Categoria: Redes Móveis


14:32 · 17.10.2019 / atualizado às 14:32 · 17.10.2019 por

A TIM anuncia, nesta quinta-feira, 17, em parceria com o Núcleo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação, Comunicação e Automação (Virtus) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e a Nokia, a ativação do primeiro TIM 5G Living Lab do Nordeste. O projeto utiliza a nova tecnologia em rede real da operadora, conforme licença específica da Anatel. A cidade de Campina Grande/PB foi a escolhida para abrigar o novo laboratório, o terceiro no Brasil, e que tem como foco a criação de soluções e inovação tecnológica em projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas de software e automação.

“Com a ativação do terceiro projeto TIM 5G Living Lab, a operadora reitera seu compromisso com o Brasil para o desenvolvimento de aplicações, produtos e serviços de forma a promover desde já a tecnologia e novos modelos de negócios que melhorem a vida das pessoas e impulsionem o desenvolvimento do país frente ao cenário internacional”, afirma Janilson Bezerra, Head de Innovation & Business Development da TIM Brasil.

Para liderar um ecossistema favorável ao 5G no Brasil, a TIM optou por atuar no engajamento de empresas de tecnologias, fundações e instituições de pesquisas e ambientes empreendedores para o desenvolvimento de aplicações, produtos e soluções. As aplicações em rede de quinta geração dependerão de tecnologias especificas, como o Mobile Edge Computing (MEC), para viabilizar as altas taxas de transmissão de dados e a baixa latência. E, para isso, as competências na área de programação desenvolvidas no ambiente universitário serão cada vez mais relevantes na formação dos profissionais.

O Virtus e o ecossistema de PD&I junto ao Centro de Engenharia Elétrica e Informática da UFCG vêm desenvolvendo parcerias com empresas de diferentes setores há mais de 15 anos. A missão do Virtus é criar novas opções de futuro por meio de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica com parceiros da indústria, nas mais diversas áreas de tecnologia da informação, comunicação e automação. Em parceria com a Nokia, o Virtus vem atuando em soluções na área de computação na borda e IoT, com foco em diferentes domínios de aplicação, como educação e segurança. A partir dessa experiência, o próximo passo natural foi a integração com redes de alta velocidade através do TIM 5G Living Lab.

“A tecnologia 5G trará casos de uso inovadores tanto em aplicações para indústrias quanto para consumidores finais. Ao aliar ultrabaixa latência, velocidade e alta capacidade, o 5G possibilitará uma série de benefícios para diferentes mercados respondendo a desafios de produtividade, segurança e disponibilidade de rede. A parceria TIM, Núcleo Virtus e Nokia vem para liderar essa implementação no Nordeste e reforçar o compromisso das empresas na rápida adoção desta tecnologia”, reforça Wilson Cardoso, Chief Solutions Officer da Nokia para a América Latina.

Confira as demonstrações no espaço montado exclusivamente no campus da UFCG:

Estande da TIM em Campina Grande. Foto: Divulgação

Construção Civil

No estande da CASE Construction Equipment, uma das marcas da CNH Industrial, o público poderá conhecer a primeira retroescavadeira da América Latina conectada à rede 5G: A inovadora retroescavadeira conceito 580N Wireless da CASE, que chegará ao mercado em breve, possui tecnologia que permite que todos os comandos da máquina sejam feitos por um tablet que pode ser posicionado no local anteriormente ocupado pelo painel de controle, ou próximo ao para-brisa para maior ergonomia em condições de deslocamento da máquina, ou, ainda, ser posicionado na coluna traseira para maior interação quando da operação da escavadeira, além de poder ser retirado e comandado pelo operador da máquina à distância.

Somado a todas essas possibilidades, a tecnologia elimina 50% dos chicotes elétrico, que têm alto custo de desenvolvimento e alterações, além de maior dificuldade de gerenciamento diário. Na 580N Wireless, todos os atuais comandos exibidos no painel de controle da máquina foram transferidos para acesso via tablet: ignição do motor, rotações do motor, horímetro, velocidade em km/h, nível de óleo, nível de combustível, pressão de óleo, luzes de trabalho, ar-condicionado, buzina, pisca-alerta, rádio, limpador de para-brisa, entre outros. “O tablet comanda a máquina ao mesmo tempo que se conecta a todos os serviços CASE e todos os dispositivos ao redor. Em se tratando de automação, servitização, digitalização e eletrificação, a CNH Industrial está sempre a frente”, afirma Felipe Moreira, gerente de desenvolvimento de produto da CASE Construction Equipment. Em um futuro próximo, a máquina conectada vai desempenhar diversas atividades de forma remota, telecomandada e autônoma.

Saúde

Demonstração do VR Fisioterapia. A aplicação em Realidade Virtual foi desenvolvida em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e tem por objetivo auxiliar pacientes com limitações físicas e neurológicas. Com a solução, o fisioterapeuta tem acesso a uma interface que possibilita a criação de exercícios personalizados, podendo ser ajustados em amplitude, velocidade, objetivo e duração, de acordo com a necessidade de cada um. Para o paciente, o benefício está na possibilidade de realizar exercícios repetitivos de maneira gamificada, tornando a atividade mais motivadora. Parceria com o instituto Sidia.

Educação

Aplicação da realidade aumentada em um contexto de educação com foco no compartilhamento de conteúdo multimídia em grandes volumes através da tecnologia MEC (Multi-Access Edge Computing). Parceria com o Virtus/UFCG.

Indústria

Demonstração de inspeções e levantamentos remotos por drone, primeiro da América Latina conectado à rede 5G, com transmissão em tempo real de dados e imagens em 4K. A capacidade de disponibilizar imagens com alta resolução e detalhamento em tempo real para qualquer local, capturadas com segurança e praticidade através de drones, vai contribuir significativamente em situações de emergência nos segmentos da Indústria e Meio Ambiente, em que se exige informação precisa e ágil para rápida resposta. Parceria Neo Vision.

Casa Conectada

Exibirá como o 5G irá ampliar de forma exponencial o Acesso Fixo sem Fio (FWA), que é outro grande avanço que a nova tecnologia irá permitir ao potencializar a ampliação da cobertura, via rede móvel. Demonstrações de vídeos em 4k e Cloud Gaming. Parceria com Microsoft e Nokia.

Agronegócio

Com o objetivo de levar a transformação digital ao campo e, assim, alavancar a produtividade e competitividade do setor, a Logicalis mostrará algumas de suas soluções para o segmento. Na ocasião, serão demonstradas as soluções de detecção de pragas por análise de imagens e detecção de uso de EPIs, ambas baseadas em video analytics. Também será demonstrada uma aplicação de internet das coisas no campo, por meio de uma estação meteorológica que conta com sensoriamento detalhado com foco na coleta de dados massiva sobre o microclima das propriedades rurais. Mostrará como a realidade aumentada e os vídeos em alta definição ajudarão o agronegócio. Parceria Logicalis.

07:58 · 07.09.2019 / atualizado às 06:52 · 09.09.2019 por

Quando o assunto é segurança cibernética, a infraestrutura crítica é sempre uma grande preocupação. As operadoras móveis desempenham um papel cada vez mais importante em muitos aspectos de nossas vidas, incluindo serviços de emergência, compras online, transações financeiras, entre outros. No entanto, segundo a Positive Technologies, companhia global de segurança cibernética, há falhas de segurança preocupantes nas redes, que podem se tornar alvo de hackers nos próximos anos, a menos que as operadoras entrem em ação.

“Embora as operadoras móveis estejam cientes dos problemas de segurança existentes, 78% das redes de telecomunicações continuam vulneráveis a diversos tipos de ataques e a interceptação de SMS ainda é possível em 9 casos de 10”, alerta Giovani Henrique, diretor geral da Positive Technologies para América Latina. “Isso significa que qualquer serviço que use SMS para recuperação de senha pode ser invadido. Ou seja, o SMS se torna a porta de entrada para os hackers esvaziarem contas bancárias, por exemplo. É o caso do Metro Bank, primeiro grande banco a divulgar ataques SS7 contra seus clientes”, destaca.

Segundo o executivo, a arquitetura das redes de sinalização ainda não garante proteção completa aos assinantes e operadoras. Além disso, as vulnerabilidades estão presentes não apenas nas redes de gerações anteriores, mas também na tecnologia 4G. Com o 5G em desenvolvimento, essa segurança será ainda mais crítica, já que uma ampla variedade de recursos e aplicativos pode ser atingida, como soluções de Internet das Coisas para dar suporte à agricultura, realidade virtual de alta definição, soluções de telemedicina de alta complexidade e carros conectados.

No entanto, para a Positive Technologies, não houve progresso significativo em segurança até o momento. Segundo a empresa, em 2019, as redes de sinalização permanecerão vulneráveis a ataques com o objetivo de interceptar o tráfego de usuários e capturar informações, como ataques de negação de serviço (DoS, na sigla em inglês) ou por meio de senhas únicas usadas para confirmar transações bancárias, por exemplo.

“Por fim, cabe às operadoras de telefonia celular investir em soluções para mitigação de riscos de ciberataques”, alerta Henrique. “Uma em cada três redes corre o risco de ataques fraudulentos às operadoras móveis atualmente, e, no Brasil, já existem casos confirmados de ataques, como by-pass de sistemas de billing, interceptação de chamadas e de dados”, completa.

Respostas operadoras

Quando questionamentos estes números para o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), a resposta deles foi um tanto quanto genérica, como esperado. Afirmaram que o sindicato reforça que as prestadoras de telefonia móvel possuem políticas e diretrizes internas voltadas à área de segurança da informação e antifraude, visando proteger seus clientes. “As operadoras ainda orientam os consumidores a nunca fornecer dados pessoais solicitados por estranhos e acionar as empresas, pelos canais de atendimento, se tiverem qualquer dúvida em relação à sua linha”, encerra a nota não questionando os números da Positive.

Detalhe: questionamos as operadoras em separado. A Vivo respondeu que a SindiTelebrasil responderia por ela. O mesmo disseram a Oi e a Claro. A TIM afirmou que responderia no prazo, mas não o fez.

09:51 · 25.07.2019 / atualizado às 09:53 · 25.07.2019 por

Sim, pelo levantamento da Opensignal, a escolha da internet móvel do residente em Fortaleza vai ser difícil. Isso porque não tivemos, no atual cenário, uma grande campeã como anteriormenteClaro havia vencido 4 das 5 categorias. É bem verdade que a Vivo teve um destaque maior levando o primeiro lugar em 3 das 5 categorias, mas há um equilíbrio maior nos números.

O relatório da Opensignal avaliou a conectividade de 999.385 dispositivos das (TIM, Claro, Vivo, Oi e Nextel em algumas cidades), entre 1 de março e 29 de maio. Ao todo, a empresa analisou mais de 8 bilhões de informações dos usuários brasileiros.

A Opensignal analisou a experiência de rede para clientes das principais operadoras do país TIM, Claro, Vivo, Oi e Nextel. Para este relatório, a empresa coletou e analisou mais de 8 bilhões de medições obtidas de mais de 999.385 dispositivos usando o app da Opensignal no Brasil durante um período de três meses – de 1º a 29 de março. As métricas utilizadas foram: Disponibilidade 4G, Experiência de Vídeo, Experiência de Velocidade de Download e Upload e Latência.

A boa nova é que os índices foram melhores em quase todos os cenários, menos em latência. O que indica que as operadoras, ao menos, estão se esforçando mais para entregar uma internet móvel melhor.

Abaixo você verá um recorte de cada uma das 5 categorias da Opensignal para você escolher melhor seu próximo plano de internet móvel.

Viabilidade de 4G

Viabilidade de sinal 4G teve vitória da TIM

Em Fortaleza a TIM foi a grande campeã, novamente, com 90,4% das tentativas alcançadas pelos usuários (antes era 78,6%). Em seguida, neste critério, aparece a Vivo com 82,3% (novamente apesar de ter melhorado o desempenho que era de 68%), depois a Oi com 79,8% (era a lanterna com 59,7%) e a Claro, anteriormente terceiro lugar, despencou para o último lugar com 73,4% (no ranking antigo teve 67,9%).

Importante notar que, em relação ao último levantamento, todas as operadoras tiveram desempenho superior.

Experiência de vídeo

Em Experiência de Vídeo a vitória foi da Vivo

Aqui a ponta agora é da Vivo (antes era da Claro). A operadora Vivo alcançou 64,2 pontos (no ranking passado teve 50,5 e ficou em terceiro). Em segundo lugar ficou a Claro, antiga líder, com 58,8. Ela foi líder na medição passada com 55,7 pontos. Em terceiro apareceu a Oi com 53,2 (foi a lanterna antes com 44,9) e, por último, a TIM com 51,8 (havia sido a vice com 53,2).

Nota-se, mais uma vez, que todas evoluíram neste cenário, o que é bom para os usuários, mas ainda estão longe dos 100 pontos. Ao menos, todas ultrapassaram, desta vez, a marca de 50% na experiência de vídeo.

Experiência de velocidade de download

Em Experiência de Download deu Vivo em primeiro

Em primeiro lugar com 20,9 Mbps ficou a Vivo. Em segundo apareceu a Claro com 18,8 Mbps. Em terceiro a TIM com 9,7 Mbps e, por último, a Oi com 9,5 Mbps.

Interessante notar aqui que a Claro manteve o índice que, na vez passada, a deixou em primeiro lugar. Já quase todas as outras evoluíram. A Vivo saiu de 13 Mbps para o índice atual, um crescimento significativo que a fez deixar a vice-liderança para a Claro. A TIM havia marcado 10,3 Mbps antes agora teve uma ligeira redução para 9,7 Mbps e mostrou este pequeno declínio. A Oi evoluiu bem, pois antes só marcava 7,7 Mbps.

Experiência de velocidade de Upload

Em Experiência de Upload Vivo e Claro foram as vitoriosas

Aqui temos um empate técnico entre Vivo e Claro. A Vivo fica com 6,7 Mbps contra 6,6 Mbps da Claro, a segunda colocada. Depois aparecem, também tecnicamente empatadas, Oi, com 3,8 Mbps, e TIM, com 3,7 Mbps.

Neste quesito a evolução foi pequena. Principalmente da Claro que saiu de 6,3 Mbps (número do último levantamento) para a realidade atual. A Vivo melhorou bem, apesar do espaço para crescimento ainda existir. Ela foi de 4 Mbps para os atuais 6,7 Mbps. A Oi tinha 2,8 Mbps e a TIM 3,5 Mbps. Inclusive, a TIM foi que teve a pior evolução de uma análise para outra.

Experiência de latência

Em Latência a liderança é da Oi

Aqui, quanto menor a latência, melhor a conexão. E nesse quesito a campeão foi a Oi. Ela teve 73,7 ms. Em segundo lugar ficou a Claro com 91,1 ms. O terceiro lugar foi a Vivo com 98,8 ms. A lanterna coube a TIM com 106,0 ms.

Neste cenário a TIM piorou muito. Ela teve, anteriormente, 68,8 ms e quase ficou empatada com a Claro que, no ranking passado, foi a melhor com 68 ms. A Claro também boa piora neste quadro. A latência da Vivo, antes, também era bem menor, com 78,9 ms. Já a Oi reduziu levemente a latência, antes era de 79 ms e se saiu a vencedora do levantamento atual neste quesito.

TIM e Claro se destacam nacionalmente

Analisando o Brasil inteiro, a TIM manteve sua liderança em relação às concorrentes e ultrapassou pela primeira vez a marca dos 80% de disponibilidade de sinal 4G. Além disso, a operadora italiana também tem vantagem na latência do 4G, ou seja, possui menos delay de sinal em transmissões ao vivo de vídeo e áudio.

Em termos de velocidade de download, a Claro segue à frente da concorrência. A subsidiária da mexicana América Móvil tem média de 19,8 Mbps de velocidade, contra 14,2 da segunda colocada, a Vivo. A TIM e a Oi cresceram em relação à pesquisa anterior, mas seguem longe da liderança, com 11,6 Mbps e 8,6 Mbps respectivamente.

No quesito velocidade de upload, a Claro também domina, com 6,4 Mbps. Vivo e TIM demonstraram melhora em relação ao último levantamento, mas ainda não conseguiram se aproximar da qualidade da concorrente.

O relatório da Opensignal aponta que o brasileiro tem tido uma experiência de vídeo cada vez melhor. A Claro permanece como a única operadora com Boa Qualidade de Vídeo (55 a 65 pontos em uma escala de 100 ficando com 56,9). A TIM e a Vivo, porém, impulsionaram a experiência de vídeo de seus usuários e estão muito próximas de alcançar a marca dos 55 pontos.

5G

Depois de anos de atraso, o Brasil finalmente demonstra crescimento na qualidade do sinal de internet 4G. O 9º Relatório de Experiência Móvel no Brasil, divulgado pela Opensignal, mostra que o país está deixando de lado o posto de “retardatário” na disponibilidade de redes móveis 4G e pode se tornar um dos líderes da América Latina no quesito.

O crescimento acontece pouco menos de um ano antes do início do leilão da tecnologia 5G, marcado para março de 2020. Segundo a pesquisa, a melhora tem relação com o desligamento do sinal de TV analógica, que liberou a faixa de frequência 700 MHz e impulsionou o alcance do 4G. Isso significa que os consumidores têm acesso a conexões mais rápidas com mais frequência.

Análise regional

A Opensignal também avaliou dados locais das 24 maiores cidades do Brasil.

A TIM leva a melhor em disponibilidade de 4G nas cinco maiores cidades do país: São Paulo (90%), Rio de Janeiro (88,9%), Brasília (90,7%), Salvador (88,6%) e Fortaleza (90,4%).

Em experiência de vídeo, a disputa é apertada nas cidades mais populosas do país. A Claro tem vantagem em São Paulo e Rio. Em Salvador, tem empate técnico com a Vivo, que leva a melhor em Fortaleza. Em Brasília, o usuário da TIM tem a melhor qualidade de vídeos no 4G.

06:19 · 24.07.2019 / atualizado às 08:03 · 24.07.2019 por

A TIM e a Vivo assinaram ontem, 23, um Memorando de Entendimento (MoU) para novos acordos de compartilhamento de infraestrutura de rede.

O memorando prevê o compartilhamento da rede 2G em um modelo Single Grid a nível nacional, e a evolução do compartilhamento da infraestrutura de 700MHz em cidades com menos de 30 mil habitantes, que poderá ser expandido no futuro para municípios maiores. Além disso, serão analisadas oportunidades de eficiência e redução de custos em operações e manutenção da infraestrutura, entre outros, energia elétrica e aluguel de sites.

As empresas irão também avaliar as oportunidades de compartilhamento de redes em outras tecnologias. De acordo com Christian Gebara, presidente da Vivo, o principal objetivo da iniciativa é melhorar a experiência do cliente e liberar investimentos para as tecnologias do futuro. “Em um momento em que a demanda por dados cresce exponencialmente, buscamos uma melhora relevante na experiência do cliente, bem como a realocação de recursos para novas tecnologias como o 4G, 4,5G e Fibra”, explica Gebara.

Para Pietro Labriola, presidente da TIM, “o compartilhamento de infraestrutura é a solução industrial crucial para o desenvolvimento das telecomunicações no país, visando a introdução de novas tecnologias”. “Este acordo representa uma iniciativa eficiente, que aumenta a velocidade de implantação de redes, reduzindo o nível de custos e impactos”, ressalta Labriola.

Com isso, as empresas preveem melhorar ainda mais a qualidade dos serviços oferecidos a seus usuários e obter eficiências em alocação de investimentos e custos operacionais.

A partir deste memorando, as empresas trabalharão em conjunto para detalhar o plano de compartilhamento ao longo dos próximos 90 dias que, quando concluído, será submetido à aprovação das autoridades.

14:04 · 07.06.2019 / atualizado às 14:28 · 07.06.2019 por

Em entrevista ao Valor, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, afirmou que não irá impedir a entrada da Huawei no mercado do 5G brasileiro.

A declaração surpreende do ponto de vista que o Brasil, aliado dos EUA, não seguirá o que fez os norte-americanos. O governo do presidente Donald Trump declarou boicote a chinesa Huawei e proibiu troca de tecnologia entre empresas dos Estados Unidos e o conglomerado chinês de tecnologia. Os Estados Unidos acusam a empresa chinesa de espionagem.

Segundo o vice-presidente brasileiro, o desenvolvimento tecnológico nacional seria o motivo para seguir em frente com a Huawei. Inclusive, completou Mourão, o próprio presidente Jair Bolsonaro não falou em veto aos chineses.

Ainda de acordo com Mourão, no encontro de março deste ano, entre Trump e Bolsonaro, o presidente dos EUA fez um alerta sobre a Huawei ao colega brasileiro. Porém, o vice teve contato com o presidente da Huawei, Ren Zhengei, na visita que fez na China em maio e isso tranquilizou o general.

05:14 · 07.06.2019 / atualizado às 13:20 · 06.06.2019 por

O uso do Wi-Fi se tornou um dos principais caminhos de acesso dos brasileiros à Internet e sua utilização está bastante difundida. No entanto, por trás dessa tecnologia há algumas dúvidas que pairam na mente dos usuários. Para elucidar os cinco principais mitos e verdades sobre a segurança e o aumento do alcance do sinal da rede, Fabio Simonagio, diretor de Engenharia da operadora de telecomunicações Linktel, elencou as grandes dúvidas sobre o Wi-Fi.

Como usar o Wi-Fi de forma segura?

É fundamental verificar sempre as atualizações disponíveis no site do fabricante do roteador e do dispositivo. Além disso, sempre usar uma senha forte na rede com números, caracteres especiais, além de letras maiúsculas e minúsculas e números com pelo menos 16 dígitos dificulta o acesso por pessoas não autorizadas.

Como saber se tem algum usuário “pirata” usando o seu Wi-Fi?

No roteador Wi-Fi é possível ver os endereços IP e Mac address dos dispositivos conectados à rede. Se houver algum dispositivo desconhecido ou um número maior do que o número de dispositivos que você possui sua rede pode estar sendo usada por terceiros.

Posicionar o roteador mais alto possível melhora o sinal?

Quanto mais alto o roteador estiver posicionado, melhor o sinal do Wi-Fi, pois o funcionamento das ondas será numa espécie de efeito “guarda-chuva”.

Outros aparelhos elétricos e espelhos prejudicam a Internet?

Sim. Aparelhos que emitem ondas eletromagnéticas, como os telefones sem-fio, podem interferir na qualidade do sinal. Já os espelhos podem prejudicar a correta dispersão das ondas do roteador.

Usar vários roteadores melhora o sinal?

Pensando nessa questão de ampliação do sinal, o indicado é usar “repetidores”, que fazem o sinal chegar mais longe. Alguns fabricantes têm o roteador e o repetidor que trabalham juntos. Caso o usuário tenha mais de um roteador no mesmo local é provável que haja interferência. Por isso, não é recomendado.

07:20 · 22.01.2019 / atualizado às 10:46 · 22.01.2019 por

Quem vai se aventurar na telefonia móvel notou que, pelo menos, desde meados do ano passado, não é mais possível encontrar planos pré-pagos que duram 30 dias. Ou você faz um semanal ou desiste e corre para um plano pós-pago.

Antigamente, os planos pré-pagos eram uma boa saída para quem não queria ficar preso a uma conta de telefone celular. Eram flexíveis e durava bastante, até seus créditos expiravam, podendo ser renováveis por valores baixos. Porém, com a criação, pelas operadoras móveis, de planos semanais para os pré-pagos tudo isso acabou. Hoje, eles não valem mais a pena.

Para entender um pouco mais esse movimento, questionamos as 4 principais operadoras móveis do Brasil: Claro, Oi, TIM e Vivo. Destas, as 3 primeiras já nos responderam já a Vivo preferiu o silêncio total.

Oi

A empresa nos respondeu que, em outubro de 2018, a Oi lançou um novo conceito para o Oi Livre, plano da modalidade pré-pago da companhia, que passou a garantir ao cliente usufruir de seus benefícios de minutos para falar com qualquer operadora do Brasil (usando o 14 ou 31), internet e WhatsApp liberado, por 31 dias independente da recarga. Além do acesso ao WhatsApp, o cliente também tem acesso ao serviço Messenger, ambos para troca de mensagens (áudio, vídeo, foto, texto), sem desconto da franquia de internet. “Com esse avanço, a Oi garante seu diferencial: manter o cliente conectado o tempo todo. Afinal, o cliente usa o celular todo dia. Por que o benefício da recarga tem que acabar antes do final do mês? Os minutos e internet não utilizados podem ser acumulados para o mês seguinte se o cliente fizer nova recarga em até 24h após o fim da validade da oferta. O cliente Oi Livre tem também flexibilidade para trocar a franquia de voz por internet e vice-versa sempre que desejar e sem custo, pelo aplicativo Minha Oi. A companhia acrescenta que realiza a venda do Oi Livre no grande e pequeno varejo, como lojas de departamentos, bancas de jornais, farmácias, mercados, entre outros estabelecimentos”.

Porém, quando vamos na loja como consumidores isso não é o que é dito lá. Apesar do site também reforçar que é possível usar por um mês sem problema, as vendedoras insistiram em dizer que a carga contratada só dura 7 dias. E aí? Quem está falando a verdade?

Claro

Ao invés de responder nossas perguntas diretamente, uma a uma, a empresa optou por um release mais genérico. Começou falando que, em 2017, trouxe a inédita liberação do benefício das ligações ilimitadas para qualquer operadora do País. Mas e sobre os pré-pagos e a opção semanal ao invés da duração mensal? “A operadora acredita que mudanças nas ofertas Pré, com planos turbinados, refletem um novo momento do mercado. Este movimento é fruto do novo perfil dos clientes: cada vez mais seletivos, conectados e inquietos. Eles buscam o máximo de vantagem na hora de escolher o plano que cabe no bolso. A Claro segue atenta a essas mudanças. O Prezão da Claro oferece tudo o que o usuário precisa: navegar à vontade, falar muito e escolher se prefere pagar por dia ou por semana”, finalizou a nota.

Eu acredito que o poder da decisão devia ser dado ao cliente. E essa opção de compra semanal só seria válida se a duração do plano fosse até o fim do uso daquele valor contratado, ou seja, por exemplo, 1GB de internet. Caso contrário, você limita o cliente a um valor de R$ 9,90 e o força semanalmente a recarregar. Isso dá um plano de quase R$ 40. Tem como achar algo similar com muito mais vantagens.

TIM

Segundo a assessoria de imprensa, a TIM entende que as mudanças do mercado de telecomunicações são direcionadas pelo comportamento do cliente, mediante a sua necessidade de uso. “Sendo assim, antes de qualquer novo direcionamento na estratégia de atuação, a companhia escuta atentamente o público por meio de pesquisas e outros diversos canais de interação. Assim aconteceu com o segmento pré-pago, que recentemente passou por uma mudança importante. No sentido de trazer simplicidade para o dia a dia do cliente, seja no entendimento da oferta, na confiança da entrega dos serviços contratados e na própria experiência de uso, a empresa mudou o portfólio e inovou com o TIM Pré TOP. A premissa é a escolha dos serviços a partir do valor da recarga, o que facilita a decisão do cliente pelo melhor pacote de serviços”. Este plano tem valores a partir de R$ 1,43 (valor promocional) por 1 dia de uso até R$ 42,86 (valor promocional) por 30 dias de uso. Analisando sai um pouco mais caro que os da Claro e Vivo, por exemplo.

De acordo com a nota enviada pela assessoria, com o novo portfólio, o consumidor tem navegação ilimitada no WhatsApp, Twitter e Messenger, ligações ilimitadas para qualquer operadora do Brasil e pacote de internet para usar como quiser. Destaque para o acesso ao Facebook, que é ilimitado para os clientes TIM Pré TOP. Além disso, SMS (ilimitado para TIM e 100 para outras operadoras) e acesso ao TIM Empregos, plataforma que conta com dicas de especialistas para acelerar a carreira, cadastro de currículo e cursos de capacitação.

O problema é que quando você vai a uma loja da empresa o vendedor nem fala que conhece os planos. Aí tudo cai por terra. Segundo a mesma assessoria, a TIM treina todos os funcionários para indicar todas as opções para o cliente. Infelizmente, não foi isso que vimos. Parecia apenas que queriam fidelizar, como dizem no mercado de telefonia móvel, o cliente. Eu prefiro a definição de um colega: querem te prender em um plano fixo todos os meses. Não que isso seja exatamente ruim. Pode ser até bom. Mas você precisa ter a opção e é esse o problema todo.

 

11:16 · 16.01.2019 / atualizado às 09:52 · 17.01.2019 por

Após 7 milhões de testes em dispositivos de mais de 395 mil usuários, entre 1º de setembro e 29 de novembro de 2018, a OpenSignal divulgou, neste mês de janeiro, o ranking das melhores operadoras móveis do Brasil. Claro venceu em 4 das 5 categorias (velocidade de download, velocidade de upload, latência e experiência de vídeo). A TIM ficou com o primeiro lugar em disponibilidade de sinal 4G. A Oi ficou em último em todos os quesitos. Isso em termos nacionais.

Das 13 capitais com qualidade analisadas, Fortaleza ficou em 11º no quesito velocidade de upload. A Capital cearense ficou em 7º lugar em viabilidade de 4G, em 6º em experiência de vídeo e em 10º em velocidade de download. Com relação a latência, Fortaleza é a quarta pior. Latência é o atraso do tempo que um pacote de dados leva para ir de um ponto a outro, por exemplo, do seu smartphone até o site que você requisitou acessar.

“Quando detalhamos nossas métricas de velocidade e disponibilidade, detectamos algumas tendências interessantes. Em muitas cidades, observamos uma pontuação de disponibilidade de 4G superior a 80%, refletindo um foco pesado na infraestrutura urbana, bem como os benefícios das implantações recentes de 700 MHz. Em Belo Horizonte e Manaus, a TIM estava dentro de um ponto percentual ao cruzar o limite de 90%. Enquanto isso, registramos alguns números excepcionais de Velocidade de Download nas redes da Claro em Belo Horizonte, Curitiba e Salvador. Em cada cidade, a Claro teve em média velocidades de download de mais de 31 Mbps – 12 Mbps mais rápido que a média nacional. Os operadores tendem a concentrar suas atualizações de capacidade e melhorias de rede nas áreas urbanas primeiro e depois expandi-las pelo país. Portanto, a velocidade e a disponibilidade aumentadas que vemos nas grandes cidades brasileiras podem ser uma indicação do que está reservado para o Brasil como um todo”, informa o relatório da OpenSignal sobre o Brasil.

Detalhamento

Em termos de velocidade de download, se olharmos os números nacionais, a Claro liderou com ampla vantagem sobre a segunda colocada, a Vivo. Enquanto a Claro chegou a 18,8 MB/s, a Vivo teve 13 MB/s. A TIM veio em seguida com 10,3 MB/s e a Oi ficou em último com 7,7 MB/s. Aqui em Fortaleza, a Claro lidera com 21 MB/s, com a Vivo na cola com 19,9 MB/s. A Oi ficou em terceiro com 9,6 MB/s e a TIM foi a última com 8,1 MB/s.

No caso da velocidade de upload, nacionalmente, a Claro liderou também com folga, ficando em primeiro lugar com 6,3 MB/s. A Vivo ficou em terceiro com 4 MB/s, seguido pela TIM com 3,5 MB/s e a Oi com 2,8 MB/s. Em Fortaleza, a liderança já foi da vivo com 6,9 MB/s (melhor que a média nacional da Claro), seguido de muito perto pela Claro com 6,8 MB/s. Ambos bem distantes dos demais. A Oi em terceiro com 4,5 MB/s e a TIM com 3 MB/s.

Na questão de latência, a melhor é a Claro com 68 miilisegundos (ms) contra 68,8 milisegundos da TIM. A distância seguem Vivo, com 78,9 ms e Oi com 79 ms. Aqui em Fortaleza, a melhor latência é da Oi com 68,6 ms. Em segundo aparece a Vivo com 101,4 ms. Depois seguem TIM com 112,5 ms e Claro com 121,7 ms.

Na parte do ranking sobre experiência de vídeo, a Claro lidera com 55,7 pontos. A TIM aparece em segundo com 53,2 pontos. Depois vemos a Vivo com 50,5 pontos e a Oi com 44,9 pontos. Para fazer este cálculo, a OpenSignal analisou os dispositivos de usuários finais e o tempo de carregamento, além de pausas e resolução do vídeo nas redes 3G e 4G em uma escala criada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) que vai de 0 a 100 pontos, sendo 0 o pior número e 100 a excelência.

No quesito experiência com streaming de vídeo em Fortaleza, a liderança é da Claro com 63 pontos contra 61 da Vivo. A TIM é a terceira com 53,4 pontos e a Oi a última com 50,6 pontos.

No último quesito, a disponibilidade de sinal, a TIM obteve 78,6% de sucesso utilizando a rede 4G. Em segundo lugar ficou a Vivo com 68%, a Claro é aterceira com 67,9% e a Oi é a última com 59,7%.

A TIM hoje informa que tem o maior número de municípios cobertos pela conexão 4G, logo isso pode ter ajudado bastante no resultado, mas não deve ter sido o único fator. Investimento em redes, implementação do sinal 700 MHz, entre outros podem ajudar e muito.

Com relação aos números de disponbilidade de sinal 4G em Fortaleza, temos a TIM na frente com 87,7%, seguido por Oi (82,3), Vivo (81,5) e Claro (72,1).

Empresas respondem

Apenas uma das empresas demandadas para comentar sobre o ranking da OpenSignal respondeu. A única a participar foi a Oi.  Questionamos as empresas sobre melhorias na rede, especialmente para o Ceará. No ranking nacional, a Oi está em último em todos os quesitos. Aqui em Fortaleza ela está em último em quase todos os quesitos, menos em disponibilidade de sinal 4G, onde está em 2º lugar.

A Oi nos respondeu através de e-mail. Segundo a nota enviada, a Oi oferece cobertura 4G em 902 municípios do País e avança no projeto de readequação do seu espectro de 1.800MHz para oferecer funcionalidades da tecnologia 4,5G. “Em 2018,  a Oi  passou a oferecer 4,5G em 26 localidades do Brasil. Esse projeto, associado aos investimentos que a Oi vem fazendo em sua rede base e de transporte, e a sua grande capilaridade de fibra no país, trarão uma melhoria contínua na experiência de uso de dados. A companhia acrescenta ainda que os seus investimentos estão voltados para a expansão da rede 4G, avanço da implantação da rede de fibra ótica de alta velocidade e digitalização”.

Veja abaixo os gráficos nacionais:

O gráfico nacional de destaques aponta a Claro como a melhor internet em 4 das 5 categorias. TIM é a primeira em viabilidade de sinal 4G
TIM lidera na viabilidade de sinal 4G no Brasil
Claro lidera em experiência de vídeo
Claro na ponta na velocidade de download
Na velocidade de upload a Claro também lidera
A Claro é que tem menos problema com latência do sinal

Veja abaixo os gráficos de Fortaleza:

No ranking de download em Fortaleza, a Claro lidera em empate técnico com a Vivo

 

Na viabilidade de sinal 4G, em Fortaleza, a TIM é a campeã. Claro foi a pior

 

Em termos de latência de sinal, a Oi foi a pior no ranking em Fortaleza

 

Com relação a velocidade de upload em Fortaleza, Vivo e Claro dividem o trono com vantagem da primeira

 

Em Fortaleza, na qualidade de experiência de vídeo, a liderança é da Claro com a Vivo vindo um pouco atrás
12:01 · 31.12.2018 / atualizado às 09:07 · 31.12.2018 por

Quem nunca tentou enviar uma mensagem de feliz Ano Novo segundos depois da meia-noite e não teve sinal para ligar ou enviar mensagem pela internet? Vários de nós, certo? Muita gente até procurava antecipar essa ligação ou esta mensagem via Facebook Messenger, WhatsApp ou outras ferramentas de mensagem instantânea. É uma situação lamentável, não é mesmo? E esse ano? Como será?

Segundo Eduardo Tude, presidente do Teleco (site de um grupo de profissionais da área de Telecomunicações que analisa o setor), os problemas de congestionamento ocorrem no final do ano porque o tráfego é muito maior que o tráfego médio durante o ano, principalmente em locais de grande concentração popular. “Dimensionar a rede para atender este momento de pico implicaria em investimentos vultosos em uma rede que ficaria a maior parte do tempo ociosa, o que implicaria em um custo mais alto para o consumidor. No caso do celular, o que as operadoras procuram fazer nos locais de grande aglomeração é deslocar equipamentos para atender aquele local de forma temporária”.

De acordo com Tude, hoje em dia este problema não é tão grande. “O congestionamento era maior no passado quando as redes eram apenas de voz. Hoje a capacidade da rede é bem maior, principalmente com a tecnologia 4G que tem uma capacidade bem maior que as redes de gerações anteriores. Este problema será cada vez menor com o avanço das redes 4.5 G e a chegada da 5G”.

Ficar sem sinal de internet no celular na hora de postar aquela foto ou subir o stories com a galera pode ser irritante na virada. Foto: IgorStevanovic/Shutterstock

Mas e se caso o usuário for afetado por este problema? O que ele pode fazer para driblar o sinal fraco? “O consumidor deve procurar se comunicar por aplicativos de mensagens (inclusive por voz) quando não conseguir completar ligações e postar fotos. Lembre-se que a rede está sendo compartilhada por todos e se ela estiver lenta é bom evitar postar vídeos na hora da virada. Estes vídeos podem ajudar a congestionar ainda mais a rede e prejudicar a comunicação dos demais”.

Operadoras

Procuramos as 4 grandes operadoras (Claro, Oi, TIM e Vivo) e todas nos responderam. No caso, a Oi até se antecipou e enviou antes da solicitação um documento onde promete não deixar nenhum usuário na mão na virada. “Para atender ao crescimento do tráfego de voz e de dados durante as comemorações do Réveillon, a Oi vai aumentar a capacidade das antenas de celular já instaladas no Aterro da Praia de Iracema, principal ponto de concentração em Fortaleza para a chegada do Ano Novo, reforçando a cobertura do serviço de telefonia móvel”, informou.

Segundo a operadora, no Réveillon do Aterro da Praia de Iracema, que deve reunir mais de 1,3 milhão de pessoas neste ano, a Oi vai fortalecer sua rede de telefonia móvel com ativação do 4G na banda de 1800MHz e reforçar a cobertura com a ativação temporária de estações móveis na rede 3G. “Com isso, a companhia oferecerá uma melhor experiência aos seus clientes da orla nas tecnologias 3G e 4G”, garante o comunicado.

Claro

De acordo com André Peixoto, diretor Regional Nordeste da Claro, a operadora investiu muito na modernização da rede para dar uma cobertura melhor. “Pegamos boa parte das antenas 2G e 3G e praticamente transformamos todas em 4G. Também tivemos 122 cidades no Nordeste onde já estamos com o sinal 4.5G. Por exemplo: temos Fortaleza e Aquiraz no 4.5G. Estamos com um parque bem instalado que vai trazer uma segurança para os usuários. As principais praias do litoral estão cobertas pela tecnologia 4.5G e 4G para dar segurança e qualidade do serviço. Em determinado momento podemos ter alguns problemas, mas já estamos reforçando para tentar evitar transtornos maiores. Já experimentamos dificuldades no passado, mas trabalhamos na rede para tentar entregar uma melhor experiência no final do ano. Podem ficar tranquilos com a rede da Claro para o final de 2018 e começo de 2019”, garantiu o diretor.

TIM

A empresa informou, por nota, que não tem uma ação prevista apenas para o Réveillon. “A TIM vem realizando ampliação da capacidade de rede ao longo do ano, de acordo com comportamento do tráfego observado. Na capital, a companhia expandiu a rede 4G com o Refarming da frequência 2100 MHz e também tem um plano verão para as praias e pontos turísticos no Ceará”, finalizou.

Vivo

Segundo a assessoria de imprensa da Vivo, além dos investimentos realizados ao longo do ano para oferecer um serviço de melhor qualidade tanto em voz quanto em dados móveis, a operadora adota medidas para garantir a qualidade quando há maior demanda no uso, como por exemplo, durante as festas de final de ano. “A empresa mantém equipes mobilizadas para monitorar quaisquer atividades fora da normalidade e, assim, agir no menor tempo possível”, informaram via e-mail.

06:32 · 30.12.2018 / atualizado às 10:37 · 28.12.2018 por

por AFP

A gigante chinesa de telecomunicações Huawei, que enfrenta uma onda de rejeição por desenvolver tecnologia 5G no Ocidente, prometeu nesta quinta-feira se tornar a “número um do mundo”, apesar de “contratempos” e outros “tratamentos incrivelmente injustos”.

Em uma mensagem do ano novo transmitida à AFP, Guo Ping, um dos três responsáveis que compartilham a presidência rotativa da Huawei, citou Cícero: “Quanto maior a dificuldade, maior a glória”.

Em seguida, listou as conquistas da sua empresa em 2018 e avisou que o próximo ano poderá trazer “dificuldades ainda maiores”.

Mas “não devemos ser desencorajados por incidentes mal-intencionados ou contratempos temporários e devemos manter nosso compromisso de alcançar a liderança mundial. Os golpes só nos tornarão mais corajosos, e um tratamento incrivelmente injusto nos levará a nos tornarmos o líder número um”, escreveu Guo.

O ano de 2018 foi turbulento para a Huawei. Os Estados Unidos, preocupados com o avanço chinês no setor tecnológico, tentaram dissuadir seus aliados de usar equipamentos dessa empresa. Além disso, alegando razões de segurança, vários países fecharam suas redes 5G.

Equipes da Huawei foram rejeitadas nos Estados Unidos, na Austrália e na Nova Zelândia.

Também houve dúvidas sobre a empresa no Japão, na França, na Alemanha e no Reino Unido, onde o grupo BT anunciou que deixaria de usar o equipamento Huawei em sua rede de telefonia móvel.

Na República Tcheca, a agência de segurança de informação e cibersegurança estimou que tanto o software quanto o material da Huawei representam uma ameaça à segurança nacional.

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