Categoria: Facebook


08:59 · 15.02.2019 / atualizado às 12:05 · 15.02.2019 por

Desde março do ano passado, a Comissão Federal do Comércio (FTC, em inglês), agência do governo dos EUA responsável por proteger a privacidade dos consumidores e a livre concorrência por lá, está investigando o Facebook que teria deixado brechas para que a consultoria política Cambridge Analytica vazasse dados de 87 milhões de usuários da rede social.

Segundo o jornal norte-americano The Washington Post, para evitar que esta investigação seguisse a diante, o Facebook estaria negociando com o governo dos EUA um pagamento de multa que pode ser superior ao valor de US$ 22,5 milhões. Esta quantia foi paga pelo Google em outro processo conduzido pelo FTC em 2012.

Especialistas escutados pelo jornal garantem que essa medida, além de outras penalidades, poderiam sinalizar que o FTC está pronto para exercer força sobre as empresas do Vale do Silício e defender os cidadãos contra os abusos de privacidade em que estas companhias podem estar envolvidas.

Defensores dos consumidores nos EUA querem até mais. Segundo o The Washington Post, alguns pedem penalidades severas e multas ainda mais pesadas, na casa de US$ 2 bilhões. E querem além: limitar como e quando o Facebook coleta dados sobre seus usuários.

O jornal americano tentou falar tanto com FTC quanto com o Facebook e não recebeu nenhum comentário de volta.

Nós tentamos também falar com a assessoria de imprensa brasileira da rede social que informou que “não temos nenhum comentário sobre esse assunto por enquanto”.

A verdade é que o Facebook sabe demais da grande maioria de nós. E, infelizmente, temos uma grande culpa nisso. A melhor forma de evitar todo este problema é sair da rede social, visto que ela não parece nada interessada em mudar, pra valer, o jeito que atua. Sair de uma vez ou aos poucos (como tenho feito) deve ser a única forma de fugir do controle deles. O problema é: eles já alcançaram outras rede social (Instagram) e o polêmico e útil comunicador Instantâneo WhatsApp (isso sem falar no Messenger). Complicado, não?

09:04 · 06.02.2019 / atualizado às 12:35 · 06.02.2019 por

Você já enviou uma mensagem acidentalmente para um grupo errado de amigos, digitou algo incorretamente ou simplesmente quis remover um texto em uma conversa? Você não está sozinho! Agora, o Facebook lançou uma função para que você apague facilmente sua mensagem no Messenger — seja para uma pessoa ou para um Grupo.

Para usar o recurso, basca tocar na mensagem que você quer apagar e selecionar a opção “Remover para todos”. A mensagem removida será substituída por um aviso a todos na conversa de que o texto foi apagado. Você terá até dez minutos para remover um conteúdo após o seu envio.

Caso queira apagar uma mensagem apenas para você, é possível fazer isso a qualquer hora, selecionando “Remover para você”. Ao escolher esta opção, o texto será removido para você, mas não para os demais membros da conversa.

“Como sempre, você pode reportar uma conversa que viola os nossos Padrões de Comunidade”, informa comunicado da rede social.

A função “Remover para todos” está disponível para os usuários do Messenger ao redor do mundo nas últimas versões para iOS e Android.

09:21 · 05.02.2019 / atualizado às 07:40 · 05.02.2019 por

O Facebook completou, na última segunda-feira, 4/2, 15 anos de existência. Nesse tempo, muita coisa mudou. De queredinho de todos, a rede social se tornou alvo. Envolvida em várias polêmicas e até acusada de estar usando os dados de seus usuários para ações não tão, digamos, salutares, a empresa de Mark Zuckerberg, prepara-se para um novo salto, talvez o mais ousado: juntar todas as companhias que têm em uma só. Imagina o quanto já sabem de nós e o que poderiam fazer com tudo isso?

>> Facebook nega que aplicativo dela espionava usuários

>> Facebook é a marca que gera mais desconfiança no público 

>> Facebook responde sobre acusações do New York Times sobre vazamentos de informações

>> Facebook teria entregue nossos dados para gigantes de tecnologia e entretenimento, diz jornal

>> Mais uma vez, Facebook permite que empresas acessem dados de usuários

Procuramos a assessoria de imprensa brasileira da rede social para nos responder algumas questões. Eles nos enviaram prontamente as respostas que verão em seguida. Sim, responderam como manda o “script” e isso já é algo melhor que o que faz Apple que nem resposta dá. Mesmo assim, não conseguimos tirar se a junção das empresas sairá ainda este ano ou que medidas mais fortes contra o vazamento de dados ou uso indevido de nossas informações eles terão. Veja abaixo e tire suas conclusões:

Na Rede- Como você analisa os primeiros passos do Facebook na internet e como eles foram importantes para chegarem até aqui? O que mudariam e o que fariam igual?
Facebook – A tecnologia tem mudado a maneira como interagimos com outras pessoas, trabalhamos, viajamos, controlamos nossas finanças e consumimos. O Facebook é parte dessas transformações de diferentes maneiras: ajudando as pessoas a se manterem conectadas com sua família e amigos, e apoiando empreendedores e pequenas e grandes empresas para que cheguem a novas audiências e a se conectem com seus consumidores.

NR- No momento, o Facebook sofre severos ataques da opinião pública e da mídia com relação a vazamentos de dados dos usuários. Como esperar que o Facebook contorne este problema e supere as desconfianças no presente e no futuro? Como fazer diferente?
F – Proteger os dados das pessoas é nossa maior prioridade, e trabalhamos duro para que nossa plataforma seja um ambiente online seguro para pessoas e marcas. Temos adotado uma série de medidas para evitar abusos da plataforma, incluindo a restrição do acesso a dados por desenvolvedores de aplicativos. Também anunciamos novos Termos de Uso e uma nova Política de Dados, mais claros e detalhados, sem solicitar novos dados das pessoas. Anunciamos, ainda, novos controles e configurações de privacidade, mais simples e com interface mais amigável, para ajudar as pessoas a entender como a plataforma funciona e as escolhas que elas têm sobre seus dados.

NR- Cadê vez mais IoT e IA estão presentes em nossas vidas e isso só deve aumentar. O que o Facebook está fazendo para usar corretamente estas tecnologias. O que podemos esperar nos próximos anos?
F – A Inteligência Artificial oferece uma imensa oportunidade para beneficiar pessoas e comunidades em todo o mundo. Mas à medida que essa tecnologia influencia cada vez mais as pessoas e a sociedade, é importante que acadêmicos, indústria e desenvolvedores trabalhem juntos e com responsabilidade para garantir que os avanços nessa área protejam a segurança das pessoas e respeitem sua privacidade. Para o Facebook, o uso responsável da Inteligência Artificial é premissa para tudo o que fazemos nessa área.

Nós usamos Inteligência Artificial, por exemplo, para tornar o Facebook acessível a pessoas com deficiência visual. Há mais de 2 bilhões de fotos compartilhadas na plataforma todos os dias, e treinamos nossos sistemas para que aprendam a descrever as imagens para pessoas cegas, algo que seria impossível de ser feito manualmente.

NR – O movimento de união dos comunicadores instantâneos de Facebook, Instagram e WhatsApp pode ser um movimento para unir os 3 apps em um só? Quais serão os próximos passos?
F – Queremos construir a melhor experiência de mensagens possível, e as pessoas querem que as mensagens sejam rápidas, simples, confiáveis e privadas. Estamos em um estágio bastante inicial de avaliar maneiras de adicionar criptografia à comunicação pessoal, e considerando formas de tornar mais fácil para que as pessoas falem com amigos e família em todas as diferentes redes. É comum debatermos internamente opções de produto de longo prazo, e essas discussões evoluem e vão se ajustando ao longo do tempo.

Confira uma linha do tempo dos 15 anos da empresa que mudou o conceito de rede social:

12:28 · 30.01.2019 / atualizado às 12:31 · 30.01.2019 por

Segundo reportagem do TechCrunch o Facebook estaria usando o aplicativo Facebook Research para espionar usuários. A rede social nega. O app também poderia ser baixado para usuários do sistema operacional Android.

Como era?
De acordo com o levantamento do TechCrunch, o app, que deveria ser de uso interno, estaria pagando US$ 20 a adolescentes entre 13 e 15 anos para instalarem o Research. Este aplicativo permitiria ao Facebook acessar todos os apps que o usuário acessar, inclusive mensagens trocadas. Aplicativos assim, deveriam ficar restrito a pessoal autorizado do Facebook e não distribuído a terceiros.

A rede social, via assessoria de imprensa brasileira, negou o ato deliberado de espionagem. “Importantes pontos sobre este programa de pesquisa de mercado estão sendo ignorados. Apesar das recentes matérias, não havia nada de ‘secreto’ sobre o aplicativo chamado Facebook Research App. Ele não estava ‘espiando’ as pessoas que se cadastraram para participar. Elas passaram por um processo claro: foi solicitado a elas a permissão e elas foram remuneradas por participar da pesquisa. Por fim, menos de 5% das pessoas que decidiram participar desse programa de pesquisa de mercado são adolescentes e todos eles tiveram o consentimento formal de seus pais”, afirmou via nota enviada para o blog.

A Apple, que sempre se posiciona no sentido de proteger a privacidade de seus clientes a terceiros, não deve ter gostado nada do caso. Inclusive, em agosto último, a empresa teria banido outro aplicativo do Facebook, o Onavo, que seria usado para o mesmo propósito.

Tentamos contato com a Apple Brasil para comentar a situação. Por e-mail, a assessoria disse que, por enquanto, a empresa não tem nada para comentar.

06:56 · 30.01.2019 / atualizado às 12:03 · 29.01.2019 por

Os álbuns de fotos foram substituídos pelo Facebook e pelo Instagram como plataformas de compartilhamento de imagens familiares. Normalmente, momentos específicos são priorizados, como nascimentos, aniversários e férias – que podem incluir fotos de crianças em roupas íntimas, bebês apenas com fraldas ou até na banheira. De acordo com uma pesquisa regional, desenvolvida pela Kaspersky Lab em conjunto com a consultoria de pesquisa de mercado chilena CORPA, 41% dos latino-americanos admitem publicar fotos em redes sociais de seus filhos, irmãos, sobrinhos ou outros menores de idade, em que aparecem com pouca roupa.

“Os pais são responsáveis pelo que acontece na vida digital de seus filhos e devem tomar as medidas necessárias para proteger os pequenos dos perigos que se escondem na internet. Além disso, os adultos devem dar o exemplo adotando um comportamento responsável ao navegar online”, afirma Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe de Pesquisa e Análise para a América Latina da Kaspersky Lab.

No entanto, os números revelam que aqueles que são mais propensos a postar esse tipo de conteúdo com frequência são as mulheres latino-americanas, com 46%, contra os homens com 35%. Destes, 46% têm entre 25 e 34 anos, seguidos de jovens entre 18 e 24 anos com 38%. As pessoas com 35 a 50 anos de idade, com 37%, estão no mesmo nível deste grupo.

Para surpresa de muitos, o estudo revela que, por país, os percentuais de publicação desse tipo de conteúdo são altos. Os peruanos lideram a lista com 50% dos usuários que, pelo menos uma vez por mês, postam fotos de crianças com pouca roupa nas redes sociais. Os chilenos seguem com 41%, depois os argentinos e brasileiros com 39%, e os colombianos e mexicanos fecham com 37%.

E quais seriam os riscos de espalhar esse tipo de imagem? Existem três tipos principais de ameaça aos menores atualmente: o primeiro tem a ver com usuários desconhecidos, que, quando encontram perfis públicos do Facebook ou do Instagram, podem baixar e compartilhar imagens de crianças para fins sexuais ou pedofilia. Em segundo lugar, há o cyberbullyng que as crianças podem sofrer em sua adolescência se as imagens publicadas forem usadas como material para piadas, sexorsão ou cyberbullying e por último, os próprios pais se tornam uma ameaça para seus filhos quando compartilham essas imagens de maneira excessiva e indiscriminada.

“Antigamente, fotos espontâneas de crianças eram tiradas desajeitadamente, fazendo coisas bobas e com caretas, mas os pais preservavam e compartilhavam-as em álbuns de fotos dentro de suas casas. Como profissional de cibersegurança, que passa muito tempo em redes sociais, fico impressionado com o que os usuários podem compartilhar online e como estamos expondo nossos filhos a viverem um tormento no futuro”, alerta Bestuzhev. “Em essência, as redes sociais facilitaram o compartilhamento de nossas vidas, momentos e memórias, mas a desvantagem é que é tão fácil de fazer, que não reservamos um momento para pensar em quem tem acesso à essas informações e às possíveis consequências que isso pode causar nos nossos filhos no futuro, uma vez que o que é publicado online vai viver para sempre no ciberespaço”.

Segundo o mesmo estudo da Kaspersky Lab, o arrependimento após uma publicação viralizada em redes sociais que continham imagens vergonhosas de si mesmos ou de outras pessoas em festas ou situações sociais, chega a 23% na América Latina. Para Bestuzhev a moral da história “é que você não deve fazer algo que possa envergonhar seu filho ou sobrinho, ou colocá-lo em risco no futuro, a menos que possa controlar o público-alvo – como foi o que seus pais fizeram com seus álbuns de fotos. Infelizmente, no momento, isso parece algo impossível”.

Além disso, agora que a nossa sociedade mudou para a internet, além de comprometer a privacidade dos menores, também os expomos aos trolls, pessoas que examinam a página cuidadosamente e deixam comentários de mau gosto, não importa quão doces e inocentes sejam as imagens. De fato, hoje em dia é popular transformar uma foto engraçada ou vergonhosa em meme, independentemente de o protagonista ser menor de idade – o que abre as portas para os problemas de cyberbullying e autoestima da criança.

Para evitar dores de cabeça e futuros complicados para nossos filhos, por não sermos cautelosos ao publicar esses tipos de fotografias, a Kaspersky Lab oferece quatro dicas fundamentais:

1. Não tenha um perfil público de suas redes sociais. Se você tem um perfil público no Facebook ou no Instagram, você está convidando qualquer pessoa com uma conexão à internet para ver suas fotos. Todos têm o direito de ter alguma privacidade online, por isso recomendamos fornecer acesso somente às pessoas com quem você realmente tem contato. Você também pode alterar a privacidade de cada publicação e, assim, decidir o que as pessoas podem ver. Cuidado, as redes sociais frequentemente enviam atualizações para suas políticas de privacidade e é importante lê-las com cuidado e saber qual foi a mudança, pois os parâmetros que você definiu podem ter sido revertidos e expor suas informações.

2. Não compartilhe fotos dos filhos de outras pessoas. Os pais têm o direito de saber quem pode ver e comentar as fotos de seus filhos. Se eles decidirem mantê-los longe das redes sociais ou configurar sua privacidade online, eles estarão em seus direitos como pais e responsáveis e os usuarios não terão o direito de fazer o contrário.

3. Não crie um perfil para um menor. Existem razões pelas quais as redes sociais exigem uma idade mínima para criar um perfil, associado, principalmente, com a segurança online da criança. Por outro lado, a privacidade da criança deve ser respeitada, uma vez que certas imagens compartilhadas por pais ou outros parentes podem causar descontentamento e desconforto no futuro, ou podem ser disseminadas e usadas por terceiros para propósitos ruins.

4. Não publique fotos de seus filhos ou sobrinhos na banheira. É necessário refletir: não é porque são crianças que suas partes íntimas devem ser expostas ao mundo. Provavelmente não há intenção ruim de publicar em redes sociais a fotografia de um bebê seminu ou criança brincando com seu patinho de borracha, aprendendo a andar ou correndo pelo quintal, mas não podemos esquecer que no mundo existem pessoas que vendem esse tipo de imagens com fins indecorosos e outros que pagam por eles. É importante que, como adultos responsáveis, ajudemos a preservar a privacidade de nossos parentes mais jovens.

A pesquisa Diagnóstico da Cibersegurança é parte da campanha “Ressaca Digital”, uma iniciativa da Kaspersky Lab na América Latina e que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre os riscos aos quais os internautas estão expostos quando compartilham conteúdo na internet sem precaução e, assim, evitar que se arrependam no futuro. A pesquisa foi desenvolvida em agosto de 2018 pela CORPA para a Kaspersky Lab e considerou uma amostra de 2.326 entrevistas online com usuários entre 18 e 50 anos do Chile, Argentina, Peru, Brasil, Colômbia e México.

09:08 · 29.01.2019 / atualizado às 09:14 · 29.01.2019 por

O uso do bot ou chatbot, aquele robô que responde perguntas pré-determinadas na interação cliente e empresa, pode ser uma boa ideia se ele não se estende demais e te dá a opção de partir para uma conversa direta com um atendente de verdade. Além disso, as questões tratadas com o bot deveriam sempre serem redirecionadas ao usuário humano para evitar o retrabalho de escrever ou falar tudo novamente. Mas isso acontece sempre? Não mesmo.

Quantas vezes você ligou para uma empresa e ficou preso em uma série infindável de perguntas e questões até chegar, enfim, a um ser humano para tentar resolver seu problema? Várias, não? Então, digo que os bots mais atrapalham que ajudam, apesar de especialistas levantarem que eles podem reduzir os custos das empresas com atendimento em até 60%.

Os chatbots foram criados para ajudar na comunicação entre clientes e empresas, mas, muitas vezes, mais atrapalham que ajudam. Arte: Mohamed Hassan/PXHere/Creative Commons

Porém, Thiago Christof, coordenador de desenvolvimento e inovação da Wavy, discorda. Segundo ele, não é bem assim, apesar de concordar que em alguns casos a reclamação de bots que mais irritam do que ajudam ser verdadeira. “Não necessariamente. Na verdade, o que o usuário quer é que o seu problema seja resolvido, independente da interface. Por exemplo, o saque de dinheiro, você prefere ficar na fila de um banco ou imediatamente sacar o seu dinheiro em um caixa automático, em uma máquina? Sobre o uso de bots, ele vai até onde consegue resolver o problema do usuário de maneira assertiva e instantânea. E atrapalha se o usuário tiver mais trabalho em resolver o seu problema com um bot do que com um humano”, afirma.

Para Christof, as empresas precisam definir muito bem o problema que elas precisam resolver. Elencar um problema mais sério, que está impactando o número de vendas, deixando os clientes infelizes, e focar na solução de um único bot e não levar todos eles. “O ideal é ir de encontro ao principal problema e, quanto mais focado, mais fácil será para a empresa construir um bot que traga resultados concretos”, diz o coordenador.

Gráfico mostra a interação que empresas têm com consumidores e as que consumidores querem ter com as empresas. Fonte: Wavy

Com relação ao investimento necessário para a criação de bots eficientes, Christof afirma que isso vai depender muito da solução, do nível de conteúdo, nível de automatização e conexões com distintas plataformas, além de outras variáveis. “É muito diferente, por exemplo, um bot que responde automaticamente algumas dúvidas frequentes de um cliente com base em um FAQ pré-estabelecido e de um bot que, a partir de uma dúvida da chegada de um produto adquirido em algum e-commerce, busca a informação do cadastro, conecta com a plataforma logística da empresa e assim fornece dados de entrega, previsão de chegada etc. Lembrando que esse investimento, se tiver métricas bem estabelecidas e maneiras de mensurar qual o retorno em cima dele, pode ser muito interessante. Possuímos casos de uso em que empresas diminuíram seus custos de atendimento ao cliente em 60%”, finaliza.

07:07 · 28.01.2019 / atualizado às 07:50 · 28.01.2019 por

Já pensou ter um só comunicador da família Facebook para falar com todos os seus contatos? Pois bem, Mark Zuckerberg e equipe estão trabalhando para unificar WhatsApp, Facebook Messenger e Instagram Direct. Futuramente, a ideia, é que ao enviar uma mensagem por um dos 3, ela possa ser lida em todos. A informação é do jornal The New York Times (NYT).

Segundo o jornal, o trabalho é minucioso e estão inclusive levando a criptografia ponta-a-ponta que funciona no WhatsApp para os demais comunicadores.

A ideia é começar em dezembro de 2019 ou nos primeiros meses de 2020. O trabalho já começou e está na fase inicial.

Facebook responde

Segundo porta-voz do Facebook, via assessoria de imprensa da empresa no Brasil, a empresa está em estágio inicial das discussões sobre a integração, ou seja, ela virá, mas deve realmente demorar. E o prazo que o jornal NYT divulgou deve ser o prazo estimado para realmente acontecer toda a integração. Confira a íntegra do comunicado da rede social.

“Queremos construir a melhor experiência de mensagens possível, e as pessoas querem que as mensagens sejam rápidas, simples, confiáveis e privadas. Estamos em um estágio bastante inicial de avaliar maneiras de adicionar criptografia à comunicação pessoal, e considerando formas de tornar mais fácil para que as pessoas falem com amigos e família em todas as diferentes redes. É comum debatermos internamente opções de produto de longo prazo, e essas discussões evoluem e vão se ajustando ao longo do tempo”.

14:49 · 25.01.2019 / atualizado às 07:25 · 28.01.2019 por

Você sabia que se passar 28 dias, após ser convidado para fazer parte de um grupo de Facebook, sem interagir e não aceitar o convite enviado sairá do grupo? Pois é, muita gente também não sabia. Isso começou há poucos dias, segundo a assessoria de imprensa do Facebook no Brasil. Ou você aceita o convite ou faz alguma participação. Caso contrário, adeus grupo!

“Nós queremos ter certeza de que quando as pessoas se juntam a um grupo do Facebook, elas estão se juntando a uma comunidade que seja relevante para elas. Agora, quando alguém é convidado e aprovado por um administrador ou membro do grupo, ele pode avaliar o grupo antes de decidir se aceita ou não o convite. Caso o convite não seja aceito, ele não vai aparecer como um membro do grupo”, disse um porta-voz do Facebook.

A informação irritou e preocupou coordenadores de grupos no Facebook. Será que a medida visa acabar ou enfraquecer grupos de fake news que estão cheios de robôs? Provavelmente também é uma missão da atualização. O problema é que muita gente, eu entre eles, às vezes entra nos grupos mais para receber novidades ou ter acesso a gente que pode ajudar com temas específicos. Poucas vezes sinto necessidade da interação. E isso pode estar com os dias contados.

Grupos em alerta

Erich Pontoldio, um dos organizadores do grupo “Eu Amo a Disney” que trata dos parques de Orlando e, mais precisamente da Disney, já fez até um comunicado na página pedindo a interação das pessoas para que elas não acabem sendo sacadas do grupo pelo Facebook. Contou a perda de 4 mil usuários da fanpage.

“Se você convida pessoas para o grupo e ele não aceita, de fato o convite, ele sai do grupo mesmo”, afirmou Erich. Ele diz que vem acompanhando já há algum tempo a lista de convidados do grupo, pois a dinâmica e a forma de convidar amigos mudou. “Antigamente você adicionava amigos aos grupos e agora convida. A diferença é que, ao adicionar os amigos, eles já estavam dentro do grupo. Agora, convidando, se o amigo não interagir no grupo em 30 dias, o convite expira e ele sai”, disse.

Segundo ele, esta lista de convidados no Eu Amo a Disney sempre ficava em torno de 500 pessoas. Porém, desde o meio de janeiro a lista de convidados aumentou para cerca de 4500 pessoas e o número total de membros do grupo diminuiu de 72 mil para 68 mil membros.

“Fiz contato com o Facebook que responderam que estavam mudando a forma como as pessoas visualizam o feed. A resposta foi de que tiraram pessoas que foram convidadas a entrar no grupo e estavam configurando no número total de membros mas que nunca tinham interagido”, disse.

Pedido da organização de um grupo no Facebook para que usuários participem mais para não serem retirados pela plataforma

Estratégia

Para tentar amenizar o problema, Erich conta que fez uma postagem no grupo avisando que o Facebook estava retirando aqueles que não interagiam. “Desde então, a quantidade de curtidas e comentários tem aumentado bastante”, finaliza.

Procuramos outros grupos para comentar a notícia, mas, até agora, não recebemos resposta.

 

 

12:45 · 15.01.2019 / atualizado às 13:21 · 15.01.2019 por

O Facebook anunciou para o Brasil a chegada de um novo recurso através do Stories: os eventos em que está interessado e poder planejar essa experiência com seus amigos. A novidade também passa a estar disponível agora no México e nos Estados Unidos.

Segundo a assessoria da rede social, esse recurso é uma maneira fácil para compartilhar os eventos que você mais curte, criar entusiasmo entre seus amigos e planejar esse momento com eles antes mesmo dele começar.

A atualização começa a ser disponibilizada hoje para todos os usuários de iOS ou Android no Brasil:

1 – Agora você pode “Compartilhar no seu Story” um Evento que você está interessado ou planejando participar.
2 – Ao adicioná-lo no seu Story, as pessoas também poderão ver um sticker que mostra os detalhes do Evento e permite que os seus amigos respondam se têm interesse, por meio do evento que você compartilhou.
3 – Além disso, a partir do seu Story, você também pode ver uma lista dos seus amigos que responderam ao evento e começar um bate-papo em grupo com eles.
4 – Veja as etapas para compartilhar Eventos no Story:

– Vá para a Página de Evento que você está interessado
– Clique em “Compartilhar” e, em seguida, toque em “Compartilhar no seu Story”
– Caso queiram, seus amigos podem responder se gostariam de participar do evento e clicar em “Tenho interesse” diretamente pelo seu Story
– Confira as respostas e se organize: selecione os amigos que estão interessados e inicie uma conversa em grupo com eles

“A ferramenta de Eventos do Facebook ajuda as pessoas a levarem suas conexões online para o mundo offline. Estamos testando novos recursos de Stories para ajudar as pessoas a criar entusiasmo e reunir os amigos antes mesmo de um evento começar”, afirma Andrew Valko, gerente de produto de eventos do Facebook.

07:26 · 15.01.2019 / atualizado às 07:26 · 15.01.2019 por

O dfndr lab, laboratório da PSafe especializado em cibersegurança, identificou um link malicioso que está circulando por redes sociais por meio de usuários que acessaram e também de anúncios, prometendo tornar possível ver quem visitou seu perfil no Facebook. A rede social não oferece essa possibilidade por padrão e por isso o cibercriminoso tenta atrair as pessoas por meio da curiosidade. Para ter acesso a essas informações sobre as visitas, o usuário precisa incluir na página falsa o login e senha de sua conta no Facebook e, dessa forma, o cibercriminoso passa a ter acesso ao perfil da vítima.

“Ter o login e a senha do Facebook roubados pode parecer algo simples à primeira vista, pois pensamos apenas nas fotos e nos contatos com amigos, mas não é. Com acesso a sua conta, o cibercriminoso pode conseguir informações diversas como: os locais que frequenta; região ou até mesmo o local exato onde mora; informações sobre filhos e cônjuges; entre outros. Além disso, ele pode se passar pelo dono da conta para aplicar golpes diversos nos seus amigos e familiares”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. “Um problema ainda maior é que usamos o Facebook para fazer login em diversos tipos de sites, apps e serviços, o que possibilita o cibercriminoso a ter acesso a boa parte da vida do usuário. Por isso, é importante o usuário ter muito cuidado e checar a legitimidade dos sites nos quais insere login e senha de suas contas de redes sociais”, completa.

Para não cair em ameaças como essa, o especialista afirma ainda que é fundamental adotar medidas de segurança, como sempre checar se o link é verdadeiro ou não, o que pode ser feito pelo aqui, e utilizar soluções de segurança que disponibilizam a função anti-phishing, como o dfndr security.

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