Busca

Categoria: Educação


08:10 · 20.01.2017 / atualizado às 10:13 · 23.01.2017 por

minecraftA escola de robótica SuperGeeks, em parceria com o Shopping Iguatemi Fortaleza, está oferecendo, até o dia 29 de janeiro, uma programação especial para a criançada. Estão sendo realizadas oficinas gratuitas de criação de games, youtuber, minecraft e robótica, para crianças e adolescentes, de 7 a 16 anos – mostrando o quanto é fácil aprender de forma lúdica.

As aulas são realizadas na expansão do Shopping Iguatemi, segundo piso – vizinho à loja Le Biscuit. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no local.

07:33 · 19.08.2015 / atualizado às 07:33 · 19.08.2015 por
Curso "Faça Você Mesmo" da UERGS com a Fundação Telefônica Vivo
Curso “Faça Você Mesmo” da UERGS com a Fundação Telefônica Vivo

O dia a dia em sala de aula sempre traz questões que exigem mais do que pressupõe o currículo básico. Com o objetivo de ajudar os educadores a lidarem com esses desafios, a Fundação Telefônica Vivo disponibiliza, por meio de uma plataforma online para formação de professores, conteúdos que tratam dos mais variados temas, desde o papel da escola no combate ao trabalho infantil à produção de quadrinhos digitais. Certificados pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), os cursos, todos online e totalmente gratuitos, também abordam a inserção da cultura digital nas mais variadas classes. “A tecnologia torna o ensino mais atraente, além de aproximar educadores e alunos”, comenta Gabriella Bighetti, diretora-presidente da Fundação Telefônica Vivo.

"Curso com Especialistas" da UERGS com a Telefônica Vivo
“Curso com Especialistas” da UERGS com a Telefônica Vivo

O objetivo é aprimorar o conhecimento em linguagens, matemática, novas metodologias, conscientização ecológica, português, métodos de avaliação, entre outros. Também oferece conteúdos didáticos para estimular o interesse dos alunos pela tecnologia. A plataforma ainda permite a colaboração e a troca de experiências entre os usuários. São inúmeras oficinas para melhorar as práticas pedagógicas. Entre os cursos de destaque estão “Construção de jogos, materiais e atividades de matemática” e “A escola no combate ao trabalho infantil”, com 60 horas de duração e ministrado por especialistas. Os dois estão com vagas abertas, assim como outras 10 opções de curta duração.

Atualmente, a plataforma dispõe de duas modalidades de curso: “Faça você mesmo” e “Curso com Especialistas”. Na primeira categoria, o educador pode se inscrever a qualquer instante nos cursos disponíveis e realizá-los de acordo com a sua agenda. Já as aulas com especialistas são mediadas por profissionais da área, com início e término definido e possuem vagas limitadas. Há lançamento de diferentes cursos durante todo o ano.

Certificado
Para os cursos com carga horária acima de 30h, serão emitidos certificados pela UERGS. Já para as oficinas com tempo inferior a 30h, serão emitidas declarações de comparecimento. E, caso o professor faça, no decorrer do ano, mais de um curso, somando uma carga superior a 30h, também será emitido um certificado.

Inscrições
As inscrições estão abertas aqui e estão disponíveis para professores de todo o País.

12:03 · 20.09.2014 / atualizado às 09:08 · 17.09.2014 por

Changemakers da Ashoka, em parceria com o Instituto Embratel Claro, anunciou no último dia 20 de agosto o desafio “Tecnologia é Ponte: diminuindo as distâncias na educação”. A proposta tem o objetivo de premiar novas soluções que, por meio das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), viabilizem o ingresso de crianças e jovens, de 6 a 20 anos, em projetos educacionais e de inclusão social. Os interessados podem inscrever seus trabalhos até o dia 22 de outubro de 2014.

“Com esta parceria e este desafio, esperamos contribuir com o desenvolvimento da educação brasileira e, com isso, diminuir a distância cultural que ainda temos no Brasil”, diz Oscar Petersen, Presidente do Instituto Embratel Claro, destacando que a premiação está alinhada aos princípios da empresa de investir em importantes projetos que são agentes de transformação social no Brasil.

Segundo dados do MEC (Ministério da Educação e Cultura), 3,6 milhões de jovens em idade escolar não recebem educação adequada. Por esse motivo, o desafio irá identificar e destacar soluções capazes de quebrar barreiras de acesso à educação (formal e informal), acelerar a alfabetização digital, e promover o crescimento econômico através de processos educativos sustentáveis e democráticos.

Podem participar do desafio “Tecnologia é Ponte: diminuindo as distâncias na educação” professores, pais, alunos, designers, desenvolvedores, empreendedores e educadores que, por meio das TICs, tenham criado oportunidades para diminuir distâncias educacionais. Nessa edição do projeto, terão atenção especial os trabalhos voltados para promover a acessibilidade de deficientes físicos e mentais, bem como a educação para populações marginalizadas ou distantes de centros urbanos, integração e participação de alunos em sala de aula, trabalho com pais e professores sobre inclusão e acesso, além de aplicativos e metodologias que permitam acabar com as limitações à educação formal ou informal.

O desafio irá distribuir R$ 36 mil em prêmios para os três projetos vencedores. Um painel de jurados especialistas irá selecionar um grupo de finalistas e os responsáveis pelos melhores projetos serão convidados para um workshop online com a equipe do Instituto Embratel Claro, Ashoka e empreendedores sociais de referência na área de educação. O anúncio dos finalistas acontecerá em janeiro de 2015.

As inscrições devem ser feitas online por participantes que tenham no mínimo 18 anos, por organizações e/ou parcerias entre empresas. Os projetos devem seguir os critérios de inovação, impacto social e sustentabilidade financeira. Para se inscrever, basta acessar www.changemakers.com/tecnologiaponte até o dia 22 de outubro de 2014.

07:53 · 15.09.2014 / atualizado às 15:57 · 12.09.2014 por

Estão abertas até 19 de setembro, as inscrições para o projeto Corredores Digitais nos municípios de Fortaleza, Jaguaribe, Maracanaú e Tauá. Serão selecionados 60 jovens, em cada município participante. A ideia é que ainda este ano o programa se estenda a outros seis municípios: Aracati, Cedro, Iguatu, Juazeiro do Norte, Sobral e Quixadá.

O projeto Corredores Digitais alia o conhecimento dos jovens a um processo de incubação de empresas na área de TIC, através da capacitação em gestão empresarial e apoio à criação e consolidação de empresas inovadoras, via mecanismo de incubadoras. Os jovens atendidos têm a possibilidade de abrir seu próprio negócio e conquistar um mercado em expansão, além de gerarem emprego e renda e ajudar a desenvolver suas cidades.

Podem participar jovens egressos do Ensino Médio Regular, entre 16 e 24 anos, que possuam nível superior ou técnico em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Para o nível técnico, as vagas são preferencialmente para estudantes das Escolas de Educação Profissional e participantes dos programas Pronatec ou E-Jovem. Também serão aceitas inscrições de jovens que tenham concluído curso aberto na área de TIC, com no mínimo 160 horas/aula. De De todos os projetos selecionados, 50% das vagas serão para alunos de escolas públicas. 20% das vagas ofertadas Jovens serão destinadas para jovens que apresentarem ideias com potencial de inserção de novos mercados na área de TIC e Gestão.

O projeto é dividido em três fases: pré-incubação, incubação e pós-projeto. Durante três meses, na chamada pré-incubação, os jovens receberão capacitação e orientação em Empreendedorismo e Tecnologia da Informação e Comunicação. Após esse período, serão selecionados, 20 jovens para passarem à fase de incubação, a partir de uma avaliação sobre o desempenho nos cursos, entrevistas e a qualidade dos planos de negócios elaborados.

A fase de incubação terá duração de 12 meses e compreenderá a estrutura organizacional da incubadora e a adequação dos planos de negócios à realidade do mercado. No período, os jovens classificados receberão uma bolsa de R$ 300,00 e receberão orientação e apoio à geração de negócios. O pós-projeto irá garantir a continuidade do negócio e será de responsabilidade dos municípios apoiadores.

A prova, de caráter eliminatório, será dia 20 de setembro, em cada uma das cidades participantes e é composta por uma prova com 20 questões do tipo múltipla escola sobre Desenvolvimento de Software (Web e Mobile), Conectividade em Redes e Empreendedorismo. Os locais de realização da prova serão divulgados no site www.sct.ce.gov.br.

Mais informações e inscrições: 85 3101-6471

12:49 · 05.09.2014 / atualizado às 12:52 · 05.09.2014 por
Professor em sala de aula. Alunos podem ampliar a experiência de aprendizado com alguns aplicativos. Foto: Bruno Gomes/Agência Diário
Professor em sala de aula. Alunos podem ampliar a experiência de aprendizado com alguns aplicativos. Foto: Bruno Gomes/Agência Diário

Antes apontado pelos professores como vilão, os smartphones podem se tornar um dos principais aliados dos estudantes. As possibilidades de auxílio que os gadgets proporcionam são infinitas e passam desde gestão de horários, pequenas anotações a até mesmo a gravação completa do áudio das aulas. Separamos uma lista com alguns aplicativos para Android que vão te auxiliar na hora dos estudos. Confira:

 

Tape-a-Talk Voice RecordTape-a-Talk Voice Record
Um dos gravadores de áudio mais aclamados da Google Play, o Tape-a-Talk Voice Record tem como característica a simplicidade. Um dos principais recursos que ele oferece é a possibilidade de gravação em segundo plano que, mesmo quando a tela está desligada, permite a captação do áudio garantindo uma maior economia de bateria. O arquivo .wav é salvo no cartão SD, mas também há como salvar direto na nuvem, como no Dropbox, por exemplo. Pelo próprio aplicativo também tem como editar o áudio, selecionando as partes mais importantes ditas pelo professor.

evernoteEvernote
O Evernote é um daqueles apps indispensáveis para qualquer smartphone pelos recursos que oferece. Faça pequenas anotações sobre as aulas, tire fotos dos slides apresentados pelo professor e compartilhe com seus colegas por e-mail com apenas poucos toques na tela. Teve aquela ideia brilhante no meio da rua? Pegue o smartphone e anote no Evernote, que ele salvará automaticamente na nuvem para ser acessado por qualquer dispositivo, já com a data e informações sobre localização.

kindlepaperwriteKindle
Não tem para onde correr. Ler milhares de livros faz parte da vida de qualquer estudante. Com o aplicativo do Kindle, leve uma biblioteca inteira com você sem ter que carregar toneladas de peso nas costas. O app tem alguns recursos muito úteis como o ajuste do brilho da tela e o tamanho da letra. Faça ainda anotações e marque os trechos mais importantes. Outro atrativo é a extensa lista de títulos disponível na loja online prontos para serem baixados direto no smartphone, muito deles com bons descontos ou até mesmo de graça.


priberamDicionário Priberam
Evite perder pontos ao entregar trabalhos com erros de ortografia. Tenha sempre a mão um bom dicionário. Com o aplicativo do Priberam, verifique a definição, a grafia correta e tenha ideia de outras palavras semelhantes para complementar seu texto. Consulte palavras de acordo com a nova regra ortográfica, mas, se preferir, visualize sem as alterações.

logo_trelloTrello
Trabalho em grupo quase sempre é motivo de dor de cabeça. Com o aplicativo do Trello gerencie etapa por etapa cada função dos seus colegas. Crie cards com demandas específicas e receba automaticamente e-mails conforme as atividades forem realizadas. O Trello também pode servir como um ótimo gerenciador de tarefas pessoal.

handycalchandyCalc
Item essencial, a calculadora é um componente onipresente na vida escolar, principalmente para quem faz cursos ligados à área de exatas. Se a calculadora simples do seu Android já não é mais suficiente, considere o app handyCalc antes de investir em uma calculadora profissional. O aplicativo apresenta vários recursos e consegue até mesmo resolver expressões envolvendo trigonometria e álgebra.

Fonte: PSafe

13:11 · 03.09.2014 / atualizado às 12:16 · 03.09.2014 por
Home do serviço Google Sala de Aula
Home do serviço Google Sala de Aula

Empresas de tecnologia estão voltando suas atenções também para o setor de educação. O Google liberou este mês, após um período de testes, o Sala de Aula, uma ferramenta voltada para professores e alunos que reúne outros serviços que a companhia já disponibiliza, como Hangout, Google Drive e Docs, com o objetivo de facilitar e organizar a vida dos educadores e tornar o aprendizado mais interessante para os alunos. Para ter acesso à ferramenta, o usuário deve possuir o Google Apps for Education e estar vinculado a uma instituição de ensino que possua uma conta no serviço do Google.

De acordo com o diretor de Educação do Google no Brasil, Milton Burgese, escolas públicas ou sem fim lucrativo poderão acessar o Sala de Aula de forma gratuita. Já instituições particulares deverão pagar uma taxa para fazer a inscrição e utilizar o serviço. Professores particulares, por sua vez, vão precisar comprovar vínculo com alguma instituição de ensino para poder se inscrever.

Para acessar a ferramenta, o professor precisa inicialmente receber um código para inscrever a aula dele no sistema. No ambiente do Google Sala de Aula, será criada uma pasta para a turma, e subdivisões para as aulas programadas. Dentro da ferramenta, ao escrever um dever e as instruções, o sistema se encarregará de enviá-las a todos os alunos. Além disto, o professor pode estipular um prazo para o envio da tarefa feita, escrever comentários e pedir correções. O Google preparou um vídeo tutorial para explicar o passo a passo para utilizar a ferramenta.

YouTube Preview Image

Por parte dos estudantes, eles podem conferir as atividades propostas pelos professores e acessar todo o material didático que está armazenado no Drive. O Google garante que o serviço não contém anúncios e que o conteúdo e os dados dos alunos não serão compartilhados ou usados com fins publicitários. A ferramenta está disponível em 42 idiomas.

Estudantes têm suporte de rede social para aprender no Brasil

Outra ferramenta para ajudar alunos na vida acadêmica é o Passei Direito. O objetivo é simplificar os estudos, reunindo informações sobre os cursos de forma mais rápida. O site permite que estudantes universitários compartilhem dados sobre disciplinas, como materiais didáticos, tirem dúvidas com monitores, divulguem e mobilizem alunos para os eventos, avaliem o próprio desempenho e das disciplinas e montem a grade para o período seguinte junto com os colegas. Além disto, o Passei Direto possui ferramentas customizadas para cada etapa do período acadêmico.

Fonte: PSafe

08:09 · 27.08.2014 / atualizado às 16:39 · 27.08.2014 por
Game de Matemática Completando os Números
Game de Matemática Completando os Números

Se antes a palavra “jogo” trazia à mente a ideia de uma atividade compulsiva e alienada, ilustrada pelos jovens que dedicam boa parte do tempo ao videogame, o avanço da tecnologia e dos debates acerca da educação trouxeram para os games um novo olhar. “Todo jogo pode ser usado com o objetivo de se aprender algo, desde que haja um ambiente onde se estruture esse processo”, destaca o gerente de Inovação e Novas Mídias da Editora FTD, Fernando Fonseca. “Os games trazem um componente bastante significativo para o processo educacional: o prazer de aprender”.

A utilização de jogos na sala de aula foi tema da mesa redonda “Games e educação” promovida no último dia 25 pela Associação Brasileira dos Editores de Livros Escolares (Abrelivros) durante a 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Este ano, a entidade e suas 11 associadas se uniram em um mesmo estande para discutir o futuro do livro na educação. Participou do debate também Mario Lapin, diretor da Virgo Games.

Fonseca explica que em aulas onde os professores utilizam-se de jogos, os alunos ficam mais interessados e envolvidos. Outro ponto é o poder do “faz de conta” inserido nos games, que também pode contribuir na educação. “O jogo é um artefato que permite dar vazão a um processo de representações e metáforas”, define.

O preconceito que vê os jogos como algo não-benéfico passou a ser dissolvido a partir do século XX, quando estudiosos trouxeram uma referência mais precisa do que eles podem proporcionar, aponta o especialista. Entre os benefícios desse tipo de recurso na sala de aula, está a mobilização das chamadas “habilidades superiores”, como a capacidade de elaborar estratégias e conduzir relacionamentos.

Rede pública – A inserção dos recursos tecnológicos na educação se iniciou na rede pública em 2014, através do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), para os anos finais do Ensino Fundamental. Nele, as editoras deveriam entregar as obras impressas e um CD-ROM com o material multimídia complementar.

Game Ariê 2
Game Ariê 2

O PNLD 2015 avançou nessa questão ao exigir que as editoras entreguem, além do material impresso, a versão digital das obras, com o conteúdo dos livros impressos correspondentes integrados a objetos educacionais digitais (vídeos, imagens, áudios, textos, gráficos, tabelas, tutoriais, aplicações, mapas, animações, infográficos, páginas web e jogos educacionais, entre outros elementos).

Para Fonseca, a iniciativa do governo deu um novo impulso à produção digital voltada para a escola e valorizou o saber das casas editoriais.

O amadurecimento deste processo deve trazer maior liberdade às editoras na produção dos conteúdos, já que há uma série de aspectos a serem cumpridos na elaboração desse tipo de material. “A tendência é que o governo seja cada vez menos diretivo em relação ao estabelecimento dos parâmetros que regem a produção desses conteúdos digitais, permitindo que o mercado também apresente suas contribuições”, avalia.

09:38 · 11.11.2013 / atualizado às 09:54 · 11.11.2013 por

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) foi a instituição de ensino brasileira escolhida pela fabricante de processadores Intel para a preparação de currículo para os cursos ligados a tecnologia da informação (TI) nas universidades com as quais a companhia tem parcerias em seus projetos de pesquisa e desenvolvimento.  Com o apoio da Uece, a Intel está criando um novo currículo de segurança para cursos universitários para que os alunos obtenham mais experiência na identificação e combate a vulnerabilidades.

O curso propõe a simulação de sistemas de larga escala, como sistemas de votação eletrônica, com vulnerabilidades conhecidas inseridas no sistema. Os estudantes receberão a tarefa de identificar as vulnerabilidades, mitigá-las e em seguida validar suas soluções. O objetivo mais amplo da iniciativa dos cursos é preparar os futuros profissionais do Brasil para enfrentar os desafios trazidos pela tecnologia.

Segundo Max Leite, diretor de inovação da Intel Brasil, a Uece foi escolhida por sua experiência e bom relacionamento com a companhia nesse sentido. O projeto na instituição cearense é coordenado pelo professor André Santos.

A Intel ampliou o número de projetos de pesquisa e desenvolvimento executados em parcerias com universidades brasileiras, dentro de uma estrutura conhecida por “Aliança de Pesquisa Estratégica Intel” (Intel Strategic Reseach Aliance). No Brasil, essa aliança teve início com trabalhos focados no desenvolvimento de soluções de segurança e criptografia para dispositivos systems-on-a-chip (SoC) em ambientes de baixo consumo de energia envolvendo seis projetos apresentados por pesquisadores de sete universidades: Unicamp, USP, UnB, UFMG, PUC-PR, UFPR e UTFPR.

Para novas ações de seu plano de fomento à inovação, pesquisa e desenvolvimento no Brasil, a Intel prevê um investimento de cerca de R$ 300 milhões durante um período de cinco anos. Com foco em áreas consideradas estratégicas para o crescimento do país, como energia, transporte e educação, a Intel está realizando transferência de tecnologia, programas de bolsa e estágio nos seus laboratórios e projetos de pesquisa em parceria com universidades brasileiras.

Placa Galileo

A Intel vai iniciar em 2014 a segunda fase de um projeto de doações da placa de desenvolvimento Galileo, a primeira placa Arduino baseada em arquitetura Intel, para universidades brasileiras. O objetivo é doar placas para 100 universidades, para que estudantes possam criar aplicações inovadoras que vão de computadores vestíveis até a Internet das Coisas. A Intel fornecerá recursos às instituições para serem utilizados na criação de currículos.

Na primeira fase do projeto a Intel iniciou o trabalho com 17 universidades em seis continentes para desenvolver um currículo baseado na nova placa Intel Galileo. A Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP) foi uma das duas instituições selecionadas na América Latina. Cada uma recebeu cerca de 40 placas que irão facilitar o processo de desenvolvimento e aplicação de vários tipos de aplicação pelos alunos, mesmo em fases bem iniciais de sua formação.