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Categoria: Hacker


07:42 · 29.06.2016 / atualizado às 07:42 · 29.06.2016 por

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Fundação de Ciência, Tecnologia e Inovação (Citinova), irá realizar, durante o I Congresso de Gestão Pública de Fortaleza, a premiação das três equipes vencedoras do Concurso de Desenvolvimento de Aplicativos para a Cidade – Hacker Cidadão. Na ocasião, será informada a colocação de cada uma. A cerimônia será após a palestra do vice-presidente da Citinova, Vasco Furtado, sobre Inovação Tecnológica e o Projeto Dados Abertos.

Realizado em parceria com a IBM e a Universidade de Fortaleza (Unifor), o Hacker Cidadão recebeu mais de 70 propostas de soluções web e/ou aplicativos móveis com potencial para se tornar serviços de utilidade pública e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e a solução dos problemas urbanos. A seleção seguiu os seguintes critérios: adequação aos objetivos propostos, viabilidade, impacto na cidade, qualidade do código e da proposta tecnológica e inovação.

Os projetos tiveram como base de estudo dados da Prefeitura de Fortaleza fornecidos por diversos órgãos. Segue a lista com os três vencedores:

Equipe Caju Mobile – Projeto Agente: aplicativo que permite o acesso a informações sobre os agentes de saúde do município para garantir a segurança das residências visitadas. Base de dados usada: Diário Oficial do Município

Equipe Descarte Info – Projeto Descarte Info: aplicativo que lista os pontos de coleta de resíduos sólidos da cidade, dividindo por categoria (tipo de resíduo) e locais de doação de objetos fora de uso. Bases de dados usadas: secretarias regionais e Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma)

Equipe Canyon Technology – Projeto Unidades Médicas: aplicativo que lista os pontos de atendimento de saúde da cidade (postos, UPAs, hospitais) com as especialidades de cada um. Base da dados usada: Programa Fortaleza Dados Abertos, banco de informações gerenciado pela Citinova

Serviço
Entrega de premiação do concurso Hacker Cidadão
Data: 29/06
Local: Centro de Eventos do Ceará (sala 2)
Horário: após a palestra do vice-presidente Vasco Furtado, com início programado para as 10h20 e previsão de duração de 30 minutos

08:42 · 12.08.2015 / atualizado às 08:45 · 12.08.2015 por
Corvette invadido pelos pesquisadores
Corvette invadido pelos pesquisadores

Depois do problema revelado por um jornalista nos veículos da Chrysler nos EUA, agora foi a vez de um Corvette ser controlado através de comandos enviados via internet. E não só ele. Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego (UC San Diego), revelado pelo site Engadget, várias outras marcas estariam vulneráveis.

Os pesquisadores, com alguns comandos enviados para o veículo, tinham o controle de freios, limpadores e muito mais. Tudo isso porque o sistema tem uma chave universal que se mostrou frágil para tentativas de invasão.

Felizmente, as equipes de segurança das marcas testadas já corrigiram os problemas indicados pela equipe da UC San Diego para a Central Multimídia usada para a invasão.

O problema é que ele não é o único usado e outros podem também apresentar falhas semelhantes ou até piores.

Veja aqui o vídeo da invasão

13:07 · 22.07.2015 / atualizado às 14:22 · 22.07.2015 por
Jeep Cherokee 2014, o carro usado pelos pesquisadores
Jeep Cherokee 2014, o carro usado pelos pesquisadores

Uma reportagem da Wired deixou os fãs de automóveis perplexos. Afinal, invasão de carro por hackers sempre foi tema de ficção, mas nunca passou perto de ser realidade. Pois bem, no vídeo no final da postagem é possível verificar que já é possível, ou era, invadir um veículo e fazer o que quiser com ele. 471 mil carros ao redor do mundo da marca Chrysler estariam com a vulnerabilidade.

De acordo com a assessoria de imprensa da empresa no Brasil, nos EUA já foi desenvolvida uma solução para o problema. Basta espetar um pendrive com um software baixado da internet na entrada USB do Uconnect touchscreen (um sistema de entretenimento e navegação dos carros da marca) para instalar e evitar que hackers ataquem o veículo.

A assessoria reforçou que nenhum veículo no Brasil corre risco igual por não ter internet neles. Desta vez, por conta das limitações da internet nacional escapamos. “O recurso que permite conexão à internet nos veículos não faz parte dos sistemas multimídia Uconnect oferecido nos veículos das marcas Chrysler, Jeep e Dodge vendidos no Brasil (sejam os importados ou o nacional Renegade), sendo exclusivo para os Estados Unidos”, reforçou a assessoria de imprensa brasileira da Chrysler.

Segue o posicionamento oficial da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) mais atual:

A invasão publicada na Wired Magazine foi realizada por meio da conectividade celular (Veículo Conectado), um recurso que NÃO ESTÁ disponível em veículos vendidos fora dos Estados Unidos, uma vez que os mercados internacionais não estão oferecendo o mesmo recurso de conectividade disponível nos veículos para os EUA.

Sob nenhuma circunstância a FCA tolera ou acredita que é apropriado divulgar “instruções” que potencialmente encorajariam ou ajudariam a permitir que hackers obtenham acesso não autorizado e ilegal aos sistemas dos veículos.

A FCA tem uma equipe dedicada de Sistema de Engenharia da Qualidade focada na identificação e implementação de melhores práticas de software na FCA globalmente. As responsabilidades da equipe incluem desenvolvimento e implementação de normas de segurança cibernética para todo o conteúdo do veículo, incluindo serviços a bordo e remotos.

Dessa forma, a FCA lançou recentemente uma atualização de software específico para os EUA que oferece aos clientes melhorias de segurança eletrônica e do sistema de comunicações. A companhia monitora e testa os sistemas de informação de todos os produtos da empresa para identificar e eliminar vulnerabilidades no curso normal do negócio.

Assim como um smartphone ou tablet, o software do veículo pode exigir atualizações que melhorem a proteção de segurança para reduzir o risco potencial de acesso não autorizado e ilegal aos sistemas do veículo.

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08:39 · 02.07.2015 / atualizado às 08:39 · 02.07.2015 por

psafetotalA PSafe Tecnologia S/A, empresa brasileira de segurança digital em nuvem por meio de aplicativos mobile, anuncia ter recebido aporte de US$ 30 milhões dos fundos de investimento Redpoint, eVentures, Pinnacle Ventures, Redpoint eventures e da empresa de segurança Qihoo 360 da China. Com isso, torna-se a primeira empresa de mobile app latino-americana a alcançar um valor de mercado superior a R$ 1 bilhão.

O investimento representa mais um passo no processo de crescimento acelerado da companhia, que teve início em janeiro de 2014, quando ocorreu o lançamento do PSafe Total, aplicativo de segurança e otimização para plataforma Android. Gratuito, o serviço já teve mais de 50 milhões de downloads e está entre os cinco aplicativos móveis mais baixados do Brasil desde o ano passado.

“Este investimento adicional é um enorme voto de confiança na visão da PSafe em proporcionar uma Internet segura e com privacidade a todos usuários mobile, em qualquer lugar e a qualquer momento”, afirma Marco DeMello, fundador e CEO da companhia. “Além de proporcionar uma expansão das nossas atividades no Brasil, esse investimento permite nossa internacionalização imediata, com a estruturação de nossas operações na América Latina”, conclui.

À medida que os cyber-ataques de criminosos em todo o mundo ficam mais sofisticados e focados em usuários móveis, os latino-americanos têm se tornado alvos relevantes, uma vez que ainda são, em sua maioria, usuários inexperientes da internet móvel. O Brasil, por exemplo, já é o segundo país mais infectado por malwares focados em roubo de dados bancários em dispositivos Android. Por acreditar que sua missão é crítica no estabelecimento de um ambiente mobile seguro para todos, a PSafe jamais cobrou um centavo de seus usuários.

“A PSafe é um excelente exemplo de por que acreditamos tanto no potencial da internet brasileira”, afirma Anderson Thees, sócio da Redpoint eventures. “Fundada no Brasil, a companhia possui um dos aplicativos mais baixados e utilizados no País, com mais de 40 milhões de downloads. Ao ultrapassar a marca R$ 1 bilhão de valoração, a PSafe atesta a maturidade do mercado nacional e prova que, com um time de ponta e visão estratégica, empreendedores podem e estão construindo grandes companhias. Nós ficamos muito satisfeitos em tê-los apoiado neste desafio”, diz.

O investimento possibilitará que a PSafe desenvolva novas soluções e amplie seu plano de educar e oferecer mais segurança para milhões de novos usuários em toda a América Latina. Isso porque a companhia planeja expandir seus negócios por meio da abertura de seu primeiro escritório internacional no México até setembro de 2015.

“A Qihoo está extremamente satisfeita com o nosso investimento e parceria com a PSafe, dado o seu sucesso e domínio do mercado Brasileiro. Estamos muito animados em fazer parte deste novo capítulo de expansão da companhia para o México e América Latina”, diz Zhou Hongyi, CEO e co-fundador da Qihoo 360.

Para a PSafe, internet segura é um bem público, similar à água potável e à energia. Além de suas soluções gratuitas para plataformas Android e PC, a companhia desenvolveu um projeto que envolve a instalação de redes seguras e gratuitas de Wi-Fi em estabelecimentos e transportes habilitados, chamado SafeWifi. Atualmente, a iniciativa já está disponível em mais de 500 bares e restaurantes de São Paulo e em fase piloto em 250 táxis na capital paulista. A expectativa é ampliar o escopo do projeto para o Rio de Janeiro ainda neste ano e para outras capitais brasileiras em 2016, desenvolvendo, na prática, o conceito de “transporte público inteligente” no Brasil.

10:52 · 26.12.2014 / atualizado às 11:39 · 26.12.2014 por
Kim (com os microfones na mão) doou contas do MegaUpload para parar os ataques Foto: Peter Harrison/Creative Commons

Kim Dotcom, dono e fundador do site MegaUpload, salvou os gamers e as empresas Microsoft e Sony dos ataques hackers da Lizard Squad. Usando sua conta do Twitter para se comunicar com os invasores da Xbox Live e da PSN da Sony, ele convenceu os hackers a suspenderem o processo doando 3 mil contas premium em seu site de compartilhamento.

Segundo a The Next Web, deu certo. PSN e Xbox Live voltaram ao normal. Agora os gamers já podem se divertir jogando online.

 

 

Veja abaixo a conversa dele com os hackers:

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