Categoria: Smartphone


06:00 · 15.03.2019 / atualizado às 13:05 · 14.03.2019 por

Não é nova a reclamação de clientes Motorola com seus smartphones após atualização. Na última postagem sobre isso, em 17 de junho de 2018 clientes relatavam que câmeras e processamento eram ótimos e depois ficaram bem ruins.

Mais recentemente, outros usuários reclamaram conosco, via comentários do blog, que as câmeras chegaram a travar após atualização da Motorola, baterias ficaram sem a mesma autonomia, os SimCards se mostraram com instabilidade. Outro problema foi no Z2 Play do marido e do sobrinho da leitora Cátia. O aparelho de Erico Luan, o Moto G5 Plus ficou lento para carregar. “Demora mais de uma hora para carregar 2%”, disse. Já Danielle reclama que o Moto G5 dela, após a atualização, apresentou problemas na câmera de forma contínua. “A bateria está esgotando super rápido, carrega lentamente”, encerra ela que quer ajuda da Motorola e não quer ter que trocar de aparelho.

A empresa

A Motorola informa, via e-mail, que somente disponibiliza atualização de software de forma gradativa para seus produtos e depois de uma séria exaustiva de testes de qualidade, com o objetivo de oferecer a melhor experiência possível para seus consumidores.

Segundo a empresa, relatos de possíveis problemas relacionados com performance do smartphone são considerados casos isolados. “Caso algum consumidor tenha problema ou dúvida relacionada a atualização do sistema operacional, a empresa orienta os usuários a encaminharem o smartphone para uma assistência técnica autorizada para receber todo o suporte necessário. O consumidor pode ainda ligar no serviço de Atendimento e Vendas ao Consumidor pelos telefones 4002-1244 para as capitais e regiões metropolitanas e 0800 773 1244 para as demais localidades”, encerra a companhia.

07:13 · 14.03.2019 / atualizado às 09:14 · 14.03.2019 por

por AFP

No mesmo dia que as empresas do grupo Facebook ficaram fora do ar (Facebook) ou instáveis (WhatsApp e Instagram), procuradores federais de Nova York iniciaram uma investigação sobre o compartilhamento de dados de usuários do Facebook com outras empresas, muitas vezes sem autorização, revela o jornal The New York Times nesta quarta-feira.

Segundo o jornal, um grande juri de Nova York exigiu oficialmente que “ao menos dois importantes fabricantes de smartphones” proporcionem informação sobre a investigação, que envolveria centenas de milhões de usuários.

Facebook compartilha ou compartilhou um grande volume de dados de usuários com empresas de tecnologia, incluindo fabricantes de smartphones, através de “alianças” para compatibilizar sistemas operacionais e aplicativos.

A questão é se isto foi feito de maneira transparente com os usuários.

Consultado pela AFP, um porta-voz do Facebook declarou que “coopera com os investigadores e leva a investigação muito a sério (…), respondendo todas as perguntas”.

Apenas nos Estados Unidos, a Comissão Federal de Comércio (FTC), a Comissão de Bolsa e Valores e o Departamento de Justiça investigam as práticas do Facebook envolvendo o compartilhamento de dados de usuários.

07:52 · 13.03.2019 / atualizado às 07:52 · 13.03.2019 por

Um levantamento feito pelo Zoom, site e aplicativo comparador de preços e produtos, aponta que as pessoas pretendem aproveitar o Dia do Consumidor para buscar promoções de smartphones, principalmente. A data é comemorada no dia 13 de março, mas as promoções se estendem ao longo da semana. O levantamento tem como base a quantidade de Alertas de Preço cadastrados nos últimos 30 dias, com essa funcionalidade, os usuários indicam quanto querem pagar pelo produto e, se o valor for atingido, o Zoom avisa.

O ranking é encabeçado pelo smartphone Samsung Galaxy J8 SM-J810M 64GB 16,0 MP 2 Chips Android 8.0 (Oreo) 3G 4G Wi-Fi, que hoje pode ser encontrado por R$ 1.124,10. A média de preço dos alertas criados para esse produto é de R$ 1.028, o que representa uma queda de 9% do valor atual. O segundo da lista é o Motorola Moto G G7 Plus XT1965-2 64GB Qualcommm Snapdragon 636 16,0 MP Android 9.0 (Pie) 3G 4G Wi-Fi, que atualmente está custando R$ 1.612,25. Já para esse modelo, a média dos alertas criados ficou em R$ 1.354, 16% menor do que o valor atual.

“O Alerta de Preço é um ótimo termômetro para analisarmos a intenção de compra em datas sazonais. Os modelos com mais alertas criados geralmente são também os produtos mais buscados pelos usuários, aqui no Zoom. Com essa funcionalidade, o nosso usuário pode comprar de forma mais tranquila, sabendo que iremos avisar quando o preço do produto atingir o valor desejado por ele”, explica Leonardo Oliveira, especialista de produtos do Zoom.

Confira o ranking de alertas de preços criados pelos clientes do Zoom:

07:11 · 10.03.2019 / atualizado às 14:16 · 06.03.2019 por

Os pesquisadores da Kaspersky Lab verificaram que o número de ataques maliciosos contra dispositivos móveis praticamente dobrou em apenas um ano. Em 2018, foram 116,5 milhões de ataques contra os 66,4 milhões de 2017 – um aumento significativo em usuários únicos afetados. Apesar deste crescimento, a quantidade de malware diminuiu, o que levou os especialistas à conclusão de que as ameaças móveis se tornaram mais eficazes e impactantes. Essa e outras constatações fazem parte do relatório A evolução do malware para dispositivos móveis em 2018.

A adoção de smartphones no trabalho e em diversos momentos da vida diária dos usuários está tornando o mundo mais móvel. Como consequência, os cibercriminosos estão prestando mais atenção à distribuição de malware e aos vetores de ataque. Os canais pelos quais o malware é entregue aos usuários para efetuar a infecção do dispositivo são hoje um elemento fundamental no sucesso de uma campanha maliciosa, já que eles se aproveitam do fato que não há nenhuma proteção instalada nos celulares.

O êxito das estratégias de distribuição é demonstrado não apenas pelo aumento dos ataques, mas também do número de usuários únicos que foram alvo deles. Esse número aumentou de 774.000 no ano anterior para 9.895.774 usuários afetados em 2018. Dentre as ameaças detectadas, o crescimento mais significativo foi no uso de Trojan-Droppers, cuja parcela quase dobrou (de 8,63% para 17,21%). Esse tipo de malware foi criado para burlar a proteção do sistema e distribuir todos os tipos de malware, de trojans bancários até ransomware.

“Em 2018, os usuários de dispositivos móveis enfrentaram o que poderia ter sido o ataque mais violento de cibercriminosos já visto. Ao longo do ano, observamos novas técnicas de infecção para dispositivos móveis, como o sequestro de DNS, juntamente com um foco maior em esquemas de distribuição aprimoradas, como o spam por SMS. Essa tendência demonstra a necessidade crescente de soluções de segurança para proteger os usuários nos dispositivos móveis”, afirma Viсtor Chebyshev, especialista em segurança da Kaspersky Lab.

O relatório A evolução do malware para dispositivos móveis em 2018 traz ainda as seguintes constatações:

    • As soluções de segurança da Kaspersky Lab protegeram 80.638 usuários em 150 países de ransomware para dispositivos móveis. Foram registradas 60.176 amostras deste tipo.
    • Foi observado um aumento de cinco vezes nos ataques que usam mineração maliciosa de criptomoeda em dispositivos móveis.
    • Foram detectados 151.359 trojans bancários para dispositivos móveis, um crescimento de 1,6 em comparação ao ano anterior.

Para se proteger, os especialistas em segurança da Kaspersky Lab recomendam:

– Instale apenas apps obtidos nas lojas oficiais, como o Google Play para dispositivo Android e a App Store para o iOS.
– Bloqueie a instalação de programas de origem desconhecida nas configurações do seu smartphone.
– Não quebre as restrições do dispositivo, o famoso jailbreak, pois isso pode dar aos cibercriminosos funcionalidades ilimitadas para realizar os ataques.
– Instale as atualizações do sistema e de aplicativos assim que elas são disponibilizadas, isso corrige vulnerabilidades e mantém os dispositivos protegidos. Observe que as atualizações dos sistemas operacionais móveis nunca devem ser baixadas de recursos externos (a menos que você participe de testes beta oficiais). As atualizações de aplicativos só devem ser instaladas a partir das lojas de aplicativos oficiais.

06:12 · 08.03.2019 / atualizado às 13:19 · 07.03.2019 por

Lançados no Mobile World Congress (MWC) 2019, que aconteceu entre 25 e 28 de fevereiro, em Barcelona/ESP, os aparelhos de celular com tela dobrável estarão na mira de usuários e especialistas durante os próximos meses, e desde já são alvo de análises da IDC, empresa de inteligência de mercado que fornece serviços de consultoria e conferências para o setor de Tecnologias de Informação e Telecomunicações.

Samsung Galaxy Fold

Ricardo Mendoza, analista de dispositivos móveis da IDC Latin America esteve no MWC e, para ele, os smartphones tinham que dar um novo passo rumo à inovação e isso aconteceu com os celulares dobráveis, visto que já existem smartphones com até 5 câmeras traseiras e 3 câmeras frontais, colocando a captura de imagens e vídeo como elemento decisivo. “Sem dúvida, por enquanto, haverá um mercado específico para os dispositivos dobráveis, em função de barreiras como o preço e as possibilidades de uso, pois grande parte de sua superfície é formada pela tela, componente mais sensível do equipamento e suscetível a quebra”, explica o analista. “A principal aposta das marcas com esses telefones dobráveis está no consumo de conteúdo em streaming e para jogos digitais, ambos acompanhados de conectividade (4G, 4,5G, 5G)”, diz Mendoza.

Para a IDC Latin America, os smartphones dobráveis também devem se adaptar a uma economia de escala; ou seja, pode-se considerar que o custo atual está relacionado à sua recente chegada no mercado, embora um smartphone com tela maior sempre implicará em um custo final maior. “Aliado ao ‘boom’ das telas, recursos biométricos também estão sendo implementados para garantir a segurança do equipamento e para proteger os dados do usuário, que é um problema atual e também será no futuro”, afirma Mendoza.

Para o analista da IDC, atualmente a inteligência artificial está focada nas câmeras (captura de imagens) e na bateria, mas está se dirigindo para o comportamento de uso do usuário. Saber quais aplicativos são usados e sua frequência, para conseguir prever e ajudar o usuário, é uma tendência que deve se desenvolver em maior escala até 2020. Quanto à realidade virtual, está ganhando força, não apenas em equipamentos premium, mas em dispositivos de custo médio. “As funções criativas dos smartphones fazem deles um instrumento diferente e permitem passar do mundo físico para o mundo virtual e vice-versa”, conclui Mendoza.

09:20 · 04.03.2019 / atualizado às 12:28 · 04.03.2019 por

Nosso sonho de baterias para 2 dias foi realizado e extrapolado pela fabricante Energizer. O Power Max P18K Pop tem uma bateria de 18.000 mAh e foi demonstrado para os presentes na Mobile World Congress (MWC) 2019, em Barcelona/ESP. É suficiente, segundo o TrustedReviews, para rodar 200 horas seguidas de vídeos e ficar em stand by por 50 dias. Pode, claro, virar um power bank para aparelhos de terceiros ou mesmo outros devices. Ele será lançado na Europa em junho deste ano ao preço de 599 euros.

O aparelho é grosso, bem grosso, mas garante até duas semanas de uso contínuo, garante o fabricante, graças ao tilojo acoplado nele. Sim, nem tudo é perfeito amigos! Nosso sonho de não se preocupar com a bateria do celular mesmo jogando e fazendo muita visualização de vídeo tem um preço: o formato do aparelho fica bem feito. Ele pesa cerca de 500 gramas e cerca de 18 mm de espessura – segundo o GSM Arena a espessura seria entre 30-40mm.

O que mais tem?

Ele roda Android 9.0 Pie, tem 6GB de RAM e 128GB para armazenamento interno, traz um processador MediaTek Helio P70 Octa-core (4×2.0 GHz Cortex-A73 & 4×2.0 GHz Cortex-A53) com GPU  Mali-G72 MP3 e tem um conjunto de 3 câmeras principais na traseira com 12MP, 5MP e 2MP com flash LED. Na frente traz câmeras frontais duplas que são sacadas de dentro do aparelho quando necessário – acho isso muito esquisito. A tela é infinita (com 6,2 polegadas) estando na parte frontal por completo.

E aí?

Na real. Queremos uma bateria potente sim, algo que dure 2 ou 3 dias de uso contínuo, mas não precisa ser feito como esse smartphone, certo? Um equilíbrio entre bateria e design é o ideal. O aparelho da Energizer mais parece um powerbank com tela e câmeras do que um celular. Mas ele mostra para a indústria que sim, é possível. Vamos esperar que alguém se habilite para melhorar o que parece ter sido um ótimo protótipo.

06:36 · 01.03.2019 / atualizado às 07:42 · 28.02.2019 por

O Carnaval está chegando e nada melhor do que curtir a folia sem preocupações. Para aproveitar a festa ao máximo, registrar os momentos de diversão e facilitar o encontro com os amigos, os preparativos devem ir muito além de arrumar a mala, escolher a fantasia e planejar o roteiro dos bloquinhos. Os smartphones são aliados no pré, durante e pós-Carnaval, e ninguém quer terminar o feriado explicando como perdeu o aparelho, como ele estragou na praia ou como ficou sem bateria. William Toshio, gerente de produtos da área de mobilidade da Positivo Tecnologia, listou sete dicas que ajudarão os foliões a aproveitarem o Carnaval e se manterem conectados ao mesmo tempo.

Bateria 100%

Encontrar uma tomada no meio de um bloquinho, na praia ou no campo será uma tarefa difícil. Ainda que encontre, perder o precioso tempo com os amigos para carregar a bateria do celular não parece uma opção divertida. Por isso, antes de sair de casa verifique se a carga do seu aparelho está completa. “Mesmo que os sistemas operacionais mais recentes, como o Android Oreo ou Pie, tenham melhor gerenciamento do uso da bateria, a prevenção é o primeiro passo para evitar essa dor de cabeça”, explica Toshio. Além disso, reduzir o brilho da tela do smartphone e deixar o aparelho em modo avião ajudarão a diminuir o consumo de energia. Por fim, um carregador portátil (power bank) carregado pode garantir horas a mais de celular em funcionamento.

Verifique se há conexão

Se os planos para o Carnaval envolvem viagens a lugares que podem não ter sinal, há uma maneira simples e rápida de checar a rede de telefonia local e se prevenir. “O aplicativo Anatel Serviço Móvel está disponível de forma gratuita para Android e iOS. Ao inserir o estado e a cidade, o serviço retorna com informações de disponibilidade das conexões 2G, 3G e 4G, assim como suas respectivas coberturas”, conta.

Evite que o celular vá embora com a distração

Hábitos simples podem evitar grandes aborrecimentos. Ambientes movimentados e cheios de distrações são cenários propícios a furtos e perdas, por isso todo cuidado é pouco. “Evite deixar o aparelho no bolso de trás da calça ou sobre uma bancada, mesmo que por alguns segundos. Algumas capinhas protetoras vêm com um cordão de pescoço, protegem da água da chuva e podem ser bastante úteis. Além disso, localizadores bluetooth são acessórios práticos que emitem um alerta sempre que o usuário se afasta do aparelho”. Um desses localizadores é o Nut, um gadget que pode ser pendurado no chaveiro ou na bolsa e tem um botão que aciona um alarme no celular. Para usá-lo, basta baixar o aplicativo oficial do acessório, disponível para Android e iOS, e fazer o pareamento.

Aplicativos de geolocalização

O GPS é um recurso essencial para rastrear smartphones, mas é preciso ativar essa opção para que ele possa ser encontrado. Nas configurações do aparelho, clique em “segurança” e habilite o modo “encontre meu dispositivo”. Essa função permite localizar o celular por geolocalização, bloqueá-lo, acionar avisos sonoros ou mesmo apagar os dados remotamente. Para isso, basta acessar os dados de cadastro na página do rastreador de dispositivos na internet, onde também é possível verificar o nível de bateria a última vez que o aparelho se conectou. Aplicativos como o Find My iPhone, para iOs, e Find My Device, para Android, cumprem as mesmas tarefas.

Compartilhe sua localização em tempo real

Um recurso simples do WhatsApp pode ajudar amigos a se encontrarem no meio da muvuca dos bloquinhos de carnaval. “No WhatsApp, os usuários podem compartilhar suas localizações com os contatos da mesma forma que enviam imagens, inclusive em grupos, e mantê-las ativas por 15 minutos, 1 hora ou 8 horas. Assim, durante todo o tempo programado, os amigos conseguirão rastreá-lo em tempo real. Já no Google Maps existe uma opção de compartilhamento de paradeiro por até três dias via link ou por tempo ilimitado via conta Google”, explica Toshio. Para utilizar o recurso do Google Maps, basta acessar a aba no canto esquerdo do aplicativo, clicar em “compartilhar local”, definir por quanto tempo a opção ficará ativa e escolher o contato que receberá a informação. Ambos os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para Android e iOS.

Poças e chuva

Em caso de chuva durante a folia, o ideal é correr para um local seguro e evitar que o celular se molhe. Porém, se não for possível e o dispositivo ficar encharcado, seja rápido. “A primeira providência deve ser desligá-lo imediatamente. Remova a bateria e deixe-os secando por, pelo menos, um dia até ligá-lo novamente. Isso pode evitar que ocorra um curto circuito”. Nada de usar secador de cabelo. Isso pode comprometer ainda mais o aparelho.

Areia e água do mar não combinam com celular

O uso do celular na praia é um risco. Foto: Kite_rin/Shutterstock

Se o Carnaval é na praia, alguns cuidados são fundamentais. “A água do mar representa um risco extra para o celular por causa do sal, que possui grande poder corrosivo e faz com que os componentes internos sejam facilmente danificados. Caso queira protegê-lo da água, existem capas impermeáveis que possibilitam o uso do aparelho com ela lacrada”, explica Toshio. Segundo ele, a maresia é menos prejudicial e não costuma mostrar seus efeitos de forma imediata, apenas em médio prazo, podendo diminuir a vida útil do aparelho. O sol também representa um risco ao celular, já que o calor intenso pode danificar a bateria. “A melhor proteção contra o sol é manter o celular guardado em um estojo ou bolsa, medidas que também evitam o contato com a areia, que causa danos no interior do dispositivo. Caso isso aconteça, evite limpá-lo com uma agulha, pois isso pode empurrar a sujeira ainda mais para dentro”.

12:41 · 27.02.2019 / atualizado às 12:59 · 27.02.2019 por

Um levantamento do Zoom, site e app comparador de preços e produtos, revela a variação dos preços dos modelos de smartphones antigos após lançamentos da Samsung e Apple. O preço médio das gerações anteriores das marcas cai até 20% após a chegada de um novo modelo no mercado. E com o anúncio do novo Samsung Galaxy S10, esse comportamento pode se repetir.

Segundo o especialista de smartphones do Zoom, Thiago Soares, esse momento após grandes lançamentos é uma boa oportunidade para o consumidor aproveitar a queda de preço de aparelhos que são muito buscados. “O novo smartphone da família Galaxy foi lançado no último dia 20 de fevereiro e a tendência é que o preço dos modelos mais antigos apresente queda gradual nos próximos meses. Por exemplo, quatro meses após a chegada do Galaxy S9, em abril do ano passado, o preço médio do modelo S8 passou para R$ 2.312,08, uma queda de 17%, em relação ao mês anterior ao lançamento”, disse.

O exemplo mais recente é a queda de 5% no valor médio do iPhone 8, após a chegada do iPhone XS, em novembro do ano passado. Hoje, já é possível encontrar o aparelho mais antigo por R$3.039,30.

“O consumidor pode aproveitar esse momento para trocar de celular e garantir um excelente aparelho, pagando menos por isso. É sempre importante analisar as mudanças de uma geração para outra e escolher o aparelho que melhor atende as suas necessidades”, finaliza Soares.

06:23 · 25.02.2019 / atualizado às 07:28 · 22.02.2019 por

Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone? O Ibope Conecta fez essa pergunta aos internautas brasileiros e descobriu que 52% deles não conseguem ficar um dia inteiro longe do aparelho. Os que conseguem ficar um dia sem o smartphone somam 18% e há 30% que indicam que conseguem ficar sem seu celular por mais de um dia.

Dentre os que pouco conseguem ficar sem o aparelho, 8% dizem que aguentam no máximo uma hora, 11% citam entre 2 e 3 horas, mesmo percentual dos que mencionam até 6 horas, e 7% aguentam até 12 horas. Todavia, há 15% que revelam que não conseguem ficar sem smartphone em momento algum.

O celular afeta negativamente sua vida? Três em cada dez internautas (31%) apontam que não. Por outro lado, 27% informam que se sentem afetados pelo dispositivo na hora de dormir e 23% indicam que o aparelho afeta o relacionamento com as pessoas, mesmo percentual dos que indicam distração com as tarefas diárias.

A pesquisa mostra também que 16% dos entrevistados apontam que o uso do smartphone atrapalha no âmbito profissional, quantidade similar de internautas que relata que o relacionamento com a família é afetado. Há também 12% que revelam ser afetados quando estão dirigindo e recebem ligações/mensagens, 9% que dizem que sua saúde é afetada de maneira negativa, 8% que se sentem afetados no ambiente escolar e 6% apontam que o smartphone atrapalha na vida sexual.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada de 18 a 22 de outubro de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B e C de todas as regiões do Brasil.

09:40 · 20.02.2019 / atualizado às 09:41 · 21.02.2019 por

A Xiaomi lançou o Mi 9 com na China. O aparelho terá câmera tripla de 48MP, Qualcomm Snapdragon 855 como processador, 6GB/8GB/12GB de memória RAM e armazenamento interno de 128GB e bateria de 3.300 mAh. Com preço, em reais, partindo de R$ 1.647.27 e até R$ 2.196,54 em uma conversão simplista, sem incluir impostos, por exemplo.

Ele também tem tela de 6,39 polegadas Amoled Full HD+ com Gorilla Glass 6 com sensor de impressão digital no display.

O botão para acionar o assistente de voz também pode ser usado como atalho para outros recursos do sistema MIUI 10 (baseado no Android 9 Pie).

O aparelho ainda conta com GPU Adreno 640 e os sensores das câmeras são Sony IMX 586 de 48MP com foco 1.75 no principal, 16MP com lente ultra-angular de f/2.2 na secundária e a terciária virá com 12MP e lente teleobjetiva de f/2.2. A câmera frontal terá 20MP.

O carregamento rápido de 1h05, segundo a Xiaomi, poderá ser feito com fio com 27W ou sem fio (com 20W).

O aparelho virá nas cores preto, azul e roxo e, em uma conversão simplista, os preços do aparelho em reais seriam:

– Mi 9 com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno: R$ 1.647.27
– Mi 9 de 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno: R$ 1.812,05
– Mi 9 edição transparente (apenas comercializado na China) com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno: R$ 2.196,54

Claro que esse preço é apenas para sabermos quanto seria em reais, pois a esse preço ainda seria incluído o valor do imposto de importação e, se vendido pela DL no Brasil os custos e lucros inerentes da venda deste aparelho no País. Também reforço que os valores se referiam a conversão do Yuan chinês para o Real brasileiro no fechamento da edição desta postagem.

Posicionamento da DL

Por e-mail, a DL nos respondeu que, até agora só tem, oficialmente, a informação de que irá vender dois smartphones no Brasil: Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro. Nada além disso para comentar. Veja a nota na íntegra:

“Até o presente momento o grupo DL informa que irá trabalhar na distribuição dos smartphones Xiaomi modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro e não possui mais informações sobre outros aparelhos”. 

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