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Categoria: Mercado de TI


10:01 · 16.07.2015 / atualizado às 09:27 · 16.07.2015 por

positivoafricaA Positivo BGH, joint venture da Positivo com o grupo argentino BGH, inaugura fábrica em Kigali, em Ruanda, marcando a entrada da companhia no continente africano. Os primeiros equipamentos educacionais que saem das linhas de produção fazem parte do acordo firmado com o Ministério da Educação de Ruanda para contratação de um volume mínimo de 750 mil dispositivos, com cronograma de entregas distribuído ao longo de cinco anos para atender aos alunos de ensinos fundamental e médio. A operação é iniciada oito meses após a assinatura do acordo, em uma área de 7,5 mil m² e com capacidade produtiva nominal de 60 mil PCs e tablets por mês.

“Enxergamos a África como um mercado muito interessante para ofertarmos tecnologia de qualidade a preços acessíveis, com já fazemos no Brasil, Argentina e Uruguai, principalmente porque os produtos vão competir de forma justa no mercado local por serem feitos em Ruanda. Somamos 26 anos de atuação com experiências fantásticas nos segmento de tecnologia educacional e estamos confiantes no sucesso dessa iniciativa do governo ruandês”, diz Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo no Brasil.

O incentivo ao desenvolvimento social e à educação são prioridades para o governo local, com engajamento do setor privado. O treinamento dos colaboradores começou em junho, com cerca de 90% da mão de obra de ruandeses. “Nossa ideia é a transferência de conhecimento para a população, integrando-a nesta e em outras unidades que poderão ser construídas em um futuro próximo na África. Nossa prioridade é atender ao cronograma de governo, mas estamos nos preparando para alcançar consumidores finais por meio de vendas diretas e do varejo.Também buscaremos ofertar mais dispositivos em Ruanda, como smartphones, e avaliamos ingressar em outros países africanos que estão atraindo consistente investimento estrangeiro”, complementa Hélio.

23:59 · 21.09.2014 / atualizado às 13:20 · 21.09.2014 por

Os quatro candidatos ao Governo do Estado do Ceará enviaram, via assessoria, suas propostas para os quatro anos de governo visando melhorar o desempenho da pasta de Ciência e Tecnologia no Ceará. Veja abaixo a íntegra das respostas de Aílton Lopes (PSOL), Camilo Santana (PT), Eliane Novais (PSB) e Eunício Oliveira (PMDB). A organização da ordem dos candidatos segue ordem alfabética.

 

Aílton Lopes
Aílton Lopes

Aílton Lopes (PSOL)
1 – Qual a importância que seu governo dará a área de Ciência e Tecnologia?

A política de ciência e tecnologia é fundamental para buscarmos soluções e compartilhá-las com todo o Ceará. Por isso, mais do que políticas setoriais, pretendemos dar às tecnologias de informação e comunicação um papel transversal em relação às demais políticas públicas. É também fundamental garantir acesso à informação, conforme dispõe a Lei de Acesso à Informação Pública. Além disso, queremos ampliar ao máximo os mecanismos de governo eletrônico, com participação ativa da população para consultas, solicitações, dúvidas, diálogo sobre demandas e utilização de ferramentas de participação. Partimos da compreensão que comunicação é direito humano. Por isso queremos garantir políticas para a inclusão digital, contando com os saberes, a mobilização e a criatividade das próprias comunidades.

2 – Há anos vemos Pernambuco se destacar na área de Tecnologia da Informação com ações concretas e bem realizadas como o CESAR e, mais recentemente, o Porto Digital. Agora Manaus cria um pólo de desenvolvimento de criação de Apps para a região Norte. Como o Ceará pode sair da estagnação nesse sentido?

Tanto a Universidade Estadual como a Federal, Instituto Federal e CENTEC’s desenvolvem pesquisas na área de tecnologia, mas é necessário que este conhecimento extrapole os muros e dialogue com a sociedade de forma mais intensa. É preciso investimento e participação do Estado, que pode contribuir para a melhoria das redes existentes e também para a expansão, conectando tanto os órgãos públicos, especialmente prefeituras e postos de saúde, quanto a população em geral. Queremos garantir infraestrutura e redes públicas, em espaços como praças e escolas. Como queremos contar com a participação da população, apostamos em editais específicos de financiamento e execução de pesquisas e produtos. Nós temos muito conhecimento no Ceará, tanto que participamos da formulação do projeto de TV Digital brasileiro. Ao mesmo tempo, pretendemos fortalecer pesquisas em Ciência, que é o pilar para qualquer estratégia de inovação.

3 – Há algum plano para atrair empresas de ponta na área de TI para ajudarem a ampliar o conhecimento de nossos jovens nessa área?

O governo deve pensar a política de tecnologia a partir das demandas sociais e não do mercado, que investe em áreas que rendam lucros. Por isso, defendemos que os projetos nessa área sejam pensados pelo próprio governo, em parceria com as universidades, os profissionais e as comunidades. Para ampliar o conhecimento de nossos jovens, sobretudo, nessa área, queremos incentivar e tornar política pública o que grupos de pesquisa e cursos de graduação e pós-graduação estão formulando. Além disso, é possível replicar a experiência das escolas públicas de artes (como a Vila das Artes e o Porto Iracema) com foco para a cultura digital e produção tecnológica, que também podem gerar renda para a população, tendo em vista a centralidade que essa economia vem ganhando nos dias atuais.

4 – Temos o Cinturão Digital em funcionamento em vários pontos do Estado. Como ampliar esta boa ideia e fazê-la prosperar em todo o Ceará?

É necessário investir em estrutura, ampliar a cobertura de fibra óptica fazendo-a alcançar mais cidades e distritos rurais, incentivar a utilização dos laboratórios de informática das escolas, capacitando-as para tal, de tecnologia em bibliotecas e a criação de mais casas digitais, garantindo também formação para que as pessoas possam aproveitar ao máximo o que as tecnologias podem ofertar em termos de ofertas de direitos e acesso à informação. É possível incentivarmos a formação de incubadoras vinculadas com a área da cultura digital, através de projetos colaborativos, que se utilizem preferencialmente de tecnologias verdes ou meta-recicladas. Os investimentos devem ser públicos, deixando como resultado patrimônio público e garantia do direito à comunicação.

5 – Como o Cinturão Digital pode ampliar a qualidade de internet banda larga no Ceará para a iniciativa privada?

Considero banda larga como um direito, é parte da infraestrutura básica, como o saneamento e estradas. Sendo um projeto público, o Cinturão Digital deve se dedicar a propiciar banda larga de qualidade para a população. O projeto atual tem como um dos objetivos oferecer um ambiente de negócios empresarial, o que entendemos não ser tarefa do Estado, especialmente tendo em vista que há muitos lugares do Ceará sem acesso à internet e até mesmo sinal de telefone. Boa parte da população utiliza internet cara e de baixa qualidade em dispositivos móveis, o que não permite a utilização de aplicativos e acessar conteúdos, muito menos compartilhar produções próprias. Defendemos que o Cinturão Digital se concentre no objetivo de propiciar acesso à internet gratuita de qualidade para as pessoas.

6 – Como inserir a TI, robótica, programação nas salas de aula do Ceará? Quais seus planos nesse sentido?

Tecnologia da informação, robótica livre e programação são elementos a serem trabalhados de forma transversal ao longo do tempo na escola. Iniciaremos de imediato um processo de alfabetização digital concreta, garantindo qualificação de educadores/as e concurso específico para professores de informática. Um segundo ponto é garantia de instrumentos para o uso de tecnologias em sala de aula e nas escolas (e aí incluímos computador, rádios escolares, câmeras, etc) para propiciar um ambiente interativo, atrativo, bem como produção de conteúdos próprios, que dialoguem com a realidade local, tudo isso aliado a uma nova compreensão de ensino e aprendizagem. Nesse sentido, além da garantia dos instrumentos tecnológicos, é preciso formação e estímulo à produção de comunicação, diversificando as vozes e as ideias que circulam pelas redes de comunicação.

7 – Algo mais a declarar?

Com as tecnologias de informação e comunicação, as condições de difusão do conhecimento foram potencializadas, caso seja vencida a exclusão digital. Mas mesmo o uso adequado da informação, cada vez mais abundante, pressupõe uma formação plena, hoje restrita a minorias capazes de comprá-la. Nosso horizonte é uma sociedade em que o conhecimento esteja acessível para todos e seja com todos partilhado.

 

Camilo Santana
Camilo Santana

Camilo Santana (PT)
1. Qual a importância que seu governo dará a área de Ciência e Tecnologia?

Ciência e tecnologia terão posição de destaque no meu governo, uma vez que compreendo perfeitamente o papel essencial que o conhecimento desempenha como fator de desenvolvimento em uma sociedade moderna, desde que inteligentemente associado a um terceiro elemento: a inovação. O exemplo da Coréia do Sul demonstra o quanto o desenvolvimento depende da ciência e tecnologia. Por isso, daremos grande ênfase á inovação, que é o veículo pelo qual ciência e tecnologia se convertem em produção de riqueza e desenvolvimento social. Um projeto central em meu programa de governo será a implantação de um sistema de inovação no Ceará, completando tarefa já iniciada no Governo Cid Gomes. Para tanto assumo de forma clara o compromisso de prover a FUNCAP dos 2% da receita tributária líquida que a Constituição Estadual lhe assegura. Também tornarei ágil e flexível o Fundo de Inovação Tecnológica, FIT, que será reformulado de forma a melhor cumprir sua função de fomento à inovação.

2. Há anos vemos Pernambuco se destacar na área de Tecnologia da Informação com ações concretas e bem realizadas como o CESAR e, mais recentemente, o Porto Digital. Agora Manaus cria um pólo de desenvolvimento de criação de Apps para a região Norte. Como o Ceará pode sair da estagnação nesse sentido?

O ambiente de negócios na área de TI no Ceará não fica devendo ao estado vizinho. O faturamento das empresas desta área no Ceará é equivalente ao de Pernambuco. É necessário atrair e criar novas empresas de base tecnológica. O fomento às aceleradoras de negócios inovadores e os incentivos às empresas cearenses promissoras, com possibilidade de colocar no mercado produtos de classe mundial, inseridas num ambiente de negócios desburocratizado, será meta do meu governo. Um aspecto fundamental será a incorporação da ciência e tecnologia aos fundamentos do projeto de desenvolvimento sustentável que estamos construindo em nosso Plano de Governo.

3. Há algum plano para atrair empresas de ponta na área de TI para ajudarem a ampliar o conhecimento de nossos jovens nessa área?

O Ceará, com suas 4 universidades, Instituto Técnico Federal, centros universitários e faculdades, tem bem equacionado o problema da formação de seus jovens na área de TI. Aqui abrigamos quatro cursos de doutorado na área e desenvolvemos pesquisa de ponta, inclusive em parceria com grandes empresas do setor. Além disso, contamos com um parque de empresas jovens e competitivas e abrigamos uma instituição de ponta, o Instituto Atlântico. Termos grandes empresas internacionais instaladas aqui é de suma importância para atrairmos talentos e estimularmos novos empreendimentos. Para isso, temos a nosso favor uma posição estratégica, em termos de interconexão por cabos transatlânticos, que pretendemos explorar mais agressivamente em nosso governo pela implantação de um Parque Tecnológico na área de TIC, em parceria com a PMF, cujas negociações já estão em andamento.

4. Temos o Cinturão Digital em funcionamento em vários pontos do Estado. Como ampliar esta boa ideia e fazê-la prosperar em todo o Ceará?

O Cinturão Digital é obra estruturante do governo Cid Gomes. Foram conectados 85 municípios com fibra óptica. Todos os órgãos públicos foram conectados, inclusive as escolas. Somente no município de Fortaleza existem 720 escolas públicas conectadas com fibra. Várias ações públicas foram realizadas, podemos citar o monitoramento à distância dos postos de fronteira da Sefaz, as câmeras de vigilância e os rádios digitais da Secretaria de Segurança, o monitoramento à distância dos presídios e muitas outras ações já são realidade. Iremos criar um programa de telemedicina, onde os pacientes dos hospitais regionais, policlínicas e postos de saúde poderão se consultar com os melhores especialistas sem ter que se deslocar para os grandes centros, reduzindo a quantidade de ambulâncias nas estradas e tornando muito mais eficiente o atendimento à população do interior em diversas especialidades. O Cinturão Digital também irá garantir melhores condições para o estabelecimento de uma política de desenvolvimento regional mais forte e consistente.

5. Como o Cinturão Digital pode ampliar a qualidade de internet banda larga no Ceará para a iniciativa privada?

O Cinturão Digital pode ser uma grande ferramenta para provedores e empresas de telecomunicações, ampliando a oferta de serviços digitais, como telefonia celular, internet, TV por assinatura etc, no interior e na periferia das grandes cidades. Iremos licitar a infraestrutura excedente do Cinturão Digital entre as empresas interessadas. Porém é muito importante que as empresas operem o Cinturão Digital do Ceará em regime de competição, o que acarretará a oferta com preços baixos e investimento, garantindo a massificação do acesso.

6. Como inserir a TI, robótica, programação nas salas de aula do Ceará? Quais seus planos nesse sentido?

As Escolas Profissionais do Estado já incluíram a programação de computadores no ensino médio. Além disso, várias instituições de ensino privadas adotaram o mesmo caminho. Ampliaremos o ensino da programação em forma de atividade extracurricular nas outras escolas, assim como fomentaremos a participação de alunos do Estado nas competições de programação e robótica. Neste campo também, pretendemos estabelecer parcerias com prefeituras para a instalação em todo o Estado de Casas de Cultura Digital, que são centros de difusão da cultura de TI, incluindo games e robótica.

 

Eliane Novais
Eliane Novais

Eliane Novais (PSB)

1 – Qual a importância que seu governo dará a área de Ciência e Tecnologia?
Tendo em vista o ritmo cada vez mais acelerado de desenvolvimento do conhecimento e da tecnologia da informação e da comunicação, o desafio que se impõe ao nosso Estado é fomentar na sociedade e no setor produtivo a plena utilização dessas ferramentas, propiciando a formação de capital humano capaz de aproveitar, com responsabilidade social e ambiental, as oportunidades geradas. Dessa maneira, vamos investir em formação científica e pesquisa e concentrar a nossa atenção no desenvolvimento de um ambiente e de uma infraestrutura que possibilitem à sociedade gerar inovação, estimulando a criação, disseminação e comercialização, em nosso Estado, de novos conhecimentos e soluções tecnológicas produzidas no âmbito global. Para isso, é de fundamental importância a articulação entre órgãos e entidades governamentais, instituições de pesquisa, entidades empresariais, investidores e sociedade civil para identificação e implantação de projetos voltados ao aumento da competitividade de cadeias e atividades produtivas, pela via da inovação em processos, tecnologias, produtos e serviços. Nesse sentido, a parceria permanente com as universidades cearenses e órgãos públicos que já prestam serviços de assistência e aplicação ao sistema produtivo e ao Governo do Estado, são extraordinariamente importantes. Nosso Governo pretende ampliar e aperfeiçoar os programas de ensino e de financiamento à pesquisa aplicada em todas as áreas do conhecimento, intensificando a pesquisa científica e tecnológica nas universidades estaduais. Vamos também investir em ações de cooperação científica, ampliando a interação universidade-empresa-governo. Fortalecer órgãos como o Nutec e Etice e apoiar iniciativas de cooperativas como o Pirambu Digital e estimular o surgimento de outras no interior do Estado também estão na nossa pauta. Temos muitos pesquisadores bons, muitos talentos que muitas vezes precisam sair daqui para pesquisar fora. Mantê-los aqui em plena atividade é uma meta com a qual trabalhamos.

2 – Há anos vemos Pernambuco se destacar na área de Tecnologia da Informação com ações concretas e bem realizadas como o CESAR e, mais recentemente, o Porto Digital. Agora Manaus cria um pólo de desenvolvimento de criação de Apps para a região Norte. Como o Ceará pode sair da estagnação nesse sentido?
O C.E.S.A.R e o Porto Digital são iniciativas reconhecidas no Brasil no que diz respeito à promoção do desenvolvimento a partir do empreendedorismo, da inovação e da tecnologia da informação. São bons exemplos de como pode funcionar a interface entre iniciativa privada e Poder Público. Pretendemos adotar o C.E.S.A.R como base para a instituição de um modelo semelhante aqui no Ceará. As universidades serão chamadas a discutir a questão.

3 – Há algum plano para atrair empresas de ponta na área de TI para ajudarem a ampliar o conhecimento de nossos jovens nessa área?
Na medida em que criamos um ambiente favorável à pesquisa, com investimento, infraestrutura e pessoal capacitado, em plena atividade criativa, é natural que empresas de ponta se aproximem. Nosso Governo vai estimular a criação de ambientes de inovação, para atrair investimentos privados que gerem novas empresas. Um dos caminhos mais importantes para promover o acesso de jovens ao conhecimento tecnológico está na preparação dos professores da rede pública para o uso de novas tecnologias nos processos de ensino-aprendizagem. Pretendemos ainda estimular municípios a desenvolverem programas locais de inovação mediante incentivos fiscais.

4 – Temos o Cinturão Digital em funcionamento em vários pontos do Estado. Como ampliar esta boa ideia e fazê-la prosperar em todo o Ceará?
Vamos fazer com que haja a universalização do uso de serviços digitais – melhorando o nível de conectividade – tendo em vista que muitos municípios do Ceará não utilizam o Cinturão. É importante que não apenas as repartições públicas, mas principalmente, as escolas e unidades de saúde tenham acesso a internet banda larga. Vamos expandir a rede, em diálogo com as prefeituras e instalando a infraestrutura necessária. No nosso Governo, o Estado vai tratar a internet como um direito do cidadão, utilizando-a para ampliar e aperfeiçoar a oferta dos serviços públicos. Vamos desenvolver sistemas online e aplicativos que facilitem o acesso do cidadão aos serviços de saúde (marcação de consultas, solicitação de medicamentos, entre outros), educação (disponibilizando, por exemplo, informações online relacionadas aos alunos matriculados na rede pública de ensino) e segurança (chamadas online de emergência por meio de aplicativos).

5 – Como o Cinturão Digital pode ampliar a qualidade de internet banda larga no Ceará para a iniciativa privada?
A universalização da Banda Larga de qualidade é fundamental para o desenvolvimento regional e para a atração de empresas de base tecnológica, nos projetos educacionais, nas relações entre os pequenos negócios. O mais importante é primeiro garantir a universalização do uso de serviços digitais com alta confiabilidade. Oferecer internet de qualidade e a baixo custo é um caminho importante para atrair o investimento privado.

6 – Como inserir a TI, robótica, programação nas salas de aula do Ceará? Quais seus planos nesse sentido?
Novamente a parceria com as universidades, institutos e centros técnicos é fundamental. Queremos estimular junto a essas instituições cursos de extensão permanentes voltados à comunidade escolar, experiência rica para todos os envolvidos, bem como concursos específicos na área da tecnologia para as escolas estaduais. Para isso vamos investir na formação dos professores da rede pública na área da tecnologia da informação.

7 – Algo mais a declarar?
Ciência, tecnologia, inovação para a maioria das pessoas é algo distante, mas não deve ser. Acreditamos e trabalharemos para que o resultado de todo investimento feito nessa área retorne para sociedade. Por exemplo, inovações tecnológicas que ajudem o homem do campo com a realidade do semiárido; que auxiliem os profissionais de educação na inclusão de alunos com alguma deficiência; que melhorem a mobilidade urbana. Tecnologia a serviço de uma melhor qualidade de vida, tecnologias sociais.

 

Eunicio Oliveira
Eunício Oliveira

Eunício Oliveira (PMDB)
1 – Qual a importância que seu governo dará à área de Ciência e Tecnologia?

O motor do desenvolvimento de uma região, Estado e até de um País é a Inovação Tecnológica, e o fortalecimento da Ciência e Tecnologia é fundamental para gerar um ambiente propício à Inovação. A integração entre Ciência, Tecnologia e Inovação é tão importante que o Ministério da Ciência e Tecnologia passou a incorporar a Inovação e chamar-se MCTI. É necessário fazer o mesmo aqui no Ceará com a atual Secitece, hoje desarticulada e sem objetivos definidos. Os órgãos hoje vinculados à Secitece sofrem com a desvalorização de suas funções e de seus quadros técnicos. Vale salientar que o apoio à inovação vai além da mudança do nome ou da criação de estruturas de segunda linha; há necessidade de maior aproximação da Secretaria com o setor produtivo. Isso pode se dar, por exemplo, com a criação de uma Agência de Apoio à Inovação, assunto que vamos estudar ouvindo as universidades, os acadêmicos e a iniciativa privada.

2 – Há anos vemos Pernambuco se destacar na área de Tecnologia da Informação com ações concretas e bem realizadas como o CESAR e, mais recentemente, o Porto Digital. Agora Manaus cria um pólo de desenvolvimento de criação de Apps para a região Norte. Como o Ceará pode sair da estagnação nesse sentido?

As tecnologias da inovação são hoje o grande fator de mudança em economias em desenvolvimento. A criação do CESAR, em Pernambuco, foi beneficiada por dois aspectos: contou com o apoio direto do Secretário de Ciência e Tecnologia, e dos seus sucessores, inclusive o ex-governador Eduardo Campos. E, segundo, teve na integração com a Academia e na conseqüente incorporação de jovens saídos das universidades uma grande parcela dos empreendedores que foram abrigados em sua incubadora, os mesmo que mais tarde vieram a fortalecer o Porto Digital. Como está ocorrendo hoje também no Amazonas, é preciso aproximar mais nossos empresários e investidores de nossos cursos voltados à Tecnologia da Informação, seja na graduação, pós-graduação ou na extensão universitária.

3 – Há algum plano para atrair empresas de ponta na área de TI para ajudarem a ampliar o conhecimento de nossos jovens nessa área?

É necessário que os investidores privados percebam claramente como se incluirão na dinâmica das atividades que serão desenvolvidas localmente. Só assim para que se sintam atraídos e venham a se instalar com segurança, o que inclui o conhecimento prévio em relação a fornecedores, clientes, concorrentes, mão-de-obra técnica especializada na região, leis de incentivo fiscal, assim como a possibilidade de parcerias público-privadas, incluindo as universidades estaduais.

Foi desta maneira, por exemplo, que o Parque Tecnológico de Bangalore, na Índia, se desenvolveu, com decisiva participação do Governo. É preciso conhecer as potencialidades e fragilidades locais para, junto às coordenações de pesquisa das universidades, nortear a concessão de bolsas a pesquisadores e professores, fortalecendo o arcabouço técnico local.

O direcionamento de cursos e pesquisas às áreas de interesses do empresariado reduzirá, para as empresas de ponta que venham a se instalar no Estado, os custos com a capacitação específica da mão-de-obra local para as particularidades das atividades que desenvolvem. Incluindo na nossa grade escolar o ensino tecnológico tanto para os alunos como para os professores, vamos facilitar e mesmo garantir a inclusão destes jovens no mercado de trabalho.

4 – Temos o Cinturão Digital em funcionamento em vários pontos do Estado. Como ampliar esta boa ideia e fazê-la prosperar em todo o Ceará?

A implantação de cinturões digitais sempre representa um marco no desenvolvimento local, principalmente pela inclusão que podem proporcionar às comunidades antes isoladas. No entanto, há muitos benefícios decorrentes da conectividade ainda desconhecidos pela população cearense e pelos próprios empresários.

Além de eventos de informação e sensibilização da sociedade, é preciso criar benefícios para que os novos negócios se utilizem da estrutura virtual. Principalmente os micro e pequenos empreendedores que precisam melhorar os seus negócios, assim como os que estão começando. Para que funcione, eles têm que perceber que essa tecnologia vai ajudá-los no dia a dia dos seus empreendimentos.

5 – Como o Cinturão Digital pode ampliar a qualidade de internet banda larga no Ceará para a iniciativa privada?

A participação da iniciativa privada na geração de negócios que se utilizem da internet é o melhor caminho, pois ao mesmo tempo em que dinamiza o potencial empresarial do Estado, compartilha com as empresas os custos de elevação do alcance físico, da velocidade e da qualidade do fluxo de informações.

6 – Como inserir a TI, robótica, programação nas salas de aula do Ceará? Quais seus planos nesse sentido?

A conectividade proporcionada pelos cinturões digitais proporcionará cada vez mais o ensino virtual interativo, ampliando iniciativas já existentes. A intensificação das parcerias com a comunidade empresarial auxiliará as ações de capacitação às reais necessidades de cada atividade e de cada comunidade.

A qualidade da Internet banda larga resultante proporcionará atividades letivas que envolvam inclusive simuladores, oferecendo fundamental contribuição para a criação de um ambiente favorável à inovação em todo o Estado. É fundamental, para tanto, que se invista mais na sinergia entre o Governo e as comunidades científica e empresarial.

7 – Algo mais a declarar?

Atualmente no Ceará todas as áreas prioritárias para a população e que dependem de iniciativas do governo precisam de modernização. Áreas fins, como saúde, educação, segurança pública melhores aparelhadas tecnologicamente e de forma adequada irão se tornar mais eficientes.

A tecnologia é um meio, provendo informações, agilizando tarefas complexas, reduzindo tempo e ganhando em inteligência e produtividade. Através do cruzamento de dados relativos a saúde da população, o governo pode de forma proativa e muito mais eficiente, alocar ou mesmo realocar recursos para onde mais se precisa.

Segurança pública eficiente também se faz com inteligência, com acesso e cruzamento de dados, com recursos que possibilitem a nossa polícia de agir antes dos bandidos.

Da mesma forma na administração pública e no trato das finanças do governo, informações e números confiáveis, que possam ser analisados tanto de forma macro, como descendo ao menor nível de detalhe possível, possibilitam controles e ações mais efetivas.

A grande diferença de eficiência entre nosso Estado e os grandes centros tanto no Brasil quanto no exterior é exatamente o uso eficiente da tecnologia. Vamos reduzir esta distância tecnológica.

13:46 · 18.09.2014 / atualizado às 14:17 · 18.09.2014 por

Após entrevistar milhares de gerentes de segurança de TI do mundo inteiro como parte da Pesquisa de riscos de segurança TI 2014, a Kaspersky Lab descobriu que mais de um terço dos funcionários (38%) levam até dois dias para notificar seus chefes sobre o roubo de dispositivos móveis, e 9% esperam de três a cinco dias. A porcentagem de empregados que notificaram seus superiores no mesmo dia do incidente diminuiu de 60% para 50% de 2013 á 2014. Este atraso pode criar janelas significantes de vulnerabilidades e faz com que a perda de dados empresariais se torne mais provável.

A pesquisa também revelou que o número de roubos de dispositivos móveis continuou crescendo durante os anos. Assim, 25% das empresas tiveram experiências de furto em 2014, um aumento significante comparado com os 14% reportado em 2011. No entanto, em 2014, com o roubo de dispositivos se tornando mais comum, a urgência que os funcionários dão para reportar este tipo de situação está cada vez menor, com apenas metade dos empregados tendo avisado sobre o roubo de um aparelho no mesmo dia que o incidente ocorreu. O crescente índice pode ser um fator contribuinte para a apatia dos funcionários, já que um smartphone roubado pode ser visto agora como uma ocorrência comum, e não como uma rara crise que demande atenção.

O número de roubos de dispositivos móveis varia significantemente em diferentes regiões. O Oriente Médio reportou o menor número de roubos, com 8% das empresas tento experimentado algum incidente, seguidos de 15% no Japão e na Rússia.

Quando olhamos para o comportamento dos empregados em regiões específicas, os funcionários da América do Norte são os que mais demoram a responder, com base na pesquisa, apenas 43% dos funcionários norte-americanos avisam sobre o roubo de um aparelho no mesmo dia do incidente. A região Ásia-Pacífico teve a maior mudança durante os anos com apenas 47% dos funcionários notificando o ocorrido no mesmo dia, uma diminuição de 74% se comparado a 2013.

Dores de cabeça para gerentes de TI

Dado este crescimento no número de dispositivos e dados roubados em dispositivos móveis, não deveria ser surpresa que 52% dos entrevistados indicaram que estão “mais preocupados” do que em anos anteriores. De fato, 43% foram mais longe, dizendo que o trabalho em padrões móveis introduz um grande risco”, apesar dos benefícios de produtividade que estes dispositivos podem trazer para os negócios. Outros 42% acreditam que “BYOD (Bring Your Own Device – em inglês) política de dispositivos apresentam um aumento no risco de ameaça a segurança” para negócios.

Apesar dessas preocupações do departamento de TI, o uso de aparelho celular não mostra sinais de diminuição. Mais de um terço (34%) dos entrevistados listaram “a integração de dispositivos móveis” como uma de suas principais preocupações nos últimos 12 meses, uma taxa mais elevada do que gerenciar atualizações de hardware ou mesmo a implantação da tecnologia de virtualização.

Isso faz com que os gerentes de TI tenham que lidar com vários desafios de segurança associados a uma força de trabalho móvel, e com a demanda por mobilidade aumentando, os usuários parecem estar menos engajados em utilizar plataformas móveis seguras. Este é um jogo difícil de circunstâncias que requer uma política de segurança bem planejada e uma tecnologia de segurança certa. A política de gestão de dispositivos móveis (MDM), que está integrada em um software de segurança de endpoint existente pode ser um enorme trunfo para os gerentes de TI que ficam à frente dos desafios de segurança móvel.

Ao manter uma politica MDM gerenciada pelo mesmo console que outros softwares de segurança para endpoint de empresas, os gerentes de TI podem aplicar as políticas personalizadas para cada funcionário, incluindo a “conteinerização” que mantém informações de negócios em dispositivos móveis codificados e separados dos dados pessoais em dispositivos de propriedade dos funcionários.

O software MDM fornece uma variedade de medidas antiroubo, incluindo a capacidade de apagar remotamente dados de negócios a partir de dispositivos roubados.

14:47 · 17.07.2014 / atualizado às 14:56 · 17.07.2014 por

Com um investimento total de R$ 120 milhões, a empresa Ascenty Data Centers está iniciando a construção de um centro de dados em Fortaleza. A unidade será o quarto data center da empresa, e o primeiro fora de São Paulo. Segundo a companhia, este será também o primeiro data center da região Nordeste construído de acordo com as recomendações do Uptime Institute – principal autoridade internacional nesta área – para a Certificação Tier III – que atesta a segurança, a confiabilidade e a eficiência energética desse tipo de infraestrutura.

A inauguração da unidade está prevista para o segundo trimestre de 2015. “Com isso, vamos ampliar nossa capacidade e, o que é mais importante, levar para o Nordeste uma infraestrutura de alto desempenho e elevado padrão de qualidade capaz de atender às exigências de grandes clientes internacionais”, afirma Chris Torto, fundador e CEO da Ascenty Data Centers, adiantando que um desses clientes já fechou contrato para utilização do novo centro de dados de Fortaleza.

Os três outros data centers da Ascenty estão localizados no interior paulista: um em Campinas, outro em Jundiaí (que está prestes a ser inaugurado) e um terceiro em construção, no município de Hortolândia. Os data centers de Campinas e Jundiaí já receberam a Certificação Tier III.

Por meio dessa infraestrutura de data centers, a Ascenty oferece serviços de colocation, hosting gerenciado, cloud computing e serviços gerenciados para monitoramento de ambientes de tecnologia da informação (TI). A infraestrutura da empresa também inclui uma rede própria de fibra óptica, com 2 mil quilômetros de extensão.

18:22 · 08.05.2014 / atualizado às 18:25 · 08.05.2014 por

 

Como parte do Fórum de Líderes Governamentais América Latina e Caribe (GLF, na sigla em inglês), evento promovido pela Microsoft esta semana no México, a empresa divulgou um estudo que descreve uma série de políticas que poderiam ampliar as oportunidades ligadas ao modelo de computação em nuvem (cloud computing). Segundo o estudo, a expectativa é que as vagas de trabalho ligadas a computação em nuvem cresçam 34% em 2014.

Ainda segundo o estudo, a nuvem também deve ser motivo de interesse para pequenas e médias empresas (PMEs), que empregam 67% da mão de obra na América Latina. Muitas vezes, no entanto, empresas com esse perfil ainda não tiram o devido proveito do modelo de cloud computing. A nuvem dá abertura para um ciclo positivo de criação de empregos e economia de despesas para os negócios das PMEs.

O estudo foi intitulado “Facilitando a nuvem: regulação sobre proteção de dados como influenciador da competitividade nacional na América Latina”. Ele foi publicado pela entidade Inter-American Law Review e escrito por Horacio Gutiérrez, vice-presidente corporativo e conselheiro geral adjunto da Microsoft, e Daniel Korn, diretor de relações institucionais da Microsoft na América Latina.

O documento apresenta os benefícios que países podem usufruir em termos de competitividade nacional. A apresentação desses dados acontece em um momento em que muitos países avaliam a necessidade de atualizar legislações em torno da proteção de dados para possibilitar decisões do cidadão, a manutenção das informações de forma segura e a formação de confiança sobre uma tecnologia com alto potencial de transformação.

“Decisões sobre a rede regulatória que facilitem o uso de cloud computing podem ser um instrumento para crescimento econômico e expansão de benefícios sociais na região. É importante destacar que a nuvem não só aumenta eficiência, mas também promove maior equilíbrio”, disse Hernán Rincón, presidente da Microsoft na América Latina.

O artigo revela que inclusão social, agilidade, flexibilidade e segurança são outros aspectos beneficiados positivamente quando há mecanismos regulatórios equilibrados que facilitam o uso da nuvem. Por exemplo, o modelo de cloud computing permite que um hospital em área rural tenha acesso remoto a especialistas em tempo real. Outro exemplo é a adaptação que uma empresa pode fazer em sua estrutura de armazenamento e processamento de dados em tempos de menor demanda, como em uma crise econômica. Essa flexibilidade vem do fato de a nuvem ser ligada à mobilidade e, dessa maneira, estar amplamente acessível de forma contínua e segura.

Risco do software no PC 

Além disso, um estudo baseado em 70 mil brechas de segurança identificadas em 1,6 mil empresas mostrou que os softwares instalados no próprio computador tendem a ser mais vulneráveis a ataques do que as aplicações hospedadas na nuvem.

Para que a nuvem tenha sucesso, no entanto, usuários individuais têm de ter a certeza que seus computadores estão seguros contra hackers e que eles tem a capacidade de controlar quem tem acesso a suas informações pessoais.

“No futuro, talvez sejamos capazes de dizer que os mecanismos regulatórios de proteção de dados que facilitaram a adoção da nuvem foram os que mais contribuíram para a competitividade nacional, desenvolvimento econômico, além de produtividade e eficiência”, disse Daniel Korn, diretor de relações institucionais da Microsoft na América Latina.

O artigo na íntegra está disponível em neste link. 

12:23 · 10.04.2014 / atualizado às 12:23 · 10.04.2014 por

O Grupo de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação do Ceará (GGTIC-CE) realiza amanhã (dia 11 de abril) no Vila Galé Cumbuco, em Caucaia-CE,  o “CIO Meeting”, o encontro anual da comunidade executiva de tecnologia da informação do Ceará. Focando em gestão do conhecimento, o evento terá um dia de palestras sobre o assunto.

Segundo o GGTIC-CE, o principal objetivo do encontro é propor o debate sobre os temas liderança e gestão do conhecimento, os crescentes desafios do CIOs (responsáveis pela gestão de TI na empresa) diante da comoditização da TIC, seja por participação no processo ou na liderança do mesmo dentro das organizações.

O ciclo de palestras começa pela manhã com Fernando Teco Sodré, do Fundo de Investimentos Ikewai e, na sequência, Sílvio Meira, presidente do Conselho do Porto Digital de Pernambuco. À tarde,  além dos “private-rooms”, onde os CIOs participarão de reuniões pré-agendadas com fornecedores, segue o segundo ciclo de palestras, com Hermann Ponte, consultor e ex-vice-presidente da Embraer, e Deusmar de Queirós, controlador do Grupo Pague Menos.

17:17 · 07.04.2014 / atualizado às 17:50 · 07.04.2014 por

O estado do Ceará conta com 74 cidades digitais. É o que aponta pesquisa divulgada pela Rede Cidade Digital (RCD), que mapeia iniciativas brasileiras onde a tecnologia é utilizada para melhorar serviços públicos e ampliar o acesso das pessoas ao sinal da internet.

Entre as “cidades digitais” cearenses, o destaque vai para Viçosa do Ceará. O município é o único do estado a integrar o Sistema UNI, uma rede social criada no portal da RCD, especialmente para as cidades digitais. O UNI oferece uma interação mais rápida e fácil entre os gestores públicos, empresas fornecedoras de soluções tecnológicas e cidadãos, criando um canal de comunicação direto.

Localizada no noroeste cearense, a cerca de 350 quilômetros da capital, Viçosa investe em tecnologias da informação e da comunicação (TICs) desde 1997. Em 2002, a cidade implantou uma rede de fibra ótica de cerca de 9 mil metros de extensão. Em 2007, o município criou uma unidade móvel de 12 computadores e softwares que permitem ministrar cursos aos cidadãos.

Mapa do Brasil Digital

Com a inserção do estado do Ceará, o Mapa das Cidades já conta com mapeamento de 13 estados brasileiros. Ao todo, são mais de 600 localidades referenciadas.

As cidades apresentadas nos mapas estaduais são definidas por meio de sistematização de dados de municípios que possuem políticas públicas de inclusão digital, tendo como base a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e informações de veículos oficiais de comunicação das prefeituras e governos estaduais.

Os critérios para a indicação de cidade digital partem do princípio de que estes municípios atendam, no mínimo: o fornecimento de sinal de internet (Wi-Fi) gratuito para os cidadãos, em sua totalidade ou em determinada área; e/ou, disponibilidade de ferramentas e infraestrutura de governo eletrônico (e-gov), como serviços de atendimento via web ou ligação de órgãos e prédios públicos por meio de cabeamento óptico.

Confira aqui o mapa do estado do Ceará.

13:35 · 13.03.2014 / atualizado às 13:35 · 13.03.2014 por

 

A Totvs promove amanhã em Fortaleza palestra sobre o “Impacto do Big Data para os negócios”. O palestrante é Gustavo Pagotto, que se propõe a mostrar para executivos e empresários cearenses como os negócios podem ser cada vez mais impulsionados com o uso da análise de informações.

O conceito de big data envolve o conjunto de soluções tecnológicas para lidar com dados digitais em grande volume, permitindo analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, algo fundamental para a tomada de decisões.

O palestrante, Gustavo Pagotto, é formado em Administração pela Universidade de São Paulo(FEA-USP) e pós-graduado em Gestão de Negócios e Valorização de Empresas na Fundação Instituto de Administração (FIA). Pagotto já atuou com operações de comércio internacional em empresas como CMP Despachos, Bayer e Câmara Brasil-Alemanha. Desde 2009 na Totvs, participou de projetos relacionados à expansão internacional da companhia e, em 2011, passou liderar iniciativas de novos negócios relacionados a computação em nuvem, software como serviço (SaaS) e mobilidade.

Serviço:

Palestra “Impacto de Big Data para os negócios” com Gustavo Pagotto.

Data: Sexta-feira, dia 14 de março, às 8h30

Local: Totvs Ceará (Av. Coronel Miguel Dias 100 – Bairro Guararapes, Fortaleza

17:15 · 29.01.2014 / atualizado às 17:33 · 29.01.2014 por
A final da atual temporada do futebol americano será disputada no próximo domingo,
dia 2 de fevereiro, pelos times do Denver Broncos e do Seattle Seahawks

A Level 3 Communications anunciou hoje que, pelo 25º ano consecutivo, fornecerá serviços de transmissão de vídeo para o Super Bowl XLVIII, a grande final da temporada de futebol americado, que acontecerá em Nova York,  no dia 2 de fevereiro. A tão esperada final será disputada pelo times do Denver Broncos e do Seattle Seahawks. O Super Bowl é uma realização da NFL, a liga nacional de futebol americano.

Como um dos eventos televisivos mais assistidos dos Estados Unidos a cada ano, o Super Bowl inclui um conjunto exclusivo de requisitos para assegurar uma transmissão perfeita em alta definição (HD) do jogo para fãs fervorosos do futebol americano em todo o mundo.

Pela primeira vez na história, o Super Bowl XLVIII conta com a complexidade de construir um local separado de transmissão na Times Square, em Nova York, para o canal de TV FOX Sports. O local remoto da Times Square possui um escritório temporário de 418 metros quadrados que utiliza mais de 60.960 metros de cabos.

Este ano, o Super Bowl será realizado no MetLife Stadium, que está diretamente conectado com a rede avançada de fibra óptica da Level 3, permitindo a transmissão do evento pela TV.  A FOX também usará os serviços de compressão JPEG 2000 da Level 3, que a emissora utilizou em todos os locais da NFL durante a temporada de 2013. No total, mais de 5 mil horas de conteúdo de vídeo serão adquiridos, codificados e transmitidos pela plataforma Vyvx VenueNet+ da Level 3 como parte da cobertura do Super Bowl.

Desafio na neve
“Pela primeira vez na história, o Super Bowl será disputado ao ar livre no inverno. Como parte da celebração desse evento sem precedentes, a FOX estará na Times Square para um evento de cobertura de uma semana antes do jogo”, afirmou Keith Goldberg, vice-presidente de operações globais e serviços de transmissão da FOX Networks Group. “Mais do que nunca, o desempenho é essencial”, diz Goldberg, em comunicado distribuído à imprensa pela Level 3.

“O Super Bowl deste ano é uma novidade para nós, no sentido de ser realizado em um estádio em que nunca foi realizado um evento dessa magnitude”, afirmou Glenn Adamo, vice-presidente de operações de mídia da NFL. “Com esse nível de complexidade, é importante que tenhamos um parceiro de confiança para ajudar-nos a transmitir o jogo para espectadores de todo o mundo”, afirma Adamo.

Além de transmitir o jogo, a Level 3 também se encarregará das transmissões antes e após o jogo para todos os centros de operação da NFL, NFL Films em Mt. Laurel, em Nova Jersey, e os estúdios da NFL Network em Culver City, na Califórnia, NFL Network Master Control em Atlanta e outras redes de transmissão e teleportos satelitais para distribuição global.

“A transmissão do Super Bowl do ano passado foi vista por um público total estimado de 108,4 milhões de espectadores nos Estados Unidos, o que o torna o terceiro programa de televisão mais assistido da história, e a Level 3 foi essencial para que isso acontecesse”, afirmou Mark Taylor, vice-presidente de mídia e serviços IP da Level 3. “Trabalhamos com a FOX e a NFL há muitos anos, então sabemos como é importante oferecer uma transmissão perfeita para suas empresas e espectadores. Desde o planejamento e a estratégia até a implantação e a execução, estamos presentes em cada passo do processo”.

Por dentro da tecnologia
A tecnologia Vyvx VenueNet+ da Level 3 foi desenvolvida para oferecer serviços de vídeo digital em HD e em definição padrão (SD) sem comparação, com codificação HD e SD adicionais, internet de alta velocidade e serviços de telefonia. A tecnologia Vyvx é utilizada nos 31 locais de eventos de futebol americano da NFL em todo o país.

Para assistir
A transmissão do Super Bowl XLVIII irá ao ar pela rede FOX no dia 2 de fevereiro às 18h30m EST (20h30 no horário de Fortaleza). No Brasil, a transmissão fica a cargo da ESPN. Quem não é assinante do canal pode ver o jogo pela internet (se tiver uma boa conexão de banda larga), comprando o Game Pass no site da NFL por  US$ 9,99. O Game Pass também dá direito a assistir a toda a programação do canal NFL Network e aos jogos da última temporada.

16:58 · 24.01.2014 / atualizado às 11:26 · 31.01.2014 por

A qualidade do software é tema do “I Encontro Testes de Software do Ceará”, que acontecerá na tarde deste sábado, dia 25 de janeiro, em Fortaleza. O evento, abrigado pela Faculdade 7 de Setembro, contará com três palestras, com organização do Grupo de Testes de Software do Ceará (GTS-CE).

A primeira palestra, com o tema “Papéis em Teste e Qualidade de Software”, será ministrada por Felipe de Oliveira, especialista em testes de sistemas que já participou de projetos para o Vale do Silício (EUA) e atualmente exerce as funções de analista de testes e requisitos na empresa cearense VTI Tecnologia.

Outra palestra, “Introdução às Técnicas e Documentações de Testes”, será a cargo do analista de sistemas Felipe Alessander, que atua na área de qualidade de software há seis anos e atualmente exerce as funções de scrum master e analista de testes na Polibrasnet. A terceira palestra, intitulada “Testes Ágeis”, será de Felipe Suppi, que exerce as funções de gerente de projetos e coordenador de fábrica da SoftSite Informática.

Segundo Augusto Magalhães, um dos organizadores do encontro, o Ceará sofre hoje uma escassez de eventos e cursos na área de qualidade de software. “Este é apenas o primeiro passo. Pois o grupo do qual sou um dos coordenadores e co-fundador está nascendo agora”, diz.

O encontro tem entrada franca, mas a organização solicita dos participantes a doação de 1 kg de alimento destinado a uma instituição de caridade. As inscrições podem ser feitas por este link. O  I Encontro Testes de Software do Ceará tem início às 14h, no auditório da FA7.