Categoria: Redes Sociais


10:01 · 10.07.2020 / atualizado às 10:07 · 10.07.2020 por

E os aplicativos Spotify, Nubank, TikTok, Waze e Pinterest já estão abrindo normalmente no iPhone. O problema, possivelmente no SDK do Facebook, o sistema de login popularmente utilizado por desenvolvedores nos apps para celulares, pode ter sido o vilão.

Para o Business Insider uma porta-voz do Facebook declarou que o problema foi mesmo no Facebook SDK para o iOS e que a solução estava sendo feita naquele momento da entrevista. Foi bem rápido, mas deixou muita gente preocupada, especialmente os usuários do Nubank. Está normalizado agora. Até a próxima queda!

07:45 · 03.07.2020 / atualizado às 08:04 · 03.07.2020 por

Cerca de um em cada cinco consumidores brasileiros já teve problemas de acesso a serviços financeiros por causa de informações publicadas em suas redes sociais. É o que revela o novo relatório da Kaspersky, intitulado Créditos sociais e segurança: adotando o mundo das avaliações, que analisou como os sistemas de pontuação social (social rating) têm interferido na vida das pessoas, bem como os cuidados que governos e empresas precisam ter ao implementar essas ferramentas.

Embora os sistemas de avaliação social tenham se tornado mais comuns, sendo inclusive usados em muitos países e setores, sua aplicação exige mais atenção, pois podem ter impactos negativos. Segundo as constatações do relatório da Kaspersky, 17% dos consumidores brasileiros já enfrentaram dificuldades para obter empréstimos ou financiamentos por conta de informações publicadas em suas redes sociais. Os usuários entre 25 e 34 anos – justamente os que mais utilizam os sistemas de pontuação – são também os mais afetados: 26% dos consumidores dessa faixa etária passaram por esse problema.

Ainda que existam regulamentações conhecidas para a pontuação de crédito baseada no comportamento financeiro, os especialistas da Kaspersky apontam para a falta de uma estrutura que permita às pessoas conhecerem abertamente sobre os sistemas que coletam informações pessoais de seus perfis online. O relatório sugere que as pessoas estão dispostas a compartilhar dados particulares para obter melhores índices de avaliação, descontos ou serviços especiais.

Porém, um quarto (25%) dos respondentes no Brasil declarou que não compartilharia seus perfis com a finalidade de acelerar as verificações de histórico do cartão de crédito. Um grupo um pouco menor não se sente confortável em compartilhar esse tipo de informação pessoal para garantir um lugar em uma ótima escola para uma criança (21%) ou um apartamento melhor para alugar (16%).

“No mundo digital de hoje, os sistemas de pontuação social logo serão mais comuns, tornando-se não apenas uma opção, mas parte integrante de muitos serviços. No entanto, a pesquisa da Kaspersky destaca que há um número significativo de pessoas que não desejam compartilhar suas informações privadas para garantir um tratamento especial. Essas opiniões não podem ser ignoradas e, conforme os desenvolvedores incorporam algoritmos de IA nas avaliações sociais, os interesses de todos devem ser considerados, assim como as questões de confiança e transparência”, comenta Marco Preuss, diretor da Equipe de Pesquisa e Análise Global da Kaspersky .

Governos geram mais desconfiança

Enquanto as empresas tentam tirar proveito da tecnologia e dos dados de consumidores de maneiras inovadoras, os usuários também consideram a quais organizações podem confiar suas informações. O relatório da Kaspersky revelou que 74% dos participantes acreditam que seus dados estejam seguros nas mãos de operadores de serviços médicos, bancos ou empresas de seguros, enquanto cerca de 53% confiam em compartilhar seus dados com governos.

“O principal objetivo de um sistema de pontuação social é medir e aumentar o nível de confiança, tanto no mundo digital quanto no real. Ao mesmo tempo, para que funcione, o sistema exige a confiança do público e ela depende de vários fatores: contexto econômico, social e cultural, nível de confiança geral, confiança nas entidades e a confiança no mundo digital. Todas elas variam de um país para outro. Portanto, a decisão sobre a criação e implementação de um sistema de pontuação social, pelo menos em curto prazo, é de cada país. Para se tomar esta decisão, além das preocupações óbvias sobre privacidade de dados e segurança, é preciso considerar com cuidado quais concessões aquela sociedade está disposta a fazer, em quem a sociedade está disposta a confiar para projetar e operar o sistema, e como o sistema será implementado e regulamentado”, comenta Chengyi Lin, professor associado de estratégia da INSEAD .

A Kaspersky recomenda que os consumidores tomem as seguintes medidas para proteger sua privacidade ao compartilhar informações pessoais online:

• Tenha consciência das informações pessoais que você compartilha online e das pessoas que têm acesso a suas contas pessoais.

• Compartilhar informações tem benefícios, mas apenas com os serviços corretos. Uma pesquisa online pode oferecer descontos em sua marca favorita, mas, com isso, a empresa pode saber mais sobre você do que você gostaria. Leia sempre os termos de uso para avaliar os riscos e vantagens de suas atividades online.

• Proteja sua privacidade online com uma solução de segurança confiável.

10:03 · 26.06.2020 / atualizado às 10:11 · 26.06.2020 por

Em nota enviada pela assessoria de imprensa do WhatsApp no Brasil, a empresa informa que está em contato direto com autoridades do Banco Central (BC) no País para liberar a opção de pagamentos utilizando o aplicativo que faz parte do Facebook. “Ontem nos reunimos com as autoridades do Banco Central e estamos animados em permitir que os brasileiros enviem pagamentos seguros e sem dinheiro físico no WhatsApp o mais breve possível. Isso é ainda mais crítico enquanto as pessoas estão isoladas e as empresas enfrentam sérios desafios econômicos devido ao Covid-19“, afirmou Will Cathcart, chefe do WhatsApp, em nota.

>>>Visa, Cielo e Mastercard fecham parceria com Facebook para lançamento do WhatsApp Payments no Brasil

A empresa está trabalhando em conjunto com os parceiros dela, WhatsApp, e as autoridades brasileiras para restaurar o serviço o quanto antes, garantem. “O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes. O WhatsApp afirmou seu apoio a um modelo pró-competitivo e aberto para pagamentos e também seu compromisso em fornecer pagamentos via PIX tão logo o sistema esteja disponível”, garantiu Cathcart.

Ainda de acordo com o chefe do WhatsApp, o BC ressaltou que respalda plataformas como o WhatsApp que estão “inovando em pagamentos digitais e criando novas maneiras de apoiar pessoas e pequenas empresas em todo o Brasil”, concluiu.

13:06 · 24.06.2020 / atualizado às 13:06 · 24.06.2020 por

O dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, detectou um novo golpe disseminado pelo Whatsapp que utiliza indevidamente o nome do Instituto Maurício de Sousa para enganar vítimas com uma suposta promoção de almanaque da Turma da Mônica. A página maliciosa tenta se passar por um site da marca e em menos de 24 horas, o número de detecções do golpe já chega a 91 mil.

“Os golpistas se aproveitam do momento de quarentena para atrair vítimas com mais este golpe. Eles sabem que os pais e as crianças estão em casa e criam uma mecânica fácil para conseguir mais dados pessoais no golpe. O modelo da ameaça utilizado é o “cadastre e ganhe”, visto em outros golpes recentemente, como o que prometia perfumes como brindes pelo Dia dos Namorados, e também utilizava indevidamente o nome de uma grande marca para dar mais credibilidade ao golpe”, alerta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Como funciona o golpe

A falsa promoção promete um Super Almanaque da Turma da Mônica, Edição Estude em Casa, e para receber o brinde bastaria que a vítima cadastrasse seus dados pessoais e depois compartilhasse o link malicioso com seus contatos do WhatsApp. “O cibercriminoso geralmente desenvolve supostas promoções com métodos de participação simples, justamente para atrair mais vítimas. Desta forma, ele aproveita da boa fé das pessoas para torná-la um vetor de disseminação do golpe e ganhar proporção”, explica Simoni.

Os prejuízos para a vítima ocorrem com o vazamento de seus dados pessoais e exposição a outros golpes. “Os dados pessoais fornecidos na página falsa podem ser vendidos, ou até mesmo usados para assinar serviços pagos que trarão prejuízo financeiro à vítima. Fora isso, caso a pessoa dê permissão à falsa página para o recebimento de notificações, o cibercriminoso conseguiria ainda enviar outras promoções falsas como essa diretamente a ela”, complementa o diretor.

Saiba como se proteger

1) Sempre verifique as informações compartilhadas nos sites oficiais das empresas, e desconfie de promoções, brindes e descontos. Nunca compartilhe dados pessoais em sites dos quais não conhece a procedência.

2) Tenha cuidado ao tocar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.

3) Utilize soluções de segurança no celular que disponibilizam, de preferência, a função de detecção automática de phishing em aplicativos de mensagem e redes sociais.

4) Na dúvida, é possível verificar se um link é falso no site do dfndr lab. A checagem de links avisa em poucos segundos se um site pode oferecer alguma característica maliciosa.

Comentário do Blog

Mais uma vez, a falta de critérios e criticidade por parte dos usuários do WhatsApp facilita a ação de criminosos. É preciso que as pessoas comecem a pensar mais e analisar o que estão recebendo sem sair compartilhando ou clicando sem cuidado.

É impressionante como as pessoas caem tão facilmente em golpes assim que estão claramente querendo roubar os dados da vítima. Ninguém vai dar nada de graça. Visite as páginas oficiais para saber se existe alguma promoção.

Mesmo que exista nunca, jamais entregue dados como senha de cartão de crédito ou o número do cartão, bem como os dados de sua conta bancária. Endereço, CPF e RG devem ser usados só em páginas oficiais e se for realmente necessário. Evite dar estes dados em promoções. Você nunca sabe onde eles vão ser utilizados.

16:02 · 23.06.2020 / atualizado às 16:03 · 23.06.2020 por

O Instagram ouviu o feedback da comunidade brasileira está anunciando um formato novo e aprimorado para o Reels, resultado do teste de cenas que foi rodado exclusivamente no Brasil ao longo dos últimos meses. Com o Reels, as pessoas podem gravar e editar vídeos de 15 segundos com múltiplos cortes, incluindo áudio, efeitos e novos recursos criativos. Entre as novidades, destaca-se a maior escolha dadas à comunidade do Instagram sobre onde e para quem compartilhar seus Reels. Incluindo Feed, Explorar, Direct e Stories, que já existia antes. A opções dependem se a sua conta é fechada ou pública.

“Além do Stories, agora você pode compartilhar seus Reels com amigos e seguidores no Feed e, se tiver uma conta pública, diretamente no Explorar, assim ele poderá ser visto por uma audiência ainda maior”, diz nota do Instagram.

Do ponto de vista de consumo de conteúdo, o Reels também ganhou um destaque muito maior no Explorar, ficando no topo da página. Ali as pessoas poderão navegar pelos Reels criados pela comunidade do Instagram, conferir e se inspirar com os Reels mais diversos, desde danças super divertidas até Reels que passam mensagens importantes sobre o momento que estamos vivendo.

“Mais do que compartilhar seus Reels diretamente no Explorar, em uma nova seção que evoluiu do “Top Cenas”, esse espaço também te permite assistir ao conteúdo de qualquer pessoa no Instagram e se inspirar para criar o seu”, completa a nota.

Vale lembrar que o Instagram também está expandindo o teste para a França e Alemanha, além do Brasil.

Como criar com Reels

Selecione Reels na parte inferior da câmera do Instagram. Você verá uma variedade de ferramentas de edição criativa à esquerda da tela que podem ser usadas para criar o seu reel.

Reels podem ser gravados de diferentes formas: em uma série de trechos (um de cada vez), todos de uma só vez ou usando uploads de vídeo da sua galeria. Grave o primeiro trecho pressionando e segurando o botão de captura. Você verá um indicador de progresso na parte superior da tela enquanto grava. Pare a gravação para finalizar cada trecho.

Áudio: pesquise uma música da biblioteca de músicas do Instagram para o seu reel. Você também pode usar seu próprio áudio original simplesmente gravando o reel com ele. Quando você compartilha um reel com o áudio original, ele é atribuído a você e, se você tiver uma conta pública, as pessoas podem criar Reels com o seu áudio, selecionando “Usar áudio” no seu Reel. Por exemplo: se você gravar um Reel incentivando as pessoas a se engajarem com uma causa social, outros poderão clicar em “Usar áudio” no seu reel e usar seu som para criar suas próprias versões do vídeo.

Efeitos de Realidade Aumentada: Selecione um dos muitos efeitos em nossa biblioteca de filtros, criados pelo Instagram e criadores de todo o mundo, para gravar vários trechos com efeitos diferentes. Por exemplo: use a “Tela Verde” para se sobrepor à frente de uma foto da praia do seu rolo da câmera e gravar um videoclipe de verão com seus amigos.

Temporizador e contagem regressiva: defina o temporizador para gravar qualquer um dos trechos com as mãos livres. Depois de pressionar gravar, você verá uma contagem regressiva 3-2-1, antes de gravar o trecho durante o tempo selecionado.

Alinhar: alinhe objetos do trecho anterior antes de gravar o próximo, o que ajuda a fazer transições perfeitas, como trocas de roupa ou adição de novos amigos ao seu reel.

Velocidade: escolha acelerar ou diminuir a velocidade de parte do vídeo ou áudio selecionado, o que ajuda você a manter um ritmo ou a criar vídeos em câmera lenta.

Para compartilhar um Reel

Com o Reels você tem a opção de compartilhar com seus seguidores e ainda pode ser descoberto por uma enorme e diversa comunidade do Instagram dentro do Explorar.

Se você possui uma conta pública: é possível compartilhar seu reel em um espaço dedicado na aba Explorar, o que dá ao seu reel a chance de ser visto e descoberto pela comunidade do Instagram. Você também pode compartilhar no Feed para que seus seguidores possam ver o seu reel. Quando você compartilha Reels com determinadas músicas, hashtags ou efeitos, seu reel também pode aparecer em páginas dedicadas sempre que alguém clica nessa música, hashtag ou efeito.

Se você possui uma conta privada é possível compartilhar no Feed para que seus seguidores possam ver o seu reel.

Quando o seu reel estiver pronto, escolha o botão compartilhar, onde você poderá alterar a imagem da capa, adicionar uma legenda, hashtags e marcar seus amigos. Você também pode salvar um rascunho do seu reel se quiser fazer uma pausa e voltar a ele em outro momento. Depois de compartilhar o seu vídeo, ele ficará em uma guia Reels separada em seu perfil, onde as pessoas poderão encontrar outros Reels que você já compartilhou. Você poderá ver curtidas, comentários e quantas vezes seu reel já foi reproduzido.

Independentemente de ser uma conta pública ou privada, pode também pode compartilhar seu reel no Stories ou por uma mensagem no Direct. Se você optar por fazer isso, seu reel será como um Stories comum – ele não será compartilhado no Feed, perfil ou na aba Explorar e desaparecerá após 24 horas.

Para assistir Reels

O Reels na aba Explorar é um novo espaço para curtir Reels criados por toda a comunidade do Instagram. Descubra seu novo comediante favorito, profissional inspirador, tendências de dança ou de beleza em um feed vertical customizado para você. Se você gostar de um reel, pode facilmente curtir, comentar ou compartilhar com seus amigos.

Os usuários nos países em que o Reels está disponível (atualmente Brasil, França e Alemanha) poderão navegar no Reels na aba Explorar e criar seus próprios. As pessoas de outros países verão apenas os Reels das pessoas que seguem no Feed.

Você também poderá ver alguns Reels com o rótulo “Em destaque”. Esta é uma seleção de Reels escolhidos pela curadoria do Instagram para ajudá-lo a descobrir conteúdo original, que pode te entreter e inspirar.

“Nossa equipe de curadoria é formada por pessoas com diversas experiências e conhecimento em conteúdo de vídeo, jornalismo e/ou curadoria. Eles revisam os Reels públicos e selecionam aqueles que são divertidos e culturalmente relevantes. Nosso objetivo é apresentar Reels que são alinhados com esses valores e princípios”, deixa claro o Instagram na nota.

Confira os valores e princípios:

– Proporcionar uma experiência divertida ou significativa

– Contar uma história cultural ou amplamente relevante

– Valorizar diversidade e inclusão

– Inspirar a criação através da originalidade e de fatores que criem conexão

– Promover uma comunidade segura e respeitosa

“Se o seu reel estiver em destaque na aba Explorar, você receberá uma notificação. Durante a fase de teste, nós vamos aprender e nos adaptar de acordo com o feedback que receberemos da comunidade, e poderemos mudar a maneira como selecionamos Reels em destaque à medida que a ferramenta se expande”, encerra.

06:23 · 23.06.2020 / atualizado às 07:20 · 23.06.2020 por

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de apps no Brasil revelou dados interessantes na atual rodada. Segundo ela, WhatsApp e Zoom são os aplicativos mais usados para videochamadas pelos brasileiros atualmente. Outro destaque dela foi que o TikTok foi o app que mais ganhou presença na home screen do smartphone nacional em um ano. Além disso, em 12 meses, saltou de 38% para 51% a proporção de internautas brasileiros que assinam um serviço de streaming de filmes ou séries. A pesquisa foi aplicada de forma online entre 6 e 13 de maio de 2020 com 2.017 brasileiros com margem de erro de 2.2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Outro dado que chamou atenção foi que 75% dos internautas brasileiros já viram transmissões de lives em seus smartphones. As plataformas mais usadas para consumo desse conteúdo são YouTube e Instagram.

Videochamada

Segundo a pesquisa, 88% dos internautas brasileiros já participaram de uma videochamada através do smartphone. Neste tempo de pandemia é um dado bem interessante. A prática é mais comum entre as pessoas de 16 a 49 anos (90%) do que aquelas com 50 anos ou mais (81%).

“52% daqueles já realizaram videochamadas pelo smartphone afirmam que o hábito aumentou desde a quarentena. 39% dizem que a frequência não mudou e apenas 9% informam que diminuiu. Cabe destacar uma diferença quando feito o recorte por classe social: enquanto 65% dos usuários desse serviço nas classes A e B declaram terem aumentado a frequência de videochamadas com a pandemia, nas classes C, D e E o percentual é de 48%. Uma das explicações pode estar na diferença da natureza dos empregos de acordo com a classe social: no grupo com maior renda há uma proporção maior de pessoas que trabalham em escritórios e que, durante a quarentena, passaram a trabalhar em casa, realizando videochamadas”, diz o relatório da pesquisa.

O WhatsApp é o aplicativo mais utilizado para as videochamadas com 95%. Para quem é, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel o app com maior presença nos smartphones dos brasileiros (99%) é normal a liderança. Ela permanece mesmo quando perguntado qual aplicativo a pessoa mais tem usado atualmente para videochamadas. A liderança segue agora com 80%. O Zoom é o segundo com 8% e isso me chamou atenção por ver tanto ele, o Microsoft Teams e o Google Meet rivalizando nos últimos dias e até utilizando pessoalmente mais estes três últimos do que o próprio WhatsApp. Se pensar só em smartphone aí o Teams fica à frente do Zoom e o Meet nem aparece.

Na pesquisa, inclusive, Facebook Messenger (30%), Skype (26%) estão à frente do Zoom (22%) quando a pergunta é em quais apps os brasileiros já participaram de videochamadas. E o Teams está com 6% atrás da dupla Google Hangouts (14%) e Google Duo (10%).

“Em alguns apps, há diferenças marcantes de acordo com a renda mensal do usuário. Hangouts e Microsoft Teams são mais usados por pessoas das classes sociais A e B do que por aquelas das classes C, D e E. O único app cuja preferência é maior entre os brasileiros em faixas de menor renda é o WhatsApp. Os demais têm proporções similares, com diferenças dentro da margem de erro, quando analisado o uso por classe social”, explica o relatório.

Segundo o relatório da pesquisa, as lives viraram uma febre no Brasil durante a quarentena, o que é verdade. É quase impossível não trombar virtualmente com uma por aí. “Esta pesquisa comprova a tendência: 75% dos internautas brasileiros já assistiram a uma transmissão ao vivo na tela do seu smartphone. O hábito é mais comum entre os jovens. 83% daqueles com 16 a 29 anos já viram lives. A proporção cai para 76% no grupo de 30 a 49 anos e para 59%, naquele com 50 anos ou mais. Não há diferenças significativas por classe social ou gênero, mas sim por região do País: o Nordeste tem a maior proporção de internautas que já assistiram a lives (84%) enquanto o sul tem a menor (70%)”, explica.

Ainda de acordo com o relatório da pesquisa, no universo de brasileiros que já viram lives, 66% declaram que a frequência com que assistem essas transmissões ao vivo no smartphone aumentou durante o período de confinamento em casa. “Neste ponto, tal como nas videochamadas, nota-se uma diferença por classe social: a proporção é maior entre aqueles das classes A e B (73%) do que entre aqueles das classes C, D e E (65%)”.

A pesquisa, logicamente, aponta que plataforma foi mais usada pelo brasileiro para ver lives. Neste caso a vitória é do YouTube com 84%. Em seguida vem o Instagram com 54% e Facebook com 41%. “A preferência pelas plataformas, contudo, varia de acordo com idade, classe social e gênero. No público que vê lives no Instagram, por exemplo, há uma predominância de mulheres e de jovens entre 16 e 29 anos. No uso do Facebook para ver lives, por sua vez, a
proporção é maior entre as pessoas das classes C, D e E do que entre aquelas das classes A e B. O YouTube é mais democrático na análise demográfica: não há diferenças expressivas por gênero, idade ou classe social”, explica o relatório.

Lá vem o TikTok

O aplicativo chinês TikTok para produção e distribuição de vídeos curtos está fazendo muito sucesso com jovens do mundo todo. No Brasil, ele está subindo na preferência dos brasileiros. Segundo a pesquisa, até seis meses atrás o TikTok não aparecia no radar dos apps mais presentes na home screen dos smartphones nacionais. “Sua ausência poderia ser atribuída à juventude da sua base de usuários: como esta pesquisa é feita com pessoas com 16 anos ou mais, o crescimento do TikTok acabava não sendo captado, por se concentrar no público adolescente”, explica o relatório.

Só que isso mudou. Agora ele é o 12º mais presente na tela inicial do smartphone brasileiro, passando apps como Spotify, Gmail, Google Chrome, entre outros. A campanha de mídia massiva e até irritante do app pode ser a explicação mais plausível para o crescimento absurdo entre pessoas com idade superior ao público-alvo inicial, ou seja, menores de 16 anos.

Por motivos óbvios, auxílio emergencial, o app da caixa cresceu e ficou na 4ª colocação dos apps mais populares na home screen dos brasileiros. Atrás apenas de WhatsApp (57%), Facebook (44%) e Instagram (43%). Pelo mesmo motivo, o Caixa Tem apareceu com 5% na 24ª posição. O app do Banco do Brasil teve crescimento e foi a 11% de presença agora ocupando a 8ª posição e isso pode estar ligado também ao momento atual. Obviamente haveria crescimento em apps de entrega como iFood que agora é o 10º com 9% de presença.

Filmes e séries

Outro destaque está para o crescimento da proporção de assinantes de serviços de streaming de filmes e séries. Em maio de 2019 a pesquisa mostrava que eram 38%. Em novembro do ano passado foi para 45% e agora atingiu 51% dos entrevistados, quando assistido preferencialmente em smartphones. “Neste primeiro semestre, a quarentena pode ter contribuído para que esses serviços angariassem mais assinantes. Outro fator favorável é a integração de alguns desses serviços com planos de operadoras móveis, como no caso das parcerias que TIM e Vivo firmaram com o Netflix. Além disso, houve um aumento da competição, com o fortalecimento de players como Globoplay e Amazon Prime Video. Ambos dobraram sua participação em seis meses, enquanto o Netflix caiu cinco pontos percentuais na preferência dos assinantes brasileiros de streaming de vídeo”, tenta explicar o relatório.

O consumo de serviços pagos de streaming de vídeo é mais comum nas classes A e B (60%), segundo a pesquisa. Também é mais popular entre os jovens de 16 a 29 anos (60%). Neste cenário, preferencialmente para visualização em smartphones, a liderança é total da Netflix com 80%. Amazon Prime Video tem 8% e GloboPlay aparece com 4%.

Novo

Apesar da crise, o brasileiro, ao menos o entrevistado, não quer saber de smartphone usado. 84% procura obter sempre um aparelho novo, enquanto apenas 16% compra usado.

Outro dado de consumo de tecnologia importante está no uso de pulseiras/relógios inteligentes. No levantamento de novembro de 2018, apenas 10% tinham. No de novembro de 2019 eram 16% e agora esse número foi para 19%. Houve uma redução no crescimento, mas segue sendo produtos que interessam ao brasileiro.

Ainda na questão de consumo, apenas 21% disseram que já baixaram algum app pago. Porém, 56% já fez compras online através do smartphone.

Moderno

Da pesquisa de novembro de 2019 para cá, aumentou o número (dentro da margem de erro) dos brasileiros que dizem usar comandos de voz no smartphone. Saltou de 67% para 69%. É um número muito bom, diga-se de passagem.

Por fim, a nova rodada da pesquisa revelou o domínio completo do Android como sistema operacional do smartphone. 91% usam o app do Google contra apenas 9% que estão com o iOS do iPhone. A maioria dos entrevistados, 47%, respondeu que usa smartphone há mais de 5 anos. Em seguida aparecem os que usam entre 1 e 3 anos (27%), depois de 3 a 5 anos (14%) e por último os que usam a menos de 1 ano (12%).

A pesquisa é independente e realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box.

O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line entre 6 e 13 de maio de 2020 por Opinion Box junto a 2.017 brasileiros com 16 anos ou mais que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. A margem de erro é de 2.2 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

09:52 · 15.06.2020 / atualizado às 10:05 · 26.06.2020 por

Visa, Cielo e Mastercard anunciam, nesta segunda, 15, que estão trabalhando em parceria com o Facebook para impulsionar a nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp no Brasil.

>>>WhatsApp trabalha para liberar pagamentos via app junto a autoridades brasileiras

A Visa, com a adição da tecnologia de pagamento segura da empresa, ofertará aos usuários do WhatsApp a possibilidade de enviar e receber dinheiro para amigos e familiares, e até efetuar compras de pequenos negócios no popular serviço global de mensagens com a promessa de rapidez e segurança, principalmente segurança. Cartões Visa emitidos pelo Banco do Brasil (BB) e Sicredi já estão ativos no sistema para pessoas comuns. Empresas precisam criar uma conta no WhatsApp Business.

Os pagamentos via WhatsApp serão possíveis graças aos recursos das soluções Visa Direct, que fornece pagamentos em tempo real por meio da rede global da Visa, e ao novo recurso de segurança Visa Cloud Token, que é lançado globalmente hoje, 15, em conjunto aos pagamentos pelo WhatsApp.

“Usuários do WhatsApp no Brasil agora podem fazer transferências de dinheiro para amigos e familiares, além de efetuar pagamentos para empresas. Ou seja, os pequenos e médios empresários também contam com mais uma opção para aceitar pagamentos, utilizando os recursos de mensagens de uma plataforma que já é familiar a eles”, afirma Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil. “É de grande importância para a Visa ajudar a habilitar esta nova funcionalidade do WhatsApp, por meio das nossas tecnologias de pagamento. O Visa Direct e a nova solução Visa Cloud Token auxiliarão consumidores a comprar e a pagar digitalmente, além de oferecer aos comerciantes mais uma opção de pagamento”, explica o executivo.

Até agora, as transações globais com o uso da solução Visa Direct cresceram aproximadamente 70% em todo o período da Covid-19. Com a adição de pagamentos pelo WhatsApp, o Visa Direct segue oferecendo os serviços P2P (peer to peer) nas principais plataformas digitais globais.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.”

Cielo

A Cielo também irá trabalhar em parceria com o WhatsApp para as missões de pagamento e transferência.  Para fazer transferências de pessoa para pessoa é necessário cadastrar e validar o cartão de débito ou múltiplo no WhatsApp. Essas transações não serão possíveis na modalidade crédito. As pessoas poderão enviar no máximo R$ 1 mil por transação e receber até 20 transações por dia no limite de R$ 5 mil por mês.

Já o pagamento de pessoa para empresas que operam no app WhatsApp Business funcionará nas modalidades débito e crédito, sem limite de valor. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias nas transações de crédito. Será cobrada do comerciante uma taxa de 3,99% por transação tanto no crédito quanto no débito. Para realizar as vendas, os estabelecimentos comerciais devem se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp Business, de forma simples e integrada. O uso da ferramenta dispensa a compra ou aluguel de máquinas.

O cartão também precisa ser validado pelos bancos antes de o usuário do WhatsApp poder utilizar a ferramenta, o que torna as transações ainda mais seguras.

“A Cielo está orgulhosa de participar desse projeto histórico, que vai simplificar a vida das pessoas e impulsionar negócios pelo WhatsApp, aplicativo presente em milhões de smartphones no país. A tecnologia vai ajudar a tirar empresas da informalidade e na inclusão financeira. O lançamento do serviço torna-se ainda mais importante para superarmos o momento delicado provocado pela pandemia”, afirma Paulo Caffarelli, presidente da Cielo. “Com a solução oferecida, a Cielo inaugura um novo momento no mercado de pagamentos, que vai muito além da maquininha, e prova que a inovação está no nosso DNA”, completa.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp. “Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira”.

Mastercard

A Mastercard também anunciou hoje a ampliação de sua parceria com o Facebook para oferecer aos brasileiros a possibilidade de enviarem e receberem dinheiro para amigos e familiares no aplicativo WhatsApp. Os portadores de cartões Mastercard que fazem transações bancárias com Nubank e Sicredi serão os primeiros no Brasil a utilizarem a ferramenta no WhatsApp. Em breve, mais parceiros bancários devem aderir ao programa.

Utilizando o Mastercard Send, milhões de usuários do WhatsApp agora podem usar seus telefones para transferir dinheiro de forma simples e fácil, instantaneamente (24 horas por dia, 7 dias por semana). Ao passo que as medidas de distanciamento social incentivam os consumidores a procurarem por métodos alternativos de pagar sem toque.

O pioneirismo do Brasil

Gradualmente, a partir de hoje, 15, os usuários brasileiros selecionados pelo WhatsApp começarão a ver a opção de pagamento no aplicativo. Até o momento, poderão enviar e receber dinheiro os consumidores que configurarem suas contas adicionando cartões Visa emitidos pelo Sicredi e pelo Banco do Brasil. Já as pequenas e médias empresas precisam criar uma conta usando o aplicativo WhatsApp Business para receber pagamentos de clientes.

“Nós observamos que as pessoas têm mudado sua forma de interagir e consumir. Trabalhamos para fazer parte desse dia-a-dia de forma fluida e integrada, sem atrito, de maneira quase imperceptível. Nosso cliente usa o WhatsApp para se comunicar com amigos, família, empresas, inclusive para ser atendido e fazer transações no próprio Banco do Brasil. Agora, vai poder usar esse canal também como solução de pagamento. É mais uma opção de pagamento digital que reduz a circulação de papel moeda e traz segurança e comodidade ao cliente”, afirma Edson Costa, Diretor de Meios de Pagamentos do BB.

“Essa é uma novidade que reforça o nosso direcionamento em oferecer soluções digitais que gerem conveniência aos nossos associados. Estamos muito satisfeitos em poder disponibilizar essa solução para todos eles, inclusive os da conta 100% digital Woop Sicredi”, declara Cidmar Stoffel, diretor de Produtos e Negócios do Sicredi.

Visa Cloud Token

À medida que consumidores expandem o uso de dispositivos para compras on-line, a Visa ativou uma nova solução baseada na nuvem que permite mais flexibilidade em seus vários dispositivos. Visa Cloud Tokens são soluções que protegem e removem informações confidenciais de pagamento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco. Isto ajudará a manter as transações ainda mais seguras em todos os dispositivos, com o uso da biometria ou de soluções que avaliem ameaças em tempo real.

Os consumidores brasileiros são os primeiros do mundo a usar a nova tecnologia Visa Cloud Token para fazer pagamentos seguros no WhatsApp.

“Nossos consumidores no Brasil podem enviar e receber dinheiro com a certeza de que seus pagamentos feitos pelo WhatsApp são tão seguros quanto qualquer outra transação da Visa”, reforça Ruben Salazar, VP sênior de Soluções e Inovação para a Visa América Latina e Caribe. “Os aplicativos permitem que pagamentos sejam feitos por qualquer dispositivo com conexão à internet, não apenas telefones. Assim, a Visa continuará inovando e aplicando os melhores recursos de segurança e combate a fraudes em pagamentos digitais, à medida que expande a tecnologia para todo a região”, afirma Salazar.

Entre as soluções utilizadas para o WhatsApp Payments está a Cloud Token Framework, que remove os riscos operacionais relacionados à proteção de dados para comerciantes e operadoras de celular, reduzindo etapas e atritos desnecessários para o consumidor. A solução também permite que a Visa implemente os recursos de segurança mais recentes tanto para a rede quanto para a instituição financeira.

Promover a nova geração de transferência de dinheiro em tempo real entre consumidores e empresas reafirma a missão da Visa de conectar o mundo por meio de uma rede de pagamentos digitais inovadora, confiável e segura, contribuindo com a prosperidade de indivíduos, empresas e economia.

Segurança

O meu maior medo com relação a essa modalidade de pagamento chama-se clonagem de WhatsApp. Hoje em dia, já temos muita gente que cai em golpe assim e tem perdas financeiras de amigos que emprestam a pessoa lesada pelo golpista. Minha dúvida é saber como fica a segurança nestes casos. Para isso, questionamos as empresas para saber que margem de segurança trabalham para evitar que, após ter o aplicativo invadido por criminosos, como o cliente pode ter alguma camada de segurança extra para que as transações não ocorram.

A Visa nos respondeu.  Segundo a empresa, além dos mecanismos de segurança já implementados pelo WhatsApp, a nova funcionalidade de pagamentos no aplicativo conta com a tecnologia Visa Cloud Token, desenvolvida pela Visa e implementada no Brasil pela primeira vez no mundo, que promete ajudar a proteger e remover informações como o número do cartão, código de segurança (CVV) e data de vencimento, convertendo os dados em tokens e armazenando-os com segurança na nuvem. “Assim, somente após a validação do consumidor real, a credencial de pagamentos estará apta para efetuar a transação, seja ela entre pessoas ou entre pessoas e estabelecimentos comerciais. Com uma abordagem flexível e baseada em padrões, os tokens em nuvem podem ser ativados em todos os dispositivos do usuário e diretamente integrados ao banco emissor do cartão em que o consumidor está transacionando”, finalizam.

A Cielo esclarece que as transações de pagamento pelo WhatsApp são seguras e contam com “as mais modernas tecnologias e controles antifraude e de prevenção a lavagem de dinheiro de todas as empresas envolvidas na solução. Todo pagamento feito no WhatsApp é protegido por diversas camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria do celular – e processado com seguridade”.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa da Cielo, as transações contam com a robusta estrutura de segurança da companhia, que atende a rígidas normas de prevenção a fraude”. De acordo com a empresa, o cartão do usuário precisa da validação dos bancos antes de utilizar a ferramenta do WhatsApp, o que torna as transações ainda mais seguras. “Ou seja, para efetuar a transação é necessário digitar a senha específica para pagamentos, que precisa ser autenticada a cada transação (por meio de token) e de acordo com a tecnologia e configuração de cada aparelho (biometria, reconhecimento facial, senha numérica, etc.). Nos eventuais casos de fraude, a Cielo conta com mecanismos de segurança para bloquear as transações suspeitas até que a situação do usuário seja analisada especificamente pela equipe dedicada ao monitoramento”, encerra a nota.

Reforçando que você não deve dar o conjunto de 6 dígitos que dá acesso a terceiros a seu WhatsApp a ninguém. Eles geralmente ligam ou mandam mensagens falando que seu app bancário ou conta bancária foi invadido e que querem te ajudar a recuperar ou que sua conta em sites de negociação de produtos usados foi corrompida e que precisam fazer testes de segurança. Não repassem.

Além disso, e mais importante: coloquem camadas de proteção no seu WhatsApp. Além da senha de 6 dígitos use o verificador por digital. Só assim, você terá mais proteção.

Infográfico enviado pela Visa mostra como vai funcionar os pagamentos e transferências e o esquema de segurança também
15:16 · 08.06.2020 / atualizado às 15:16 · 08.06.2020 por
06:52 · 05.06.2020 / atualizado às 16:56 · 04.06.2020 por

O Sebrae e o Facebook firmaram termo de cooperação para apoiar o desenvolvimento de empreendedores e de micro e pequenas empresas em todo o País. O acordo consiste em disponibilizar especialistas do Facebook para treinar a rede de consultores do Sebrae no Brasil, com o objetivo de oferecer capacitação de alto impacto em marketing digital, ajudando pequenos negócios a vender mais, gerar empregos e crescer.

A nova parceria faz parte das ações do Impulsione com Facebook, programa de desenvolvimento que oferece capacitação gratuita em marketing digital e nas ferramentas do Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp Business para gerar negócios. Os treinamentos serão disponibilizados em todos os canais do Sebrae, em uma série de 28 vídeos para capacitar em diferentes objetivos como, por exemplo, engajar públicos ou gerenciar e analisar a efetividade de anúncios.

“Este tipo de parceria chega em boa hora, pois os empresários de pequenos negócios reconhecem a importância de utilizar o meio digital para atravessar este momento de crise. Com isso temos o objetivo de alcançar o maior número possível de empresários possibilitando o acesso a canais de venda digital e de relacionamento com clientes e fornecedores”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Além da série de vídeos, a parceria inclui treinamentos e uma série de mesas redondas virtuais com especialistas para discutir soluções para os setores mais afetados pela crise. As mesas redondas serão feitas por Lives e Webinars e poderão ser acessados na Página do Facebook e no Perfil do Instagram do Sebrae. Estes conteúdos também serão compartilhados com os Sebraes estaduais, onde já são abordados temas como marketing digital, conhecimentos de gestão, empreendedorismo, inovação e acesso a mercados necessários para os pequenos negócios se tornarem cada vez mais competitivos.

De acordo com o diretor de pequenas e médias empresas do Facebook na América Latina, Denis Caldeira, a digitalização, que já era uma aliada das micro e pequenas empresas, no período de pandemia se tornou ainda mais essencial. “Pequenas e médias empresas estão se digitalizando cada vez mais rápido. Esta parceria com o Sebrae permite que ainda mais PMEs tenham acesso a capacitação em marketing digital, e utilizem todo o potencial das redes para gerar renda, empregos e crescer”, explica Caldeira.

E os números corroboram esta necessidade de digitalização. Uma pesquisa do Instituto Ipsos, encomendada pelo Facebook, revelou que a tecnologia faz toda a diferença na rotina dos pequenos e que 71% das PMEs concordam que suas empresas estão mais fortes hoje devido ao uso da família de aplicativos do Facebook. Considerando-os separadamente, WhatsApp (92%), Instagram (89%) e Facebook (86%) ocupam as primeiras posições em importância para os negócios.

07:07 · 02.06.2020 / atualizado às 12:19 · 02.06.2020 por

A 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) retorna neste sábado, 6 de junho, às 13h, no formato online, informa a Riot Games, organizadora da competição.

O torneio está estruturado para fazer gradualmente ajustes necessários, com base nas recomendações sanitárias, e atualizará a comunidade à medida que mudanças ocorram nos protocolos de saúde.

O campeonato estreia com um clássico, entre PaiN Gaming e Flamengo. A transmissão do CBLoL – Segunda Etapa acontece nos canais oficiais da Riot Games (YouTube, Twitch e Watch) e no SporTV.

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