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Categoria: Estudo


07:00 · 01.11.2017 / atualizado às 06:59 · 01.11.2017 por
Instalação de mais antenas de celular seria uma boa saída para melhorar a qualidade do sinal 3G e 4G

Estudo da OpenSignal, empresa que, através do aplicativo homônimo (para iOS e Android) consegue analisar a internet móvel de quase 600 mil usuários ao redor do mundo – dos quais 40.717 só no Brasil -, traz o relatório de qualidade da internet móvel no mundo entre 1º de julho a 1º de outubro deste ano. E os números mostram evolução da internet móvel 4G no Brasil em dois cenários: velocidade e disponbilidade.

>>>Estudo da OpenSignal indica que 4G teve melhoria de qualidade no Brasil

De acordo com o levantamento feito pela empresa, o Brasil saltou de um 72º lugar, entre 77 países, para 67ª colocação quando o critério analisado é viabilidade/disponibilidade de sinal 4G no País. Esta colocação deixa o Brasil atrás ainda de países como Camboja, Irã e Costa Rica, por exemplo. Porém, já é uma ligeira evolução.

Melhor ainda é o cenário quando analisamos a velocidade 4G no Brasil. Apesar de nossas reclamações que, muitas vezes têm razão de ser, o país saltou de 49º colocado para 42º entre 77 países analisados, um pouco acima da metade do ranking. A posição nos deixa melhor colocados que países como EUA e Alemanha – gigantes e mais ricos.

É bem verdade que ainda temos muito, muito mesmo a melhorar, especialmente em viabilidade de sinal. Porém, é notória a evolução. Quanto mais políticas que possam ampliar a facilidade de instalação de antenas pelos municípios, mais vamos ter viabilidade de sinal. Outro gargalo é o valor cobrado pela internet móvel no Brasil. É bem verdade que esse custo já foi bem reduzido e temos planos que estão começando a se mostrarem interessantes, mas é preciso seguir evoluindo.

Saber que estamos com velocidade média 4G superior a gigantes como EUA e Alemanha é para empolgar, mas não para achar que já ganhou. É preciso expandir a malha de cobertura, permitir que possamos usar este sinal 4G o tempo todo e que os planos fiquem mais acessíveis.

13:17 · 20.09.2017 / atualizado às 13:17 · 20.09.2017 por
Desenho de Wilgengebroed

A pesquisa Unisys Security Index 2017 aponta que os brasileiros estão entre aqueles que mais apoiam a Internet das Coisas (Internet of Things, em inglês) para tornar seu dia mais fácil e mais produtivo. Dos mais de 1.000 brasileiros que participaram do estudo, 92% é favorável à implementação de um botão de emergência em celulares e relógios inteligentes (smartwatches, em inglês) para alertar a polícia sobre sua localização em caso de uma emergência. Apenas dois dos 13 países pesquisados registraram um apoio maior a essa aplicação – Colômbia e Filipinas empataram com um percentual de 94%.

Sobre o uso de dispositivos conectados, como sensores utilizados para localizar bagagens nos aeroportos, 88% dos consumidores brasileiros registraram apoio – acima da média global de aceitação, que é de 74%. A Colômbia apresentou uma grande aprovação da iniciativa (91%), a maior entre os países da América Latina, seguida por Brasil (88%), México (86%) e Argentina (81%).

O estudo Unisys Security Index 2017 mostra que existe um interesse na utilização de dispositivos conectados por IoT e aplicativos sem nenhum impacto financeiro. Os apps que têm relação com dinheiro, ou que estão sendo monitorados por terceiros, são vistos com desconfiança. Os entrevistados apresentaram baixa confiança em dispositivos de IoT que utilizam seus dados financeiros e indicaram forte preocupação com o compartilhamento de suas informações privadas, apontando a necessidade de controlar quando e quem pode utilizá-las.

Em âmbito global, 46% desaprovaram a adoção de aplicativos que realizam pagamentos em relógios inteligentes, os chamados smartwatches, e apenas 36% indicaram apoio. No entanto, os brasileiros parecem menos preocupadas com a confidencialidade dos seus dados, apenas 28% deles não apoiam essa utilização.

Em comparação com outros países pesquisados, os brasileiros (51%) são os que mais apoiam o uso de aplicativos de bancos ou empresas de cartão de crédito para efetuar compras utilizando relógios inteligentes. Um número muito menor de consumidores na Nova Zelândia (27%), Países Baixos (22%) e Bélgica (21%) apoiaram essa aplicação da IoT.

O uso de dispositivos portáteis (wearables) pelas seguradoras de saúde para identificar o comportamento do segurado foi o aplicativo IoT mais impopular identificado na pesquisa, apenas 33% dos consumidores apoiam globalmente a iniciativa e 53% reprovam. Entre os países da América Latina, apenas os brasileiros apresentaram um resultado diferente, com 50% de apoio ao uso de dispositivos fitness para envio de dados às seguradoras de plano de saúde.

“As previsões indicam que, em 2020, o mundo terá 50 bilhões de equipamentos conectados, que necessitarão de infraestrutura, políticas públicas e regulamentação, mas, acima de tudo, segurança que garanta a privacidade dos dados. Os brasileiros, porque são favoráveis à implementação de novas tecnologias, têm uma ótima oportunidade para se destacar na evolução da IoT. Mas, para isso, é preciso enfrentar o desafio de abordar riscos de segurança cibernética e preocupações de privacidade”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para América Latina.

Sobre a pesquisa Unisys Security Index 2017
A Unisys conduz o Unisys Security Index desde 2007, a fim de fornecer uma medida estável e estatisticamente robusta sobre segurança. O índice é calculado em uma escala de até 300 pontos, abrangendo a mudança de atitude dos consumidores ao longo do tempo, em oito áreas de segurança e em quatro categorias: segurança nacional e desastre / epidemia, na categoria Segurança Nacional; Fraude bancária e obrigações financeiras, na categoria Segurança Financeira; Vírus / ataques hackers e transações on-line, na categoria Segurança na Internet; e roubo de identidade e segurança pessoal, na categoria Segurança Pessoal.

O estudo Unisys Security Index 2017 é baseado em entrevistas online realizadas entre 6 e 18 de abril de 2017, com uma amostra de cada nacionalidade de mais de 1.000 participantes adultos dos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, Alemanha, Malásia, México, Holanda, Filipinas, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. Em cada índice nacional, a margem de erro é de 3,1%, para mais ou para menos, em um nível de confiança de 95% no índice geral, esse valor é de 0,9%.

00:01 · 31.07.2017 / atualizado às 12:34 · 25.07.2017 por
A tecnologia será uma parceira do ser humano

A Dell Technologies acaba de publicar os resultados de um estudo encomendado para o IFTF (Institute for the Future) e voltado a mapear o impacto que as novas tecnologias devem ter na vida e no trabalho das pessoas até 2030. O relatório, batizado de ‘The Next Era of Human-Machine Partnerships’ (A Nova Era de Parcerias Homem-Máquina), baseou-se em entrevistas com 20 especialistas globais nas áreas de tecnologia, negócios e acadêmicos.

O relatório mostra que, na próxima década, todas as organizações e os negócios serão baseados em tecnologia, exigindo que as empresas repensem os modelos atuais de infraestrutura e formas de trabalho. Entre as conclusões, o estudo prevê que, graças ao avanço tecnológico, até 2030, aproximadamente 85% das profissões serão novas, ou seja, ainda nem foram inventadas.

Por outro lado, os especialistas projetam que a tecnologia não irá necessariamente substituir os profissionais, mas vai impactar, principalmente, a forma de buscar um trabalho. Ou seja, as empresas tendem a procurar cada vez mais colaboradores para executar tarefas específicas e não mais ocuparem uma posição e, para isso, vão usar soluções de machine learning (aprendizado de máquina) para encontrar os indivíduos com as competências e os conhecimentos necessários.

O relatório prevê que as tecnologias emergentes – suportadas por enormes avanços em software, big data e capacidade de processamento – mudarão a forma como as pessoas vivem. Mais do que isso, a sociedade deve entrar em uma nova fase de relacionamento com as máquinas, a qual será caracterizada pelos seguintes pontos:

– Uma maior eficiência e uma possibilidade de, mais do que nunca, ajudar os humanos a transcender suas limitações
– A tecnologia tende a funcionar como uma extensão das pessoas, ajudando a direcionar e gerenciar melhor atividades cotidianas
– As empresas devem utilizar tecnologias baseadas em dados para buscar os talentos com as competências adequadas ao redor do mundo
– As pessoas terão de aprender em tempo real, na medida em que as mudanças serão tão rápidas que novas indústrias serão criadas e novas competências serão requeridas para quem quiser sobreviver ao mercado

“O rápido avanço da tecnologia tem provocado mudanças sem precedentes na sociedade. E esse estudo demonstra que as pessoas e as empresas que não se prepararem desde agora para esse novo mundo, dificilmente terão espaço no mercado”, afirma Luis Gonçalves, presidente da Dell EMC Commercial no Brasil. “Os resultados do relatório estão alinhados com a visão da Dell de oferecer um portfólio completo de soluções tecnológicas que ajude as pessoas e as empresas a acompanharem a transformação digital e, principalmente, serem bem-sucedidas nessa jornada”, complementa.

Segundo o levantamento, os nativos digitais buscarão empresas em que poderão aprender e causar um impacto significativo. Por isso, as organizações que entenderem e apoiarem essas aspirações serão capazes de atrair os melhores talentos na próxima década.

Outro ponto de destaque do estudo é que, em 2030, a dependência que os humanos têm da tecnologia se transformará em uma verdadeira parceria, favorecendo habilidades como a criatividade, o entusiasmo e uma mentalidade empreendedora. Isso se alinhará à capacidade das máquinas de proporcionar velocidade, automação e bom desempenho. A produtividade resultante permitirá novas oportunidades em termos de segmentos de mercado e atividades profissionais.

00:45 · 24.07.2017 / atualizado às 09:56 · 18.07.2017 por
Crianças da Geração Alpha e seus pais

A IEEE, organização profissional do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade, revela os resultados da pesquisa “Geração AI: Um estudo de pais do milênio sobre seus filhos, a geração Alpha”. O estudo aborda a opinião dos pais do milênio (pais e mães que pertencem à geração Y, ou geração do Milênio, nascidos entre 1985 e 2000), com filhos da geração Alpha (crianças hoje com sete anos de idade, ou menos – nascidos entre 2010 e 2025), sobre o impacto da tecnologia de AI na vida de suas crianças. A geração em questão é considerada como a mais impactada pela tecnologia e a AI (Artificial Intelligence, em inglês) deve passar a fazer parte de todos os aspectos de suas vidas. Um infográfico da pesquisa está disponível aqui.

Pais se preocupam menos quando sabem que AI está ao volante
Obter carteira de motorista é uma fase muito importante para jovens, mas com a tecnologia de carros autônomos, a pesquisa da IEEE descobriu os pais da geração Alpha ficam um pouco mais preocupados com a perspectiva de seus filhos dirigirem sozinhos (3%) do que a bordo de carros autônomos (25%). Entretanto, 45% dos pais ficam igualmente preocupados com ambos os cenários.

Pais do Milênio preferem que Inteligência Artificial cuide deles ao invés de seus filhos
Especialistas dizem que a AI irá potencializar os aparelhos “inteligentes” que teremos em casa. Dessa maneira, colaborarão com a melhoria da saúde física, emocional, social e mental. Desde dispositivos de monitoramento e assistência, como andadores inteligentes, até robôs que auxiliem com tarefas cotidianas. Cerca de dois terços dos pais do milênio (63%) preferem ter tecnologias de AI ajudando-os a viver de forma independente em sua melhor idade, enquanto apenas 37% optam por confiar em seus próprios filhos, descobriu o estudo.

Animais de estimação de AI poderão substituir os animais domésticos e algumas famílias preferem babás-robôs
A AI está estimulando o surgimento de robôs de estimação que podem identificar, cumprimentar, obedecer e divertir a família. De acordo com a pesquisa, 48% dos pais do milênio dizem que provavelmente trocariam um animal de estimação por um robô, caso fosse este o desejo de seus filhos. As mães são mais receosas do que os pais, com 42% das mulheres contra 55% dos homens mais inclinados a dar um robô de estimação para seus filhos. Como a AI está dando vida a robôs que andam e falam, aproximando-os do comportamento humano, 40% dos pais da geração Alpha diz que provavelmente substituiriam uma babá humana por um robô-babá, ou ao menos usariam o robô para ajudar nos cuidados com as crianças.

AI e a Maternidade: Saúde Emocional e Física
Para manter a geração Alpha entretida, aplicativos, telas interativas e dispositivos de inteligência artificial estão sendo usados pelos pais do milênio, sendo que 44% deles afirmam que essa atitude não só entretém as crianças, como também aumenta o seu tempo livre para dedicarem-se a outras responsabilidades como pais. Além disso:
● 64% dos pais da geração Alpha alegam que AI e outras tecnologias permitem a eles mais tempo para fazer outras atividades, no entanto concordam que as tecnologias, incluindo AI, diminuíram o tempo de qualidade com seus filhos.
● 45% dos pais do milênio concordam que AI e outras tecnologias minimizam suas frustrações como pais, contra 23% que discordam.
● Dois em cinco pais do milênio (39%) têm total ou grande confiança na AI para ajudar a diagnosticar e tratar seus filhos no caso de doenças.

AI ajuda a geração Alpha a aprender mais rápido que seus pais. Tutores de AI são vistos com bons olhos
Atualmente, estão em desenvolvimento brinquedos “inteligentes” e aplicativos de AI que, no futuro, serão capazes de responder a linguagem humana e a comportamentos infantis específicos. Estes aparelhos também terão a capacidade de monitorar em tempo real e aprimorar o aprendizado de vocabulário no futuro. Para 80% dos pais entrevistados, a AI aumenta a expectativa quanto à melhoria e maior rapidez de aprendizado de seus filhos. Os outros 20% têm expectativas iguais ou menores, segundo a pesquisa. Ainda, os resultados apontam que 74% dos pais do milênio considerariam um tutor de AI para seus filhos.

A penetração de tecnologias que mudam o mundo fazem os pais do milênio encorajarem as crianças Alpha
Muitos especialistas acreditam que a engenharia está conduzindo uma gama de enorme de atividades que mudam o mundo: exploração espacial, drones, informática, saúde, medicina, biologia, tecnologia de veículos e eletrônicos de consumo são somente alguns dos exemplos. Cerca de três quartos dos pais do milênio, 74%, dizem que encorajarão seus filhos a considerar uma carreira em engenharia (incluindo os 38% que encorajarão fortemente) tendo em vista as atividades que mudam o mundo neste campo.

“Geração AI: um estudo do IEEE de pais do Milênio e seus filhos, a geração Alpha” entrevistou cerca de 600 pais e mães, com idades entre 20 e 36 anos, com pelo menos uma criança de até sete anos. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 15 de junho de 2017.

07:21 · 12.08.2015 / atualizado às 07:21 · 12.08.2015 por

Segundo estudo conduzido pela consultoria TechnologyAdvice em março deste ano, 60% dos internautas adultos dos Estados Unidos têm o costume de ler e-mail marketing. Destes, 16% afirmam ler com frequência, enquanto apenas 12,8% disseram ler mais da metade das mensagens que eles recebem.

Quando questionados pela pesquisa de como as empresas poderiam melhorar suas ofertas via e-mail, cerca de 44% disseram que gostariam de receber menos e-mails e quase metade afirmaram que gostariam de receber mais ofertas personalizadas de acordo com seus interesses.

O grande problema é que como os lojistas geralmente não possuem uma ferramenta dedicada a isso ou tempo hábil para investir em Big Data, eles preferem disparar conteúdo para toda sua base de e-mail, e não somente uma faixa com potencial de compra. “Um usuário que se cadastrou numa loja um mês atrás para procurar uma televisão provavelmente já adquiriu o produto e portanto, não quer mais receber ofertas de televisores. É preciso saber acompanhar o consumidor para oferecer ofertas relevantes”, defende Pedro Eugenio, cofundador da Live Target, empresa de retargeting de e-mail.

Além de correr o risco do usuário não abrir o e-mail, ao fazer um disparo automático para uma base não filtrada, a companhia pode ser associada à noção de spam. De acordo ainda com o estudo da TechnologyAdvice, 45,8% dos respondentes disse que eles identificam e-mails como spams se receberem mensagens de uma mesma empresa frequentemente. No caso de conteúdo irrelevante, esse número ocorre em 3 a cada 10 pessoas.

07:19 · 07.08.2015 / atualizado às 07:48 · 07.08.2015 por

No segundo domingo de agosto os brasileiros comemoram o Dia dos Pais. Aproveitando a época, a escola de inglês online EF Englishtown criou duas opções de presentes para o papai: um mês de curso online. São dois tipos de “Cartão Presente Englishtown”. O primeiro é o “Curso regular de inglês” que sai por R$ 40 e o outro é o “Curso regular com Inglês para viagens” por R$ 50.

Confira as duas opções de cursos disponíveis:

curso1Curso de inglês online para todos os níveis (do iniciante ao pós avançado)
· 1 mês de acesso à escola 24 horas por dia;
· Vídeos exclusivos gravados em Hollywood;
· Atividades interativas focadas em gramática, escrita, vocabulário;
· Aplicativo especial com tecnologia de reconhecimento de voz;
· Laboratórios de gramática.

 

 

curso2Curso de inglês online para todos os níveis + “Inglês para Viagens”
Todas as vantagens do curso regular de inglês mais acesso ao módulo especial “Inglês para Viagens”, no qual o estudante aprenderá a:
· Reservar passagens;
· Solicitar instruções de locais;
· Confirmar reserva em hotéis;
· Entre outras atividades.

Os cartões-presentes podem ser encontrados nos seguintes estabelecimentos: Walmart, Ponto Frio, Lojas Americanas e Sam’s Club, em todo o Brasil.

07:10 · 27.07.2015 / atualizado às 07:10 · 27.07.2015 por

dlinkswitchA IDC Brasil acaba de divulgar os números do mercado de switches, referentes ao primeiro trimestre de 2015. Entre janeiro e março, cerca de 1,986 milhão de portas de conexão de redes foram vendidas ante 2,288 milhões comercializados no mesmo período do ano passado. Em relação à receita, houve queda de 6,8% sendo que, na comparação com o último trimestre de 2014, o decréscimo é ainda maior: 15%.

Segundo João Paulo Bruder, gerente de pesquisas da IDC Brasil, esse desempenho deve-se basicamente ao baixo desempenho da economia e à volatilidade do dólar. “A moeda americana variou cerca de 30% nos três primeiros meses do ano, impactando diretamente o cronograma de investimentos dos empresários. Mas, apesar da queda, o Brasil ainda é o maior mercado de switches da América Latina, região que cresceu 0,5% neste primeiro trimestre”, afirma.

De acordo com o estudo da IDC Brasil, as vendas de switches de 10Gb e 40Gb, as duas categorias mais rápidas, já representam quase 50% do mercado no Brasil. “Atribuo esse movimento ao uso crescente de switches em data centers”, afirma o gerente da IDC. Além disso, 26% dos switches vendidos foram de layer 3 (80% da receita do mercado) – no mesmo período do ano passado essa categoria correspondia a 23% do mercado.

O estudo traz também o volume comercializado por tipo de switch. No primeiro trimestre de 2014, os fixos gerenciáveis representavam 65% do mercado. Este ano, o índice passou para 74%. Já os switches fixos não gerenciáveis e os modulares caíram de 7% para 4% e de 28% para 23%, respectivamente. Segundo Bruder, por conta do período econômico conturbado, existe uma tendência de se usar switches fixos com gerenciamento, que são mais baratos, ao invés do modular, que se caracteriza por um maior investimento para sua implementação.

Apesar do primeiro trimestre considerado fraco, a expectativa da IDC Brasil é que o mercado cresça 5% em volume de vendas na comparação com 2014, passando de US$ 333 milhões para US$ 349 milhões em receita.

13:33 · 15.07.2015 / atualizado às 13:33 · 15.07.2015 por

pewresearchEstudo do Pew Research, em associação com John S. and James L. Knight Foundation revelou que 63% dos norte-americanos que usam o Twitter (52% em 2013) e o Facebook (47% em 2013) como fontes para busca de informações.

O Twitter ainda leva vantagem sobre o Facebook, pois, ainda segundo o levantamento, a proporção de usuários que dizem seguir as últimas notícias no Twitter, por exemplo, é quase duas vezes maior que aqueles que dizem fazê-lo via Facebook (59% x 31%). E isso reforça a visão que o Twitter é o melhor para leitura e para a cobertura de notícias em tempo real.

Coincidentemente, a pesquisa chega em um momento em que as duas empresas apostam mais pesadamente em notícias. Em maio último, o Facebook lançou o projeto Instant Articles (artigos instantâneos, em uma tradução livre), um projeto experimental que permite que as empresas de mídia, com o “The New York Times“, possam publicar histórias diretamente para a plataforma do Facebook, em vez de links para seus próprios sites. Além disso, em junho, lançou nos EUA (ainda inédito recurso no Brasil), a barra lateral “Trending” para que os usuários filtrarem por tópicos apenas notícias sobre política, ciência, tecnologia, esportes ou entretenimento.

E o Twitter? Não ficou para trás. Em breve deve revelar seu “Project Lightning” (Projeto Relâmpago) que permitirá que qualquer um, usuário ou não do Twitter, possa visualizar feeds de tweets, imagens e vídeos sobre eventos ao vivo como eles acontecem, que terão curadoria por um novo grupo de pessoas que, segundo a empresa, teriam “experiência em redação de jornais”. E já foi comprado e lançado pelo Twitter este ano o aplicativo de vídeo ao vivo Periscope.

De acordo com o estudo, a conclusão é que, à medida que mais sites de redes sociais reconheçam e se adaptem ao seu papel no ambiente de notícias, cada um vai oferecer características únicas para usuários de notícias, e esses recursos podem promover mudanças no uso das notícias. Esses usos diferentes ao redor da reportagem têm implicações na forma como os americanos aprendem sobre o mundo e suas comunicações, e por quanto eles toma parte no processo democrático. Este exame de Facebook e Twitter lança luz sobre as semelhanças e diferenças entre estas duas importantes plataformas de mídia social.

Leia aqui o relatório completo.

10:18 · 26.06.2015 / atualizado às 10:18 · 26.06.2015 por
Astronauta testando HoloLens
Astronauta testando HoloLens

Uma parceria entre Nasa e a Microsoft fará com que HoloLens, o óculos de realidade ampliada lançado pela empresa na última E3 (maior feira de games do mundo), seja levada para a Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês). A iniciativa é chamada de Project Sidekick.

O objetivo dos dois parceiros é usar a realidade ampliada para dar mais detalhes de tarefas que antes os astronautas precisam fazer a base de anotações e instruções de voz da Nasa.

Primeiro a Microsoft enviará um par no próximo dia 28. Lá, ele será testado em gravidade zero para analisar o comportamento do equipamento nestas condições.

No momento seguinte, serão enviados dois pares de HoloLens para iniciar propriamente o projeto Sidekick.

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10:20 · 03.01.2015 / atualizado às 15:27 · 02.01.2015 por

midiasNo fim de 2014, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou a Pesquisa Brasileira de Mídia 2015. Esta é a segunda edição da pesquisa. A primeira foi divulgada no início de 2014, com dados de 2013. De acordo com a pesquisa de 2015, com dados colhidos no ano passado, e realizada pelo Ibope, o número de pessoas que informou que se conecta à internet por meio de telefone móvel subiu de 40% para 66%. Foram pesquisados 18.312 brasileiros entre 5 e 22 de novembro passado, em 848 cidades. A margem de erro é de 1 ponto percentual para cima ou para baixo.

Me chamou atenção, além do número de acesso a internet via aparelhos móveis, o consumo de jornal via plataformas digitais. De acordo com a pesquisa, o uso de plataformas digitais de leitura de jornais ainda é baixo: 79% dos leitores afirmam fazê-lo mais na versão impressa, e 10% em versões digitais. Porém, Piauí, Ceará e Paraná se destacam na leitura do jornal de forma digital com maior número de leitores. Os três estados têm, respectivamente, 39%, 25% e 22%. Amapá, Amazonas e Rio Grande do Sul, os estados com menor adesão, respectivamente, 2%, 3% e 3%.

Encontrou-se um cenário semelhante ao dos jornais em relação às revistas: 13% dos brasileiros leem revistas durante a semana, número que cresce com
o aumento da escolaridade e da renda dos entrevistados. As versões impressas (70%) são mais lidas do que as versões digitais (12%). Maranhão, Piauí e Ceará são os estados com maior adesão às versões on-line, respectivamente, 29%, 22% e 21%.

A internet só perde para a televisão e rádio em importância para os pesquisados. 42% dos brasileiros (1º + 2º + 3º lugares) preferem a internet para se informarem. A televisão (93%) e o rádio (46%) seguem nos primeiros lugares.Entre as redes sociais e os programas de trocas de mensagens instantâneas mais usadas (1º + 2º + 3º lugares) estão o Facebook (83%), o Whatsapp (58%), o Youtube (17%), o Instagram (12%) e o Google+ (8%). O Twitter foi mencionado apenas por 5% dos entrevistados. 6% disseram não usar as redes sociais.

Em relação aos principais suportes de acesso à internet (1º + 2º lugares), os resultados mostram que a maioria dos entrevistados (71%) o fazem via computador, seguido pelo celular (66%). Há ainda uma pequena parcela (7%) dos pesquisados que utiliza tablets para navegar pelo mundo digital.

Quem utiliza a web no Brasil fica conectado, em média, 4 horas e 59 minutos por dia, durante a semana, e 4 horas e 24 minutos por dia, nos fins de semana.

Confira a pesquisa completa