Categoria: Instagram


07:09 · 22.03.2019 / atualizado às 12:07 · 21.03.2019 por

Você já alcançou alguns milhares de seguidores no Instagram? Mais? Parabéns, você é famoso. Entre outras coisas, no entanto, ser um influenciador do Instagram significa que é bem possível que cibercriminosos estão de olho em você. Tanto que um novo esquema de phishing direcionado a contas populares no Instagram está ganhando força e usa como tema uma notificação de violação de direitos autorais.

“Sua conta será excluída permanentemente por violação de direitos autorais”, afirma a notificação que é enviada por e-mail. Ela parece parece muito oficial e traz o cabeçalho e o logotipo habituais do Instagram e o endereço de e-mail é extremamente próximo de um legítimo: na maioria dos casos, é mail@theinstagram.team ou info@theinstagram.team.

A mensagem afirma que o usuário tem apenas 24 horas (em algumas versões, 48 horas) para recorrer e fornece um botão de “Relatar um problema”. Ao clicar, o usuário acabará em uma página de phishing que, além do link para “Recorrer”, disponibiliza uma imagem sobre proteção de direitos autorais. Para tornar o golpe ainda mais legítimo, o usuário pode ver uma longa lista de opções de idiomas, que não funciona – ao selecionar qualquer idioma, a página permanecerá em inglês.

Falso alerta do Instagram que, na verdade, é a porta do golpe

Assim que o usuário clicar em “Recorrer”, é convidado a inserir as credenciais do Instagram e verá a seguinte mensagem: “Precisamos verificar seus comentários e verificar se a sua conta de e-mail corresponde à conta do Instagram”. Ao clicar em “Verificar meu endereço de e-mail”, o usuário verá uma lista de provedores de e-mail. O próximo passo é enviar o endereço de e-mail e (surpresa!) a senha. Na sequência, aparece uma resposta “Vamos rever o seu feedback”, mas apenas por alguns segundos. Depois disso, os cibercriminosos redirecionam o usuário para o site real do Instagram – outro truque simples que dá credibilidade adicional ao golpe.

Assim que os dados dos usuários forem enviados para os golpistas, eles poderão assumir o perfil do Instagram e modificar as informações necessárias para recuperá-lo. Após o acesso, os cibercriminosos poderão pedir um resgate para devolver a conta ou começar a usá-la para espalhar spam, bem como todo tipo de conteúdo mal-intencionado usando a conta invadida.

“Não é a primeira vez que os influenciadores do Instagram são alvo de golpistas. A primeira onda de phishing estava tentando convencer os usuários a solicitar um selo de conta ‘Verificada’”, diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Para proteger sua conta no Instagram, a Kaspersky Lab separou algumas dicas:

Não clique em links suspeitos. Sempre verifique a barra de endereços para o URL da página da Web. Se, em vez do Instagram.com, ele disser algo como 1stogram.com ou instagram.security-settings.com, saia rápido de lá e nem pense em inserir dados pessoais.

Use o aplicativo oficial do Instagram na loja oficial, como o Google Play para Android ou a App Store para iOS.

Nunca insira as credenciais de login da conta para autenticação em serviços e aplicativos de terceiros.

Ative a autenticação de dois fatores no Instagram e na sua conta de e-mail.

Use uma solução de segurança confiável que remova mensagens suspeitas e bloqueie páginas de phishing.

14:19 · 21.03.2019 / atualizado às 14:50 · 21.03.2019 por

Segundo a AFP, o Facebook admitiu, nesta quinta-feira, 21, que milhões de senhas ficaram armazenadas como arquivos de texto em seus servidores internos, uma falha de segurança que tornou os códigos acessíveis a funcionários da gigante tecnológica.

“Para deixar claro, essas senhas nunca ficaram visíveis para ninguém fora do Facebook e até então não encontramos provas de que ninguém tenha abusado internamente ou acessado-as indevidamente”, declarou o vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade, Pedro Canahuati, em um post de blog.

De acordo com a ABC News, usuários não só do Facebook, quanto do Facebook Lite e também do Instagram foram impactados.

Segundo a AFP, a falha foi descoberta em uma revisão de rotina feita. Canahuati disse que o Facebook deve notificar centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de usuários do Facebook e outra dezena de milhares de clientes do Instagram.

Sua senha do Facebook em risco. Foto: Hamik/Shutterstock

Isso é o absurdo do ano ou do século? Uma nova crise para o Facebook e nova desconfiança para usuários ao redor do mundo. Temos tanta dor de cabeça para criar uma senha forte, mistura de números e letras e outras até com códigos especiais para isso? Nossas senhas em arquivos não criptografados?

Agora a rede social recomenda que você mude novamente a senha e utilize a verificação em dois passos para evitar que alguém invada sua conta. Aí você pergunta de volta: “qual a necessidade se a rede social vai guardar tudo isso sem segurança devida nos servidores dela?”. Te digo que, por mais que eles tenham dado esse mole, você deve continuar usando senhas fortes e recomendo que utilize a verificação em dois passos em tudo que for possível.

Com informações da AFP

06:02 · 18.03.2019 / atualizado às 19:07 · 17.03.2019 por

Recebemos a GoPro Hero7 para testar e ficamos impressionados com alguns detalhes. Primeiro a qualidade de imagem e a estabilização, mesmo sem um gimbal, aquele bastão que ajuda a deixar as imagens bem menos tremidas. Mas a bateria que se esvai rapidamente e o fato de esquentar bastante, especialmente em uso para transmissão ao vivo foram pontos negativos do equipamento que chega por R$2.599,00. Então, vamos lá detalhar como foram os testes.

Pequena, bonita, resistente e a prova d´água (até 10 metros), mesmo sem uma caixa estanque – apesar de eu preferir usar a caixa estanque para mergulhos – essa é a Hero7. Mas a primeira coisa que chamou a minha atenção foi, sem dúvida, o recurso de super estabilização de vídeo, o HyperSmooth, que dispensa o uso de gimbal durante produção de conteúdo. Testamos em um ambientes indoor e externos e vimos que realmente é uma função que ajuda muito na estabilização e traz um conforto visual pós-gravação enorme.

Outra novidade da Hero7 é a possibilidade de se compartilhar ao vivo suas produções. É possível usar sua conta no Facebook, Twitch, YouTube e Vimeo, por exemplo. Fizemos um teste no Facebook e deu certo, mas bateria foi embora rapidamente e a câmera esquentou muito, o que é lamentável. Mas o resultado de ter essa opção é bem legal e, sem dúvida alguma, é uma vantagem.

Por falar em bateria, um YouTuber, o MicBergsma, fez o teste entre a Hero5, Hero6 e a Hero7. Na primeira rodada, a Hero7 ficou sem bateria com 1h27min. A Hero6 com 1h44min e a Hero5 com 1h45min. No segundo teste, a Hero7 1h25min, a Hero6 com 1h37min e a Hero5 com 1h40min. O terceiro teste mostra a Hero7 encerrando a energia da bateria com 1h25min, a Hero5 desligou com 1h37min e a Hero6 encerrou com 1h43min. Todos os testes dele foram com vídeos em 4K, 30fps. Infelizmente para a GoPro Hero7, ela tem, definitivamente, a pior bateria entre as três últimas versões da câmera.

Outro recurso novo é o comando da câmera sem as mãos e por voz. Com rápida ordens é possível iniciar uma gravação ou tirar uma foto sem encostar na GoPro. Por falar em distância, é possível, com o app, controlar sua Hero7 por uns até 10 metros de distância. Poderia ser uma distância maior, mas já é um começo.

Um outro recurso interessante é que ela vem já com a tela acoplada, diferente da minha Hero3+ Black. Isso facilita muito para você visualizar as cenas que está gravando ou fotografando, mas pode atrapalhar para acionar os modos de gravação e fotografia, especialmente no começo de sua trajetória com ela como um colega que também testou notou. Segundo ele, após muito tempo de uso, com ela já quente, a dificuldade o impediu de gravar algumas cenas importantes.

Lembra quando você se empolga e faz um vídeo grande demais? Pois bem, a novo GoPro tem um recurso chamado TimeWarp que produz um time lapse super que acelera os vídeos de duas até 30 vezes. Ele faz isso com estabilidade e de forma mais suave possível. Desta forma, você pode encurtar um pouco aquele vídeo antes de compartilhá-lo com o mundo.

Fotografia

Foto feita com a GoPro Hero7 no Ypark

As fotos da câmera são muito boas, mas não consegui utilizar o zoom durante a foto ou mesmo vídeo. Isso poderia ajudar a buscar dar maior destaque ao personagem central de sua história. É uma falha que a Hero8 poderia corrigir, certamente.

Por falar em fotografia e compartilhamento, a GoPro Hero7 também tem um modo Retrato onde você pode fazer fotos e vídeos na vertical para compartilhar no Instagram Stories.

Por fim, se você não quer investir tanto dinheiro assim nela, há outras versões disponíveis da Hero7 mais em conta como a Hero7 Silver e Hero7 White, por R$2.299,00 e R$1.999,00, respectivamente. A Hero7 Silver, que captura em 4K, e a Hero White, a 1080p, são resistentes, pequenas e a prova d´água até 10 metros. Elas também utilizam o comando de voz ou apenas aperte o botão e a câmera ligará e capturará os momentos automaticamente.

Vale a pena?

Podemos dizer que sim, vale muito a pena. É um equipamento novo, com imagem estabilizada, que tem alguns problemas (especialmente a questão da bateria), mas que vai te trazer bastante conforto, segurança e praticidade para gravar e compartilhar as imagens/fotos até ao vivo pela sua rede social preferida. Não vejo outro equipamento similar que tenha as qualidades da GoPro Hero7. Resta para a próxima geração corrigir as falhas aqui apresentadas e seguir com as vantagens que encontramos.

15:49 · 14.03.2019 / atualizado às 15:49 · 14.03.2019 por

Ontem, 13, o Facebook ficou sem funcionar durante boa parte do dia e Instagram e WhatsApp ficaram instáveis pelo mesmo período. Pois bem, nesta tarde, o Facebook nos enviou uma nota sobre a causa. Confira abaixo:

“Ontem (13), fizemos uma alteração na configuração de nossos servidores que desencadeou uma série de problemas. Por isso, houve dificuldade em acessar nossos serviços. Resolvemos essas questões e os sistemas já vem sendo restaurados. Lamentamos pela inconveniência e agradecemos a paciência de todos”.

07:05 · 14.03.2019 / atualizado às 07:16 · 14.03.2019 por

Uma falha de origem desconhecida impediu, nesta quarta-feira, 13, o acesso ao Facebook e parcialmente ao WhatsApp e ao Instagram em várias partes do mundo. Os serviços voltaram a funcionar entre o final da noite de ontem, 13, e madrugada de hoje, 14.

>>>Facebook fora do ar; Instagram e WhatsApp instáveis

“Temos conhecimento de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar os aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o quanto antes”, disse o grupo em um tuíte publicado às 17H30 GMT (14H30 em Brasília).

Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram.

O Facebook também indicou que a falha não estava relacionada com um ciberataque do tipo “DDoS“, como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço, que sobrecarregam os servidores com uma alta demanda de conexões.

Segundo o site especializado downdetector.com, os problemas eram mais perceptíveis na América do Norte e na Europa. Porém, aqui no Brasil foi notado com força e várias teorias absurdas dizendo que era por conta de grande volume de fotos e vídeos da tragédia de Suzano, interior de São Paulo, seriam a causa da falha.

A rede social, com 2,3 bilhões de usuários ativos, registrou uma falha notável em novembro, atribuída a um “problema do servidor”, e uma em setembro, atribuída a “problemas de rede”.

Com informações da AFP

07:40 · 08.03.2019 / atualizado às 07:45 · 08.03.2019 por

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil, com oferecimento da Infobip, revela que o uso do Instagram está crescendo no Brasil, um aumento percebido neste e em outros relatórios da pesquisa. O aplicativo está instalado em 65% dos smartphones de internautas brasileiros, se aproximando do Facebook Messenger, que nos últimos seis meses diminuiu sua penetração de 73% para 69%.

A maioria, 84% dos brasileiros que têm o Instagram em seus aparelhos, abre o app do Instagram todo dia ou quase todo dia. Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa, este número é chamado de “grau de fidelidade”, um novo parâmetro que a pesquisa passou a medir a partir desta edição. “A proporção de usuários que abrem um aplicativo todo dia ou quase todo dia representa uma base fiel, que dificilmente vai desinstalá-lo tão cedo” comenta Paiva. “O Instagram ainda está longe do WhatsApp (97%) nesse aspecto, mas está melhor que o Telegram (63%) e que o Facebook Messenger (62%)”.

Ainda de acordo com a pesquisa, apenas 3% da base do Instagram declara que nunca ou quase nunca abre o app. Esta é a proporção com risco de desinstalação, outro novo parâmetro que passará a ser monitorado por esta pesquisa. O Instagram está abaixo do WhatsApp, no qual apenas 0,6% da base afirma abrir nunca ou quase nunca o aplicativo. Porém, mais uma vez, está melhor que Messenger (10%) e Telegram (10%).

Gráfico mostra a evolução dos aplicativos nos últimos 3 anos, segundo a pesquisa

Facebook Messenger em queda

Enquanto o Instagram está em ascensão, o Facebook Messenger vem perdendo popularidade entre os usuários. O percentual de smartphones com o app instalado no Brasil caiu de 73% para 69% em seis meses. No mesmo intervalo, seu grau de fidelidade diminuiu de 67% para 62%.

WhatsApp está pronto para as vendas

Paralelamente, o WhatsApp mantém a sua hegemonia no segmento de mensageria móvel no Brasil, instalado em 97% dos smartphones e utilizado todo dia ou quase todo dia por 97% da sua base. O app está cada vez mais preparado para ajudar os usuários e as empresas nas relações de compra e de relacionamento. Segundo Fernando Paiva, o que merece atenção é a crescente utilização do aplicativo como canal de comunicação entre marcas e empresas. “Um ano atrás, em janeiro de 2018, 55% dos usuários do WhatsApp declaravam já ter conversado com marcas pelo app. Agora, houve um salto para 68%, puxado pelos primeiros projetos no Brasil de envio de mensagens através da API do WhatsApp, lançada oficialmente em agosto do ano passado”.

Entre outras descobertas da pesquisa estão:

– A pesquisa também analisou a base demográfica dos usuários. Por exemplo, o Instagram tem um público jovem e feminino em sua maioria;
– A utilização do SMS aumentou, tanto para envio quanto para recebimento de mensagens de texto. Mesmo dentro da margem de erro da pesquisa, o número sinaliza que a ferramenta ainda possui fôlego;
– 62% dos usuários possuem plano pré-pago, contra 23% plano-controle e 15% pós-pago.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria no Brasil é uma pesquisa independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box. Nesta edição foram entrevistados 2.053 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas on-line ao longo de janeiro de 2019. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

09:59 · 07.03.2019 / atualizado às 09:59 · 07.03.2019 por

O que temos hoje no Facebook? Linha do tempo, fotos, vídeos e tudo isso ficando para sempre (até você deletar) no seu histórico. Assim você tem uma rede aberta, tirando os grupos, claro. Mas o que deseja Mark Zuckerberg com esta união de Facebook com Messenger, WhatsApp e Instagram? Só unir os mensageiros? Onde entra o Facebook nisso tudo?

Segundo Zuckerberg, o Facebook está indo no rumo de se tornar uma rede “focada na privacidade” e concentrada na confidencialidade, segundo escreveu no post em que fez o anúncio. A rede será menos permissiva aos vazamentos de dados. Tudo será confidencial (será mesmo?).

A ideia é criar algo mais unificado, concentrado em trocas privadas. Nada de publicações de posts visíveis para todos – caso você mesmo não limite hoje para apenas amigos. Veremos uma nova estratégia focada em “stories”. E estes irão sumir após 24 horas.

“Quando penso no futuro da internet, penso que uma plataforma de comunicações focada na privacidade será muito mais importante que as plataformas abertas atuais”, considerou, anunciando também sua intenção de possibilitar pagamentos on-line “de forma privada e segura”.

Segundo a AFP, esta mudança segue os novos gostos dos usuários de redes sociais. “Hoje em dia já vemos que as mensagens privadas, os ‘stories’ efêmeros e os pequenos grupos são de longe os formatos de comunicação on-line que crescem mais rápido”, escreveu Zuckerberg em um texto de 3.000 palavras em sua página de Facebook.

A ideia dele é tornar os mensageiros mais seguros e o próprio Facebook a usar a criptografia de dados, como é o caso atualmente do Whatsapp.  “Nos próximos anos, planejamos reconstruir nossos serviços em torno dessa ideias”, disse Zuckerberg, consciente do desgaste que a imagem do Facebook sofreu pelos casos de manipulação de dados.

Embora “não tenhamos atualmente uma boa reputação de poder construir serviços que protejam a privacidade (…), podemos evoluir para construir serviços que as pessoas realmente queiram”, afirmou.

Acaba aí?

Não sei. Acho esta guinada dada por Zuckerberg perigosa para todos nós. Mais bolhas podem surgir. Festivais de fake news podem ganhar tudo. Como controlar isso? O WhatsApp mostrou como é complicado. Unificar negócios como Facebook e Instagram faz até sentido. Mas juntá-los ao Messenger e ao WhatsApp como pensa o criador do negócio não está muito claro no que vai dar.

Hoje o Facebook e o próprio Instagram tem anúncios. Ambos tem um faturamento que está ligado a isso também e, principalmente. Como esse novo negócio vai incluir esta cultura ao mesmo tempo que promete privacidade criptografada?

E estes super grupos bombados que vão surgir? Quem vai controlar o que está se passando lá? Denúncias poderão ser o único mecanismo para salvaguardar que não se tornem um lugar do caos?

Muitas dúvidas. Vamos juntos pensar nisso e analisar o que vem por aí. Se você não quer participar dessa discussão é melhor já ir cancelando as contas. Não só do Facebook: do Instagram, Messenger e WhatsApp também. Vai conseguir?

Com informações da AFP

13:19 · 26.02.2019 / atualizado às 06:58 · 27.02.2019 por

Perfil falso do Bradesco no Instagram está sorteando um fim de semana em um hotel luxuoso. Já foram mais de 44 mil curtidas na publicação que pede a senha de 4 dígitos do Bradesco, mais agência, conta, dígito e o número do celular. Com essa informação o golpista poderia tentar acessar sua conta. Após nosso contato com a assessoria de imprensa do Instagram, por volta de 14h44, o perfil foi desativado pela rede social. Uma hora antes, a opção de cadastro – onde o golpista coletava os dados das vítimas -, havia sumido. Em resposta ao blog, a rede social informou que a nossa segurança é prioridade para o Instagram. Veja íntegra da nota:

“A segurança da comunidade do Instagram é nossa prioridade. A conta foi removida assim que nos foi reportada. Encorajamos as pessoas a denunciarem quaisquer atividades suspeitas no Instagram por meio das nossas ferramentas de denúncia e fiquem sempre atentos à segurança de suas contas. Jamais compartilhe senhas com terceiros”, encerra a nota.

Golpistas pediam dados como senha do banco

Tentamos contato com a assessoria de imprensa do Bradesco por telefone e e-mail, mas não conseguimos retorno.

 

Perfil só tinha uma publicação

Segundo Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab, este tipo de golpe não é novo. Perfis falsos são utilizados para fazer engenharia social e levar a vítima para o phishing, ou seja, o roubo de dados, diz Marques. O melhor, segundo o analista, é sempre desconfiar deste tipo de “promoção” e buscar confirmar tudo junto com a instituição antes de sair preenchendo os dados – que nesse caso até senha de cartão pedia.

“Outro ponto importante é buscar os perfis oficiais da instituição que são informados pelo site. Isso ajuda, e muito, a evitar cair em golpes utilizado perfis falsos. Além disso, estamos monitorando constantemente o surgimento desses domínios falsos para bloqueá-los imediatamente”, finaliza Marques.

A dica que damos é que não caia nessa. Não passe seus dados bancários, principalmente a senha, para ninguém. Por mais interessante que o prêmio seja, dar acesso a dados delicados como os solicitados pelos golpistas é um erro absurdo que você não deve cometer jamais.

Mais de 44 mil pessoas já haviam visualizado a publicação
16:59 · 13.02.2019 / atualizado às 17:01 · 13.02.2019 por

Usuários famosos ou sub-celebridades estão em desespero. Desde a madrugada desta quarta-feira, 13, estão perdendo seguidores aos montes, milhões até, no Instagram. Segundo a rede social, eles estão sabendo de um possível problema (bug) no serviço e estão tratando do mesmo.

Segundo o serviço, o problema seria localizado. Porém, verificando as reclamações parece ser algo mais mundial. Afinal, Ariana Grande, Neymar, Anitta e Bruna Marquezine não estão todos no Brasil, certo?

A outra possibilidade, já rebatida pela nota do Instagram, seria que a rede social resolver fazer uma varredura e apagar contas inativas, falsas ou até mesmo aqueles robôs que prometem aumentar o número de seguidores.

Veja a nota oficial do Instagram:

Estamos cientes de um problema que está causando alteração no número de seguidores nas contas de algumas pessoas. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível.

11:10 · 08.02.2019 / atualizado às 11:16 · 08.02.2019 por

A Kaspersky Lab alerta sobre uma campanha fraudulenta na América Latina que está disfarçada como uma mensagem do Instagram que faz alusão ao fato de que a conta do usuário tenha sido hackeada. Utilizando a técnica de phishing em e-mails, os cibercriminosos enviam a mensagem em nome do departamento de segurança da rede social e relatam uma suposta modificação do número de telefone associado à conta e convidam a vítima a reverter a alteração acessando um link.

Com esses dados, eles assumem o controle da conta para extorqui-lo, exigindo uma quantia para recuperá-la ou para espalhar conteúdo malicioso, phishing e spam. Ao clicar, a vítima chega a uma página que está otimizada para dispositivos móveis e é solicitado a inserção das credenciais no Instagram. Ao fazê-lo, o usuário estará transferindo suas informações para os cibercriminosos que estão por trás desta campanha.

Isso é especialmente preocupante porque o Instagram não é apenas uma das redes sociais mais populares do mundo, mas também a fonte de renda para muitos empreendedores, influenciadores, modelos e celebridades. De fato, um estudo da empresa revelou que, durante o primeiro semestre de 2018, os produtos da Kaspersky Lab registraram 68 mil tentativas de acesso a sites de phishing usando a marca Instagram.

Segundo a empresa de segurança, quando os técnicos deles analisaram os detalhes dos ataques, eles verificaram que o e-mail associado à essa campanha era de um endereço do Gmail – helpininstagramsecureservice@gmail.com – que não tem nada a ver com a rede social. Além disso, o link incluído no e-mail para “reverter” as alterações leva o usuário a um domínio que também não está associado ao Instagram.

“A popularidade das redes sociais e as más práticas online dos usuários permitem que esse tipo de ataque básico gere bons resultados para os cibercriminosos”, diz Dmitry Bestuzhev, diretor do grupo de pesquisa e análise da Kaspersky Lab para América Latina. “Neste caso, o invasor investiu apenas um dólar para hospedar servidores virtuais que permitem abrir contas a preços baixos e, assim, lançar esse tipo de campanha de maneira eficiente e anônima.”

De acordo com a Kaspersky Lab, todos os links maliciosos relacionados a esta campanha são bloqueados pelos produtos dela para Android. Para evitar tornar-se uma vítima, siga as seguintes dicas:

– Não clique em links suspeitos. Caso o usuário tenha dúvidas sobre o link incluído em um e-mail, acesse o site oficial da empresa e procure informações relevantes.
– Sempre verifique a URL na barra de endereços da página web. Se, em vez disso, o Instagram.com aparecer como o 1stogram.com, deixe-o lá e evite inserir informações pessoais nesse tipo de página.
– Faça o download do aplicativo em lojas oficiais, como o Google Play para Android ou App Store para iOS.
– Não use seus dados de login para autenticação em serviços e aplicativos de terceiros.
– Use uma solução de segurança que proteja seus dispositivos.

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