Categoria: Smartphone


10:11 · 15.01.2019 / atualizado às 10:19 · 15.01.2019 por

O mercado de celulares no Brasil caiu 7% no terceiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. É o que mostra o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, empresa de inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. De julho a setembro, foram vendidos 11,49 milhões de aparelhos, sendo 10,8 milhões de smartphones e 617 mil feature phones (aparelhos que não tem câmeras de ponta ou acesso à internet com qualidade). Foi o menor volume de vendas registrado em 2018: no primeiro trimestre foram vendidos 12,07 milhões de aparelhos e, no segundo trimestre, 12,05 milhões, quedas de 1,8% e 5,5%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos de 2017.

Renato Murari de Meireles, analista de mercado em Mobile Phones & Devices da IDC Brasil, explica que, tradicionalmente, há uma desaceleração no terceiro trimestre. Segundo ele, o consumidor tende a comprar menos nesse período do que no início do ano, quando aproveita as promoções e liquidações de verão, ou no segundo trimestre, quando há uma data comemorativa de grande apelo comercial como o dia das mães. “Em 2018, além dessa questão histórica, as vendas do terceiro trimestre foram impactadas pela instabilidade de dólar, proximidade das eleições e incertezas políticas”, explica o analista da IDC.

Apesar do consumo travado, quem fez compras preferiu smartphones intermediários premium, que custam entre R$ 1.100 e R$ 1.999. Essa categoria cresceu 56% no terceiro trimestre de 2018. O ticket médio dos smartphones também aumentou e foi para R$ 1.340, 19,9% a mais que o terceiro trimestre de 2017. “O consumidor está investindo em aparelhos de tela com borda infinita, mais memória e câmera mais potente, modelos que também têm sido impulsionados pela indústria, com vários lançamentos”, revela Meireles.

No caso dos feature phones, o ticket médio aumentou 29,5% e eles passaram a custar, em média, R$ 145. “As fabricantes, principalmente as brasileiras, continuam lançando celulares básicos e ganhando o mercado, enquanto menos “aventureiros” estão entrando para o segmento”, diz o analista da IDC.

No terceiro trimestre de 2018, a receita total do mercado de celulares foi de R$ 14,672 bilhões, sendo R$ 14,583 bilhões gerados pelas vendas de smartphones e R$ 89,2 milhões de feature phones.

Expectativas

Para o quarto e último trimestre de 2018, a IDC Brasil prevê baixa de 10,5% nas vendas de smartphones, com 11,26 milhões de aparelhos, e 6,9% a menos nas vendas de feature phones, com 731,7 mil unidades. “Apesar da queda na comparação com o mesmo período de 2017, esperamos crescimento em relação ao terceiro trimestre de 2018, com alta de 3,6% para smartphones e 18,6% para feature phones, como consequência da Black Friday e do Natal”, finaliza o analista.

08:53 · 15.01.2019 / atualizado às 08:53 · 15.01.2019 por

A Apple e a Whatsapp liberaram em versão de testes um recurso muito aguardado pelos usuários, no caso, o bloqueio de conversas do WhatsApp via Touch ID ou Face ID, os padrões de segurança dos iPhones e iPads. A função já está em testes na versão 2.19.20 e logo mais estará em todos os aparelhos que atualizarem para a versão mais recente do WhatsApp.

A ideia é bem simples. Ao ser acionado, o WhatsApp irá solicitar um passo de segurança, como os dois nativos dos novos iPhones. A funcionalidade não precisará ser obrigatória e quem escolherá a sua ativação será o usuário. Quando liberada para todos, basta em ir em Ajustes > Conta > Privacidade > Face ID e escolher a opção.

Como ainda está em testes, o MacMagazine conseguiu as telas com um leitor deles, o Cadu Fernandes.

fonte da imagem: macmagazine

Ainda será possível escolher se a verificação será requisitada de maneira imediata ou se após algum tempo de uso do aplicativo, evitando que toda vez a verificação seja pedida causando incomodo ao usuário.

08:19 · 13.01.2019 / atualizado às 15:10 · 12.01.2019 por

Correios deixarão, a partir de 2 de fevereiro, de entregar encomendas contendo baterias e pilhas de lítio ou íons de lítio como cargas através de aeronaves de passageiros em todo o País. Cabe ressaltar que a proibição não se aplica a baterias de íon lítio embaladas com o equipamento ou instaladas em equipamento (UN 3481), ou seja, a proibição como carga em aeronaves de passageiros restringe-se apenas ao transporte das baterias de íon lítio transportadas isoladamente.

A decisão respeita uma determinação da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) seguida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que também determinou restrições para o transporte do material em aeronaves cargueiras.

Bateria de íon lítio (UN 3480) é o termo que representa pilhas e baterias recarregáveis, tais como aquelas encontradas em câmeras, telefones celulares, computadores portáteis, brinquedos de controle remoto, bicicletas elétricas, carros elétricos etc.

Antiga

Segundo a Anac, a norma já existe desde 2016. A proibição no transporte em aeronave de passageiros e as restrições em aeronaves cargueiras foram impostas pela OACI baseadas em testes realizados e após comunicados emitidos pelas três principais fabricantes de aviões (Airbus, Boeing e Embraer), que apontaram que as aeronaves não foram projetadas para combater o fogo proveniente de baterias de íon lítio (UN 3480). Os testes apontaram ainda que uma única bateria danificada ou em curto-circuito pode propagar combustão e comprometer as baterias adjacentes.

A proibição imposta pela OACI não altera as regras aplicáveis às bagagens. Aos passageiros que necessitem levar baterias de íon lítio sobressalentes, como uma bateria extra para a câmera fotográfica, somente poderão fazê-lo na bagagem de mão desde que não excedam 160Wh. Levar baterias de íon lítio em bagagem despachada ou acima de 160Wh é proibido.

Outras restrições para o transporte de baterias de lítio também entraram em vigor na mesma data e afetam inclusive o transporte em aeronaves cargueiras, além de acrescentarem requisitos de segurança para baterias de lítio metálico (UN 3090), que são aquelas pilhas ou baterias não recarregáveis.

Veja detalhadamente as restrições para transporte em aeronaves cargueiras:

Determinação de um limite máximo de estado de carregamento (state of charge – SOC) de 30% para baterias de íon lítio expedidas conforme as Seções IA e IB da Instrução de Embalagem 965;

§ Limite de apenas um volume por remessa preparado conforme a Seção II das Instruções de Embalagem 965 e 968 para baterias de íon lítio e de lítio metálico, respectivamente;

§ Baterias de íon lítio e de lítio metálico preparadas conforme a Seção II das Instruções de Embalagem 965 e 968, respectivamente, devem ser oferecidas para transporte separadas de outras cargas e não podem ser carregadas em um dispositivo de carga unitizada (ULD) antes de serem oferecidas ao operador aéreo para transporte;

§ Limite de apenas um volume contendo baterias de íon lítio e de lítio metálico preparadas conforme a Seção II das Instruções de Embalagem 965 e 968, respectivamente, dentro de uma mesma sobrembalagem (overpack).

E agora?

Segundo a assessoria de imprensa dos Correios, as postagens enviadas via Sedex 10 (Estadual e Nacional), Sedex 12 (Estadual e Nacional), Sedex Nacional (todos os trechos) e Sedex Estadual (apenas alguns trechos que incluem municípios do Amazonas, Pará, Pernambuco e Acre) não poderão conter cargas com baterias ou pilhas de íon lítio.

Já o envio de postagem de encomendas de objetos contendo baterias ou pilhas de íon lítio poderão ser feitos via Sedex 10 (local), Sedex 12 (local), PAC (todos os trechos), Sedex Hoje (todos os trechos), Sedex Local (todos os trechos) e Sedex Estadual (todos os trechos exceto alguns no Amazonas, Pará, Acre e Pernambuco).

13:20 · 03.01.2019 / atualizado às 07:25 · 07.01.2019 por

A Positivo Tecnologia, fabricante brasileira de computadores, celulares, acessórios e softwares educacionais, comprou 80% do capital da Accept. Com escritório em São Paulo (SP) e fábrica em Ilhéus (BA), a Accept produz e comercializa servidores, desktops e mini PCs, além de soluções de computação para desenvolvimento de aprendizado profundo e inteligência artificial.

O valor da aquisição é variável e está fundamentado na lucratividade da Accept nos próximos cinco anos. A negociação foi estruturada na forma de “Earn Out”, cláusula contratual em que o preço final de operações de compra e venda é estabelecido posteriormente.

A Accept atua há mais de 30 anos no mercado. Em 2017, registrou crescimento de 37% em termos de receita. Para a Positivo Tecnologia, a aquisição representa complementaridade no portfolio de produtos e expansão de mercado. “Ofereceremos soluções mais completas aos nossos clientes e participaremos de oportunidades em computação na nuvem, big data e inteligência artificial”, afirma o presidente da Positivo Tecnologia Hélio Rotenberg.

A Accept terá os atuais administradores nas posições de CEO (Chief Executive Officer) e COO (Chief Operating Officer), ficando a cargo da Positivo Tecnologia a indicação do novo CFO (Chief Financial Officer). A marca será mantida inicialmente, dado o reconhecimento no mercado corporativo. “Caso haja necessidade de novos modelos de negócios ou produtos, reavaliaremos o posicionamento”, explica Silvio Campos, CEO da Accept.

09:51 · 02.01.2019 / atualizado às 09:55 · 02.01.2019 por

Segundo vídeo publicado pelo canal MySmartPrice, o Nokia 9 PureView vai chegar bem diferentão. Isso porque ele terá 5 câmeras traseiras, além de um flash e um sensor que poderia fazer uma foto com as 5 lentes ao mesmo tempo. As lentes serão da Zeis – promessa de qualidade. Segundo o vídeo, a promessa é de 10x mais luz para captura das imagens. Achou bizarro ou genial?

A Nokia não confirmou nada ainda e tudo ainda passa por rumor, mas olhando as imagens vemos um aparelho muito diferente que impressiona. Ele virá com uma tela de 5,99 polegadas com bordas levemente curvadas como os Samsung Galaxy S8 e S9. Virá com resolução 2K e suporte à tecnologia HDR10, Qualcomm Snapdragon 845 será o chipset, 6GB de memória RAM e 128GB de armazenamento interno. Terá o leitor de impressões digitais na tela frontal.

Como o Nokia 9 PureView se juntou ao programa Android One, do Google, ele deverá chegar com uma versão pura do sistema operacional.

O aparelho deveria chegar apenas durante a Mobile World Congress (MWC) 2019, em Barcelona/ESP. Mas há rumores que virá antes disso, ainda este mês.

06:40 · 31.12.2018 / atualizado às 11:31 · 30.12.2018 por

A Sony planeja aumentar a produção de sensores 3D de última geração para smartphones. Entre as empresas interessadas nos produtos está a Apple.

A Sony sempre se destacou pelas boas câmeras. A empresa é a maior fabricante de chips para estes produtos em smartphones e a tecnologia 3D em questão será usada nas câmeras frontais e traseiras dos smartphones já em 2019.

A empresa japonesa iniciará a produção em massa para que os clientes possam embarcar a novidade nos produtos no ano que vem.

O objetivo da Apple seria melhorar ainda mais os recursos das câmeras para reconhecimento facial, mas também já pensando em aprimorar os iPhones para uma experiência ainda mais imersiva em Realidade Aumentada.

Já em 2019, a Huawei, gigante chinesa envolta em confusão com EUA e Canadá, pretende lançar os smartphones dela já com a tecnologia de câmeras 3D da Sony.

A tecnologia chamada “tempo de voo”, que envia pulsos invisíveis de laser e mede quanto tempo leva para a resposta retornar, criando modelos 3D mais perfeitos, mesmo a distância de 5 metros, é o que torna as câmeras 3D da Sony a vedete do momento.

13:42 · 30.12.2018 / atualizado às 07:04 · 31.12.2018 por

Que tal um smartphone em 2019 com duas telas, câmera dupla, processador Qualcomm Snapdragon 845 e custa R$ 1.554,28 (o valor exato na cotação de hoje)? Ele é o chinês ZTE Nubia X.

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O Nubia X não tem o notch que foi tão famoso este ano e nem câmera frontal. A tela extra na parte de trás do aparelho serve para verificar se as selfies com a câmera dupla ficaram boas.

A princípio deverão ficar, pois o celular chinês traz sensores de 16 megapixels e 24 megapixels de resolução com aberturas de f/1.7 e f/1.8.

As telas

ZTE Nubia X custa menos de R$ 2 mil

O smartphone da ZTE tem visor principal de 6,26 polegadas e resolução Full HD+ com 2280 x 1080 pixels. Já a tela secundária é OLED com 5,1 polegadas e resolução HD+ de 1520×720 pixels.

Processador top e muita memória

O Nubia X tem modelos com 6GB de RAM e 64GB de armazenamento interno, 8GB de RAM e 128GB de armazenamento interno, 8GB de RAM e 256GB de armazenamento interno e 8GB de RAM e 512GB de armazenamento interno. Todos virão com o Qualcomm Snapdragon 845 com 8 núcleos.

Problema: a importação

O único problema é que, como a Anatel está em cima da importação de smartphones no Brasil, você poderá ter que pagar para homologar ou ainda coisa pior: perder o aparelho e o dinheiro. É um risco. Vale a pena correr?

06:31 · 29.12.2018 / atualizado às 09:48 · 27.12.2018 por

Os consumidores estão comprando cada vez mais através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Um levantamento realizado pela Rakuten Digital Commerce, ecossistema de soluções para o comércio eletrônico que atua com mais de 1.200 lojas virtuais no Brasil, revelou que houve aumento expressivo nas compras via mobile neste fim de ano.

A variação do volume transacionado via mobile, na primeira quinzena de dezembro de 2018, foi de 82%, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as compras via desktop registraram queda de 4%. No ano passado, 22% das compras de Natal e Ano Novo foram realizadas através de dispositivos móveis, contra 78% em computadores e notebooks. Em 2018, os números passaram para 35% e 65%, respectivamente.

“Notamos que a adoção do mobile para compras online no final de ano teve alta taxa de crescimento em relação ao mesmo período de 2017 e essa é uma tendência já esperada pelo mercado”, explica René Abe, CEO e Presidente da Rakuten Brasil. “Por um lado, há a popularização dos smartphones – que deixa mais próximo do consumidor o ponto onde ele adquire seus produtos online. Além disso, as marcas têm investido em projetos de usabilidade das lojas virtuais quando acessadas por dispositivos móveis, o que torna o processo de compra muito mais fácil. A pessoa recebe no celular uma mensagem com as ofertas, se interessa por um produto e faz a compra em poucos cliques. O processo de finalização, que chamamos de checkout, está cada vez mais amigável e prático, aumentando a conversão das visitas em compras”, completa o executivo.

Mulheres dominam compras via celular

A pesquisa ainda mostra que as mulheres dominam o consumo via mobile, com uma fatia de participação de 68% das compras neste dispositivo contra 32% dos homens. Além disso, o valor transacionado pelas consumidoras em compras no celular também é outro destaque, com um aumento de 74,31% em dezembro de 2018, em relação ao mesmo período de 2017. Quando o assunto é idade, observamos que as vendas por mobile neste final de ano são lideradas pela geração de 30 anos (43%), seguidas pelos compradores de 40 anos e de 20 anos, ambos empatados com 22% de participação.

07:51 · 18.12.2018 / atualizado às 07:53 · 18.12.2018 por

Envolta em polêmicas nos EUA e Canadá, a Huawei segue tocando seus negócios e apresentou o smartphone Nova 4 nesta terça, 18/12. O celular tem como principal atração as 3 câmeras traseiras com 48 megapixels, 16 megapixels e 2 megapixels.

O Nova 4 traz ainda tela IPS de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ (2310 x 1080), processador Kirin 970 com 8 núcleos, 8 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento interno, leitor biométrico na parte de trás, porta USB tipo C e bateria de 3.750 mAh com sistema de recarregamento rápido.

O Nova 4 traz câmeras traseiras que prometem muita qualidade

Para fechar, o smartphone chinês tem câmera frontal com 25 megapixels como se fosse um furo na tela do aparelho e sistema Android 9.0 Pie.

Cores e preço

O Nova 4 chega nas cores branca perolada, vermelha, azul e preta. Ele já está à venda no mercado chinês pelo equivalente a R$ 2.200 e uma versão com câmera traseira de 20 megapixels por R$ 1.800, aproximadamente. Este modelo mais em conta ainda será colocado à venda na China. Mercados europeus e da Índia receberão os dois produtos brevemente.

06:32 · 13.12.2018 / atualizado às 07:25 · 13.12.2018 por

Com a popularização dos smartphones, o mercado foi criando outras categorias do produto, que vão além dos aparelhos de alta qualidade e de valor exorbitante. Desta forma, o consumidor que não possui condições de adquirir celulares top no mercado, como Galaxy S9 ou iPhone XS, pode ter um modelo que cumpre as necessidades básicas e conforto. Por isso, a PROTESTE, associação de consumidores, avaliou os principais smartphones que se encaixam nessa categoria, os chamados modelos “intermediários”.

Entre a ampla gama de mais de 126 produtos testados anteriormente no comparador da Associação, foram escolhidos para essa avaliação 11 dispositivos ditos de “modelos de entrada”, com preço até R$ 1.500. Vale destacar todos os selecionados possuem o sistema operacional Android, já que, não bastasse estar obsoleto, o iPhone SE se encontra acima dessa faixa de valor.

Foram avaliados itens como duração de bateria, qualidade sonora, tela e câmera, entre vários outros. Para isso, os aparelhos foram separados de acordo com seis perfis comuns de preferência de usuários: barato e bom; valor máximo de R$ 1.500; bateria duradoura; tela grande; proteção contra água e poeira, e câmera.

Bateria dura mais de 40 horas de uso

Juntamente com tela de qualidade e câmera de boa resolução, uma das características mais procuradas em um celular é uma bateria de longa duração, que não deixa o usuário na mão no meio do dia. Embora os chipsets mais modestos de hoje em dia consigam otimizar o uso de energia consideravelmente, trata-se, na verdade, de um quesito que evolui lentamente, se comparado à tecnologia.

Apesar disso, alguns produtos se destacaram com desempenho extraordinário – caso, particularmente, do LG K10 Power Dual, uma das três escolhas certas nominadas pela Associação, que suportou mais de 40 horas de uso. Também se saíram bem o Samsung J7 Prime, Samsung J8 e Moto G6 Play, registrando mais de 30 horas ininterruptas.

Uma dica da PROTESTE sobre esse quesito é aliar a escolha de um desses dispositivos a medidas que poupem energia, como desinstalar aplicativos pouco usados e reduzir o brilho da tela.

Já no que se refere às telas, embora evidentemente as diferenças entre modelos premium e os mais baratos continuem grandes, o avanço da tecnologia está diminuindo essa disparidade. Em termos de tamanho, os produtos Moto G6 Plus, Moto G6 e Samsung J8 possuem as maiores telas, com 5.9, 5.7 e 6, respectivamente. O Samsung J8 mostrou ter o melhor aproveitamento de sua parte frontal, com 75,8%, seguido pelo Moto G6 Plus, com 74,4%. Porém, este último se destaca devido à qualidade da tela e contraste diferenciado.

Referente às câmeras frontais, o Moto X4, Moto G6 e Moto G6 Plus saíram na frente. Já na câmera traseira, o Moto X4 se sobressaiu, além de ser o melhor dessa avaliação. Este modelo também conquistou o título do mais resistente à poeira e à água, em que os modelos G6 Plus e G6, também da Motorola, foram bem.

Segundo a PROTESTE, a Motorola é a fabricante que entrega as melhores opções para quem deseja o produto com maior custo benefício na faixa de preço de até R$ 1.500. Seus três smartphones (G6 Plus, X4 e G6, em ordem de pontuação geral no teste) vêm com a última atualização do sistema operacional, têm boas câmeras frontais e, especialmente no caso do X4, a câmera traseira também. Além disso, demoram relativamente pouco para carregar.

Para quem busca aparelhos mais baratos, a Associação indica os que custam menos de R$ 800 e mantêm uma boa qualidade, como o Samsung J6, LG Q6 e LG K10 Power Dual. Eles trazem softwares atualizados e câmeras aceitáveis, além de todas as outras funções básicas consideradas necessárias. Por isso, não à toa, são as escolhas certas da avaliação.

Particularmente, acredito que os aparelhos da Asus têm um custo x benefício superior ao J6, LG Q6 e K10. Mas entendemos a metodologia da PROTESTE. Porém, sinceramente, não investiria meu dinheiro no trio citado. Bateria, durabilidade dos aparelhos, preço, boas câmeras, armazenamento interno e memória RAM. Tudo isso os aparelhos da Asus têm de sobra.

Para mim, os aparelhos da Motorola e da Asus só ficam atrás, na linhagem Android, para os tops da Samsung – com preços impraticáveis. Lógico, não vamos falar dos aparelhos chineses como Xiaomi, Oppo e Vivo, pois não temos como testá-los sem importá-los e corremos o risco de ficarmos sem o dinheiro e sem os celulares. Mas daqueles que já testamos, temos os top da Samsung, e os Motorola e os da Asus que podemos dizer que são ótimas escolhas.

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