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Categoria: Internet


12:48 · 27.08.2015 / atualizado às 12:50 · 27.08.2015 por
Eugene Kaspersky mostra avanço de ataques no ambiente mobile
Eugene Kaspersky mostra avanço de ataques no ambiente mobile

Dados foram apresentados durante o Seminário Latino-Americano de Analistas de Segurança, promovido pela Kaspersky Lab, em Santiago, no Chile, de hoje, 27/08, até 29/08

Segundo levantamento da Kaspersky Lab, mostrado durante Seminário Latino-Americano de Analistas de Segurança, promovido pela Kaspersky Lab, em Santiago, no Chile, de hoje, 27/08, até 29/08, mais de 99% dos malwares desenvolvidos para atacar dispositivos móveis (tablets e smartphones) em 2014 miravam equipamentos com sistema operacional Android.

Além disso, os 10 maiores ataques a dispositivos móveis (smartphones e tablets) nos últimos 12 meses foram aos equipamentos que usam sistema operacional Android também. Isso se explica pelo domínio do sistema do Google no mundo, mas também pela menor preocupação do usuário por segurança em celulares e tablets.

Assim como para ambientes de usuários de PCs, a dica é ter cuidado com as redes móveis com acesso livre, arquivos estranhos, mesmo de conhecidos. A instalação de antivírus móveis também é uma opção.

Jornalista viajou a convite da Kaspersky Lab para o Chile

07:19 · 07.08.2015 / atualizado às 07:48 · 07.08.2015 por

No segundo domingo de agosto os brasileiros comemoram o Dia dos Pais. Aproveitando a época, a escola de inglês online EF Englishtown criou duas opções de presentes para o papai: um mês de curso online. São dois tipos de “Cartão Presente Englishtown”. O primeiro é o “Curso regular de inglês” que sai por R$ 40 e o outro é o “Curso regular com Inglês para viagens” por R$ 50.

Confira as duas opções de cursos disponíveis:

curso1Curso de inglês online para todos os níveis (do iniciante ao pós avançado)
· 1 mês de acesso à escola 24 horas por dia;
· Vídeos exclusivos gravados em Hollywood;
· Atividades interativas focadas em gramática, escrita, vocabulário;
· Aplicativo especial com tecnologia de reconhecimento de voz;
· Laboratórios de gramática.

 

 

curso2Curso de inglês online para todos os níveis + “Inglês para Viagens”
Todas as vantagens do curso regular de inglês mais acesso ao módulo especial “Inglês para Viagens”, no qual o estudante aprenderá a:
· Reservar passagens;
· Solicitar instruções de locais;
· Confirmar reserva em hotéis;
· Entre outras atividades.

Os cartões-presentes podem ser encontrados nos seguintes estabelecimentos: Walmart, Ponto Frio, Lojas Americanas e Sam’s Club, em todo o Brasil.

14:08 · 08.07.2015 / atualizado às 14:08 · 08.07.2015 por
Desenho de Wilgengebroed
Desenho de Wilgengebroed

A Telefônica Vivo lança a plataforma Vivo M2M Control Center para clientes globais. A solução, fornecida em parceria com a Jasper, líder mundial em plataforma para Internet das Coisas (IoT), permite aos clientes lançar, gerenciar e rentabilizar seus negócios baseados em IoT em qualquer lugar do mundo.

A operadora passa a oferecer uma solução completa para empresas brasileiras de qualquer setor, como utilities, automotivo, segurança, saúde, eletrônicos e smartcities. A Vivo M2M Control Center pode ser configurada para necessidades específicas, atendendo a qualquer modelo de negócio e viabilizando o controle em tempo real e a visualização dos dispositivos conectados.

Além disso, a plataforma torna possível o gerenciamento da conectividade, suporte a diagnósticos e faturamento flexível necessários para garantir o sucesso nos negócios dos clientes. O Control Center também viabiliza o uso do Telefônica Global SIM, que permite a empresas globais estabelecer processos em que a comunicação de dados, voz e SMS necessitem fazer uso da mesma solução em qualquer lugar do mundo.

13:00 · 26.06.2015 / atualizado às 13:00 · 26.06.2015 por
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo

A Anatel lançou nesta sexta, 26, o aplicativo “Anatel Consumidor“, que permite ao consumidor registrar e acompanhar, em celulares e tablets, reclamações contra as prestadoras de telecomunicações. A ferramenta também permite o registro e o acompanhamento de sugestões e pedidos de informação e conta com uma seção destinada a tirar as principais dúvidas sobre direitos do consumidor por meio de Perguntas Frequentes.

O app está disponível para os sistemas Android, iOS (Apple iPhone) e Windows Phone e pode ser baixado nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Este é o segundo aplicativo oficial da Anatel. O primeiro foi o “Anatel Serviço Móvel“.

“Trata-se de mais uma iniciativa para permitir que o consumidor exerça seus direitos com maior praticidade e rapidez. A nossa intenção é que a internet seja, nos próximo anos, o principal canal de atendimento da Anatel”, diz o presidente da Agência, João Rezende.

No ano passado, os consumidores de telecomunicações registraram cerca de 2,8 milhões de reclamações contra suas prestadoras de telecomunicações na Anatel. Em 2015, até o final de maio, este número chega pouco mais de 1,5 milhão de reclamações, sendo que 63% delas são registradas pela Central de Atendimento Telefônico da Agência (telefone 1331) e 37% pela internet, no sistema Fale Conosco.

Com o aplicativo, a Anatel espera não apenas tornar o registro de reclamações mais intuitivo e fácil para o consumidor, como também se adequar às novas tendências de atendimento, que indicam que consumidor tende a substituir os canais tradicionais, como call centers, por meios digitais.

“Está mais fácil registrar uma reclamação na Anatel. Mas é fundamental que o consumidor tente primeiro resolver o seu problema nos canais de relacionamento da própria prestadora, seja por telefone ou pela internet. É a operadora, afinal, que tem a obrigação de atender bem ao consumidor, respeitar o contrato que firmou com ele e atender às regras do setor” afirma Elisa Leonel, superintendente de Relações com Consumidores da Anatel. “A Agência só deve ser acessada caso o atendimento da prestadora não resolva a situação. Por isso, é fundamental que o consumidor anote e guarde os números de protocolos de atendimento que a empresa lhe fornecer.”

Quando um consumidor registra uma reclamação na Anatel, ela é encaminhada para a prestadora que está sendo reclamada. A empresa tem, então, cinco dias úteis para dar uma resposta ao consumidor. Embora não trate de forma individual as reclamações, a Anatel cobra das prestadoras o cumprimento dos prazos e analisa, por meio de amostras selecionadas aleatoriamente e estatisticamente válidas, a qualidade das respostas das prestadoras. Em geral, mais de 70% das reclamações registradas na Anatel são respondidas dentro do prazo de cinco dias úteis.

Além de acompanhar como as prestadoras atendem ao consumidor, a Anatel também monitora quais são as principais razões que levam o consumidor a buscar seus canais de atendimento. Com base nessas informações, planeja ações de fiscalização, acompanhamento e controle, e até mesmo mudanças nas regras do setor.

Nota da redação

O problema é o resultado das reclamações. A última grande reclamação dos clientes de telefonia móvel, por exemplo, é o corte da internet quando o plano acaba. Antes havia uma redução drástica da banda oferecida. Agora o pacote é cortado e pronto. A Anatel poderia muito bem agir em nome da população que não teve suas necessidades mínimas respeitadas. Até agora vimos os Procons ao redor do País em um esforço gigante para resolver esta questão. Algumas liminares foram ganhas e outras derrubadas. Seria bom um posicionamento firme da Anatel em defesa do consumidor.

07:36 · 26.12.2014 / atualizado às 07:36 · 26.12.2014 por
Usuários devem se preparar para o novo momento Foto: WALESKA SANTIAGO/AGENCIADIARIO
Usuários devem se preparar para o novo momento Foto: WALESKA SANTIAGO/AGENCIADIARIO

Segundo matéria publicada hoje no caderno de Negócios do Diário do Nordeste, a velocidade reduzida sofrerá novo baque. Diz a reportagem que as operadoras Claro, Vivo e TIM ampliarão, ainda neste mês, o corte da internet móvel dos clientes dos planos pré-pago e controle que usarem toda a franquia antes do fim do mês. Dessa forma, navegar com velocidade reduzida será bem mais difícil a partir de janeiro de 2015. Os clientes da Claro que usarem todo o pacote contratado terão o serviço de navegação suspenso a partir do dia 28.

A Vivo, por sua vez, estenderá a mesma estratégia, já implantada para gaúchos e mineiros, a partir do dia 30 para mais 11 Estados e o Distrito Federal. A mudança será aplicada a usuários dos planos da Vivo nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além do Distrito Federal.

A TIM publicou em seu site que, a partir de 15 de janeiro, a conexão será interrompida ao limite da franquia diária para planos Infinity Web 10, Web 30, Web 100, Web 10+Torpedo, Web30+Torpedo e Turbo 7. A implementação, de acordo com a operadora de telefonia, começa em Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo (na área de DDD 19, no interior do Estado).

Apesar do relato, a Vivo já parece ter efetuado o corte. Usuários de Fortaleza já estão relatando este problema. Antes eu mesmo, usuário da operadora, conseguia navegar bem, mesmo com velocidade reduzida. Usar Facebook e Twitter e até carregar algumas matérias mais curtas era tranquilo. Agora, até enviar uma mensagem no Facebook é um tormento.

Infelizmente, as operadoras sempre trabalham de forma a ampliar seus lucros. Seria interessante ampliarem também seus investimentos, especialmente em tecnologia para nos dar uma qualidade de serviço cada vez maior. Entendo que ao cortar a velocidade reduzida o que pretendem é melhorar o serviço para os que estão dentro do plano, pois reduzem a quantidade de pessoas usando a banda. Mas será que isso não seria resolvido com mais investimento e uma banda móvel mais larga e de qualidade?

 

 

07:00 · 21.12.2014 / atualizado às 12:56 · 19.12.2014 por
Os pontos de rede wi-fi da Oi chegaram a 1 milhão de locais no Brasil. Isso ajuda a conseguir navegar por vários lugares sem pagar Foto: Kid Junior
Os pontos de rede wi-fi da Oi chegaram a 1 milhão de locais no Brasil. Isso ajuda a conseguir navegar por vários lugares sem pagar Foto: Kid Junior

A rede de internet sem fio da Oi acaba de atingir a marca de mais de 1 milhão de pontos no Brasil. No mundo, os clientes da Oi já podem usufruir de cerca de 14 milhões de hotspots em diversos países. Segundo a assessoria de imprensa da operadora, os números foram possíveis graças ao investimento direto de R$ 10,4 milhões da Oi na rede em 2014 e à parceria com a FON, a maior comunidade wi-fi no mundo.

“O contínuo investimento na expansão da rede Oi WiFi, com cada vez mais abrangência e novos parceiros, faz parte da estratégia da Oi de oferecer serviços inovadores para seus clientes empresariais, além de mais possibilidades de conexão aos clientes de varejo, complementando a banda larga residencial e os planos de internet para celular e internet móvel em tablets e notebooks – ou seja, proporcionando uma experiência de internet mais completa para o cliente”, destaca Abel Camargo, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Oi.

Nos últimos 12 meses, o número de hotspots Oi WiFi cresceu 144% em todo o país, que representa uma expansão de mais de 670 mil pontos. No Ceará, já são 25.186 pontos wi-fi da Oi instalados, 65,60% a mais no mesmo período do ano passado. Entre os recentes parceiros da Oi na expansão de sua rede Oi WiFi estão os maiores bancos do país – que disponibilizam a conexão em mais de 150 agências bancárias –, além das redes de hotéis BHG, Costa do Sauipe, os varejistas C&C e Decathlon, os Laboratórios Hermes Pardini, o Hospital Nipo-Brasileiro e o SESC.

A rede Oi WiFi está presente em locais de grande circulação de pessoas, como restaurantes, bares, cafés, aeroportos e shoppings de todo o país, além de locais públicos abertos e pontos turísticos. O principal canal de entrada dos clientes da Oi na rede é o aplicativo Oi WiFi, lançado há 2 anos e que já acumula mais de 2 milhões de downloads. Hoje, mais de 40% dos acessos da base elegível da Oi à sua rede wi-fi são feitos por meio dessa ferramenta, disponível gratuitamente para smartphones e tablets nas principais lojas de aplicativos do mercado.

Números negativos da Oi

A boa notícia do wi-fi da operadora vem logo depois da péssima notícia de que a Oi não atingiu, no Ceará, a qualidade mínima definida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o serviço de banda larga – móvel e fixa – nos meses de julho, agosto e setembro deste ano. Segundo divulgou a agência no último dia 9, a operadora apresentou falhas nos itens de velocidade instantânea, velocidade média, latência e perda de pacotes. As outras companhias que atuam no Estado, Claro, Nextel, Tim, Vivo e GVT, cumpriram a meta.

As medições da qualidade da banda larga fixa são feitas por meio de um equipamento instalado nas conexões de voluntários. Em julho último, a Oi ficou abaixo da meta de eficiência no quesito velocidade instantânea da banda larga móvel, que corresponde à velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet. A determinação da Anatel é que seja apresentado pelo menos 30% da velocidade contratada em 95% das medições. A média foi atingida pela Oi, entretanto, em 91.66% dos casos.

No mesmo mês, deixou de ser atingido o critério velocidade média, que se refere à média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês. A meta da Anatel é de 70% da velocidade contratada. A Oi só atingiu, contudo, 68.08 %.

A companhia também falhou, quanto à banda larga fixa, no critério latência bidirecional – o período de transmissão de ida e volta de um pacote, entre a casa do voluntário e o servidor de medições. A meta da Anatel é de 80 milissegundos em no mínimo 90% das medições. O limite só foi alcançada pela Oi, porém, em 87.68% dos casos.

Já quanto à perda de pacotes da Oi – quando um dos pacotes não encontra seu destino ou é descartado pela rede, por conta da baixa qualidade da conexão – a agência reguladora estipula o máximo de 2% dos pacotes em no até 90% das medições. O percentual atingido pela empresa de telefonia foi de 82,26%.

Em agosto, a Oi atingiu patamar de 83.82% no caso da velocidade instantânea, 64.07% da velocidade média, 87,02% de latência e 81,53% de perda de pacotes. No mês seguinte, a companhia apresentou índices, respectivamente, de 90,44%, 77,84% e 63,43%.

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13:35 · 18.12.2014 / atualizado às 13:35 · 18.12.2014 por

pouO Google divulgou seu rankings dos jogos mais baixados, os dois livros mais lidos e o filme mais assistido no Brasil, o seu segundo maior mercado em termos de download, segundo a consultoria App Annie

Jogos mais baixados

Ranking geral

  1. Pou

  2. Subway Surfers

  3. Meu Tom Falante

  4. Perguntados

  5. Meu Malvado Favorito

Ranking Multiplayers

  1. Dr. Driving

  2. Perfect Piano

  3. Head Soccer

  4. Batalha Naval

  5. Metal Slug Defense

 

Livros

Pago

  • A Culpa é das Estrelas – ficção escrita por John Green que ganhou uma versão para o cinema lançada em junho deste ano

Gratuito

  • Dom Casmurro – além de ser um clássico, o livro do brasileiro Machado de Assis é um item obrigatório em disciplinas relacionadas à literatura.

 

Filme

10:12 · 20.11.2014 / atualizado às 11:20 · 20.11.2014 por

DD Teens
A última pesquisa da série Digital Diaries realizada pela AVG, fabricante de softwares de segurança para computadores e dispositivos móveis utilizados por 182 milhões de usuários, descobriu que quase um terço dos adolescentes entre 11 e 16 anos (28%) já se arrependeu de alguma postagem on-line. A pesquisa também revelou que 32% já pediram a alguém para remover conteúdos on-line sobre eles, 61% porque não gostaram do conteúdo e 28% por considerarem o conteúdo muito pessoal.

A pesquisa global, que questionou 4 mil adolescentes sobre privacidade on-line, traçou um panorama de ‘luta por controle’. Embora 70% tenham afirmado ter realizado alterações em suas configurações de Facebook para dificultar o acesso a seu perfil e 71% terem dito que entendem o que é privacidade on-line, apenas 29% reconheceram que de fato conhecem todos os seus amigos no Facebook.

“Os jovens querem tirar o máximo das redes sociais ao compartilhar conteúdos, mas devem estar cientes de que nem tudo é o que parece ser on-line e que ameaças podem surgir. Se não agirmos agora para aconselharmos e educarmos essa juventude, principalmente no que diz respeito a contatos com estranhos, podemos estar diante de uma bomba-relógio, que é a questão da privacidade digital. Para essa geração, estar conectado é tão importante quanto comer. A internet é por onde passam a maior parte de seu dia e é onde acontecem muitas de suas relações com outras pessoas. Se não conseguirmos educá-los para fazer o certo nas redes sociais, iremos falhar em fornecer a proteção que eles precisam para levar uma vida on-line segura”, explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.

Nesta idade, os adolescentes ainda parecem confusos sobre o quanto é “demais” no compartilhamento on-line:

– Um quinto dos adolescentes falaria on-line com um amigo sobre coisas profundamente pessoais;

– 28% dos adolescentes já falaram com um amigo ou parente sobre compartilhar coisas demais na internet;

– Dentre aqueles que afirmaram ter pedido para algum conteúdo on-line ser removido, 18% disseram que a postagem havia sido feito por sua mãe;

– 9% disseram sentir que compartilham coisas demais on-line;

-14% já tiveram que retirar algum conteúdo postado a pedido de alguém.

“Todo mundo pensa que só porque os adolescentes de hoje cresceram com computadores portáteis e smartphones, eles têm uma compreensão inata de como se comportar e se manter seguro on-line. A realidade é que todos nós temos abraçado a Tecnologia sem fazer muitos questionamentos e o resultado é a erosão de nossa privacidade on-line,” diz Tony Anscombe, Evangelista de Segurança Sênior da AVG Technologies.

“De certa forma, os pais são tão culpados quanto os adolescentes. Eu já falei anteriormente sobre o conceito de ‘sharenting’, no qual os pais compartilham conteúdo sobre seus filhos on-line, criando uma ‘pegada digital’ sobre a qual eles não têm escolha ou controle depois. Como pai de um adolescente, acredito que precisamos ser responsáveis pelo impacto social que as novas tecnologias têm em nossos filhos e em nossa família – seja definindo um padrão seguro para nosso próprio comportamento on-line, seja e orientando os deles”.

A pesquisa também identificou que:

– Apenas 12% disseram possuir tranca em seus quartos. Por outro lado, a maioria (78%) possui senha em seus aparelhos- embora 70% tenha afirmado que seus pais sabem alguma ou todas as suas senhas de acesso;

– 38% estavam cientes de que um familiar tinha acessado seu dispositivo sem permissão;

– 18% disseram que alguém da sua família tinha encontrado informações privadas em seu dispositivo que eles não queriam que ninguém visse.

Metodologia:

AVG encomendou uma pesquisa on-line, entrevistando adolescentes entre as idades de 11 e 16 anos, para identificar a sensibilização e as práticas de privacidade nos seguintes mercados: Austrália, Brasil, Canadá, República Tcheca, França, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. 3.999 adolescentes respondam a pesquisa durante o mês de setembro de 2014. A empresa de pesquisas de Mercado Research Now realizou a pesquisa de campo utilizando seus bancos de dados próprios.

10:57 · 14.11.2014 / atualizado às 09:07 · 14.11.2014 por

acessibilidadenawebO escritório brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C), instalado na sede do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) por iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), se une ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) para lançar oficialmente, nesta sexta-feira (14), o primeiro fascículo da Cartilha de Acessibilidade na Web.

Durante o evento, haverá a assinatura de um termo de cooperação entre o escritório brasileiro do W3C e o MPSP para a produção de novos fascículos com orientações sobre acessibilidade na Web. “Nem sempre as pessoas compreendem que a acessibilidade no meio digital é tão importante quanto no meio físico. Ser impedido de acessar a conta corrente no site de um banco, por exemplo, pode ser frustrante tanto quanto não conseguir entrar em uma agência bancária. A iniciativa de produção da cartilha surgiu de demanda do Ministério Público do Estado de São Paulo com o objetivo de ir além da abordagem técnica. O intuito desse material é reunir orientações para que o cidadão conheça as barreiras de acessibilidade existentes e seus direitos no acesso a informações digitais na Web. Mais sete fascículos serão produzidos para dar continuidade a esse trabalho”, explica Reinaldo Ferraz, especialista em desenvolvimento Web do W3C Brasil.

“Ao apoiar essa iniciativa, o Ministério Público reconhece seu papel no processo de implantação de uma sociedade inclusiva. A cartilha será muito importante no dia a dia dos promotores de justiça, pois definirá critérios uniformes que balizarão os inquéritos civis e ações judiciais a serem propostas, estabelecendo parâmetros internacionalmente definidos no trabalho forense”, reforça Botelho.

Conteúdo da cartilha

O primeiro dos sete fascículos previstos sobre o tema contextualiza a acessibilidade na Web e apresenta as principais barreiras de acesso, as recomendações e diretrizes para desenvolvedores de aplicações e soluções web com o objetivo de superar ou minimizar as barreiras para o usuário web. Procuradores, promotores e auditores estão entre o público-alvo da cartilha, bem como gestores, administradores e gerentes de projetos, desenvolvedores, designers, arquitetos de informação, testadores, analistas de qualidade, provedores de conteúdo e qualquer cidadão interessado sobre o tema.

A Cartilha de Acessibilidade na Web é disponibilizada sob a licença Creative Commons e qualquer pessoa que tenha acesso a seu conteúdo pode compartilhar, copiar, distribuir e transmitir a obra, desde que atribua os créditos e não utilize a cartilha para fins comerciais.

Ações de inclusão do W3C Brasil

Além de produzir esta cartilha para promover o uso de padrões desenvolvidos internacionalmente para que as páginas na Web sejam acessíveis a todos, o W3C Brasil coordena outras ações sobre o tema. Uma delas é o Prêmio Nacional de Acessibilidade na Web – Todos@Web, que reconhece trabalhos, iniciativas e pessoas que promovem a eliminação de barreiras e facilitem o acesso a conteúdos na web.

O escritório também promove ações no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência desde 2009, no dia 3 de dezembro, com o intuito de sensibilizar a sociedade, tanto usuários como desenvolvedores web, em relação ao tema. Ainda faz parte das ações do W3C Brasil, a coordenação do Grupo de Trabalho de Acessibilidade na Web (GT Acessibilidade na Web), criado em março de 2012, e que se reúne periodicamente para planejar iniciativas no Brasil e hoje já conta com mais de cem participantes, dentre eles, especialistas em acessibilidade e pessoas com deficiências. Entre as atividades do grupo, está a produção da Cartilha de Acessibilidade na Web e a Tradução autorizada pelo W3C das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG 2.0).

10:52 · 13.11.2014 / atualizado às 10:55 · 12.11.2014 por

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), lançou na última quarta-feira (12) a pesquisa TIC Centros Públicos de Acesso 2013. Realizada em telecentros – espaços sem fins lucrativos de acesso público e gratuito com computadores conectados à Internet – de todas as regiões do Brasil, a pesquisa investiga a contribuição desses ambientes para a inclusão digital, com foco nos programas do governo federal GESAC, Telecentros.BR e Telecentros Comunitários.

A pesquisa teve o apoio institucional da Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O lançamento da TIC Centros Públicos de Acesso 2013 aconteceu durante o Diálogo sobre Políticas Públicas e Indicadores TIC no Brasil, no auditório do Ministério das Comunicações, em Brasília. Além de apresentar os resultados do estudo, o encontro discutiu as políticas desenvolvidas pelo Governo Federal a partir dos dados apresentados nas pesquisas TIC do CGI.br.

Para identificar o funcionamento e as principais características dos centros públicos de acesso, a TIC Centros Públicos de Acesso 2013 utilizou metodologias quantitativas e qualitativas. Realizada em três etapas, a pesquisa coletou dados entre novembro de 2012 e dezembro de 2013. Foram pesquisados 5.013 telecentros na primeira etapa, 608 gestores e 362 usuários de telecentros foram entrevistados na segunda fase e 22 usuários na última etapa, marcada por entrevistas qualitativas.

A pesquisa aponta que as contribuições dos telecentros vão além da oferta de computador e Internet. “Os telecentros têm funcionado como um espaço de capacitação e formação de habilidades. Quase metade de seus usuários declarou que já fez algum curso no telecentro, enquanto 86% já pediram ajuda ou orientação do monitor”, comenta Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br. A pesquisa, contudo, também encontrou telecentros que deixaram de funcionar e alguns outros com falta de qualidade da conexão à Internet.

Lygia Pupatto, secretária de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, explica que “as políticas de telecentros foram planejadas com o intuito de favorecer o acesso e o uso das tecnologias de informação e comunicação para os brasileiros, em especial para aqueles que vivem em regiões mais remotas, em condições econômicas desfavoráveis ou de acessibilidade mais precária”. Segundo ela, “medir os avanços, a eficiência e eficácia das políticas públicas implantadas no país, por meio de pesquisas como as do CGI.br, é uma atividade estratégica e de fundamental importância para o governo federal”.

Infraestrutura e funcionamento dos telecentros

A pesquisa TIC Centros Públicos de Acesso 2013 mostra que a maior parte dos telecentros federais forneceu computador e acesso à Internet ao público nos três meses anteriores à pesquisa (78%). A pesquisa também revelou que uma parte dos telecentros não estava em funcionamento (22%). Mesmo entre aqueles em operação foram encontradas limitações para o uso pleno dos serviços.

A conexão à Internet é o item de infraestrutura com maior número de avaliações negativas pelos gestores desses espaços – 27% deles classificaram a conexão como ruim ou péssima. Algumas menções negativas em relação ao computador e ambiente (conexão lenta, computadores quebrados e software desatualizado) e em relação a funcionários (poucos monitores e falta de treinamento do atendente) foram encontradas.

Formação dos usuários no uso das TIC

A pesquisa apontou que os telecentros do Governo Federal oferecem uma série de serviços e atividades, como auxílio de monitores (94%), impressão (74%) e cursos de informática (72%). Entre os usuários, também é perceptível a utilização desses serviços e atividades: 45% fizeram algum curso no telecentro e 41% obtiveram as habilidades para utilizar o computador em cursos oferecidos nesses espaços.

Os principais motivos citados pelos usuários para frequentar o telecentro estão relacionados à indisponibilidade no domicílio de Internet (71%) e computador (59%). Outras razões mencionadas com frequência foram: a existência de monitores para apoio ao uso (57%), os cursos oferecidos (51%), a qualidade da conexão e do computador (53%) e variedade de serviços oferecidos (49%). “A ausência de computador e Internet nos domicílios de boa parte dos usuários, sendo que os telecentros são o principal local de acesso à Internet para 53% deles, pode explicar a percepção positiva apesar das limitações de infraestrutura desses centros apontadas pelos gestores”, explica Alexandre Barbosa.

Divulgação e visibilidade dos telecentros

Ainda que 65% dos gestores de telecentros tenham afirmado que realizam algum tipo de divulgação das suas atividades, poucos usuários declararam terem conhecido o telecentro por essas formas de comunicação (4%). A forma de conhecimento mais citada por quem frequenta o espaço foi a divulgação “boca a boca” por meio de familiares, amigos e conhecidos (57%).

O resultado da etapa amostral da pesquisa apontou que o grau de satisfação dos usuários é alto: 41% estão muito satisfeitos e 54% estão satisfeitos com os serviços utilizados no telecentro. A percepção dos frequentadores sobre os impactos do serviço na localidade em que eles estão instalados também é positiva – 98% deles declararam que consideram o espaço importante para o bairro ou comunidade. Entre os gestores, 85% disseram que a existência do estabelecimento e dos serviços que disponibilizam faz diferença na vida dos frequentadores.

Para acessar a pesquisa TIC Centros Públicos de Acesso 2013 na íntegra, clique aqui.