Categoria: Comércio eletrônico


07:06 · 05.09.2018 / atualizado às 07:06 · 05.09.2018 por

O e-commerce é utilizado amplamente pelos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo digital deve atingir o faturamento de R$ 69 bilhões no País em 2018, consolidando alta de 15% em relação ao ano anterior. Porém, devido ao desenvolvimento do setor, o varejo digital se coloca na mira de cibercriminosos, que podem frustrar as expectativas tanto dos consumidores quanto dos lojistas.

Como qualquer operação, há questões de segurança que devem ser levadas em conta quando você for fazer suas compras on-line, principalmente com dispositivos móveis, podendo minimizar os riscos.

“Se por um lado o uso de smartphones e tablets para realizar compras on-line é uma praticidade para os consumidores e permite aumentar as vendas das lojas; a falta de atenção a pequenos detalhes para preservar a segurança dos dados pode gerar uma infinidade de problemas caso essas informações caiam em mãos de cibercriminosos”, afirma Claudio Pasqualin, diretor do Grupo de Soluções Inovadoras (ISG) da TransUnion Brasil.

Por mais que as lojas virtuais contem com proteção para as transações, algumas brechas facilitam que cibercriminosos roubem os seus dados privados. Por isso, a TransUnion, empresa global de soluções de informação, separou dicas para tornar as compras on-line mais seguras. Confira:

1. Cuidado com as redes públicas de Wi-Fi
As redes públicas de Wi-Fi, como as utilizadas em praças, cafeterias e shoppings, são ótimas caso você queira ler as notícias ou usar as redes sociais. Porém, elas podem ser uma porta de entrada para os cibercriminosos, já que conseguem interceptar informações de registro, como o login e senha, enquanto você transmite dados on-line.

“A maior parte dos aparelhos são configurados para acessar o sinal de Wi-Fi mais próximo e mais forte. Isso por padrão. E não temos como saber se a rede acessada é mesmo a rede do local em questão ou uma rede criada por terceiros. Também não temos como nos certificar sobre o nível de segurança desses ambientes no momento do acesso. Se o consumidor costuma realizar compras no aparelho, ele precisa protejer as suas informações. Para isso, basta sempre se conectar com uma senha protegida”, afirma Pasqualin.

Por garantia extra, guarde seu momento de compras no dispositivo móvel para quando estiver conectado em uma rede confiável, como a de sua casa. Essa simples mudança pode ajudar a prevenir um dos métodos mais comuns de roubo de identidade.

2. Não use Apps de desenvolvedores desconhecidos
É necessário muito cuidado para decidir quais aplicativos usar na sua experiência de compras on-line. Só porque o app está disponível na loja do seu aparelho, não significa que o desenvolvedor é igualmente confiável.

Programas de compras podem instalar um malware, código ou programa malicioso e transferir informações pessoais e de cartão de crédito para cibercriminosos. Somente faça downloads de desenvolvedores que tenham uma reputação confiável e verifique as avaliações desses fornecedores na loja de aplicativos.

3. Desabilite a conexão Bluetooth
A maioria dos aparelhos móveis vem equipada com a tecnologia Bluetooth, que permite o compartilhamento de informações e a sincronização com outros aparelhos, a exemplo de caixas de som e outros acessórios wireless. Infelizmente, essa tecnologia também pode te deixar vulnerável para cibercriminosos que tentam interceptar informações no seu aparelho. “Desabilitar o seu Bluetooth quando não está em uso economiza energia da bateria e também ajuda a proteger o seu aparelho”, comenta o executivo.

4. O melhor meio de pagamento
Os processadores de pagamento para celulares e tablets facilitam o uso do cartão de crédito. Porém, o fato de um site permitir débito em conta ou geração de boleto para pagamento não significa que ele é confiável. Pessoas físicas também conseguem gerar boletos e, em muitos casos, podem passar uma falsa sensação de segurança.

Independentemente do meio de pagamento, a credibilidade do site ou do app são muito importantes para evitar que o cliente seja lesado.

5. Fique atento aos seus extratos
Se você faz muitas compras via dispositivos móveis, solicite ao seu banco um comprovante de transação toda vez que uma compra for realizada. Esse é um método prático de verificar prováveis problemas na fatura por meio de atividades fraudulentas.

O consumidor deve estar atento na hora de realizar suas compras, assim como as empresas devem oferecer sempre ambientes seguros para seus usuários. “Com novas tecnologias também é possível fazer a verificação do dispositivo, checando se há alguma atividade criminosa. Avaliar os fatores de risco e a reputação de um dispositivo, depois checar os dados com o que se sabe sobre um cliente permite tomar decisões informadas e contextualizadas. Acima de tudo, isso deve ser feito com o mínimo de impacto nas transações dos consumidores”, finaliza o executivo.

Dica extra
Uma dica que pessoalmente dou para todos e que é existente, ao menos, nos bancos do Brasil e Itaú, é a criação do cartão virtual para compras na internet. Especificamente no caso do BB, você pode configurar o cartão no valor exato da compra, dizer quantas vezes ele pode ser usado e a data de validade do cartão, por exemplo.

07:28 · 01.07.2018 / atualizado às 09:46 · 01.07.2018 por
Comprar no exterior requer cuidados, como comprar em lojas online no Brasil também

Alguns serviços na internet como Envios Direto e My Vip Box me chamaram atenção. Eles prometem servir de endereço norte-americano para você fazer compras nos EUA.

O segundo serviço pertencia, até bem pouco tempo, ao youtuber Carlinhos Troll. Hoje em dia pertence ao grupo Fishisfast. Entramos em contato com eles, mas, até hoje, não recebemos resposta. Porém, o serviço é bem usado por digital influencers brasileiros.

O Envios Direto também já se mostra como boa opção e é muito usado por alguns canais brasileiros do YouTube que trazem, especialmente, brinquedos para review. O diretor do Envios Direto, André Pinheiro, nos tirou algumas dúvidas sobre o serviço.

A principal é: como faz para usar o serviço? É bem simples. Você cria uma conta e a partir daí ganha um endereço nos EUA. Feito isso, basta comprar e inserir o endereço americano. Para o envio, é cobrado um valor que vai depender do peso da sua caixa e se você vai optar ou não pelo seguro.

“Após a entrega de sua caixa em nosso local, você será informado com fotos e as demais informações para despacharmos a sua caixa”, diz Pinheiro que completa reforçando a importância do seguro. “Nós recomendamos sempre o seguro adicional. Porém, se o cliente não desejar o seguro adicional, ele terá o seguro básico de US$ 50 em suas remessas”, complementa.

E a tributação? Afinal, uma caixa vindo dos EUA sempre vai atrair os olhares da Receita Federal. Muito bem, apesar de existir a possibilidade, e do preço do dólar não está nada agradável, alguns produtos como roupas e calçados podem ser ainda viáveis. É bom sempre fazer todas as contas. E, lógico, é preciso entender que a tributação é 100% legal.

No Canadá tem disso sim

Iliana e Alice tocam o Direto do Canadá

Os dois serviços anteriores são baseados nos EUA. Mas também há serviços assim mais ao Norte. Estamos falando do Canadá. As brasileiras Iliana Goulart e Alice Nassar, ajudadas pelos respectivos maridos, Leonardo e Michel, resolveram criar o serviço Direto do Canadá. Assim como as empresas já citadas, ela faz redirecionamento de mercadorias só que lá de Toronto, uma das metrópoles canadenses, que fica na região de Ontário. Uma boa vantagem das compras no Canadá seria o dólar de lá que é bem mais em conta que o dos EUA.

Ao contrário dos dois outros serviços, elas fazem a divulgação via Instagram e a comunicação com os clientes ocorre via Direct (Instagram): @direto_do_canada, e-mail: diretodocanada@outlook.com, além do WhatsApp: +1(647)529-3529. Eles ainda não tem um site para centralizar e automatizar tudo. Segundo Iliana, acham que não há necessidade da criação de um site para o negócio. “Caso contrário, seria um site pobre em conteúdo, já que apenas divulgamos produtos de outros fornecedores. O status de andamento de cada atendimento é feito de forma personalizada, com troca de mensagens e envio de imagens para tranquilizar e atualizar nosso cliente”.

Ela recebe as caixas na casa dela, faz a conferência dos itens e tenta os organizar no menor número de caixas possíveis – no limite máximo de 30kg por caixa. Feito isso, a turma do Direto do Canadá orça o valor do frete para o Brasil. Depois de confirmado o envio do pagamento do valor do frete mais taxa de serviço, a caixa segue para o cliente.

E quanto custa isso? Segundo o material enviado por Iliana, os custos para o interessado no serviço são de 15% do valor do frete mais taxa de $30, $40 ou $50 dólares canadenses dependendo do tamanho da caixa a ser enviada (P/M/G).

Iliana deixa claro que não envia produtos com procedência duvidosa como cigarro, bebidas, sprays aerossóis, produtos inflamáveis, perecíveis ou armas de fogos. Também não se responsabilizam por eventuais taxas alfandegárias e tributos adicionais. Deixam claro que tudo será enviado através dos Correios.

Além do envio, o Direto do Canadá também trabalha com armazenamento para quem quer buscar o produto lá em Toronto. Este serviço custa 20 dólares canadenses a primeira caixa e 7 dólares canadenses a cada caixa adicional.

E aí? Vale a pena?

Admito que não me senti muito estimulado a comprar e usar serviços como os descritos até pela questão do valor atual do dólar (apesar do que o dólar canadense é mais em conta que o americano ainda assim está acima de R$ 3 no fechamento desta postagem). Prefiro aguardar um pouco mais e comprar em viagens ao exterior. Mas, se você não quer esperar, serviços como Direto do Canadá, My Vip Box e Envios Direto podem ajudá-lo. Pesquise bem e analise se os serviços vão ser úteis para você e boas compras!

06:59 · 16.03.2018 / atualizado às 10:51 · 16.03.2018 por
As compras da China estariam impactando demais na logística dos Correios. A cobrança também visa tentar recuperar o que seria gasto pela estatal com o estoque e entrega das encomendas com frete grátis. Foto: Natinho Rodrigues/Diário do Nordeste

Em entrevista ao Valor, no último dia 12, o presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmou, entre outras coisas, que o frete grátis de empresas chinesas dão prejuízo à Estatal. Segundo ele, por conta do frete grátis das compras internacionais online, os Correios deixam de arrecadar R$ 1 bilhão por ano. E para tentar reduzir este rombo a empresa vai para cima das chinesas que nos vendem produtos mais barato com frete zero ou bem perto disso.

Na entrevista, Campos não deu nome aos bois, ou seja, não disse que empresas seriam alvo desta iniciativa. Muito menos afirmou se tal decisão irá fazer com que encomendas da China cheguem mais rapidamente a nossas casas ou mesmo que tenham um rastreador. Mas é bem fácil notar que o principal alvo são lojas da China como AliExpress e Gearbest, as favoritas para compras de vários produtos como smartphones chineses e outros produtos tecnológicos ou não.

De acordo com a assessoria de imprensa dos Correios no Ceará, a medida “trata-se da aplicação da taxa de despacho postal para todas as encomendas e não apenas as tributadas, como era anteriormente. O despacho postal é o valor pago pelos importadores em razão da prestação dos serviços de suporte postal e apoio administrativo às atividades de tratamento aduaneiro. Destina-se a cobrir os custos com o processo de recebimento dos objetos, inspeção em equipamento de raio X, armazenagem, recolhimento dos impostos, comunicação com destinatário e remetente, além de devolução da encomenda quando o destinatário não realiza o pagamento dos tributos”.

Esta medida já está sendo ajustada e será implementada completamente este ano ainda. Por tanto, aquelas compras sem frete ou frete muito baixo lá da China serão cobradas, terão um custo. Confira nota completa abaixo:

Nota Correios

“Trata-se da aplicação da taxa de despacho postal para todas as encomendas e não apenas as tributadas, como era anteriormente. O despacho postal é o valor pago pelos importadores em razão da prestação dos serviços de suporte postal e apoio administrativo às atividades de tratamento aduaneiro. Destina-se a cobrir os custos com o processo de recebimento dos objetos, inspeção em equipamento de raio X, armazenagem, recolhimento dos impostos, comunicação com destinatário e remetente, além de devolução da encomenda quando o destinatário não realiza o pagamento dos tributos.

Essa ampliação já está em curso desde 22 de janeiro de 2018, para todas as encomendas internacionais, incluindo as da China, cuja declaração de importação seja registrada na plataforma eletrônica Minhas Importações. O valor do despacho postal atualmente é R$ 15.

Como os compradores não compreendem o que está por trás do frete grátis oferecido pelos vendedores no exterior e suas implicações para o processo operacional no Brasil, o prazo de entrega dilatado gera muita insatisfação e muitas reclamações dos destinatários. É compreensível, pois as pessoas desejam receber seus produtos o mais rápido possível e não conhecem as limitações desses serviços. Temos trabalhado para pleitear que os sites ofereçam também serviços de encomendas mais qualificados e para levar esses dados aos compradores.

Mais informações sobre importação, no Boletim do Consumidor, disponível no site dos Correios“.

12:50 · 17.08.2017 / atualizado às 12:50 · 17.08.2017 por

Os preços do comércio eletrônico recuaram 5,52% em julho, na comparação com o mesmo período de 2016, a maior queda desde março de 2013, de acordo com a medição do Índice FIPE Buscapé. Em relação a junho de 2017, os preços registraram queda de 0,42%.

Das dez categorias monitoradas pelo índice FIPE Buscapé, seis apresentaram redução. São elas: telefonia (-17,43%), fotografia (-5,58%), eletrônicos (-4,54%), informática (-4,20%), moda e acessórios, (-4,13%), esporte e lazer (-0,50%). Brinquedos e games (5%), seguido por cosméticos e perfumaria (1,03%), casa e decoração (0,72%) e eletrodomésticos (0,12%) foram os grupos que apresentaram expansão nos preços.

“Julho registrou o oitavo mês consecutivo de deflação e o sexto mês de desaceleração dos preços do e-commerce. Depois de uma escalada de preços entre 2015 e 2016, o Índice FIPE Buscapé voltou a apresentar o comportamento esperado, que é o de queda constante nos preços”, disse Sandoval Martins, CEO do Buscapé.

Por conta de sua composição e características, a cesta de produtos do e-commerce tende a ser deflacionária em condições ideais de mercado. A comparação é feita sempre dos mesmos produtos, que propendem à desvalorização com a disseminação da tecnologia, lançamento de um produto superior na mesma categoria ou troca de coleção e mostruário.

Preços gerais
A inflação dos preços gerais, medida pelo IPCA, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 3,71% nos últimos 12 meses terminados em junho, a menor taxa desde fevereiro de 1999, o que mostra que os preços do comércio eletrônico tiveram variação de -8,3% em relação aos preços gerais da economia.

Segue abaixo a série histórica do Índice FIPE Buscapé:

FIPE Buscapé

Sobre o índice FIPE Buscapé
O Índice de Preços FIPE Buscapé acompanha os preços de produtos oferecidos no comércio eletrônico brasileiro desde 2011. São considerados cerca de 41 mil produtos únicos, que representam aproximadamente 80% das compras por meio deste canal. O índice é calculado com base em mais de 3 milhões de preços mensais, extraídos da plataforma do Buscapé, e em pesos derivados de pesquisa anual com cerca de 3,6 milhões de e-consumidores, realizada pela Ebit, empresa referência em informações sobre o e-commerce do país. Os dados também estão disponíveis no site da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

O Buscapé
Empresa de comparação de preços no Brasil, o Buscapé recebe mensalmente mais de 60 milhões de visitas e compara preços de mais de 25 milhões de produtos vendidos por 8,5 mil lojas.

07:19 · 07.08.2015 / atualizado às 07:48 · 07.08.2015 por

No segundo domingo de agosto os brasileiros comemoram o Dia dos Pais. Aproveitando a época, a escola de inglês online EF Englishtown criou duas opções de presentes para o papai: um mês de curso online. São dois tipos de “Cartão Presente Englishtown”. O primeiro é o “Curso regular de inglês” que sai por R$ 40 e o outro é o “Curso regular com Inglês para viagens” por R$ 50.

Confira as duas opções de cursos disponíveis:

curso1Curso de inglês online para todos os níveis (do iniciante ao pós avançado)
· 1 mês de acesso à escola 24 horas por dia;
· Vídeos exclusivos gravados em Hollywood;
· Atividades interativas focadas em gramática, escrita, vocabulário;
· Aplicativo especial com tecnologia de reconhecimento de voz;
· Laboratórios de gramática.

 

 

curso2Curso de inglês online para todos os níveis + “Inglês para Viagens”
Todas as vantagens do curso regular de inglês mais acesso ao módulo especial “Inglês para Viagens”, no qual o estudante aprenderá a:
· Reservar passagens;
· Solicitar instruções de locais;
· Confirmar reserva em hotéis;
· Entre outras atividades.

Os cartões-presentes podem ser encontrados nos seguintes estabelecimentos: Walmart, Ponto Frio, Lojas Americanas e Sam’s Club, em todo o Brasil.

07:26 · 05.08.2015 / atualizado às 09:29 · 04.08.2015 por

ecommerceNo próximo domingo (9), é comemorado no Brasil o Dia dos Pais. Com o atual cenário econômico do país, conter gastos nunca foi tão importante. Por outro lado, os estoques cheios se mostram como uma boa oportunidade de dar uma chance ao e-commerce e ficar de olho nas promoções. O Busca Descontos, portal que reúne cupons de desconto grátis dos maiores e-commerces do Brasil e responsável também pelos principais eventos do setor, como o Black Friday, Boxing Day e Brasil Game Day, separou cinco dicas de como economizar com o presente para o Dia dos Pais no e-commerce. Confira:

1) Pesquise e compare preços antes
Depois de escolher o que dar de presente, compare em sites diferentes para obter o melhor preço. Pesquisar em dias e horários distintos também é importante, já que muitas vezes, um produto chega a ter mais de uma troca de preço por dia. “O e-commerce brasileiro já possui diversas ferramentas que permitem monitorar simultaneamente os valores de um produto em diferentes lojas de forma prática e simples”, comenta Pedro Eugenio, fundador do Busca Descontos.

2) Não deixe para comprar na última hora
Comprar no dia anterior ou poucos dias antes pode significar não só um valor mais alto, mas também a chance do seu produto sofrer atrasos na entrega. Confira sempre o prazo de entregra estimado pela loja e calcule se é suficiente para receber o presente em tempo.

3) Cadastre seu e-mail para receber ofertas
As grandes lojas virtuais na maioria das vezes tem estratégias de vendas agressivas para datas comemorativas por e-mail. Cadastrar seu endereço eletrônico para receber atualizações é uma forma receber ofertas e cupons de descontos que podem abaixar ainda mais o valor da compra. “Normalmente, o usuário não gosta de receber e-mail marketing, porém, quando a oferta ou copom é relevante para aquela pessoa, a chance dela abrir a mensagem é 60% maior”, explica Eugenio.

4) Opte por produtos com frete grátis
Boa parte do e-commerce já usa a estratégia de oferecer frete grátis, principalmente em compras que ultrapassem determinado valor. Opte por uma loja que trabalhe com frete grátis para o seu endereço para reduzir ainda mais os custos.

5) Cuidado com os juros parcelados
Parcelar em 12 vezes pode parecer uma ótima ideia em um primeiro momento. Contudo, muitas lojas não especificam detalhadamente se as 12 parcelas são sem juros. Por isso, é preciso prestar atenção na hora do pagamento e ver se o valor máximo de parcelas é igual ao valor à vista. Além disso, vale lembrar que o pagamento por boleto bancário muitas vezes oferece descontos de 10% ou mais.

12:13 · 19.12.2014 / atualizado às 12:13 · 19.12.2014 por
Comprar no exterior requer cuidados, como comprar em lojas online no Brasil também
Comprar no exterior requer cuidados, como comprar em lojas online no Brasil também

Para escapar da multidão que costuma invadir lojas e shoppings centers nesta época do ano, muitos brasileiros acabam recorrendo ao comércio eletrônico, que oferece diversas vantagens como comodidade e facilidade para pesquisar e comparar preços. Alguns consumidores acabam escolhendo produtos de sites internacionais, atraídos pelos preços às vezes mais atrativos. Há quem não se incomode em não receber a encomenda a tempo para as festas, só pensando no precinho camarada que vai pagar. O problema é que a promessa de economia, algumas vezes, vira uma grande dor de cabeça.

“O barato pode sair caro, pois qualquer produto importado está sujeito a tributação”, diz Elizabeth Andreoli, coordenadora do Comitê de Varejo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). O imposto de importação a ser pago pelo consumidor nas compras feitas nesses sites é de aproximadamente 60% e a Receita Federal fiscaliza as encomendas nos Correios. “O consumidor precisa levar em consideração o imposto antes de fazer a compra para não ter surpresas”, afirma ela.

A legislação brasileira prevê a cobrança de impostos de importação, com exceção das compras individuais em valor igual ou inferior a 50 dólares americanos em que vendedor e comprador sejam pessoas físicas. Se o consumidor não pagar no ato da compra, deverá pagar na entrega/retirada. Com o endurecimento da fiscalização, são raras as vezes que o produto comprado em um site internacional chega na casa do cliente. Na maioria dos casos, o comprador recebe um aviso dos Correios informando que a encomenda deve ser retirada em uma determinada agência. Lá o consumidor pagará os custos adicionais. Pensando nisso, a camara-e.net elaborou um guia com dicas para ajudar o consumidor a se proteger nas compras internacionais. Veja:

1- Busque referências. Antes de efetuar uma compra com base apenas no preço vantajoso, procure referências da loja com outros consumidores. Opte também por lojas conhecidas e confiáveis.

2- Cuidado com a pirataria. Há sites que vendem produtos falsificados, e o consumidor só vai descobrir que comprou gato por lebre depois que receber a encomenda. Reclamar, depois, pode ser impossível.

3- Fique de olho na hora de finalizar a compra. Alguns sites alertam para a possível cobrança de impostos no destino, simulando o valor final com a tributação e já incluindo esse valor no preço a ser debitado do cartão. Outros, não se responsabilizam pela tributação e nem sequer citam essa possibilidade.

4- Faça as contas. Livros, revistas, jornais e medicamentos são os únicos produtos isentos de taxas de importação. Os demais produtos são tributados. O imposto é calculado com base na soma do valor do produto, do frete e do seguro cobrado pela transportadora. E essa conta resulta em aproximadamente 60% a mais que o valor inicialmente pago.

5- Leia as regras para entregas internacionais. Para entregas no Brasil, o produto tende a demorar a chegar. As grandes distâncias do vendedor e a morosidade da entrega em território nacional podem atrapalhar.

6- Consulte a política de trocas e devoluções da loja. Certifique-se de que também vale para entregas internacionais. Do contrário você pode ter de arcar com os altos custos de reenvio da mercadoria que chegou com defeito ou que quer devolver.

7- Fique de olho no idioma. Em geral, os sites estrangeiros têm informações em outros idiomas e muitas lojas internacionais mantêm uma versão em português justamente para atender os compradores do Brasil. Isso pode confundir o consumidor, que acha que está comprando em um site brasileiro e acaba não sendo alertado para a questão da tributação. Pela legislação brasileira, toda loja virtual do país deve trazer em sua página inicial, em destaque, informações como Razão Social, CNPJ, endereço, telefone e meio de contato eletrônico. Essa é a melhor forma de se certificar de que o site é brasileiro.

8- Lembre-se: sites internacionais não estão sujeitos às leis de defesa do consumidor brasileiras. Portanto, fica difícil recorrer à justiça se o produto não for entregue. Com isso, em caso de defeito ou de arrependimento da compra, você não conseguirá efetuar a troca ou devolução do produto. Da mesma forma, se a empresa não entregar o produto, você dificilmente conseguirá ser ressarcido. Nestes casos, você pode recorrer aos serviços de proteção ao cliente das próprias páginas como AliExpress e eBay, por exemplo. No caso de usuários do primeiro site o pagamento via boleto é uma ajuda e feito pelo serviço eBanx que, pode ser um canal para conseguir o ressarcimento depois que você conseguir o cancelamento junto ao AliExpress. No caso do eBay, o Paypal protege o usuário junto com o serviço de solução de casos da própria empresa. Nos dois casos, cancelar não é impossível, bem como receber o seu dinheiro de volta.

9- Fique atento à qualidade dos produtos. Mercadorias adquiridas em sites de fora do país não sofrem a mesma fiscalização de uma importação comum. Por isso, itens que demandam alguns cuidados de segurança, como brinquedos, dependendo da origem, não terão passado por qualquer tipo de teste ou certificação dos órgãos oficiais brasileiros, o que pode colocar esses produtos fora das especificações legais e regras de segurança nacionais.

08:38 · 15.12.2014 / atualizado às 08:38 · 15.12.2014 por
Smartphones como o da Samsung estão na mira dos compradores
Smartphones como o da Samsung estão na mira dos compradores

Uma pesquisa realizada pelo Zoom, site comparador de preços e produtos, com cerca de 8 mil pessoas revela que, apesar de muitos terem antecipado suas compras de Natal na Black Friday, a maioria das pessoas ainda não comprou todos presentes de Natal que desejavam.

Dos entrevistados, 24% conseguiram adiantar todas as compras de fim de ano no dia 28 de novembro, no entanto 37% ainda têm algumas pendências e 39% não fizeram suas compras. O estudo revela ainda que 37% pretendem gastar mais de R$ 1.000 em presentes, sendo que os produtos mais desejados para a data são: smartphones (76%), TVs (48%) e tênis (32%).

A previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) é que o comércio eletrônico fature R$ 4,8 bilhões neste fim de ano e atinja a marca de 15 milhões de pedidos. Os e-consumidores estão mais conscientes sobre as vantagens de utilizar a web como ferramenta para pesquisar informações e preços dos produtos que desejam e, por essa razão, a previsão de vendas do varejo online para a data é otimista e deve superar as expectativas.

“Os consumidores têm a internet como aliada para comparar preços em uma imensa quantidade de lojas com a comodidade de não sair de casa. Dessa forma, poupam tempo e geralmente encontram melhores preços do que em lojas físicas”, explica Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “O importante é checar a credibilidade da loja em que está comprando para não ter problemas e também verificar se o prazo de entrega atende à sua necessidade”, aconselha o executivo.

Para auxiliar as pessoas a fazerem compras pela internet com tranquilidade, o Zoom realiza um rigoroso processo de controle de qualidade para ter apenas lojas confiáveis como parceiros. E para garantir ainda mais comodidade aos consumidores na hora de comprar, dispõe do serviço Zoom Garante, que assegura a entrega do produto comprado nas lojas parceiras ou o dinheiro de volta ao cliente, sempre que este estiver logado no site ao efetuar a compra.

Confira abaixo o resultado completo da pesquisa realizada pelo Zoom:

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10:49 · 13.12.2014 / atualizado às 15:00 · 10.12.2014 por
O celular agora é cada vez mais uma ferramenta para compras online

O novo relatório da Opera Software revela como consumidores globais usam seus aparelhos móveis para fazer compras online. O levantamento detalha as tendências de compras móveis de acordo com época do ano, dias da semana e localização geográfica, além de destacar os principais sites e anunciantes para esta plataforma durante o final do ano.

“O mobile commerce se tornou uma grande força nos mercados globais. E, com a temporada de compras de final de ano se aproximando, vemos uma aceleração de aquisições via dispositivos móveis”, afirma Larry Moores, vice-presidente para Relatórios e Analíticas de Consumidores Móveis do Opera Software.

“Na América Latina, vemos amplas oportunidades para os sites de e-commerce e classificados online investirem cada vez mais no ambiente móvel. Afinal, consumo a partir de celulares e tablets vem aumentando consideravelmente. No Brasil, por exemplo, três dos 15 sites mais visitados através do Opera Mini pertencem a essas categorias”, Sabrina Zaremba, Gerente da Opera Software para América Latina. O ranking dos principais sites brasileiros segue esta ordem: UOL, Globo, Tim App Shop, Abril, Vagalume, Letras, Mercado Livre, OLX, IG, Baixaki, TechTudo, Bom Negócio, Softonic e Click RBS.

Este cenário reforça o crescimento do mobile dentro do segmento de compras online e, apenas durante o primeiro semestre do ano, esta modalidade representou 7% do total de transações de e-commerce, de acordo com dados do e-Bit.

Compradores móveis são mais ativos aos domingos

Ao contrário do tráfego para sites de e-commerce a partir dos desktops, com pico às segundas-feiras e que segue mais forte nos dias da semana do que aos finais de semana, o tráfego de compras móveis se concentra fortemente aos domingos. Uma das explicações possíveis é que muitos consumidores utilizam seus aparelhos móveis para pesquisar produtos durante o final de semana, para revisitar e concluir a compra quando voltarem a suas mesas na segunda-feira. O dia com menos tráfego de compras online é sexta-feira.

Junho apresenta o maior volume global de tráfego para sites móveis de compras

A temporada do Natal é a época mais ativa para as compras nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Entre novembro e fevereiro, os Estados Unidos apresentam um crescimento mais de 15% superior às médias mensais de volume de compras. A Alemanha também apresenta aumentos expressivos em relação ao número de compradores entre novembro e dezembro, 28% a mais em relação a sua média anual. Na Ásia, no entanto, o mês de pico de volume é março, seguido de perto por julho. Isso se deve, em grande parte, ao início do Ramadã, entre final de junho e julho deste ano.

Ao analisar os dados de forma global, o mês com maior tráfego móvel é junho. Já fevereiro apresenta maior tráfego móvel principalmente para aqueles compradores ávidos (cujo comportamento móvel indica terem um forte interesse em comprar).

Amazon e eBay dominam o tráfego móvel de compras

Nos Estados Unidos, a Amazon lidera o grupo em compras móveis, com 36,3% do mercado em termos de volume de tráfego. Em segundo lugar, o eBay aparece com 16% de participação no mercado, seguido do Craigslist com 11,5%. Entre os grandes varejistas que oferecem vendas online, Walmart tem o maior volume de tráfego, seguido por Target e Sears. Outros varejistas norte-americanos que apresentam um aumento no tráfego móvel em novembro são Walgreens, Lowe’s, Macy’s, Kohl’s, Barnes & Noble, Kmart e Nike.

Em escala global a Amazon mantém a liderança, mas há alguns novatos que assumiram posições de forte liderança na Ásia, como FlipKart na Índia e Berniaga na Indonésia. Na América Latina, o MercadoLibre emerge como um dos principais destinos de compras móveis.

Na China, o Alibaba é um participante importante a ser observado, conforme os mercados de compras online amadurecem. Marcas de jogos, computadores e eletrônicos estão anunciando com força em outubro e novembro deste ano. A maioria das impressões globais da plataforma de publicidade móvel Opera MediaWorks veio de campanhas de publicidade de jogos, seguidos por computadores e eletrônicos. No entanto, ao analisar investimentos em publicidade, empresas que vendem serviços para telefones celulares aparecem em primeiro lugar, seguidos por lojas de materiais de construção e bricolagem. Marcas de vestuário e de joias aparecem relativamente em baixa na lista.

O relatório também descobriu quais marcas anunciam mais em cada categoria:

– Roupas & Calçados: Belk, New Balance, Burberry
– Varejo: Kmart, Target
– Computadores & Eletrônicos: Samsung, Microsoft
– Aparelhos & Serviços Móveis: T-Mobile
– Joias: Pandora
– Farmácia: CVS
– Jogos: Supercell, GameStop

As conclusões deste relatório se basearam em dados agregados, anônimos, de 270 milhões de usuários dos navegadores móveis do Opera Software, combinados a dados da plataforma de publicidade móvel Opera Mediaworks, que oferece 65 bilhões de impressões de anúncios por mês em mais de 17.500 sites e aplicativos móveis, atingindo 800 milhões de consumidores no mundo todo. Leia o relatório completo aqui.

11:36 · 06.12.2014 / atualizado às 15:12 · 04.12.2014 por

hackerCom a aproximação da época de festas de final de ano é comum que as pessoas busquem a Internet para realizar compras de Natal e Ano Novo, fato que estimula a ação de cibercriminosos. Assim, é importante ficar atento às práticas comerciais, especialmente porque os varejistas continuam a ser uma das cinco maiores vítimas de violações de dados no mundo, de acordo com a pesquisa ISTR 2014.

Para evitar problemas com ataques hackers é bom seguir algumas dicas de proteção online:

– Use senhas fortes. Estas chaves de segurança continuam essenciais para proteger dados. É recomendado aos internautas utilizarem uma senha de 8 a 12 caracteres, que combine letras, números e símbolos. Além disso, é importante que nunca se use a mesma sequência para várias contas.

– Não clique em links suspeitos. Os cibercriminosos utilizam grandes eventos, que estimulam a compra pela Web, para atrair consumidores com grandes ofertas e descontos. Desconfie de e-mails, textos e mensagens em redes sociais com promoções duvidosas.

– Faça compras apenas em sites seguros. Seja a partir de smartphones, tablets ou computadores, compre somente em sites e varejistas confiáveis. Procure, também, pela indicação HTTPS ou o ícone de cadeado na barra do navegador antes de inserir informações pessoais ou de cartões de crédito.

– Seja prudente com pagamentos móveis. Tenha cuidado ao adotar tecnologias como o Apple Pay ou o Google Wallet Pay e verifique se o ambiente de compra possui criptografia para os dados financeiros inseridos.

– Proteja seus dispositivos. Uma em cada três pessoas não usam nenhuma proteção em seu smartphone. Para se prevenir de perdas e roubos, é importante ter um código de acesso ou impressão digital de desbloqueio habilitado, um software para rastrear, bloquear e limpar o dispositivo e também uma solução de proteção de informações instalada.

Fonte: Symantec

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