Categoria: Corporativo


09:30 · 09.08.2018 / atualizado às 09:30 · 09.08.2018 por
D-Link AC 3200 pode ser uma opção

1. Nem todo mundo consegue se conectar na Wi-Fi
Quando há muitas pessoas conectadas via Wi-Fi em sua empresa, e algumas simplesmente não conseguem se conectar pelo congestionamento de dispositivos, é um sinal de que o seu roteador ou dispositivo Wi-Fi não está dando conta.

Como melhorar?
O equipamento mais indicado para Wi-Fi em empresas é o Access Point Corporativo, dispositivo que possui processadores bem mais potentes que suportarão uma grande quantidade de conexões.

2. Wi-Fi não dá conta de trafegar dados de um sistema pesado ou servidor, sendo necessário utilizar conexão via cabo nesses casos
Roteadores comuns são focados no público doméstico e não costumam suportar uma grande quantidade de tráfego de dados.

Como melhorar?
Nesse caso, pelo mesmo motivo acima, o mais recomendado é utilizar também o Access Point Corporativo, por conta do processador. O dispositivo suporta um tráfego de dados muito mais pesado sem travar ou prejudicar quem está conectado.

3. Preciso de mais alcance Wi-Fi dentro de minha empresa
Aqui existem duas soluções ideais para você conseguir cobrir a sua empresa inteira com Wi-Fi:
– Access Points
Sim, os Access Points serão citados em basicamente todas as categorias, pois são realmente a melhor alternativa. No caso de alcance, os APs atuais possuem uma alta potência para cobrir todo o seu escritório, mas a grande vantagem é poder colocar mais de um Access Point em sua rede. É possível utilizar até 1000 APs para cobrir TODOS os cantos do ambiente corporativo.

– Powerlines
Uma outra solução é o Powerline, que também pode ser utilizado em pequenas e médias empresas. Sua função é transmitir a rede pela fiação elétrica, fazendo com que esta vá da sala de máquinas até a sala de reunião pela eletricidade. Isso faz com que não haja interferências no Wi-Fi.

Nesse vídeo, você tem mais informações sobre o Powerline:

4. Os usuários conseguem se conectar, porém reclamam muito da qualidade
Caso a internet contratada no estabelecimento tenha uma boa velocidade, mas mesmo assim os usuários reclamam da qualidade do Wi-Fi, o problema pode ser a velocidade wireless do equipamento.

Existem diversas velocidades Wi-Fi no mercado, desde 150Mbps até 2600Mbps, e quanto mais velocidade, mais qualidade e desempenho serão entregues para quem está conectado.

Muitas vezes uma rede Wi-Fi consegue cobrir a empresa inteira, mas mal dá para navegar na internet por conta da velocidade wireless do roteador ser muito baixa. Para solucionar isso, é necessário utilizar equipamentos com alta velocidade Wi-Fi e garantir qualidade para todos que estão conectados.

Como melhorar?
O modelo indicado para essa situação é o Access Point Corporativo DAP-2610, que possui até 1200Mbps no total, sendo ideal para escritórios, universidades e outros estabelecimentos que se preocupam com a qualidade e desempenho da rede sem fio.

Nesse vídeo, você tem mais informações sobre o DAP-2610:

5. Sinto que os usuários estão conectando os seus dispositivos pessoais e, por conta disso, perdendo foco e desempenho no trabalho

Caso haja necessidade de fazer algum tipo de restrição ou controle de sua rede Wi-Fi, os Access Points Corporativos são ideais, já que dentro deles é possível criar até oito redes diferentes e dedicar uma apenas para os dispositivos profissionais, uma outra para dispositivos pessoais com limitação de conteúdo, de velocidade, ou até mesmo de horário.

Além disso, é possível ativar algumas proteções para a sua rede interna, fazendo com que os dispositivos pessoais não consigam ter acesso a rede interna da sua empresa, tendo acesso apenas à internet.

07:01 · 07.03.2018 / atualizado às 07:21 · 07.03.2018 por

Nos últimos anos, mais e mais mulheres têm ocupado posições importantes no mundo dos negócios, servindo como modelos para jovens. Apesar disso, a área de cibersegurança é inexplorada pelas mulheres, representando apenas 11% do total da força de trabalho no setor, de acordo com o estudo “Beyond 11 Percent: A Study into Why Women are not Entering Cybersecurity” da Kaspersky Lab, que mostra os motivos pelos quais a carreira em cibersegurança continua sendo um obstáculo para as mulheres.

Por exemplo, mulheres que trabalham com segurança cibernética se deparam com uma realidade comum: ser a única representante do sexo feminino em uma sala repleta de homens – este pode ser um dos principais motivos para que a maioria decida não seguir uma carreira na área de TI. É importante ressaltar que a falta de mulheres pode gerar uma bola de neve: quanto menos mulheres no setor, mais cedo elas perdem a vontade de querer ingressar na área. O Global Information Security Workforce Study, realizado pela (ISC)² e seu Centro de Educação e Segurança cibernética, mostra que 42% dos participantes concordam que é importante ter um modelo do próprio gênero em suas carreiras e metade das mulheres prefere trabalhar em um ambiente com uma distribuição igualitária entre os sexos. “Como o relatório confirma, muitas vezes, as jovens não conhecem, não se sentem preparadas e não veem referências importantes que as motivem a trabalhar em cibersegurança”, disse Stuart Madnick, professor de tecnologia da informação e fundador do MIT Interdisciplinary Consortium for Improving Critical Infrastructure Cybersecurity.

O estudo também mostra que, em geral, as mulheres desconhecem as habilidades que os empregadores procuram e não têm certeza se possuem os atributos certos para o papel. Quando perguntado por que eles não decidiram perseguir uma carreira de segurança cibernética, as mulheres eram mais propensas do que os homens a afirmarem que não possuem experiência em codificação (57% vs. 43%), não têm interesse em computação (52% vs. 39 %), não têm conhecimento de cibersegurança (45% vs. 38%) e que não são suficientemente boas em matemática (38% vs. 25%). Claramente, a questão é de consciência, já que as empresas hoje não estão apenas procurando por codificadores. Habilidades como pensamento crítico e resolução de problemas são cruciais para uma carreira na área, mas a percepção da indústria de fora tende a se concentrar principalmente no lado técnico.

Noushin Shabab, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab

Foi caso de Noushin Shabab, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab que, desde que se mudou do Irã para a Austrália para prosseguir com sua carreira na área de engenharia reversa, notou que é uma das poucas mulheres no mar de homens que compõe o setor de segurança de TI. “Quando jovem era sempre fascinada por enigmas e jogos de tabuleiro, que se tornaram em amor por programação e, eventualmente, como uma carreira como pesquisadora de segurança. Trabalhando com outros especialistas na Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky Lab (GReAT), investigo ataques cibernéticos sofisticados e descubro APTs, campanhas de ciberespionagem, malware importante, ransomware e outras ameaças. O meu trabalho requer não só habilidades técnicas, mas também persistência, criatividade e colaboração para pensar de forma diferente e acompanhar os invasores mal-intencionados”, diz Shabab.

Para Shabab, quando as mulheres começarem a descobrir a tal de segurança de TI, ela se tornará rapidamente uma escolha de carreira popular entre as candidatas. “Eu sou uma das sortudas que teve essa descoberta sozinha e, agora, quero incentivar mais mulheres a seguir minha liderança. Um componente interessante de ser uma pesquisadora de segurança é que, embora algumas pessoas enviem e recebam 100 e-mails por dia, posso proteger milhares delas de fraudes online o quanto antes. Além disso, o próprio fato dos hackers não trabalharem no horário normal, significa que meu papel é totalmente flexível. As pessoas podem me encontrar trabalhando em um laboratório, escritório, de casa ou mesmo do meu café favorito. Meu trabalho molda meu estilo de vida e me deixa constantemente pensando em novas formas de proteger pessoas ou empresas contra malware mal-intencionados – e eu adoro isso”, finaliza.

Ainda de acordo o estudo “Beyond 11 Percent”, outra razão que 78% das jovens nunca pensem na possibilidade seguir carreira nessa área é por causa dos estereótipos associados à cibersegurança. Na maioria das vezes, a terminologia associada à indústria, como “hackers”, “geeks” e “nerds”, geralmente é considerada como tendo conotações negativas.

“A imagem desse profissional está mudando, e com o WannaCry, mais da metade das jovens mulheres (58%) se depararam com a área na TV, rádio e notícias online – segundo outros estudos que realizamos. É uma questão de converter este interesse em algo mais”, reforça Shabab.

Para reverter as estatísticas em relação às mulheres e a cibersegurança, a Kaspersky Lab conta com iniciativas, como a Kaspersky Lab Academy, que auxiliam na profissionalização e educação para o setor de segurança. Com programas como o Kaspersky Cybersecurity Certification Program e o Kaspersky Cyber Days, a empresa pretende intensificar e valorizar quaisquer características relevantes destas profissionais para a área.

A empresa de segurança russa também reforçou seu apoio em mitigar a diferença de gênero ao apoiar a primeira expedição euro-arábica apenas com mulheres ao Polo Norte. Juntamente com a exploradora Felicity Aston, a Kaspersky Lab irá levar 11 mulheres para uma expedição de 10 dias na região. Para Kaspersky Lab, essas 12 aventureiras, com origens tão diversas e únicas, servem para lembrar que qualquer pessoa, independente do gênero ou origem, podem alcançar coisas extraordinárias.

“Por ser uma empresa com mentes femininas brilhantes, que desafiam o status quo ao se tornarem codificadoras, programadoras e pesquisadoras de segurança online, nós queremos encorajar e capacitar as mulheres mais jovens a serem corajosas e fazer o inesperado – seja isso em direção ao Polo Norte, ou aprendendo a codificar e ingressar no mundo da cibersegurança”, afirma Alex Moiseev, diretor de negócios da Kaspersky Lab.

07:22 · 22.03.2017 / atualizado às 07:22 · 22.03.2017 por

Chegam ao mercado brasileiro este mês os primeiros reflexos concretos da recente aquisição da unidade de negócios Mindjet MindManager, plataforma de criação de “mapas mentais” da alemã Spigit, pela Corel Corporation, companhia controlada pelo bilionário fundo de private equity Vector Capital.

Segundo Flávio Tedesco, principal executivo da área Comercial da Corel no Brasil, a companhia está trabalhando na consolidação de novos canais de distribuição e revendas do MindManager para agregá-los a uma base que atualmente soma mais de 800 pontos comerciais no País. “Nosso objetivo é integrar nossos parceiros à linha MindManager, facilitando o acesso a novos mercados e ao suporte pré e pós-venda. Vamos dar ao canal Corel um novo portfólio de produtos de alto valor agregado, com vários pontos de sinergia em relação às soluções já distribuídas para desenvolvimento de novos negócios”, diz Tedesco.

MindManager é uma plataforma de software de negócios para brainstorming e resolução criativa de projetos, otimizando organização e comunicação visual de ideias e informações complexas. Ela soma mais de 2,5 milhões de usuários e 4,5 mil clientes corporativos, incluindo 83% das empresas listadas no ranking Fortune 100.

“O MindManager é baseado em vetores para gerenciar informações estruturadas. O CorelDraw, nosso programa de desenho vetorial, é similar em sua habilidade de gestão de informações não estruturadas e criativas. É notável a semelhança entre as ferramentas e funcionalidade dos dois softwares. Há muitas oportunidades de fertilizar as capacidades do MindManager com o CorelDraw e vice-versa “, diz Patrick Nichols, CEO mundial da Corel.

Para Flávio Tedesco, essa “fertilização” forma a coluna vertebral da estratégia de consolidação que a empresa passa a desenvolver no Brasil.

De acordo com ele, a intenção é certificar novos parceiros para a comercialização, treinamento e consultoria para as duas marcas – em especial nas áreas de high business em mercados críticos como o financeiro, de tecnologia, energia e infraestrutura. Com mais de 100 milhões de usuários ativos no mundo, a Corel quer localizar novas sinergias entre as famílias de software que desenvolve a partir da visão do mercado. Para tanto, a companhia já conta com a parceria da distribuidora Boxware, sediada em São Paulo. Com uma carteira em torno de 500 revendas no País, a Boxware já atuava como distribuidor Corel e MindManager e passa agora a ser a primeira distribuidora da marca no Brasil a integrar e disponibilizar as duas linhas aos revendedores.

“É uma grata surpresa. O Mind Manager é um produto consagrado mas pouco difundido, que certamente ganhará mais adeptos agora a bordo da Corel”, diz o empresário Rodrigo Villar, um dos diretores da distribuidora. “Com a aquisição, a expectativa é de um aumento de 100% no volume de vendas até o final do ano”.

07:40 · 06.11.2014 / atualizado às 13:42 · 04.11.2014 por

A Oi anuncia o lançamento da solução Oi Smart Office para o mercado de grandes corporações e pequenas e médias empresas. A companhia apresenta a nova solução que visa atender as necessidades de empresas que querem implementar a gestão do trabalho remoto de colaboradores.

Segundo a assessoria, o Oi Smart Office oferece controle de jornada e produtividade do colaborador em trabalho remoto, inclusive com uso de biometria, atendendo plenamente o estabelecido na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A solução é amparada pela conectividade à internet, com redundância em 3G ou 4G, e também oferece conexão segura entre o ambiente residencial e a rede corporativa, comunicação unificada (chat, voz, vídeo, conferência e compartilhamento de documentos) e aplicações corporativas em cloud como e-mail e sharepoint.

O serviço Oi Smart Office conta com atendimento unificado e integrado e é cobrado numa fatura única. Segundo a consultoria Top Employers Institute, 14% das empresas brasileiras têm programas formais de home office, modelo que vem crescendo no país. De 2013 para 2014, a gestão do trabalho remoto cresceu cerca de 130%, segundo a consultoria.

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