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Categoria: Mobile


12:48 · 27.08.2015 / atualizado às 12:50 · 27.08.2015 por
Eugene Kaspersky mostra avanço de ataques no ambiente mobile
Eugene Kaspersky mostra avanço de ataques no ambiente mobile

Dados foram apresentados durante o Seminário Latino-Americano de Analistas de Segurança, promovido pela Kaspersky Lab, em Santiago, no Chile, de hoje, 27/08, até 29/08

Segundo levantamento da Kaspersky Lab, mostrado durante Seminário Latino-Americano de Analistas de Segurança, promovido pela Kaspersky Lab, em Santiago, no Chile, de hoje, 27/08, até 29/08, mais de 99% dos malwares desenvolvidos para atacar dispositivos móveis (tablets e smartphones) em 2014 miravam equipamentos com sistema operacional Android.

Além disso, os 10 maiores ataques a dispositivos móveis (smartphones e tablets) nos últimos 12 meses foram aos equipamentos que usam sistema operacional Android também. Isso se explica pelo domínio do sistema do Google no mundo, mas também pela menor preocupação do usuário por segurança em celulares e tablets.

Assim como para ambientes de usuários de PCs, a dica é ter cuidado com as redes móveis com acesso livre, arquivos estranhos, mesmo de conhecidos. A instalação de antivírus móveis também é uma opção.

Jornalista viajou a convite da Kaspersky Lab para o Chile

08:39 · 02.07.2015 / atualizado às 08:39 · 02.07.2015 por

psafetotalA PSafe Tecnologia S/A, empresa brasileira de segurança digital em nuvem por meio de aplicativos mobile, anuncia ter recebido aporte de US$ 30 milhões dos fundos de investimento Redpoint, eVentures, Pinnacle Ventures, Redpoint eventures e da empresa de segurança Qihoo 360 da China. Com isso, torna-se a primeira empresa de mobile app latino-americana a alcançar um valor de mercado superior a R$ 1 bilhão.

O investimento representa mais um passo no processo de crescimento acelerado da companhia, que teve início em janeiro de 2014, quando ocorreu o lançamento do PSafe Total, aplicativo de segurança e otimização para plataforma Android. Gratuito, o serviço já teve mais de 50 milhões de downloads e está entre os cinco aplicativos móveis mais baixados do Brasil desde o ano passado.

“Este investimento adicional é um enorme voto de confiança na visão da PSafe em proporcionar uma Internet segura e com privacidade a todos usuários mobile, em qualquer lugar e a qualquer momento”, afirma Marco DeMello, fundador e CEO da companhia. “Além de proporcionar uma expansão das nossas atividades no Brasil, esse investimento permite nossa internacionalização imediata, com a estruturação de nossas operações na América Latina”, conclui.

À medida que os cyber-ataques de criminosos em todo o mundo ficam mais sofisticados e focados em usuários móveis, os latino-americanos têm se tornado alvos relevantes, uma vez que ainda são, em sua maioria, usuários inexperientes da internet móvel. O Brasil, por exemplo, já é o segundo país mais infectado por malwares focados em roubo de dados bancários em dispositivos Android. Por acreditar que sua missão é crítica no estabelecimento de um ambiente mobile seguro para todos, a PSafe jamais cobrou um centavo de seus usuários.

“A PSafe é um excelente exemplo de por que acreditamos tanto no potencial da internet brasileira”, afirma Anderson Thees, sócio da Redpoint eventures. “Fundada no Brasil, a companhia possui um dos aplicativos mais baixados e utilizados no País, com mais de 40 milhões de downloads. Ao ultrapassar a marca R$ 1 bilhão de valoração, a PSafe atesta a maturidade do mercado nacional e prova que, com um time de ponta e visão estratégica, empreendedores podem e estão construindo grandes companhias. Nós ficamos muito satisfeitos em tê-los apoiado neste desafio”, diz.

O investimento possibilitará que a PSafe desenvolva novas soluções e amplie seu plano de educar e oferecer mais segurança para milhões de novos usuários em toda a América Latina. Isso porque a companhia planeja expandir seus negócios por meio da abertura de seu primeiro escritório internacional no México até setembro de 2015.

“A Qihoo está extremamente satisfeita com o nosso investimento e parceria com a PSafe, dado o seu sucesso e domínio do mercado Brasileiro. Estamos muito animados em fazer parte deste novo capítulo de expansão da companhia para o México e América Latina”, diz Zhou Hongyi, CEO e co-fundador da Qihoo 360.

Para a PSafe, internet segura é um bem público, similar à água potável e à energia. Além de suas soluções gratuitas para plataformas Android e PC, a companhia desenvolveu um projeto que envolve a instalação de redes seguras e gratuitas de Wi-Fi em estabelecimentos e transportes habilitados, chamado SafeWifi. Atualmente, a iniciativa já está disponível em mais de 500 bares e restaurantes de São Paulo e em fase piloto em 250 táxis na capital paulista. A expectativa é ampliar o escopo do projeto para o Rio de Janeiro ainda neste ano e para outras capitais brasileiras em 2016, desenvolvendo, na prática, o conceito de “transporte público inteligente” no Brasil.

13:00 · 26.06.2015 / atualizado às 13:00 · 26.06.2015 por
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo
O conselheiro Rodrigo Zerbone, o presidente da Anatel, João Rezende, e a superintendente de Relações com Consumdores, Elisa Leonel, apresentaram o novo aplicativo

A Anatel lançou nesta sexta, 26, o aplicativo “Anatel Consumidor“, que permite ao consumidor registrar e acompanhar, em celulares e tablets, reclamações contra as prestadoras de telecomunicações. A ferramenta também permite o registro e o acompanhamento de sugestões e pedidos de informação e conta com uma seção destinada a tirar as principais dúvidas sobre direitos do consumidor por meio de Perguntas Frequentes.

O app está disponível para os sistemas Android, iOS (Apple iPhone) e Windows Phone e pode ser baixado nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Este é o segundo aplicativo oficial da Anatel. O primeiro foi o “Anatel Serviço Móvel“.

“Trata-se de mais uma iniciativa para permitir que o consumidor exerça seus direitos com maior praticidade e rapidez. A nossa intenção é que a internet seja, nos próximo anos, o principal canal de atendimento da Anatel”, diz o presidente da Agência, João Rezende.

No ano passado, os consumidores de telecomunicações registraram cerca de 2,8 milhões de reclamações contra suas prestadoras de telecomunicações na Anatel. Em 2015, até o final de maio, este número chega pouco mais de 1,5 milhão de reclamações, sendo que 63% delas são registradas pela Central de Atendimento Telefônico da Agência (telefone 1331) e 37% pela internet, no sistema Fale Conosco.

Com o aplicativo, a Anatel espera não apenas tornar o registro de reclamações mais intuitivo e fácil para o consumidor, como também se adequar às novas tendências de atendimento, que indicam que consumidor tende a substituir os canais tradicionais, como call centers, por meios digitais.

“Está mais fácil registrar uma reclamação na Anatel. Mas é fundamental que o consumidor tente primeiro resolver o seu problema nos canais de relacionamento da própria prestadora, seja por telefone ou pela internet. É a operadora, afinal, que tem a obrigação de atender bem ao consumidor, respeitar o contrato que firmou com ele e atender às regras do setor” afirma Elisa Leonel, superintendente de Relações com Consumidores da Anatel. “A Agência só deve ser acessada caso o atendimento da prestadora não resolva a situação. Por isso, é fundamental que o consumidor anote e guarde os números de protocolos de atendimento que a empresa lhe fornecer.”

Quando um consumidor registra uma reclamação na Anatel, ela é encaminhada para a prestadora que está sendo reclamada. A empresa tem, então, cinco dias úteis para dar uma resposta ao consumidor. Embora não trate de forma individual as reclamações, a Anatel cobra das prestadoras o cumprimento dos prazos e analisa, por meio de amostras selecionadas aleatoriamente e estatisticamente válidas, a qualidade das respostas das prestadoras. Em geral, mais de 70% das reclamações registradas na Anatel são respondidas dentro do prazo de cinco dias úteis.

Além de acompanhar como as prestadoras atendem ao consumidor, a Anatel também monitora quais são as principais razões que levam o consumidor a buscar seus canais de atendimento. Com base nessas informações, planeja ações de fiscalização, acompanhamento e controle, e até mesmo mudanças nas regras do setor.

Nota da redação

O problema é o resultado das reclamações. A última grande reclamação dos clientes de telefonia móvel, por exemplo, é o corte da internet quando o plano acaba. Antes havia uma redução drástica da banda oferecida. Agora o pacote é cortado e pronto. A Anatel poderia muito bem agir em nome da população que não teve suas necessidades mínimas respeitadas. Até agora vimos os Procons ao redor do País em um esforço gigante para resolver esta questão. Algumas liminares foram ganhas e outras derrubadas. Seria bom um posicionamento firme da Anatel em defesa do consumidor.

09:46 · 25.06.2015 / atualizado às 11:07 · 25.06.2015 por

dragonballzProduzido em parceria pela desenvolvedora carioca Aiyra e a Fox Film do Brasil, e com apoio da Playspot e UZGames, Dragon Ball Z: O Renascimento de F – O Jogo ganha os dispositivos móveis. O game de estratégia por turnos, gratuito que acompanha o longa-metragem homônimo em cartaz nos cinemas do Brasil desde 18 de junho (quinta-feira) já está disponível para smartphones e tablets equipados com Android e, em breve, também para iOS.

Inspirado no aclamado anime criado por Akira Toriyama, O Renascimento de F aborda o retorno de Freeza, ressuscitado pelo poder das Esferas do Dragão. De volta à Terra, o vilão busca vingança contra Goku e seus amigos, que terão que unir forças para derrotar a sua poderosa transformação.

Os jogadores devem enfrentar duros inimigos para destravar novos personagens, que tornam o grupo mais forte. No total, são 14 personagens do anime, incluindo os memoráveis Vegeta, Gohan, Piccolo e Kuririn, que também possuem formas alternativas, como os famosos Super Saiyajins, e as transformações exclusivas, que marcam sua estreia no filme. Do lado dos inimigos, são mais de 20 personagens de diversos níveis, e com seus próprios golpes.

Com o avanço no game, além de fortalecer sua equipe, você também aumentará o Poder Z dos seus guerreiros, responsável por ditar a eficiência dos seus golpes e ataques especiais, e o dano sofrido a cada investida dos oponentes.

O game mistura a tradicional jogabilidade de um RPG por turnos com novas mecânicas, criando uma experiência que recompensa as jogadas mais estratégicas. No total, são mais de 30 técnicas, que incluem poderosos ataques e jogadas mais estratégicas, como o aumento temporário do poder dos personagens, e táticas defensivas.

Depois de montar um time respeitável no modo solo, ainda é possível medir forças contra jogadores de todo o país e do mundo no disputado modo online de O Renascimento de F. Nessa modalidade, os usuários serão pareados com outros jogadores, e disputarão partidas 3 contra 3. Essas lutas contam pontos, que fazem com que os usuários disputem posições no ranking do jogo.

Dragon Ball Z: O Renascimento de F já está disponível e pode ser baixado gratuitamente no Google Play, loja online do sistema Android. Também está prevista uma versão para iOS, que estará disponível em breve.

Características:
– Jogue com Goku, Vegeta, Gohan e outros poderosos guerreiros da série.
– Mecânica inteligente e repleta de ação.
– Grande variedade de golpes e estratégias.
– Treine sua equipe em qualquer lugar com o modo solo off-line.
– Empolgante modo competitivo online.
– Lute contra os maiores vilões do filme DBZ: O Renascimento de F.
– Mostre criatividade com estratégias surpreendentes.
– Experimente versões Super Saiyajin dos seus heróis favoritos.
– Utilize as novas transformações exclusivas do filme!
Para mais informações, visite: https://dbz.playspot.com.br/

07:00 · 21.12.2014 / atualizado às 12:56 · 19.12.2014 por
Os pontos de rede wi-fi da Oi chegaram a 1 milhão de locais no Brasil. Isso ajuda a conseguir navegar por vários lugares sem pagar Foto: Kid Junior
Os pontos de rede wi-fi da Oi chegaram a 1 milhão de locais no Brasil. Isso ajuda a conseguir navegar por vários lugares sem pagar Foto: Kid Junior

A rede de internet sem fio da Oi acaba de atingir a marca de mais de 1 milhão de pontos no Brasil. No mundo, os clientes da Oi já podem usufruir de cerca de 14 milhões de hotspots em diversos países. Segundo a assessoria de imprensa da operadora, os números foram possíveis graças ao investimento direto de R$ 10,4 milhões da Oi na rede em 2014 e à parceria com a FON, a maior comunidade wi-fi no mundo.

“O contínuo investimento na expansão da rede Oi WiFi, com cada vez mais abrangência e novos parceiros, faz parte da estratégia da Oi de oferecer serviços inovadores para seus clientes empresariais, além de mais possibilidades de conexão aos clientes de varejo, complementando a banda larga residencial e os planos de internet para celular e internet móvel em tablets e notebooks – ou seja, proporcionando uma experiência de internet mais completa para o cliente”, destaca Abel Camargo, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Oi.

Nos últimos 12 meses, o número de hotspots Oi WiFi cresceu 144% em todo o país, que representa uma expansão de mais de 670 mil pontos. No Ceará, já são 25.186 pontos wi-fi da Oi instalados, 65,60% a mais no mesmo período do ano passado. Entre os recentes parceiros da Oi na expansão de sua rede Oi WiFi estão os maiores bancos do país – que disponibilizam a conexão em mais de 150 agências bancárias –, além das redes de hotéis BHG, Costa do Sauipe, os varejistas C&C e Decathlon, os Laboratórios Hermes Pardini, o Hospital Nipo-Brasileiro e o SESC.

A rede Oi WiFi está presente em locais de grande circulação de pessoas, como restaurantes, bares, cafés, aeroportos e shoppings de todo o país, além de locais públicos abertos e pontos turísticos. O principal canal de entrada dos clientes da Oi na rede é o aplicativo Oi WiFi, lançado há 2 anos e que já acumula mais de 2 milhões de downloads. Hoje, mais de 40% dos acessos da base elegível da Oi à sua rede wi-fi são feitos por meio dessa ferramenta, disponível gratuitamente para smartphones e tablets nas principais lojas de aplicativos do mercado.

Números negativos da Oi

A boa notícia do wi-fi da operadora vem logo depois da péssima notícia de que a Oi não atingiu, no Ceará, a qualidade mínima definida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o serviço de banda larga – móvel e fixa – nos meses de julho, agosto e setembro deste ano. Segundo divulgou a agência no último dia 9, a operadora apresentou falhas nos itens de velocidade instantânea, velocidade média, latência e perda de pacotes. As outras companhias que atuam no Estado, Claro, Nextel, Tim, Vivo e GVT, cumpriram a meta.

As medições da qualidade da banda larga fixa são feitas por meio de um equipamento instalado nas conexões de voluntários. Em julho último, a Oi ficou abaixo da meta de eficiência no quesito velocidade instantânea da banda larga móvel, que corresponde à velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet. A determinação da Anatel é que seja apresentado pelo menos 30% da velocidade contratada em 95% das medições. A média foi atingida pela Oi, entretanto, em 91.66% dos casos.

No mesmo mês, deixou de ser atingido o critério velocidade média, que se refere à média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês. A meta da Anatel é de 70% da velocidade contratada. A Oi só atingiu, contudo, 68.08 %.

A companhia também falhou, quanto à banda larga fixa, no critério latência bidirecional – o período de transmissão de ida e volta de um pacote, entre a casa do voluntário e o servidor de medições. A meta da Anatel é de 80 milissegundos em no mínimo 90% das medições. O limite só foi alcançada pela Oi, porém, em 87.68% dos casos.

Já quanto à perda de pacotes da Oi – quando um dos pacotes não encontra seu destino ou é descartado pela rede, por conta da baixa qualidade da conexão – a agência reguladora estipula o máximo de 2% dos pacotes em no até 90% das medições. O percentual atingido pela empresa de telefonia foi de 82,26%.

Em agosto, a Oi atingiu patamar de 83.82% no caso da velocidade instantânea, 64.07% da velocidade média, 87,02% de latência e 81,53% de perda de pacotes. No mês seguinte, a companhia apresentou índices, respectivamente, de 90,44%, 77,84% e 63,43%.

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