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Categoria: Estudo


07:21 · 12.08.2015 / atualizado às 07:21 · 12.08.2015 por

Segundo estudo conduzido pela consultoria TechnologyAdvice em março deste ano, 60% dos internautas adultos dos Estados Unidos têm o costume de ler e-mail marketing. Destes, 16% afirmam ler com frequência, enquanto apenas 12,8% disseram ler mais da metade das mensagens que eles recebem.

Quando questionados pela pesquisa de como as empresas poderiam melhorar suas ofertas via e-mail, cerca de 44% disseram que gostariam de receber menos e-mails e quase metade afirmaram que gostariam de receber mais ofertas personalizadas de acordo com seus interesses.

O grande problema é que como os lojistas geralmente não possuem uma ferramenta dedicada a isso ou tempo hábil para investir em Big Data, eles preferem disparar conteúdo para toda sua base de e-mail, e não somente uma faixa com potencial de compra. “Um usuário que se cadastrou numa loja um mês atrás para procurar uma televisão provavelmente já adquiriu o produto e portanto, não quer mais receber ofertas de televisores. É preciso saber acompanhar o consumidor para oferecer ofertas relevantes”, defende Pedro Eugenio, cofundador da Live Target, empresa de retargeting de e-mail.

Além de correr o risco do usuário não abrir o e-mail, ao fazer um disparo automático para uma base não filtrada, a companhia pode ser associada à noção de spam. De acordo ainda com o estudo da TechnologyAdvice, 45,8% dos respondentes disse que eles identificam e-mails como spams se receberem mensagens de uma mesma empresa frequentemente. No caso de conteúdo irrelevante, esse número ocorre em 3 a cada 10 pessoas.

07:19 · 07.08.2015 / atualizado às 07:48 · 07.08.2015 por

No segundo domingo de agosto os brasileiros comemoram o Dia dos Pais. Aproveitando a época, a escola de inglês online EF Englishtown criou duas opções de presentes para o papai: um mês de curso online. São dois tipos de “Cartão Presente Englishtown”. O primeiro é o “Curso regular de inglês” que sai por R$ 40 e o outro é o “Curso regular com Inglês para viagens” por R$ 50.

Confira as duas opções de cursos disponíveis:

curso1Curso de inglês online para todos os níveis (do iniciante ao pós avançado)
· 1 mês de acesso à escola 24 horas por dia;
· Vídeos exclusivos gravados em Hollywood;
· Atividades interativas focadas em gramática, escrita, vocabulário;
· Aplicativo especial com tecnologia de reconhecimento de voz;
· Laboratórios de gramática.

 

 

curso2Curso de inglês online para todos os níveis + “Inglês para Viagens”
Todas as vantagens do curso regular de inglês mais acesso ao módulo especial “Inglês para Viagens”, no qual o estudante aprenderá a:
· Reservar passagens;
· Solicitar instruções de locais;
· Confirmar reserva em hotéis;
· Entre outras atividades.

Os cartões-presentes podem ser encontrados nos seguintes estabelecimentos: Walmart, Ponto Frio, Lojas Americanas e Sam’s Club, em todo o Brasil.

07:10 · 27.07.2015 / atualizado às 07:10 · 27.07.2015 por

dlinkswitchA IDC Brasil acaba de divulgar os números do mercado de switches, referentes ao primeiro trimestre de 2015. Entre janeiro e março, cerca de 1,986 milhão de portas de conexão de redes foram vendidas ante 2,288 milhões comercializados no mesmo período do ano passado. Em relação à receita, houve queda de 6,8% sendo que, na comparação com o último trimestre de 2014, o decréscimo é ainda maior: 15%.

Segundo João Paulo Bruder, gerente de pesquisas da IDC Brasil, esse desempenho deve-se basicamente ao baixo desempenho da economia e à volatilidade do dólar. “A moeda americana variou cerca de 30% nos três primeiros meses do ano, impactando diretamente o cronograma de investimentos dos empresários. Mas, apesar da queda, o Brasil ainda é o maior mercado de switches da América Latina, região que cresceu 0,5% neste primeiro trimestre”, afirma.

De acordo com o estudo da IDC Brasil, as vendas de switches de 10Gb e 40Gb, as duas categorias mais rápidas, já representam quase 50% do mercado no Brasil. “Atribuo esse movimento ao uso crescente de switches em data centers”, afirma o gerente da IDC. Além disso, 26% dos switches vendidos foram de layer 3 (80% da receita do mercado) – no mesmo período do ano passado essa categoria correspondia a 23% do mercado.

O estudo traz também o volume comercializado por tipo de switch. No primeiro trimestre de 2014, os fixos gerenciáveis representavam 65% do mercado. Este ano, o índice passou para 74%. Já os switches fixos não gerenciáveis e os modulares caíram de 7% para 4% e de 28% para 23%, respectivamente. Segundo Bruder, por conta do período econômico conturbado, existe uma tendência de se usar switches fixos com gerenciamento, que são mais baratos, ao invés do modular, que se caracteriza por um maior investimento para sua implementação.

Apesar do primeiro trimestre considerado fraco, a expectativa da IDC Brasil é que o mercado cresça 5% em volume de vendas na comparação com 2014, passando de US$ 333 milhões para US$ 349 milhões em receita.

13:33 · 15.07.2015 / atualizado às 13:33 · 15.07.2015 por

pewresearchEstudo do Pew Research, em associação com John S. and James L. Knight Foundation revelou que 63% dos norte-americanos que usam o Twitter (52% em 2013) e o Facebook (47% em 2013) como fontes para busca de informações.

O Twitter ainda leva vantagem sobre o Facebook, pois, ainda segundo o levantamento, a proporção de usuários que dizem seguir as últimas notícias no Twitter, por exemplo, é quase duas vezes maior que aqueles que dizem fazê-lo via Facebook (59% x 31%). E isso reforça a visão que o Twitter é o melhor para leitura e para a cobertura de notícias em tempo real.

Coincidentemente, a pesquisa chega em um momento em que as duas empresas apostam mais pesadamente em notícias. Em maio último, o Facebook lançou o projeto Instant Articles (artigos instantâneos, em uma tradução livre), um projeto experimental que permite que as empresas de mídia, com o “The New York Times“, possam publicar histórias diretamente para a plataforma do Facebook, em vez de links para seus próprios sites. Além disso, em junho, lançou nos EUA (ainda inédito recurso no Brasil), a barra lateral “Trending” para que os usuários filtrarem por tópicos apenas notícias sobre política, ciência, tecnologia, esportes ou entretenimento.

E o Twitter? Não ficou para trás. Em breve deve revelar seu “Project Lightning” (Projeto Relâmpago) que permitirá que qualquer um, usuário ou não do Twitter, possa visualizar feeds de tweets, imagens e vídeos sobre eventos ao vivo como eles acontecem, que terão curadoria por um novo grupo de pessoas que, segundo a empresa, teriam “experiência em redação de jornais”. E já foi comprado e lançado pelo Twitter este ano o aplicativo de vídeo ao vivo Periscope.

De acordo com o estudo, a conclusão é que, à medida que mais sites de redes sociais reconheçam e se adaptem ao seu papel no ambiente de notícias, cada um vai oferecer características únicas para usuários de notícias, e esses recursos podem promover mudanças no uso das notícias. Esses usos diferentes ao redor da reportagem têm implicações na forma como os americanos aprendem sobre o mundo e suas comunicações, e por quanto eles toma parte no processo democrático. Este exame de Facebook e Twitter lança luz sobre as semelhanças e diferenças entre estas duas importantes plataformas de mídia social.

Leia aqui o relatório completo.

10:18 · 26.06.2015 / atualizado às 10:18 · 26.06.2015 por
Astronauta testando HoloLens
Astronauta testando HoloLens

Uma parceria entre Nasa e a Microsoft fará com que HoloLens, o óculos de realidade ampliada lançado pela empresa na última E3 (maior feira de games do mundo), seja levada para a Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês). A iniciativa é chamada de Project Sidekick.

O objetivo dos dois parceiros é usar a realidade ampliada para dar mais detalhes de tarefas que antes os astronautas precisam fazer a base de anotações e instruções de voz da Nasa.

Primeiro a Microsoft enviará um par no próximo dia 28. Lá, ele será testado em gravidade zero para analisar o comportamento do equipamento nestas condições.

No momento seguinte, serão enviados dois pares de HoloLens para iniciar propriamente o projeto Sidekick.

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10:20 · 03.01.2015 / atualizado às 15:27 · 02.01.2015 por

midiasNo fim de 2014, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015. Esta é a segunda edição da pesquisa. A primeira foi divulgada no início de 2014, com dados de 2013. De acordo com a pesquisa de 2015, com dados colhidos no ano passado, e realizada pelo Ibope, o número de pessoas que informou que se conecta à internet por meio de telefone móvel subiu de 40% para 66%. Foram pesquisados 18.312 brasileiros entre 5 e 22 de novembro passado, em 848 cidades. A margem de erro é de 1 ponto percentual para cima ou para baixo.

Me chamou atenção, além do número de acesso a internet via aparelhos móveis, o consumo de jornal via plataformas digitais. De acordo com a pesquisa, o uso de plataformas digitais de leitura de jornais ainda é baixo: 79% dos leitores afirmam fazê-lo mais na versão impressa, e 10% em versões digitais. Porém, Piauí, Ceará e Paraná se destacam na leitura do jornal de forma digital com maior número de leitores. Os três estados têm, respectivamente, 39%, 25% e 22%. Amapá, Amazonas e Rio Grande do Sul, os estados com menor adesão, respectivamente, 2%, 3% e 3%.

Encontrou-se um cenário semelhante ao dos jornais em relação às revistas: 13% dos brasileiros leem revistas durante a semana, número que cresce com
o aumento da escolaridade e da renda dos entrevistados. As versões impressas (70%) são mais lidas do que as versões digitais (12%). Maranhão, Piauí e Ceará são os estados com maior adesão às versões on-line, respectivamente, 29%, 22% e 21%.

A internet só perde para a televisão e rádio em importância para os pesquisados. 42% dos brasileiros (1º + 2º + 3º lugares) preferem a internet para se informarem. A televisão (93%) e o rádio (46%) seguem nos primeiros lugares.Entre as redes sociais e os programas de trocas de mensagens instantâneas mais usadas (1º + 2º + 3º lugares) estão o Facebook (83%), o Whatsapp (58%), o Youtube (17%), o Instagram (12%) e o Google+ (8%). O Twitter foi mencionado apenas por 5% dos entrevistados. 6% disseram não usar as redes sociais.

Em relação aos principais suportes de acesso à internet (1º + 2º lugares), os resultados mostram que a maioria dos entrevistados (71%) o fazem via computador, seguido pelo celular (66%). Há ainda uma pequena parcela (7%) dos pesquisados que utiliza tablets para navegar pelo mundo digital.

Quem utiliza a web no Brasil fica conectado, em média, 4 horas e 59 minutos por dia, durante a semana, e 4 horas e 24 minutos por dia, nos fins de semana.

Confira a pesquisa completa

08:40 · 14.12.2014 / atualizado às 08:50 · 12.12.2014 por
officeipad
Crescimento do mercado de tablets no Brasil ainda é tendência, segundo IDC

A IDC Brasil, empresa especialista em serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de divulgar os dados consolidados do mercado de tablets no Brasil no terceiro trimestre de 2014. Segundo o estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q3, no período, foram comercializadas 2,3 milhões de unidades, alta de 18,1% se comparado ao mesmo período do ano passado e crescimento de 18,3% na comparação com o 2º trimestre deste ano. Foram mais de 590 mil tablets vendidos em julho, mais de 755 mil em agosto e mais de 963 mil em setembro.

“Após um primeiro semestre considerado fraco, impactado principalmente pela Copa do Mundo, as nossas expectativas estão se confirmando. Ou seja, apesar do baixo desempenho da economia e das eleições presidenciais, as vendas retomaram fôlego no 3º trimestre”, afirmou Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, setembro teve um ótimo desempenho em função do início do abastecimento das lojas para o período de final de ano. “O Dia das Crianças, mais uma vez, foi uma data importante, mas devemos destacar a Black Friday, que, definitivamente, veio para ficar. Este ano, notamos uma demanda muito grande por parte de fabricantes e varejistas, que fez com que o desempenho deste trimestre quase batesse o recorde registrado no 4º trimestre de 2013”, diz Hagge.

O estudo do terceiro trimestre de 2014 da IDC Brasil mostrou também que 95% dos tablets comercializados têm sistema operacional Android, que 88% dos aparelhos possuem tela de até 8 polegadas e que 78% custavam até R$ 500, sendo 51% abaixo dos R$ 300. “O tablet continua sendo o dispositivo mais barato para quem quer acessar a internet e os produtos de entrada continuam se destacando no mercado”, completa Hagge. Para 2014, a IDC Brasil prevê 17% de crescimento do mercado, com mais de 10 milhões de unidades vendidas. Já em 2015, a consultoria prevê alta de 10%. “A expectativa para o ano que vem pode ser impactada por projetos de educação que serão implementados pelo governo federal”, ressalta o analista.

Tablets x phablets

Híbridos como este notebook da Dell tendem a ter o número de unidades vendidas crescendo no próximo ano
O número de híbridos vendidos no mercado deve crescer em 2015

Apesar dos números bem otimistas do estudo da IDC, um levantamento revelado pelo Blog do iPad e feito pelo serviço de compartilhamento de conteúdo Pocket, revela uma queda no uso de tablets pelos donos de iPhones 6 Plus. Os phablet de 6 polegadas da Apple estaria tomando o lugar do iPad na leitura de conteúdo. Além disso, segundo a pesquisa do Pocket, donos do Plus estariam abrindo 33% mais artigos e vídeos dentro do Pocket do que donos de iPhones 5 e 5s e esse número chega a 65% nos usuários de iPhone 6 Plus. Não achei estudo similar para dispositivos com Android.

Híbridos desembarcam no Brasil

A venda de notebooks com telas destacáveis não atingiu 10 mil unidades no 3º trimestre de 2014, mas a IDC Brasil espera um forte crescimento para os próximos anos, principalmente por conta da maior oferta de produtos de entrada. “Ainda é um mercado novo no país, o usuário está se acostumando com a ideia de ter duas opções de produto em um mesmo formato, mas os vários lançamentos a preços populares tendem a impulsionar ao mercado. Para 2015, nossa estimativa é que os notebooks com tela destacável aumente 500%”, finaliza Hagge.

10:49 · 13.12.2014 / atualizado às 15:00 · 10.12.2014 por
O celular agora é cada vez mais uma ferramenta para compras online

O novo relatório da Opera Software revela como consumidores globais usam seus aparelhos móveis para fazer compras online. O levantamento detalha as tendências de compras móveis de acordo com época do ano, dias da semana e localização geográfica, além de destacar os principais sites e anunciantes para esta plataforma durante o final do ano.

“O mobile commerce se tornou uma grande força nos mercados globais. E, com a temporada de compras de final de ano se aproximando, vemos uma aceleração de aquisições via dispositivos móveis”, afirma Larry Moores, vice-presidente para Relatórios e Analíticas de Consumidores Móveis do Opera Software.

“Na América Latina, vemos amplas oportunidades para os sites de e-commerce e classificados online investirem cada vez mais no ambiente móvel. Afinal, consumo a partir de celulares e tablets vem aumentando consideravelmente. No Brasil, por exemplo, três dos 15 sites mais visitados através do Opera Mini pertencem a essas categorias”, Sabrina Zaremba, Gerente da Opera Software para América Latina. O ranking dos principais sites brasileiros segue esta ordem: UOL, Globo, Tim App Shop, Abril, Vagalume, Letras, Mercado Livre, OLX, IG, Baixaki, TechTudo, Bom Negócio, Softonic e Click RBS.

Este cenário reforça o crescimento do mobile dentro do segmento de compras online e, apenas durante o primeiro semestre do ano, esta modalidade representou 7% do total de transações de e-commerce, de acordo com dados do e-Bit.

Compradores móveis são mais ativos aos domingos

Ao contrário do tráfego para sites de e-commerce a partir dos desktops, com pico às segundas-feiras e que segue mais forte nos dias da semana do que aos finais de semana, o tráfego de compras móveis se concentra fortemente aos domingos. Uma das explicações possíveis é que muitos consumidores utilizam seus aparelhos móveis para pesquisar produtos durante o final de semana, para revisitar e concluir a compra quando voltarem a suas mesas na segunda-feira. O dia com menos tráfego de compras online é sexta-feira.

Junho apresenta o maior volume global de tráfego para sites móveis de compras

A temporada do Natal é a época mais ativa para as compras nos Estados Unidos, Europa e América Latina. Entre novembro e fevereiro, os Estados Unidos apresentam um crescimento mais de 15% superior às médias mensais de volume de compras. A Alemanha também apresenta aumentos expressivos em relação ao número de compradores entre novembro e dezembro, 28% a mais em relação a sua média anual. Na Ásia, no entanto, o mês de pico de volume é março, seguido de perto por julho. Isso se deve, em grande parte, ao início do Ramadã, entre final de junho e julho deste ano.

Ao analisar os dados de forma global, o mês com maior tráfego móvel é junho. Já fevereiro apresenta maior tráfego móvel principalmente para aqueles compradores ávidos (cujo comportamento móvel indica terem um forte interesse em comprar).

Amazon e eBay dominam o tráfego móvel de compras

Nos Estados Unidos, a Amazon lidera o grupo em compras móveis, com 36,3% do mercado em termos de volume de tráfego. Em segundo lugar, o eBay aparece com 16% de participação no mercado, seguido do Craigslist com 11,5%. Entre os grandes varejistas que oferecem vendas online, Walmart tem o maior volume de tráfego, seguido por Target e Sears. Outros varejistas norte-americanos que apresentam um aumento no tráfego móvel em novembro são Walgreens, Lowe’s, Macy’s, Kohl’s, Barnes & Noble, Kmart e Nike.

Em escala global a Amazon mantém a liderança, mas há alguns novatos que assumiram posições de forte liderança na Ásia, como FlipKart na Índia e Berniaga na Indonésia. Na América Latina, o MercadoLibre emerge como um dos principais destinos de compras móveis.

Na China, o Alibaba é um participante importante a ser observado, conforme os mercados de compras online amadurecem. Marcas de jogos, computadores e eletrônicos estão anunciando com força em outubro e novembro deste ano. A maioria das impressões globais da plataforma de publicidade móvel Opera MediaWorks veio de campanhas de publicidade de jogos, seguidos por computadores e eletrônicos. No entanto, ao analisar investimentos em publicidade, empresas que vendem serviços para telefones celulares aparecem em primeiro lugar, seguidos por lojas de materiais de construção e bricolagem. Marcas de vestuário e de joias aparecem relativamente em baixa na lista.

O relatório também descobriu quais marcas anunciam mais em cada categoria:

– Roupas & Calçados: Belk, New Balance, Burberry
– Varejo: Kmart, Target
– Computadores & Eletrônicos: Samsung, Microsoft
– Aparelhos & Serviços Móveis: T-Mobile
– Joias: Pandora
– Farmácia: CVS
– Jogos: Supercell, GameStop

As conclusões deste relatório se basearam em dados agregados, anônimos, de 270 milhões de usuários dos navegadores móveis do Opera Software, combinados a dados da plataforma de publicidade móvel Opera Mediaworks, que oferece 65 bilhões de impressões de anúncios por mês em mais de 17.500 sites e aplicativos móveis, atingindo 800 milhões de consumidores no mundo todo. Leia o relatório completo aqui.

06:46 · 03.12.2014 / atualizado às 09:49 · 02.12.2014 por
Se curvar para verificar o celular pode ser prejudicial à coluna
Se curvar para verificar o celular pode ser prejudicial

O ato de abaixar a cabeça para verificar o smartphone (ou por qualquer outro motivo) durante longos períodos causa tamanha pressão sobre a coluna cervical que pode causar danos irreversíveis, segundo um estudo americano.

Dependendo do grau de inclinação da cabeça, uma pessoa pode exercer sobre sua cervical 27,2 kg de peso, o que, segundo a pesquisa de Kenneth K. Hansraj, de um instituto médico de cirurgia e reabilitação da coluna de Nova York.

‘O peso verificado pela coluna dramaticamente aumenta ao que o pescoço é flexionado em seus diversos ângulos’, diz Hansraj no estudo, que mediu a pressão em angulações de 0º a 60º.

Por causa do peso da cabeça, de 6 kg na média para adultos, quanto maior a inclinação, maior a pressão. Em postura ereta, a pressão sobre a coluna cervical é de entre 4,5 kg e 5,5 kg.

‘Perda da curvatura natural da cervical leva a pressão gradualmente superior, e isso pode levar a desgaste, ruptura, atrofia precoces e possivelmente cirurgia’, escreve na conclusão o pesquisador.

‘Enquanto é praticamente impossível evitar as tecnologias que causam esse problema, as pessoas deveriam fazer um esforço para olhar seus celulares com uma cervical neutra e evitar gastar horas torto.’

Fonte: FolhaPress

10:12 · 20.11.2014 / atualizado às 11:20 · 20.11.2014 por

DD Teens
A última pesquisa da série Digital Diaries realizada pela AVG, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, descobriu que quase um terço dos adolescentes entre 11 e 16 anos (28%) já se arrependeu de alguma postagem on-line. A pesquisa também revelou que 32% já pediram a alguém para remover conteúdos on-line sobre eles, 61% porque não gostaram do conteúdo e 28% por considerarem o conteúdo muito pessoal.

A pesquisa global, que questionou 4 mil adolescentes sobre privacidade on-line, traçou um panorama de ‘luta por controle’. Embora 70% tenham afirmado ter realizado alterações em suas configurações de Facebook para dificultar o acesso a seu perfil e 71% terem dito que entendem o que é privacidade on-line, apenas 29% reconheceram que de fato conhecem todos os seus amigos no Facebook.

“Os jovens querem tirar o máximo das redes sociais ao compartilhar conteúdos, mas devem estar cientes de que nem tudo é o que parece ser on-line e que ameaças podem surgir. Se não agirmos agora para aconselharmos e educarmos essa juventude, principalmente no que diz respeito a contatos com estranhos, podemos estar diante de uma bomba-relógio, que é a questão da privacidade digital. Para essa geração, estar conectado é tão importante quanto comer. A internet é por onde passam a maior parte de seu dia e é onde acontecem muitas de suas relações com outras pessoas. Se não conseguirmos educá-los para fazer o certo nas redes sociais, iremos falhar em fornecer a proteção que eles precisam para levar uma vida on-line segura”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

Nesta idade, os adolescentes ainda parecem confusos sobre o quanto é “demais” no compartilhamento on-line:

– Um quinto dos adolescentes falaria on-line com um amigo sobre coisas profundamente pessoais;

– 28% dos adolescentes já falaram com um amigo ou parente sobre compartilhar coisas demais na internet;

– Dentre aqueles que afirmaram ter pedido para algum conteúdo on-line ser removido, 18% disseram que a postagem havia sido feito por sua mãe;

– 9% disseram sentir que compartilham coisas demais on-line;

-14% já tiveram que retirar algum conteúdo postado a pedido de alguém.

“Todo mundo pensa que só porque os adolescentes de hoje cresceram com computadores portáteis e smartphones, eles têm uma compreensão inata de como se comportar e se manter seguro on-line. A realidade é que todos nós temos abraçado a Tecnologia sem fazer muitos questionamentos e o resultado é a erosão de nossa privacidade on-line,” diz Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da AVG Technologies.

“De certa forma, os pais são tão culpados quanto os adolescentes. Eu já falei anteriormente sobre o conceito de ‘sharenting’, no qual os pais compartilham conteúdo sobre seus filhos on-line, criando uma ‘pegada digital’ sobre a qual eles não têm escolha ou controle depois. Como pai de um adolescente, acredito que precisamos ser responsáveis pelo impacto social que as novas tecnologias têm em nossos filhos e em nossa família – seja definindo um padrão seguro para nosso próprio comportamento on-line, seja e orientando os deles”.

A pesquisa também identificou que:

– Apenas 12% disseram possuir tranca em seus quartos. Por outro lado, a maioria (78%) possui senha em seus aparelhos- embora 70% tenha afirmado que seus pais sabem alguma ou todas as suas senhas de acesso;

– 38% estavam cientes de que um familiar tinha acessado seu dispositivo sem permissão;

– 18% disseram que alguém da sua família tinha encontrado informações privadas em seu dispositivo que eles não queriam que ninguém visse.

Metodologia:

AVG encomendou uma pesquisa on-line, entrevistando adolescentes entre as idades de 11 e 16 anos, para identificar a sensibilização e as práticas de privacidade nos seguintes mercados: Austrália, Brasil, Canadá, República Tcheca, França, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. 3.999 adolescentes respondam a pesquisa durante o mês de setembro de 2014. A empresa de pesquisas de Mercado Research Now realizou a pesquisa de campo utilizando seus bancos de dados próprios.