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Categoria: Comércio eletrônico


07:19 · 07.08.2015 / atualizado às 07:48 · 07.08.2015 por

No segundo domingo de agosto os brasileiros comemoram o Dia dos Pais. Aproveitando a época, a escola de inglês online EF Englishtown criou duas opções de presentes para o papai: um mês de curso online. São dois tipos de “Cartão Presente Englishtown”. O primeiro é o “Curso regular de inglês” que sai por R$ 40 e o outro é o “Curso regular com Inglês para viagens” por R$ 50.

Confira as duas opções de cursos disponíveis:

curso1Curso de inglês online para todos os níveis (do iniciante ao pós avançado)
· 1 mês de acesso à escola 24 horas por dia;
· Vídeos exclusivos gravados em Hollywood;
· Atividades interativas focadas em gramática, escrita, vocabulário;
· Aplicativo especial com tecnologia de reconhecimento de voz;
· Laboratórios de gramática.

 

 

curso2Curso de inglês online para todos os níveis + “Inglês para Viagens”
Todas as vantagens do curso regular de inglês mais acesso ao módulo especial “Inglês para Viagens”, no qual o estudante aprenderá a:
· Reservar passagens;
· Solicitar instruções de locais;
· Confirmar reserva em hotéis;
· Entre outras atividades.

Os cartões-presentes podem ser encontrados nos seguintes estabelecimentos: Walmart, Ponto Frio, Lojas Americanas e Sam’s Club, em todo o Brasil.

07:26 · 05.08.2015 / atualizado às 09:29 · 04.08.2015 por

ecommerceNo próximo domingo (9), é comemorado no Brasil o Dia dos Pais. Com o atual cenário econômico do país, conter gastos nunca foi tão importante. Por outro lado, os estoques cheios se mostram como uma boa oportunidade de dar uma chance ao e-commerce e ficar de olho nas promoções. O Busca Descontos, portal que reúne cupons de desconto grátis dos maiores e-commerces do Brasil e responsável também pelos principais eventos do setor, como o Black Friday, Boxing Day e Brasil Game Day, separou cinco dicas de como economizar com o presente para o Dia dos Pais no e-commerce. Confira:

1) Pesquise e compare preços antes
Depois de escolher o que dar de presente, compare em sites diferentes para obter o melhor preço. Pesquisar em dias e horários distintos também é importante, já que muitas vezes, um produto chega a ter mais de uma troca de preço por dia. “O e-commerce brasileiro já possui diversas ferramentas que permitem monitorar simultaneamente os valores de um produto em diferentes lojas de forma prática e simples”, comenta Pedro Eugenio, fundador do Busca Descontos.

2) Não deixe para comprar na última hora
Comprar no dia anterior ou poucos dias antes pode significar não só um valor mais alto, mas também a chance do seu produto sofrer atrasos na entrega. Confira sempre o prazo de entregra estimado pela loja e calcule se é suficiente para receber o presente em tempo.

3) Cadastre seu e-mail para receber ofertas
As grandes lojas virtuais na maioria das vezes tem estratégias de vendas agressivas para datas comemorativas por e-mail. Cadastrar seu endereço eletrônico para receber atualizações é uma forma receber ofertas e cupons de descontos que podem abaixar ainda mais o valor da compra. “Normalmente, o usuário não gosta de receber e-mail marketing, porém, quando a oferta ou copom é relevante para aquela pessoa, a chance dela abrir a mensagem é 60% maior”, explica Eugenio.

4) Opte por produtos com frete grátis
Boa parte do e-commerce já usa a estratégia de oferecer frete grátis, principalmente em compras que ultrapassem determinado valor. Opte por uma loja que trabalhe com frete grátis para o seu endereço para reduzir ainda mais os custos.

5) Cuidado com os juros parcelados
Parcelar em 12 vezes pode parecer uma ótima ideia em um primeiro momento. Contudo, muitas lojas não especificam detalhadamente se as 12 parcelas são sem juros. Por isso, é preciso prestar atenção na hora do pagamento e ver se o valor máximo de parcelas é igual ao valor à vista. Além disso, vale lembrar que o pagamento por boleto bancário muitas vezes oferece descontos de 10% ou mais.

12:13 · 19.12.2014 / atualizado às 12:13 · 19.12.2014 por
Comprar no exterior requer cuidados, como comprar em lojas online no Brasil também
Comprar no exterior requer cuidados, como comprar em lojas online no Brasil também

Para escapar da multidão que costuma invadir lojas e shoppings centers nesta época do ano, muitos brasileiros acabam recorrendo ao comércio eletrônico, que oferece diversas vantagens como comodidade e facilidade para pesquisar e comparar preços. Alguns consumidores acabam escolhendo produtos de sites internacionais, atraídos pelos preços às vezes mais atrativos. Há quem não se incomode em não receber a encomenda a tempo para as festas, só pensando no precinho camarada que vai pagar. O problema é que a promessa de economia, algumas vezes, vira uma grande dor de cabeça.

“O barato pode sair caro, pois qualquer produto importado está sujeito a tributação”, diz Elizabeth Andreoli, coordenadora do Comitê de Varejo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). O imposto de importação a ser pago pelo consumidor nas compras feitas nesses sites é de aproximadamente 60% e a Receita Federal fiscaliza as encomendas nos Correios. “O consumidor precisa levar em consideração o imposto antes de fazer a compra para não ter surpresas”, afirma ela.

A legislação brasileira prevê a cobrança de impostos de importação, com exceção das compras individuais em valor igual ou inferior a 50 dólares americanos em que vendedor e comprador sejam pessoas físicas. Se o consumidor não pagar no ato da compra, deverá pagar na entrega/retirada. Com o endurecimento da fiscalização, são raras as vezes que o produto comprado em um site internacional chega na casa do cliente. Na maioria dos casos, o comprador recebe um aviso dos Correios informando que a encomenda deve ser retirada em uma determinada agência. Lá o consumidor pagará os custos adicionais. Pensando nisso, a camara-e.net elaborou um guia com dicas para ajudar o consumidor a se proteger nas compras internacionais. Veja:

1- Busque referências. Antes de efetuar uma compra com base apenas no preço vantajoso, procure referências da loja com outros consumidores. Opte também por lojas conhecidas e confiáveis.

2- Cuidado com a pirataria. Há sites que vendem produtos falsificados, e o consumidor só vai descobrir que comprou gato por lebre depois que receber a encomenda. Reclamar, depois, pode ser impossível.

3- Fique de olho na hora de finalizar a compra. Alguns sites alertam para a possível cobrança de impostos no destino, simulando o valor final com a tributação e já incluindo esse valor no preço a ser debitado do cartão. Outros, não se responsabilizam pela tributação e nem sequer citam essa possibilidade.

4- Faça as contas. Livros, revistas, jornais e medicamentos são os únicos produtos isentos de taxas de importação. Os demais produtos são tributados. O imposto é calculado com base na soma do valor do produto, do frete e do seguro cobrado pela transportadora. E essa conta resulta em aproximadamente 60% a mais que o valor inicialmente pago.

5- Leia as regras para entregas internacionais. Para entregas no Brasil, o produto tende a demorar a chegar. As grandes distâncias do vendedor e a morosidade da entrega em território nacional podem atrapalhar.

6- Consulte a política de trocas e devoluções da loja. Certifique-se de que também vale para entregas internacionais. Do contrário você pode ter de arcar com os altos custos de reenvio da mercadoria que chegou com defeito ou que quer devolver.

7- Fique de olho no idioma. Em geral, os sites estrangeiros têm informações em outros idiomas e muitas lojas internacionais mantêm uma versão em português justamente para atender os compradores do Brasil. Isso pode confundir o consumidor, que acha que está comprando em um site brasileiro e acaba não sendo alertado para a questão da tributação. Pela legislação brasileira, toda loja virtual do país deve trazer em sua página inicial, em destaque, informações como Razão Social, CNPJ, endereço, telefone e meio de contato eletrônico. Essa é a melhor forma de se certificar de que o site é brasileiro.

8- Lembre-se: sites internacionais não estão sujeitos às leis de defesa do consumidor brasileiras. Portanto, fica difícil recorrer à justiça se o produto não for entregue. Com isso, em caso de defeito ou de arrependimento da compra, você não conseguirá efetuar a troca ou devolução do produto. Da mesma forma, se a empresa não entregar o produto, você dificilmente conseguirá ser ressarcido. Nestes casos, você pode recorrer aos serviços de proteção ao cliente das próprias páginas como AliExpress e eBay, por exemplo. No caso de usuários do primeiro site o pagamento via boleto é uma ajuda e feito pelo serviço eBanx que, pode ser um canal para conseguir o ressarcimento depois que você conseguir o cancelamento junto ao AliExpress. No caso do eBay, o Paypal protege o usuário junto com o serviço de solução de casos da própria empresa. Nos dois casos, cancelar não é impossível, bem como receber o seu dinheiro de volta.

9- Fique atento à qualidade dos produtos. Mercadorias adquiridas em sites de fora do país não sofrem a mesma fiscalização de uma importação comum. Por isso, itens que demandam alguns cuidados de segurança, como brinquedos, dependendo da origem, não terão passado por qualquer tipo de teste ou certificação dos órgãos oficiais brasileiros, o que pode colocar esses produtos fora das especificações legais e regras de segurança nacionais.

08:38 · 15.12.2014 / atualizado às 08:38 · 15.12.2014 por
Smartphones como o da Samsung estão na mira dos compradores
Smartphones como o da Samsung estão na mira dos compradores

Uma pesquisa realizada pelo Zoom, site comparador de preços e produtos, com cerca de 8 mil pessoas revela que, apesar de muitos terem antecipado suas compras de Natal na Black Friday, a maioria das pessoas ainda não comprou todos presentes de Natal que desejavam.

Dos entrevistados, 24% conseguiram adiantar todas as compras de fim de ano no dia 28 de novembro, no entanto 37% ainda têm algumas pendências e 39% não fizeram suas compras. O estudo revela ainda que 37% pretendem gastar mais de R$ 1.000 em presentes, sendo que os produtos mais desejados para a data são: smartphones (76%), TVs (48%) e tênis (32%).

A previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) é que o comércio eletrônico fature R$ 4,8 bilhões neste fim de ano e atinja a marca de 15 milhões de pedidos. Os e-consumidores estão mais conscientes sobre as vantagens de utilizar a web como ferramenta para pesquisar informações e preços dos produtos que desejam e, por essa razão, a previsão de vendas do varejo online para a data é otimista e deve superar as expectativas.

“Os consumidores têm a internet como aliada para comparar preços em uma imensa quantidade de lojas com a comodidade de não sair de casa. Dessa forma, poupam tempo e geralmente encontram melhores preços do que em lojas físicas”, explica Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “O importante é checar a credibilidade da loja em que está comprando para não ter problemas e também verificar se o prazo de entrega atende à sua necessidade”, aconselha o executivo.

Para auxiliar as pessoas a fazerem compras pela internet com tranquilidade, o Zoom realiza um rigoroso processo de controle de qualidade para ter apenas lojas confiáveis como parceiros. E para garantir ainda mais comodidade aos consumidores na hora de comprar, dispõe do serviço Zoom Garante, que assegura a entrega do produto comprado nas lojas parceiras ou o dinheiro de volta ao cliente, sempre que este estiver logado no site ao efetuar a compra.

Confira abaixo o resultado completo da pesquisa realizada pelo Zoom:

pesquisa1 pesquisa2

 

10:49 · 13.12.2014 / atualizado às 15:00 · 10.12.2014 por
O celular agora é cada vez mais uma ferramenta para compras online

O novo relatório da Opera Software revela como consumidores globais usam seus aparelhos móveis para fazer compras online. O levantamento detalha as tendências de compras móveis de acordo com época do ano, dias da semana e localização geográfica, além de destacar os principais sites e anunciantes para esta plataforma durante o final do ano.

“O mobile commerce se tornou uma grande força nos mercados globais. E, com a temporada de compras de final de ano se aproximando, vemos uma aceleração de aquisições via dispositivos móveis”, afirma Larry Moores, vice-presidente para Relatórios e Analíticas de Consumidores Móveis do Opera Software.

“Na América Latina, vemos amplas oportunidades para os sites de e-commerce e classificados online investirem cada vez mais no ambiente móvel. Afinal, consumo a partir de celulares e tablets vem aumentando consideravelmente. No Brasil, por exemplo, três dos 15 sites mais visitados através do Opera Mini pertencem a essas categorias”, Sabrina Zaremba, Gerente da Opera Software para América Latina. O ranking dos principais sites brasileiros segue esta ordem: UOL, Globo, Tim App Shop, Abril, Vagalume, Letras, Mercado Livre, OLX, IG, Baixaki, TechTudo, Bom Negócio, Softonic e Click RBS.

Este cenário reforça o crescimento do mobile dentro do segmento de compras online e, apenas durante o primeiro semestre do ano, esta modalidade representou 7% do total de transações de e-commerce, de acordo com dados do e-Bit.

Compradores móveis são mais ativos aos domingos

Ao contrário do tráfego para sites de e-commerce a partir dos desktops, com pico às segundas-feiras e que segue mais forte nos dias da semana do que aos finais de semana, o tráfego de compras móveis se concentra fortemente aos domingos. Uma das explicações possíveis é que muitos consumidores utilizam seus aparelhos móveis para pesquisar produtos durante o final de semana, para revisitar e concluir a compra quando voltarem a suas mesas na segunda-feira. O dia com menos tráfego de compras online é sexta-feira.

Junho apresenta o maior volume global de tráfego para sites móveis de compras

A temporada do Natal é a época mais ativa para as compras nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Entre novembro e fevereiro, os Estados Unidos apresentam um crescimento mais de 15% superior às médias mensais de volume de compras. A Alemanha também apresenta aumentos expressivos em relação ao número de compradores entre novembro e dezembro, 28% a mais em relação a sua média anual. Na Ásia, no entanto, o mês de pico de volume é março, seguido de perto por julho. Isso se deve, em grande parte, ao início do Ramadã, entre final de junho e julho deste ano.

Ao analisar os dados de forma global, o mês com maior tráfego móvel é junho. Já fevereiro apresenta maior tráfego móvel principalmente para aqueles compradores ávidos (cujo comportamento móvel indica terem um forte interesse em comprar).

Amazon e eBay dominam o tráfego móvel de compras

Nos Estados Unidos, a Amazon lidera o grupo em compras móveis, com 36,3% do mercado em termos de volume de tráfego. Em segundo lugar, o eBay aparece com 16% de participação no mercado, seguido do Craigslist com 11,5%. Entre os grandes varejistas que oferecem vendas online, Walmart tem o maior volume de tráfego, seguido por Target e Sears. Outros varejistas norte-americanos que apresentam um aumento no tráfego móvel em novembro são Walgreens, Lowe’s, Macy’s, Kohl’s, Barnes & Noble, Kmart e Nike.

Em escala global a Amazon mantém a liderança, mas há alguns novatos que assumiram posições de forte liderança na Ásia, como FlipKart na Índia e Berniaga na Indonésia. Na América Latina, o MercadoLibre emerge como um dos principais destinos de compras móveis.

Na China, o Alibaba é um participante importante a ser observado, conforme os mercados de compras online amadurecem. Marcas de jogos, computadores e eletrônicos estão anunciando com força em outubro e novembro deste ano. A maioria das impressões globais da plataforma de publicidade móvel Opera MediaWorks veio de campanhas de publicidade de jogos, seguidos por computadores e eletrônicos. No entanto, ao analisar investimentos em publicidade, empresas que vendem serviços para telefones celulares aparecem em primeiro lugar, seguidos por lojas de materiais de construção e bricolagem. Marcas de vestuário e de joias aparecem relativamente em baixa na lista.

O relatório também descobriu quais marcas anunciam mais em cada categoria:

– Roupas & Calçados: Belk, New Balance, Burberry
– Varejo: Kmart, Target
– Computadores & Eletrônicos: Samsung, Microsoft
– Aparelhos & Serviços Móveis: T-Mobile
– Joias: Pandora
– Farmácia: CVS
– Jogos: Supercell, GameStop

As conclusões deste relatório se basearam em dados agregados, anônimos, de 270 milhões de usuários dos navegadores móveis do Opera Software, combinados a dados da plataforma de publicidade móvel Opera Mediaworks, que oferece 65 bilhões de impressões de anúncios por mês em mais de 17.500 sites e aplicativos móveis, atingindo 800 milhões de consumidores no mundo todo. Leia o relatório completo aqui.

11:36 · 06.12.2014 / atualizado às 15:12 · 04.12.2014 por

hackerCom a aproximação da época de festas de final de ano é comum que as pessoas busquem a Internet para realizar compras de Natal e Ano Novo, fato que estimula a ação de cibercriminosos. Assim, é importante ficar atento às práticas comerciais, especialmente porque os varejistas continuam a ser uma das cinco maiores vítimas de violações de dados no mundo, de acordo com a pesquisa ISTR 2014.

Para evitar problemas com ataques hackers é bom seguir algumas dicas de proteção online:

– Use senhas fortes. Estas chaves de segurança continuam essenciais para proteger dados. É recomendado aos internautas utilizarem uma senha de 8 a 12 caracteres, que combine letras, números e símbolos. Além disso, é importante que nunca se use a mesma sequência para várias contas.

– Não clique em links suspeitos. Os cibercriminosos utilizam grandes eventos, que estimulam a compra pela Web, para atrair consumidores com grandes ofertas e descontos. Desconfie de e-mails, textos e mensagens em redes sociais com promoções duvidosas.

– Faça compras apenas em sites seguros. Seja a partir de smartphones, tablets ou computadores, compre somente em sites e varejistas confiáveis. Procure, também, pela indicação HTTPS ou o ícone de cadeado na barra do navegador antes de inserir informações pessoais ou de cartões de crédito.

– Seja prudente com pagamentos móveis. Tenha cuidado ao adotar tecnologias como o Apple Pay ou o Google Wallet Pay e verifique se o ambiente de compra possui criptografia para os dados financeiros inseridos.

– Proteja seus dispositivos. Uma em cada três pessoas não usam nenhuma proteção em seu smartphone. Para se prevenir de perdas e roubos, é importante ter um código de acesso ou impressão digital de desbloqueio habilitado, um software para rastrear, bloquear e limpar o dispositivo e também uma solução de proteção de informações instalada.

Fonte: Symantec

14:50 · 01.12.2014 / atualizado às 14:50 · 01.12.2014 por

Superando as expectativas iniciais, o Black Friday movimentou um total de R$ 871.986.167 nos e-commerces brasileiros. Os dados são da ClearSale, empresa especializada na prevenção e detecção de fraudes do comércio eletrônico, em parceria com o Busca Descontos, responsável pelo site www.BlackFriday.com.br.

Foram realizadas 2.092.345 mil transações durante a ação, que representaram um tíquete médio de R$ 416,75 por compra. A ClearSale evitou R$ 3.058.936,60 em fraudes.

A região Sudeste foi a responsável pela maior parte do volume de transações, com quase R$ 562 milhões. Também foi na mesma região que foi registrado o menor tíquete médio: R$ 406,47. Do outro lado da balança, o maior tíquete médio na data ocorreu na região Sul, com R$ 463,97.

Já na distribuição por idade, a faixa entre 31 e 40 anos foi a que mais consumiu – ficando com 31% do bolo. As pessoas entre 23 e 30 anos vieram logo em seguida, com 30%.

Já as categorias mais procuradas durante toda a sexta-feira no portal www.BlackFriday.com.br, de acordo com o Busca Descontos, foram Eletrônicos (com 41,76% dos cliques), Esporte e Lazer (14,48%), Informática (10,98%), Viagens (10,04%) e Moda (8,74%).

As divisões por Estado, região, faixa etária e gênero estão detalhadas nas tabelas a seguir.

Distribuição por Região:

porregião

 

Distribuição por Estado:

porestado

 

Distribuição por Idade:

poridade

Distribuição por Sexo:

porsexo

09:52 · 01.12.2014 / atualizado às 09:52 · 01.12.2014 por
Depois da Black Friday com muitas reclamações, mas muitas vendas, agora é a hora da Cyber Monday
Depois da Black Friday com muitas reclamações, mas muitas vendas, agora é a hora da Cyber Monday

Depois da Black Friday, sexta-feira, 28, o Zoom, site comparador de preços e produtos, continuará a sua mega operação para identificar os descontos reais na Cyber Monday, evento que acontece nessa segunda-feira, 01. Na ocasião, os consumidores que não conseguiram comprar tudo o que desejavam na Black Friday têm uma segunda chance de fazer suas compras de fim de ano. Dessa vez, os consumidores deverão procurar o Selo Cyber Monday ao invés do Selo Black Friday para encontrar descontos reais.

Outra vantagem oferecida pelo comparador de preços e produtos é contar apenas com lojas parceiras que apresentam a melhor oportunidade de compra, pois para serem credenciadas ao site as varejistas passam por um rigoroso crivo para provarem que realmente são lojas confiáveis. Se ainda assim ocorrer algum imprevisto, os consumidores podem contar com o serviço Zoom Garante, que assegura aos clientes o recebimento do produto comprado ou o seu dinheiro de volta.

“A Cyber Monday é a continuação da Black Friday e também deve trazer boas oportunidades de compra. Entretanto, as promoções não devem ser tão expressivas quanto as encontradas na sexta-feira. Talvez algumas ofertas sejam mantidas e a variedade tende a ser menor, pois é um evento focado essencialmente em tecnologia”, comenta Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Esse evento ainda não nem tanta repercussão aqui no Brasil como no exterior. Entretanto, a quantidade de acessos que recebemos na ocasião é bem maior que em uma segunda-feira comum”, completa.

As lojas parceiras do Zoom com participação confirmada na Cyber Monday são: Americanas.com, Submarino, Shoptime, Extra.com.br, Pontofrio.com, CasasBahia.com.br, Magazine Luiza, Netshoes, Ricardo Eletro e Walmart.

Nota da redação: Se encontrar alguma falha, se botar o produto no carrinho e ele sumir, favor enviar vídeos e fotos. 

15:21 · 28.11.2014 / atualizado às 15:26 · 28.11.2014 por
Novo Moto X com desconto de até R$ 300, segundo o site de busca Zoom
Novo Moto X com desconto de até R$ 300, segundo o site de busca Zoom

Muitas lojas on-line começaram a disponibilizar suas ofertas desta edição da Black Friday, festival de descontos realizado pelo comércio, ainda no fim da noite de quinta-feira (27), possibilitando as compras durante a madrugada.

Segundo pesquisa realizada pela plataforma PiniOn, 68% das pessoas que entraram ou pretendiam visitar os sites participantes da Black Friday entre a meia-noite e às 6h optaram por fazê-lo nesse horário pela disponibilidade maior de produtos ou para evitar problemas de navegação nas lojas on-line.

Dos 120 consumidores consultados pelo PiniOn, 86% já havia participado das edições anteriores do festival também durante a madrugada.

Ainda assim, de acordo com outra pesquisa feita durante o período, o PiniOn coletou relatos de pessoas que não conseguiam acessar os sites de maneira adequada devido ao grande número de acessos. De acordo com o site Reclame Aqui, que reúne e divulga queixas de consumidores contra empresas, mais de 2.000 reclamações referentes à Black Friday foram feitas desde o início do festival.

“Durante a madrugada, muitos sites ficaram fora do ar devido ao grande número de acessos, mas desde o amanhecer são problemas relacionados a preço e condições de pagamento e entrega que concentram a maioria das reclamações”, diz a companhia, em nota.

Os produtos mais buscados pelos clientes da madrugada, segundo o PiniOn, eram celulares e tablets (30%), seguidos de eletrodomésticos (28%), livros (23%) e eletroportáteis (22%).

3 empresas são as mais reclamadas

O Procon São Paulo registrou 601 reclamações de consumidores que tiveram problemas durante 17 horas em que o órgão monitorou as vendas na Black Friday. Esse número representa quase dobro das queixas recebidas do ano passado, quando foram registrados 302 atendimentos. Em 2013, não houve, porém, uma operação especial para acompanhar o evento. A maior parte das reclamações recebidas neste ano se concentrou em três empresas: B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime), Saraiva, e Nova Pontocom (Pontofrio.com.br, casasbahia.com.br, e extra.com.br). Durante a operação montada pelo Procon, os principais problemas relatados pelos consumidores foram, foram sites intermitentes (falha na página), produto ou serviço anunciado indisponível e mudança de preço na hora de finalizar a compra.

Procurada a B2W, não se pronunciou sobre as informações divulgadas pelo Procon. A Saraiva informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre o assunto e por isso preferiu não se manifestar sobre as irregularidades apontadas. Em nota, a empresa afirma que “reforça que tem por missão garantir a melhor experiência do consumidor que busca cultura, entretenimento e informação, e que o primeiro de seus valores é o atendimento com busca na excelência dos serviços prestados”.

A Cnova, empresa formada pela união da Nova Pontocom e Cdiscount, informa que tomou conhecimento pela imprensa a respeito do ranking divulgado pelo órgão. “A companhia recebeu a notícia com surpresa, já que até as 14h do dia 28 de novembro recebeu, se somadas todas as marcas operadas pela Cnova, 24 reclamações do órgão a respeito do tema.”

Segundo a empresa, desde o início da Black Friday, não foram apresentados problemas técnicos em relação aos sites da companhia: Extra.com.br, CasasBahia.com.br, Pontofrio.com, Barateiro.com.br e Cdiscount.com.br. “Para manter a transparência com os consumidores, as lojas online facilitaram a identificação dos itens promocionais da data por intermédio do selo Black Friday. A empresa também mantém a Central de Relacionamento com o cliente ativa por 24 horas durante da Black Friday, por meio do telefone do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), redes sociais e chat. Os sites Cnova pautam suas ações de acordo com a lei e com premissas que asseguram os direitos e o bom atendimento aos consumidores, portanto mantém uma relação de diálogo com o Procon-SP. Por isso, está em contato com o órgão para entender os critérios adotados no ranking”, afirma a empresa em nota.

Fonte: Folha Press

14:42 · 28.11.2014 / atualizado às 14:53 · 28.11.2014 por
Pedro Eugênio, idealizador do portal www.BlackFriday.com.br
Pedro Eugênio, idealizador do portal www.BlackFriday.com.br

O Black Friday já movimentou R$ 316 milhões no comércio eletrônico brasileiro de acordo com dados da ClearSale, empresa especializada na prevenção e detecção de fraudes do comércio eletrônico, em parceria com o Busca Descontos, criador do site www.BlackFriday.com.br. Foram realizadas 784 mil transações durante o mesmo período, que representam um tíquete médio de R$ 403,10 por compra. Os dados são relativos das 20h da quinta-feira (27), considerando a antecipação da ação pela maioria dos lojistas, até as 15h.

Já as categorias mais clicadas no site do evento foram Eletrônicos (com 42,27%), Esporte e Lazer (15,04%), Informática (10,96%) e Viagens (10,65%).

A ClearSale evitou R$ 787 mil em fraudes no mesmo período.