Categoria: Google


14:22 · 09.07.2020 / atualizado às 14:22 · 09.07.2020 por

 

O Grupo Renault e o Google Cloud anunciam hoje uma parceria industrial e tecnológica com o objetivo de acelerar a digitalização da infraestrutura da empresa e a transformação da Indústria 4.0.

Um reconhecido impulsionador para a Indústria 4.0, o Grupo Renault está desenvolvendo sua plataforma digital própria desde 2016, conectando as informações de 22 plantas em todo o mundo (76% da produção de veículos) e mais de 2.500 máquinas. A parceria com o Google Cloud busca otimizar a plataforma própria e independente de gerenciamento de dados industriais do Grupo Renault.

As soluções e experiência do Google Cloud em análise inteligente de dados, Machine Learning (ML) e Inteligência Artificial (IA) irão permitir que o Grupo Renault aprimore sua produção e cadeia de suprimentos, a qualidade dos produtos e reduza o impacto ambiental por meio da economia de energia. Essas melhorias também promoverão o desenvolvimento de novas soluções verticais para a indústria automotiva.

Desenvolvendo habilidades digitais

O treinamento dos colaboradores também será uma parte essencial dessa nova parceria. Grupo Renault e Google Cloud planejam criar um programa exclusivo e escalável para melhorar as habilidades das equipes de engenharia de processos, fabricação e TI da Renault, por meio do coworking e capacitação junto às equipes do Google. O objetivo deste programa é o aprimoramento da cultura “data driven” (guiada por dados) que será uma parte essencial da rotina dos colaboradores da Renault, tanto em processos operacionais, quanto em assuntos estratégicos.

“Esta colaboração é a ilustração perfeita da estratégia digital do Grupo Renault, aplicada à área de manufatura. Este acordo e o compromisso entre nossas equipes de gerenciamento de TI, manufatura e supply chain vão acelerar a implantação do nosso plano de Indústria 4.0, projetado para transformar e conectar nossas fábricas e processos de logística em todo o mundo para melhorar nossos padrões de excelência e desempenho. Essa parceria é também um recurso para que claboradores do Grupo Renault se beneficiem de um treinamento de alto nível em gerenciamento de dados digitais”, explica José Vicente de los Mozos, diretor de Fabricação e Logística e membro do Comitê Executivo do Grupo Renault.

Segundo Thomas Kurian, CEO do Google Cloud, “a indústria automotiva possui a inovação em seu DNA, com um imenso potencial para que a tecnologia digital impacte de forma significativa sua produção. Estamos orgulhosos de realizar essa parceria com o Grupo Renault para ajudar a revolucionar o futuro da fabricação automotiva, impulsionando a próxima geração de excelência na cadeia de suprimentos”.

Fórum Econômico Mundial

Em janeiro de 2020, o Complexo Ayrton Senna, que abriga as quatro fábricas da Renault do Brasil, foi reconhecido pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) como “Advanced 4th Industrial Revolution (4IR) Lighthouse” – “Farol da 4ª Revolução Industrial Avançada”, por ser uma planta referência em ações envolvendo a indústria 4.0. O reconhecimento se deve à capacidade de adotar e escalar tecnologias, gerando impacto positivo para a indústria. Com este resultado, a empresa passou a integrar a “Global Lighthouse Network”, comunidade gerida pelo Fórum Econômico Mundial que reúne as indústrias referência em tecnologia 4.0 no mundo, buscando transformar fábricas e modelos de negócio trazendo retorno financeiro e operacional.

06:44 · 08.07.2020 / atualizado às 06:47 · 08.07.2020 por

Antigamente, quando falávamos em backup, era sempre necessário ter algum tipo de mídia física. Armazenar o conteúdo dos arquivos que queríamos salvar necessitava de disquetes, CDs, DVDs e pendrives. Felizmente, soluções em nuvem foram criadas e salvar nossos arquivos ou até mesmo compartilhá-los virou uma missão bem mais tranquila. Quando o assunto é computação em nuvem ou cloud computing, tanto empresas quanto pessoas comuns têm mais ganhos do que perdas. Para as empresas, redução de custo de armazenamento físico dos dados é uma das vantagens. Outra é que funcionários podem trocar informações com a nuvem e trabalhar de qualquer lugar, até de casa. O sonho do home office é uma realidade nos tempos atuais cada vez mais forte. “A tecnologia com videoconferência é um grande facilitador para que o profissional do futuro possa trabalhar de onde quiser. A troca de arquivos em nuvem, sem perder qualidade ou agilidade, também mudou o panorama nesse sentido,” explica Gil Van Delft, presidente do PageGroup no Brasil.

>>>Universidade de Fortaleza tem curso na área de Computação em Nuvem

Camila Zoé Frias, gerente de Comunicação do Google para a América Latina, afirma que a tecnologia da nuvem está presente no dia a dia de muitas pessoas, com diversos serviços utilizando dessa solução, seja para armazenamento on-line de arquivos, troca de mensagens, uso de chats digitais, entre diversos outros exemplos. “Com o trabalho e o estudo remoto se tornando mais necessários por conta da pandemia, estamos vendo uma aceleração na busca pela nuvem, além de observar o aumento no número de empresas que estão migrando suas diferentes cargas de trabalho para o modo remoto, com o objetivo de contar com seus benefícios como maior segurança, auxílio de ferramentas e práticas que garantam, maior velocidade e facilidade na execução de tarefas e mais segurança”, esclarece Frias.

Ela também reforça que a alta adoção da suíte de aplicativos de colaboração do Google Cloud, o G Suíte, mostra que este movimento de uso de recursos na nuvem não para de crescer. “No início do ano, a ferramenta atingiu os 6 milhões de usuários globais, entre os pacotes empresariais e educacionais. O Google Meet, ferramenta de videoconferências do G Suite, atualmente soma mais de 3 milhões de novos usuários diariamente, hospedando o equivalente a 3 bilhões de minutos de videoconferências. Em abril, a ferramenta ultrapassou os 100 milhões de participantes de reuniões todos os dias”, afirma a gestora.

Sérgio Barreira Uchôa, gerente de Desenvolvimento da Hostweb, empresa do Grupo Secrelnet, completa o que explica a gestora do Google Cloud dizendo que não há como pensar o mundo atual sem falarmos em computação em nuvem. Para ele, o consumidor não tem nem opção. Ele já usa a nuvem mesmo sem perceber. “Mesmo que não queiram já usam serviço na nuvem. Uma série de comodidades hoje em dia já fazem uso da nuvem. Fazer backup do celular, usar mensagem instantânea, recomendação de mapa, roteirização, trajetos, tudo isso só funciona por conta da nuvem. As pessoas podem optar é por comprar um serviço na nuvem. A maioria delas só usa serviço gratuito, mas o pago está se difundindo. Streaming de música como Spotify e Deezer estão em nuvem. O valor pago não é tão caro e já começam a se popularizar. Tem gente que nem sabe como vivia antes do Netflix”, afirma.

João Nunes, diretor de nuvem da Microsoft Brasil, concorda com que fala Uchôa. Para a Microsoft, a nuvem é um dos grandes motores tecnológicos da transformação digital, trazendo mais eficiência, produtividade e um ambiente de trabalho mais moderno para as empresas. “O poder e a importância da adoção da nuvem, vai muito além do backup de dados. A adoção dessa tecnologia proporciona mais rapidez e agilidade para o negócio, através de uma extensa gama de serviços e funcionalidades, incluindo recursos de Inteligência Artificial”, disse Nunes.

Para as empresas, Uchôa acredita que não é uma questão de se vai, mas quando vai, como vai e por que vai usar a nuvem? “A questão é muito certa. Vou dar uma situação comum no nosso trabalho. Um cliente chega para nós e diz que vai aumentar o projeto dele e nesta hora o cliente tem a opção de ou aumentar uma estrutura em casa ou terceirizar tudo com data center na nuvem e se focar no negócio dele. Nós conseguimos vários clientes na área de varejo, mercantil, por essa questão. Aqui em Fortaleza os mercadinhos estão crescendo muito e esse pessoal tem cada vez menos tempo para se concentrar em trocar HD ou máquinas. Vários deles são clientes nossos por isso. Eles passam a se concentrar no negócio deles e deixam essa parte técnica conosco. Eles vão focar em produto, atender melhor o cliente etc.”, garantiu Uchôa.

Frias afirma que, de acordo com a consultoria IDC, o formato de nuvem que mais cresce é o multi-cloud. “Mais da metade das empresas da América Latina devem integrar o gerenciamento da nuvem nesse tipo de estrutura até 2020. Essa opção permite que as empresas combinem opções de serviços mais competitivos ou adequados ao seu objetivo, fornecidos por diferentes provedores de nuvem. Para facilitar essa adoção, o Google Cloud oferece a solução Anthos, que permite o gerenciamento de um estrutura multi-cloud eficiente, onde é possível modernizar aplicativos e, ao mesmo tempo, implantar novas funcionalidades, além de reduzir a sobrecarga operacional e melhorar a produtividade dos desenvolvedores”, explica.

Quando migrar

Segundo Diego Santos, gestor de Tecnologia e Inovação da Locaweb, o estágio de migração é considerado quando a empresa tem ao menos base de governança, técnica e operacional para consumo por uso, para migrar com eficiência os ambientes. “Nesta fase, para uma migração eficiente, é fundamental considerar o desenho de projeto que minimize o risco de falhas e maximize o ROI (Return Of Investiment ou em português Retorno de Investimento). Muitos projetos ambiciosos de TI falham porque eles são baseados em estratégias e planos inadequados. É crítico classificar, sequenciar e ter um plano e método que sejam aderentes às cargas de trabalho, ambientes e até cultura da empresa”, afirmou Santos.

De acordo com Santos, a empresa precisa avaliar se existe um roteiro de migração que contemple um plano com recursos e detalhes sobre as atividades da ação. “O roteiro é usado para definir a ordem e dependências de suas iniciativas para atingir as metas estabelecidas, fundamentado em uma arquitetura que suporte os requisitos do negócio e a conformidade com políticas de governança”, completa.

Por fim, o gerente da Locaweb afirma que além da migração é fundamental pensar no pós também. Para chegar a esse estágio, uma empresa que já tenha passado pela migração entra no desafio de amadurecimento como loop contínuo, não um destino final. “Uma vez na nuvem é crítico no sucesso de uso desta tecnologia a manutenção com otimização de processos que viabilizarão a redução de custos e melhoria contínua de serviços, ponto em que se permite perceber o verdadeiro valor da transformação e uso da tecnologia cloud”, encerra.

Pessoa física

Para você que não tem uma empresa há algumas ótimas soluções de nuvem para salvar seus arquivos da faculdade, do colégio ou mesmo da empresa. Para você que tem notebook, desktop e celular, ter acesso a algum tipo de nuvem é vital. Hoje em dia, há ótimas máquinas com pouco armazenamento (128GB ou 256GB) e celulares com 128GB que podem parecer muito, em primeiro momento, mas depois de tantas fotos e vídeos começam a ficar pequenos. “O ambiente em nuvem permite uma série de benefícios tanto para as empresas, quanto para pessoas físicas. Uma delas é a flexibilidade de acesso aos arquivos de qualquer lugar e em diversos dispositivos; e outra é a segurança. Atualmente, com a nuvem, nem mesmo o backup de arquivos é necessário. Um exemplo disso, é o Google Fotos que é uma ferramenta em nuvem que já salva automaticamente as fotos que os usuários tiram com a câmera de seus smartphones”, afirma porta-voz do Google.

Além do Google, a Microsoft está no mercado com ótimas soluções de nuvem com preços que começam em 9 para 100GB, além da versão de 5GB gratuita. Há também soluções conjuntas com o Office 365, um pacote que também inclui programas consagrados da empresa como Word e Excel. Estas soluções podem ser importantes para pessoas que não pensam ou não podem largar a dupla de soluções citadas acima. O Excel é notório um dos principais programas de planilha eletrônica do mundo para pessoas comuns. Então, é complicado abandoná-lo em troca de outro produto.

Outra solução, essa usada por usuários da Apple, é a iCloud. Além da solução grátis de 5GB, a Apple oferta 50 GB por R$ 3,50, 200 GB por R$ 10,90 e 2 TB por R$ 34,90. O que a Apple oferta é interessante para quem já é cliente dela com iPhones, iPads e MacBooks. Porém, muitos consumidores que têm estes produtos preferem outras nuvens, principalmente a do Google.

Ainda há soluções como Dropbox que tem custo mensal de US$ 9,99 quando pago anualmente e você tem direito a 2TB no plano Plus. No plano Profissional você paga US$ 16,58 por mês na assinatura anual e tem direito a 3TB.

Segurança

Estamos na era da tecnologia, mas cada dia mais também na era das invasões e ataques cibernéticos. Como garantir a inviolabilidade dos dados na nuvem? Segundo Frias, o Google Cloud, por exemplo, investe em soluções para garantir tanto a proteção interna, quanto a das empresas que estão em sua nuvem, seja com hospedagem de infraestrutura de TI, no desenvolvimento de aplicações e análise de dados, ou no uso das ferramentas do Google Cloud Platform (GCP). “A segurança é nossa prioridade e para isso, trabalhamos frequentemente para lançar aprimoramentos de dispositivos de segurança, como os controles de serviço da VPC, criados para garantir a privacidade de dados, ou ainda o Programa de Proteção Avançada, para contas do Google de usuários com maior risco de evidência, como líderes empresariais e jornalistas. Também tomamos medidas como a Central de Alertas do G Suite, onde fornecemos orientações básicas aos colaboradores para que tenham consciência sobre ameaças digitais. Disponibilizamos ainda um relatório de transparência, onde compartilhamos dados que mostram como políticas e as ações afetam a privacidade, a segurança e o acesso à informação on-line”, garantiu.

A gerente de Comunicação do Google para a América Latina reforça que o G Suite possui por padrão controles avançados de phishing e malware, uma norma fundamental de todos os produtos e serviços do Google Cloud. “Esses modelos de combate a golpes buscam e analisam sinais de segurança em anexos, links e imagens externas, com o objetivo de bloquear ameaças. Conforme novos ataques são descobertos, são acrescentados à infraestrutura do Navegação Segura, assim, qualquer pessoa que use essa interface do Google Cloud estará protegida. Para se ter uma ideia, somente em abril, o Gmail chegou a contabilizar 18 milhões de mensagens diárias com malware ou phishing no mundo todo”, encerra.

Vale a pena?

Sim, vale muito. O backup mídia física ainda pode e deve ser usado sempre que possível e se não for aumentar demais o custo. Porém, a segurança de se ter os arquivos na nuvem é uma vantagem a ser considerada. É muito válido tanto para empresas quanto para você que está concluindo o seu curso na faculdade e quer um lugar seguro para guardar os documentos para a monografia que te levará a formatura. Analise os custos do processo de migração de seus dados para a nuvem e, principalmente, da manutenção antes de contratar. Também é bom avaliar a criação de senhas fortes e esquemas de dupla autenticação sempre que possível para evitar invasões.

16:36 · 02.07.2020 / atualizado às 16:36 · 02.07.2020 por

A pandemia causada pelo novo coronavírus impôs desafios sem precedentes e uma nova realidade ao mundo todo. Neste cenário, a ciência e a tecnologia têm sido cruciais no enfrentamento e no desenvolvimento de soluções para a crise global decorrente Covid-19.

Parte fundamental desse processo, os projetos de pesquisa acadêmica desenvolvidos por professores e estudantes universitários da região, tornam-se mais relevantes do que nunca.

O Google está anunciando hoje a abertura das inscrições para a oitava edição do Latin American Research Awards (Lara), seu programa de bolsas de pesquisas para a América Latina. Para a edição deste ano, uma seção especial foi criada para projetos que buscam estudar e encontrar melhores soluções tecnológicas para o combate e a diminuição dos efeitos da Covid-19.

Visto o potencial da América Latina como um grande polo de inovação, o Google quer ajudar a incentivar a pesquisa em diversas áreas e buscar projetos que sejam também relevantes localmente. Este ano, o Lara distribuirá R$ 2,5 milhões para projetos de estudantes de mestrado ou doutorado e também a seus orientadores acadêmicos. As inscrições estarão abertas até o dia 30 de julho de 2020 e as instruções podem ser encontradas neste site.

Conheça os campos de pesquisa contemplados:

Saúde/Covid-19

Geo/Maps

Interação entre humanos e computadores

Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica)

Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes)

Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados)

Dispositivos móveis

Processamento natural de línguas

Interfaces físicas e experiências imersivas

Privacidade

Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

Desde o surgimento do Lara em 2013, em parceria com as universidades locais, o objetivo do Google tem sido fortalecer a conexão da pesquisa com a economia e a sociedade em geral e aumentar a circulação do conhecimento. Durante esse período, mais de US$ 3,5 milhões foram destinados a mais de 120 projetos de universidades da região.

06:42 · 01.07.2020 / atualizado às 07:52 · 01.07.2020 por

Há cinco anos o Google Fotos foi criado para resolver problemas como onde organizar as imagens captadas pelas câmeras de smartphones e guardá-las com segurança e qualidade.

Pois bem, após esta curta jornada, o Google Fotos foi repaginado, centrado na memória das pessoas. A nova versão pretende ajudar o usuário a encontrar e reviver momentos especiais.

Experiência mais simples

O redesenho do Google Fotos confere mais destaque as suas fotos e vídeos, além de colocar a busca ainda mais em evidência, com uma nova estrutura de três abas:

Fotos

Como sempre, a aba principal contém todas as suas fotos e vídeos. Agora, porém, você vai ver miniaturas maiores, trechos de vídeos e menos espaço entre as imagens. Bem no alto será possível perceber um grande carrossel chamado “Memórias”.

Busca

À medida que as bibliotecas de fotos crescem, a busca se torna cada vez mais importante. Por isso estamos colocando esse recurso em evidência, para que você encontre facilmente as pessoas, os lugares e as coisas de que mais gosta. Criamos também uma nova visualização em forma de mapa interativo (e já já vamos falar mais sobre isso também).

Biblioteca

A aba “biblioteca” reúne os lugares mais importantes da sua coleção de fotos: os Álbuns, as Favoritas, a Lixeira, o Arquivo, etc. Para usuários dos Estados Unidos, da União Europeia e do Canadá, será possível ver a Loja de Impressão, que oferece produtos impressos com as suas imagens.

A qualquer momento você pode encontrar seu conteúdo compartilhado. Basta tocar no botão “conversa”, no canto superior esquerdo.

Visualização em formato de mapa

Na nova aba de busca você vai encontrar uma visualização em forma de mapa interativo, reunindo suas fotos e vídeos. Esse visual foi um dos recursos mais pedidos pelos usuários desde o lançamento do Google Fotos. Basta aproximar ou afastar a imagem com os dedos em formato de pinça para explorar fotografias de viagens, ver os lugares mais fotografados perto da sua casa ou encontrar aquela imagem que você registrou no meio da estrada durante uma viagem de carro.

Para quem habilitou a localização na câmera do aparelho, o Histórico de Localização ou a localização preenchida à mão, é possível organizar e buscar fotos por local no aplicativo – e agora essas imagens também vão aparecer no mapa. Os usuários que desejarem mudar essa configuração podem controlar as edições ou desabilitar o Histórico de Localização e a permissão para usar localização na câmera.

Memórias

No segundo semestre de 2019 o Google Fotos apresentou o recurso Memórias, que leva você de volta às lembranças bacanas de anos anteriores. Esta acabou se tornando uma das abas preferidas dos usuários: a cada mês, mais de 120 milhões de pessoas clicam em suas Memórias. Agora, novos tipos de Memórias foram acrescentados, como as melhores fotos de você ao lado dos amigos e da família em diferentes anos, ou os destaques da última semana.

As imagens criadas automaticamente pelo Fotos (filminhos, colagens, animações, fotos estilizadas e outras) saíram da aba “Para você” (que não existe mais) e foram para as “Memórias”. Mas o Google sabe quem nem todas as memórias precisam (ou merecem) ser revisitadas. Por isso será possível ocultar pessoas ou períodos específicos, bem como controlar o tipo de Memória que o usuário recebe.

Ícone com um novo visual

O primeiro ícone do Google Fotos foi inspirado num catavento – referência à saudade das coisas divertidas da infância. Agora esse ícone terá um visual novo e mais simples, sem perder o formato conhecido do cata-vento que nos leva de volta a um passado feliz.

12:05 · 30.06.2020 / atualizado às 12:06 · 30.06.2020 por

A Busca do Google fez uma parceria com a Universal Brand Development, a Amblin Entertainment e a Ludia para trazer à “vida” 10 dinossauros do “Jurassic World”, graças à Realidade Aumentada (RA). Agora, o gigantesco TRex pode entrar na sua sala de estar, com suas patas pesadas, e o majestoso Braquiossauro pode caminhar entre as árvores do seu bairro.

Como?

Basta digitar o nome de um dinossauro na Busca do Google usando um aparelho móvel, e depois clicar em “Ver em 3D” para girar ou aproximar a imagem e enxergar todos os detalhes. Em seguida, é possível trazer o dinossauro para dentro de casa usando Realidade Aumentada e ajustar o tamanho do animal – assim você pode entender a dimensão desses gigantes em relação aos objetos ao seu redor. Em dispositivos Android, dá para aumentar o volume, ouvir o som dos passos e dos dinossauros.

As feras de “Jurassic World” que podem ser vistas em RA incluem o Tiranossauro Rex, o Velociraptor, o Tricerátops, o Espinossauro, o Estegossauro, o Braquiossauro, o Anquilossauro, o Dilofossauro, o Pteranodonte e o Parassaurolofo.

Bastidores

Os modelos usados na Busca do Google usam a tecnologia do game “Jurassic World Alive”, da Ludia, e representam o que há de mais realista em RA de dinossauros. No vídeo abaixo, você pode conferir como foi feito do Braquiossauro de RA – incluindo os modelos em 3D, as texturas e a animação.

Ao contrário de outros animais de RA do Google – como um cachorro ou um pinguim –, os dinossauros impõem um novo desafio técnico: suas dimensões gigantescas. O novo recurso de escala automática do Android é capaz de calcular a distância entre o celular do usuário e uma superfície ao seu redor – para, em seguida, redimensionar automaticamente o dinossauro de modo que ele caiba na tela do aparelho. Quando a pessoa clica em “Ver tamanho real”, a tecnologia de rastreamento de RA automaticamente reposiciona o dinossauro no ambiente do usuário, para que ele caiba na sala.

Como acessar e compartilhar

Android

Digite o nome de um dos dez dinossauros listados acima no aplicativo do Google ou em qualquer navegador Android e clique em “Ver em 3D”. O conteúdo tridimensional pode ser visualizado em aparelhos com Android 7 Plus, e o conteúdo com RA pode ser visto em dispositivos com ARCore habilitado. Para conhecer todos os dinossauros de forma fácil e simples, use o carrossel no modo 3D.

iOS

Digite o nome de um dos dez dinossauros listados acima no aplicativo do Google ou no Google.com, usando o Chrome ou o Safari. O conteúdo em 3D e RA está disponível em aparelhos com iOS 11 Plus.

Na opção de gravação, é possível criar vídeos em realidade aumentada ou recriar sua cena preferida dos filmes “Jurassic World”.

06:56 · 29.06.2020 / atualizado às 07:01 · 29.06.2020 por

O Google anuncia a abertura de 5 mil novas vagas para a Mentoria Cresça com o Google. Voltado para Pequenas e Médias Empresas (PMEs), o programa realizado em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME) consiste em orientações on-line e gratuitas, com especialistas nas principais áreas da rotina de uma empresa que foram impactadas durante a pandemia.

As novas vagas complementam as 5 mil iniciais, totalizando 10 mil mentorias realizadas até o final de setembro. Vale lembrar que a abertura de novas vagas é feita por etapas, com vagas sendo abertas semanalmente. O agendamento pode ser feito por meio do site g.co/EmCasa e o interessado precisa, apenas, ter uma Conta Google, com o limite de participação em uma mentoria por tema a cada 7 dias.

Como a mentoria ajuda

Desde maio, os empreendedores puderam tirar dúvidas com especialistas em vendas on-line (e-commerce), finanças e contabilidade, inteligência emocional, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital. Entre os principais desafios levantados pelos empreendedores durante as mentorias estão a divulgação on-line e como continuar faturando durante a quarentena.

Carla Akiyama, proprietária da empresa Pão da Manhã Vila Mariana, que faz entregas de café da manhã, conta que a mentoria a ajudou a melhorar a comunicação com os clientes. “Refiz alguns posts nas redes sociais e inclui formas de pagamento até então indicadas apenas no site. Com isso, muitos clientes tiraram mais dúvidas e aprovaram as novas opções”, afirma. No Pão da Manhã, o cliente consome primeiro e realiza o pagamento depois, apenas uma vez por mês.

A empreendedora também criou a opção de assinaturas mensais para a entrega de café da manhã – contando com produtos como pão, leite, sobremesas, manteiga, frios e iogurtes, por exemplo – com preços mais competitivos que o valor cobrado por dia. Isso ajudou a empresa a reter os clientes em um momento de incertezas.

Outros relatos que surgiram com as mentorias são os de pessoas que começaram a empreender durante a quarentena, seja por necessidade de complementar renda ou oportunidade de negócio. A mineira Camila Resende, por exemplo, é formada em Comércio Exterior e decidiu criar um novo negócio na área de mini-hortas urbanas e educação à distância.

“Comecei a empreender, de fato, durante a pandemia. Me sentia um pouco na contramão, enquanto acompanhava o fechamento de diversos outros negócios pela cidade e pelo país. A partir da Mentoria, enxerguei novas perspectivas para o meu negócio e iniciei o processo de criar e divulgar”, explica Camila.

O momento é propício para apostar em uma estratégia de vendas on-line. Uma Google Survey realizada com 1.000 brasileiros, entre 30 de abril e 3 de maio, mostrou que a maioria (37%) dos consumidores têm preferido o site da loja (e-commerce) para realizar compras, aplicativos (28%) e de delivery (27%), ante 31% por lojas físicas (31%) e outros.

A baiana Laís Praxedes encontrou no ambiente on-line uma possibilidade de aumentar as vendas. A empresária atua no ramo de acessórios de cabelo para o Carnaval e outras datas, mas decidiu ampliar seu modelo de negócios para atender durante todo o ano e não apenas sazonalmente. “Com a quarentena, comecei a focar em um novo público. Criei um site e redefini toda minha formação de preço e meu controle financeiro”, afirma a empreendedora.

Para Ana Fontes, Fundadora da RME – Rede Mulher Empreendedora, os pequenos negócios foram os mais afetados pela pandemia e as mulheres sentiram impactos maiores, por isso, a mentoria é fundamental para repensar e reorganizar o negócio, e abrir possibilidades. “Os depoimentos e avaliações do processo só nos confirmam o quanto uma mentoria qualificada é importante e representa para a continuidade dos negócios”, completa.

Sobre o Cresça com o Google

O programa Cresça com o Google tem como objetivo oferecer conteúdos e ferramentas para o aprimoramento de habilidades, carreiras e negócios. Desde de 2017, o projeto capacitou mais de 100 mil pessoas presencialmente. Já a mentoria on-line do Cresça com o Google foi criada especialmente para apoiar as PMEs no momento de incerteza gerado pela pandemia de COVID-19. Veja abaixo o passo a passo para se inscrever nas mentorias on-line do Cresça com o Google:

1. Acesse g.co/EmCasa.

2. Escolha um dos temas de interesse: vendas on-line, finanças e contabilidade, inteligência emocional para empreendedores, inovação e modelos de negócio, apoio jurídico e marketing digital.

3. Preencha o formulário com seus dados pessoais, dados do seu negócio e suas principais dúvidas.

4. Escolha data e horário para receber a mentoria – é possível navegar pelas semanas utilizando as setas indicadas no calendário.

5. Aguarde o email de confirmação e posteriormente o aparecimento do compromisso no seu calendário. O link para acessar a mentoria será enviado dois dias antes por e-mail.

09:13 · 25.06.2020 / atualizado às 09:14 · 25.06.2020 por

A partir de hoje, o Google disponibiliza atualização dos controles de histórico dos usuários em suas plataformas, tornando a exclusão automática dos dados após 18 meses o padrão para as principais configurações de atividade da Conta do Google.

Com isso, o usuário que ativar o Histórico de Localização e a Atividade na Web e de apps terá a opção de exclusão automática definida para 1 ano e meio contado a partir desta ativação. É possível, também, desativar as configurações ou alterar a opção de exclusão automática para outro período de tempo.

Usuários do YouTube terão a exclusão automática definida para 36 meses por padrão no caso de contas novas ou de quem ativar o Histórico do YouTube pela primeira vez. Já produtos como Gmail, Drive e Fotos não terão alterações, uma vez que são ferramentas criadas para armazenar o conteúdo pessoal e não são usadas para para fins publicitários.

Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, explica que a mudança tem objetivo de manter os dados apenas enquanto forem úteis para o usuário. “Trata-se de um avanço em relação à prática atual no setor e garante que o YouTube, por exemplo, continue a fazer recomendações relevantes com base no que o usuário assistiu ou ouviu no passado“, afirma.

Os usuários que já possuem conta ainda podem optar pela exclusão automática de 3 ou 18 meses na Conta do Google.

Acesso aos controles

A cada ano, mais de 200 milhões de pessoas visitam o Controle de privacidade do Google e mais de 100 milhões de pessoas usaram o Checkup de Senha, esta última ferramenta possibilitou uma redução de 30% no número de credenciais violadas.

Neste contexto de segurança digital, o Google criou, recentemente, a Navegação Segura, uma ferramenta de proteção automática que protege mais de quatro bilhões de aparelhos todos os dias. Além disso, a empresa incluiu dicas de segurança relacionadas à pandemia, para ajudar os usuários a se protegerem de golpes on-line na atual situação.

Atualizações recentes

Com os avanços nas tecnologias de preservação da privacidade, outras atualizações foram implementadas nas ferramentas do Google recentemente. É o caso da privacidade diferencial, tecnologia usada no Google Maps para mostrar, por exemplo, o quão ocupado um restaurante está em tempo real e, também, alimenta os Relatórios de Mobilidade que ajudam as autoridades de saúde pública a combater o Covid-19 com dados de localização anônimos.

Em 2019, o Google também disponibilizou sua biblioteca de privacidade diferenciada – a maior do mundo. Com a expansão dessa tecnologia para novas linguagens de programação (Java e Go) e ferramentas adicionais, organizações podem oferecer o mesmo nível de proteção de privacidade a seus usuários.

06:40 · 12.06.2020 / atualizado às 15:46 · 08.06.2020 por

Não basta pensar no percurso mais rápido ou na forma mais confortável de chegar ao seu destino: diante da Covid-19, é cada vez mais importante saber se a estação de metrô estará cheia quando passar por ela, ou se sua linha de ônibus circula a intervalos maiores. A mais recente versão do Google Maps para Android e iOS traz vários recursos novos que ajudam a encontrar facilmente informações importantes caso seja necessário sair de casa, de carro ou transporte público. Vale ressaltar que as orientações das autoridades é a de ficar em isolamento social durante o período da pandemia.

Avisos sobre informações importantes

A partir de agora, quando o usuário procurar instruções sobre trajetos que podem sofrer restrições relacionadas à quarentena, o Maps vai mostrar avisos importantes para que você esteja preparado. Os alertas se baseiam em informações atualizadas dos departamentos locais de trânsito – e podem, por exemplo, mostrar serviços de transporte cuja circulação está limitada devido a recomendações do governo local ou estações e linhas onde o uso de máscara é obrigatório – no Brasil, várias cidades já tem decretos de uso obrigatório de máscara em todos os lugares públicos. Os alertas de trânsito estão sendo lançados na Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, França, Índia, México, Holanda, Espanha, Tailândia, Reino Unido e EUA, onde temos informações de agências de trânsito locais.

Evitando aglomerações

No ano passado, o Google Maps passou a oferecer um recurso que prevê a movimentação de pessoas no transporte público. Alimentada por dezenas de milhões de contribuições, essas previsões ajudam as pessoas a saber se uma linha de ônibus ou metrô pode estar cheia. Agora está ainda mais fácil colaborar informando sobre o volume de pessoas no transporte público, para que outros usuários evitem estações ou vagões cheios. Basta clicar em Rotas, avançar até Informações de Trânsito, rolar a página para conferir a previsão de lotação (nos lugares onde esse recurso estiver disponível) e compartilhar a própria experiência para ajudar outras pessoas.

Em fevereiro deste ano, foi anunciado também novidades como temperatura, acessibilidade e segurança a bordo do transporte público – bem como vagões reservados para mulheres, em cidades onde esse serviço é oferecido. Agora essas informações estão sendo ampliadas para usuários de todo o mundo: é possível encontrar dados compartilhados por quem já usou essas rotas e serviços ou enviar as próprias contribuições, logo ao lado das rotas de transporte público. Acrescentamos ainda mais detalhes sobre acessibilidade, para facilitar a vida de passageiros com mobilidade reduzida ou cadeirantes. Ficou mais fácil encontrar ou enviar informações sobre portas, assentos, botões de parada adaptados para cadeiras de rodas e muito mais.

Desde segunda, 8, é possível saber em quais horários as estações costumam estar mais cheias, e planejar viagens levando esse fato em consideração. Basta digitar o nome de uma estação no Maps ou clicar em cima do ponto que marca aquela parada para ver os horários dos trens e dados sobre lotação, se estiverem disponíveis. Ao longo das próximas semanas, todas essas informações vão começar a aparecer – alimentadas por dados agregados e anônimos de usuários que deixam o Histórico de Localização habilitado no Google (vale lembrar que, por padrão, essa configuração fica desligada). Para proteger os usuários, as informações só serão divulgadas quando tivermos dados suficientes para atender às exigências de privacidade.

À medida que cidades e países ao redor do mundo se ajustam à nova realidade, o Google Maps tem o compromisso de colocar as informações mais importantes e úteis na palma da sua mão, para que você se sinta seguro, quando for permitido, em sair de casa.

06:27 · 06.06.2020 / atualizado às 12:16 · 29.05.2020 por

O Google lançou, na última quinta-feira, 28, no Brasil a página Categorias em ascensão no Varejo, que mostra as tendências de buscas por bens de consumo no Varejo nacional. Com base no mesmos dados que alimentam Google Trends, o site fornece insights para marcas e varejistas, que terão acesso às categorias que crescem em interesse de busca, os locais onde vêm crescendo e as consultas associadas à elas, em um movimento inédito. A página é parte do Think with Google, site do Google dedicado a compartilhar insights sobre consumo, tendências de mercado e boas práticas.

A novidade chega como forma de ajudar essas empresas a entender como as demandas dos brasileiros estão mudando por conta da Covid-19. Uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Ipsos mostra que 40% dos entrevistados fizeram compras on-line em lojas e varejistas que não compravam antes da Covid-19. Além disso, 1 em cada 5 consumidores brasileiros está experimentando marcas que normalmente não tinham o costume antes do isolamento. Isso abre uma oportunidade para que, com mais informações sobre os itens mais buscados, as empresas possam aumentar suas vendas.

Pessoas do mundo todo usam a Busca do Google para encontrar informações, saber mais sobre assuntos de interesse e tomar decisões importantes. Desde que iniciou-se o isolamento, as buscas mostram diversas mudanças no comportamento do consumidor por produtos do varejo. Nas últimas 10 semanas, a medida que as pessoas passam mais tempo em casa, registrou-se crescimento em diversas categorias, como cama, mesa e banho (+99%), eletroportáteis (92%) e utensílios domésticos (+72%). A procura por chinelos e pantufas cresceu 800% desde o início do distanciamento social.

As empresas já vêm se baseando em dados, como informações públicas do Google Trends, insights das redes sociais, pesquisas de opinião e até dados próprios, para tomar decisões. A nova página do Google busca auxiliá-las a ter um melhor entendimento do cenário e como elas podem se adaptar para oferecer o que os seus clientes precisam.

O uso de dados pode ajudar desde a criação de conteúdo sobre um determinado item que está em crescimento para uma ação mais direcionada nas redes sociais, para guiar uma promoção e impulsionar as vendas de um item que está com alta procura na região onde a empresa atua, além de inspirar o desenvolvimento de novas ideias de produtos.

A página, que está disponível neste link, também permite selecionar o período que as buscas irão abranger – semana, mês ou ano. Os dados serão atualizados diariamente de acordo com as mudanças de interesse observadas na Busca.

07:00 · 04.06.2020 / atualizado às 10:22 · 04.06.2020 por

A união da tecnologia dos algoritmos com curadoria de quem ama entretenimento. Essa é a premissa do Chippu, aplicativo criado para dar dicas e sugestões de séries e filmes em plataformas de streaming. Disponível para iOS e Android, o produto conta com um catálogo de mais de 10 mil produções espalhadas por serviços como Netflix, Amazon Prime Vídeo, Google Play e iTunes. A iniciativa é liderada pelos empresários Thiago Romariz e Vitor Porto Brixi, além dos engenheiros Luigi Pedroni e Thamer Hatem, proprietários da empresa de tecnologia Happe.

Thiago Romariz é um dos idealizadores do Chippu

As dicas no Chippu vêm de duas formas: diárias e instantâneas. Os curadores do aplicativo sugerem filmes e séries baseadas no perfil dos usuários, uma por dia, e mostram onde achar o produto e por quê assistí-lo. Mas caso o desejo seja escolher um filme a qualquer momento, basta tocar no botão “Quero uma dica” que o Chippu indica o programa ideal para aquele momento. “A ideia aqui é unir as preferências do usuário com o que há de melhor nos streamings, sem que ele precise ficar horas procurando um filme. Em tempos de excesso de informações e conteúdo, acreditamos que a curadoria resolve problemas e economiza tempo das pessoas”, diz Romariz, jornalista e criador de conteúdo com passagens pelo Omelete, CCXP, ESPN Brasil, Fundação Oswaldo Cruz, Yahoo e atualmente head de conteúdo & PR da fintech EBANX.

Para Pedroni, a tecnologia por trás do Chippu é feita para sustentar a curadoria e não manter o usuário dentro de uma bolha. “Usamos um algoritmo que é focado em trazer as produções mais adequadas para cada pessoa com agilidade, mas sem perder a humanidade que uma indicação precisa. A ideia aqui é evoluir todos os dias para que a interação fique ainda mais natural e menos mecanizada”, diz. “Não queremos incluir as pessoas em mais uma bolha, pois aqui usamos a tecnologia para ajudar no acesso, na velocidade do serviço e para otimizar o trabalho da nossa equipe de curadoria”, adiciona Hatem, que promete novidades semanais no app. “Teremos novas funções e produtos com muita regularidade, pois estaremos escutando nosso consumidor a todo momento e já temos planos para os próximos meses”, completa.

A pandemia e o mercado do entretenimento

Lançado em versão beta, o Chippu foi desenvolvido durante a pandemia, mas nasceu de uma ideia antiga de Romariz: unir dados, tecnologia e conteúdo. “Essa ideia estava comigo há um tempo, mas nunca víamos um momento ideal, nem uma interface que fizesse sentido. Hoje, com um mercado de streaming aquecido e a necessidade de curadoria cada vez mais latente, acreditamos que chegou a hora do Chippu”, diz Thiago, lembrando que o desenvolvimento foi feito de forma remota. “Parte da equipe está em Curitiba, parte em Brasília. Tudo foi discutido, criado e desenvolvido por reuniões virtuais. Somos, de fato, um produto criado dentro do novo normal”, diz Pedroni.

A pandemia fez o consumo de streaming crescer vertiginosamente no mundo inteiro. Segundo pesquisa realizada pela plataforma Conviva, a audiência destes serviços cresceu 20% no início deste ano e se comparada ao mesmo período do ano anterior o crescimento beira os 80%. Para Romariz, essa expansão é um reflexo direto da quarentena, mas também um fato que irá permanecer no comportamento coletivo de toda uma geração, pois era padrão antes da Covid-19. “A indústria de streaming está se descobrindo em muitos sentidos, e a pandemia acelerou algumas tendências e o processo de digitalização de algumas marcas. No Brasil, se hoje temos Netflix, Amazon, Fox e Globo investindo em plataformas assim, ano que vem teremos Disney, HBO e outras. Nós do Chippu acreditamos que estamos no começo de uma era que será pautada pela união de dados e conteúdo em larga escala, e a curadoria é um serviço importante para todos os usuários”, opina.

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