientes (+2,63%); Minas Gerais com 207.821 mil (+8,28%) e Rio Grande do Sul com 135.237 mil (+8,56%).

A prestadora Vivo liderou o crescimento no mês de maio, se comparado ao mês anterior, foram mais 28.073 mil novos assinantes (+0,37%). A Tim apresentou uma elevação de 10.219 mil (+2,96%), seguida pela Sky com 6.069 mil (+1,77%).

Em comparação com abril de 2016, a Vivo teve um aumento de (+1,89%) na sua base de assinantes, foram mais 140.435 mil. A Tim registrou 57.135 mil novos clientes (+19,15%), e a operadora Claro mais 332.367 mil (+4,03%).

 

12:20 · 07.07.2017 / atualizado às 12:20 · 07.07.2017 por

A Anatel liberou o licenciamento de estações do serviço de telefonia móvel (Serviço Móvel Pessoal – SMP) na faixa de 700 MHz para mais 156 cidades brasileiras. Com isso, agora já são mais de 1,8 mil cidades aptas a utilizar essa faixa para a prestação da banda larga móvel, dentre elas 12 capitais: Aracaju/SE, Boa Vista/RR, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Fortaleza/CE, Macapá/AP, Natal/RN, Palmas/TO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Teresina/PI.

O licenciamento de estações na faixa de 700 MHz, nesse momento, é fruto do trabalho realizado no âmbito do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) para a antecipação do desligamento do sinal analógico de televisão em algumas localidades e consequente liberação dessa faixa para utilização das operadoras do serviço móvel em tecnologia de quarta geração (4G).

Para possibilitar a convivência harmônica entre os serviços de televisão e de telefonia móvel, a Anatel realiza estudos de viabilidade técnica nos municípios a serem liberados para evitar interferências entre os serviços. Tal estudo é aprovado pelo Gired, grupo presidido pela Agência e que conta com a participação da Secretaria de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, além das associações representativas das empresas de radiodifusão e das prestadoras de serviços de telecomunicações vencedoras do processo licitatório da Anatel que conferiu o uso da faixa de 700 MHz.

A partir da aprovação do Gired, a Entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV inicia um estudo preventivo de mitigação de eventuais interferências e, após o encerramento dessa atividade, a Anatel libera o licenciamento das estações.

Todo o trabalho vinculado à migração para o sistema digital de TV está inserido em um contexto maior de política pública governamental que tem por objetivo proporcionar a melhoria da qualidade do sinal de televisão para os brasileiros e, também, possibilitar maior qualidade, velocidade de conexão e cobertura para o serviço de banda larga móvel proporcionadas pela telefonia 4G na faixa de 700 MHz, permitindo, assim, a inclusão digital para a população enquadrada nas classes C, D e E no País.

07:05 · 06.07.2017 / atualizado às 07:11 · 06.07.2017 por

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou nesta quarta-feira, dia 5/7, o Seminário “Conecta Brasil” de expansão da banda larga pelos provedores regionais. Participaram da abertura do evento o presidente da Agência, Juarez Quadros; o conselheiro do órgão regulador Aníbal Diniz; o diretor da Associação Brasileira de Internet (Abranet), André Costa; e o diretor de Regulação e Legislação da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Carlos Godoy. Cerca de 60 pessoas acompanharam o seminário no auditório da Agência em Brasília e mais 140 pela internet.

No período da manhã, o presidente Juarez Quadros disse que são mais de 27 milhões de acessos à banda larga no país e que os provedores regionais representam uma importante fatia desse mercado, atuando em locais onde as grandes operadoras ainda não chegaram. Ele afirmou que já ouviu depoimentos de usuários falando de sua preferência pelos pequenos provedores, por ser mais fácil a solução de seus problemas. “A Agência tem o máximo interesse em prestigiar os pequenos provedores”, disse.

O conselheiro Aníbal Diniz afirmou que os provedores regionais têm contribuído muito para o desenvolvimento do setor e, mesmo num momento de crise, esse segmento não parou de investir. No final de 2014, os provedores regionais já detinham 10% no mercado da banda larga no país. No final do ano passado, essa participação aumentou para 13% e agora em 2017 já está em 15%. São cerca de 6 mil provedores atendendo a mais de 4 milhões de assinantes, quando se inclui os grupos Algar, em Minas Gerais, e Sercomtel, no Paraná.

André Costa da Abranet falou de duas dificuldades do setor: o financiamento e os preços pelo uso dos postes, que varia de R$ 3 a R$ 20. Para ele, o custo de manutenção precisa ser revisto. O diretor da Abrint disse que órgão regulador de telecomunicações deve equilibrar a balança competitiva e que apesar da Anatel e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terem acertado um preço de referência, as empresas “continuam a pagar preços absurdos”.

Perspectivas Globais – O superintendente de Outorgas da Anatel, Vitor Menezes, disse que o Brasil ocupa a 7ª posição em banda larga no mundo e que a estimativa é que a banda larga cresça 60% até 2020. Segundo ele, os principais desafios são a grande demanda por mais serviços e o cuidado extra com segurança da informação. Vitor acredita que a dispensa de outorga estabelecida pela Agência para provedores com até 5 mil acessos cabeados vai servir de portal de entrada de novos pequenos provedores.

No período da tarde, o diretor do Escritório Regional da União Internacional de Telecomunicações (UIT) para as Américas, Bruno Ramos, informou que a tendência regulatória no mundo é a da ampliação do espectro não licenciado para comunicações terrestres e que, no longo prazo, os provedores regionais podem levar este fato em consideração na estruturação de seus negócios. Para ele, apesar de os principais objetos da ação regulatória serem atualmente o preço dos serviços e o espectro utilizado, isto deve ser alterado para a proteção de dados, a internet das coisas e a segurança cibernética. Ele também acrescentou que a UIT realiza ações para ampliar a participação dos pequenos provedores em Pontos de Troca de Tráfego, que permitem às empresas de Internet conectar seus servidores para a troca de informações.

Regulação

O gerente de regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, orientou os participantes do seminário a acompanhar a reavaliação do modelo de outorga e licenciamento dos serviços de telecomunicações, a abertura de consulta pública está em análise no Conselho Diretor da Anatel. Há a possibilidade de que o processo simplifique as outorgas, permitindo uma única autorização para diversos serviços de telecomunicações. Ele também informou que o órgão regulador estuda alterar a definição de Prestadora de Pequeno Porte (PPP), empresas com até 50 mil acessos de acordo com as regras atuais, por uma definição mais estável. “Todos acham que 50 mil é um limite muito baixo, que passa de uma situação de pouca regulação para regulação plena. Não é um cenário desejável para os pequenos e não é também para a Anatel”, disse.

A superintendente de Planejamento e Regulamentação da Agência, Maria Lúcia Bardi, apresentou informações do mapeamento de infraestrutura de telecomunicações realizado pelo órgão regulador. Os dados apresentados informam que 86% da população brasileira se concentram em 58% dos municípios que são atendidos com fibra ótica. Dos municípios sem fibra, 54% estão na Região Norte e Nordeste. A proposta da Anatel é levar fibra a 95% dos municípios e conexão de alta capacidade por rádio ao restante, afirmou.

O presidente da Telebrás, Jarbas Valente, informou que a empresa deve começar a vender a capacidade do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) em outubro deste ano. Vitor Menezes disse que esta é uma solicitação constantemente apresentada a ele pelos pequenos provedores. O SGDC pode prover serviços de Internet a todo o território brasileiro. Valente também propôs que os fundos de investimentos do setor de telecomunicações sejam alterados para financiarem a construção de uma infraestrutura de conexão de alta velocidade (backhaul) nos municípios brasileiros.

Sici

Maria Lúcia, durante o seminário, informou que muitos provedores regionais de banda larga fixa não estão encaminhando os dados ao Sistema de Coleta de Informações (Sici) de acordo com a regulamentação. A precisão dos dados é importante para elaboração das políticas públicas e um correto mapeamento do setor. “A evolução é constante e se você não estiver dentro das regras a tendência do negócio é acabar. Se você fizer da melhor maneira possível, a tendência é que se solidifique”, alertou.

O diretor técnico da Solintel, empresa especializada no assessoramento de prestadores de serviços de telecomunicações, Lacier Dias, sugeriu que os Termos de Ajustamento de Conduta estabelecidos pela Anatel incluam financiamento aos provedores regionais. Além disso, o Sici poderia indicar a evolução do provedor e ser utilizado pelo sistema bancário para análise de financiamento. Segundo ele, assim o provedor teria um incentivo à precisão dos dados.

Participação

Bruno Ramos analisou que a organização dos pequenos provedores na Argentina, no Peru e no Equador tem permitido um contato profissional com os promotores das políticas públicas. Para ele, se os pequenos provedores brasileiros não se organizarem, será difícil negociar. “Outros países têm entidades únicas, o Brasil tem várias.”

Em relação à organização dos pequenos provedores, Maria Lúcia apresentou o projeto de estruturação do Comitê de Prestadoras de Pequeno Porte junto à Anatel, cujo objetivo é propor alterações na regulamentação, remoção de barreiras aos pequenos, ações de redução de desigualdades regionais e consolidação das demandas do setor.

Fonte: Anatel

11:33 · 25.06.2017 / atualizado às 11:33 · 25.06.2017 por

Assim como a TIM, a Claro afirmou que já está testando a conexão banda larga móvel de frequência de 700 MHz há algum tempo. No caso da operadora Claro, desde 2015 quando testou a frequência na cidade de Anápolis, em Goiás. Em dezembro desse mesmo ano foi a vez de Rio Verde/GO, primeiro município brasileiro a desligar o sinal analógico de TV. “A ativação do 700MHz e a introdução da tecnologia 4,5G colocam a prestação do serviço móvel pessoal num novo patamar”, garante comunicado da Claro enviado por e-mail.

Recentemente, a Claro realizou a implantação do 4,5G em Brasília, primeira capital a liberar a faixa de 700 Mhz para uso em telefonia móvel. As primeiras células de transmissão com a nova tecnologia foram ativas assim que a Anatel liberou a utilização do novo espectro, garante comunicado enviado pela Claro. Também conhecida como LTE-Advanced Pro, permite que se agregue várias faixas de frequência na mesma portadora da estação radiobase (ERB). Com isso é possível usar o sinal de modo mais eficiente e obter melhor uso dos recursos da rede, garante a assessoria de imprensa da operadora.

A operadora reforça que todos os usuários com aparelhos 4G, mesmo que não suportem a agregação das faixas, usufruirão o benefício de ter mais capacidade na rede, utilizando ou não as novas faixas de frequência implantadas. Isso acontece porque os celulares compatíveis passam a transmitir na nova frequência e a demanda sobre a antiga diminui, dando maior capacidade de transmissão para todos.

Sobre quando a frequência de 700 MHz estará disponível em Fortaleza, a assessoria de imprensa da Claro informa que a ampliação do 4,5G depende das liberações da faixa de 700MHz que está ligado diretamente ao desligamento da TV analógica e limpeza da faixa de espectro de 700 MHz.

“Todo este processo segue o cronograma do Gired e, diante disso, a Claro entende que se o cronograma não for afetado a expansão seguirá como planejado. Além disso, é necessário fazer investimentos e implantar novos equipamentos nas torres de transmissão das cidades onde a frequência nova é liberada”, finaliza a operadora.

14:38 · 11.01.2017 / atualizado às 14:38 · 11.01.2017 por

fibra óticaA Mob Telecom continua aumentando sua rede de internet via fibra óptica para cidades do interior do Ceará, entre elas está Várzea Alegre, Lavras da Mangabeira e Cedro. No final de 2016, a empresa de telecomunicações, com matriz em Fortaleza, concluiu o projeto que amplia a capacidade de banda e cobertura de fibra óptica prometendo um serviço de internet rápida.

Agora, Várzea Alegre, Lavras da Mangabeira e Cedro terão planos de 10 Mbps até 50 Mbps e com um preço menor. Antes, o cliente podia escolher entre planos de 5 mega e 10 mega pagando um valor de R$ 69,90 e R$ 89,90, respectivamente. Hoje, pagando um valor mensal de R$ 69,90 é possível ter uma internet com velocidade de 10 Mbps, para utilizar uma banda larga com 20 Mbps de velocidade o valor a ser pago é de R$ 89,90 e para ter acesso a maior velocidade disponível, a de 50 Mbps, o valor será de R$ 129,90 mensal. Segundo a Mob Telecom, a internet da empresa é de trafego ilimitado.

13:25 · 29.06.2016 / atualizado às 14:21 · 29.06.2016 por
Claudio Alvarez fala dos desafios da Multiplay no mercado local
Claudio Alvarez fala dos desafios da Multiplay no mercado local

Como parte do investimento de R$ 120 milhões da Multiplay no mercado cearense, a empresa anunciou mudanças que começam a ser implantadas ainda neste mês que se encerra amanhã, 30. São duas as principais: a entrada da fibra ótica na casa do cliente com a tecnologia FTTH e a possibilidade de oferecer internet mais rápida e estável e até 1 Giga de velocidade residencial (1 Giga de velocidade de download e 200 Mega de velocidade de upload). Com relação a opção da fibra direto na casa do cliente, o gerente geral da Multiplay, Claudio Alvarez, informou que já estão testando o serviço no bairro José Walter, em Fortaleza.

Segundo o gerente geral da Multiplay, a ideia é mudar o conceito sobre internet rápida, oferecendo, inicialmente, ao bairro Meireles, no quadrilátero compreendido entre as vias Barão de Aracati, Historiador Raimundo Girão, Barão de Studart e Moreira da Rocha, um nova experiência de consumo. “A Multiplay 1 Giga de Internet Fixa é ideal para jogos online, filmes em HD e 4K”, afirmou Alvarez que completou informando que, atualmente, 80% da base de clientes que possuem banda larga Multiplay estão compreendidos na faixa de velocidade de 12 Mbps a 50 Mbps.

Além disso, 5 novas fases de expansão estão previstas com cronograma até 2018, para que a Multiplay chegue a bairros onde ainda não atua. São eles: José Walter, Alagadiço Novo, Maraponga, Luciano Cavalcante, São João do Tauape, Amadeu Furtado, Rodolfo Teófilo, Messejana, Sapiranga, Álvaro Weyne, Vila Ellery, Jacarecanga, Monte Castelo, Jóquei Clube, Castelão, Passaré, Conjunto Ceará, Itaperi, Serrinha, Aeroporto, Jardim América e Carlito Pamplona, além de municípios de Eusébio, incluindo o Alphaville, e Maracanaú.

12:08 · 25.05.2016 / atualizado às 12:08 · 25.05.2016 por
Querem limitar sua internet
Querem limitar sua internet

O Senado Federal criou uma enquete onde quer saber, entre outras coisas, sua opinião sobre a recente polêmica do fim da banda larga ilimitada para planos fixos.

Além desta pergunta há outras como se a decisão de limitar os planos fere ou não o Marco Civil, se você acha que esta decisão dará mais lucros ou não para as empresas ou se irá dar maior prejuízo para os clientes.

Para votar, clique aqui.

05:40 · 05.05.2016 / atualizado às 07:18 · 05.05.2016 por
Querem limitar sua internet
Querem limitar sua internet

Brasileiros nos EUA, Canadá, Portugal e Inglaterra entrevistados usam banda larga fixa sem limite. Conversamos com algumas pessoas que falaram de suas experiências fora do País. Mas antes vamos falar de dados mais amplos, de pesquisa mesmo. Neste link você vai ter acesso ao material que fizemos que mostrava bem claramente a falácia de que a internet pelo mundo é notadamente limitada. Essa falácia é a base do discurso de quem quer limitar a internet brasileira.

O que não é falácia é a falta de qualidade da nossa internet. Na mesma pesquisa feita pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), a posição da internet nacional é apenas o 61º. Abaixo, só na América, de EUA (15º), que possui um dos modelos mais competitivos do mundo, e de três países sul-americanos: Uruguai (49º), Argentina (52º) e Chile (55º).

Na Europa
Voltando a experiência de nossos entrevistados, comecemos pela Europa. Conseguimos contatos com brasileiros que moram em 3 países do velho continente: Inglaterra (Londres), Itália (Brescia), Portugal (Lisboa). Abaixo os relatos.

Portugal
Vodafone oferece planos com internet, TV a cabo, telefonia fixa e móvel a partir de 26,90 euros (com fidelização por 2 anos). Todos os planos encontrados não possuem limitação de tráfego de dados. Com relação a internet, a velocidade de download/upload é a mesma: 100 Mbps e o tráfego é ilimitado.

A MEO tem planos a partir de 53,99 euros/mês com tv a cabo, internet ilimitada (em todos os planos), telefonia fixa e móvel. O tráfego de download/upload tem velocidade de 100 Mbps. Após 24º mês cai para 50 Mbps.

“Escolhi o plano com mensalidade no valor de 12,99 euros, que me dá acesso a 2GB de tráfego. Consigo usar o 4G perfeitamente, de maneira que funciona até no metro. A qualidade do sinal é satisfatória. Quando atinjo o limite, sou informado que o plano de dados acabou e a operadora oferece-me a opção de comprar mais dados. Em casa, a operadora utilizada é a Vodafone. Meu uso de internet é, basicamente, para assistir filmes online, acessar redes sociais e e-mail. Até o momento, não enfrentei problema com a limitação de dados”, afirmou o jornalista Gledson Araújo que está estudando em Portugal.

Itália
Internet na Itália é ilimitada, segundo garante o casal youtubers brasileiros Lidiane e Marcus que tem o canal Visto e Aprovado. Na Itália (eles moram na região de Brescia), eles têm direito a uma internet de 20MB de velocidade junto a TIM, ilimitada. “Quando contratamos um pacote dão mais benefícios como um chip de celular com 1000 minutos e 2GB de internet em velocidade 4G, além de um pacote de TV com mais de 200 canais. Custa 29 euros por mês já com modem gratuito. Mais 14 euros por mês se quiser a Sky”, afirmaram.

Londres
Segundo a cearense Stephanie Eilert, em Londres, eles contrataram a Virgin Media. “Quando chegamos em 2014, a empresa foi uma indicação de amigos pelo preço e nenhuma (ou quase) burocracia na instalação. Fomos até a loja na Oxford Street, solicitamos o serviço e em uma semana a instalação foi feita”.

O pacote escolhido pela cearense engloba internet banda larga ilimitada, TV a cabo, telefone fixo e celular. “Não há limite de dados por mês e eu desconheço essa política. No início, contratamos o serviço por um ano. Mas, atualmente, pagamos o serviço mês a mês. Para cancelar, devemos comunicar a empresa com 30 dias de antecedência”, informa.

A velocidade testada do serviço, segundo ela, é de 30 Mbps para download e 0,48 Mbps para upload. “A internet é rápida, o serviço é contínuo e não há quedas na internet”, finaliza.

E nos EUA?
Segundo relatos de brasileiros que vivem naquele País, há planos limitados e ilimitados dos mais variados. Alguns com limites bem superiores e outros, não, se comparados aos planos ofertados pela Vivo. Lidiane e Marcus, que já moraram também em Orlando, na Flórida, tinham um plano ilimitado para dados da AT&T de 10 MB de velocidade. “Temos amigos em Orlando que tinham pacote com internet, telefone e TV, mas o nosso era só internet”, afirmaram – hoje eles vivem na Itália.

Canadá
Há várias empresas de internet no Canadá. As que encontramos trabalham com diversos planos de dados e combos com serviços de TV e internet juntos, aliados a planos de voz fixo e móvel.  A primeira que pesquisamos foi a Telus. Ela oferece internet a partir de 103 dólares canadenses por internet ilimitada, mais TV, telefone fixo ou móvel e velocidade de 100 MBPs de download e 20 Mbps de upload no plano mais completo. O plano mais barato cobra 73 dólares canadenses por internet ilimitada e oferece operadora de TV, telefone fixo ou móvel no pacote. Dá 15 Mbps de download e 1 MBPs para upload.

Por 40 dólares canadenses você contrata o serviço mais barato que traz 15 Mbps de velocidade com limite de 150 GB/mês. Notou que o plano mais barato desta operadora oferece um limite maior que o plano mais caro que a Vivo ia ofertar? Ah, o plano mais caro da Shaw custa 60 dólares canadenses e traz limite de dados de 450GB/mês que é suficiente para muita gente. Velocidade de 60 Mbps. Quanto é a velocidade da Vivo (ex-GVT) mesmo?

A canadense Bell oferece planos de 15 Mbps até 940 Mbps a preços que vão de 64,95 dólares canadenses até 149,95 dólares canadenses por mês. No primeiro, o limite de internet é de 75 GB/mês que pode ficar ilimitado se o cliente fizer um pacote com TV por assinatura. Aí o plano vai para 98 dólares canadenses com velocidade de download de 25 Mbps e 10 Mbps para uploads. Mas tem internet ilimitada. O pacote mais completo com TV custa 159 dólares canadenses com velocidade de download de 50 Mbps e 10 Mbps de upload. Mas, se não quiser TV, apenas internet ilimitada, há a opção do plano Gibabit Fibe por 149,95 dólares canadenses. Com velocidade de download de 940 Mbps e 100 Mbps de upload. Em todos os planos, por mais 10 dólares canadenses o cliente tem internet ilimitada.

A canadense Videotron tem planos de 32,95 dólares canadenses até 125,95 dólares canadenses. O mais barato traz 5 Mbps de velocidade de download e 1 Mbps para upload com limite de 20 GB de dados/mês. A mais cara tem 200 Mbps de velocidade de download e 30 Mbps para upload com limite de tráfego de dados de 500 GB/mês. Interessante que ele tem um analista de planos para você acertar na escolha do plano mais adequado para o seu perfil e de sua família.

Felipe Castro, analista de sistema, visitou a irmã, Carol Castro, que mora em Quebec, no Canadá, e sentiu bastante a diferença nas duas vezes que foi lá (a primeira em 2012 e a segunda em 2015). “Em Quebec, a velocidade é maior, mais fluída. A conexão não cai. Fui em 2012 e 2015. Em 2012 a minha irmã tinha internet limitada. Era de 300GB, o mínimo. Em 2015 era ilimitada. Em 2012 virou fibra ótica. Hoje ela tem 50 Mega de velocidade”.

Felipe conta que a irmã nunca teve problema de queda lá. Ela usa os serviços da Bell. “Carol tem roteador wi-fi integrado”. Felipe alerta que se a limitação acontecer mesmo no Brasil e você, por acaso, for sincronizar arquivos via nuvem de um notebook para outro que comprou, por exemplo, pode acabar com sua internet. O problema não é só assistir vídeos no YouTube e Netflix. Para finalizar, o analista de sistema informa que, além da internet ilimitada na residência da irmã, ainda há, pela cidade e em shoppings, banda larga boa suficiente para baixar arquivos pesados e fazer ligações do Canadá para o Brasil.

Como se vê, onde há internet limitada os planos ofertados são bem superiores ao máximo ofertado pelas empresas nacionais. E agora?

13:13 · 28.04.2016 / atualizado às 07:02 · 29.04.2016 por
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil
André Figueiredo (PDT-CE) é o atual ministro das Comunicações. Foto: Agência Brasil

Atualizada às 07h03, de 29/04

Segundo fontes escutadas pela agência Reuters, se o vice-presidente Michel Temer for empossado como presidente da República, com o possível impeachment da atual presidente Dilma Rousseff, ele poderia cortar 7 ministérios, entre eles, o das Comunicações.

A fonte não revelou mais detalhes de como seria isso, mas informou que, com os avanços dos marcos legais e as agências reguladoras, o papel do ministério ficaria restrito, basicamente a concessões.

Em caso de passar o fim do Ministério das Comunicações, o mesmo deverá ser fundido com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Recentemente, o Ministério das Comunicações, depois da pressão popular grande contra a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atuou cobrando uma postura da autarquia de maior proteção do consumidor no caso da limitação da banda larga fixa.

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do atual ministro das Comunicações, André Figueiredo, para que ele comentasse sobre a importância de um ministério sobre o tema e o que acha da possível extinção da pasta. Até agora não recebemos retorno.

Resposta do ministro

Segundo relato da assessoria de imprensa do Ministério das Comunicações, “o ministro não vai comentar suposições. Além disso, ele não acredita que isso ocorrerá”.

12:30 · 18.04.2016 / atualizado às 12:32 · 18.04.2016 por

anatelA medida da Anatel de impedir que as operadoras cortem ou reduzam a internet dos clientes de banda larga fixa sem avisá-los antes nos próximos 90 dias é chover no molhado. Explico: hoje quem faz corte de internet? E nos próximos 90 dias? Que eu saiba, na prática, ninguém faz isso ainda.

Até a Vivo, responsável por toda essa discussão, já prometeu, que, até 31/12 deste ano, não vai cobrar excedente de ninguém (tão boazinha ela). Logo, a medida da Anatel tem impacto zero.

Mais parece apenas uma atitude para tirar a suja que ficou quando, lá atrás, disse que a medida seria benéfica para os consumidores. Não, vai ser benéfica mesmo! E nem me venha com comparação com o serviço de água e energia elétrica porque isso não tem comparação!

Temos que seguir vigilantes e continuar atuantes contra esta medida absurda que só visa aumentar ainda mais o lucro das empresas sem preocupação alguma com o consumidor final, ou seja, nós.