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Categoria: Serviços online


14:21 · 07.11.2014 / atualizado às 14:21 · 07.11.2014 por
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Aplicativos AllShare Cast Dongle, ChatON e WatchON, presentes nos smartphones da Samsung prejudicam muito o usuário

Segundo levantamento da AVG, empresa de segurança digital, feito com milhares de seus 182 milhões de usuários, um grupo de 5 aplicativos são os verdadeiros carrascos quando o assunto é drenar a bateria de smartphones com o sistema operacional Android.

O último relatório “AVG Android App Trend Tracker” com dados do terceiro bimestre, e classifica os aplicativos que mais afetam o desempenho de smartphones e tablets no que diz respeito ao consumo do plano de dados, armazenamento e uso da bateria. Com suas constantes notificações – que rodam mesmo quando o aplicativo não está aberto – o Facebook foi considerado o app de maior impacto no desempenho de dispositivos móveis.

Os aplicativos sociais ainda estão representados na lista com dois outros nomes, Path e Instagram. Como o espaço de armazenamento em celulares e tablets é cada vez mais precioso, o relatório ainda alerta que apps de notícias em tempo real são os que mais comprometem espaço.

“O objetivo do levantamento ‘App Trend Tracker Report’ é analisar dados anônimos de usuários para fornecer informações que os levem a tomar melhores decisões e usar seus aplicativos favoritos de forma consciente e sabendo as consequências desse uso para seus aparelhos.” afirma Yuval Ben-Itzhak, Chief Technology Officer da AVG Technologies.

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“No mundo ‘techcêntrico’ no qual vivemos hoje, ficar sem bateria ou espaço de armazenamento no momento em que você mais precisa é muito frustrante, e é por isso que ter esse tipo de conhecimento e discernimento é vital para todos os usuários” explica Mariano Sumrell, diretor de marketing da AVG Brasil.
Outras descobertas do levantamento:

1 – Alguns fabricantes de aparelhos estão comprometendo seus próprios dispositivos. Por exemplo, a AVG listou três apps pré-instalados da Samsung (AllShare Cast Dongle, ChatON, WatchON) no ‘top 10’ em consumo de bateria, excluindo os games. O WatchON da Samsung para vídeo também lidera a lista de aplicativos que comprometem a bateria por conta de seus conteúdos visuais que se auto-iniciam.

2 – Três dos aplicativos de uso diário que mais consomem recursos são do Google: Google Now/Busca, Google Text-to-Speech e Google Tradutor. Todos estão no Top 5. O navegador Chrome para mobile também está na lista dos 10 aplicativos que mais consomem espaço de armazenamento. Isso além de tornar o celular mais lento ainda ocupa muito espaço de armazenamento nos impedindo, inclusive, de baixar mais apps.

3 – Jogos reduzem significativamente a vida da bateria. Quatros dos jogos que estão no “top 10” em consumo de bateria vem da produtora King, companhia responsável pela série ‘Saga’.

08:22 · 22.08.2014 / atualizado às 08:22 · 22.08.2014 por

PS4Launch_Video-v5_SEN-H_3__FINAL_03Quem ligou o Playstation 4 ou Playstation 3 ontem percebeu que o sistema disponibilizou o app Video Unlimited, serviço de streaming e download de vídeo da Sony, aos usuários brasileiros. Agora, é possível alugar ou comprar filmes da empresa em SD ou HD.

Já estão disponíveis filmes como o Espetacular Homem Aranha 2, Rio 2, 300 Ascensão do Império, Need for Speed, Uma Aventura Lego, dentre outros.

Para alugar, lançamentos como Rio 2 saem por R$ 9,90 na versão HD e R$ 6,90 na SD. Para comprar, saem por R$ 43,90 e R$ 32,90, respectivamente. Já filmes mais antigos, como Quarteto Fantástico ou 127 horas, sai por R$ 3,90 (SD) e R$ 5,90 (HD).

Como funciona o aluguel

De acordo com a Sony, o filme precisa ser assistido dentro de 30 dias após o pagamento do aluguel. Depois de começar a ver, o usuário tem 48 horas para terminar. Entretanto, também pode assistir ao vídeo quantas vezes quiser durante esse período de 48 horas, a menos que o limite de 30 dias tenha expirado.

O Video Unlimited funciona em plataformas como os sistemas PS4 e PS3, bem como nas televisões Sony Bravia, reprodutores Blu-ray Disc da empresa, PlayStationVita, PCs com Windows, smartphones e tablets Xperia.

18:22 · 08.05.2014 / atualizado às 18:25 · 08.05.2014 por

 

Como parte do Fórum de Líderes Governamentais América Latina e Caribe (GLF, na sigla em inglês), evento promovido pela Microsoft esta semana no México, a empresa divulgou um estudo que descreve uma série de políticas que poderiam ampliar as oportunidades ligadas ao modelo de computação em nuvem (cloud computing). Segundo o estudo, a expectativa é que as vagas de trabalho ligadas a computação em nuvem cresçam 34% em 2014.

Ainda segundo o estudo, a nuvem também deve ser motivo de interesse para pequenas e médias empresas (PMEs), que empregam 67% da mão de obra na América Latina. Muitas vezes, no entanto, empresas com esse perfil ainda não tiram o devido proveito do modelo de cloud computing. A nuvem dá abertura para um ciclo positivo de criação de empregos e economia de despesas para os negócios das PMEs.

O estudo foi intitulado “Facilitando a nuvem: regulação sobre proteção de dados como influenciador da competitividade nacional na América Latina”. Ele foi publicado pela entidade Inter-American Law Review e escrito por Horacio Gutiérrez, vice-presidente corporativo e conselheiro geral adjunto da Microsoft, e Daniel Korn, diretor de relações institucionais da Microsoft na América Latina.

O documento apresenta os benefícios que países podem usufruir em termos de competitividade nacional. A apresentação desses dados acontece em um momento em que muitos países avaliam a necessidade de atualizar legislações em torno da proteção de dados para possibilitar decisões do cidadão, a manutenção das informações de forma segura e a formação de confiança sobre uma tecnologia com alto potencial de transformação.

“Decisões sobre a rede regulatória que facilitem o uso de cloud computing podem ser um instrumento para crescimento econômico e expansão de benefícios sociais na região. É importante destacar que a nuvem não só aumenta eficiência, mas também promove maior equilíbrio”, disse Hernán Rincón, presidente da Microsoft na América Latina.

O artigo revela que inclusão social, agilidade, flexibilidade e segurança são outros aspectos beneficiados positivamente quando há mecanismos regulatórios equilibrados que facilitam o uso da nuvem. Por exemplo, o modelo de cloud computing permite que um hospital em área rural tenha acesso remoto a especialistas em tempo real. Outro exemplo é a adaptação que uma empresa pode fazer em sua estrutura de armazenamento e processamento de dados em tempos de menor demanda, como em uma crise econômica. Essa flexibilidade vem do fato de a nuvem ser ligada à mobilidade e, dessa maneira, estar amplamente acessível de forma contínua e segura.

Risco do software no PC 

Além disso, um estudo baseado em 70 mil brechas de segurança identificadas em 1,6 mil empresas mostrou que os softwares instalados no próprio computador tendem a ser mais vulneráveis a ataques do que as aplicações hospedadas na nuvem.

Para que a nuvem tenha sucesso, no entanto, usuários individuais têm de ter a certeza que seus computadores estão seguros contra hackers e que eles tem a capacidade de controlar quem tem acesso a suas informações pessoais.

“No futuro, talvez sejamos capazes de dizer que os mecanismos regulatórios de proteção de dados que facilitaram a adoção da nuvem foram os que mais contribuíram para a competitividade nacional, desenvolvimento econômico, além de produtividade e eficiência”, disse Daniel Korn, diretor de relações institucionais da Microsoft na América Latina.

O artigo na íntegra está disponível em neste link. 

17:17 · 07.04.2014 / atualizado às 17:50 · 07.04.2014 por

O estado do Ceará conta com 74 cidades digitais. É o que aponta pesquisa divulgada pela Rede Cidade Digital (RCD), que mapeia iniciativas brasileiras onde a tecnologia é utilizada para melhorar serviços públicos e ampliar o acesso das pessoas ao sinal da internet.

Entre as “cidades digitais” cearenses, o destaque vai para Viçosa do Ceará. O município é o único do estado a integrar o Sistema UNI, uma rede social criada no portal da RCD, especialmente para as cidades digitais. O UNI oferece uma interação mais rápida e fácil entre os gestores públicos, empresas fornecedoras de soluções tecnológicas e cidadãos, criando um canal de comunicação direto.

Localizada no noroeste cearense, a cerca de 350 quilômetros da capital, Viçosa investe em tecnologias da informação e da comunicação (TICs) desde 1997. Em 2002, a cidade implantou uma rede de fibra ótica de cerca de 9 mil metros de extensão. Em 2007, o município criou uma unidade móvel de 12 computadores e softwares que permitem ministrar cursos aos cidadãos.

Mapa do Brasil Digital

Com a inserção do estado do Ceará, o Mapa das Cidades já conta com mapeamento de 13 estados brasileiros. Ao todo, são mais de 600 localidades referenciadas.

As cidades apresentadas nos mapas estaduais são definidas por meio de sistematização de dados de municípios que possuem políticas públicas de inclusão digital, tendo como base a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e informações de veículos oficiais de comunicação das prefeituras e governos estaduais.

Os critérios para a indicação de cidade digital partem do princípio de que estes municípios atendam, no mínimo: o fornecimento de sinal de internet (Wi-Fi) gratuito para os cidadãos, em sua totalidade ou em determinada área; e/ou, disponibilidade de ferramentas e infraestrutura de governo eletrônico (e-gov), como serviços de atendimento via web ou ligação de órgãos e prédios públicos por meio de cabeamento óptico.

Confira aqui o mapa do estado do Ceará.

16:53 · 24.02.2014 / atualizado às 16:58 · 24.02.2014 por

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São ótimas as histórias que mostram que o tempo é, como dizem, “o senhor da razão”. Aqui vai uma: em 2004, o engenheiro americano Andy Rubin e sua equipe de meia dúzia de colegas foram à Coreia do Sul e bateram à porta da Samsung. Seu intento era obter o investimento da companhia em seu projeto de um sistema operacional baseado no Linux para dispositivos móveis. Numa época em que os telefones ainda não eram tão inteligentes como nos dias atuais, a ideia de Rubin não foi bem aceita pelos diretores da Samsung. “Você e que exército levará isso adiante? Com seis pessoas, você está delirando?”, disseram os coreanos, rindo diante dos engenheiros dispensados. Duas semanas depois, o Google comprou o projeto e, em 2007, lançou o sistema no mercado, batizando-o com o mesmo nome da empresa de Rubin: Android.

Esta história está no livro “Dogfight” (foto), de Fred Vogelstein, que conta “como o Google e a Apple foram para a guerra e iniciaram a revolução” dos smartphones.

Era outra vez…

Em 2009, o desenvolvedor americano Brian Acton nutria o sonho de trabalhar numa grande empresa de tecnologia. Candidatou-se a uma vaga no Facebook, mas foi recusado. Partiu então para o “plano B”. No mesmo ano, juntou-se ao ucraniano Jam Koum e lançou um aplicativo de mensagens. Batizou de “WhatsApp” a ferramenta que hoje conecta 450 milhões de usuários. Na semana passada, o app foi vendido ao Facebook por US$ 19 bilhões.