Categoria: Nuvem


08:17 · 12.07.2020 / atualizado às 12:10 · 13.07.2020 por

Os data lakes são soluções bastante atrativas para os negócios. Afinal, eles cumprem muito bem o propósito de armazenar, centralizar e disponibilizar um grande volume de dados. No entanto, muitas empresas ainda têm dificuldades em como implementar essa arquitetura do zero.

Pensando nisso, a BRLink, empresa de tecnologia que oferece soluções de cloud, vai promover o webinar gratuitoData Lake na AWS: por onde começar?”, em uma conversa exclusiva com grandes referências no assunto.

Mediada pela CEO da BRLink, Rafael Marangoni, a conferência online terá a participação do Developer & A.I na BRLink, Rafael Campana, e do Big Data e Analytics Specialist Solution Architect na Amazon Web Services (AWS), Hugo Rozestraten.

No evento, que irá acontecer no dia 15 de julho, às 18h, os palestrantes vão apresentar as principais dicas para começar um projeto de Data Lake praticamente do zero, além de apresentar alguns projetos de sucesso que desenvolveram para clientes.

Os participantes vão aprender ainda o que é uma cultura de dados, por onde começar e porque serviços serverless (tipo de computação em que os desenvolvedores não provisionam ou gerenciam os servidores nos quais os aplicativos são executados) podem ajudar nesse início, além das vantagens, desvantagens e resultados.

Ao longo da conferência online, os participantes terão a oportunidade de interagir com os especialistas por meio de perguntas e, ao final, poderão participar de um quizz concorrendo a uma Amazon Alexa.

O Webinar “Data Lake na AWS:por onde começar?” acontece no dia 15 de julho, às 18h, e podem participar do evento desenvolvedores, cientistas de dados, CIO´s, diretores, gerentes e coordenadores de TI.

Para garantir sua participação ou de algum membro da sua equipe, realize a inscrição AQUI.

Tema: Data Lake na AWS: por onde começar?

Data: 15/07

Horário: 18h

Inscrições: https://materiais.brlink.com.br/webinar_data_lake

06:44 · 08.07.2020 / atualizado às 06:47 · 08.07.2020 por

Antigamente, quando falávamos em backup, era sempre necessário ter algum tipo de mídia física. Armazenar o conteúdo dos arquivos que queríamos salvar necessitava de disquetes, CDs, DVDs e pendrives. Felizmente, soluções em nuvem foram criadas e salvar nossos arquivos ou até mesmo compartilhá-los virou uma missão bem mais tranquila. Quando o assunto é computação em nuvem ou cloud computing, tanto empresas quanto pessoas comuns têm mais ganhos do que perdas. Para as empresas, redução de custo de armazenamento físico dos dados é uma das vantagens. Outra é que funcionários podem trocar informações com a nuvem e trabalhar de qualquer lugar, até de casa. O sonho do home office é uma realidade nos tempos atuais cada vez mais forte. “A tecnologia com videoconferência é um grande facilitador para que o profissional do futuro possa trabalhar de onde quiser. A troca de arquivos em nuvem, sem perder qualidade ou agilidade, também mudou o panorama nesse sentido,” explica Gil Van Delft, presidente do PageGroup no Brasil.

>>>Universidade de Fortaleza tem curso na área de Computação em Nuvem

Camila Zoé Frias, gerente de Comunicação do Google para a América Latina, afirma que a tecnologia da nuvem está presente no dia a dia de muitas pessoas, com diversos serviços utilizando dessa solução, seja para armazenamento on-line de arquivos, troca de mensagens, uso de chats digitais, entre diversos outros exemplos. “Com o trabalho e o estudo remoto se tornando mais necessários por conta da pandemia, estamos vendo uma aceleração na busca pela nuvem, além de observar o aumento no número de empresas que estão migrando suas diferentes cargas de trabalho para o modo remoto, com o objetivo de contar com seus benefícios como maior segurança, auxílio de ferramentas e práticas que garantam, maior velocidade e facilidade na execução de tarefas e mais segurança”, esclarece Frias.

Ela também reforça que a alta adoção da suíte de aplicativos de colaboração do Google Cloud, o G Suíte, mostra que este movimento de uso de recursos na nuvem não para de crescer. “No início do ano, a ferramenta atingiu os 6 milhões de usuários globais, entre os pacotes empresariais e educacionais. O Google Meet, ferramenta de videoconferências do G Suite, atualmente soma mais de 3 milhões de novos usuários diariamente, hospedando o equivalente a 3 bilhões de minutos de videoconferências. Em abril, a ferramenta ultrapassou os 100 milhões de participantes de reuniões todos os dias”, afirma a gestora.

Sérgio Barreira Uchôa, gerente de Desenvolvimento da Hostweb, empresa do Grupo Secrelnet, completa o que explica a gestora do Google Cloud dizendo que não há como pensar o mundo atual sem falarmos em computação em nuvem. Para ele, o consumidor não tem nem opção. Ele já usa a nuvem mesmo sem perceber. “Mesmo que não queiram já usam serviço na nuvem. Uma série de comodidades hoje em dia já fazem uso da nuvem. Fazer backup do celular, usar mensagem instantânea, recomendação de mapa, roteirização, trajetos, tudo isso só funciona por conta da nuvem. As pessoas podem optar é por comprar um serviço na nuvem. A maioria delas só usa serviço gratuito, mas o pago está se difundindo. Streaming de música como Spotify e Deezer estão em nuvem. O valor pago não é tão caro e já começam a se popularizar. Tem gente que nem sabe como vivia antes do Netflix”, afirma.

João Nunes, diretor de nuvem da Microsoft Brasil, concorda com que fala Uchôa. Para a Microsoft, a nuvem é um dos grandes motores tecnológicos da transformação digital, trazendo mais eficiência, produtividade e um ambiente de trabalho mais moderno para as empresas. “O poder e a importância da adoção da nuvem, vai muito além do backup de dados. A adoção dessa tecnologia proporciona mais rapidez e agilidade para o negócio, através de uma extensa gama de serviços e funcionalidades, incluindo recursos de Inteligência Artificial”, disse Nunes.

Para as empresas, Uchôa acredita que não é uma questão de se vai, mas quando vai, como vai e por que vai usar a nuvem? “A questão é muito certa. Vou dar uma situação comum no nosso trabalho. Um cliente chega para nós e diz que vai aumentar o projeto dele e nesta hora o cliente tem a opção de ou aumentar uma estrutura em casa ou terceirizar tudo com data center na nuvem e se focar no negócio dele. Nós conseguimos vários clientes na área de varejo, mercantil, por essa questão. Aqui em Fortaleza os mercadinhos estão crescendo muito e esse pessoal tem cada vez menos tempo para se concentrar em trocar HD ou máquinas. Vários deles são clientes nossos por isso. Eles passam a se concentrar no negócio deles e deixam essa parte técnica conosco. Eles vão focar em produto, atender melhor o cliente etc.”, garantiu Uchôa.

Frias afirma que, de acordo com a consultoria IDC, o formato de nuvem que mais cresce é o multi-cloud. “Mais da metade das empresas da América Latina devem integrar o gerenciamento da nuvem nesse tipo de estrutura até 2020. Essa opção permite que as empresas combinem opções de serviços mais competitivos ou adequados ao seu objetivo, fornecidos por diferentes provedores de nuvem. Para facilitar essa adoção, o Google Cloud oferece a solução Anthos, que permite o gerenciamento de um estrutura multi-cloud eficiente, onde é possível modernizar aplicativos e, ao mesmo tempo, implantar novas funcionalidades, além de reduzir a sobrecarga operacional e melhorar a produtividade dos desenvolvedores”, explica.

Quando migrar

Segundo Diego Santos, gestor de Tecnologia e Inovação da Locaweb, o estágio de migração é considerado quando a empresa tem ao menos base de governança, técnica e operacional para consumo por uso, para migrar com eficiência os ambientes. “Nesta fase, para uma migração eficiente, é fundamental considerar o desenho de projeto que minimize o risco de falhas e maximize o ROI (Return Of Investiment ou em português Retorno de Investimento). Muitos projetos ambiciosos de TI falham porque eles são baseados em estratégias e planos inadequados. É crítico classificar, sequenciar e ter um plano e método que sejam aderentes às cargas de trabalho, ambientes e até cultura da empresa”, afirmou Santos.

De acordo com Santos, a empresa precisa avaliar se existe um roteiro de migração que contemple um plano com recursos e detalhes sobre as atividades da ação. “O roteiro é usado para definir a ordem e dependências de suas iniciativas para atingir as metas estabelecidas, fundamentado em uma arquitetura que suporte os requisitos do negócio e a conformidade com políticas de governança”, completa.

Por fim, o gerente da Locaweb afirma que além da migração é fundamental pensar no pós também. Para chegar a esse estágio, uma empresa que já tenha passado pela migração entra no desafio de amadurecimento como loop contínuo, não um destino final. “Uma vez na nuvem é crítico no sucesso de uso desta tecnologia a manutenção com otimização de processos que viabilizarão a redução de custos e melhoria contínua de serviços, ponto em que se permite perceber o verdadeiro valor da transformação e uso da tecnologia cloud”, encerra.

Pessoa física

Para você que não tem uma empresa há algumas ótimas soluções de nuvem para salvar seus arquivos da faculdade, do colégio ou mesmo da empresa. Para você que tem notebook, desktop e celular, ter acesso a algum tipo de nuvem é vital. Hoje em dia, há ótimas máquinas com pouco armazenamento (128GB ou 256GB) e celulares com 128GB que podem parecer muito, em primeiro momento, mas depois de tantas fotos e vídeos começam a ficar pequenos. “O ambiente em nuvem permite uma série de benefícios tanto para as empresas, quanto para pessoas físicas. Uma delas é a flexibilidade de acesso aos arquivos de qualquer lugar e em diversos dispositivos; e outra é a segurança. Atualmente, com a nuvem, nem mesmo o backup de arquivos é necessário. Um exemplo disso, é o Google Fotos que é uma ferramenta em nuvem que já salva automaticamente as fotos que os usuários tiram com a câmera de seus smartphones”, afirma porta-voz do Google.

Além do Google, a Microsoft está no mercado com ótimas soluções de nuvem com preços que começam em 9 para 100GB, além da versão de 5GB gratuita. Há também soluções conjuntas com o Office 365, um pacote que também inclui programas consagrados da empresa como Word e Excel. Estas soluções podem ser importantes para pessoas que não pensam ou não podem largar a dupla de soluções citadas acima. O Excel é notório um dos principais programas de planilha eletrônica do mundo para pessoas comuns. Então, é complicado abandoná-lo em troca de outro produto.

Outra solução, essa usada por usuários da Apple, é a iCloud. Além da solução grátis de 5GB, a Apple oferta 50 GB por R$ 3,50, 200 GB por R$ 10,90 e 2 TB por R$ 34,90. O que a Apple oferta é interessante para quem já é cliente dela com iPhones, iPads e MacBooks. Porém, muitos consumidores que têm estes produtos preferem outras nuvens, principalmente a do Google.

Ainda há soluções como Dropbox que tem custo mensal de US$ 9,99 quando pago anualmente e você tem direito a 2TB no plano Plus. No plano Profissional você paga US$ 16,58 por mês na assinatura anual e tem direito a 3TB.

Segurança

Estamos na era da tecnologia, mas cada dia mais também na era das invasões e ataques cibernéticos. Como garantir a inviolabilidade dos dados na nuvem? Segundo Frias, o Google Cloud, por exemplo, investe em soluções para garantir tanto a proteção interna, quanto a das empresas que estão em sua nuvem, seja com hospedagem de infraestrutura de TI, no desenvolvimento de aplicações e análise de dados, ou no uso das ferramentas do Google Cloud Platform (GCP). “A segurança é nossa prioridade e para isso, trabalhamos frequentemente para lançar aprimoramentos de dispositivos de segurança, como os controles de serviço da VPC, criados para garantir a privacidade de dados, ou ainda o Programa de Proteção Avançada, para contas do Google de usuários com maior risco de evidência, como líderes empresariais e jornalistas. Também tomamos medidas como a Central de Alertas do G Suite, onde fornecemos orientações básicas aos colaboradores para que tenham consciência sobre ameaças digitais. Disponibilizamos ainda um relatório de transparência, onde compartilhamos dados que mostram como políticas e as ações afetam a privacidade, a segurança e o acesso à informação on-line”, garantiu.

A gerente de Comunicação do Google para a América Latina reforça que o G Suite possui por padrão controles avançados de phishing e malware, uma norma fundamental de todos os produtos e serviços do Google Cloud. “Esses modelos de combate a golpes buscam e analisam sinais de segurança em anexos, links e imagens externas, com o objetivo de bloquear ameaças. Conforme novos ataques são descobertos, são acrescentados à infraestrutura do Navegação Segura, assim, qualquer pessoa que use essa interface do Google Cloud estará protegida. Para se ter uma ideia, somente em abril, o Gmail chegou a contabilizar 18 milhões de mensagens diárias com malware ou phishing no mundo todo”, encerra.

Vale a pena?

Sim, vale muito. O backup mídia física ainda pode e deve ser usado sempre que possível e se não for aumentar demais o custo. Porém, a segurança de se ter os arquivos na nuvem é uma vantagem a ser considerada. É muito válido tanto para empresas quanto para você que está concluindo o seu curso na faculdade e quer um lugar seguro para guardar os documentos para a monografia que te levará a formatura. Analise os custos do processo de migração de seus dados para a nuvem e, principalmente, da manutenção antes de contratar. Também é bom avaliar a criação de senhas fortes e esquemas de dupla autenticação sempre que possível para evitar invasões.

06:41 · 08.07.2020 / atualizado às 20:33 · 08.07.2020 por

Em funcionamento na Universidade de Fortaleza, o curso de Computação em Nuvem ofertou, na primeira turma em setembro de 2019, 40 vagas. Ano que vem, a Universidade abrirá novamente espaço para outra seleção. O curso é direcionado para profissionais que atuam ou desejam trabalhar no segmento de gestão, suporte e infraestrutura da tecnologia da informação e comunicações. A ideia é oferecer mão de obra qualificada para um setor que só cresce.

>>>Nuvem é solução segura para armazenamento tanto para pessoas quanto para empresas

“Nos últimos anos, grande parte das repositórios de dados e aplicações migraram para a nuvem. Segundo a Forbes, o mercado da Computação em Nuvem, inicialmente estimado em US$ 67 bilhões em 2015, deve crescer para até US$ 162 bilhões este ano. O curso de Computação em Nuvem da Universidade de Fortaleza tem em seu propósito formar profissionais capacitados para uma atuação destacada nesse ambiente. As empresas que contratam serviços provisionados em nuvem podem se dedicar às suas atividades estratégicas e finalísticas, ficando a cargo dos profissionais egressos desse curso a gestão e operação destes ambientes. O curso está pautado na configuração de uma infraestrutura que possa suportar a migração e a operação de serviços de internet e gestão de negócio”, afirma a professora Liádina Lima, coordenadora do curso.

A vantagem da Computação em Nuvem para as empresas, segundo Lima, é pode ser focada na redução da pressão sobre os recursos internos de TI, na centralização das medidas de segurança e na simplificação das funções gerenciais.

“A diversidade de estruturas de computação em nuvem tem sofrido um robusto incremento, oferecendo inúmeras alternativas para aplicações e repositórios de dados que ficarão baseada na nuvem, objetivando que as empresas se tornem mais competitivas, tenham maior agilidade e facilidade na busca pela eficiência e eficácia”, disse ela.

Ainda de acordo com Liádima Lima, a computação em nuvem configura-se como uma das tecnologias mais disruptivas e vantajosas para os negócios, gerando uma demanda por profissionais dotados dos saberes, competências e habilidades necessários para atuar nesse novo paradigma da tecnologia da Informação. Pesquisas indicam que as habilidades em computação na nuvem estarão entre aquelas mais procuradas nos próximos anos.

“No atual cenário brasileiro, as pequenas empresas precisam responder rapidamente às mudanças de mercado para conseguir manter a saúde dos seus negócios. Existem diversos modelos diferentes de nuvem, cada um com suas particularidades e propostas diferentes para cada necessidade”, encerra Lima reforçando a importância da formação e da criação do curso pela Universidade para o mercado local e nacional.

06:30 · 17.06.2020 / atualizado às 15:34 · 15.06.2020 por

A Cisco realiza no dia 18 de junho a primeira edição virtual do DevNet Day, que reúne desenvolvedores para explorar novas maneiras de acelerar a transformação e a inovação por meio da automação e programação. O evento acontece o dia todo e os participantes são estimulados a trazer ideias de como utilizar o DevNet para ajudar as comunidades a crescerem juntas.

O principal objetivo do Cisco DevNet Day é ajudar a criar uma comunidade de desenvolvedores inovadores que não apenas tenham a capacidade de criar novas soluções, mas também que levem estas soluções para suas próprias empresas e comunidade, democratizando o acesso a novas tecnologias através das APIs.

Será um dia inteiro focado no desenvolvimento de profissionais e compartilhamento de conhecimento com apresentações de executivos globais da Cisco e Devnet. A agenda abordará temas-chave da transformação digital que afeta nossa sociedade, como soluções de IoT, colaboração, cloud, Enterprise Networking, segurança, entre outros. As inscrições já estão abertas e são gratuitas aqui.

Além de eventos globais como o Devnet Day, a Cisco tem realizado eventos e treinamentos com sua comunidade local de desenvolvedores, como Devnet Express, que ocorreu em maio reunindo clientes do Brasil em agenda virtual. Outros eventos para o Devnet no Brasil devem acontecer ao longo do ano.

Cisco DevNet Day

Dias 18 de junho

Horário: 12h30 às 21h30 (horário Brasil)

Inscrições online http://cs.co/dev10

06:24 · 12.05.2020 / atualizado às 07:32 · 11.05.2020 por

Com o objetivo de conter a propagação do novo coronavírus, diversos países decretaram a quarentena e estão estimulando a população para que quem puder fique em casa e saia apenas para atividades essenciais como idas ao supermercado, padarias e farmácias. Acontece que com o isolamento social, os casos de violência contra a mulher aumentaram em diversos países do mundo. Segundo levantamento do Ministério Público de São Paulo (MPSP) – que analisou dados da violência doméstica no Estado durante o isolamento -, entre fevereiro de 2019 e fevereiro de 2020, houve queda de 10% no número de prisões em flagrante em casos de violência de gênero no país, mas após o início da quarentena, esse número cresceu em 51,4% – um total de 268 em março, contra 177 em fevereiro.

A fim de orientar garotas a entenderem se estão em um relacionamento abusivo, o MPSP lançou com o apoio da Microsoft a assistente virtual Maia (Minha Amiga Inteligência Artificial). A chatbot já está disponível na página dedicada ao projeto e pode ser acessada pelo público em geral. A Maia pode ser uma ferramenta para auxiliar mulheres que estejam vivendo abuso físico ou psicológico dentro de casa, pois além de trazer informações e exemplos do que caracteriza uma relação de abuso, oferece dicas para que a mulher procure uma pessoa de confiança para se abrir, busque ajuda psicológica de um profissional e direciona as usuárias para ouvidorias e Delegacias de Defesa da Mulher em casos de violência física.

A iniciativa é apadrinhada pela Plan International – uma organização humanitária e de desenvolvimento não governamental e sem fins lucrativos, que promove os direitos das crianças e a igualdade para as meninas; pelo Girl Up – movimento global da Fundação ONU que treina, inspira e conecta meninas para que sejam líderes pela igualdade de gênero; e pelo Instituto AzMina – uma organização sem fins lucrativos focada em jornalismo, tecnologia e informação contra o machismo.

“Fatores como o consumo de álcool ou drogas ilícitas, desemprego e comportamento controlador dentro de casa são considerados aspectos de risco para as mulheres e que podem se agravar durante esse período de confinamento. Por esse motivo reforçamos o trabalho que criamos com a campanha Namoro Legal que conta com a Maia como uma aliada para ajudar mulheres a saírem de relacionamentos abusivos”, explica Valéria Scarance, promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Gênero do MPSP.

Entendendo a tecnologia

A Inteligência Artificial entra no projeto como uma aliada para ajudar a esclarecer dúvidas sobre relacionamentos abusivos, fazendo a interação das perguntas feitas pelas usuárias com o conteúdo da cartilha do MPSP sobre relacionamentos abusivos – base que alimenta os diálogos da assistente virtual.

O desenvolvimento da Maia foi feito em parceria com a Elo Group, consultoria especializada em tecnologia, e com a Ilhasoft, empresa focada no desenvolvimento de chatbots e soluções de comunicação – ambas colaboradoras pro bono do projeto.

Todo o processo de criação da Maia e a criação de seus diálogos foi verificado pelo Aether (Comitê de IA e Ética em Engenharia e Pesquisa da Microsoft). Esse é um grupo responsável por avaliar iniciativas de chatbot em todo o mundo e garantir que elas estejam alinhadas às normas de segurança e ética da empresa. Além disso, em suas interações, a Maia não solicitará nenhum tipo de identificação ou dados pessoais para quem interagir com ela. A anonimização das usuárias é uma premissa do projeto, e o conteúdo das conversas não será armazenado. A assistente virtual está hospedada na plataforma de nuvem Microsoft Azure e segue as políticas de privacidade da empresa.

06:06 · 17.12.2019 / atualizado às 13:30 · 09.01.2020 por

Segundo o professor Jackson Savio de Vasconcelos Silva, diretor do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) da Universidade de Fortaleza, a Computação em Nuvem representa um modelo de provisionamento de recursos de TI que tem feito sucesso nos últimos anos. Este modelo promove a oferta de diferentes recursos de TI (servidores, espaço de armazenamento, aplicações, rede, entre outros), provisionados de modo rápido e ágil por meio de técnicas de virtualização. A prova de acesso ao curso será dia 18 de janeiro de 2020.

Ainda de acordo com Vasconcelos, nos últimos anos, grande parte das comunicações digitais migraram para a nuvem. Segundo a Forbes, o mercado da computação em nuvem inicialmente estimado em US$ 67 bilhões em 2015, deve crescer para até US$ 162 bilhões em 2020.

“No atual cenário brasileiro, as empresas e órgãos públicos precisam responder rapidamente às mudanças de ambiente para conseguir manter a saúde dos seus negócios e ou serviços. A Computação em nuvem é a direção do futuro que hoje já é uma realidade, proporcionando de forma disruptiva soluções em TI com redução do volume financeiros alocados, elevado grau de segurança e confiabilidade, além da disponibilidade sob demanda dos serviços de TI demandados”.

Neste cenário, o curso de Computação em Nuvem da Universidade de Fortaleza tem como propósito formar profissionais para atuarem nesta prestação de serviços. “As empresas que contratam serviços provisionados em nuvem podem se dedicar as suas atividades estratégicas e afins, ficando a cargo dos profissionais em computação em nuvem a gestão e operação dos centros de dados. O curso esta pautado na configuração de uma infraestrutura que possa suportar a migração e a operação de serviços de internet e gestão de negócio”, afirmou o diretor.

“Acreditamos que com a oferta deste novo curso, a Universidade de Fortaleza em seu compromisso com a formação de profissionais qualificados, que atendam as demandas de um mundo em transformação, cumprindo com a sua missão, seu papel social e sendo protagonista em inovação”, completa Vasconcelos.

Com relação a demanda, o diretor do CCT, analisa que, por ser um segmento novo de mercado, esta demanda é latente e vai aumentando a partir da mudança do propósito dos data centers das empresas e governos migrarem para a Nuvem. “A vantagem da computação em nuvem está no custo introdutório tipicamente baixo e sua capacidade de reduzir a pressão sobre os recursos internos de TI. De acordo com uma pesquisa realizada pela SolarWinds, os profissionais de TI das pequenas e médias empresas percebem a computação em nuvem como uma das três principais tecnologias mais disruptivas para os negócios. A pesquisa também constatou que as habilidades de nuvem estarão entre aquelas em maior demanda por estas empresas nos próximos três a cinco anos”, garante.

Os professores do curso virão não só do mercado nacional como também outros profissionais que já estão na Universidade. Os estudantes serão preparados para avaliar, projetar, implantar, integrar e gerenciar estruturas de computação em nuvem para comunicação e armazenamento de informações, analisar a aplicabilidade das tecnologias e serviços que habilitam a nuvem, implementar soluções de segurança física e lógica com privacidade e confiabilidade dos dados, garante Vasconcelos.

“A matriz curricular do curso Computação em Nuvem da Universidade de Fortaleza está organizada no conceito de competência e traz uma abordagem metodológica orientada a problemas, que oportuniza ao aluno espaços de experimentação e desenvolvimento se soluções com parceiros fornecedores de soluções para nuvem. As trilhas de formação estão pautadas nos fundamentos de sistemas da computação, infraestruturas para computação em nuvem, programação, construção de projetos, desenvolvimento pessoal e profissional”, define o diretor do CCT que informa também que o curso está planejado para ser cursado em dois anos e meio, dividido em cinco semestres, com oferta noturna.

Mais detalhes do curso de Computação em Nuvem da Universidade de Fortaleza aqui.

11:06 · 29.11.2019 / atualizado às 13:31 · 09.01.2020 por

Os rumos do mercado da Computação em Nuvem serão discutidos em palestra, no próximo dia 2 de dezembro, na Universidade de Fortaleza. A iniciativa tem como objetivo promover o debate desta tecnologia que vem crescendo no mundo todo, além de registrar o lançamento da graduação em Computação em Nuvem da universidade.

A palestra será realizada no auditório da Biblioteca, às 19h, e terá como tema “Computação em Nuvem – Realidade e Desafio”, ministrada pelo especialista Wagner L. Baccarin Arnaut, CTO IBM Cloud Brasil.

O curso é pioneiro no país, passará a ser ofertado em 2020.1, e se caracteriza pela possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela internet, sem a necessidade de instalar aplicativos no computador. O armazenamento de dados é feito em serviços on-line.

Até então, somente cursos de especialização em Computação em Nuvem para graduados em áreas de Tecnologia da Informação eram ofertados no país. A universidade ofertará 40 vagas no primeiro semestre de 2020, no turno da noite.

Perfil profissional

Liádina Camargo, coordenadora do curso de Computação em Nuvem. Foto: Ares Soares

O arquiteto nuvem, como é chamado pelo mercado de trabalho, vem suprir uma demanda reprimida de profissionais que sejam capazes de avaliar, projetar, implementar, integrar e gerenciar estruturas de computação em nuvem para comunicação e armazenamento de informações, além de analisar a aplicabilidade das tecnologias e serviços que habilitam a nuvem, nos tipos pública, privada e híbrida.

Outra importante característica do perfil do arquiteto nuvem é a capacidade técnica de definir critérios para mensurar os indicadores de desempenho do ambiente computacional com rigor das soluções de segurança física e lógica, privacidade e confiabilidade dos dados, rastreabilidade e auditoria na nuvem.

A matriz curricular do curso é organizada no conceito de competência e é baseada em três eixos de formação, trazendo abordagem metodológica orientada por problemas e oportunizando espaços de experimentação de desenvolvimento de soluções com parceiros fornecedores de soluções para computação em nuvem.

O campo de trabalho do arquiteto nuvem se dá onde é preciso gerenciar a infraestrutura computacional necessária para computação em nuvem, podendo trabalhar em empresas privadas, públicas, comércios, centro de processamento de dados, entre outros.

Liádina Camargo, coordenadora do curso de Computação em Nuvem, fala sobre os diferenciais do curso e atuação no mercado. “A Computação em Nuvem representa um modelo de provisionamento de recursos de TI que tem feito sucesso nos últimos anos. Este modelo promove a oferta de diferentes recursos de TI (servidores, espaço de armazenamento, aplicações, rede, entre outros), provisionados de modo rápido e ágil por meio de técnicas de virtualização”.

“O curso de Computação em Nuvem da Unifor tem em seu propósito formar profissionais para atuarem nesta prestação de serviços. As empresas que contratam serviços provisionados em nuvem podem se dedicar as suas atividades estratégicas e afins, ficando a cargo dos arquitetos-nuvem a gestão e operação dos centros de dados. O curso está pautado na configuração de uma infraestrutura que possa suportar a migração e a operação de serviços de internet e gestão de negócio”, explica Liádina.

Serviço

Lançamento do novo curso de graduação Computação em Nuvem
Data: 2 de dezembro de 2019
Horário: 19h
Local: Auditório da Biblioteca da Universidade de Fortaleza

Prova de acesso ao curso: 18/1/2020

06:12 · 22.11.2019 / atualizado às 13:21 · 19.11.2019 por

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o setor de computação em nuvem no Brasil deve atingir o valor de R$ 29 bilhões até 2021. E, mesmo com o crescimento acelerado e a adoção antecipada por startups, ainda há muitas dúvidas com relação ao uso da computação em nuvem nas empresas brasileiras.

>>>Universidade de Fortaleza oferta primeira graduação em Computação em Nuvem do Brasil

Além de proporcionar a redução de custos – uma vez que elimina a necessidade de manutenção de uma infraestrutura própria – a nuvem permite a otimização de processos, integração entre áreas e mais tempo dedicado à inovação e a situações mais estratégicas de negócio.

Um exemplo prático de ferramentas em nuvem e seus benefícios para a produtividade no dia a dia de escritório é o Microsoft 365, que inclui o Windows 10, o Office 365 e o Enterprise Mobility + Security (EMS). Com ele, é possível editar e gerenciar arquivos de qualquer dispositivo e em qualquer lugar; facilitar o trabalho em equipe por meio do compartilhamento de acesso; e, ainda, assegurar a segurança de armazenamento e gerenciamento, de acordo com as necessidades da companhia.

Abaixo, a Microsoft esclarece alguns dos pontos mais comentados sobre a utilização da computação em nuvem e exemplifica funcionalidades do Microsoft 365:

  1. Utilização de nuvem híbrida: Compreender que a mudança não precisa contemplar toda a companhia é o primeiro passo. O uso de computação em nuvem com abordagem híbrida, permite que as empresas comecem migrando áreas específicas – ou um único workload – e expandam a utilização da tecnologia aos poucos a partir do aprendizado e entendimento dos setores prioritários. Com essa abordagem a companhia consegue manter seus sistemas legados e ainda se conectar a novos ambientes em nuvem, já simplificando os processos de TI e permitindo escalabilidade, ou seja, excluindo a necessidade de aquisição de novos equipamentos de acordo com a demanda ou o desperdício de investimentos em tecnologia em desuso.
  2. Controle dos dados: Com a migração, a companhia continua tendo 100% do controle dos seus dados, conseguindo, inclusive, configurar direitos e restrições, limitar acesso entre seus próprios funcionários, de acordo com as áreas e o nível de sensibilidade de cada informação. Esse é um ponto fundamental, por exemplo, quando se pensa na adequação de empresas de todos os portes e setores a legislações como a europeia (GDPR) e a LGPD, que é a Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil.
  3. Segurança: As soluções de segurança funcionam como uma extensão da equipe de tecnologia. Elas buscam reforçar a garantia de privacidade e identificar comportamentos suspeitos, em tempo real, com a utilização de inteligência artificial. Nesse âmbito, a Microsoft investe mais de US$ 1 bilhão todos os anos e detecta ameaças em 300 bilhões de autenticações de usuários, um bilhão de dispositivos Windows e cerca de 200 bilhões de e-mails por mês. A solução Enterprise Mobility + Security (EMS), presente no Microsoft 365, por exemplo, fornece o gerenciamento de identidade e acesso, proteção de dados confidenciais, detecção e investigação de ameaças avançadas.
  4. Atualizações: Todas as atualizações são fornecidas automaticamente a partir do seu lançamento, sem a necessidade de o setor de TI da companhia ter que parar os processos para aplicá-la. Essa facilidade faz com que os profissionais tenham mais tempo para se dedicar a ações proativas, em detrimento de manutenções periódicas.
  5. Otimização: A partir da redução do tempo de manutenção dos hardwares e atualizações de software, as equipes responsáveis pela tecnologia conseguem se concentrar em inovações e iniciativas de desenvolvimento interno, seja em melhorias de outras operações ou no incentivo ao conhecimento e capacitação de sua equipe em novas tecnologias.
17:48 · 13.10.2019 / atualizado às 13:31 · 09.01.2020 por

Em 2020.1, a Universidade de Fortaleza inicia a oferta de um novo curso: Computação em Nuvem. A computação em nuvem se caracteriza pela possibilidade de acessar arquivos e executar diferentes tarefas pela Internet, sem a necessidade de instalar aplicativos no computador. O armazenamento de dados é feito em serviços on-line.

Até então, somente cursos de especialização em Computação em Nuvem para graduados em áreas de Tecnologia da Informação eram ofertados no país. Com a nova graduação, a Universidade de Fortaleza passa a ser pioneira no ramo, oferecendo formação integral em Computação em Nuvem. Serão ofertadas, em 2020.1, 40 vagas no turno noturno.

É uma nova tendência mercadológica e conceitual. O profissional egresso do curso Computação em Nuvem, denominado pelo mercado local de Arquiteto Nuvem, vem suprir uma demanda reprimida de profissionais que sejam capazes de avaliar, projetar, implementar, integrar e gerenciar estruturas de computação em nuvem para comunicação e armazenamento de informações, além de analisar a aplicabilidade das tecnologias e serviços que habilitam a nuvem, nos tipos pública, privada e híbrida.

A matriz curricular do curso é organizada no conceito de competência e é baseada em três eixos de formação, trazendo uma abordagem metodológica orientada por problemas e oportunizando espaços de experimentação de desenvolvimento de soluções com parceiros fornecedores de soluções para computação em nuvem.

O campo de trabalho do arquiteto nuvem se caracteriza onde se necessita gerenciar a infraestrutura computacional necessária para computação em nuvem, podendo trabalhar em empresas privadas, públicas, comércios, centro de processamento de dados, entre outros.

O perfil do Arquiteto Nuvem também é caracterizado pela capacidade técnica de definir critérios para mensurar os indicadores de desempenho do ambiente computacional com rigor das soluções de segurança física e lógica, privacidade e confiabilidade dos dados, rastreabilidade e auditoria na nuvem.

Segundo Liádina Camargo, coordenadora do curso de Computação em Nuvem, a Universidade de Fortaleza inova ao prospectar maior demanda mercadológica com o passar dos anos. “Daqui a dois anos, quando grande maioria das empresas já estiverem fazendo sua migração para nuvem, a gente já vai estar colocando profissionais competentes no mercado”, ressalta.

“A Universidade está apostando nisso por que ela precisa entregar para o mercado, dentro da responsabilidade social que ela tem, um profissional capaz de fazer essa gestão da infraestrutura em nuvem”, complementa a professora.

Prova de acesso ao curso: 18/1/2020

06:21 · 14.07.2019 / atualizado às 07:19 · 11.07.2019 por

Tecnologias como a computação em nuvem, Inteligência Artificial e Machine Learning (aprendizado de máquina) já são conhecidas por muitos e suas potencialidades estão sendo experimentadas por empresas em diferentes segmentos de negócio. Nos últimos anos, temos visto uma série de aplicações criativas da nuvem e de tecnologias oferecidas por meio dela, como inteligência artificial e machine learning.

Confira algumas delas na lista abaixo:

Sensores de colmeias para sobrevivência de abelhas

Enquanto especialistas tentam entender as razões pelas quais as abelhas estão em extinção, um apicultor e engenheiro de Wisconsin (EUA) descobriu uma maneira eficiente de monitorar o crescimento de colmeias. Com Google Cloud, Rich Morris abriu, em 2015, a Broodminder e, atualmente, tem mais de 125 milhões de pontos de dados enviados por apicultores. O monitoramento é feito por sensores que medem a temperatura interna e o tamanho das colmeias, uma vez que esses indicadores se alteram conforme as abelhas se reproduzem.

Os apicultores que usam a tecnologia podem gerenciar os dados de maneira simples. Os sensores repassam as informações para um smartphone via Bluetooth e os dados também são automaticamente encaminhados para o banco de dados da Bee Counted.

Estudos de câncer de mama

A American Cancer Society, organização de pesquisa e compartilhamento de informações para suporte de pacientes, está utilizando o Google Cloud para estudar células cancerígenas nos diagnósticos de câncer de mama.

A tecnologia auxiliou na conversão e padronização de mais de 184 mil imagens de patologia de homens e mulheres em apenas três meses — seria necessário a dedicação de uma equipe de pessoas por três anos para atingir os mesmos resultados. Tais informações são essenciais para que o aprendizado de máquina, por meio do Google Cloud ML Engine, reconheça facilmente fatores que contribuem para o câncer de mama e identifique as melhores formas de preveni-lo.

O projeto permitiu, também, a identificação de cem diferentes relações de causa e efeito que podem ajudar na prevenção do câncer. Isso foi possível porque os pesquisadores analisaram aspectos de tecidos de tumor que já eram conhecidos, tais como diferenças no DNA de células saudáveis e cancerígenas, e conseguiram relacioná-las com hábitos dos pacientes.

Aumento de vendas on-line

Mais de 80% das vendas iniciadas no site da loja de comércio eletrônico Etsy são feitas a partir da primeira página de resultados exibidos para os consumidores que fazem uma busca no site. Para melhorar ainda mais essa experiência, a empresa passou a utilizar ferramentas de inteligência artificial de Google Cloud em 2017 para refinar a busca, dando prioridade para os produtos mais relevantes.

No projeto, o aprendizado de máquina tem um papel fundamental. Como os produtos vendidos são feitos, principalmente, por artistas independentes e personalizados para cada pedido, a Etsy não mantém um catálogo de itens.

No entanto, a Etsy utiliza uma classificação feita por algoritmos que reordenam os resultados com produtos relevantes com base no comportamento dos consumidores nas últimas semanas.

Machine Learning na classificação de pepinos

No Japão, um engenheiro chamado Makoto Koike vislumbrou uma nova forma de classificar pepinos com o uso da plataforma de nuvem do Google, Cloud ML, e a biblioteca de código aberto para Machine Learning, TensorFlow.

Com o uso destas tecnologias, o engenheiro pôde treinar o sistema a entender as características de cada pepino, por meio de reconhecimento e armazenamento de mais de 7 mil imagens – realizadas em um período de três meses – e otimizar o processo que antes levava mais de 8 horas por dia.

Ao ser lançado, em 2016, o sistema já contava com precisão de 95% nos testes de imagens e cerca de 70% no dia-a-dia de classificação.

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