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Categoria: Tecnologia embarcada


12:07 · 31.10.2014 / atualizado às 07:16 · 31.10.2014 por

nissanA NHTSA (Administração Nacional da Segurança do Tráfego Rodoviário dos Estados Unidos) está planejando criar um padrão oficial para comunicações de veículo-para-veículo (V2V) e publicou recentemente um documento que revela a criação de um padrão e a exigência de implementação da tecnologia nos EUA. De acordo com eles, essa nova tecnologia irá reduzir o número de acidentes rodoviários no país e tem a possibilidade de salvar mais de mil vidas por ano.
A Symantec alerta, em um blog post, para o fato de que qualquer interação dentro do sistema V2V exigirá uma segurança robusta, que garanta que as comunicações não sejam manipuladas e/ou forjadas e que os dados dos usuários não sejam expostos. Sabe-se que a NHTSA já esboçou uma estrutura que permitirá às mensagens serem trocadas e autenticadas em tempo real. E que um sistema de criptografia assimétrica de Infraestrutura de Chave Pública (PKI) será utilizado como base.

Além disso, com o crescimento do uso de Internet das Coisas, que busca conectar itens utilizados no dia-a-dia com a rede, os veículos também irão identificar os motoristas para, dentre outras possibilidades, ativar o GPS do veículo, indicar músicas, informar o status do trânsito e até mesmo a agenda diária do indivíduo. E, assim como a interação V2V, essa comunicação também necessitará de um sistema de segurança complexo, para que dados e informações confidenciais não sejam obtidos e utilizados por cibercriminosos.

13:52 · 23.01.2013 / atualizado às 13:52 · 23.01.2013 por

A Agência Espacial Brasileira (AEB) divulgou a finalização do seu Programa Nacional de Atividades Espaciais (Pnae), documento que estabelece as diretrizes e ações do Programa Espacial Brasileiro entre 2012 e 2021.

Pelo que estabelece o documento, busca-se, até 2016, concluir e consolidar diversos projetos em andamento, destacando-se os projetos dos satélites de recursos terrestres CBERS-3 e CBERS-4 – ambos em cooperação com a China, o foguete Cyclone-4, que será lançado a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (MA), o Veículo Lançador de Satélites (VLS), o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), do satélite Amazônia-1 e o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

No período de 2016 a 2021, denominado como fase de expansão, o alvo será o desenvolvimento de novos projetos de maior complexidade tecnológica, compreendendo a continuidade do programa Amazônia (AMZ-1B, AMZ-2), o desenvolvimento de um satélite meteorológico geoestacionário, o lançamento do segundo satélite de comunicação e o desenvolvimento do satélite radar de abertura sintética.

Segundo a AEB, o ano de 2013 será importante para o Programa Espacial Brasileiro. O quarto satélite da série CBERS, o CBERS-3 será lançado. O satélite é importante no monitoramento e na gestão territoriais.

Ainda em 2013, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado em Alcântara (MA), deverá ficar pronto para os lançamentos do VLS e do Cyclone-4. O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, localizado em Parnamirim (RN) também passará por reformas.  “Estamos propondo a modernização de boa parte da infraestrutura do CLBI e a recomposição de outra, utilizando a experiência que adquirimos no CLA. Os dois centros de lançamentos são considerados estratégicos”, conta em comunicado à imprensa o presidente da AEB, José Raimundo Coelho.

No novo PNAE, o aumento da participação da indústria nacional e a implantação de um programa de domínio de tecnologias críticas são as principais metas. A formação e capacitação de pessoal e a ampliação da cooperação internacional também são temas prioritários.

08:00 · 15.09.2011 / atualizado às 01:46 · 15.09.2011 por

As telas sensíveis ao toque já estão conosco em nosso dia a dia, dos telefones celulares aos tablets. Mas no futuro serão bem mais que isso. Vejam a seguir uma prévia de como essas telas estarão presentes em nossas vidas.

09:57 · 27.05.2011 / atualizado às 09:57 · 27.05.2011 por

Os profissionais de educação do Brasil são os que mais acreditam no uso da tecnologia para mudar a maneira como os estudantes aprendem. É o que mostra uma pesquisa encomendada pela Cisco e conduzida pela Clarus Research Group em 14 países nos cinco continentes. No Brasil, 100% dos profisisonais acreditam nesse potencial do uso da tecnologia na educação, enquanto que a média mundial é 85% e a da América Latina é de 99%.

O estudo global aponta, principalmente, para uma nova “aprendizagem conectada” em uma economia em rede, que exige o desenvolvimento da tecnologia para aumentar a competitividade global da educação. Para 88% dos entrevistados de instituições brasileiras, a tecnologia também deve aprimorar a forma como os professores ensinam, contra 76% de outras regiões do mundo e 91% da América Latina. Para 94% dos entrevistados na América Latina, a tecnologia terá um papel importante para preparar a força de trabalho do futuro. E 70% dos entrevistados no Brasil e México acreditam que a tecnologia deve melhorar a qualidade do ensino.

16:13 · 20.05.2011 / atualizado às 16:13 · 20.05.2011 por

O Brasil pretende colocar três veículos não tripulados na superfície da lua até o final de 2012. O projeto brasileiro é tocado por iniciativa privada e busca conquistar o prêmio de US$ 30 milhões oferecido pelo Google e pela XPrize Foundation para estimular a inovação e o interesse de iniciativas privadas pela exploração espacial. A fabricante de chips Intel é a primeira patrocinadora oficial do projeto brasileiro, batizado de SpaceMETA.

Os três módulos lunares que o SpaceMETA pretende enviar à lua serão alimentados por processadores Intel Atom de baixíssimo consumo de energia – um item importante para o sucesso de missão, que dependerá de painéis solares para funcionar durante a viagem e na superfície lunar.

Para levar o prêmio Google Lunar XPrize, oferecido pela competição, o módulo brasileiro deve ser capaz de executar algumas atividades em solo lunar: o módulo precisará se locomover por uma distância de pelo menos 500 metros e enviar um vídeo em alta resolução de volta para a Terra. O projeto brasileiro, capitaneado pelo empresário Sérgio Cabral Cavalcanti, aposta em tecnologia de ponta, não-poluente e 100% projetado no Brasil.